Mais um golpe do governo tucano na classe policial: NA SURDINA ALCKIMIN OBTÉM SUSPENSÃO DO RECÁLCULO QUINQUENAL E DA SEXTA PARTE…O Governo não quer pagar aos PMs, muito menos recalcular os vencimentos dos Policiais Civis que desde setembro de 2011 ganham muito menos do que seus “primos ricos” 225

Dr., não tem nada a ver com o post, mas creio que seja interessante, embora fale de ações dos policiais militares, acredito que os policiais civis também devem ter entrado com as referidas ações.
Parece que é mais um golpe do governo tucano na classe policial ( Marcos Simões )
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=345192942243886&set=a.121887421241107.22677.100002595489054&type=1

Gilvan Junior
ATENÇÃO POLICIAIS MILITARES!!!
Bom dia á todos! É com gde pesar que hj entro aqui para comunicar-lhes sobre essa péssima notícia q gde parte já deve estar sabendo porém estão sem entender absolutamente nada, e eu através desta postagem vou tentar fazê-los entender: O Estado, representados pelo Governador, Secretário do Planejamento e o Secret. da Fazenda e mais 03 Secretários, entraram com uma l…

iminar para a suspensão dos nossos recálculos, alegando o alto valor que hj saem dos cofres da Fazenda, e alegando ainda que se liberassem os atrasados dos 28 meses da ACS e da AORPM, teriam que desembolsar o equivalente á 2 Bilhões de reais, somente dos atrasados. Diante disso, eles reuniram todos os documentos necessários, foram até Brasília e no fervor da discussão do Mensalão, fando apenas o que era conveniente a eles e oport uno, conseguiram que essa liminar TOTALMENTE ILEGAL fosse assinada. Peço a todos os nossos Associados, muita calma e paciência nesse momento, pois na segunda feira o nosso Presidente – Cb PM Wilson junto com o Adv. Dr Welington Negri estarão tomando todas as providências para que essa liminar seja revertida o qto antes, pois as nossas ações foram julgadas e ganhas em todos as instâncias e recursos. Nesse momento em que tantos irmãos nossos estão tombando todos os dias, não podemos permitir que o Estado nos tire o que conseguimos através de meios LEGAIS, pois para os PMs que já estavam recebendo seus recálculos, digo de Sd á Cel PM, esses valores já entraram no orçamento e despesas da família de cada um. Sinto pela notícia, mas peço a todos que continuem acreditando na ACS e estejam de mãos dadas conosco para que juntos somemos forças contra esse ATO ILEGAL DO GOVERNO! Essa luta é de todos, e tenho certeza q poderei contar com o apoio de cada um de vcs! Obrigado á todos

RETP TURBINADO PM x RETP TUCANO PC

 

SUSPENSÃO DE TUTELA ANTECIPADA 678 SÃO PAULO

REGISTRADO :MINISTRO PRESIDENTE

REQTE.(S) :ESTADO DE SÃO PAULO

PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

REQDO.(A/S) :TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

INTDO.(A/S) :ASSOCIAÇÃO DOS CABOS E SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO – ACSPMESP ADV.(A/S) :WELLINGTON DE LIMA ISHIBASHI E OUTRO(A/S) INTDO.(A/S) :ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA E REFORMADOS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO ADV.(A/S) :WELLINGTON DE LIMA ISHIBASHI

DECISÃO: vistos, etc. Trata-se de pedido de suspensão dos efeitos dos acórdãos proferidos nas Apelações Cíveis n. 952.097/7-00 e 994.09.178766-0 e nos Agravos de Instrumento n. 0024498-83.2011.8.26.0000 e 0201383-49.2011.8.26.0000. Pedido, este, formulado pelo Estado de São Paulo e pela Caixa Beneficente da Polícia Militar – CBPM, com fundamento no art. 15 da Lei nº 12.016/2009.

2. Arguem os requerentes que a Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo e a Associação dos Oficiais da Reserva e Reformados da Polícia Militar do Estado de São Paulo impetraram mandados de segurança coletivos contra atos do Diretor do Departamento de Despesa e Pessoal da Polícia Militar. Ações que visavam à “ampliação da base de cálculo dos adicionais temporais que recebem (qüinqüênios e gratificação de sexta-parte), para que referidos benefícios passem a incidir sobre a totalidade de seus vencimentos e proventos, excetuadas as parcelas eventuais”. Alegam que as seguranças foram concedidas pelas 9ª e 12ª Câmaras de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Acórdãos contra os quais foram interpostos recursos extraordinários. Aduzem ainda que os interessados protocolaram pedidos de execução provisória dos acórdãos, o que acabou por ser deferido nos autos dos Agravos de Instrumento n. 0024498- 83.2011.8.26.0000 e 0201383-49.2011.8.26.0000.

3. Apontam os autores a ocorrência de grave lesão à ordem e economia públicas. É que o “imediato cumprimento das seguranças concedidas, determinando o recálculo dos adicionais temporais aos policiais militares ativos, inativos e pensionistas, independentemente do trânsito em julgado da decisão concessiva da ordem” viola os “artigos 2º b da Lei 9494/97 e § 2º do artigo 7º c/c § 3º do artigo 14 da Lei Federal 12.016/09, dispositivos que vedam a execução provisória contra o Poder Público de decisão que implique em pagamento de qualquer natureza e em extensão de vantagem”. Ademais, a execução dos acórdãos gera um inesperado “impacto financeiro bilionário à Fazenda Pública estadual, pois o custo desses pagamentos pode atingir cerca de R$ 1.497.027.950,73 (um bilhão, quatrocentos e noventa e sete milhões vinte e sete mil novecentos e cinquenta reais e setenta e três centavos)”. Daí requerem a suspensão dos acórdãos impugnados.

4. Feito esse aligeirado relato da causa, passo à decisão. Fazendo-o, pontuo, de saída, que o pedido de suspensão de segurança é medida excepcional prestante à salvaguarda da ordem, da saúde, da segurança e da economia públicas contra perigo de lesão. Lesão, esta, que pode ser evitada, “a requerimento de pessoa jurídica de direito público interessada ou do Ministério Público”, mediante decisão do “presidente do tribunal ao qual couber o conhecimento do respectivo recurso”. Daqui já se percebe que compete a este Supremo Tribunal Federal apreciar somente os pedidos de suspensão de liminar e/ou segurança quando em foco matéria constitucional (art. 25 da Lei nº 8.038/90). Mais: neste tipo de processo, esta nossa Casa de Justiça não enfrenta o mérito da controvérsia, apreciando-o, se for o caso, lateral ou superficialmente.

5. Ora, no caso dos autos, parece estar-se diante de matéria constitucional, devido a que se discute a interpretação do inciso XIV do art. 37 da CF. Competente, assim, este Supremo Tribunal Federal para a análise do pedido de suspensão. Também configurada, a meu ver, a grave lesão à ordem e economia públicas. É que, de fato, a execução de diversos acórdãos concessivos de aumento de vantagens pecuniárias a servidores públicos, antes de seu trânsito em julgado, acaba por comprometer, seriamente, as finanças públicas, a braços com despesas geralmente avultadas e algumas delas imprevistas. Mas não é só: exatamente a fim de evitar esse quadro de descontrole orçamentário, a Lei nº 12.016/2009 proíbe a execução provisória de sentenças concessivas de mandado de segurança em casos como o destes autos (§ 2º do art. 7º c/c § 3º do art. 14).

6. Ante o exposto, defiro o pedido para suspender a execução dos acórdão proferidos nas Apelações Cíveis n. 952.097/7-00 e 994.09.178766-0 e nos Agravos de Instrumento n. 0024498-83.2011.8.26.0000 e 0201383- 49.2011.8.26.0000, até o trânsito em julgado dos processos.

Comunique-se. Publique-se.

Brasília, 26 de outubro de 2012.

Ministro AYRES BRITTO

Presidente

Documento assinado digitalmente

 

*Vírus na Radio Showtime* 10

Date: Fri, 2 Nov 2012 15:02:04 -0200

Subject: Re: *Vírus na Radio Showtime*

From: To: showtime.radio@hotmail.com
João,

Eu, Marcelo Tibério, responsável e dono do servidor que hospeda o site da rádio Showtime, lhes informo que no último dia 26 o site da referida rádio foi invadido.
Esta invasão teve como objetivo, redirecionar os acessos do showtimeradio.com.br para o site argoauto.net, o qual é um site composto de conteúdo  malicioso.
Todos os que acessaram o site da Radio Showtime podem ficar tranquilos, pois além do problema já ter sido resolvido, o servidor no qual se encontra o domínio da Showtime é muito bem protegido e graças a esta segurança, o site malicioso foi bloqueado pelos navegadores.
E mais, providências já estão sendo tomadas em relação ao IP da máquina no qual foi a responsável por esta invasão.
Sem mais,
Marcelo Tibério
Gerente de Tecnologia
Pool Web Work

Jornal O Globo quer ” cariocar ” São Paulo , mas mentir não vale 11

Milícia disputa com traficantes controle  de caça-níqueis em SP

Grupo criminoso teria participação de PMs  aposentados e da ativa

Cleide  Carvalho

Publicado:1/11/12 – 22h41
Atualizado:1/11/12 – 23h03
Investigação. Polícia apura ação de milícia na periferia e relação com onda  de violênciaFutura Press / Carlos Pessuto
SÃO PAULO – Uma disputa entre dois grupos pela cobrança de propinas na  operação de máquinas caça-níqueis pode estar por trás da onda de violência na  Grande São Paulo. De um lado, a facção que domina os presídios paulistas. De  outro, uma milícia formada por policiais militares (PMs) aposentados e da ativa,  criada inicialmente como grupo de extermínio e que, agora, tenta dominar  territórios, a exemplo da facção, numa das atividades mais tradicionais da  corrupção policial: o jogo do bicho e os caça-níqueis.O principal negócio da facção é o tráfico de drogas, cujo movimento é  estimado em R$ 6 milhões por mês. Porém, os caça-níqueis se tornaram rentáveis,  e a propina aumentou de R$ 50 para R$ 400 por mês em menos de um ano, o  suficiente para atrair concorrência. A briga pelos jogos de azar foi relatada ao  GLOBO por um agente público ameaçado de morte pelos bandidos. A Secretaria de  Segurança Pública informou que desconhece a existência da milícia. Uma fonte do  alto escalão do governo, porém, confirmou o conhecimento do grupo e a  investigação sobre ele pelas execuções dos últimos dias.A facção paulista domina extensas áreas da periferia. Vende drogas e oferece  à população promessa de segurança. Seus líderes ditam as regras e impedem  assaltos de bandidos avulsos e drogados, que roubam para sustentar o vício. Se  alguém desobedece, é punido. Quando a facção domina um bairro, faz chegar a  todos que, daquele momento em diante, qualquer assalto ou ato violento deve ser  comunicado ao grupo, não à polícia. Assim, impõe a lei do silêncio. Como oferece  segurança ao comércio local, alguns líderes da facção decidiram que cabe a ela,  portanto, receber pela operação das máquinas caça-níqueis.

Em São Paulo, costuma-se dizer que não é preciso ter brigas porque há espaço  para todos. A propina do jogo de azar é paga tradicionalmente a policiais civis  corruptos. De olho em áreas rentáveis, a milícia de PMs teria tentado cobrar  pelos caça-níqueis na favela de Paraisópolis, no bairro do Morumbi, considerada  o principal “hipermercado” da cocaína na capital pela proximidade com os  consumidores mais ricos. Francisco Antonio Cesário da Silva, o Piauí, apontado  como integrante da facção e com poder justamente em Paraisópolis, foi preso em  Itajaí (SC), em agosto, acirrando os ânimos.

O jogo de azar prosperou em São Paulo nos últimos dois anos com a  modernização dos equipamentos. No lugar das máquinas antigas, grandes e,  portanto, visíveis, surgiu uma nova, do tamanho de um micro-ondas, feita com  tela de LCD e de fácil transporte. Na maioria dos locais, geralmente pequeno  comércio da periferia, ela só é colocada em operação depois das 18 horas. Estão  disponíveis até em açougues, segundo o agente público ameaçado. O valor do jogo  varia de R$ 1 a R$ 10. O ganho com cada máquina fica entre R$ 4 mil e R$ 15 mil  por mês.

— A sociedade tem que cobrar dos políticos mudanças firmes na legislação,  para garantir a investigação até o fim e a segurança de quem investiga. Tenho de  punir um funcionário que não é um funcionário qualquer. Ele está com a arma na  mão. Quando dou voz de prisão, peço a arma. Naquele segundo, ele pode entregar  ou atirar. Não sou um chefe comum — desabafa um integrante da cúpula da polícia  paulista.

Ele diz que é difícil dizer até que ponto a milícia está envolvida na onda de  violência porque há muitos boatos. Em 2010, a polícia chegou perto de prender um  integrante da milícia, mas como era apenas suspeito, foi solto pela  Justiça.

89º – Mais uma noite, mais um PM executado a caminho do trabalho 16

Sexta-feira, 2 de novembro de 2012 – 08h45      Última atualização, 02/11/2012 – 11h11

PM é assassinado em São Bernardo do Campo

Do Primeiro Jornal

pauta@band.com.br

Um policial militar foi vítima de um ataque de bandidos na madrugada desta sexta-feira, no bairro Cooperativa, em São Bernardo do Campo, no Grande ABC (São Paulo). Ele seguia para o trabalho, de moto, quando bandidos se aproximaram e atiraram contra o oficial, que morreu por conta dos disparos.

De acordo com informações da polícia, o cabo Marco Zacarias Pilate estava fardado no momento do ataque. Ele pertencia à 3ª Cia do 40º Batalhão e foi atingido por tiros no rosto e no peito.

A principio, a polícia também não descarta a hipótese de tentativa de assalto.

Como matar um herói? 25

Enviado em 01/11/2012 as 23:32 – JOACI BORGES

Como matar um herói?

Alguns podem falar que heróis têm vida eterna, outros que não sentem dor, que são invencíveis ou semi deuses, mas pasmem! Isso tudo é utopia e não passa de mera ilusão. Nos dias de hoje ser herói é humanamente impossível, no mínimo cômico, afinal, a sociedade quer alguém que se dedique com afinco as causas nobres do cotidiano? Ou reformulando a pergunta, as pessoas merecem alguém que lute com todas as forças pelo bem coletivo? Já não sei mais, há alguns anos atrás acreditava fielmente que sim, vendo as atrocidades de um povo doentio, pensei que poderia brincar de super-homem, dando à cara a tapa e buscando resolver os problemas do mundo, não importando se para isso criasse para mim um rótulo de intransigente ou ríspido demais.

Não me arrependo de nada, minha luta foi por uma causa justa, armas foram retiradas das mãos de marginais, condutores embriagados foram colocados aos montes no local onde não podem matar inocentes, madrugadas de sono foram perdidas para vigiar o patrimônio de alguém que trabalhou para construir uma vida, muito suor foi derramado as margens de estradas em abordagens a traficantes que insistem em destruir vidas humanas, saliva foi gasta tentando convencer vizinhos a chegar a um denominador comum e viver em comunhão fraterna, e quantas mulheres foram salvas das mãos de companheiros enfurecidos, sem contar as inúmeras vezes em que arrisquei a minha própria vida em beneficio de outrem, algo que se faz não por dinheiro ou status, mas sim pela vocação de alguém que acreditava no poder do bem, alguém que não via a hora de colocar o uniforme de super herói e combater o crime e com orgulho de dizer: sou policial!

Mas os dias vão passando, e você cada vez mais começa a perceber que por mais que faça o impossível, não é o suficiente, um sentimento de impotência inevitavelmente brota do peito e a vida começa a ensinar da maneira mais difícil que para um policial ser herói, ele precisa lutar contra forças ocultas de tamanha magnitude que jamais imaginaria quando iniciava na academia policial, poderes estes emanados das fontes mais variadas, seja interna ou externa, política ou burocrática, sem fronteiras quando o assunto é poder!

Caros colegas é triste, mas me sinto na obrigação de externar meus sentimentos, afinal, o que fiz até hoje na minha profissão foi tentando acertar, conheci pessoas incríveis, mas também tive o dissabor de conviver com hipócritas que vêem o mundo como um terreno de oportunidades, onde o esperto se sobressai ao cidadão honesto, e o que mais me frustrou foi perceber que nosso meio esta contaminado com uma praga muito mais devastadora do que qualquer doença terminal, chamada política.

Isso me matou! Não há possibilidade de sobreviver, quando se perde a esperança, perde-se tudo, podem me chamar de covarde, até de mercenário, por receber um ordenado no final do mês sem ao menos merecer um décimo daquilo, por que vou embora, aqui não é meu lugar, e não vai ser o lugar de ninguém que queira trabalhar honestamente a serviço das pessoas de bem.

Sabe de uma coisa, cansei de ouvir piadinhas por atos corruptivos de colegas, de ser odiado por fazer o certo, de ir às minhas folgas no Tribunal dar depoimentos intermináveis, de cumprir cargas horárias abusivas só porque falam que sou Militar e tenho que me submeter ao Regulamento, de ser punido por fazer o certo, de ser visto como uma ameaça a tropa por contestar as barbaridades cometidas, de deixar de lado a coisa mais importante que é a família para lutar pela causa dos outros. Não quero exigir aqui prêmios, medalhas, recompensas financeiras, ou reconhecimento midiático, apenas gostaria de aplicar a lei a todos sem distinção de classe social, pois afinal, o que diz nossa Constituição mesmo?

Deus, ajude-nos!

Heróis estão morrendo a cada instante…