MARILDA PANSONATO PINHEIRO: Crime organizado, Estado desorganizado 17

15/11/2012-03h30

Tendências/Debates: Crime organizado, Estado desorganizado

MARILDA PANSONATO PINHEIRO

A Política de Segurança Pública no Estado de São Paulo beira a falência. O botão de alerta já havia sido acionado há meses, pelo próprio crime organizado, demonstrando claramente a desorganização e a ineficiência do Estado em combatê-lo.

A escalada de violência poderia ter sido evitada se os agentes públicos responsáveis admitissem, de plano, a sua existência, em vez de menosprezar o poder de fogo da facção criminosa conhecida por PCC, que em um mês já tirou mais de 200 vidas, 90 delas de policiais.

Em entrevistas, o secretário de Segurança Pública chegou a afirmar que se tratava de casos isolados, oportunismos de marginais para acertar contas. Puro ilusionismo. A sensação de insegurança e de pânico só aumenta na população.

Relatórios de agosto da área de inteligência da Polícia Civil, da Polícia Federal e até do Ministério Público anunciavam a tragédia, mas os policiais, aqueles que estariam na linha de frente, foram esquecidos e entregues à própria sorte. Tudo em nome da vaidade para admitir a falência da política adotada. Foi a desumanidade escancarada –a perda de dez, 20 ou 30 vidas nada representa em um Estado tão populoso…

Os delegados de polícia, que também não foram avisados, embora o documentos relacionados ao atentados apresentados em rede nacional leve o timbre da Polícia Civil, se solidarizam com o caos. Sentem na pele há anos, como navalha na carne, os reflexos do enfraquecimento da Polícia Civil, que é a polícia investigativa, judiciária, do tirocínio.

Crime se combate com inteligência, não com truculência ou com redobrada violência. Hoje, cerca de 90% dos crimes não são investigados por falta de recursos materiais e humanos, por falta de investimento e de claro protecionismo. O desestímulo na carreira é crônico.

Os delegados, dirigentes da Polícia Civil, amargam uns dos piores salários do país, com precárias condições de trabalho e com um agravamento do cenário que está por vir: 20 dos 200 novos delegados em treinamento na Academia de Polícia já pediram exoneração, enquanto muitos aguardam resultados de concursos em outras carreiras jurídicas. Preparamos profissionais para outras carreiras ou para outros Estados… A história se repete a cada concurso…

Por isso, o pior inimigo do Estado é o próprio Estado, que resiste em mudar sua abordagem no combate ao crime e elaborar políticas públicas eficientes. Nesta atual onda de violência, incentivar o confronto não é o caminho. Até porque, na guerra entre o PCC e o Estado, o cidadão torna-se refém, assistindo impotente o seu direito de ir e vir tolhido pelos chamados toques de recolher ou pela guerra armada a céu aberto, que ceifa vidas inocentes.

Mas para o Estado a situação está sob controle enquanto morrem dez por noite. Colocar mais policiais na rua e intensificar abordagens poderá ajudar a combater a consequência, mas não a causa, que exige profissionalismo, conhecimento técnico e comprometimento que passam longe do partidarismo, da negação e do protecionismo institucional.

Já é hora de uma reforma nesta política de pouca estratégia. A sociedade deve exigir que se faça cumprir as leis e se preserve o Estado democrático de Direito, onde o respeito à vida e a dignidade da pessoa humana prevaleça sobre os mandos, desmandos e interesses do “responsáveis pela segurança” de plantão.

MARILDA PANSONATO PINHEIRO, 57, é presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP)

http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/1185856-tendenciasdebates-crime-organizado-estado-desorganizado.shtml

Um Comentário

  1. SOU POLICIAL E CONFESSO QUE NÃO TENHO SAÍDO DE CASA, ESTOU INSEGURO, CAMINHADA NEM PENSAR, REALMENTE A SENSAÇÃO É DE FRAGILIDADE DE MINHA PARTE, MINHA VIDA SOCIAL AGORA É SÓ FICAR EM CASA, EVITO IR EM SUPERMERCADO, PADARIAS E BARZINHOS E QUANDO PRECISO IR, VOU COM O CÚ NA MÃO.

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  2. ME CAUSA SUPRESA E GRANDE INDIGNAÇÃO, QUE SOMENTE AGORA, EM TESE, APÓS QUASE UMA CENTENA DE EXECUÇÕES, ASASSINATOS E ATAQUES SANGUINÁRIOS E CRUÉIS , CONTRA INTEGRANTES DAS FORÇAS POLICIAIS E FORÇAS DE SEGURANÇA DO ESTADO DE DIREITO EM SÃO A ADPESP VIR SE MANIFESTAR, ATRAVÉS DA MÍDIA (FOLHA DE SÃO PAULO), CONTRA ESSE GENOCÍDIO DOLOROSO , ATROZ E INACEITÁVEL. INDAGO, POR QUE A ADPESP NÃO APRESENTOU ATOS DE MANIFESTOS , COM PROTESTOS , REPÚDIOS E INDIGNAÇÃO CONTRA A CÚPULA DA SEGURANÇA PÚBLICA-SP, NO INÍCIO DE REFERIDAS EXECUÇÕES .QUEM IMPEDIU A INSIGNE ASSOCIAÇÃO DE CLASSE DOS DELEGADOS DE POLÍCIA -SP, EXERCITAR LIVREMENTE, PLENAMENTE,SEM COAÇÕES, SEM MEDOS E TEMOR REFERIDOS ATOS. A ADPESP TEM O DEVER DE REPUDIAR, PROTESTAR ,ENFRENTAR , DESAFIAR SEM LIMITES,NA FORMA DA LEI DE FORMA FORTE, CONTUNDENTE E SE POSSIVEL , ATÉ COM ENFFRENTAMENTOS PACÍFICOS ESSA CÚPULA, EM TESE, EM PRINCÍPIO, FRACA, FROUXA, OMISSA E QUE O GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN DEVERIA EXPURGÁ-LA. LAMENTAR O LEITE DERRAMADO,IMPOSSÍVEL. LAMENTÁVEL , ADPESP. ME ENGANE QUE EU GOSTO.

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  3. “Os delegados, dirigentes da Polícia Civil, amargam uns dos piores salários do país, com precárias condições de trabalho “……

    Ué mas também fabricando relints falsos fica difícil ser valorizado.

    não seu que falei que tao fabricando relint falso….foi o DGP no fantástico que falou.

    então para ser valorizado tem quem parar de fabricar documentos falsos.

    fica a dica.

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  4. ficaadica :“Os delegados, dirigentes da Polícia Civil, amargam uns dos piores salários do país, com precárias condições de trabalho “……
    Ué mas também fabricando relints falsos fica difícil ser valorizado.
    não seu que falei que tao fabricando relint falso….foi o DGP no fantástico que falou.
    então para ser valorizado tem quem parar de fabricar documentos falsos.
    fica a dica.

    “nao sou eu que falei….”

    saiu errado o post acima.

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  5. Aplausos.. A Dra. Marilda deve voltar os olhos para o “corpo” da Policia Civil, e não apenas para a cabeça, é um grande erro pensar que apenas com a cabeça este corpo vai andar, trabalhar, e atender seus pedidos, na verdade é ele que precisa de mais atenção, caso contrário cometera o mesmo erro do Secretario, ou melhor, a Senhora.já comete este erro, quanto ao artigo palmas, muitas palmas…

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  6. 15/11/2012 07h01 – Atualizado em 15/11/2012 07h01
    MP de SP quer barrar saída no Natal de presos de organização criminosa
    Promotoria pedirá à Justiça para não dar benefício a integrantes de facção.
    Alegação é risco de presos se juntarem a criminosos que matam policiais.
    Kleber Tomaz
    Do G1 São Paulo

    17 comentários

    Um dos ônibus queimados em São Paulo durante
    ataques do crime (Foto: Reprodução/TV Globo)
    O Ministério Público em São Paulo vai pedir à Justiça para barrar a saída temporária, durante as festas de fim de ano, dos presos do regime semiaberto que forem integrantes da organização criminosa responsável por ordenar os ataques às forças de segurança do estado. Até esta quarta-feira (14), 92 policiais militares tinham sido assassinados em São Paulo este ano.
    Para a Promotoria das Execuções Criminais, a medida vai ajudar a garantir a segurança da população ao impedir que presidiários pertencentes ao grupo criminoso ganhem o benefício da saída, e se juntem, no período do Natal e Ano Novo, a outros bandidos responsáveis pelas mortes de policiais militares e agentes penitenciários, atentados contra bases da Polícia Militar e incêndios a ônibus.
    saiba mais
    Polícia prende suspeitos de matar dois PMs em São Paulo
    Suspeitos morrem em confronto com a Rota na Grande SP
    Promotores ouvidos pelo G1 afirmaram que já enviaram requerimento à Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) pedindo para a pasta identificar quem dos quase 4 mil presos, homens e mulheres que pleiteiam o benefício na capital, são integrantes do grupo criminoso que atua dentro e fora dos presídios paulistas. A SAP teria essas informações porque já divide os presos por facções para evitar conflitos dentro das unidades que administra. O ofício do MP teria sido entregue na última sexta-feira (9).
    Assim que receber informações da SAP, a Promotoria irá se manifestar contrária ao benefício, em requerimento que será encaminhado para a Vara das Execuções Criminais. Juízes são os responsáveis por conceder, ou não, o benefício. Cabe ao MP e à SAP opinarem se a saída deve ser dada aos detentos que solicitaram o benefício.
    Procurada para comentar o assunto, a SAP informou, por meio de nota da sua assessoria de imprensa, que “não tem poder para cancelar um benefício previsto em lei”. A equipe de reportagem não conseguiu localizar nenhum juiz representante da Vara das Execuções Criminais para falar do caso.
    Nota da Promotoria das Execuções Criminais, divulgada pela assessoria de imprensa do Ministério Público, explica o posicionamento sobre o assunto.“No entendimento dos promotores, fere o processo de ressocialização e põe em risco à ordem social inserir tais pessoas na sociedade em face da atual onda de violência que atinge o estado de São Paulo, com o aumento no número de homicídios de civis e policiais militares, e com as transferências do crime organizado para outros estados”, informa.
    O texto prossegue informando que “deve ser exigida cautela redobrada na concessão de benefícios, até porque não se pode ignorar o fato de que muitos dos crimes são cometidos por ordem das facções criminosas que comandam os presídios”.
    Segundo os promotores, “inserir o sentenciado de regime semiaberto numa excepcional onda de violência e criminalidade é ação que põe em risco esse processo e deve ser evitada”.
    Agentes penitenciários ouvidos pela reportagem disseram temer alguma manifestação ou até mesmo rebelião dentro dos presídios por conta da posição do MP em querer impedir a saída temporária dos integrantes da facção que estão no regime semiaberto.
    Saída temporária
    Por lei, os presos do regime semiaberto têm direito a pleitear o benefício da saída temporária cinco vezes no ano, podendo se ausentar até sete dias da unidade prisional durante cada um dos períodos. A única exigência é retornar ao local onde cumpre a pena. Apesar disso, sempre há registros de foragidos. Quem não retorna perde o direito ao benefício e volta ao regime fechado.
    Tradicionalmente, os juízes das Execuções Criminais determinam que as saídas ocorram nos feriados da Páscoa (entre março e abril), Dia das Mães (maio), Dia dos Pais (agosto), Dia das Crianças/Finados (outubro e novembro), e no Natal/Ano Novo (dezembro e janeiro). O benefício das festas de fim de ano, geralmente, são dados entre os dias 24 de dezembro a 2 de janeiro.
    Foi justamente numa dessas saídas temporárias, a do Dia das Mães, que o preso Francisco Antônio Cesário da Silva, o Piauí, voltou a Paraisópolis, na Zona Sul da capital, e determinou de lá o assassinato de seis policiais militares. Detido no Sul do país, ele é apontado pelo Ministério Público estadual como um dos integrantes da facção que determinou a morte de dois PMs para cada criminoso morto.
    Carta encontrada na mesma comunidade ordenava que a missão dos criminosos deveria ser cumprida a partir do dia 8 de agosto deste ano. Desde então, policias são mortos. No revide, PMs são investigados pela Promotoria como suspeitos de organizarem grupos de extermínio para matar bandidos e vingarem a morte dos colegas policiais.
    Recentemente, Piauí foi transferido para um presídio federal em Porto Velho, Rondônia, como parte do acordo entre o Ministério da Justiça e o governo paulista para coibir a onda de violência em São Paulo. Outras lideranças da facção paulista também serão deslocadas de presídios comuns para outras unidades prisionais federais ou Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), no interior do estado.

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  7. Tá, mas e ai ???????????????

    Resolveu ???????

    Ligou pro Governador ????????????????

    Vai abaixar a mensalidade da Associação ?????????????

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  8. Ronaldo :
    Aplausos.. A Dra. Marilda deve voltar os olhos para o “corpo” da Policia Civil, e não apenas para a cabeça, é um grande erro pensar que apenas com a cabeça este corpo vai andar, trabalhar, e atender seus pedidos, na verdade é ele que precisa de mais atenção, caso contrário cometera o mesmo erro do Secretario, ou melhor, a Senhora.já comete este erro, quanto ao artigo palmas, muitas palmas…

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  9. 15/11/201218h18
    Onda de violência já se espalha pelo interior72

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    A onda de violência atribuída ao enfrentamento entre forças policiais e o Primeiro Comando da Capital (PCC) já se espalha pelo interior. No final da noite de quarta-feira (14), cinco pessoas foram executadas em Araraquara, a 288 km de São Paulo, cuja penitenciária abriga líderes da organização criminosa.

    Os crimes ocorreram em sequência, por volta das 22 horas, e podem ter relação com o assassinato do sargento Adriano Simões, em setembro, supostamente a mando do PCC. Conforme informações da Polícia Civil, dois homens que estavam numa moto – um açougueiro de 23 anos que pilotava o veículo e o garupa de 33 anos – foram atingidos por tiros disparados pelos ocupantes de um carro, no bairro Santana.

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  10. TEM QUE PASSAR EM FRENTE DA CADEIA EM DIA DE VISITA E RATÁTÁTÁTÁTÁ… AI SIM QUERO VER O PCC BRAVINHO DEMORO NÃO VAI PRESIZAR DEIXAR ESTES BOSTA PRESO SAIDINHA PRA ELES NÃO VOLTAR NUNCA MAIS……………………

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  11. A ADPESP somente se manifesta agora pois não há mais como ficar de braços dado com o governo, aliás, a execeção da revista veja, todos os aliados do governo, inclusive a rede globo, se renderam aos fatos.

    Não se deve esquecer que a Dra Marilda foi eleita com aval do governo, sendo que dias antes da eleição (que pendia para o lado do outro candidato) o governador gravou um video de apoio a ela e deu a carreira juridica.

    Engraçado né.

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  12. NÃO PODE INVESTIR NOS SALÁRIOS DOS POLICIAIS PARA SOBRAR MAIS DINHEIRO PARA OS MALDITOS POLÍTICOS DESVIAR O DINHEIRO PÚBLICO. OS POLÍTICOS CRIMINOSOS TAMBÉM SÃO O PCC. ELES MATAM SEM DISPARAR UM ÚNICO TIRO. DIRIA QUE ELES SÃO OS PIORES BANDIDOS, POIS SÃO PROTEGIDOS PELO SISTEMA !
    16/11/2012 – 08h43
    Justiça de Jersey considera Maluf culpado por desvio de US$ 22 milhões
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    RODRIGO RUSSO
    ENVIADO ESPECIAL A JERSEY
    FLÁVIO FERREIRA
    EM BRASÍLIA
    Atualizado às 09h50.
    A Justiça da ilha de Jersey, paraíso fiscal britânico, determinou que as duas empresas atribuídas à família Maluf devolvam US$ 22 milhões à Prefeitura de São Paulo. Segundo a prefeitura, esse valor foi desviado pelo deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), que foi prefeito de 1993 a 1996. Ainda cabe recurso da decisão”.
    De acordo com a sentença, o “município foi vítima de uma fraude, que teve Paulo Maluf como um de seus participantes”.
    Entenda o processo contra Maluf na ilha de Jersey
    O procurador-geral do Município de São Paulo, Celso Coccaro, comemorou. “É uma decisão pioneira, proferida no âmbito do direito internacional. Representou um marco contra a corrupção ao reconhecer a fraude contra a prefeitura”, disse Coccaro.
    Isadora Brant-13.fev.2012/Folhapress
    Ex-prefeito de São Paulo e deputado Paulo Maluf (PP)
    Segundo o procurador, ainda será calculado o valor dos juros da condenação, e o montante a ser recuperado pela prefeitura pode subir para US$ 32 milhões.
    As audiências do caso, iniciado pela Prefeitura de São Paulo, se encerraram em julho deste ano. Desde então as empresas ligadas à família de Maluf moveram sem êxito diversos recursos para anular o processo, discutir custos judiciais, apresentar novas provas e até reformar a defesa.
    As empresas pagaram em juízo, no mês passado, cerca de R$ 450 mil à prefeitura, porque foram derrotadas em um pedido para que a causa fosse enviada ao Brasil.
    A decisão divulgada ainda não é final, e um recurso pode ser apresentado no prazo de um mês. Até agora a defesa das empresas ligadas a Maluf não obteve nenhuma decisão a seu favor e já foi repreendida nos autos pelo juiz principal, Howard Page, por conta das medidas protelatórias que tomou.
    A Prefeitura de São Paulo e o Ministério Público de São Paulo afirmam que o dinheiro em Jersey, em nome das empresas Kildare Finance e Durant International, tem como origem desvios que teriam ocorrido durante a construção da avenida Água Espraiada (atual Jornalista Roberto Marinho), uma das principais obras da gestão Maluf.
    A assessoria de Paulo Maluf se limita a dizer que ele nunca teve contas no exterior e que sua gestão foi aprovada pelo Tribunal de Contas.
    Segundo documentos do processo, os advogados das empresas informaram que parte do dinheiro que movimentaram veio de um negócio intermediado por Maluf, a venda da Enterpa Ambiental, uma das responsáveis pela coleta de lixo na cidade em sua gestão, ao grupo Macri.
    Maluf teria recebido comissões por sua participação no negócio, que foi concluído em 1998, mesmo sem um contrato escrito com as partes.
    Segundo documentos do processo, os advogados também apontaram Flávio Maluf, filho do deputado, como um dos diretores da Durant International e de sua controladora, a Sun Diamond, que administram o dinheiro depositado e já bloqueado pelas autoridades em Jersey.
    Advogados da defesa admitiram à Justiça que Maluf tinha “interesse direto ou indireto” na Durant e na Kildare, mas depois negaram tal fato e citaram apenas Flávio.
    A Folha revelou em julho que documentos obtidos pelas autoridades brasileiras mostram que Flávio movimentou pessoalmente recursos transferidos ilegalmente a Jersey na gestão de Maluf como prefeito de São Paulo.

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  13. Ninguém é dono da verdade, mas o público e notório não precisa ser provado. A situação em que se encontra a segurança pública do Estado do São Paulo, no momento, é de responsabilidade exclusiva do Secretário de Segurança Pública e sua política equivocada de estrangulamento da Polícia Civil e a delegação de atribuições de investigação a seu braço armado, que de posse de informações privilegiadas, ao invés de prender para aprofundar as investigações e ampliar o número de prisões, bem como melhor conhecimento dessa organização criminosa, partia logo para a execução. É a “Via Rápida” do PSDB como proposta de controle da criminalidade.
    O tiro saiu pela culatra, a retaliação da organização criminosa foi pulverizada, atingindo integrantes de diferentes forças de segurança do Estado, de ambos os sexos, na capital, região metropolitana e no interior.
    O Ministério Público deste Estado, mergulhado no PSDB há quase duas décadas, não viu, não ouviu e não sabe de nada.
    Não sabe por exemplo que que essa situação é recorrente. Na gestão do Drº Petrelluzzi, dando ouvido as hostes do mal, criou o GRADE e integrantes da PM passaram a fazer investigações acompanhados de presos que eram retirados do Sistema Prisional para essa finalidade.
    Resultado ; Diversas execuções policiais que redundaram na mais emblemática delas que foi a “Operação Castelinho” com repercução nacional e internacional.
    Agora a situação se estende a outros Estados da Federação.
    É o PCC, produto tipo exportação, “made in São Paulo” para o Brazil e o resto do mundo.
    Drª Marilda, demorou para se manifestar e externar toda a indignação da classe dos Delegados de Polícia, com a atual situação que atemoriza a população deste Estado em razão da desastrosa gestão na Pasta da Segurança Pública. Antes tarde do que nunca.
    O SSP vai dar ao Alckmim o mesmo que o Kassab deu ao Serra. É só esperar.
    Governador, abra os olhos enquanto é tempo.

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  14. GRANDE E EFICIENTE ADPESP , ALÉM DE VALOROSA, HONROSA, FORTE, EFICIENTE, DIGNA, ATUANTE, COMBATIVA, AGUERRIDA, ARTICULADORA, VALENTE, DESAFIANTE E ESTRATEGISTA. BONITO. GOSTEI . BATI MUITAS PALMAS. A ADPESP APRESENTOU PROTESTOS POR ESCRITO, EM TESE, APÓS OCORRER, DIUTURNAMENTE,,EM TESE, QUASE UMA CENTENA DE EXECUÇÕES SUMÁRIAS, ASSASSINATOS, TENTATIVAS DE ASSASSINATOS, LESÕES CORPORAIS DOLOSAS DE NATUREZA GRAVE, AGRESSÕES ,ATAQUES SEGUIDAS DE VIOLÊNCIAS , CONTRA PESSOAS E CONTRA O PATRIMÔNIO PÚBLICO E PARTICULAR , APÓS MUITO DERRAMAMENTO DE SANGUE DE INTEGRANTES DAS FORÇAS POLICIAIS, DAS FORÇAS DE SEGURANÇA , DO ESTADO DE SÃO PAULO. OS ANTIGOS PRESIDENTES DA ADPESP , DR PAULO FORTUNATO, DR CARLOS EDUARDO BENITO JORGE, DR SÉRGIO ROQUE E OUTROS , SAIAM AS RUAS COM ATOS DE MANIFESTOS, SEGUIDOS DE PROTESTOS, FORTES, CONTUNDENTES, COMBATIVOS E DESAFIANTES, LOGO APÓS ,QUALQUER ATAQUE OU AMEAÇAS DE ATAQUES AS FORÇAS POLICIAIS E FORÇAS DE SEGURANÇA -SP.. A ADPESP APENAS SE QUEIXOU PARA A IMPRENSA O CAOS VIVIDOS PELA SOCIEDADE PAULISTA E PELAS FORÇAS POLICIAIS-SP. LAMENTÁVEL, INACEITÁVEL, DIGNA DE REPÚDIO E PROTESTOS ESSAS “QUEIXAS” INOPORTUNAS . SERIA OMESMO QUE TENTAR RECOLHER UM COPO DE LEITE DERRAMADO.

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  15. EU SO QUERIA ENTENDER, POR ISTO PERGUNTO AOS MAIS MODERNOS E QUE RESPONDA OS MAIS ANTIGOS, SE DURANTE A EXISTÊNCIA DO ESQUADRÃO DA MORTE E DO ´PE DE PATOS, EXISTIA ESTE TIPO DE OCORR|ÊNCIA, OU SE AQUELES QUE ANTES TINHAM PRATICADO CRIME GRAVE, E COMPARECIAM AS DELEGACIAS E SE APRESENTAVA PARA SEREM PRESOS, VEZ QUE SABIA QUE ESTAVA SENDO PROCURADOS PARA SER CUMPRIDA A MISSÃO DOS ACIMA CITADOS, TODOS VIVIAM TRANQUILOS, PRINCIPALMENTE OS HONESTOS, DIGA SE VERDADE E JUSTIFIQUE, VEJO SEMPRE ALGUÉM FALAR QUE CRIMONOSOS DEVEM SER PRESOS, SERÁ QUE É ISTO QUE ACONTECE. VERGONHA? PEDRO BAIANO75a – CÍCERO DANTAS – BA.

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