Bolsonaro quer congelar promoções e adicionais dos servidores públicos 12

Governo quer propor congelamento de progressões de servidores

A medida integra um conjunto de ações que poupariam mais de R$ 10 bilhões em despesas obrigatórias no ano que vem

Idiana Tomazelli e Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo

28 de agosto de 2019 | 23h33

BRASÍLIA – O governo quer propor o congelamento das progressões de servidores públicos nas carreiras para economizar recursos em 2020, segundo apurou o Estadão/Broadcast.

A medida integra um cardápio de ações que poupariam mais de R$ 10 bilhões em despesas obrigatórias no ano que vem, iniciativa necessária para fechar a proposta orçamentária de 2020 sem risco de estouro do teto de gastos (regra que impede o crescimento das despesas acima da inflação) e sem sacrificar tanto as despesas com custeio da máquina e investimentos, hoje já estranguladas.

Orçamento do governo prevê salário mínimo de R$ 788 em 2015

Gasto com pessoal é um dos que mais crescem, ao lado dos benefícios previdenciários. Foto: Fabio Motta/Estadão

De acordo com o tempo de serviço, os servidores avançam na carreira e ganham aumentos salariais. Na carreira de auditor-fiscal da Receita Federal, por exemplo, o funcionário hoje começa ganhando R$ 21 mil mensais e vai progredindo com os anos, até chegar à remuneração de R$ 27,3 mil mensais.

A intenção do governo é congelar as progressões que seriam chanceladas no ano que vem como medida emergencial para poupar recursos. Mesmo sem reajustes para o funcionalismo, o gasto com pessoal é um dos que mais crescem, ao lado dos benefícios previdenciários.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, a maior parte das medidas que estão sendo elaboradas pelo governo deve ser encaminhada via Medida Provisória, que tem vigência imediata. Uma reunião foi realizada no início da noite desta quarta-feira (28) no Palácio do Planalto para tentar definir ações adicionais para fechar as contas do ano que vem. Além da economia já atingida, a equipe segue em busca de saídas para conseguir mais cerca de R$ 15 bilhões para as chamadas despesas discricionárias, que incluem o custeio da máquina.

A mira da equipe econômica está centrada nas despesas obrigatórias porque o maior obstáculo hoje é o teto de gastos, que vai crescer só 3,37% no ano que vem. Medidas pelo lado da receita reduzem o déficit, mas não resolvem o problema da despesa porque, mesmo com arrecadação maior, existe a trava do teto.

Outra medida, como antecipou o Estadão/Broadcast, é o fim do adicional de 10% da multa rescisória sobre o FGTS pago pelas empresas. Hoje, as empresas pagam 50% de multa nas demissões, 40% ficam com o trabalhador e os outros 10% vão para os cofres da União, que repassa os recursos para a administração do fundo. Por ano, esses 10% correspondem a R$ 5,4 bilhões pagos pelas empresas, dinheiro que passa pelo Orçamento e consome espaço do teto de gastos.

A equipe econômica está tendo de convencer os demais ministros da importância das medidas. Segundo uma fonte da área econômica, as ações “mexem com muitas áreas” e por isso devem enfrentar resistências. Além disso, mesmo que elas sejam enviadas por MP, elas precisarão do aval do Congresso Nacional para não caducarem.

Sem as ações, as chamadas despesas discricionárias previstas para 2020 ficariam pouco acima dos R$ 85 bilhões, nível já considerado muito baixo para garantir que os ministérios consigam manter as atividades e a prestação de serviços à população.

A situação é tão dramática que não há mais cortes que possam ser feitos “só com a caneta” do presidente Jair Bolsonaro para adequar o Orçamento de 2020 ao teto de gastos e desafogar os ministérios, segundo uma fonte da área econômica. Qualquer iniciativa que resulte em alívio nas despesas obrigatórias precisará ser feita por meio de lei.

O quadro é de dificuldades mesmo depois de os técnicos terem decidido incluir nas contas o cenário de aprovação da reforma da Previdência – o que resulta em economia de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões nos gastos previdenciários. É a primeira vez que o governo decide incluir os efeitos da reforma no Orçamento. Sem isso, a situação estaria ainda mais apertada.

Dos pouco mais de R$ 85 bilhões reservados até agora para as despesas discricionárias, R$ 4 bilhões estão reservados para a capitalização de estatais e não poderão ser usados na manutenção da máquina pública. O valor também está bem abaixo dos R$ 10 bilhões previstos para capitalizações em 2019.

  1. só congelar quem ganha acima de 10 mil mensais. Problema resolvido.

    O problema é querer congelar quem ganha 4 mil por mês

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  2. Bem feito para os funcionários públicos que votaram no mito, o importante era tirar o PT. Agora aguente as consequências.

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  3. Pelo que entendi não tem dinheiro. Uma hora alguém tinha de pagar a conta pelos excessos e roubalheira que o governo cometeu nos últimos 15 anos. Sempre lembrando que esse medida é para servidores federais e não para nós.

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  4. Meu salário ta congelado a vinte anos ou mais e daí a culpa é do Bolsonaro? A vão tomar no rabo……………..

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    • E por falar em salário, amanhã vence mais um prazo que o Pinóquio Dória prometeu pra tratar do salário da Polícia. Como eu sempre digo: Quem conhece PSDB não vota em PSDB.

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  5. Seu ´Zé !, queiram ou não, esses Petebas vão ter que engolir o BOLSONARO durante oito anos. Os incomodados que enfiem o dedo no botico e saia correndo em desabalada carreira pela Av. Paulista. E, me ajudem aí ó !….

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  6. o meu salario esta congelado desde o ano de 2013 por conta do FDP do PICOLE DO XUXU que governou são paulo por vinte anos por conde outro FDP que ja morreu e não pagou os seu pecados, o estado não tem nada a ver com a nação

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  7. K.K.K.K.K.K.K.K., seboso. Já pessoal a tranqueira da priquita que essa bosta saiu. k.k.k.k.k.k.k.k.k.k. E, me ajudem aí ó !.

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  8. Ei !, que priquita que nada, essa merda saiu foi pelo toba mesmo. E, me ajudem aí ó !….

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