Investigação, cacete e bala, antes que continuem a “buscar” Policiais em casa! 40

Enviado em 08/10/2012 as 22:16 – DELTA UNO – ORIGINAL

Isto não é mais crime! É terrorismo! É guerra revolucionária com ataque a representantes do Estado.

Cuidado, porém. Daqui há algum tempo, os autores destes atentados poderão ser chamados de “revolucionários”, poderão ser anistiados, tornando-se altos dignitários. Daí, “ai” de quem participar ou houver participado da “repressão” contra eles…

Blá-blá-blá à parte, governo à parte, qualquer coisa à parte, a verdade é uma só: Bandido só se enfrenta com investigação, cacete e bala, nesta ordem. O resto é papo furado. Conversa rebuscada sobre “garantismo X ‘pro societate’ ” é no fórum!

O trinômio é INVESTIGAÇÃO, CACETE E BALA! Dentro da lei, mas dentro também deste trinômio!

Polícia que tem “polícia” no sangue não deve depender de cúpula.

A Polícia, a verdadeira Polícia, que não é caricatura de Exército, nem esboço estético de Escotismo, deve depender é da organização interna de cada equipe, mormente das operacionais.

Investigação, cacete e bala, antes que continuem a “buscar” Policiais em casa!

João Alkimin: o Esselentíssimo Secretário da Segurança continua inerte 55

O SAQUINHO ESTÁ COMENDO A PIPOCA
Sou velho o suficiente para me lembrar de uma época em que quem fazia campana para prender bandidos era a polícia, tanto a civil quanto a militar, hoje os vagabundos degenerados é que campaneiam os policiais para mata-los.
E o Esselentíssimo Secretário da Segurança continua inerte e o Esselentíssimo Governador continua silente, não se preocupem pois  não se trata de erro de digitação, o Esselentíssimo não é de Excelência é de lento mesmo. O Governador lento para sair de sua inércia, lento para parar de falar besteiras, como: Que o PCC não existe e outras besteiras. E o Secretário lento para pedir exoneração do cargo e deveria pedir pois já esta provada sua mais absoluta incompetência para estar a frente da pasta.
Policiais Militares morrem diariamente, famílias são enlutadas pela incompetência governamental.
Enquanto policiais morrem como moscas o Secretário só se preocupa em turbinar as Corregedorias, gerando pavor em todos. Não vou citar nomes de policiais que estão na ativa e encontram-se na NASA, pois sei que sofreriam retaliações.
Mas nada impede que eu cite aqueles que já foram devidamente e criminosamente punidos sem nada terem feito, para merecerem tal vitupério, Conde Guerra, Bibiano, Frederico e agora por último, Pórrio, que sequer tiveram uma simples, uma única, uma singela condenação mesmo que fosse em 1ª Instância, mas já estão na rua e o Secretário, bem…Esse continua.
E os Delegados que torturam a escrivã? Porque não foram ainda demitidos? Provavelmente porque se demitidos poderiam dizer que outras pessoas da Administração Superior tinham conhecimento daquela vergonha e inclusive deram risadas.
É simplesmente estarrecedor e nem em meus piores pesadelos poderia conceber as cenas mostradas pela televisão da execução canalha, covarde contra um sargento da PM no litoral. Até quando isso irá continuar?? Acredito que enquanto Geraldinho for Governador e Ferreira Pinto Secretário. O cinismo desses dois senhores, bem como de oficiais superiores da Policia Militar que diga-se de passagem não vão para a linha de frente e usam carros descaracterizados e roupa a paisano, continuarem a negar a existência de uma Guerra Civil, de Policia contra bandidos, ou seja, do bem contra o mal e nós no meio dessa carnificina.
Quando marginais morrem imediatamente a chamada sociedade civil, a comissão de direitos humanos imediatamente se levantam criticando a policia, mas infelizmente estamos vivendo a época de se eu não matar, certamente irei morrer. E provavelmente a vida de um policial vale mais que a de qualquer marginal.
Portanto, o morticínio que assola o estado de São Paulo é culpa única e exclusiva do Governador e de seu Secretário. Os policiais sejam eles civis ou militares quando vão para rua não sabem se voltam. Existe sempre a possibilidade de um integrante dessa Organização Criminosa, o PCC estar a espreita para matá-los a sorrelfa, pois não tem sequer a coragem suficiente de matar pela frente, é sempre de tocaia, de emboscada e pelas costas. Até quando isso irá continuar? Até quando veremos policiais morrerem e nada ser feito?
Algo tem de mudar. Talvez a legislação,mas não adianta se punir com mais rigor aqueles que matam policiais, provavelmente devêssemos mudar a Constituição e instituirmos a prisão perpétua para esses marginais, mas em presídios onde não houvesse acesso a celulares, visitas intimas e que seus contatos com carcereiros ou mesmo advogados fosse feito sem contato pessoal. Isso não viola as garantias constitucionais e também está na hora de garantirmos nossos direitos constitucionais, de ir e vir sem medo.
Hoje existe inclusive, o perigo de alguém ser morto simplesmente por estar em companhia de um policial, ou de tentar socorrê-lo como fez o segurança em Santos ao tentar socorrer o Sargento e também ser assassinado.
Eu como cidadão não suporto mais autoridades virem a público como o Governador, o Secretário desmentindo a existência do PCC. Pois se só existem 30 ou 40 integrantes presos e mais ninguém, infelizmente chego a conclusão de que esses gatos pingados dominam o estado, gerando insegurança, temor no seio da sociedade civil e matando policiais civis e militares.
Assim, entendo que é hora de que exijamos do Governador a troca de seu Secretário e aproveito para perguntar: Onde está a Ordem dos Advogados do Brasil? Por sua comissão de Direitos Humanos e de Segurança Pública, pois até o momento não vi nenhuma palavra dessa instituição que se notabilizou no combate a ditadura militar. Triste sinal dos tempos que vivemos, onde morrem policiais que diuturnamente defendem a sociedade e hoje estão jogados a própria sorte, portanto, volto a repetir, o saquinho está comendo a pipoca, a grama está comendo a bola e no reino da segurança publica Ferreira Pinto continua a imperar, não se dignando sequer a comparecer ao enterro de um policial que tomba deixando amigos e família, como o Sargento morto na baixada Santista e mais setenta e poucos que já tombaram.
Profundamente lamentável sua inércia senhor Governador…

João Alkimin

João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/

GOVERNO COVARDE: nega o envolvimento do PCC na morte dos policiais. 58

Veja os bastidores da guerra particular entre a PM e o crime organizado em SP
Publicado em 07/10/2012 – Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, 76 PMs já foram mortos em São Paulo em 2012. Um número 43% maior do que o de 2011. As vítimas são quase sempre atacadas durante a folga, pegas de surpresa e fuziladas com armas de grosso calibre. Os autores dos crimes seriam integrantes do PCC, principal organização criminosa de São Paulo. O Governo do Estado nega o envolvimento da facção criminosa na morte dos policiais.

PM SANTISTA: “Agora explodiu, já estamos em guerra”. 36

Domingo violento

Outros sete são mortos e número de assassinados chega aos 18

Da Redação – A Tribuna de Santos

Dezoito assassinatos em apenas quatro dias assustam a Baixada Santista. Na quinta-feira, em 20 horas sete pessoas foram mortas em Vicente de Carvalho. Neste fim de semana, a matança se repetiu e o período em que os assassinatos ocorreram foi ainda mais curto. Da 0h45 às 4h55 de ontem, outras sete pessoas foram mortas em Santos, entre elas um policial militar.
Por conta disso, segundo apurou A Tribuna, o secretário estadual da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, e o comandante geral da Polícia Militar no Estado, coronel Roberval Ferreira França, estiveram ontem em reunião na sede do comando da PM, no canal 6, em Santos. Policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), a elite do batalhão de choque da PM, desceram a Serra e ficarão por tempo indeterminado na região. Investigadores do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) também estão em Santos.
Com receio das investidas, os PMs chegaram ontem uma hora antes ao trabalho, no sexto batalhão. O primeiro crime ocorreu na Ponta da Praia, em Santos, onde um sargento da Força Tática, do 6o BPM/I e um segurança foram mortos nas primeiras horas de ontem. O sargento, Marcelo Fukuhara, 45 anos, foi morto com vários tiros de fuzis calibres 5.56mm e 7.62mm.
O segurança, José Antônio Alves de Carvalho, 35 anos, que tentou socorrer a vítima, foi atingido por um tiro de fuzil na perna direita e faleceu após receber atendimento médico. De acordo com o apurado pela Reportagem, o sargento estava de folga, em trajes civis, e passeava com seu cachorro pela Avenida Rei Alberto I, às 0h43, quando foi alvejado. Fukuhara estava em frente ao número 327, onde funciona o Buffet Viva um Sonho Lounge, de propriedade de sua mulher. Os disparos teriam sido efetuados pelos ocupantes de bum veículo Hyundai IX35 de cor preta. Deacordo com uma testemunha que não quis se identificar, o veículo parou alguns metros à frente do ponto em que o policial estava e os ocupantes atiraram várias vezes. Ao ser atingido pelos disparos, o sargento caiu, sofrendo traumatismo craniano.
Percebendo o ocorrido, o homem que fazia a segurança do bufê, José Antônio Alves de Carvalho, correu para socorrer a vítima. Enquanto isso, o IX35 fez o retorno e parou do outro lado da avenida. Um dos ocupantes, então, desceu do veículo usando um capacete e efetuou novos disparos. As balas atingiram o sargento e o segurança, que teve a coxa direita perfurada. Os dois foram socorridos e levados ao Pronto Socorro Central, onde receberam atendimento, mas não resistiram. Segundo o Boletim de Ocorrência, registrado no 1o DP de Santos, Fukuhara vinha recebendo ameaças de nas últimas semanas.
O cunhado de José Antônio, Florival Dias, comentou apenas que ele trabalhava há muitos anos como segurança e que era um homem religioso. “Foi uma fatalidade. Há anos ele presta serviço de segurança e nunca esteve envolvido em nada. Sou casado com a irmã dele há 35 anos e sei que era um  alegre e religioso”. Segundo informações da polícia, filmagens dos prédios vizinhos foram solicitadas para ajudar no esclarecimento do caso.

Créditos: Bruno Miani

Um sargento foi morto na tarde de ontem em frente a um buffet na Ponta da Praia

Velório
Familiares e amigos reuniramse na tarde de ontem, no Memorial Necrópole Ecumênica, em Santos, para despedida do sargento Marcelo Fukuhara. O velório também contou com a presença de grande número de policiais, inclusive do Comando da Polícia Militar.
O tenente-coronel Levy Lenotti afirmou que a inteligência da polícia já investiga o caso do sargento e não medirá esforços para averiguar a responsabilidade pelo crime e se a ocorrênciaestá ligada aos assassinatos dos últimos dias. Entre os policiais o clima era de tensão. Um sargento criticou o comando da Corporação.
“O clima está muito ruim. Fica difícil sair para trabalhar e deixar a família em casa numa situação insegura”, pontua. Ele acredita que a polícia não está organizada para responder da forma como deveria e os ataques dos últimos dias revelam isso. “Agora explodiu, já estamos em guerra”.