MAJOR OLÍMPIO: Aos guerreiros do bem, minhas explicações e meu eterno respeito 210

Enviado em 26/10/2012 as 15:55 – MAJOR OLÍMPIO

Não pedi nem jamais pedirei nada a Jose Serra

Após o primeiro turno das eleições, a direção do PDT decidiu apoiar José Serra. Justamente por que o PT descumpriu todos os compromissos que estabeleceu com o PDT (fim do fator previdenciário, jornada de quarenta horas e votação do piso nacional aos profissionais da segurança pública). Deixei claro que jamais faria campanha para o Serra (meu inimigo público número 1), sendo que  o partido me pediu que não virasse as costas e manifestasse apoio ao PARTIDO (PDT). Neste evento, compareci para não provocar um racha partidário e em trinta segundos disse que não seria eu um obstáculo ao partido e que não faria oposição nem ao Paulinho nem à Executiva do partido. Não citei o Serra, não pedi voto a ele, não pedirei e não votarei nele. Tenho minhas convicções e compromissos com a família policial, jamais fiz distinção entre PM e PC nas minhas atitudes como deputado. Nunca fiz diferença no tratamento entre oficiais e delegados e operacionais e praças. Não estou falando por causa de voto não, aliás também estou com o saco cheio da política. Também não estou pedindo voto para o PT não. Me sacanearam com aquela história de vice do Mercadante  e me queimaram no final por eu ser policial. Fiz a campanha da Dilma e do Mercadante e eles se comprometeram em público em votar o piso nacional aos policiais (PEC 300) e voltaram atrás. Faltaram com a palavra. Eles não precisam de mim. Quero distância deles. Continuarei até o último dia do mandato a defender as coisas em que acredito, aliás vejam meus posicionamentos nos jornais de hoje, principalmente na Folha de São Paulo. Vejam no Jornal da Record, na Rede TV, peguem o que eu falei na CBN hoje e verão o quanto estou “ajudando” o Serra e o Governo. Admiro o Dr. Guerra, que é um homem de moral e de coragem. Fui inclusive testemunha de defesa dele e irei tantas vezes quanto for necessário, pois ele é Homem e fala a verdade sem se ocultar, diferentemente de alguns canalhas que se ocultam para ofender. Se por ser oficial PM, não sou digno de confiança, então jamais terei a confiança de alguns; pois deputado deixarei de ser, mas Major da reserva da PM serei até o túmulo. Peço que as pessoas sensatas reflitam antes de ter seu juízo de valores: não sou duas caras. Não faço distinção entre os policiais ou sobre a condição hierárquica de quem quer que seja e não sou oportunista (se fosse, me agarrava com o PT em São Paulo que vai ganhar as eleições e “empregava” uns amigos). Quem acompanha meu trabalho sabe que sou a maior pedra no sapato do governo na Assembleia Legislativa, agora quem é mal informado, rançoso e preconceituoso, sempre me odiará. Os que me odeiam e desdenham me fortalecem, pois penso: “tenho que vencer, apesar deles”. Deixei claro que votarei em branco e vou continuar batendo no governo do Estado e exigindo da nova Administração da Prefeitura de São Paulo. Não tenho “carguinho” nem nenhum “cala boca” que me faça mudar. Tenho minha consciência e respeito com quem acredita nos meus propósitos.

Aos guerreiros do bem, minhas explicações e meu eterno respeito

Major Olimpio Gomes

LINKS CBN (26.10) http://cbn.globoradio.globo.com/cbn-sp/2012/10/26/NAO-DA-PARA-TER-CONDUTA-DE-PAZ-EM-TEMPO-DE-GUERRA.htm

Folha de São Paulo de hoje (26.10) http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1175420-homicidios-cresceram-30-em-sp-apos-ataques-do-pcc.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/74202-frases.shtml

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Verdade, o Major foi testemunha de defesa do Guerra.

Aliás,  se não se incomodar , brevemente, será arrolado em outro processo pertinente a greve de 2008 ( PA 113/09 ).

E tá aí, não foge da “bronca”; mostra a cara , demonstra seu valor e seu respeito pelos leitores e seus eleitores.

 

O Erasmo Dias piorado 31

Um salve para o secretário e um salve-se quem puder para todos nós.

Setembro sangrento, espera outubro para cair de costas “Olho por olho, dente por dente”

“No revés às atrocidades da guarda pretoriana, muito sangue derramado de gente inocente”

Diante desse quadro dantesco, outra não seria a conclusão, senão a de que estamos a mercê Dele, é lógico, e da própria sorte, quanto ao sagrado direito de sair de casa e nela retornar assim que o desejar.

A situação é reflexo direto do destempero, despreparo, quiçá, do desequilíbrio mental deste irresponsável Secretário da Segurança Pública do Estado, o qual, se utilizando de maquiavélico esquema de “arapongagem” implantado no sistema prisional, composto por oficiais da reserva da PM, se abastece de informações sobre a movimentação da organização criminosa no Estado e as repassa diretamente para a Rota que, deixando de integrar a malha protetora da sociedade para se tornar seu braço armado, prepara a logística necessária para operacionalizar as execuções coletivas patrocinadas pelo poder público e, documentalmente, legalizadas por coniventes policiais da atual administração do DHPP.

Sua postura é um acinte não apenas para as entidades nacionais e internacionais, protetoras dos elementares direitos inerentes à natureza humana, mas para o próprio regime democrático, vez que se utiliza dos mesmos expedientes espúrios dos anos de chumbo de nossa história.

Transformou a emblemática frase “A Rota é reservada aos heróis” no vulgar e desrespeitoso bordão “Tente a sorte que o azar é certo” e seu comandante, com mentiras e patifaria do tipo factóides de atentados contra o quartel da Rota e contra sua residência, num fantoche do medo, uma mística entre o bem e o mal, um fronteiriço entre o herói e o bandido, passando à opinião pública a idéia de que ele seja um pouco de tudo isso.

O prestigiado e honrado Ministério Público de São Paulo, defensor intransigente dos direitos individuais indisponíveis, deveria se envergonhar em ter, entre os ocupantes dos cargos mais elevados da carreira, alguém que fomenta a violência arbitrária nas forças de segurança do Estado.

Manifestar-se sobre a chacina de nove pessoas em Várzea Paulista como sendo uma ação legítima seria cômico se não fosse trágico, mormente quando é público e notório que o indivíduo “julgado e absolvido” pela organização criminosa não estava armado e acabou assassinado pelo braço armado do Sr Secretario.

A sociedade, mais dia, menos dia , através de instituições legalmente constituídas e não cooptadas por esse estado de coisas, com certeza vai cobrar essa promissória da “Reserva Moral do Estado”, vez que a mente doentia que arquitetou o roteiro desse triste filme, estará esparramado numa boa poltrona, fumando um bom cubano e degustando algum dos seus melhores vinhos.

Todo mundo sabe que essa aparente tranqüilidade no sistema prisional tem um preço muito alto, pago através de intenso tráfico de entorpecente, pedágio de familiares de presos para garantir-lhes a integridade física, pagamento de dívidas dos egressos, rifas de imóveis e automóveis patrocinadas pelos irmãos, arrecadação das biqueiras etc.

Se tem um preço alto, tem quem paga e quem recebe.

Pergunta-se: Quem são os protagonistas dessa torpeza bilateral?

Acabou com a boa investigação policial, que sempre partiu do crime para o criminoso, prestigiando o crime pelo crime, como forma de controle da criminalidade. Não chega sequer a prender, nem a julgar, coisa que até os criminosos fazem antes de executar alguém, vai direto para a execução.

Como policial, Srº Secretário, não tenho os mesmos privilégios de VExª, não conto com sua numerosa escolta pessoal que lhe garante integridade física 24 horas por dia, assim como aos seus familiares. Sujeitos ás represálias estão não apenas os integrantes de sua guarda pretoriana, mas todo e qualquer policial deste Estado. Não estou policial 24 horas por dia. Como todo e qualquer cidadão, tenho o direito de sair da minha casa e nela retornar em paz. Não me parece razoável, buscar meus filhos menores na escola, ostentando na cintura uma constrangedora arma de fogo. Não entro na igreja armado. Pense nisso, se é que ainda lhe resta alguma capacidade de pensar.

Seu caso não é de substituição mas sim de interdição

EM TEMPO: Até o presente momento a opinião pública não foi informada do cabal esclarecimento dos homicídios que vitimaram os valorosos delegados de polícia, Doutores Euclides e Paulo. O Diretor do DHPP ao invés de administrar com vistas ao cargo de DG ou do DECAP, antes dos objetivos patrimoniais, por uma questão de honra da classe a qual pertence e, em respeito aos familiares destes policiais, se empenhar em esclarecer referidos crimes vez que deixaram toda a polícia civil e a população deste Estado indignada. Obrigado.

Nº 88 – MAIS UM IRMÃO POLICIAL MORTO!!!…( Graças à covardia do governador e incompetência do secretário de insegurança ) 65

Enviado em 25/10/2012 as 23:53 – JESUINO

 

MAIS UM IRMÃO POLICIAL MORTO!!!

25/10/2012 – 22h59
PM é morto a tiros na zona leste de São Paulo
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COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Um policial militar foi morto a tiros na noite desta quinta-feira (25) na zona leste de São Paulo. Segundo a PM, os disparos foram feitos por dois homens de moto na avenida Flamingos, na Vila Curuçá. Ninguém foi preso.

Segundo testemunhas, o homem voltava de moto para casa quando foi abordado pelos dois suspeitos. Eles se aproximaram e fizeram disparos contra o policial sem exigir nada. Ele chegou a ser socorrido para o pronto socorro do Hospital Tide Setúbal, mas não resistiu aos ferimentos.

Na mesma noite, outro PM foi baleado em Guarulhos (Grande São Paulo). Segundo a polícia, ele estava na rua Endres, no Jardim Itajica, quando foi abordado por dois homens. Os suspeitos anunciaram um assalto. Eles atiraram no policial e fugiram.

Um dos disparos acertou a cabeça do policial de raspão. Ele foi encaminhado ao pronto-socorro do Hospital Padre Bento. O estado de saúde dele não foi informado. A polícia não soube informar se algum objeto do PM foi levado.

ASP executado em Praia Grande 16

Enviado em 25/10/2012 as 23:26 – ALONE

A Tribuna

Quinta-feira, 25 de outubro de 2012 – 22h59

Vila Mirim
Agente penitenciário é assassinado com quatro tiros em Praia Grande

Brenda Melo Duarte

O agente penitenciário Luis Carlos da Silva, de 49 anos, foi assassinado com quatro tiros na noite desta quinta-feira, na Vila Mirim, em Praia Grande. O CDP informou que a morte do agente pode ter sido uma retaliação. Nesta terça-feira, quase 100 detentos passaram mal após uma refeição.

Além do agente, uma criança de 6 anos que estava perto dele foi atingida de raspão. A vítima fatal assumiria o posto no Centro de Detenção Provisória (CDP) às 19 horas. O crime aconteceu por volta das 18h30.

O Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) recebeu a denúncia de que duas pessoas haviam sido baleadas na altura do nº 1.173 da Rua Júlio Prestes de Albuquerque.

Quando os policiais chegaram ao local dos fatos, encontraram Luis Carlos e o menino caídos no chão . Ambos já recebiam os atendimentos da equipe do Samu. Os autores não foram identificados.

O agente e a criança foram encaminhados para o Pronto Socorro Quietude. Luis, que foi alvejado por quatro tiros, precisou passar por uma cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Já a criança, segundo informações da polícia, foi atingida por um tiro de raspão na cabeça. A vítima está em observação, mas não corre riscos.

Ronda

Por meio de ronda nas imediações do crime, não foram encontrados projéteis. Moradores relataram versões diferentes à investigação. Alguns disseram terem visto os criminosos recolhendo as balas do chão. Outros afirmaram que populares as pegaram.