PRESIDENTE BANANÃO – O lambedor dos bagos do Donald decretará isolamento total em todo o Brasil 17

OCDE | Humor Político – Rir pra não chorar

 

Como temos um “Mr. President” , além de louco incompetente , sem a menor personalidade – chupador das bolas do americano – tenham certeza que – voltando atrás – o pulha vai determinar isolamento horizontal em todo o nosso País. 

E a súcia de fanáticos , também sem inteligência e personalidade, passará a apoiar integralmente a metamorfose .

Concordando com o que li hoje, na Folha de SP  ,  o Brasil possui duas graves doenças: o Corona e o Bolsonarismo .  

AÇÕES CORRETAS – Governador João Doria pede manutenção dos empregos e conta com o apoio da oposição 14

Atacado por bolsonaristas, Doria recebe apoio com crítica pontual de partidos de oposição

Na crise do coronavírus, tucano se projeta para 2022, mas PT, PSL e PSB evitam cálculo eleitoral

Ao antagonizar com Jair Bolsonaro (sem partido) sobre o modo de combate ao coronavírus, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), se tornou alvo de bolsonaristas, mas, ao mesmo tempo, se viu na mesma trincheira da esquerda e de outras siglas de oposição ao presidente.

Enquanto a hashtag #ImpeachmentDoDoria foi impulsionada por movimentos, influenciadores e deputados estaduais ligados a Bolsonaro ao longo da semana, o tucano tem contado com o apoio de PT, PSL e PSB às suas medidas de isolamento social, embora os opositores façam críticas pontuais.

Governador de São Paulo, João Doria (PSDB), durante coletiva sobre o coronavírus – Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Como mostrou a Folha, Doria cresceu em popularidade digital ao protagonizar o embate dos governadores com o presidente sobre o isolamento social. A maior parte dos governadores defende o isolamento de toda a população, medida que é recomendada pelos especialistas e adotada em diversos países, enquanto Bolsonaro prega o retorno das atividades para não prejudicar a economia.

relevância adquirida pelo tucano vem a calhar com seus planos de concorrer à Presidência da República em 2022 e pode também ajudar Bruno Covas (PSDB) na tentativa de se reeleger prefeito de São Paulo. No entanto, os partidos de oposição a Doria nas urnas evitam fazer cálculo eleitoral neste momento e afirmam não se preocupar com a projeção do governador.

Na bancada de oposição a Doria na Assembleia Legislativa de São Paulo, o deputado estadual Emídio de Souza (PT) endossa as ações do governador, de impor quarentena no estado até 7 de abril.

“É uma questão de bom senso, não dá para fazer oposição por oposição. As medidas corretas têm que ser apoiadas. Se Doria está fazendo o papel correto, temos que apoiar. Não significa estar do lado de Doria, mas do lado do povo. O país precisa se unir em torno do combate ao coronavírus, isso não significa fazer aliança política”, diz Emídio.

“Não nos preocupa o que vai acontecer politicamente no futuro, não é o debate agora. Como vai estar esse país daqui a seis meses? Ninguém é capaz de saber”, completa.

“Não é hora de politizar, o momento é de crise grave. Chamamos de irresponsável quem colocar esse debate na mesa. Da mesma forma, não cabe a Doria colocar 2022 nesse cenário”, resume Luiz Marinho, presidente estadual do PT em São Paulo.

A oposição, contudo, vem fazendo críticas específicas. Ao mesmo tempo em que elogia Doria pela serenidade e liderança, Marinho cobra mais ações do tucano para preservar emprego e renda e o reprova por preocupar-se com campanha em vez de governar desde quando foi prefeito da capital paulista.

“Tem governadores fazendo mais que Doria, não basta engrossar a voz contra Bolsonaro”, diz.

Em sua rede social, Marinho, que é candidato do PT em São Bernardo do Campo, chamou de inadmissível o fato de funcionários do Poupatempo da cidade terem os contratos suspensos e ainda terem que se aglomerar para assinar a suspensão. O post foi acompanhado de #doriadesemprega.

“Ainda tem coisas que não são realizadas por conta do discurso fácil e da ação difícil. Isso não desmerece a postura de Doria de ter assumido uma posição dura e necessária no estado”, afirma o deputado estadual Paulo Fiorilo (PT).

Fiorilo critica o fato de Doria anunciar medidas que demoram a entrar em prática, como ampliação de testes do coronavírus. Também cobra medidas de proteção aos mais pobres e considera baixo o valor de R$ 55 reais por estudante dado às famílias para compensar a perda da merenda escolar.

“O estado tem recursos em fundos que poderiam ser usados”, diz. Ainda assim, afirma que Doria teve postura mais altiva e ofensiva no combate ao vírus. “A crise está só começando, não sabemos o que vai acontecer no estado. O cálculo político está longe, mas Doria está pensando no xadrez mais pra frente”, completa.