HOJE CONSEGUI ENTENDER …
João Alkimin
João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/
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15/11/2012-00h08
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O suspeito de ordenar mortes de policiais militares em São Paulo, preso na tarde desta quarta-feira (14), disse que recebeu a ordem de chefes do PCC. Em depoimento à Polícia Civil, ele disse que a facção deu dez dias para que ele matasse cinco policiais. Essa era a condição para que ele tivesse dívidas perdoadas.
O suspeito não cumpriu o prazo e teve mais 30 dias para matar os PMs. O limite para os assassinatos acabaria no fim deste mês, segundo a polícia.
Leandro Rafael Pereira da Silva, o Léo Gordo, 28, disse que a facção criminosa afirmou que os crimes eram uma retaliação às injustiças praticadas pela Rota (a tropa de elite da Polícia Militar). Os policiais teriam matado diversos integrantes do PCC.
| Reprodução/Polícia Civil | ||
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| Polícia prende suspeito de ordenar mortes de PMs em SP |
Em um vídeo gravado pela Polícia Civil, Silva assumiu ter ordenado os crimes contra os policiais militares. Ele também disse que passou a gerenciar o tráfico de drogas no Campo Limpo, na zona sul, após sair da prisão no fim de julho.
Silva afirmou ter mandado outras pessoas, conhecidos como “soldados”, matarem os policiais. Welligton Viana Alves, o Baré, 32, foi apontado pelos policiais como “cavalo”, responsável por dirigir os veículos após os crimes. Ele também era o braço direito de Silva no comando do tráfico de drogas no Campo Limpo.
Durante depoimento, Silva afirmou ser dono de uma empresa de transporte executivo. Já Alves disse ter uma fábrica de molduras. Ambos tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça.
Ambos são suspeitos de participar da morte de dois PMs em outubro. O cabo da Polícia Militar Renato Ferreira da Silva Santos, 29, morreu no dia 4 de outubro, no Jardim Arpoador, zona oeste. Flávio Adriano do Carmo, 45, policial do 3º Batalhão de Choque, foi morto no dia 13 do mesmo mês no Capão Redondo, zona sul.
De acordo com o delegado Celso Marchiori, titular da 5ª Patrimônio, a dupla tentou matar um policial da Rota. O policial seria executado em uma padaria, mas foi alertado por investigadores minutos antes dos suspeitos executarem o plano.
“A gente ligou para ele [policial] e pedimos para que ele saísse de lá imediatamente. No começo ele não acreditou, mas quando mostramos as escutas telefônicas e os suspeitos comentando que o plano tinha dado errado, percebeu que teve a vida salva”, disse Marchiori.
INVESTIGAÇÕES
A Polícia Civil disse ter identificado a dupla quando investigavam uma quadrilha suspeita de assaltos a caixas eletrônicos. Em algumas interceptações telefônicas, Silva teria aparecido como o chefe do bando e foi investigado individualmente.
Com eles, os policiais da 5ª Patrimônio (Delegacia de Investigações sobre Roubo a Bancos) do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) apreenderam uma pistola 9mm, um revólver calibre 38, um colete à prova de balas, uma pistola calibre 9mm, que tem as mesmas características das armas usadas para executar os PMs, e drogas.
| Felipe Souza/Folhapress | ||
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| Polícia apreende armas e colete à prova de balas com suspeitos de ordenar matar PMs em SP |
A polícia disse que já identificou outras cinco pessoas suspeitas de participar da quadrilha de Silva.
Os assassinatos dos policiais serão investigados pelo DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa). Os suspeitos foram indiciados sob suspeita de tráfico de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, porte ilegal de armas e homicídio. (FELIPE SOUZA)
Enviado em 15/11/2012 as 0:10 – QWRDR GUERRA, ACHO QUE VALE UM POST PARA EXALTAR O BOM TRABALHO QUE AINDA ALGUNS POUCOS VOCACIONADOS FAZEM PELA PC DE SP!!!!
A Polícia Civil descobriu, por meio de escutas telefônicas, o plano de execução de um soldado da Rota e conseguiu avisar a potencial vítima antes que ela fosse atacada, na Zona Sul de São Paulo. O caso foi revelado nesta quarta-feira (14), após a prisão de dois suspeitos do assassinato de dois policiais militares em outubro na capital.
Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), as prisões aconteceram na região do Campo Limpo, na Zona Sul. Os dois policiais foram mortos nos dias 4 e 13 do último mês. No primeiro caso, o PM foi assassinado dentro de uma funilaria, no Jardim Arpoador. No segundo, o crime aconteceu na Rua José Barros Magaldi, no Capão Redondo.
A polícia chegou aos suspeitos enquanto investigava uma quadrilha de roubo a caixas eletrônicos. Os policiais da Delegacia de Roubo a Bancos pediram à Justiça e obtiveram autorização para realização de escutas telefônicas. O delegado Celso Marchiori, do Deic, contou que, por meio delas, os policiais ouviram a descrição do local onde o assassinato do soldado da Rota seria cometido.
Soldado da PM é morto com tiros de fuzil na Zona Sul de SPPM de folga é assassinado na Zona Oeste de São Paulo
Com os dados, os policiais pesquisaram o endereço no Google Street View, descobriram o telefone e avisaram a vítima, que a princípio não acreditou. A ligação ocorreu cinco minutos antes de os criminosos chegarem ao endereço. O policial foi resgatado a tempo pelos investigadores e ficou surpreso ao ouvir as escutas sobre o plano para assassiná-lo. Mais tarde, os criminosos discutiram ao telefone, em outra ligação interceptada, sobre os motivos de o plano não ter dado certo.
Liderança
Um dos homens presos é apontado pela polícia como “disciplina”, uma espécie de liderança de uma facção criminosa. A polícia diz que o homem saiu da prisão com a incumbência de determinar aos seus cinco subordinados o assassinato de cinco policiais, em um prazo de dez dias. Dois desses assassinatos acabaram consumados. Como a quadrilha tinha dificuldade em cumprir as metas, o prazo foi estendido até 30 de outubro.
“Bem no final de setembro, entrou um indivíduo que era estranho pra gente no áudio e que se autodenominava Leo Gordão, convocando esses indivíduos para uma reunião. Descobrimos que ele era o denominado disciplina, ou seja, o gerente regional, no Campo Limpo, dos assuntos relacionados ao crime organizado. Posteriormente ficamos sabendo que o moivo da reunião eram ordens para execução de PMs”, disse o delegado. “Conseguimos nesta semana identificar quem é o Leo e onde ele morava”, complementou Marchiori.
Nas escutas, o suspeito chamava os demais interceptados para uma reunião, demonstrando poder de liderança. Com o aprofundamento das investigações sobre esse chefe, foi possível descobrir os planos de assassinatos de policiais. Agora, a polícia acredita que identificar e prender os demais suspeitos é apenas questão de tempo. Outra meta é quebrar as finanças do grupo. “Vamos fazer o levantamento financeiro deles, obter a quebra de sigilo e a apreensão de bens e valores”, disse Marchiori.
O delegado afirma que o suspeito alegou que os motivos dos crimes seriam “injustiças cometidas pela Rota”, mas Marchiori não acredita. “Acredito que o crime está querendo mostrar que é mais forte que o Estado”, afirmou.
O delegado Marchiori diz acreditar ter descoberto a mecânica dos assassinatos de policiais. Segundo ele, cada região da cidade tem de cumprir uma meta de mortes com prazo determinado. Os criminosos executam crimes sempre em outras regiões para dificultar a identificação. A polícia exibiu um vídeo feito por policiais no qual o suspeito dá detalhes sobre o planejamento das mortes. Os crimes envolvem sempre dois executores e dois encarregados da retaguarda.
As duas prisões aconteceram na Rua Paulo Gomiero, momentos depois que o principal suspeito participou de uma audiência no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste, onde responde a processo por corrupção. O motorista dele tentou fugir, mas também acabou preso. Segundo a polícia, os dois suspeitos confessaram a participação nas ações criminosas. Com a dupla, os policiais apreenderam uma pistola 9 mm, um revólver calibre 38 e um colete à prova de balas. Eles tiveram a prisão temporária decretada por 30 dias.
Crimes A primeira das duas mortes de policiais, em 4 de outubro, aconteceu na Rua Inácio Cervantes. O policial militar estava de folga e sem farda. Ele estava lavando o carro em frente a uma funilaria acompanhado de dois amigos. De acordo com a PM, a vítima tentou sacar a arma, mas foi baleada no tórax.
Os dois colegas conseguiram desarmar o criminoso, mas ele fugiu. O comparsa que o aguardava do lado de fora também escapou. O cabo atingido foi socorrido e levado ao pronto-socorro do Hospital Universitário, onde morreu.
No segundo caso, o soldado da Polícia Militar Flavio Adriano do Carmo, de 45 anos, foi morto na noite do dia 13 no Jardim São Luís, região do Capão Redondo. Ele também estava de folga. Segundo a Polícia Civil, o PM estava em frente a uma padaria na Rua José Barros Magaldi, altura do número 1.180, quando foi cercado e baleado no tórax e na cabeça.
Ele chegou a ser levado para o Pronto-Socorro Campo Limpo, mas morreu. O soldado era casado e estava na Polícia Militar desde 1996. Desde o início deste ano, 92 policiais militares foram assassinados em São Paulo.
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Dr. Guerra…Saudações…Paz e Bem….Quero registrar meu REPÚDIO e ASCO quanto ao ressurgimento deste partido ARENA, bem como a presença destes no movimento policial Ato pela Paz.Como aceitar a presença de defensores da DITADURA em um ato DEMOCRÁTICO???Me parece ainda que…pelo texto deles…há conivencia e apoio de líderes do movimento policial…nojento
14/11/2012-16h47
DE SÃO PAULO COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O Ministério Público informou que entrou com recurso de apelação nesta quarta-feira (14) contra a soltura de três policiais da Rota (a tropa de elite da Polícia Militar), suspeitos de matar um suposto integrante do PCC no dia 28 de maio deste ano na Penha, na zona leste.
O sargento Carlos Aurélio Thomaz Nogueira, 43, o cabo Levi Cosme da Silva Júnior, 34, e o soldado Marcos Aparecido da Silva, 38, foram absolvidos ontem no 4º Tribunal do Júri da capital, no Fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo.
Segundo a Polícia Militar, os policiais foram soltos do presídio Romão Gomes e reapresentados ao batalhão da Rota na manhã de hoje. De acordo com a corporação, o sargento, o cabo e o soldado farão somente trabalhos internos até a conclusão do procedimento administrativo que foi aberto pela Corregedoria para apurar a conduta deles.
O Fórum da Barra Funda não divulgou o nome da juíza e do Promotor envolvidos no caso porque, segundo o órgão, o processo corre em segredo de Justiça.
O trio foi detido e investigado após outros cinco integrantes do PCC serem mortos em uma suposta troca de tiros em um estacionamento na rua Osvaldo Sobreira.
Investigações da Polícia Civil e da Corregedoria da PM apontavam que Anderson Minhano, 31, foi preso pelos três PMs, levado para a rodovia Ayrton Senna e torturado antes de ser morto com tiros. Os três PMs foram presos pelo homicídio.
Por causa da ação, o PCC teria intensificado os ataques contra policiais.
Uma testemunha disse ter visto a ação dos policiais na rodovia e ligou para o 190, da PM.
Os três policiais foram presos no mesmo dia. No julgamento de ontem, a testemunha teria caído em contradições em seu depoimento, o que fez com que a Justiça absolvesse os policiais.
A própria Promotoria também reconheceu que a testemunha se contradisse e, no final do julgamento, determinou que as algemas do policiais fossem retiradas imediatamente.
14/11/2012–11h24
JOSMAR JOZINO DO “AGORA”
Atualizado às 12h03.
Três policiais da Rota (a tropa de elite da Polícia Militar) foram absolvidos ontem no 4º Tribunal do Júri da capital, no Fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. Eles eram suspeitos de matar um suposto integrante do PCC no dia 28 de maio deste ano na Penha, na zona leste.
O sargento Carlos Aurélio Thomaz Nogueira, 43, o cabo Levi Cosme da Silva Júnior, 34, e o soldado Marcos Aparecido da Silva, 38, foram detidos e investigados após outros cinco integrantes do PCC serem mortos em uma suposta troca de tiros em um estacionamento na rua Osvaldo Sobreira.
Investigações da Polícia Civil e da Corregedoria da PM apontavam que Anderson Minhano, 31, foi preso pelos três PMs, levado para a rodovia Ayrton Senna e torturado antes de ser morto com tiros. Os três PMs foram presos pelo homicídio.
Por causa da ação, o PCC teria intensificado os ataques contra policiais.
Uma testemunha disse ter visto a ação dos policiais na rodovia e ligou para o 190, da PM.
Os três policiais foram presos no mesmo dia. No julgamento de ontem, a testemunha teria caído em contradições em seu depoimento, o que fez com que a Justiça absolvesse os policiais.
A própria Promotoria também reconheceu que a testemunha se contradisse e, no final do julgamento, determinou que as algemas do policiais fossem retiradas imediatamente.
O Fórum da Barra Funda informou que o processo corre em segredo de Justiça. O nome do Promotor não foi divulgado.
| Eduardo Anizelli/Folhapress | ||
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| Policiais da Rota na frente de lava-rápido onde seis criminosos foram mortos em confronto com a polícia |
ESTACIONAMENTO
O tiroteio ocorreu por volta das 21h em um lava-rápido e estacionamento em maio. Os seis suspeitos baleados foram socorridos, mas não resistiram e morreram. Outras três pessoas –entre elas duas mulheres– foram presas e outras cinco conseguiram fugir.
Segundo a polícia, o grupo planejava uma ação para libertar um detento que seria transferido do CDP (Centro de Detenção Provisória) do Belém, na capital paulista, para a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau (611 km de SP).
Na ocasião, o major Marcelo Gonzales Marques afirmou que o plano de resgate do detento chegou à PM por meio de uma denúncia anônima. Já no local indicado, os criminosos teriam disparado contra os policiais, segundo o major.
No estacionamento a polícia apreendeu três veículos, drogas (maconha e cocaína), quatro coletes a prova de balas e diversas armas, entre elas, algumas de uso exclusivo das Forças Armadas: um fuzil 762, uma metralhadora 9mm, uma pistola calibre 45 e uma pistola calibre 9mm. Também foram apreendidos no local quatro revólveres calibre 38.
Em entrevista na época da ação, o diretor do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), Jorge Carrasco, o tenente-coronel da Rota, Salvador Madias, e o corregedor da PM, coronel Rui Conegundes, afirmaram que toda a operação da polícia foi legítima, com exceção da postura dos três PMs que teriam matado o suspeito na rodovia Ayrton Senna.
Após as seis mortes, a onda de ataques contra policiais militares no Estado de São Paulo aumentou.
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Obviamente, diante dos últimos acontecimentos, ou seja, o estado de guerra declarada entre policiais e bandidos, a testemunha só poderia estar aterrorizada.
Além de arrependida de ter comunicado aquilo que viu ao próprio 190 da PM.
Mais a pressão e eventuais ameaças sofridas nos últimos meses.
A contradição talvez tenha sido providencial, ditada pelo instinto de sobrevivência.
Por outro aspecto, o julgamento se deu sob segredo de justiça; segredo de justiça em caso como este serve muito ou apenas para direcionar o resultado do julgamento conforme o interesse da parte.
E a parte interessada, capaz de influenciar o normal andamento processual, é o Governo – por meio de influências secretas – que não quer as mortes de policiais associadas a vinganças decorrentes de atrocidades cometidas pela política de segurança pública imposta por Ferreira Pinto.
Enfim, um julgamento MUITO SUSPEITO.
Nada justifica a decretação de segredo de justiça no julgamento em questão, muito pelo contrário: impunha-se absoluta publicidade.
O Poder Judiciário e Ministério Público parece que deram o recado: A POLÍCIA MILITAR PODE MATAR…
AS TESTEMUNHAS QUE SE CUIDEM!
Governo nunca mais falou mais nada sobre os direitos dos Ecrivães e Investigadores…A desmoralização é nossa!
Eu fico com vergonha!
14/11/2012-06h00
DE SÃO PAULO
O departamento de homicídios de São Paulo investiga se dois policiais militares mortos no dia 31 de outubro, na zona sul, foram “traídos” por um colega de farda.
As informações da Polícia Civil são de que um PM do mesmo batalhão do cabo Hailton Borges dos Santos Evangelista, 33, e do soldado Antonio Paulo da Rocha, 35, teria ligado para traficantes de Heliópolis para informar que os dois estavam circulando em uma moto preta pelas ruas da favela.
Na ocasião Evangelista e Rocha, que estavam de folga, foram mortos a tiros quando passavam pela rua Paraíba.
Investigações iniciais mostram que a dupla foi à favela para identificar criminosos que seriam vítimas de atentados cometidos por policiais.
Esse é o segundo caso de suspeita de traição cometido por PMs que se tem conhecimento nos últimos dias. Ontem, a Folha revelou que a Corregedoria da PM suspeita que policiais tenham vendido, por R$ 8 mil, uma lista com quase cem nomes de policiais para bandidos do PCC.
A relação seria usada pelos criminosos para cometer atentados contra os policiais ou seus familiares. Neste ano, 93 policiais militares da ativa e da reserva foram mortos.
Endereço da página:
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A matéria é tão sórdida que nem sequer foi assinada.
Deputado Major Olímpio fala sobre a morte do soldado Jobel Pereira de Andrade, morto em saidinha de banco.
Enviado em 13/11/2012 as 23:25Policial é morto a tiros em Guarulhos
Vítima foi atingida por disparos efetuados de dentro de um carro
Publicado em 13/11/2012 às 21h52: atualizado em: 13/11/2012 às 21h59
Do R7, com Agência Record
Um policial militar foi morto a tiros, quando chegava em casa, na noite desta terça-feira (13), em Guarulhos, na Grande São Paulo. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Informações do Centro de Operações da PM de Guarulhos indicam que o policial, que seria da corregedoria, chegava de moto em casa, no Jardim Ottawa, quando o ocupante de um carro preto que passou pela rua atirou nele. O crime aconteceu por volta das 21h
O policial foi socorrido ao pronto-socorro Alvorada, mas morreu ao dar entrada na unidade. O caso deve ser registrado no 4º Distrito Policial de Guarulhos. A pessoa que atirou conseguiu fugir.
Boa Noite
13/11/2012 13:25
Governador de SP reconhece que há dificuldade para impedir que bandidos usem o aparelho nos presídios
Plínio Delphino pliniod@diariosp.com.br
O governador Geraldo Alckmin admitiu nesta segunda-feira que o estado tem dificuldades em impedir que os presos falem ao celular de dentro das unidades prisionais. Mas disse que, em contrapartida, as conversas são monitoradas, o que seria uma maneira de identificar ações criminosas e pautar os serviços de inteligência policial para combatê-las.
“Há dificuldade na questão de bloqueadores de celulares. Não há uma tecnologia detalhada para bloquear apenas uma pequena área (que seria a ocupada pela penitenciária). Ou não se consegue bloquear, ou se bloqueia uma área muito grande”, explicou Alckmin durante evento da assinatura do acordo de cooperação para o desenvolvimento de combate a organizações criminosas em São Paulo, firmado entre o governo do estado e o Ministério da Justiça.
Em seguida, o governador tentou explicar que o celular dentro das unidades prisionais também é usado a favor das investigações. “O próprio sistema de segurança também acompanha todo esse trabalho (a comunicação de presos por celulares). Também faz parte da investigação da polícia com autorização judicial. É também uma fonte de acompanhamento importante da polícia, de inteligência policial”, justificou Geraldo Alckmin.
Para o delegado-geral Marcos Carneiro Lima, a melhor maneira de combater o crime organizado é isolar o preso. “Tecnicamente o ideal é que não tenha celular na cadeia”, disse.
Carneiro Lima disse que o sucesso italiano no combate às máfias começou com o endurecimento das leis. “Estabeleceu-se prisão perpétua e o isolamento do preso. O isolamento do preso é fundamental para que se combata o crime organizado”, afirmou o chefe da Polícia Civil de São Paulo.
O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ivan Sartori, e o procurador-geral Márcio Elias Rosa também assinaram o acordo nesta segunda à tarde no Palácio dos Bandeirantes.
Na segunda-feira, a força-tarefa começa operações para fiscalizar acessos a São Paulo. Fará blitze em estradas, fronteiras, em portos e aeroportos no combate ao tráfico de armas e drogas e contrabando.
Ações da força-tarefa A força-tarefa contra o crime organizado em São Paulo inclui a criação do Centro de Comando Integrado, incremento da perícia técnica e transferências dos presidiários mais perigosos
Centro Integrado O ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, anunciou nesta segunda que o governo federal vai disponibilizar R$ 60 milhões para o desenvolvimento do Centro de Comando e Controle Integrado do estado de São Paulo, que visa reunir em um mesmo ambiente todas as forças de segurança empenhadas no combate ao crime organizado. A previsão é de que esteja pronto até o final do Copa do Mundo de 2014.
Perícia forte, investigação forte O acordo entre os governos tem como um dos objetivos promover o fortalecimento da atuação da perícia técnica, principalmente por meio de utilização de tecnologias avançadas, do aprimoramento de protocolos operacionais padrão e da capacitação dos profissionais da área. O governador Geraldo Alckmin falou sobre a criação do Centro de Excelência da Perícia Técnica, inclusive com inovações como identificador da arma de origem da bala e o DNA de entorpecentes.
Transferências O acordo também contempla o desenvolvimento em conjunto de ações penitenciárias, no qual o governo federal se compromete a disponibilizar vagas em seu sistema. A primeira transferência de preso ocorreu na semana passada. Piauí, chefe do tráfico da Favela Paraisópolis, foi identificado como mandante de mortes de PMs e por isso foi levado de Avaré, no interior, para Porto Velho (RO). Outros 18 presos podem ser os próximos.
13/11/2012-06h00
ANDRÉ CARAMANTE AFONSO BENITES
A Corregedoria da Polícia Militar suspeita que policiais entregaram a criminosos uma listagem com nomes completos, endereços residenciais e telefones de quase cem PMs que atuam na Grande SP.
Segundo a apuração do órgão, a venda dos dados foi feita por R$ 8.000. A listagem teria sido retirada do 35º Batalhão da PM de Itaquaquecetuba, e as informações seriam usadas por membros da facção criminosa PCC para cometer atentados contra policiais e/ou seus familiares.
A Folha tentou ouvir o comandante-geral da PM, Roberval França, mas ele não se manifestou. Por meio do Centro de Comunicação Social, a PM informou que “todos os detalhes envolvidos na investigação não podem ser divulgados para não atrapalhá-la”.
Neste ano, 93 PMs foram assassinados no Estado. Parte das mortes, segundo investigações, ocorreram como retaliação a prisões ou mortes de criminosos por policiais.
As ordens para os assassinatos em série de PMs partiram de chefes do grupo criminoso que estão abrigados em penitenciárias paulistas.
Em agosto, agentes penitenciários apreenderam um celular usado por um detendo ligado ao PCC no qual havia uma listagem com as informações sobre policiais.
Dias depois, a Corregedoria fez uma busca no batalhão de Itaquaquecetuba e recolheu três computadores de onde suspeita-se que a lista tenha sido vazada. Essa listagem, sigilosa, é utilizada para a convocação de PMs em situações de urgência.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
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A lista foi distribuída, segundo a apuração, entre criminosos do PCC por meio da rede social Facebook em um “salve”, nome dado a uma ordem dos chefes da facção.
Em outubro, a Folha mostrou que o PCC incluía em livro-caixa pagamentos a policiais civis e acordos com PMs.
Em um comunicado, os chefes pedem que outros criminosos busquem informações com os “PMs que roubam com a gente”, porque só eles teriam os dados que eles precisavam. Não fica claro, porém, se o pedido se refere a endereços de policiais.
“É extremamente preocupante criminosos terem acesso à lista. É entregar o ouro para o bandido. Os PMs e seus familiares ficam mais expostos”, disse o presidente da Associação de Cabos e Soldados da PM, Wilson Morais.
GÊMEOS
No dia 30 de outubro, outra lista com nomes de policiais foi apreendida na favela Paraisópolis (zona sul) com dois gêmeos de 17 anos.
Ela tinha nomes ou apelidos de seis policiais, além de detalhes de lugares que eles frequentavam e anotações sobre tráfico de drogas
12/11/2012- 16h54
DE SÃO PAULO COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Atualizado às 17h19.
Um policial militar foi morto e outro ficou ferido após um roubo na porta de um banco na rua São Caetano, na região central de São Paulo, por volta das 15h desta segunda-feira (12).
Informações preliminares apontam que os policiais prestavam serviço a uma empresa de segurança privada. Eles saíam de uma agência do banco Itaú com malotes quando foram abordados por dois suspeitos armados em uma moto Falcon preta.
Os criminosos dispararam diversas vezes contras as vítimas. Após o ataque, eles levaram os malotes e as armas dos policiais.
O policial que morreu era soldado da Tropa de Choque. A segunda vítima, que ficou ferida, era cabo aposentado do 2º Batalhão da Tropa de Choque.
A Polícia Militar confirmou a ocorrência, porém não soube informar se os baleados prestavam serviço à corporação no momento do crime.
O caso será registrado como latrocínio –quando há roubo seguido de morte– no 12º DP (Pari) e investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa).