Advogado de PMs matadores na falta de melhores argumentos, educação  e formação intelectual ataca de forma vil e covarde a intimidade da Promotora 21

Em júri, advogado ataca promotora: ‘quer ser homossexual, vai ser entre quatro paredes’

12/11/19 por Arthur Stabile e André Caramante

Celso Vendramini, ex-PM da Rota e defensor de policiais matadores, fez comentários direcionados a promotora lésbica

Vendramini posa com camisa apoiando o então candidato Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução/Facebook

“Não tenho nada contra ser homossexual, quer ser vai ser entre quatro paredes, só não fica influenciando as crianças. Esse negócio de movimento LGBT só serve para uma coisa: ir na Avenida Paulista enfiar crucifixo no ânus e na vagina”. Essa fala é do advogado Celso Vendramini durante um júri popular, conforme relatado à Ponte pela promotora do MPE (Ministério Público Estadual) de São Paulo Cláudia Mac Dowell, lésbica, e alvo de ataques do defensor.

Ex-PM da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, considerada a tropa mais matadora da PM paulista), Vendramini defende policiais acusados de execução. Era o que acontecia na sessão do 2º Tribunal do Júri, em São Paulo, nos dias 6 e 7 de novembro. Segundo conta a promotora, o caso envolvia a morte de dois homens suspeitos de roubar uma van, que fugiram da polícia, mas depois foram encontrados no telhado de uma casa em uma comunidade. Os PMs os fizeram descer e os executaram, segundo relatos de uma testemunha.

“O júri era isso, não tinha absolutamente nada a ver com homossexualidade, LGBT+, nada. Se der um Google no meu nome é fácil descobrir que sou assumidamente lésbica, participei de debates no MP sobre o assunto, está no YouTube”, conta Mac Dowell. Enquanto buscava a absolvição de seus dois clientes por matar dois homens que estariam rendidos, Vendramini fez comentários sobre a população LGBT+.

“Já começou a falar que o atual presidente [Jair Bolsonaro, PSL] vai acabar com a corrupção, vai valorizar a família e ‘eu vejo que a promotora tem uma aliança na mão esquerda, ela deve ser a favor da família’. Fiquei quieta. ‘Bom mesmo é o [Vladimir] Putin [presidente da Rússia] que acabou com palhaçada de passeata gay’. Ficou por isso”, contra a representante do MP. O fato ocorreu no primeiro dos dois dias do júri, dividido pela quantidade de testemunhas a serem ouvidas.

O nível das falas caiu mais na etapa final do julgamento. Após todos serem ouvidos (testemunhas de acusação, de defesa, em comum e o depoimento do réu), há o debate, quando defesa (Vendramini) e acusação (Mac Dowell) apresentam seus argumentos aos jurados para buscar a absolvição ou condenação, respectivamente. Segundo Cláudia, “só faltou ele falar da terra plana, de queimadas na Amazônia… Discutir da causa ele não estava. Eu falei da prova”.

Na tréplica, Vendramini disse a frase que abriu a reportagem. “Ele dizia: ‘Por isso eles [LGBT+] são contra a Polícia Militar, esse povo LGBT odeia Polícia Militar porque gosta de fazer esse tipo de coisa. Quer ser homossexual, vai ser entre quatro paredes, só não venham deturpar nossas crianças. Menino tem que vestir azul e menina, rosa’, pejorativamente”, segue a promotora, explicando que também havia falas como “Bandido bom é bando morto, tem mais é que morrer”, “Mulher de bandido é bandida também, tudo bandido”, “Quando eu era policial da rua mandei 50 para o inferno”, que, apesar de “excrescência sem classificação, em tese tem a ver com o que tem sido discutido”.

A promotora explica que manteve-se sem respondê-lo até antes do anúncio da sentença que absolveu os dois policiais das acusações. Foi quando pediu palavra à juíza para incluir oficialmente uma fala sua. “Constou um pequeno extrato na ata, fazia um público agradecimento ao doutor Celso Vendramini por ser tão explícito nesse tipo de pensamento retrogrado, obscurantista, medieval, preconceituoso. Ele mostrava para mim que que eu tinha obrigação, como homossexual e detentora de um cargo de autoridade, de exigir a defesa dos direitos de pessoas como eu”, explica Cláudia.

Segundo a promotora, o sentimento foi de que, como alguém com certo poder na sociedade, era preciso demonstrar uma reação como forma de combater tais atitudes. “Se eu, que estou em uma posição de privilégio, passo por uma situação como essa, o que passarão homo e e transexuais diariamente, que humilhações, violações e obstruções de direitos passam secretamente sem que ninguém lhes dê voz?”, diz, citando a resposta de Vendramini. “Ele cinicamente fez constar na ata que não tinha menor ideia que eu fosse homossexual e que não é contra o ‘homossexualismo’ e que, se um filho dele quisesse ser, sem problema, o problema são as crianças, que tem que poder crescer e fazer a opção delas.”

A profissional explica que nunca havia passado por situação similar em 27 anos como representante do MP, 17 deles atuando diretamente com júris populares. “Os tempos que estamos vivendo hoje, desde a ascensão do [presidente Jair] Bolsonaro, o obscurantismo saiu do armário. Vemos acontecer e, de fato, saiu. As pessoas estão revelando um tipo de preconceito explicitamente que até há pouco tempo se viam minimamente desencorajadas. Tudo bem que o presidente fala, mas como pode alguém falar isso?”, questiona.

Defensor posa com boina preta, exaltando ter feito parte da Rota | Foto: Reprodução/Facebook

“Nunca antes havia sentido como necessidade me assumir. Não escondi, mas não levantava bandeira. Vejo como fui covarde, omissa. Agora precisa, sim, fazer quando vejo um Vendramini falar desa maneira. Como fez Daniela Mercury, Fernanda Gentil, Zélia Duncan, figuras publicas que externaram isso, mostrar, como o beijo da Daniela. Precisa disso? Precisa. Exijo respeito, só isso. Não é privilegio, só respeito”, prossegue.

A APMP (Associação Paulista do Ministério Público), entidade que representa promotores e procuradores de Justiça em São Paulo, emitiu nota de repúdio pelos ataques promovidos por Vendramini. “É inaceitável que uma agente do sistema de Justiça, no cumprimento constitucional de suas funções, sofra qualquer tipo de ofensa. Muito pior quando se configura discriminação relacionada à sua orientação sexual”, posiciona-se. Um ato de desagravo acontecerá no dia 16 de dezembro, no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo.

‘Promotora está com ego machucado’

Ponte ouviu o advogado Celso Vendramini para entender suas falas durante o julgamento. Segundo ele, não houve nenhuma tentativa de ofender Cláudia Mac Dowell e que a promotora teve “um engano, está totalmente delirando dentro de um contexto dela própria”.

“O que falei no tribunal está gravado e pedi para a juíza deixar a gravação à disposição no processo, foi o seguinte: nunca fui contra o movimento LGBT, em hipótese alguma, nada contra. Se meus filhos fossem, aceitaria, mas não concordava com aquelas manifestações na Avenida Paulista, em que pessoas introduziram um crucifixo na vagina e no ânus. Não concordava. Achava que era um abuso muito grande, um crime contra o Código Penal”, detalha, dizendo não saber o motivo da revolta de Mac Dowell. “Falei que se ela concordasse com esse tipo de situação não poderia ser promotora de Justiça porque atentava contra a lei”.

Em entrevista para a Agência Pública, o defensor exalta ter integrado a Rota, diz ter sido absolvido de todas as mortes cometidas em serviço, exaltou ajuda que recebeu do PM aposentado Conte Lopes, exaltou falas do então deputado Jair Bolsonaro e se defendeu de acusações de ser homofóbico. “Quero deixar bem claro que o que eu fiz na televisão não era o que eu pensava. Não sou contra gay, lésbica. Na televisão eles me pediram pra fazer um tipo que hoje me pesa muito na consciência. Eu tava empolgado com a televisão”, disse à repórter Andrea Dip, citando participações em programas do SBT.

Vendramini sustenta que recentes decisões no tribunal do júri podem ser a resposta para as afirmações da promotora, citando a absolvição de seus clientes e de duas outras policiais. “Ela está chocada que perdeu o julgamento, queria condenar e não conseguiu. Está com o ego machucado, infelizmente. Uma promotora não deveria se sentir assim”, afirma o advogado, que sustenta ter citado a população LGBT+ dentro do julgamento como forma de expressar sua opinião aos jurados na tentativa de absolver seus clientes.

“No tribunal de júri temos o direito de falarmos tudo o que nós pensamos ali, existe amplitude de defesa. Só que para algumas pessoas, infelizmente, elas não aceitam quando se fala tudo no tribunal. Temos a liberdade de expressão, como a imprensa também tem, e o advogado e promotores têm. Em momento algum ofendi a pessoa dela ou a comunidade homossexual. Cada um segue seu caminho”, garante o advogado.

Segundo Vendramini, além de aceitar caso os filhos fossem LGBTs, ele possui amigos homossexuais, “um amigo de verdade, irmão meu de coração, não tem essa frescura” e voltou a condenar o ato que envolvia o crucifixo. “Sou cristão, crucifixo para mim é um símbolo cristão. Pega e enfia na buceta e no cu, acha que vou gostar? Por quê fazer isso? Não precisa disso. Dá-se ao respeito que o respeito virá automaticamente, normalmente. A doutora lá está viajando, não sei o que ela está querendo, está tudo gravado”, continua Vendramini.

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Esse é do tipo que usava a farda para , provavelmente, assassinar pessoas gratuita e covardemente…

Absolvido em todos os casos pelo simples fato de a Justiça Militar raramente condenar policial matador. 

Agora, como advogado,  veste a beca para , aparentemente, conforme insinua a matéria acima ,  assassinar a honra e a dignidade das pessoas sob o pretexto da ampla defesa de  homicidas fardados!

E na falta de melhores argumentos, educação  e formação intelectual – conforme se verifica da sua fala – ataca de forma vil e covarde a intimidade da Promotora. 

Cometeu ofensa sim…

Pior: de forma indireta e covarde!

Desonrando a advocacia e a OAB.

  1. Parece que o júri concordou com o Advogado visto que absolveu os réus. A população tá de saco cheio deste povo que só da novidade e quer mudar o mundo através da supremacia do “cu”. O advogado conseguiu absolver seus clientes só pela raiva que o povo tá dos guspidores, dos engolidores e das santistas.

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    • Faz anos que acompanho os Plenários do Júri. Sessões que duram até 5 dias.
      Os jurados são em sua maioria, pessoas de classe média, que vivenciam a violência no dia a dià, que enxerga os policias co mo defensores da Sociedade.
      Não precisa ser um advogado bom, basta ser um que saiba fazer algum teatro, pois 80% destes jurados já tem a predisposição para absolver policiais.
      E digo mais: a própria sociedade gosta disso; pm matando bandido.
      Não discordo; pois se há algum “freio que os bandidos veem, e justamente isso, eles não tem medo de passar uma temporada na cadeia.
      Agora vejam os bandidos na comunidade.
      Quando morre um, pode ter certeza que alguém que está no caminho ou ia segui-lo, vai repensar e deixar.
      Quando um mala vai pro sistema, idolatram-o como se ingressa se na USp.

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      • “Os jurados são em sua maioria, pessoas de classe média, que vivenciam a violência no dia a dià, que enxerga os policias co mo defensores da Sociedade.”

        Pois bem. Novamente percebe-se o distanciamento, EM TESE, dos pretos e pobres do mundo das decisões que lhes dizem respeito. Parece até os EUA onde o Júri branco decide sobre a culpa de policial branco que haja vitimado um preto.

        Se ao contrário de sua constatação, os jurados fossem em sua maioria, pessoas pobres das periferias e que vivem na pela a omissão do Estado, votariam pela absolvição de policias acusados dos crimes que ao Júri compete julgar?

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  2. Segundo consta no texto, durante o debate, o MP falou das provas e mesmo assim os réus foram inocentados pelo povo!

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    • 50.000 mil reais a Promotora mês para jogar pedra na policia . Vem cá será que os impostos que cobrem o seu gordo salario saem do movimento Lgbt ou dos trouxa como nos que pagamos para que bandidos sejam defendidos como se fossem gente boa. A equação e simples dois vagabundos a menos na rua e dois policiais a mais. A sociedade que está turma defende e a dos”bandidos” e a lei que defendem e a lei do “meu bolso e das minhas vantagens”. Ninguém se iluda nos ultimos 30 anos sempre tivemos um promotor a frente da Secretaria de segurança de São Paulo, e eles fizeram muito, muito mesmo para apoiar o crime ,vide acordos com o pvc, e para esculachar a policia.

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  3. Parabéns ao meu amigo Celso Vendramini, que com muita competência consegue inocentar inúmeros PM´s vitimas de um sistema sujo onde só querem a cabeça dos policiais…..
    PARABÉNS VENDRAMINI !!!! MEU PARCEIRO DE ESTRADA E ÓTIMO MOTOCICLISTA TAMBÉM….

    FODA-SE OS QUE FALAM CONTRA !!! NA MINHA OPINIÃO SÓ POR DEFENDER POLICIAIS JÁ TEM MEU RESPEITO.

    TENHO DITO.

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  4. Vendramini é atualmente um dos melhores advogados criminalista, júri popular é um teatro, vence aquele que melhor interpretar.
    As custas são caras, mas vale apena.

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  5. Vendramini é atualmente um dos melhores advogados criminalista, júri popular é um teatro, vence aquele que melhor interpretar.
    As custas são caras, mas vale apena.

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  6. A PM não defende a lei?
    A Promotora não defende a lei?
    No Juri, quem julga é o povo?
    Qual lei ou interpretação o povo escolheu?
    Qual violação legal ou povo escolheu?
    Não sei se o argumento do advogado teve alguma relevância.
    Sei que alguns membros do MP não medem esforços em colocar o acusado na cadeia, seja realmente culpado ou não.
    Sei que em audiências envolvendo acusados pé rapados, o que vale é a palavra do policial, ainda que cheio de inconsistências.
    Sei que os jurados somente desejarão o império da lei, a prevalência da verdade real e a Justiça Justa quando o abuso alcançar alguém de sua família.
    É uma terra sem lei, sem moral… Só uma parte da sociedade deve cumprir as leis.
    Veja o nível da coisa: https://www.conjur.com.br/2019-out-10/promotor-conste-ata-advogado-maconheiro

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  7. Mas ué…se ele quis a abalar não sei, provavelmente SIM. Agora, os argumentos foram bons oras bolas…não foi ele quem venceu a contenda e inocentou os clientes?

    Se deu certo, foram bons os argumentos aos ouvidos dos jurados…

    Se ela “pegou ar”…azar dela.
    Agora que os outros advogados conhecem o ponto fraco dela, vão explorar constantemente.

    Foi burra…

    Perdeu!

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  8. Conheço o Dr. Celso Vendramini e já o vi atuar diversas vezes tanto em “audiências de instrução” quanto no plenário do Júri. É um excelente advogado. Bom orador, observador atento, estrategista de primeira, estudioso do processo, há tempos vem se saindo muito bem em julgamentos.
    Também conheço a promotora Cláudia Mac Dowell. Não é diferente do Dr. Vendramini, muito embora na minha modesta opinião os promotores de Justiça não devessem, ainda mais no plenário do Júri, agir como os advogados. Dos promotores se espera a “verdade”; dos advogados de defesa se espera a “verdade de seus constituintes”.
    Conheço o jornalista André Caramante, carinhosamente conhecido como André CaraMENTE, CONDENADO PELA JUSTIÇA (em decisão transitada em julgado) por mentir descaradamente em matéria fez que na Folha de S. Paulo contra um honrado delegado de Polícia. Sua demissão da Folha deveu-se muito provavelmente à sua forma de atuar naquele episódio.
    Enfim, conhecendo os três como conheço, não creio que os acontecimentos se deram tal como relatado pela promotora e publicado pelo jornalista. Quanto à versão do advogado, contraposta às versões de dois profissionais de crédito duvidoso, até por força do “direito à dúvida” é a que irá prevalecer.

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    • Dr. TOVANI,

      Com todo respeito, inicialmente, o advogado não negou essa “digressão” , assim descabe duvidar da versão da promotora e do jornalista…
      Não negou e disse mais: “o que falei no tribunal está gravado e pedi para a juíza deixar a gravação à disposição no processo”.
      No tribunal se discutia homicídio sem quaisquer relações com assuntos LGBT.
      Da forma que ele colocou, ou seja, que todo LGBT é inimigo da polícia: ‘Por isso eles [LGBT+] são contra a Polícia Militar, esse povo LGBT odeia Polícia Militar porque gosta de fazer esse tipo de coisa, ou seja, “que pessoas introduziram um crucifixo na vagina e no ânus”. Quer ser homossexual, vai ser entre quatro paredes, só não venham deturpar nossas crianças. Menino tem que vestir azul e menina, rosa’, ele DESACATOU E INJURIOU a Promotora. Não se trata de manifestação defensiva; se trata de grave ofensa pertinente à vida intima do representante do MP.
      Já que GAYS são inimigos da polícia , gostaria que ele explicasse o motivo de tantos VIADOS E SAPATÕES NA PM, desculpe-me pelos termos pejorativos.
      Por fim, PM matador de bandido também é bandido: ROUBAM, TRAFICAM e MATAM POR ENCOMENDA…
      Mas são do tipo de homem que gosta de transar com homem e se diz HÉTERO.
      Eu mato, mas não roubo!
      Um boçal falastrão, não passa disso…
      Infelizmente, considerando a boçalidade da população brasileira a sua chance de êxito no Júri será sempre de 60%.
      E como todo matador: COVARDE!
      Negou que tivesse conhecimento da orientação sexual da promotora.Coisa bem típica de cristão!
      “É certo que a imunidade profissional assegurada ao advogado no debate da causa seja pelo que estabelece a Constituição Federal (art. 133), seja pelo que preceitua o Código Penal (art. 142, inciso I), seja pelo que dispõe o Estatuto da OAB (Lei 8906/94, art. 7º, § 2º), não se mostra absoluta ou irrestrita, uma vez que deve responder pelos abusos, nos limites da lei”. [01] Não poderia ser de outra maneira, pois “seria odiosa qualquer interpretação da legislação vigente conducente à conclusão absurda de que o novo Estatuto da OAB teria instituído, em favor dos advogados, imunidade penal ampla e absoluta, nos crimes contra a honra e até no desacato, imunidade essa não conferida ao cidadão, às partes litigantes, nem mesmo aos juízes e promotores.” [02]

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  9. O pior está muito claro e evidente, investigaram a sexualidade ( gênero) da Promotora em sigilo, o advogado não possuía uma linha defesa sustentável e resolveu atacar …..vai sair caro a homofobia.
    Não vou repetir uma bobagem dessa “” crucifixo no…… e na ………..””” , vai ser “” pé de chinelo””” lá na casa do caralho.

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    • Mas o “pé de chinelo” arrebentou com a representante do MP diante do Júri e inocentou seus clientes…ora pois, não é esse o objetivo.

      Não entro no mérito da sapatão, da homofobia ou de quaisquer aspectos dessa bobagem…

      Mas que o advogado foi bem…foi!

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  10. promotor vive querendo phoder policia e tem ainda alguns que babam ovo e defendem, o advogado foi lá e literalmente engoliu a promotora, fez seu trabalho, com louvor, absolveu seus clientes, fez valer seus honorários e tem gente criticando, promotor vive cagando na cabeça de policia que esses por sua vez sempre baixam a cabeça amedrontados, o advogado simplesmente colocou a promotora, fraca por sinal, no seu devido lugar.

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    • Concordo com vc Fernando. Sao uma cambada de filhas da puta,gente mal intencionada e hipócrita,cheia de fazer graça. Agora com a lei de abuso sumiram do mapa não se acha nenhum nem para remédio, a valentia derreteu igual gelo no sol.

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