E quanto a anterior gestão do Deinter-6, além das humilhações a mim infligidas, me cabe dizer que assumiram os cargos nos tomando “por amadores” e coniventes com a criminalidade.Humilharam todos nós da Baixada…estou mentindo? Nos olhavam como se fossemos sócios do traficante NALDINHO, cuja prisão em nada diminuiu o tráfico e o consumo de drogas na baixada. E , jocosamente, referiam-se ao órgão como “República dos Investigadores”, mas o transformaram em republiqueta: a Avilã do Ravengar. Assinar ninguém assinará, entretanto a conversa era dinheiro pra campanha deste, daquele, pro Diretor daqui, para o Diretor de lá, também para o Corregedor do Detran, para o Divisionário do Detran; e por aí afora. Quem não pagou e não tinha corrida deu a vaga pra outro…não fosse o bastante monopolizaram a corrupção criando, “INFORMALMENTE” , Delegacias “especializadas”, como o GERCO e ROUBO DE CARGAS. Com a criação desses órgãos toda ocorrência de relevo era direcionada, esvaziando-se as atribuições da Delegacia Territorial. O Gerco fiscalizava postos de combustíveis, revendas de automóveis e supermercados. O resultado: corrupção. O setor de roubo de cargas não afundou na lama, apenas, em razão de ser chefiado por Delegados desta região; compromissados com a coletividade. O “apanha”( a cobrança ) de propina dos “bicheiros”, dos “maquineiros”, “bingueiros” e Ciretrans foi centralizado no Departamento. Gente muito voraz da Capital. Para piorar veio a mudança do Delegado Seccional, o atual com o apoio político local. Todavia, em relação ao critérios de escolha do investigar-chefe…os critérios são um tanto obscuros… Maiores detalhes darei aos poucos…para não prejudicar as investigações.
AS MENTIRAS DO DELEGADO DIRETOR( o princípio da presunção da inocência só respeita quando lhe interessa).
20/07/2005 – 19h50
Corregedoria afasta policiais ao achar maconha em delegacia de Cubatão
Publicidade
da Folha Online
A Corregedoria da Polícia Civil afastou o delegado, três investigadores e o escrivão do 2ºDP de Cubatão (Baixada Santista) por denúncias de irregularidades. No local, foi encontrada uma porção de maconha debaixo de um sofá. A droga foi achada após um telefonema anônimo.
Segundo o delegado-titular da Deinter-6 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), Everardo Tanganelli, toda a equipe foi transferida para a delegacia seccional de Santos –os policiais irão assumir cargos em DPs diferentes.
De acordo com Tanganelli, existe a possibilidade de que a droga tenha sido colocada no local para prejudicar os policiais.
“Recebi uma ligação dizendo que havia drogas na delegacia. Achei estranho encontrarmos maconha exatamente no ponto que havia sido indicado. Mas, por causa disso, consideramos que era melhor afastar o pessoal. Agora a Corregedoria irá abrir inquérito para investigar melhor o caso”, disse.
O delegado também afirmou que todos os casos em aberto da delegacia serão reavaliados. “Iremos abrir todos os livros e analisar todos os papéis que constam no acervo no distrito.”
O CONTROLE EXTERNO É IMPRESCINDÍVEL E SÓ FORTALECERÁ A POLÍCIA
28/05/2007 – 19h38
Delegados da PF contestam controle externo de polícias
Brasília – O Ministério Público e a Polícia Federal estão em rota de colisão. A Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) estuda mover ação de inconstitucionalidade contra a resolução, aprovada pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM), que prevê o controle externo da atividade policial por procuradores da República. “O MP usurpou poderes do Congresso e do Judiciário para se conceder uma prerrogativa que é específica da polícia, a de investigar crimes”, criticou o delegado Sandro Avelar, presidente da associação.
Para o dirigente, o controle externo da polícia está previsto na Constituição e é um instrumento democrático, mas a medida deve vir por projeto de lei, aprovado no Congresso, não por resolução de uma corporação, nem pode servir de pretexto para que MP avance sobre o poder investigatório, típico de policiais. “A medida é arbitrária e joga uma instituição contra a outra, provocando um conflito artificial justo no momento em que as duas vinham trabalhando em harmonia”, observou.
Institucionalmente, a Polícia Federal evitou comentar o assunto, até porque a extensão da resolução não está clara. “Não vi o texto e só vou me manifestar após ter clareza sobre como o MP se propõe a exercer sua prerrogativa de controle externo”, disse o diretor-geral da PF, Paulo Lacerda. Mas a medida deixou as entidades de representação dos policiais em alerta porque há uma antiga disputa entre as duas categorias sobre a quem compete o poder de investigar.
“Temo que se queira introduzir uma mordaça disfarçada para intimidar e limitar a atividade policial”, disse o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Marcos Vinício Wink. Para ele, a Constituição reserva ao MP a prerrogativa de participar da investigação e controlar a ação policial, mas não substitui procurador por policial. “O MP faz investigação seletiva, quero ver na hora de subir o morro e trocar bala com bandido”, exemplificou o dirigente.
Avelar, por sua vez, criticou também o que considera uma tentativa do MP de usurpar as funções da corregedoria da polícia. “A corregedoria da PF é séria, exemplar e não tem medo de cortar na carne”, disse o dirigente, referindo-se aos mais de 70 policiais punidos pela PF nos últimos três anos. Ele desafia outras instituições, inclusive o MP a mostrar se alguma pune seus maus agentes com tanto rigor como a PF.
O controle externo da atividade das polícias federal, civil, militar e legislativa pelo MP está prevista na Constituição, mas ainda não foi regulamentado. A decisão do CNMP estabeleceu normas para uniformizar o exercício desse controle pelos membros do MP onde já existe legislação e suprir a lacuna onde ainda não há regulamentação. O objetivo é suprir omissões, em respeito aos direitos e garantias dos cidadãos.
Conforme o MP, a Constituição impõe o controle externo a todas as funções típicas de estado, o que significaria a aplicação da fórmula jurídica, prevista no estado de direito democrático, dos freios e contrapesos, pelo qual uma instituição pondera, fiscaliza e pune os excessos da outra. O próprio MP é submetido ao controle externo do Judiciário, que por sua vez é controlado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Vannildo Mendes
A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL É MONOPÓLIO DO ESTADO;DEVENDO SER EFETIVADA PELOS DELEGADOS DE POLÍCIA, PELOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO E, NA DEPENDÊNCIA DE DISPOSIÇÃO LEGAL, ATÉ PELA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL.
D.P. , ou seja, despesas pessoais.
POLÍCIA
Corregedoria apura ligação de policiais com caça-níqueis
ANDRÉ CARAMANTE
DA REPORTAGEM LOCAL
A Corregedoria da Polícia Civil investiga possível esquema de corrupção que envolve donos de máquinas caça-níqueis e policiais de todo o Estado. A peça-chave do caso é o advogado Jamil Chokr, 34, internado desde sexta-feira após se envolver em um acidente de carro.
Especialista na defesa dos interesses de donos de bingos e de empresas que montam e distribuem caça-níqueis no país, Chokr, segundo PMs que o socorreram na sexta, transportava R$ 38 mil em dinheiro e placas usadas nas máquinas no porta-malas de seu Vectra blindado.
À polícia, Chokr disse que perdeu o controle do carro e bateu em um ônibus, na marginal Tietê, após ter sido seguido por um motoqueiro.
Após o acidente, Chokr operou o tornozelo e está internado, sob escolta policial.
Cerca de R$ 18 mil (dos R$ 38 mil apreendidos) estavam em 31 envelopes e, neles, haviam alguns números e, na seqüência, as letras “D” e “P”, o que levou os PMs a desconfiar que poderiam ser abreviações de distrito policial ou delegacia de polícia.
Autoridades
Após a apreensão do dinheiro, de alguns bilhetes com o nome de autoridades policiais e das peças para caça-níqueis, o delegado José Antonio Ayres de Araújo, da Corregedoria, disse que as letras poderiam significar “departamento pessoal” ou “despesa pessoal.”
Ontem, Chokr prestou dois depoimentos à Corregedoria. Um sobre a tentativa de assalto e o outro, sobre o dinheiro. Mas a polícia só divulgou informações sobre o suposto assalto. Segundo a assessoria da Secretaria da Segurança Pública, a delegada Cintia Maria Quaggio, responsável por apurar o envolvimento de policiais com o caso, “não teve tempo de ler o depoimento dele”.
ESTAMOS, CADA VEZ MAIS, TODOS CORRUPTOS.
30/05/2007 – 04h01
Suposta lista de propinas provoca guerra entre polícias
São Paulo – As cúpulas das Polícias Civil e Militar de São Paulo estão em pé de guerra por causa do vazamento de notícias sobre uma suposta lista de propinas paga a distritos policiais. A polêmica esquentou ontem (29), com a reação dos militares à acusação, feita pela Polícia Civil, de que um PM admitiu ter fraudado a suposta lista. O comandante da PM, coronel Roberto Diniz, ligou logo cedo para o secretário da Segurança, Ronaldo Marzagão, contrariado com a divulgação do episódio pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O chefe da Polícia Civil, Mário Jordão Toledo Leme, manteve pela manhã a versão de que a fraude era um fato grave: “Aquilo era coisa do policial (militar) envolvido na ocorrência.” (“sic”, absurdamente).
Na sexta-feira, PMs encontraram envelopes com R$ 27 mil no carro do advogado Jamil Chokr, que bateu num poste ao tentar fugir de um ladrão de motocicleta na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo. Chokr é ligado a empresas de caça-níqueis. Nos envelopes e numa lista à parte, estavam relacionados números que coincidem com os de DPs da capital.
Na noite de segunda-feira, três delegados de classe especial, posto mais alto da hierarquia da Polícia Civil, procuraram a reportagem. Queriam informar sobre a “confissão” de um policial militar, que admitiu ter “fraudado a lista”. Disseram que a Corregedoria da PM tinha detido o acusado. Na verdade, ele havia sido ouvido pela Corregedoria da Polícia Civil e liberado após o depoimento. As informações são de O Estado de S.Paulo
NÃO HÁ CORRUPTOS NA POLÍCIA CIVIL…apenas ingênuos e cegos.
Pensando melhor há apenas um corrupto: Eu.
Os demais Delegados…Todos impolutamente corretos. Não há propina para os Delegados de Polícia e investigadores encarregados de distritos. Delírios de gente ressentida e invejosa, assim como eu. O policial militar fraudou as listas…ou melhor fraudou os envelopes quando apôs em cada um deles os valores respectivamente neles encontrados. Transformaram o órgão numa quase organização criminosa.Todavia, estão esquecendo de um pequeno detalhe: não somos Senadores ou Deputados. Ficaremos sem salário e sem a propina; paguem para ver…Eu aposto.
OBRIGADO.
PERDÃO.
AO ANÔNIMO DE PAI ANÔNIMO: eu sempre exijo o meu osso; e devo ter repartido com você…tu me conhece.
Moleque Maravilhoso
Raul Seixas
Composição: Raul Seixas e Paulo Coelho
Eu nunca cometo pequenos erros
Enquanto eu posso causar terremoto
E das tempestades já não tenho medo
Acordo mais cedo
Eu nunca me animo de ir ao trabalho
Eu sou o coringa de todo baralho
Sou carta marcada em jogo roubado
A morte ao meu lado
Eu sou o moleque maravilhoso
Num certo sentido o mais perigoso
Moleque da rua, moleque do mundo, moleque do espaço
Quebrando vidraças do velho Ricardo
Nesta vizinhança sou filho bastardo
Com o meu bodoque sempre no pescoço
Eu exijo meu, eu exijo meu, eu exijo meu osso
eu exijo meu osso
eu sou o moleque maravilhoso
DO ANONIMATO!
Meus amigos anônimos – sim amigos, pois demonstram certa intimidade; mesmo ursos empresto-lhes o tratamento de amigos – obrigado por seus comentários edificantes. Palavras construtivas vindas de pessoas da melhor qualidade. Da mesma espécie – se não os mesmos – daqueles que postaram as denúncias anônimas e “intrujaram as substâncias” na Unidade do Casqueiro. São todos honrados anônimos… filhos de pais anônimos. Sem hipocrisia meus caros: eu sou apenas aristotelicamente honesto! Não entenderam, um pouco de leitura não lhes fará mal. E tu “Leão” és verdadeiramente contra o “bicho” na Polícia, tanto que fica com quase tudo no teu bolso. És da panela que não quer dividir com os irmãos. E tu “Papagaio de Pirata” não escreva bobagem: eu não brigo com Delegado, com Promotor; com ninguém. Eu brigo com gente como você que se acha muito esperta e com o direito de me atropelar. Apenas com quem cospe na minha cara, pisa nos meus calos e mete a mão no meu bolso. E sede de poder…Amigo anônimo tu que és o louco, a minha sede é por dignidade , independência e orgulho de ser como sou…Honra! Se eu quisesse poder e dinheiro seria como tu: servil…um ser vil. Nunca quis ser herói de nada e ninguém, tampouco bom rapaz. Aqui mocinho é quem vai pra cadeia ou morre. O que está me matando é o convívio com tantos valentes, mas bastou umas palavrinhas assinadas e ficaram todos tremendo…Medo, qual a razão? Se eu sou baixinho. Ou tremem por sadismo querendo a desgraça alheia. Desejo melhor sorte para os seus filhos; que eles não sejam filhos de pais anônimos, tal qual os amigos. Vocês registraram suas crianças? E para o amigo que falou do advogado (ex-investigador) que possui Audi, respondo: se ele pagou ao canalha foi muito idiota…trabalhou no meu escritório; se eu fosse de acertamentos falaria diretamente comigo. Mas sabem como é uma vez tira desonesto , sempre desonesto… e sempre querendo fazer o alheio de trouxa; os clientes, inclusive. E se um dia eu vier a fazer concerto com matador, tenha a certeza, será com o teu; talvez eu ainda tire algum do bolso como prêmio por poupar o mundo da tua presença: lixo anônimo. E tu sabe do valor. Sabe também que eu não levei nenhum. Quanto foi a tua parte? E “vagabundo anônimo” quando olhar pra tua prole lembre-se de mim, mas acho melhor que não dê teu nome…Antes ser filho de pai desconhecido, do que ter como pai alguém da tua laia. Em tempo: rotineiramente bisbilhotem este blog, prometo boas surpresas.
CRÔNICA: AMOR PELA CADEIRA? 1
por robertocguerra em 17/05/2007 às 17:52
Não é amor pela cadeira, muito menos pela carreira… É amor pelos 1530 limpinhos que os respectivos chefes de investigadores providenciam religiosamente. Não fosse isso a maioria já estaria encostada em suas confortáveis poltronas residenciais, em vez de incrustada nas titularidades em geral. Se bem que, policialmente falando, a maior parte sempre foi do encosto… Encosto no sofá…No balcão…Nos subalternos…Nas bolas dos superiores…E um encosto na vida dos colegas sérios e competentes, os quais deixam para trás rapidinho.Pois quem trabalha não tem tempo para roubar e fazer politicalha. Gostaria de lembrar o nome de um colega que por volta de 1998, distribuiu um manifesto acerca da venda da Carreira, em face das promoções imerecidas, alertando para os efeitos deletérios em curto prazo. Quem lembrar e buscar cópia favor publicar… eu não encontro o documento. Sempre assim… quando quero não acho; só não procuro dinheiro já que não tenho guardado em lugar algum…rsss. O amor a cadeira é tanto que a Seccional de Santos se acha esculhambada; todos aqui se dizem afilhados do Coronel Erasmo Dias ou de familiares do Mário Covas; além de familiares de deputado recentemente eleito. Então fazem aquilo que bem entendem: titular do Guarujá acumula o município com o Curso Superior de Polícia… nesse ínterim seu tira favorito bêbado – que foi, por pouco tempo, meu encarregado em CIRETRAN – mata carcereiro. Pouco antes o titular vindo da Academia estava despachando em botequim na companhia do “chefe de confiança”. E falo do Dr. Spagna Laporte sem nenhum rancor pessoal. Está acumulando o Curso para classe especial e a sede do Guarujá com o consentimento de outrem… como sou um sujeitinho pérfido… vislumbro, também, o acúmulo de dinheiro. O Guarujá “é boca rica”. Aqui nada é de graça; é a regra… às exceções, desde já, o meu perdão. Ou será que o Curso Superior de Polícia foi tão avacalhado que não há necessidade de dedicação exclusiva por cerca de oito meses… O meu perdão aos cegos, inclusive. Em Cubatão o Titular do Município acumula a CIRETRAN… coisa impensável e abominável anos atrás. Mas implementada sob a batuta do Dr. Tanganelli…autoridade muito rigorosa: com os “zezinhos” como eu. Deve ter quase dois metros, mas não me chamou para dizer na minha cara “que eu chefiava uma quadrilha”. Quadrilha esse Senhor trouxe e deixou por cá; e depois, ainda, levou gente boa para o Denarc…levando parcela do seu lixo também. Gente séria… muito profissional “em merchandising”. E, especialmente, na concussão via GERCO. Dirão: despeitado filho de uma puta e cagüeta… Se fosse, ainda sim, seria natural da minha parte. Pois se é para roubar: a todos a parte que lhes é devida. As minhas razões não importam, interessam os fatos. Não querem greve e muito menos “o chio”. E, menos ainda, que se desmontem os grandes esquemas de corrupção. Assim, acabam com o Fórum mentindo desavergonhadamente. E velho mentiroso e sem vergonha é o fim da picada…digo velhos….a palavra idoso emprego para gente respeitável. E Santos é sede de Departamento… presumindo-se seguir o uso e costume da DGP, posto a legislação não seja obedecida. Assim, posso acreditar não ser diferente noutros Departamentos. O Senhor Governador deveria conhecer a Polícia, ou então deixar o seu suposto projeto de chegar a Presidência para outra encarnação. E como há diletantes nesta Carreira… Trabalhando por amor….Por espírito público….Gente rica….Empresários bem sucedidos….Herdeiros….herdeiros de Delegados. Mas qual o tipo de Delegado que deixa fortuna para os filhos? Podem me fornecer a receita?