Policial civil é preso suspeito de receber propina em jogo do bicho em Pouso Alegre, MG
Segundo o Gaeco, ele e um homem suspeito de realizar o pagamento foram presos por corrupção e associação criminosa.
Por EPTV 2 — Pouso Alegre, MG
Policial civil é preso suspeito de receber propina em jogo do bicho em Pouso Alegre, MG
Jornal da EPTV 2ª Edição – Sul de Minas
Policial civil é preso suspeito de receber propina em jogo do bicho em Pouso Alegre, MG
Um policial civil foi preso em Pouso Alegre (MG) em uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Segundo o órgão, ele é suspeito de receber propina do jogo do bicho.
A operação chamada “Deu Zebra” também prendeu o homem apontado como responsável por realizar os pagamentos ao policial. Conforme o Gaeco, eles foram presos por corrupção e associação criminosa.
Na operação, também foram apreendidos materiais em vários pontos da cidade, como máquinas de cartão usadas no jogo do bicho. A assessoria da Polícia Civil em Belo Horizonte (MG) informou que a prisão do policial será acompanhada pela corregedoria, para que sejam tomadas as medidas necessárias.
Já o advogado do outro homem preso disse que a prisão foi uma surpresa porque o jogo do bicho se enquadraria em uma contravenção penal.
Dinheiro e máquinas de cartão foram apreendidos em Pouso Alegre (MG) — Foto: Reprodução/EPTV
O delegado da Polícia Civil de São Paulo Jaime Pimentel Júnior entrou com o pedido de Habeas Corpus em favor de capturado pela delegacia em que atua. O preso é um pedreiro de 45 anos que foi detido no Poupatempo ao tentar retirar uma segunda vida do RG.
Pedreiro teve pedido de HC feito por delegado 123RF
Segundo o boletim de ocorrência, a polícia foi acionada quando os funcionários do local ao realizar as pesquisas de rotina constaram um mandado de prisão contra o pedreiro. O homem foi conduzido a delegacia e, ao analisarem o mandado de prisão, os policiais identificaram uma divergência em relação a data de nascimento.
Ao ser questionado, o pedreiro afirmou que nunca esteve no local em que o mandado de prisão foi expedido e revelou que seu irmão tem extenso histórico criminal e, que por sua índole, poderia ter se passado por ele.
No pedido de Habeas Corpus, o delegado afirma que a dúvida foi informada ao Fórum de Expedição. O delegado também tentou contato com a juíza Débora Letícia Dias Veríssimo que expediu o mandado de prisão, mas não conseguiu encontrar a magistrada.
“Diante de todo o cenário e exaurida todas as formas para poder sanar a dúvida quanto à pessoa detida, esta autoridade policial determinou o cumprimento do mandado, sendo o preso recolhido a cadeia pública de Mogi das Cruzes onde permanecerá a disposição da Justiça”, informa parte do documento.
Por fim, o delegado explica no documento que decidiu impetrar o Habeas Corpus por ter fortes indícios de que o detido não é a mesma pessoa para quem foi expedida a prisão. Por isso, o detido deveria ser beneficiado por medida cautelar.