Quem tem que morrer são os assaltantes, os compradores e os corruptos que fazem carnês com esse tipo de gente.
Arquivo da categoria: Sem-categoria
Cansei de ver inocente chorando: BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO…A mãe, o pai, a mulher, os filhos… até a 4a. geração… Raça maldita! 59
SP: após comprar moto dos sonhos, casal foi morto na 1ª viagem
30 de novembro de 2012 • 09h19 • atualizado às 10h54
O empresário publicou uma foto da moto que comprou em sua página no Facebook Foto: Reprodução
A motocicleta usada pelo casal que foi morto na noite desta quinta-feira em uma tentativa de assalto na avenida dos Bandeirantes, em São Paulo, foi comprada no dia anterior pelas vítimas, segundo informações da Polícia Civil. O comerciante Rafael Jesus Fulaz, 31 anos, e a mulher dele, Sibele Carla Pedroso, 36 anos, se mostravam apaixonados por velocidade em suas páginas nas redes sociais.
No início do mês, Rafael, que mora em Mongaguá, no litoral paulista, chegou a publicar no Facebook a foto de uma moto do modelo Honda Fireblade Repsol, recém-adquirida. “Sonhar… não custa nada… Mas tem sonhos que se realizam”, publicou o empresário, que foi morto por criminosos durante a primeira viagem em sua moto nova.
O casal, que saiu do litoral com destino à cidade de Itu, no interior de São Paulo, era acompanhado pelas duas filhas de Sibele, que ocupavam um carro. Quando pararam em um trecho da avenida dos Bandeirantes, na zona sul de São Paulo, os dois foram abordados por dois criminosos em uma moto.
Ao reagirem ao assalto, o casal foi baleado e, durante uma tentativa de fuga, a moto acabou batendo em um veículo. Feridos, Rafael e Sibele não resistiram e morreram no local. O caso foi registrado no 27º DP, do Campo Belo e será investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Até a manhã desta sexta-feira, nenhum criminoso havia sido preso.
SEJA UM POLICIAL COM MÚLTIPLAS CAPACITAÇÕES – Concurso Agente Policial da Polícia Civil – ensino fundamental : vencimentos a partir de R$ 2.278,05 183
INSTRUÇÕES ESPECIAIS – AP 1/2012 I – DAS VAGAS Estas instruções regulam o Concurso Público para o provi- mento, inicialmente, de 391 (trezentos e noventa e um) cargos vagos de Agente Policial, para o Estado de São Paulo, reservan- do-se o percentual de 5% (cinco por cento), ou seja, 20 (vinte) vagas aos candidatos portadores de necessidades especiais, nos termos da Lei Complementar nº. 683/92. II – DA REMUMERAÇÃO O Agente Policial de 3ª Classe tem o total de vencimentos a partir de R$ 2.278,05 (dois mil, duzentos e setenta e oito reais e cinco centavos), correspondentes à soma dos valores do salário- base, da Gratificação pelo Regime Especial de Trabalho Policial – RETP, e do Adicional de Local de Exercício de Nível I. ……………………………………………………………………………………………….. IV – DAS CONDIÇÕES DE PROVIMENTO 1. São condições para o provimento do cargo: 1.1. ser brasileiro; 1.2. ter no mínimo 18 anos de idade; 1.3. não registrar antecedentes criminais; 1.4. estar no gozo dos direitos políticos; 1.5. estar em dia com o serviço militar; 1.6. ter capacidade física e mental para o exercício do cargo; 1.7. ter conduta irrepreensível na vida pública e privada; 1.8. ser habilitado para a condução de veículos automotores na categoria “D”, no mínimo; 1.9. ter sido aprovado no Concurso, observado o número de vagas colocadas à disposição; 1.10. ser portador de certificado de conclusão de nível fundamental expedido por instituição de ensino, pública ou privada, devidamente reconhecido e registrado; e 1.11. ter conhecimento prático em digitação. ……………………………………………………………………………………………………………………..
Blog do PCC…( Foi mais fácil e rápido – durante a greve de 2008 – tirar o Flit Paralisante – blog de policiais civis – do que esse blog do PCC ) 11
Justiça tira do ar blog usado pelo PCC
No site, pessoas que se identificavam como integrantes da facção criminosa publicavam textos de apoio às ações dos bandidos

Em uma das seções do blog, havia o estatuto da facção com o conjunto de regras que devem ser cumpridas pelos bandidos batizados
São Paulo – A Polícia Civil conseguiu na Justiça a retirada do ar de um blog do Primeiro Comando da Capital (PCC). A decisão foi tomada pela juíza Flávia Castellar Olivério, do Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo), do Tribunal de Justiça de São Paulo.
A existência do blog primeirocomandodacapital foi detectada pela polícia no começo de novembro. Nele, pessoas que se identificavam como integrantes da facção criminosa (“Representamos a facção PCC”) publicavam textos de apoio às ações dos bandidos (“O crime é o crime. E, se mexe com nóis, nóis corresponde!”).
Em uma das seções do blog, havia o estatuto da facção com o conjunto de regras que devem ser cumpridas pelos bandidos batizados – os que resolvem fazer parte da organização. Um dos documentos faz uma advertência às autoridades: “Conhecemos nossa força e a força de nossos inimigos”. O texto termina com o lema da facção: “Paz, Justiça e Liberdade”.
Detectado pelo Comando da Polícia Militar, o blog foi alvo de uma correspondência entre o ex-comandante-geral Roberval França e o ex-delegado-geral Marcos Carneiro Lima. A PM informou à Polícia Civil sobre o blog. Coube ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) a investigação.
No dia 13, o delegado Hélio Bressan, do Deic, representou à Justiça para que o blog fosse retirado do ar. O delegado também pediu que o conteúdo fosse armazenado pelo provedor e a quebra do sigilo cadastral do autor do blog, “bem como do endereço IP utilizado para a conexão por ocasião da criação do blog”.
Em sua decisão, a juíza diz que o conteúdo do blog demonstra que, “em tese”, ele era usado para “a prática de incitação e apologia ao crime”. Para ela, a quebra do sigilo dos dados cadastrais deve ser feita porque “não se pode admitir tais condutas sob a proteção do anonimato, com a utilização de pseudônimos, razão pela qual também não se justifica a manutenção da página na internet”.
Ex-policiais investigados por mortes de PMs 5
30/11/2012 08:37
Grupo conhecido como Firma pode estar por trás dos assassinatos recentes de policiais Thaís Nunes
A participação de um grupo de matadores de aluguel conhecido como “Firma”, formado por ex-policiais civis e militares, é investigada na série de execuções registrada em São Paulo nos últimos sete meses. Entre as vítimas dos pistoleiros estão policiais militares da ativa.
Em 2009, o grupo foi descoberto quando Ministério Público e Polícia Civil passaram a investigar o assassinato do investigador José Carlos dos Santos, de 38 anos. O ex-PM Jairo Ramos dos Santos, de 40, assumiu o crime e confessou ter matado mais dois policiais e outras cinco pessoas.
Jairo também revelou detalhes do funcionamento da Firma. O grupo cobrava de R$ 30 mil a R$ 50 mil por execução. Mortes de policiais custam mais. As investigações apontam ligação dos pistoleiros com o tráfico de drogas, exploração do jogo de azar e roubo de armas na região do ABC paulista.
O uso de informações privilegiadas dos bancos de dados da polícia é outra característica do bando, que conta com apoio de policiais da ativa. Apesar dos indícios e da confissão de Jairo, a polícia não conseguiu provas contra nenhum dos outros quatro ex-PMs identificados.
Na atual onda de violência, o caso em que o envolvimento do grupo está mais claro é a execução do sargento Marcelo Fukuhara, morto em Santos, no litoral, em julho.
A investigação acredita que os pistoleiros tenham conseguido dentro da corporação informações sobre horários da escolta do sargento, que estava jurado de morte. Assim como os outros PMs assassinados pela Firma, Fukuhara foi fuzilado. O PCC teria pago R$ 500 mil para os executores do sargento, segundo o inquérito policial.
Quanta maldade não se fez – com a mão dos coronéis da PM – contra a população pobre da Capital…( Quantos incêndios criminosos não foram executados pelos interessados nas desocupações ) 45
MP investiga remoção de favelas próximas a empreendimentos em SP
Publicado em 29 de novembro de 2012 às 4:46 pm ·
Os moradores foram removidos da região da avenida Chucri Zaidan, polo comercial de alto padrão do Campo Belo, onde 14 empreendimentos imobiliários foram ou serão lançados.
As informações são do UOL Cotidiano
A Promotoria de Habitação e Urbanismo de São Paulo investiga a remoção de moradores de favelas localizadas no entorno de 14 empreendimentos imobiliários lançados ou em vias de lançamento na região da avenida Chucri Zaidan, polo comercial de alto padrão do Campo Belo, na zona sul da capital paulista.
A área está dentro do perímetro da operação urbana Água Espraiada, da Prefeitura de São Paulo, que prevê a revitalização da região, próxima à avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, com a implementação de habitações sociais, sistema viário e transporte coletivo.
De acordo com o promotor José Carlos Freitas, o Ministério Público apura se as famílias removidas, supostamente em função de interesse imobiliário, estão sendo levadas para habitações sociais perto de onde moravam, conforme previsto.
Freitas solicitou em setembro à Prefeitura de São Paulo dados sobre a assistência médica, social e habitacional dada aos moradores da região da Água Espraiada, inclusive da favela Sônia Ribeiro, conhecida como Piolho, que foi alvo de um incêndio que deixou mais de mil desabrigados no início daquele mês. A comunidade, que fica no Campo Belo, está próxima do Aeroporto de Congonhas e das obras da linha 17-ouro do Metrô.
A Prefeitura informou que foram arrecadados R$ 3,2 bilhões para a operação urbana, de modo que R$ 2,9 bilhões advêm de leilão de Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção).
Segundo o promotor, cerca de R$ 106 milhões (3,3% do arrecadado) foram gastos em obras de desapropriação e R$ 76 milhões em “taxa de administração” da SP Urbanismo (2,3%), que gerencia a operação, enquanto apenas R$ 73 milhões (2,2%) foram para as Habitações de Interesse Social (HISs). Com isso, sobraram quase R$ 2,5 bilhões –78% do arrecadado– ainda sem uso.
Vista privilegiada
Procurada pela reportagem do UOL, a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou que os R$ 73 milhões destinados às HISs são para obras nos conjuntos Jardim Edite (R$ 31.462.963), Corruíras (R$ 26.452.295) e W. Luiz-Estevão Baião (R$ 15.796.960).
Mais R$ 106 milhões destinados a desapropriações, disse a pasta, serão gastos nos terrenos onde serão construídos os três conjuntos citados “e demais HISs nos setores Jabaquara e Americanópolis”.
Sobram ainda R$ 152 milhões (4% do arrecadado) de recursos vinculados, que estão em caixa e devem ser usados em HISs. A secretaria afirma que, somando os valores, o total destinado às habitações é de cerca de R$ 332 milhões, embora não detalhe como e quando a maior parte do dinheiro será empregada.
“É possível verificar que a parcela destinada a HIS tem superado a casa dos 10%, índice que se tornou, a partir da Lei 15.416/2011, o mínimo a ser aplicado em HIS, voltado ao atendimento das famílias moradoras de favelas atingidas pelas obras do Programa de Intervenções da OUC Água Espraiada”, informou o órgão.
Sobre a taxa de administração, a pasta disse que ela também engloba a SP Obras e “remunera os serviços prestados para gestão, gerenciamento, acompanhamento de todo o processo de emissão, distribuição e vinculação de Cepacs, bem como de obras, projetos, desapropriações e demais despesas no âmbito da OUC Água Espraiada”.
A taxa de administração, segundo a Prefeitura, é de 1,5% sobre o valor arrecadado de Cepacs e de 3% sobre todas as demais despesas mencionadas. Veja a apresentação do projeto da Prefeitura para a Chucri Zaidan:
Livro Investigacao Criminal 28
LIVRO INVESTIGA��O CRIMINAL – DESEMBARGADOR ALBERTO TAVARES.pdf
Assunto: Enviando livroinvestigacaocriminal.pdfOs Riscos da Investigação pelo Ministério Público.
A Adepol /MA Apoia a PEC da Cidadania e Destaca a Necessidade de Filtro Sucessivos de Controle dos Atos das Autoridades e Instituições, Fruto do Princípio Secular dos Freios e Contrapesos.
26/11/2012 – 20:00
Desembargador Alberto Tavares escreve livro defendendo a exclusividade da presidência do inquérito criminal pela Polícia JudiciáriaO desembargador Alberto José Tavares escreveu um livro onde alerta sobre os riscos da usurpação da atividade de investigação criminal pelo Ministério Público (MP). A obra Investigação Criminal: Competência discorre sobre temas como a persecução penal, apuratórios de crimes e a atividade policial, tratada em relação ao Ministério Público e as funções que devem ser exercidas por cada órgão do sistema persecutório.Comunicação ADEPOL / MA
Escrivães, Investigadores e Policiais civis iniciam mobilização no dia de hoje 292
Os sindicatos e associações dos escrivães, investigadores e policiais de São Paulo, Sorocaba, Campinas e Jundiaí realizarão na quarta-feira, dia 28, uma mobilização geral em todo o Estado. O movimento conta com o apoio da Associação Internacional de Polícia (IPA). As entidades aprovaram a decisão, em reunião realizada no dia 12, que visa pressionar o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a responder a pauta de reivindicações das categorias. Segundo o presidente do SEPESP/CUT, João Xavier Fernandes, o governo tem tratado com “descaso” o trabalho dos policiais. “Entregamos a nossa pauta de reivindicações ao governador em maio desde ano e até agora não tivemos resposta”,conta. O sindicalista explica que as categorias reivindicam condições decentes de trabalho nas delegacias e a equiparação salarial com o cargo de perito, em razão que ambos têm curso superior. Hoje, um Escrivão recebe R$1.782,30 já o perito cerca de R$4.909,30 (ver boxe abaixo). As categorias também pedem o pagamento de adicionais com base no salário, melhores condições de trabalho e uma jornada de trabalho de 40horas/semanais. Atualmente, os escrivães e investigadores trabalham bem acima das 40 horas, chegando até 50 horas nas delegacias de polícia. “A nossa categoria está sendo massacrada e está com os salários defasados há mais de 16 anos”, desabafa João Xavier Fernandes.
Campanha Os sindicatos e associações das categorias lançaram a Campanha “Salário digno e Condições de Trabalho: Reação Já!, que tem o objetivo de demonstrar a indignação e o repúdio em relação às más condições de trabalho e salário nas delegacias no Estado. As entidades pedem aos policiais que usem o adesivo da Campanha nos seus locais de trabalho. Para receber, os policiais podem enviar um e-mail para: sepesp@sepesp.org.br ou buscar o material pessoalmente na sede do Sindicato (Av. Prestes Maia, 241 / Rua Brigadeiro Tobias, 118 – 24º andar – Salas 2408/2412- centro). Os associados ao SEPESP receberão o material pelo correio. O SEPESP/CUT informa que, no dia 4 de dezembro, as entidades se reunirão para avaliar o resultado da Campanha e também definirão novas estratégias de ação.
Delegacias Um levantamento inédito realizado pelo SEPESP/CUT revela que as condições de trabalho dos Escrivães de Polícia nas delegacias da capital e interior de São Paulo são precárias. Segundo o balanço realizado a partir de novembro de 2011, que inclui mais de 40 delegacias, os escrivães sofrem com escalas desumanas, que passam de 24 horas sem descanso, com a falta de espaço para guardar seus materiais de trabalho e com o acúmulo de atribuições que, além das suas próprias tarefas, executam outras que são de exclusividade dos delegados. Ainda há uma determinação da gestão do governo do Estado de São Paulo que obriga os escrivães a realizar o registro de boletins de ocorrência em um tempo limite de até 20 minutos. “Quem teve essa ideia absurda não levou em consideração que cada tipo de fato possui sua complexidade. Enquanto elabora o boletim de ocorrência, o Escrivão realiza atendimento a outras partes que comparecem ao plantão e também atende ao telefone ou colhe assinatura dos registros já feitos. Ele sempre trabalha sozinho! Hoje, os plantões viraram atendimentos “fast-food” de ocorrências diversas e pronto-socorros sociais”, desabafa Heber Sousa, diretor do SEPESP. O sindicalista acrescenta que é vergonhoso os valores de R$ 3, referentes ao vale transporte, e de R$ 20, de ajuda de custa para alimentação, limitados a 12 dias trabalhados, pagos pelo Governo do Estado. “Assim fica latente a desvalorização da carreira do Escrivão de Polícia na gestão tucana”. O SEPESP e o SIPESP representam cerca de 21 mil escrivães e investigadores da Polícia Civil em todas as delegacias do Estado de São Paulo.
Entidades que assinaram o documento ao governador Alckmin SEPESP/CUT (Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo) SIPESP – (Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo) SINPOL/Sorocaba (Sindicato dos Policiais Civis) SINPOL/Campinas(Sindicato dos Policiais Civis) SINPOL/Jundiaí – (Sindicato dos Policiais Civis) AEPESP (Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo) IPA (Associação Internacional de Polícia) AFPCESP (Associação dos Funcionários da Polícia Civil do Estado de São Paulo)
Assessoria de Comunicação do SEPESP/CUT
Agência: Mídia Consulte Comunicação Fone(11)3101-1912
Jornalista Responsável: Viviane Barbosa Mtb 28121 E-mail: viviane.assessoria@midiaconsulte.com.br
O procurador de Justiça Antonio Carlos da Ponte ocupará o cargo de secretário-adjunto da Segurança Pública 46
28/11/2012-06h00
Prazo para conter a violência é ‘para ontem’, afirma Alckmin
DO “AGORA”
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse ontem que o prazo para conter a onda de violência na Grande São Paulo é “para ontem”.
“Está todo mundo trabalhando com urgência e empenho nessa questão”, disse.
A declaração foi dada durante a posse dos novos chefes das polícias Civil e Militar, à tarde, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo, no Morumbi (zona oeste).
O coronel Benedito Roberto Meira assumiu o comando-geral da PM e Luiz Maurício Blazeck se tornou o novo delegado-geral. Celso Perioli, superintendente da Polícia Técnico-Científica desde 1998, permanece no cargo.
Alckmin destacou uma das promessas do novo secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira: a de diminuir o tempo de chegada da perícia ao local do crime. “O doutor Grella determinou que a perícia tenha inclusive um prazo para chegar às ocorrências”, disse Alckmin, que não especificou o prazo.
O governador disse ter autorizado a nomeação de 33 legistas e 47 peritos. Para Perioli, com os novos servidores, o tempo médio de atendimento dos peritos, hoje de 57 minutos, “tenderá a cair”.
Também foi anunciado ontem o nome do procurador de Justiça Antonio Carlos da Ponte para o cargo de secretário-adjunto da Segurança Pública. Nenhum dos empossados por Alckmin deu entrevista. (LÉO ARCOVERDE)
O governo Geraldo Alckmin (PSDB) aplicou apenas 44,6% do previsto no Orçamento para investimentos na área de segurança pública. 45
28/11/2012-06h00
Apesar da crise, Alckmin investiu 45% da verba de segurança pública
ROGÉRIO PAGNAN AFONSO BENITES DE SÃO PAULO
Faltando pouco mais de 30 dias para fechar um dos anos mais violentos em São Paulo desde o final da década de 1990, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) aplicou apenas 44,6% do previsto no Orçamento para investimentos na área de segurança pública.
Dados do sistema de acompanhamento da execução orçamentária (Siafem) mostram que a Secretaria da Segurança Pública empenhou (comprometeu) até a semana passada R$ 195,2 milhões dos R$ 437,9 milhões do Orçamento.
Se for considerar o valor liquidado (que efetivamente deixou os cofres), foram despendidos apenas R$ 36 milhões, ou 8,2% do planejado.
| Eduardo Knapp – 27.nov.12/Folhapress | ||
![]() |
||
| O governador Alckmin durante a posse aos novos chefes das polícias e do novo secretário de Segurança |
Essa verba não inclui despesas com custeio da pasta (como folha de pagamento), mas apenas investimentos como compra de veículos, construção de prédios ou aquisição de equipamentos de informação e inteligência.
A Polícia Civil foi a que menos gastou, empenhando apenas 15% do que havia orçado. Nesse período, a Polícia Militar empenhou 67,5%.
Os números foram obtidos pela Folha com a liderança do PT na Assembleia. O governo afirma que o índice vai subir até o final do ano, com a conclusão de licitações.
INVESTIGAÇÃO
Para a presidente da Associação dos Delegados de SP, Marilda Pinheiro, a falta de investimentos acabou sucateando a Polícia Civil.
A Polícia Civil é considerada a “polícia de inteligência”, que deve esclarecer crimes.
A inteligência policial e a investigação são consideradas pela maioria dos especialistas como fundamentais para frear a violência, que neste ano já vitimou ao menos 3.834 pessoas e 96 PMs.
A gestão de Antonio Ferreira Pinto, que foi demitido na semana passada, recebeu críticas por ter supostamente priorizado a PM e o enfrentamento com o crime organizado em detrimento da Polícia Civil e do trabalho de investigação. O ex-secretário nega.
A prioridade para os trabalhos de inteligência e investigação também foi apontada pelo novo secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Veira, como uma das principais mudanças a serem implantadas por sua gestão.
A Folha tenta, sem sucesso, entrevistar Grella desde que assumiu o cargo na última quinta-feira. Ontem, após a posse dos novos chefes das polícias Civil e Militar, ele também não falou.
| Editoria de arte/Folhapress | ||
![]() |
Índice ficará perto de 100%, diz governo de SP 31
28/11/2012-06h03
DE SÃO PAULO
A Secretaria de Estado da Segurança Pública disse, por meio de nota, que é precipitado fazer uma análise sobre a execução orçamentária antes do final do ano fiscal, que termina em 31 de dezembro.
De acordo com a pasta, a execução orçamentária não é feita de maneira linear, ou seja, com valor fixo gasto ao longo dos 12 meses do ano.
A execução dos recursos, conforme o órgão, é concentrada em determinados períodos e pode levar ao aumento dos gastos após a conclusão de algumas licitações.
Segundo a secretaria, até o fim do ano, o valor empenhado (reserva no Orçamento que garante o pagamento) deverá saltar dos atuais 45% para algo próximo de 100%.
“A situação de haver crescimento do total de recursos de investimentos empenhados no final de um ano fiscal não é novidade”, afirma.
Como exemplo, cita que em novembro de 2011, os recursos empenhados pela Polícia Civil perfaziam 44% para os investimentos. “Em dezembro daquele ano, fechou o exercício fiscal com cerca de 80% dos recursos empenhados”, diz trecho da nota.
A pasta informou que há uma concorrência da Polícia Civil para a compra de mil carros oficiais, que representará mais R$ 70 milhões na rubrica de investimento.
Além disso, há outros investimentos previstos pela Polícia Técnico-Científica e pela PM –entre eles está a compra de veículos e de aparelhos de comunicação, nos valores de R$ 18 milhões e R$ 17 milhões, respectivamente.
Major Olímpio – Nunca um governo humilhou tanto a Polícia Civil e a Militar 132
O Tribunal de Justiça Militar de São Paulo é a “comarquinha” mais cara do mundo: consome R$ 45,5 milhões para julgar 3.700 ações…R$ 12,277,68 por ação contra R$ 1.014,14 na justiça comum 27
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
Fonte: SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL
DISTRIBUIÇÃO DE JUSTIÇA MILITAR 45.427.446
PRODUTO: AÇÕES JULGADAS (unidade): 3.700
Descrição:Processamento e julgamento de policiais militares nos crimes militares definidos em lei e as ações cíveis contra atos disciplinares militares em 1º e 2º graus; distinção com medalhas do mérito militar e procedimento de correição sobre asatividades de polícia judiciária militar e do presídio militar.
Justiça Militar Estadual: Não há qualquer necessidade da sua existência, diz ministro Joaquim Barbosa 33
Com Barbosa, CNJ discute fim da Justiça Militar Estadual
27 de novembro de 2012 • 14h01 • atualizado às 14h55
A existência da Justiça Militar Estadual foi questionada hoje na 159ª sessão ordinária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo o conselheiro Bruno Dantas, cada processo do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMG) custa R$ 68 mil. “É uma Justiça que poderia muito bem ser absorvida pela Justiça comum. Não há qualquer necessidade da sua existência”, disse o presidente do Superior Tribunal Federal e do CNJ, ministro Joaquim Barbosa. O conselheiro Gilberto Valente Martins sugeriu que seja feita uma avaliação com as demais varas militares. Já o conselheiro ministro Carlos Alberto Reis de Paula pediu uma “reflexão” sobre o assunto ao presidente. “Talvez eu decida pela constituição de uma comissão, que eu acho razoável”, disse Barbosa, que evitou falar sobre o julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão, e a Operação Porto Seguro da Polícia Federal. O debate sobre a extinção da Justiça Militar Estadual acontece depois que um magistrado do TJ-MG deixou prescrever alguns processos por lentidão nos julgamentos. Dentre outras deliberações da 159ª sessão ordinária, o plenário decidiu, por unanimidade, aposentar compulsoriamente a desembargadora Willamara Leila de Almeida, do Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins, por desvio de conduta quando era presidente do Tribunal.
Fonte: Terra
João Alkimin: GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN ” NÃO PERGUNTE POR QUEM OS SINOS DOBRAM, ELES DOBRAM POR TI” 25
Ernest Hemingway
João Alkimin
João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/




