MAIS UM IRMÃO ASSASSINADO – Tem que se fritar alguns donos de desmanches de motocicletas…RAÇA MALDITA! 34

30/11/2012 08h12 – Atualizado em 30/11/2012 09h11

PM é morto em assalto na Zona Sul de SP

Crime aconteceu na região do Capão Redondo, na manhã desta sexta.

Ladrões levaram a moto do policial.

Do G1 São Paulo

Um policial militar foi morto em um assalto por volta das 6h desta sexta-feira, na Rua Rosário Escamarte, na região do Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo. De acordo com a PM, ele foi abordado por criminosos quando ia de moto para o trabalho nesta manhã. Os criminosos anunciaram o assalto e policial tentou se defender. Eles fugiram levando a moto. O PM foi levado em estado grave para o Hospital M’Boi Mirim, mas não resistiu aos ferimentos. saiba mais Nove pessoas são mortas na Grande SP na madrugada desta sexta-feira Filhas veem mãe e noivo serem mortos em assalto na Zona Sul de SP Policial é baleado em tentativa de assalto na Zona Leste de SP Madrugada violenta Nove pessoas foram mortas em São Paulo entre a noite desta quinta (29) e a madrugada desta sexta-feira na região metropolitana de São Paulo. Na capital, quatro morreram em um ataque na Zona Norte e um casal foi assassinado em uma tentativa de assalto na Avenida dos Bandeirantes, na Zona Sul.

Na Freguesia do Ó, ao menos seis pessoas foram baleadas em um bar na Estrada do Sabão, no Jardim Maristela, por volta de 0h30 desta sexta. Dois homens chegaram ao bar em uma motocicleta. Um desceu e fez os disparos. Quatro pessoas morreram e duas ficaram feridas em estado grave. Uma costureira de 46 anos que tinha parado no bar para cumprimentar um vizinho está entre os feridos. Nenhum suspeito foi preso.

Na região do Campo Belo, na Zona Sul da capital, um casal foi morto a tiros em uma tentativa de assalto na Avenida dos Bandeirantes, na noite desta quinta-feira. As vítimas estavam em uma motocicleta quando foram abordadas por dois homens em outra moto na altura da Rua Ribeiro do Vale. As filhas do primeiro casamento da mulher viajavam de carro, atrás do casal, e viram o crime.

Na Zona Leste, a polícia registrou uma morte em Cidade Tiradentes. Na Grande São Paulo, uma pessoa foi morta no Jardim Iracema, em Barueri, e uma em Mauá, no ABC. Nesse último ataque, uma outra pessoa ficou ferida e continuava internada na manhã desta sexta-feira.

Já é tarde, agora nem o Itagiba Vieira Franco conserta o DHPP!…OLHA A GRANDE BOSTA QUE FEZ O PINTO ! 67

30/11/2012-06h00

Com 250 casos por delegado, divisão policial de elite passará por mudança em SP

ROGÉRIO PAGNAN DE SÃO PAULO JULIA BOARINI COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A crise na segurança pública de São Paulo sobrecarregou a divisão de homicídios do DHPP, considerada uma “ilha de excelência” da Polícia Civil paulista. Atualmente, são cerca de 3.000 inquéritos aguardando solução.

Esses números, fornecidos por policiais da divisão e confirmados pela associação de delegados, são apontados como um dos maiores “estoques” da história do DHPP.

Só neste ano, segundo policiais, cerca de 4.500 inquéritos foram abertos. Parte foi esclarecida, mas ainda assim a média é de 250 casos para cada um dos 12 delegados.

Ontem, o novo delegado-geral Luiz Maurício Souza Blazeck, confirmou haver problemas e disse que haverá mudanças no DHPP.

“Sem dúvida nenhuma [haverá reestruturação]. Temos que reestabelecer um sistema diferenciado para que nós possamos dar uma resposta mais rápida”, disse.

Entre os motivos, segundo os policiais, estão medidas adotadas pelo governo para estancar crises na segurança.

MORTES EM CONFRONTO

Uma delas foi a transferência para o DHPP, em 2011, das investigações dos casos de “resistência seguida de morte” –quando o policial mata um criminoso em confronto.

A mudança ocorreu após investigação apontar que um suspeito, já rendido, foi morto por policiais que o socorriam. O caso ocorreu em Ferraz de Vasconcelos (Grande SP). Uma testemunha ligou ao 190 e narrou em tempo real o assassinato por dois PMs.

Segundos os policiais do DHPP, o órgão também passou a receber casos de mortes suspeitas e homicídios no começo da investigação (que deveriam ficar nos distritos).

“Entupiram o DHPP de casos. Isso compromete o desempenho da divisão, que era tida como de excelência”, disse a presidente da associação dos delegados, Marilda Pinheiro. “Espero que as mudanças possam recuperá-la.”

A Secretaria da Segurança Pública não comentou o assunto e não colocou ninguém para falar com a Folha. Perguntas enviadas por e-mail não foram respondidas.

A morte por encomenda, Coluna Carlos Brickmann 21

(*) COLUNA EXCLUSIVA PARA A EDIÇÃO DOS JORNAIS DE DOMINGO, 2 DE DEZEMBRO DE 2012

Um grupo de traficantes foi preso em Taubaté, SP. Com eles, num tablet, a informação explosiva: uma lista de mais ou menos 500 pessoas, todas pertencentes a famílias de origem libanesa e chinesa, com endereço e telefone residencial e profissional, celulares, mais informações diversas – por exemplo, “este nome não aparece no Google”. Tudo indica que se tratem de possíveis alvos. Um dos integrantes da lista foi morto a tiros quando viajava a Ribeirão Preto, SP; dois outros, um de origem libanesa, um oriental, foram assaltados em Mogi das Cruzes, SP. O de nome libanês foi torturado de várias maneiras durante o assalto: além de tomar choques, o queimaram com cigarro. A lista abrange famílias do Vale do Paraíba, Litoral Norte, Serra da Mantiqueira, Alto Tietê – e cidades importantes como São José dos Campos, Taubaté, Mogi das Cruzes, Ubatuba, São Sebastião.

As investigações são comandadas pelo delegado Juarez Toti, de Taubaté. O boletim de ocorrência tem o número 631-2012. Os integrantes da lista, ao menos em algumas das cidades, foram avisados pela Polícia. Agora, o detalhe mais curioso: a descoberta da lista ocorreu em 15 de novembro. Duas semanas depois, o comando da máquina de segurança pública ainda não se manifestou.

Os criminosos não pouparam esforços para elaborar sua lista. Concentraram-se em nomes árabes e chineses. Em alguns casos, havia um esclarecimento após o nome árabe: “este é judeu”.

Estará o comando da Secretaria da Segurança paulista amparando a investigação a respeito desse tipo de crime tão organizado?

Coincidência

Aliás, este é um caso que merece atenção não apenas da Secretaria da Segurança, mas principalmente do governador. A lista é um desafio ao poder do Estado. E com uma agravante: Geraldo Alckmin é de Pindamonhangaba, que fica no Vale do Paraíba, área ameaçada pelo crime organizado.

Informação para quê?

O caro leitor há de perguntar por que, um mês após a descoberta da lista, os meios de comunicação nacionais ainda não entraram no caso. Boa pergunta.

Cansei de ver inocente chorando: BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO…A mãe, o pai, a mulher, os filhos… até a 4a. geração… Raça maldita! 59

SP: após comprar moto dos sonhos, casal foi morto na 1ª viagem

30 de novembro de 2012 09h19 atualizado às 10h54

O empresário publicou uma foto da moto que comprou em sua página no Facebook. Foto: ReproduçãoO empresário publicou uma foto da moto que comprou em sua página no Facebook Foto: Reprodução

A motocicleta usada pelo casal que foi morto na noite desta quinta-feira em uma tentativa de assalto na avenida dos Bandeirantes, em São Paulo, foi comprada no dia anterior pelas vítimas, segundo informações da Polícia Civil. O comerciante Rafael Jesus Fulaz, 31 anos, e a mulher dele, Sibele Carla Pedroso, 36 anos, se mostravam apaixonados por velocidade em suas páginas nas redes sociais.

No início do mês, Rafael, que mora em Mongaguá, no litoral paulista, chegou a publicar no Facebook  a foto de uma moto do modelo Honda Fireblade Repsol, recém-adquirida. “Sonhar… não custa nada… Mas tem sonhos que se realizam”, publicou o empresário, que foi morto por criminosos durante a primeira viagem em sua moto nova.

O casal, que saiu do litoral com destino à cidade de Itu, no interior de São Paulo, era acompanhado pelas duas filhas de Sibele, que ocupavam um carro. Quando pararam em um trecho da avenida dos Bandeirantes, na zona sul de São Paulo, os dois foram abordados por dois criminosos em uma moto.

Ao reagirem ao assalto, o casal foi baleado e, durante uma tentativa de fuga, a moto acabou batendo em um veículo. Feridos, Rafael e Sibele não resistiram e morreram no local.  O caso foi registrado no 27º DP, do Campo Belo e será investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Até a manhã desta sexta-feira, nenhum criminoso havia sido preso.

SEJA UM POLICIAL COM MÚLTIPLAS CAPACITAÇÕES – Concurso Agente Policial da Polícia Civil – ensino fundamental : vencimentos a partir de R$ 2.278,05 183

Enviado em 30/11/2012 as 12:26 – ESCRILUDIDA

INSTRUÇÕES ESPECIAIS – AP 1/2012      I – DAS VAGAS      Estas instruções regulam o Concurso Público para o provi- mento, inicialmente, de 391 (trezentos e noventa e um) cargos vagos de Agente Policial, para o Estado de São Paulo, reservan- do-se o percentual de 5% (cinco por cento), ou seja, 20 (vinte) vagas aos candidatos portadores de necessidades especiais, nos termos da Lei Complementar nº. 683/92.      II – DA REMUMERAÇÃO O Agente Policial de 3ª Classe tem o total de vencimentos a partir de R$ 2.278,05 (dois mil, duzentos e setenta e oito reais e cinco centavos), correspondentes à soma dos valores do salário- base, da Gratificação pelo Regime Especial de Trabalho Policial – RETP, e do Adicional de Local de Exercício de Nível I. ……………………………………………………………………………………………….. IV – DAS CONDIÇÕES DE PROVIMENTO     1. São condições para o provimento do cargo:     1.1. ser brasileiro;     1.2. ter no mínimo 18 anos de idade;     1.3. não registrar antecedentes criminais;     1.4. estar no gozo dos direitos políticos;     1.5. estar em dia com o serviço militar;     1.6. ter capacidade física e mental para o exercício do cargo;     1.7. ter conduta irrepreensível na vida pública e privada;     1.8. ser habilitado para a condução de veículos automotores na categoria “D”, no mínimo;     1.9. ter sido aprovado no Concurso, observado o número de vagas colocadas à disposição;     1.10. ser portador de certificado de conclusão de nível fundamental expedido por instituição de ensino, pública ou privada, devidamente reconhecido e registrado; e     1.11. ter conhecimento prático em digitação. ……………………………………………………………………………………………………………………..

Blog do PCC…( Foi mais fácil e rápido – durante a greve de 2008 – tirar o Flit Paralisante – blog de policiais civis – do que esse blog do PCC ) 11

Justiça tira do ar blog usado pelo PCC

No site, pessoas que se identificavam como integrantes da facção criminosa publicavam textos de apoio às ações dos bandidos

Marcelo Godoy, do

Mão no computador

Em uma das seções do blog, havia o estatuto da facção com o conjunto de regras que devem ser cumpridas pelos bandidos batizados

São Paulo – A Polícia Civil conseguiu na Justiça a retirada do ar de um blog do Primeiro Comando da Capital (PCC). A decisão foi tomada pela juíza Flávia Castellar Olivério, do Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo), do Tribunal de Justiça de São Paulo.

A existência do blog primeirocomandodacapital foi detectada pela polícia no começo de novembro. Nele, pessoas que se identificavam como integrantes da facção criminosa (“Representamos a facção PCC”) publicavam textos de apoio às ações dos bandidos (“O crime é o crime. E, se mexe com ‘nóis’, ‘nóis’ corresponde!”).

Em uma das seções do blog, havia o estatuto da facção com o conjunto de regras que devem ser cumpridas pelos bandidos batizados – os que resolvem fazer parte da organização. Um dos documentos faz uma advertência às autoridades: “Conhecemos nossa força e a força de nossos inimigos”. O texto termina com o lema da facção: “Paz, Justiça e Liberdade”.

Detectado pelo Comando da Polícia Militar, o blog foi alvo de uma correspondência entre o ex-comandante-geral Roberval França e o ex-delegado-geral Marcos Carneiro Lima. A PM informou à Polícia Civil sobre o blog. Coube ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) a investigação.

No dia 13, o delegado Hélio Bressan, do Deic, representou à Justiça para que o blog fosse retirado do ar. O delegado também pediu que o conteúdo fosse armazenado pelo provedor e a quebra do sigilo cadastral do autor do blog, “bem como do endereço IP utilizado para a conexão por ocasião da criação do blog”.

Em sua decisão, a juíza diz que o conteúdo do blog demonstra que, “em tese”, ele era usado para “a prática de incitação e apologia ao crime”. Para ela, a quebra do sigilo dos dados cadastrais deve ser feita porque “não se pode admitir tais condutas sob a proteção do anonimato, com a utilização de pseudônimos, razão pela qual também não se justifica a manutenção da página na internet”.

Ex-policiais investigados por mortes de PMs 5

30/11/2012 08:37

Grupo conhecido como Firma pode estar por trás dos assassinatos recentes de policiais Thaís Nunes

A participação de um grupo de matadores de aluguel conhecido como “Firma”, formado por ex-policiais civis e militares, é investigada na série de execuções registrada em São Paulo nos últimos sete meses. Entre as vítimas dos pistoleiros estão policiais militares da ativa.

Em 2009,  o grupo foi descoberto quando Ministério Público e Polícia Civil passaram a investigar o assassinato do investigador José Carlos dos Santos, de 38 anos. O ex-PM Jairo Ramos dos Santos, de 40, assumiu o crime e confessou ter matado mais dois policiais e outras cinco pessoas.

Jairo também revelou detalhes do funcionamento da Firma. O grupo cobrava de R$ 30 mil a R$ 50 mil por execução. Mortes de policiais custam mais. As investigações apontam ligação dos pistoleiros com o tráfico de drogas, exploração do jogo de azar e roubo de armas na região do ABC paulista.

O uso de informações privilegiadas dos bancos de dados da polícia é outra característica do bando, que conta com apoio de policiais da ativa. Apesar dos indícios e da confissão de Jairo, a polícia não conseguiu provas contra nenhum dos  outros quatro ex-PMs identificados.

Na atual onda de violência, o caso em que o envolvimento do grupo está mais claro é a execução do sargento Marcelo Fukuhara, morto em Santos, no litoral, em julho.

A investigação acredita que os pistoleiros tenham conseguido dentro da corporação informações sobre horários da escolta do sargento, que  estava jurado de morte. Assim como os outros PMs assassinados pela Firma, Fukuhara foi fuzilado. O PCC teria pago R$ 500 mil para os executores do sargento, segundo o inquérito policial.

Quanta maldade não se fez – com a mão dos coronéis da PM – contra a população pobre da Capital…( Quantos incêndios criminosos não foram executados pelos interessados nas desocupações ) 45

MP investiga remoção de favelas próximas a empreendimentos em SP

Publicado em 29 de novembro de 2012 às 4:46 pm    ·

Os moradores foram removidos da região da avenida Chucri Zaidan, polo comercial de alto padrão do Campo Belo, onde 14 empreendimentos imobiliários foram ou serão lançados.

As informações são do UOL Cotidiano

A Promotoria de Habitação e Urbanismo de São Paulo investiga a remoção de moradores de favelas localizadas no entorno de 14 empreendimentos imobiliários lançados ou em vias de lançamento na região da avenida Chucri Zaidan, polo comercial de alto padrão do Campo Belo, na zona sul da capital paulista.

A área está dentro do perímetro da operação urbana Água Espraiada, da Prefeitura de São Paulo, que prevê a revitalização da região, próxima à avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, com a implementação de habitações sociais, sistema viário e transporte coletivo.

De acordo com o promotor José Carlos Freitas, o Ministério Público apura se as famílias removidas, supostamente em função de interesse imobiliário, estão sendo levadas para habitações sociais perto de onde moravam, conforme previsto.

Freitas solicitou em setembro à Prefeitura de São Paulo dados sobre a assistência médica, social e habitacional dada aos moradores da região da Água Espraiada, inclusive da favela Sônia Ribeiro, conhecida como Piolho, que foi alvo de um incêndio que deixou mais de mil desabrigados no início daquele mês. A comunidade, que fica no Campo Belo, está próxima do Aeroporto de Congonhas e das obras da linha 17-ouro do Metrô.

A Prefeitura informou que foram arrecadados R$ 3,2 bilhões para a operação urbana, de modo que R$ 2,9 bilhões advêm de leilão de Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção).

Segundo o promotor, cerca de R$ 106 milhões (3,3% do arrecadado) foram gastos em obras de desapropriação e R$ 76 milhões em “taxa de administração” da SP Urbanismo (2,3%), que gerencia a operação, enquanto apenas R$ 73 milhões (2,2%) foram para as Habitações de Interesse Social (HISs). Com isso, sobraram quase R$ 2,5 bilhões –78% do arrecadado– ainda sem uso.

Vista privilegiada

Procurada pela reportagem do UOL, a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou que os R$ 73 milhões destinados às HISs são para obras nos conjuntos Jardim Edite (R$ 31.462.963), Corruíras (R$ 26.452.295) e W. Luiz-Estevão Baião (R$ 15.796.960).

Mais R$ 106 milhões destinados a desapropriações, disse a pasta, serão gastos nos terrenos onde serão construídos os três conjuntos citados “e demais HISs nos setores Jabaquara e Americanópolis”.

Sobram ainda R$ 152 milhões (4% do arrecadado) de recursos vinculados, que estão em caixa e devem ser usados em HISs. A secretaria afirma que, somando os valores, o total destinado às habitações é de cerca de R$ 332 milhões, embora não detalhe como e quando a maior parte do dinheiro será empregada.

“É possível verificar que a parcela destinada a HIS tem superado a casa dos 10%, índice que se tornou, a partir da Lei 15.416/2011, o mínimo a ser aplicado em HIS, voltado ao atendimento das famílias moradoras de favelas atingidas pelas obras do Programa de Intervenções da OUC Água Espraiada”, informou o órgão.

Sobre a taxa de administração, a pasta disse que ela também engloba a SP Obras e “remunera os serviços prestados para gestão, gerenciamento, acompanhamento de todo o processo de emissão, distribuição e vinculação de Cepacs, bem como de obras, projetos, desapropriações e demais despesas no âmbito da OUC Água Espraiada”.

A taxa de administração, segundo a Prefeitura, é de 1,5% sobre o valor arrecadado de Cepacs e de 3% sobre todas as demais despesas mencionadas. Veja a apresentação do projeto da Prefeitura para a Chucri Zaidan:

Livro Investigacao Criminal 28

LIVRO INVESTIGA��O CRIMINAL – DESEMBARGADOR ALBERTO TAVARES.pdf

Assunto: Enviando livroinvestigacaocriminal.pdf

Os Riscos da Investigação pelo Ministério Público.

A Adepol /MA Apoia a PEC da Cidadania e Destaca a Necessidade de Filtro Sucessivos de Controle dos Atos das Autoridades e Instituições, Fruto do Princípio Secular dos Freios e Contrapesos.

26/11/2012 – 20:00

Desembargador Alberto Tavares escreve livro defendendo a exclusividade da presidência do inquérito criminal pela Polícia Judiciária
O desembargador Alberto José Tavares escreveu um livro onde alerta sobre os riscos da usurpação da atividade de investigação criminal pelo Ministério Público (MP). A obra Investigação Criminal: Competência discorre sobre temas como a persecução penal, apuratórios de crimes e a atividade policial, tratada em relação ao Ministério Público e as funções que devem ser exercidas por cada órgão do sistema persecutório.
  Comunicação ADEPOL / MA

Escrivães, Investigadores e Policiais civis iniciam mobilização no dia de hoje 292

Enviado em 28/11/2012 as 13:21 – Thirteen
 SEPESP

Os sindicatos e associações dos escrivães, investigadores e policiais de São Paulo, Sorocaba, Campinas e Jundiaí realizarão na quarta-feira, dia 28, uma mobilização geral em todo o Estado. O movimento conta com o apoio da Associação Internacional de Polícia (IPA). As entidades aprovaram a decisão, em reunião realizada no dia 12, que visa pressionar o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a responder a pauta de reivindicações das categorias. Segundo o presidente do SEPESP/CUT, João Xavier Fernandes, o governo tem tratado com “descaso”  o trabalho dos policiais. “Entregamos a nossa pauta de reivindicações ao governador  em maio desde ano e até agora não tivemos resposta”,conta. O sindicalista explica que as categorias reivindicam condições decentes de trabalho nas delegacias e a equiparação salarial com o cargo de perito, em razão que ambos têm curso superior. Hoje, um Escrivão recebe R$1.782,30 já o perito cerca de R$4.909,30 (ver boxe abaixo). As categorias também pedem o pagamento de adicionais com base no salário, melhores condições de trabalho e uma jornada de trabalho de 40horas/semanais. Atualmente, os escrivães e investigadores trabalham bem acima das 40 horas, chegando até 50 horas nas delegacias de polícia. “A nossa categoria está sendo massacrada e está com os salários defasados há mais de 16 anos”, desabafa João Xavier Fernandes.

Campanha Os sindicatos e associações das categorias lançaram a Campanha “Salário digno e Condições de Trabalho: Reação Já!, que tem o objetivo de demonstrar a indignação e o repúdio em relação às más condições de trabalho e salário nas delegacias no Estado. As entidades pedem aos policiais que usem o adesivo da Campanha nos seus locais de trabalho. Para receber, os policiais podem enviar um e-mail para: sepesp@sepesp.org.br ou buscar o material pessoalmente na sede do Sindicato (Av. Prestes Maia, 241 / Rua Brigadeiro Tobias, 118 – 24º andar – Salas 2408/2412- centro). Os associados ao SEPESP receberão o material pelo correio. O SEPESP/CUT informa que, no dia 4 de dezembro, as entidades se reunirão para avaliar o resultado da Campanha e também definirão novas estratégias de ação.

Delegacias Um levantamento inédito realizado pelo SEPESP/CUT revela que as condições de trabalho dos Escrivães de Polícia nas delegacias da capital e interior de São Paulo são precárias. Segundo o balanço realizado a partir de novembro de 2011, que inclui mais de 40 delegacias, os escrivães sofrem com escalas desumanas, que passam de 24 horas sem descanso, com a falta de espaço para guardar seus materiais de trabalho e com o acúmulo de atribuições que, além das suas próprias tarefas, executam outras que são de exclusividade dos delegados. Ainda há uma determinação da gestão do governo do Estado de São Paulo que obriga os escrivães a realizar o registro de boletins de ocorrência em um tempo limite de até 20 minutos. “Quem teve essa ideia absurda não levou em consideração que cada tipo de fato possui sua complexidade. Enquanto elabora o boletim de ocorrência, o Escrivão realiza atendimento a outras partes que comparecem ao plantão e também atende ao telefone ou colhe assinatura dos registros já feitos. Ele sempre trabalha sozinho! Hoje, os plantões viraram atendimentos “fast-food” de ocorrências diversas e pronto-socorros sociais”, desabafa Heber Sousa, diretor do SEPESP. O sindicalista acrescenta que é vergonhoso os valores de R$ 3, referentes ao vale transporte, e de R$ 20, de ajuda de custa para alimentação, limitados a 12 dias trabalhados, pagos pelo Governo do Estado. “Assim fica latente a desvalorização da carreira do Escrivão de Polícia na gestão tucana”. O SEPESP e o SIPESP representam cerca  de 21 mil escrivães e investigadores da Polícia Civil em todas as delegacias do Estado de São Paulo.

Entidades que assinaram o documento ao governador Alckmin SEPESP/CUT (Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo) SIPESP – (Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo) SINPOL/Sorocaba  (Sindicato dos Policiais Civis) SINPOL/Campinas(Sindicato dos Policiais Civis) SINPOL/Jundiaí – (Sindicato dos Policiais Civis) AEPESP (Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo) IPA (Associação Internacional de Polícia) AFPCESP (Associação dos Funcionários da Polícia Civil do Estado de São Paulo)

Assessoria de Comunicação do SEPESP/CUT

Agência: Mídia Consulte Comunicação Fone(11)3101-1912

Jornalista Responsável: Viviane Barbosa Mtb 28121 E-mail: viviane.assessoria@midiaconsulte.com.br

O procurador de Justiça Antonio Carlos da Ponte ocupará o cargo de secretário-adjunto da Segurança Pública 46

28/11/2012-06h00

Prazo para conter a violência é ‘para ontem’, afirma Alckmin

DO “AGORA”

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse ontem que o prazo para conter a onda de violência na Grande São Paulo é “para ontem”.

“Está todo mundo trabalhando com urgência e empenho nessa questão”, disse.

A declaração foi dada durante a posse dos novos chefes das polícias Civil e Militar, à tarde, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo, no Morumbi (zona oeste).

O coronel Benedito Roberto Meira assumiu o comando-geral da PM e Luiz Maurício Blazeck se tornou o novo delegado-geral. Celso Perioli, superintendente da Polícia Técnico-Científica desde 1998, permanece no cargo.

Alckmin destacou uma das promessas do novo secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira: a de diminuir o tempo de chegada da perícia ao local do crime. “O doutor Grella determinou que a perícia tenha inclusive um prazo para chegar às ocorrências”, disse Alckmin, que não especificou o prazo.

O governador disse ter autorizado a nomeação de 33 legistas e 47 peritos. Para Perioli, com os novos servidores, o tempo médio de atendimento dos peritos, hoje de 57 minutos, “tenderá a cair”.

Também foi anunciado ontem o nome do procurador de Justiça Antonio Carlos da Ponte para o cargo de secretário-adjunto da Segurança Pública. Nenhum dos empossados por Alckmin deu entrevista. (LÉO ARCOVERDE)

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) aplicou apenas 44,6% do previsto no Orçamento para investimentos na área de segurança pública. 45

28/11/2012-06h00

Apesar da crise, Alckmin investiu 45% da verba de segurança pública

ROGÉRIO PAGNAN AFONSO BENITES DE SÃO PAULO

Faltando pouco mais de 30 dias para fechar um dos anos mais violentos em São Paulo desde o final da década de 1990, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) aplicou apenas 44,6% do previsto no Orçamento para investimentos na área de segurança pública.

Dados do sistema de acompanhamento da execução orçamentária (Siafem) mostram que a Secretaria da Segurança Pública empenhou (comprometeu) até a semana passada R$ 195,2 milhões dos R$ 437,9 milhões do Orçamento.

Se for considerar o valor liquidado (que efetivamente deixou os cofres), foram despendidos apenas R$ 36 milhões, ou 8,2% do planejado.

Eduardo Knapp – 27.nov.12/Folhapress
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) dá posse aos novos chefes das polícias e ao novo secretário de Segurança
O governador Alckmin durante a posse aos novos chefes das polícias e do novo secretário de Segurança

Essa verba não inclui despesas com custeio da pasta (como folha de pagamento), mas apenas investimentos como compra de veículos, construção de prédios ou aquisição de equipamentos de informação e inteligência.

A Polícia Civil foi a que menos gastou, empenhando apenas 15% do que havia orçado. Nesse período, a Polícia Militar empenhou 67,5%.

Os números foram obtidos pela Folha com a liderança do PT na Assembleia. O governo afirma que o índice vai subir até o final do ano, com a conclusão de licitações.

INVESTIGAÇÃO

Para a presidente da Associação dos Delegados de SP, Marilda Pinheiro, a falta de investimentos acabou sucateando a Polícia Civil.

A Polícia Civil é considerada a “polícia de inteligência”, que deve esclarecer crimes.

A inteligência policial e a investigação são consideradas pela maioria dos especialistas como fundamentais para frear a violência, que neste ano já vitimou ao menos 3.834 pessoas e 96 PMs.

A gestão de Antonio Ferreira Pinto, que foi demitido na semana passada, recebeu críticas por ter supostamente priorizado a PM e o enfrentamento com o crime organizado em detrimento da Polícia Civil e do trabalho de investigação. O ex-secretário nega.

A prioridade para os trabalhos de inteligência e investigação também foi apontada pelo novo secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Veira, como uma das principais mudanças a serem implantadas por sua gestão.

A Folha tenta, sem sucesso, entrevistar Grella desde que assumiu o cargo na última quinta-feira. Ontem, após a posse dos novos chefes das polícias Civil e Militar, ele também não falou.

Editoria de arte/Folhapress

Índice ficará perto de 100%, diz governo de SP 31

28/11/2012-06h03

DE SÃO PAULO

A Secretaria de Estado da Segurança Pública disse, por meio de nota, que é precipitado fazer uma análise sobre a execução orçamentária antes do final do ano fiscal, que termina em 31 de dezembro.

De acordo com a pasta, a execução orçamentária não é feita de maneira linear, ou seja, com valor fixo gasto ao longo dos 12 meses do ano.

A execução dos recursos, conforme o órgão, é concentrada em determinados períodos e pode levar ao aumento dos gastos após a conclusão de algumas licitações.

Segundo a secretaria, até o fim do ano, o valor empenhado (reserva no Orçamento que garante o pagamento) deverá saltar dos atuais 45% para algo próximo de 100%.

“A situação de haver crescimento do total de recursos de investimentos empenhados no final de um ano fiscal não é novidade”, afirma.

Como exemplo, cita que em novembro de 2011, os recursos empenhados pela Polícia Civil perfaziam 44% para os investimentos. “Em dezembro daquele ano, fechou o exercício fiscal com cerca de 80% dos recursos empenhados”, diz trecho da nota.

A pasta informou que há uma concorrência da Polícia Civil para a compra de mil carros oficiais, que representará mais R$ 70 milhões na rubrica de investimento.

Além disso, há outros investimentos previstos pela Polícia Técnico-Científica e pela PM –entre eles está a compra de veículos e de aparelhos de comunicação, nos valores de R$ 18 milhões e R$ 17 milhões, respectivamente.