HIPOCRISIA É CUM NÓIS: Governo manda investigar ameaças contra repórter cometidas por coronel nomeado por José Serra…( Cadê a representação ao Ministério Público ? ) 15

Governo manda Polícia Militar apurar ameaças a repórter

Matéria de André Caramante sobre ex-chefe da Rota gerou onda de ameaças contra a família do jornalista. Coronel Telhada nega ter incitado manifestações contra o profissional

Agência Estado | 10/10/2012 10:58:37

A Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do governo estadual enviou nesta terça-feira (9) um ofício ao jornal  Folha de S.Paulo  oferecendo a possibilidade de o jornalista André Caramante, alvo de ameaças nas últimas semanas, ingressar no Programa Estadual de Proteção à Testemunha (Provita).

Segundo o secretário da Casa Civil, Sidney Beraldo, o governo também determinou a instalação de um inquérito policial militar para apurar as ameaças, assim como cobrou a atuação da Corregedoria da PM no caso.

As ameaças ao jornalista começaram em julho, após a publicação de uma matéria de sua autoria com o título “Ex-chefe da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) vira político e prega a violência no Facebook”. A matéria relatava como os suspeitos de terem cometido crimes eram tratados de forma desrespeitosa na página pessoal do ex-comandante da Rota, Paulo Adriano Telhada, eleito vereador pelo PSDB.

Em resposta, o coronel acusou Caramante de ser “notório defensor de bandidos” e incentivou seus seguidores a encaminharem ao jornal manifestações de protesto contra o repórter. Desde então, as ameaças não pararam. No começo de setembro, a situação ficou ainda mais grave quando a família do jornalista passou a ser ameaçada.

Na semana passada, o site da Revista Imprensa publicou que o repórter tinha deixado o País, informação que vinha sendo mantida em sigilo. O jornalista continua trabalhando, mesmo fora do dia a dia da redação. Procurado pela reportagem, Caramante preferiu não se manifestar.

“O coronel (Paulo Adriano) Telhada foi infeliz em suas declarações. As afirmações não são compatíveis com o que defende o governo de São Paulo, compromissado com a liberdade de imprensa e com os direitos humanos”, disse Beraldo, lembrando que as afirmações do coronel foram feitas quando ele já havia entrado na reserva.

O jornalista Sérgio Dávila, editor executivo da Folha de S. Paulo, não confirmou se o jornal pretende aceitar a oferta do Provita. Por meio de nota, Dávila afirmou que, “diferentemente do que vem sendo informado, o jornalista André Caramante não foi afastado de suas funções. O repórter continua cobrindo a área de segurança pública para a Folha, como antes. Além disso, o jornal adotou todas as providências que o repórter julgou necessárias para preservar sua segurança”.

Telhada se pronunciou por meio de nota. Ele afirmou: “Em relação ao jornalista André Caramante, apenas relatei minha indignação contra matéria que dizia em manchete que eu ‘pregava a violência no Facebook’”. Ele disse ainda que não pretendeu “que a reação dos leitores à matéria ultrapassasse os limites da democrática discordância”.

“Defendo a liberdade constitucional de imprensa tanto quanto o meu direito constitucional de livre expressão de pensamento. Assim, não incitei, como jamais concordaria com ameaças de qualquer sorte a qualquer jornalista”, escreveu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2012-10-10/governo-manda-policia-militar-apurar-ameacas-a-reporter.html

Um Comentário

  1. PAU NO CU DO JORNALISTA. ELE QUE SE FODA.TEM QUE ACABAR COM OS DEFENSORES DE BANDIDOS. QUANDO VAGABUNDO MATA POLICIAL É COMO SE NÃO TIVESSE FEITO ABSOLUTAMENTE NADA, AGORA QUANDO MORRE UM BANDO DE MARGINAIS É AQUELA COISA. IMPRENSA NO PÉ, PRESSÃO TOTAL PRA FUDER COM OS POLICIAIS.AGORA COLOCAR O CARA NO SERVIÇO DE PROTEÇÃO A TESTEMUNHA É DE FODER. COMO SE ADIANTASSE ALGUMA COISA. TÁ PARECENDO O MEXICO, PRIMEIRO ATAQUE AS FORÇAS DE SEGURANÇA, DEPOIS A IMPRESSA, DEPOIS VEM OS POLITICOS…. SE DEUS QUISER VAI CHEGAR A VEZ DESSES SAFADOS DO PSDB.

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  2. Até a própria imprensa reconhece a putaria entre imprensa e tucanos.
    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/dois_olhares_sobre_a_violencia

    Dois olhares sobre a violência
    Por Luciano Martins Costa em 09/10/2012 na edição 715

    Uma rápida comparação entre os principais jornais paulistas, O Estado de S.Paulo e a Folha de S.Paulo, e o maior jornal do Rio, O Globo, revela uma inversão ocorrida na hierarquia do noticiário.

    No ano passado, neste mesmo período, o jornal carioca trazia manchetes e reportagens destacadas sobre ações violentas dos grupos organizados que ainda resistiam à ocupação de favelas pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). Em São Paulo, ao contrário, a imprensa destacava uma pequena queda nos indicadores da criminalidade.

    Neste ano, e especialmente nas últimas quatro semanas, São Paulo convive com notícias quase diárias de assassinatos de policiais seguidos de chacinas na periferia da capital e em outras cidades, enquanto o tema violência se tornou mais circunstancial das manchetes do Globo.

    O que se pode observar nesse conjunto de acontecimentos?

    Ajuda federal

    Em primeiro lugar, deve-se notar que o projeto das UPPs começou a ser implantado no Rio em 2008, após uma série de estudos dos quais participaram não apenas policiais, mas profissionais de outras áreas qualificados para lidar com problemas sociais.

    Antes de qualquer ação efetiva, foram feitas extensas análises das condições de vida em cada favela a ser ocupada pelas tropas policiais, foram estudadas as características geográficas e os perfis das quadrilhas. Ainda assim, quando ocorreu a primeira ocupação, na favela Santa Marta, na zona Sul, a atitude da imprensa foi de observação crítica.

    Um ano antes, o Globo havia publicado uma série exemplar de reportagens, sob o título geral “A ditadura nas favelas”, demonstrando que a violência produzida pelo narcotráfico nas comunidades sob seu domínio superava, em catorze anos, o número de mortos e desaparecidos do regime militar, que durou vinte anos.

    Na ocasião, o Globo manifestou dúvidas quanto à possível continuidade do projeto, mas, embora discutindo a capacidade e disposição do Estado para consolidar a primeira ocupação e estendê-la a outras regiões, reconheceu os primeiros resultados positivos.

    Já no ano seguinte, o jornal carioca apoiava explicitamente o projeto das UPPs, criando o programa “Democracia nas favelas”, pelo qual acompanhava o processo de construção da cidadania nas áreas pacificadas.

    Em São Paulo, ocorreu o contrário: em vez de levar às comunidades dominadas pelo crime a segurança e a assistência do Estado, o governo decidiu partir para o confronto com criminosos e suspeitos nos locais onde ocorre a delinquência, orientando a polícia a agir com rigor redobrado.

    O conceito de inteligência de segurança foi reduzido à tarefa de monitorar suspeitos e tentar prever as ações mais atrevidas, como grandes assaltos. O policiamento das regiões nobres da capital foi reforçado e algumas cabines de atendimento foram instaladas em áreas de grande afluxo de transeuntes.

    O governo de São Paulo nunca cogitou de pedir ajuda federal, como fez o Rio de Janeiro, para tomar o poder do crime organizado nas comunidades pobres, onde ele se articula e impõe suas regras. E a imprensa paulista, ao contrário do Globo, não encarou com olhar crítico a estratégia oficial.

    Guerra urbana

    Enquanto o jornal carioca apontava erros sem condenar o projeto das UPPs, a Folha e o Estadão se comportavam como extensões das assessorias de imprensa oficiais, reproduzindo estatísticas otimistas e publicando os relatos da polícia sobre os confrontos de rua – com exceção de quatro ou cinco repórteres que eventualmente levantavam dúvidas sobre as versões das autoridades.

    O número de ocorrências descritas como tiroteios ou resistência à prisão se multiplicou, e a letalidade da ação policial foi comemorada como triunfo sobre o crime.

    Nas últimas quatro semanas, o cenário é diverso. No Rio de Janeiro, o Globo segue reconhecendo o acerto do projeto das Unidades de Polícia Pacificadora mas cobra do governo uma ação ainda mais ampla, constatando que muitos criminosos, fugitivos das zonas ocupadas pela polícia, implantam seu regime de terror em lugares mais distantes, como ocorreu em setembro no Parque do Gericinó, na Baixada Fluminense, onde seis jovens foram torturados e mortos por traficantes. Além disso, o jornal denuncia a ação de milícias que tentam ocupar o lugar dos traficantes nas zonas pacificadas.

    Em São Paulo, o aumento da violência tem feito a imprensa despertar para a possibilidade de que a estratégia da segurança pública esteja produzindo uma guerra urbana entre o crime organizado e a Polícia Militar.

    Ainda que tardiamente, os jornais paulistas começam a ir um pouco além dos boletins oficiais.

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  3. Certamente “impoluto” Telhada deva ser um dos estrelinhas que determinaram para que seus subordinados fossem pra cima dos operacionais da Policia Civil quando do movimento grevista.

    Se liga São paulo,

    Acorda Brasil

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  4. por que não se preocupam com a segurança física e moral dos policiais e seus familiares também?

    É meus caros esse povo só defendem os reles mortais quando estão precisando de clientes e ou de votos,porque queria ver a corja que diz defender os servidores área da segurança baixar na frente do comando e da secretária e tocar o terror!

    bandos de urubus .carniceiros,falar até papagaio fala,pois essa blá blá ,SÓ FUNCIONA COMO CARTAZ DE PROPAGANDA ELEITORAL E PARA AS ASSOCIAÇÕES FICAREM JOGANDO NA CARA DEPOIS E COBRANDO APOIO !

    CHEGA DE TEORIA QUERO VER PRÁTICA!

    MUITA GENTE QUE APENAS SE FAZ EM CIMA DAS MORTES E DESGRAÇAS ALHEIAS !

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  5. Não são os coroneis maçanetas do sistema…,Subprefeitos e Vereadores pelo PSDB,isso e so pra ingles ve,o coroner Camilo e outro denunciado pelo ministerio publico como o chefe das licitações fraudulentas que chegaram a mis de 300 milhoes de reais…

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  6. 10/10/2012 18:11
    Da Tribuna
    Da Redação

    Segurança pública

    Carlos Giannazi (PSOL) comentou a necessidade de o secretário de Segurança Publica vir à Assembleia para esclarecer que medidas estão sendo tomadas para conter os altos índices de criminalidade no Estado, que incluem a execução de diversos policiais. O deputado solicitou a intervenção do governo federal com medidas que ajudem a reverter essa situação, já que, segundo o deputado, “o governo estadual abandonou a segurança publica”. (JF)

    Criminalidade

    Olimpio Gomes (PDT) citou mobilização de 15 mil policiais militares em todo o Estado para combater a criminalidade. Ele criticou o benefício da saída temporária, que será concedido a 25 mil presos no Dia das Crianças. Segundo ele, a medida que favorece presos em regime semiaberto fará com que o número de crimes aumente neste feriado. Olimpio lamentou casos de assalto a carros fortes que resultaram em feridos e pediu a prisão imediata dos autores e mentores desses roubos. (JF)

    Desarmamento

    Jooji Hato (PMDB) mencionou os pronunciamentos dos deputados Carlos Giannazi (PSOL) e Olimpio Gomes (PDT) a respeito da segurança pública e disse que se preocupa muito com essa área. Lembrou alguns casos de assaltos cometidos por motoqueiros e garupas, que resultaram em feridos. Também falou sobre o aumento da criminalidade em Taboão da Serra e Embu. Solicitou a realização de blitze para promover o desarmamento da população. (JF)

    Violência

    Welson Gasparini (PSDB) falou sobre a violência em Ribeirão Preto, “onde, de 1/1 a 31/8, a polícia registrou um aumento de 17% no número de crimes. Segundo o deputado, o governo teria que construir 15 presídios por ano para acompanhar esse aumento. “O que precisa acabar é a fábrica de marginais com a modificação do código penal”, finalizou. (GA)

    Assinaturas

    Olimpio Gomes (PDT) manifestou alegria por seu amigo, o policial Fernão Dias, ter sido eleito prefeito de Bragança Paulista. Gomes convidou o público para uma audiência pública, no próximo dia 15/10, onde serão recolhidas assinaturas para aumentar as penas para crimes contra policiais militares e servidores penitenciários. “Precisamos de 1,4 milhão de assinaturas para exigir mudanças na legislação brasileira”, finalizou. (GA)

    Medidas

    Jooji Hato (PMDB) recordou assalto que ele e seu filho sofreram há alguns anos. Segundo ele, desde esse período, nada mudou. Criticou o governo estadual: “temos que pedir de joelhos providências do governo”. Para Hato, a solução para acabar com a violência no Estado são medidas como blitze do desarmamento em locais estratégicos, para capturar armas ilegais. (GA)

    Reintegração

    Luiz Carlos Gondim (PPS) solicitou ao governo estadual a reintegração dos policiais que estão reformados ou em reserva, pois, segundo o deputado, eles possuem mais experiência para combater o crime. “Assim teríamos mais policiamento nas ruas. O governo tem que dar um incentivo aos militares para continuar na ativa, tentando diminuir dessa forma a criminalidade”, finalizou. (GA)

    Afastamento

    Carlos Giannazi (PSOL) comentou o afastamento do cargo do presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), Bernardo Ortiz. O parlamentar defendeu a realização de uma CPI com o objetivo de investigar possíveis irregularidades na instituição. O deputado informou que vai pedir a presença de Ortiz e do secretário estadual da Educação, Herman Voorwald, em reunião da Comissão de Educação da Casa. (GA)

    CADÊ OS DEMAIS DEPUTADOS? ESTÃO EM FÉRIAS? ESTÃO COM MEDO DE PRONUNCIAR?
    SÓ VEMOS OS DE SEMPRE ACIMA COMENTANDO A TRAGÉDIA QUE VIVE A SEGURANÇA PÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO. GOSTARÍAMOS DE SABER AS OPINIÕES DOS DEMAIS DEPUTADOS.

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  7. E eu que pensava que o Telhada e o Conte Lopes recebessem votos só dos “Datennetes”. Pelo que vejo, muitos “machões de Terraço” que pululam por aqui votaram alegre e gostosamente nos caras. Pra quê? O que um vereador pode fazer pela Segurança Pública, que é exclusivamente de alçada estadual e federal? Sei lá, isentar de IPTU os coronéis, tornar-lhes privativo o cargo de subprefeito, criar uma ROTA-GCM, por aí…

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  8. A AQUELES QUE TEM CABEÇA ESCUTEM, ESTAMOS ENFRENTANDO, PRIMEIRO NOSSOS DELEGADOS QUE ESTÃO ADMINISTRANDO NOSSA INSTITUIÇÃO, SEGUNDO O PODER JUDICIARIO, TERCEIRO O PROPRIO GOVERNO QUE ESTA NO PODER, ENTÃO CHEGO A CONCLUSÃO, NÃO VALE A PENA VESTIR A CAMISA DESTA INSTITUIÇÃO, ENTÃO SUGIRO A TODOS QUE FAÇAM O MESMO, QUEM ESTIVER NOS PLANTÕES, QUE CORRAM ATRAS DE ATESTADO MEDICO, LICENÇA PREMIO, FALTEM , OU COISA DO GENERO.
    ESTE FERIADO, AS COISAS PODEM PIORAR COM A SAIDA DE MAIS PRESOS COM O DIA DAS CRIANÇAS, ESTOU VENDO COLEGAS COMENTAR QUE VÃO COBRAR AS BRONCAS SOZINHOS DAQUELE JEITO, MAS EU DIGO, ESTE SECRETARIO ESTA A ESPREITA SO PARA MANDAR MAIS DE NOS PARA A CORRO E PARA A CADEIA.
    ENTÃO CAROS COLEGAS, TEMOS QUE ESQUECER QUE SOMOS POLICIA, E DEIXAR AS COISAS EXPLODIREM, VAMOS VER ATE QUANDO O GOVERNO VAI AGUENTAR A PRESSÃO.
    QUANTO A PM QUE ESTA PEGANDO SUAS MOTINHAS E COBRANDO AS BRONCAS, CUIDADO, MESMO ACHANDO CERTO ESTA ATITUDE, VAI SOBRAR PARA TODOS QUE ESTÃO FAZENDO AS DERRUBADAS.

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  9. Não tenho grande convergência com o Cel. Telhada. Só o fato de ser ele filiado ao PSDB e apoiador de Serra/Alckmin já me coloca a léguas de distância dele.

    Mas, justiça se lhe faça. O Cel. Telhada não ameaçou o jornalista, e, se concitou seus seguidores de redes sociais a enviarem protestos à redação da Folha em resposta a uma reportagem da lavra do jornalista em questão, é fato que agiu no exercício regular de um direito. O direito à liberdade de expressão.

    Ele não insuflou seguidores a ameaçarem o jornalista. Incentivou-os, isto sim, a protestar contra os termos de uma reportagem.

    Não se pode protestar contra matéria jornalística?

    Pode-se criticar tudo, neste país, pelo menos “in thesi”. Pode-se falar mal do governo, da religião, da família nos moldes tradicionais, dos fumantes, da Polícia, pode-se falar mal até de Deus. Só não se pode falar mal de matéria jornalística???

    O Cel. Telhada não ameaçou o jornalista, nem pediu a seus seguidores que o ameaçassem. Se alguém escreveu à Folha ameaçando alguém, que seja identificado e responsabilizado, caso o jornalista assim represente.

    Mas erigir matérias jornalísticas a “status” de escritos inquestionáveis e responsabilizar alguém pela conduta de outrem não tem o menor cabimento.

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  10. Mas e quem levanta a vida da jornalistas, de policiais e de opositores políticos para coagir, ameaçar e ou tirar a bronca, admoestando ideais, famílias e vidas?
    Muito PC e PM já foi perseguido administrativamente e até morto por atrapalhar grandes interesses de poderosos!
    Quando é contra a imprensa, foda-se, mas quando a água bate em nossas bundas, uih!

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  11. Perfeito

    DELTA UNO – ORIGINAL :
    Não tenho grande convergência com o Cel. Telhada. Só o fato de ser ele filiado ao PSDB e apoiador de Serra/Alckmin já me coloca a léguas de distância dele.
    Mas, justiça se lhe faça. O Cel. Telhada não ameaçou o jornalista, e, se concitou seus seguidores de redes sociais a enviarem protestos à redação da Folha em resposta a uma reportagem da lavra do jornalista em questão, é fato que agiu no exercício regular de um direito. O direito à liberdade de expressão.
    Ele não insuflou seguidores a ameaçarem o jornalista. Incentivou-os, isto sim, a protestar contra os termos de uma reportagem.
    Não se pode protestar contra matéria jornalística?
    Pode-se criticar tudo, neste país, pelo menos “in thesi”. Pode-se falar mal do governo, da religião, da família nos moldes tradicionais, dos fumantes, da Polícia, pode-se falar mal até de Deus. Só não se pode falar mal de matéria jornalística???
    O Cel. Telhada não ameaçou o jornalista, nem pediu a seus seguidores que o ameaçassem. Se alguém escreveu à Folha ameaçando alguém, que seja identificado e responsabilizado, caso o jornalista assim represente.
    Mas erigir matérias jornalísticas a “status” de escritos inquestionáveis e responsabilizar alguém pela conduta de outrem não tem o menor cabimento.

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  12. O reporter Caramente bisbilhotou o facebook do Telhada e escreveu materia claramente QUERENDO queimar o filme dele. O tiro saiu pela culatra. O coronel, obviamente não gostou e seus seguidores também não. Ele nada disse demais, pediu para escrevessem para a folha contra o Caramente. Os seguidores quase sempre exageram. Portanto quem ameaçou ou injuriou não foi o Telhada, foram os eleitores dele. Me parece que querem impugnar a candidatura dele porque apareceu com fotos de farda o que seria proibido pela legislação eleitoral.

    O fato é que o Caramente e a Foia acabaram sendo os melhores propulsores da campanha do Telhada. Lhe deram um cartaz muito maior que horário eleitoral, santinhos ou Facebook. E agora, tão usando de todos os subterfúgios para tentar tirar a cadeira dele.

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