Um Comentário

  1. tive o prazer de conhecer o dr.Furukawa, acho que foi o melhor secretario e sempre pautou pela ética, infelizmente, nem sempre os melhores ocupam os lugares certos, principalmente, quando o assunto é criminalidade…

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  2. 05/06/2011 – Quem esta falando a verdade?
    ‘SP estava de joelhos para o crime organizado’, afirma secretário

    Léo Arcoverde do Agora

    O secretário de Estado da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, afirmou que o Estado “estava de joelhos para o crime organizado” antes de seu retorno à pasta, em junho de 2006. O governador da época a que ele se refere era seu atual chefe, Geraldo Alckmin (PSDB), e a secretaria estava sob comando do ex-juiz Nagashi Furukawa.

    * Pasta nega críticas ao governador

    A afirmação foi feita durante audiência pública sobre o sistema prisional, na última terça-feira, no auditório da sede do MPE (Ministério Público do Estado) de São Paulo, na rua Riachuelo (região central).

    Nesse período, segundo Gomes, “preso líder de facção criminosa andava mais de avião do que o governador” e o governo “dava concessões” para detentos sob castigo no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), em que presos não têm direito à visita íntima.

    “Na saída temporária, no RDD tinha o dia do abraço. Eram concessões feitas para agradar o crime organizado.

    Ao falar sobre o que definiu como “uma minoria de funcionários corruptos”, Gomes disse que o crime organizado “quer eliminá-lo”. “Se eu tivesse medo, não era secretário. Falo aqui, publicamente: o crime organizado quer me eliminar, em razão das regras que estamos impondo.

    Em 2000, Furukawa demitiu Gomes da chefia da Coespe (Coordenadoria dos Estabelecimentos Penitenciários).

    Em seus cinco anos à frente da Coespe, 1.100 traficantes escaparam das prisões, segundo uma CPI estadual do sistema prisional.

    Em maio de 2006, quando houve os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital), Furukawa deixou o cargo. Ele foi substituído pelo hoje secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto e Gomes foi nomeado adjunto.

    Procurado, o ex-secretário Nagashi Furukawa disse que “a crítica que o secretário Lourival Gomes fez não é dirigida a mim, e sim ao governo anterior, comandado por Geraldo Alckmin. Portanto, creio que a palavra está com o governador.”

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  3. por que que os lideres do pcc não são transferidos pra catanduvas ou outro de segurança maxima??????????????????????????????????????????????????????????????
    sera que a culpa do antigo secretario????????????????????????????????????????

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  4. esse tal de Lourival Gomes tem o passado mais sujo que pau de galinheiro
    os agentes mais antigos da penitenciaria que trabalho sabem de muitos casos de transferencias que ele ganhou muito dinheiro

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    • “Santos Campeão”:
      De maio de 1995 a dezembro de 2001, trabalhamos como Titular do 3º DP de SV, área das Penitenciárias I e II de São Vicente. Para ser módico: uns 2000 relatos de presos (interrogatórios, depoimentos, declarações, etc.) assinamos. A maioria dando cumprimento a cartas precatórias. O reeducando, na época, era apresentado na Delegacia. Pois dentro da Penita ninguém quer falar ou assinar nada. Na DP, longe dos ASP e da PM, informalmente alguns FALAM PRÁ CARALHO. Orgulhosamente posso dizer que derrubei duas quadrilhas de diretores. Uma por peculato; outra por tortura. Também ouvimos muitos agentes e policiais militares injustamente acusados de facilitação de fuga, os quais – ainda que informalmente – revelavam o “modus operandi” dessas fugas.

      Tivemos o desprazer de presidir um inquérito iniciado por representação do Juiz da Vara de Execuções de Presidente Prudente, acusado de caluniar o Juiz, uma Procuradora, um Deputado Federal daquela região e outros, pois encaminhou denúncia manuscrita a entidade de defesa dos direitos humanos, relatando uma suposta máfia de agentes públicos que exploravam a concessão de benefícios. O preso era um contumaz estelionatário pai de 8 filhos, cujos penas somadas alcançavam uns 40 anos. Dizia não conseguir a unificação das penas, tendo cumprido a totalidade da pena mais grave aplicada. Ele, falsário de cheques, há anos recluso assistiu homicidas, latrocidas e traficantes receberem benefícios de liberdade. Contudo, os benefícios por ele requeridos eram indeferidos. O rigor, em linhas gerais, era apenas para valorizar “as tomadas”. Em razão de providência adotada neste IP , instaurado para apurar calúnia e difamação praticada pelo preso contra a honra do Juiz, os autos de SV foram encaminhados ao Distrito Federal; estranhamente para uma Delegacia da Polícia Civil de Brasília. Se fosse remetido a Polícia Federal poderíamos dizer que o fundamento seria a menção ao Deputado Federal. Em linhas gerias: o procedimento foi desengomado de Prudente para a Capital, depois da Capital para São Vicente; daqui para Brasília. Valendo afirmar: não havia interesse em apurar as denúncias , pois as datas dos supostos benefícios concedidos a determinados presos constavam nas pesquisas criminais de alguns nomes fornecidos. Guardei cópias; quando da morte do Juiz entreguei nas mãos do falecido Dr. João Jorge Guerra Cortez, com a finalidade de que o expediente fosse remetido ao Delegado Geral. Rigoroso o Juiz realmente era: a remoção do estelionatário recluso quase uma década, por si, demonstrava. Rigor – JUSTO – para todos? Nunca saberemos!

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  5. Instauramos o referido inquérito para apurar crime contra a honra do Juiz no ano de 2000. Adotadas algumas providências, especialmente a oitiva do reeducando, dele fizemos remessa a uma das Varas Criminais de São Vicente, em 2001, com a seguinte finalidade: REPRESENTAMOS PELO EXAME DE INSANIDADE MENTAL DO INVESTIGADO, pois havia notícia de sofrer esquizofrenia paranóide; aliás, alguns sinais de perturbação mental. Foi e nunca mais voltou. Um belo dia uma Delegada de Brasília nos telefonou solicitando o laudo. Respondemos: não temos o laudo, pois com tal finalidade representamos pelo incidente de insanidade mental. Mas então colega disse aqui que ele apresenta pródromos de esquizofrênia paranóide…Nossa vontade foi mandar a Delegada ir tomar naquele lugar! Apenas expliquei: Drª, eu conversei com ele por duas horas. Mas nem precisava, a leitura dos diversos manuscritos relatando as denúnicas e mais a ficha da enfermaria são mais do que suficiente. Então como eu farei? Drª, aí de Brasília? Manda de volta, representando no sentido de que a investiação deva ser efetiva pelo Tribunal de Justiça de SP. Hehe! Ela , meses depois, nos mandou um fax solicitando o laudo que embasava a afirmação “pródomos de esquizofrenia paranoide” em nosso pedido de exame de insanidade. Nunca respondemos; também nunca nos cobrou. Gente ignorante ou de má-fé.
    No mês de março de 2003, entreguei as cópias ao Seccional ( na presença de testemunhas ).

    Dizem que os esquizofrênicos acreditam sofrer injustiças, perseguições; reclamando mais direitos de que tem. Mentira!

    A violação de direitos, a injustiça, a perseguição acarreta aquilo que hoje eu chamo SÍNDROME DO INJUSTIÇADO.

    Assim: nem todo louco foi injustiçado, mas todo aquele que é violentamente injustiçado FICA LOUCO.

    Os torturados que o digam!

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  6. Que caso este que o Sr. relata, por aí se vê que desde sempre a justiça, só faz
    presença quando lhe convém.
    Se formos ver o número de injustiçados, pelo país afora, teremos uma população
    um número assustador de “esquizofrênicos paranoídes”, e se a tortura for psicológica e de transtorno por falta de consideração e respeito moral, social, injustiçados são todos os que clamam pela verdadeira JUSTIÇA, que não nos acode, nesse caso ouso incluir todos nós (policiais) hehe.

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  7. PCC = PMESP

    Tudo farinha do mesmo saco,o alto comando rouba e usufrui do sistema(PM licitaçoes,captiva)(PCC caixinha,cebolinha,bicho-papão) e o baixo clero tenta sobreviver(PM caixa eletrônico ,biqueira e pistolagem)(PCC pequenos roubos,furtos, biqueira etc…)

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  8. O PCC continua atuante

    Palavras do secretário da Segurança Pública do Estado, Antonio Ferreira Pinto, sobre o Primeiro Comando da Capital, o famigerado PCC:

    “Pelas informações que temos, pelo poderio da facção, que diminuiu sensivelmente, temos total controle da situação e digo com absoluta certeza que não há clima para que uma onda como a de 2006 possa repetir-se”.

    Só para lembrar: em 11 de maio de 2006, o governo estadual isolou 765 presos do PCC na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, e o secretário de Administração Penitenciária de então, juiz Furukawa, ainda suspendeu as visitas no Dia das Mães.

    Foi o estopim para uma rebelião em 74 unidades prisionais do Estado e o início dos ataques contra as forças de segurança de São Paulo. Os atentados deixaram 43 mortos no Estado, entre policiais civis e militares, agentes penitenciários e guardas-civis.

    Foi uma verdadeira carnificina. A Polícia Militar, a contragosto do governador da época, Cláudio Lembo, respondeu aos ataques e, segundo as Ouvidorias das polícias, 493 bandidos e suspeitos foram mortos entre os dias 12 e 20 de maio de 2006.

    Lembo, intimidado pelo crime organizado, despachou um delegado de polícia e um coronel da PM até a penitenciária onde estava recolhido o cabeça do PCC, Marco Willians Herbas Camacho, o “Marcola”, para que negociassem o encerramento dos ataques. Marcola fez várias exigências, todas atendidas de imediato, vale dizer, e, através de um telefone celular, na frente das autoridades policiais, determinou o fim das rebeliões e atentados.

    Em 1997, quando presidia na Assembléia Legislativa a CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito que investigava o avanço do crime organizado em São Paulo, fiz publicar no Diário Oficial do Estado, nos dias 15 e 20 de maio, o estatuto do PCC. Como agora, o secretariado de Mário Covas desdenhava a existência do grupo criminoso e também afirmava, em documentos oficiais, que “tudo estava sob controle” e que “o PCC era invenção da imprensa sensacionalista”.

    Estranha, agora, que o secretário da SSP, Ferreira Pinto, diga que o PCC “se resume a 30 homens”, querendo fazer crer à população que a temida facção esteja extinta. Ele contradiz, por exemplo, seus colegas do Ministério Público que afirmam que a organização “possui 21 mil membros e controla 95% das cadeias”.

    Que a sociedade paulista não se deixe levar por declarações inconsequentes e que os responsáveis pela nossa (in)segurança atuem com mais dedicação e profissionalismo mesmo porque, depois de subjugar o governo Lembo e outros de tucanos que o sucederam, a organização criminosa manteve-se mais atuante do que nunca, chegando a instalar, aqui fora, os chamados “tribunais do crime”, onde julgam e de imediato aplicam penas, geralmente à morte, de membros que não cumprem as ordens dos chefões atrás das grades.

    A posição do secretário da Segurança, que demonstra estar perdido e desinformado quanto às atividades do PCC, é contestada além do Ministério Público, pela Pastoral Carcerária e entidades que defendem agentes penitenciários. É gritante e plenamente visível a influência do grupo nas prisões paulistas, e sua crescente atuação também na periferia e municípios da Grande São Paulo.

    A estratégia governamental de simplesmente ignorar a existência da facção entre nós é perigosa, infantil e altamente prejudicial, como já se viu anos atrás. Nos bastidores o que funcionários comentam é que “a ordem é fazer vista grossa para o PCC, a fim de que a cadeia não vire (haja rebeliões)”. Daí, talvez, o fato de não se ouvir mais que drogas têm sido apreendidas com visitas, ou mesmo o transporte de telefones celulares para dentro das cadeias.

    Já no Palácio dos Bandeirantes, fala-se que o governador Geraldo Alckmin simplesmente se transforma ao ouvir falar nas atividades do PCC, que sempre lhe deram trabalho e prejuízo político em suas outras passagens pelo Governo do Estado. Que sua repulsa não signifique um afrouxamento sobre a facção, mas motivo de combate intenso e diuturno. Sem acordos.

    Em vez de recuperar cidadãos que afrontam a lei “quebraram o contrato social”, lamentavelmente o Sistema Prisional de São Paulo se transformaram em verdadeira escola ou até mesmo em universidade para crimes piores, aprimorando os reclusos para a criminalidade.

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  9. Furukawa não tem moral para falar de ninguém, pois está até a tampa com o recebimento de dinheiro das ONG que ele mantinha nas cadeias, inclusive tinha algumas que eram ligadas a parentes seus.
    Ou melhor, só funcionava se “fizessem ele rir”.

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  10. É só fazermos uma analise friamente dos projetos e mudanças implantadas tanto por Nagashi quanto pelo Ferreira Pinto e seu escudeiro Lourival Gomes. O RDD, O CR, os CDPs, tudo obra do Nagashi, foi ele quem fez um projeto digno para a Secretaria da Adm. Penitenciaria, construiu varias Unidades, implantou varios programas e projetos, e não fazia nenhuma concessão ao PCC, isso é fato, quantas rebeliões tinham, ataques, e era por isso porque não havia concessões a presos lideres do crime organizado. E de uma hora para outra muda o Secretario, e não tem mais rebelioes, ataques, nada, nem presos no RDD tem mais, e aí, acabou o pcc?, sumiram com todos?, porque estão tão tranquilos? sendo que a lotação das Unidades Prisionais só aumentaram, não se constroi Unidades, não tem vaga para presos condenado em regime semi-aberto, nem no fechado, permanecem após a condenação, am certos casos até mais de um ano aguardando vaga. E mesmo assim sem dar problema algum né, sem rebelioes, sem ataques, sem nem reclamar, até parece que o PCC sumiu nao é.
    O PCC está aproveitando esse tempo de paz, do qual não sei os termos nem a razao, para se restruturar, estao cada vez mais “batizando” integrantes e aumentando o tamanho da facção, entrando nos diversos setores da sociedade, inclusive em setores da segurança. Na hora que chegar os tempos de guerra, Deus salve a sociedade e principalmente os trabalhadores honestos da area da segurança, pois o inimigo está cada vez mais forte e mais unido.
    Ainda resamos para que nosso Governador Alckmin, se lembre daquele Alckmin da gestao passada, onde enfrentou os criminosos com coragem, e mesmo diante das rebelioes e dos ataques, eramos mais felizes, pois sabiamos que estavamos lutando, enfrentando os bandidos, e não como hoje, que estamos todos como refens, entregue aos criminosos sem nem poder lutar, pois ja nos deixaram ajoelhados e com as maos amarradas só esperando o tiro de misericordia.
    Vamos Alckmin estamos com você, toda sociedade clama por paz, mas pra isso primeiramente temos que declarar guerra ao crime organizado, combater o trafico de drogas e armas intensificamente, e principalmente retomar o poder das prisoes de nosso Estado.

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