Policiais do 12º DP da Capital fecham clínica de abortos clandestina 2

Materiais encontrados em clínica ilegal na região central de São Paulo - Polícia Civil

RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Civil descobriu uma clínica clandestina na rua Hannemann, no Pari, região central de São Paulo
  • Um falso médico foi preso e diversos medicamentos irregulares apreendidos
  • A Polícia Civil aponta que o local pode ter sido utilizado para a realização de abortos

Polícia fecha clínica clandestina suspeita de realizar abortos em SP

No local foram encontrados diversos medicamentos chineses, instrumentos cirúrgicos e até uma cadeira para gestante

Ao menos nove pessoas foram detidas pela polícia no local

Ao menos nove pessoas foram detidas pela polícia no local

Reprodução

A Polícia Civil fechou no fim da noite desta quinta-feira (28) uma clínica médica clandestina suspeita de realizar abortos na zona norte de São Paulo.

No local foram encontrados diversos medicamentos chineses, instrumentos cirúrgicos e até uma cadeira para  gestante.

Ao menos nove pessoas foram detidas, entre eles o responsável pela clínica.O local já era alvo de investigações da Polícia Civil, pois no local havia grande movimentação de pessoas.

No andar de cima da clínica a Polícia ainda encontrou uma casa de jogos de azar, onde outros oito homens foram detidos e assinaram um termo circunstanciado, por envolvimento com jogos de azar, e vão responder processo em liberdade.

O caso foi registrado no 12º DP (Pari), que será responsável por concluir a investigação e confirmar se o local era utilizado para que mulheres pudessem abortar de forma ilegal.

A investigação foi presidida pelo titular Dr. Fusita e investigador-chefe Arruda;  com o apoio do Dr. Roberto Monteiro e equipe do  chefe Zaparolli, da Seccional Centro.

  1. “A investigação foi presidida pelo titular Dr. Fusita e investigador-chefe Arruda; com o apoio do Dr. Roberto Monteiro e equipe do chefe Zaparolli, da Seccional Centro.”

    Resumindo: quem realmente prendeu e fez tudo nem apareceu. Tomara que estes recebam o “policial nota 10”.

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    • Cabe a eles a valorização dos seus colaboradores. Infelizmente, o Flit não sabe exatamente quem é que , verdadeiramente, executou a investigação. Lembrando: todo heroísmo e todo valor são, historicamente, anônimos! O premio ao “chefe” é apenas uma deferência dada pelos subordinados!

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