Dark Horse – O filme de quem “bate carteira e grita pega ladrão”…A ilegal recusa dos Peritos do IC , um caso para a Corregedoria esclarecer se a culpa é do Chupe-Chupe , teve grana ou promessa de promoção 9

Ao negar examinar aparelhos por defeito no invólucro sem acionar a Corregedoria Geral da Polícia Civil , o IC-SP pode ter destruído provas em vez de preservá-las ; e agora precisa explicar por quê

A recusa de peritos do Instituto de Criminalística de São Paulo (IC-SP), em 3 de junho, de receber mais de uma dezena de aparelhos apreendidos em endereços ligados a Karina da Gama, dona da Go Up Entertainment, é um dos episódios mais graves da investigação sobre “Dark Horse”.

A imprensa tratou o caso como falha da Polícia Civil.

Não é.

É, a nosso ver, erro do órgão pericial — se não houve dolo — que pode ter comprometido de forma irreversível a utilidade probatória do material.

No termo de recusa, uma perita afirma que os invólucros apresentavam abertura suficiente para cabo de alimentação e transferência de dados, permitindo manipulação.

Também aponta “defeito formal no invólucro plástico” ( “sic” ).

O número de dispositivos varia: 13, segundo O Globo; entre 15 e 18, segundo UOL, R7 e Jovem Pan. O fato é o mesmo: celulares, notebooks e pen drives com lacre numerado aparentemente íntegro, mas com abertura para acesso ao conector.

Os peritos devolveram o material à Polícia Civil, que determinou novo lacre e reenvio posterior.

Aqui está o problema.

Diante de falha que poderia permitir manipulação, o correto não era recusar o exame.

Era receber, documentar, fotografar, preservar o invólucro original e acionar imediatamente a Corregedoria Geral da Polícia Civil ou , se nela não confiam , o Ministério Público.

Havia vestígios de infração disciplinar e possível fraude processual; o dever de apurar não é discricionário.

O perito deve realizar a perícia, descrever no laudo a irregularidade e examinar o material como recebido. Nada disso teria sido feito.

Pior: ao devolver para novo lacre, eliminou-se a chance de examinar a própria falha.

Vestígios no plástico original, posição da abertura, marcas de acesso, resíduos — tudo se perde no reacondicionamento.

A perícia poderia ter analisado logs, conexões USB e metadados para confirmar ou afastar manipulação. Ao não fazer, o IC-SP impediu que se soubesse, com rigor técnico, se houve ou não fraude.

Saquinho de Chupe-Chupe

Também foi ignorada a hipótese acidental.

O invólucro é um saco plástico comum, com lacre numerado — mais apropriado para uso doméstico ou para fabricar “chupe-chupe” do que para transportar notebooks e celulares.

A abertura pode ter resultado da fragilidade do material, não de manipulação intencional.

Mas essa hipótese só se confirma com exame do invólucro original, descartado na reembalagem.

De qualquer forma , o procedimento legal deveria ter sido : receber e registrar conforme determina o Código de Processo Penal ; comunicar a Corregedoria e MP; periciar os dispositivos conforme a requisição ; só depois o Judiciário , sob o contraditório , valorar a prova.

O que houve foi o inverso: descarte da oportunidade de investigar o próprio defeito, ausência de controle externo e novo lacre pela mesma delegacia .

Se a intenção era proteger a investigação, o efeito prático foi o oposto: criou-se uma lacuna que beneficia qualquer defesa que alegue quebra da cadeia de custódia.

Aqui está o cerne da crítica que sustentamos neste artigo

O dever de apurar imediatamente irregularidade no serviço público não é uma faculdade discricionária; é norma obrigatória reproduzida em todos os estatutos disciplinares de corporações policiais no país, no mesmo sentido do Art. 63 , IV , da Lei Orgânica da Polícia Civil de São Paulo : não tomar as providências necessárias ou deixar de comunicar, imediatamente, à autoridade competente, faltas ou irregularidades de que tenha conhecimento.

Com efeito , a narrativa jornalística trata de hipótese de eventual fraude processual; crime que , no caso , certamente só poderia ter sido praticado por policial que recebeu vantagem material ( grana ) ou tem interesse pessoal no resultado da investigação ( de ser promovido blindando políticos corruptos ligados a ORCRIM ) .

Perito não pode recusar receber e examinar objetos de prova

A interpretação superficial do Código de Processo Penal , em matéria da prova e cadeia de custódia, Capítulo II – artigos 158 a 184 , reforça que:

O perito criminal tem o dever de realizar a perícia sempre que for acionado pela autoridade (como o delegado ou o juiz).

Se ele perceber que o material chegou com sinais de adulteração, violação ou sem o lacre correto, ele não pode se recusar a trabalhar.

Especialmente a pretexto de supor eventual possibilidade de manipulação do invólucro da prova e pretensa quebra da cadeia de custódia.

O correto é materializar descrevendo , no respectivo laudo , o vício e se a irregularidade foi culposa, dolosa ou acidental; e que prejudicou ou impossibilitou a análise.

O perito deveria ter realizado o exame dos aparelhos na situação em que o material se encontrava.

Descrevendo detalhadamente em laudo pericial todas as irregularidades visíveis (como lacre rompido ou embalagem rasgada).

Nada disso foi feito, ao que indicam as informações públicas disponíveis até aqui.

A irregularidade permaneceu oculta , mantendo o incidente dentro da Polícia Civil, sem qualquer controle externo e sem a efetiva realização do exame pericial.

Em prejuízo da sociedade e benefício dos criminosos !

Obviamente , diante das falhas , os bolsonaristas empregarão a tática de quem bate a carteira e sai correndo gritando “pega o ladrão, pega o ladrão”

Se, como sustentamos, o correto era receber os aparelhos, documentar a falha, preservar o invólucro original e acionar imediatamente a Corregedoria e o Ministério Público, a recusa seguida da devolução para novo lacre assume contornos muito mais graves: o que se vê, então, pode ser exatamente aquela tática de quem bate a carteira e sai correndo gritando “pega o ladrão, pega o ladrão” !

Aponta-se o defeito da embalagem, possivelmente causado pelo próprio material ordinário fornecido pela administração, para não se examinar o conteúdo, devolve-se a prova, destrói-se a chance de periciar a falha e ainda se posa de guardião da cadeia de custódia.

Como não agiram como deveriam, os peritos do IC-SP devem agora ser investigados em sede criminal e administrativa, não para condenação antecipada, mas para que se apure se houve mera negligência, erro técnico ou dolo, e se a conduta se enquadra em fraude processual, prevaricação, omissão de comunicação de irregularidade ou outro ilícito funcional.

Bolsonaro como todo verme se agarra no velho truque policial/militar: BAIXAR NA ENFERMARIA COMO 13…Só canalhas o defendem! 6

Não resta mais qualquer dúvida de que Jair Bolsonaro é um bandido mentiroso, e as suas desculpas esfarrapadas só comprovam isso.

Bolsonaro – como um verme covarde – ensaia o velho truque da “insanidade conveniente” para se livrar do vexame …

Da cadeia não vai sair tão cedo!

O capitão é uma vergonha para o Exército Brasileiro e para todos os que acreditaram nesse ser pusilânime .

Me fez lembrar da minha própria história quando orientado a alegar problemas mentais e emocionais para não sofrer penalidades disciplinares .

O Flit Paralisante, quando intimado – nas devidas proporções – a se submeter a esse mesmo espetáculo, recusou.

Melhor assinar a própria demissão com honra do que assinar laudo atestando falta de caráter e covardia travestida de “doença”.

Na polícia, o roteiro é batido: pego em flagrante, aciona-se o combo “surtou / é 13 / baixa enfermaria”, e a farsa médica entra para amortecer culpa e processo.

Delírio !

Usou drogas ?

Eu conheço  o script melhor do que qualquer psiquiatra de plantão, porque vi  isso de dentro : na carne, na corregedoria e nos bastidores  dos comentários maldosos onde os laudos informais nascem antes do diagnóstico especializado.

No meu caso,  quando bateram na minha porta com uma requisição para me apresentar para perícia médica ,  desconfiei que a máquina tentava  o mesmo número teatral : intimar, empurrar exame de “insanidade”, encaixar o Delegado que saiu do cercadinho mental  na gaveta dos “instáveis” e, assim, desmoralizar o que não conseguiram rebater no campo das ideias.

A “insanidade conveniente” não era uma saída que o subscritor estava considerando, mas sim um enquadramento que a instituição tentava  nos impingir .

A perícia não era para ajudar, mas para enquadrar e descredibilizar perpetuamente.

Reconheço que do ponto de vista de manter um razoável salário e aposentadoria até seria a escolha mais racional …

Mas em vez de deitar-se no divã para fazer papel de réu dócil, escolhemos o caminho mais caro e mais raro: negar o teatro, aceitar o risco, segurar a própria biografia sem carimbo psiquiátrico salvador.

Há quem se agarre ao cargo, ao contracheque e à farda ( é muito comum entre os militares se passar por loucos ) ; o Flit , verdadeiramente , preferiu sair pela porta dos fundos da administração, mas pela porta da frente da história.

Demitido, sim; desonrado, jamais!  

Porque nada se compara à vergonha permanente de quem, para salvar o próprio pescoço, topa vestir camisa de força moral e fingir loucura onde sempre houve plena consciência.

Demitido , mas inteiro!

Ainda que digam : TROUXA !

Se Bolsonaro hoje flerta com o álibi da confusão mental e terceiriza culpa para assessores, povo, “sistema” ou até o Diabo ( bem ao estilo de certos cristãos ) , o Flit Paralisante fez o movimento inverso: puxou para si a responsabilidade de não se deixar envergonhar , não se calar e não se deixar carimbar como incapaz.

O ex-presidente  é um covarde …

O maior covarde da história do Brasil!

Sem qualquer falsa modéstia: fui  um simples Delegado de Polícia com D maiúsculo, daqueles que preferem perder a matrícula a perder a espinha dorsal e arrastar todos os pares para a vala da covardia!  

De cerviz baixa só pelo tempo !

Com todas as dores,  ainda sim prefiro a morte do que uma velhice dependente de compaixões ou interesses na minha conta bancária …

Escolhi  carregar – com os meus filhos –  o peso do próprio nome.

Porque, no fim, o verdadeiro exame de insanidade não é o do Fórum: é olhar no espelho e conseguir sustentar o que fez.

Você passa nesse teste?

FUX ajusta voto aos interesses dos viralatistas e do bolsonarismo golpista …Garantido o seu VISA , mas traindo como se um Judas fosse a Democracia , a Constituição e o STF 21

Novo artigo noFlit Paralisante: análise crítica do voto do ministro Luiz Fux no STF.
Embora apresentado como técnico, o voto favorece interesses políticos e das defesas dos réus, com teses de incompetência do STF, excesso de acusação e discussão sobre competência do Plenário.
Contraditório e seletivo, o posicionamento de Fux ignora que ele próprio ajudou a consolidar e abre brechas para enfraquecer julgamentos dos ataques contra a democracia.

Leia a análise completa:
👉 FUX ajusta voto aos interesses dos viralatistas e do bolsonarismo golpista Mais ajuda…

¡Le bozonarisme est la crème de la crème des excréments! – O Bolsonarismo planeja outro Golpe de Estado fabricando crise entre os Poderes …Se as nossas FFAA não atuarem Trump virá com as suas tropas na defesa da nossa liberdade 2

No Flit Paralisante, o julgamento de Bolsonaro virou espetáculo tragicômico: ministros desfilam como super-heróis de toga, enquanto o ex-presidente tenta transformar desafetos em suspeitos – tudo porque passou anos atiçando inimizade e debochando as vítimas da pandemia. No meio da lama dos autos, volume insano de provas rende acusações de “cerceamento de defesa”, mas até IA entra no jogo. O STF repele tentativas de manipulação, enquanto deputados bolsonaristas tramam anistias impossíveis e militares defendem seu pedaço do poder. É mistura de tragédia, pastelão e sarcasmo – imparcialidade mesmo, só a morte! No Flit, nada escapa da crítica ácida, nem o jogo de bastidores, nem o patriotismo viralatista. Mais ajuda…

O mamador de pica dos americanos…Bolsonaro afirma que a maioria de imigrantes não tem boas intenções por ser de família de italianos…Ele sabe na prática que a maioria é ladrão mafioso, né? 66

Bolsonaro diz que maioria de imigrantes não tem boas intenções e que apoia muro de Trump

Presidente manifesta apoio ao mandatário americano durante entrevista à Fox News

— A grande maioria dos imigrantes em potencial não tem boas intenções nem quer o melhor ou fazer bem ao povo americano — afirmou.

— Eu gostaria muito que os EUA levassem adiante a atual política de imigração, porque em larga medida nós devemos a nossa democracia no Hemisfério Sul aos Estados Unidos.

Jair Bolsonaro concede entrevista à Fox News em Washington, nos EUA, nesta segunda (18)
Jair Bolsonaro concede entrevista à Fox News em Washington, nos EUA, nesta segunda (18) – Reprodução
São Paulo

O presidente Jair Bolsonaro, que está em Washington, nos Estado Unidos, afirmou que apoia a ideia do mandatário americano Donald Trump de construir um muro na fronteira do país com o México, e que a maioria dos imigrantes não tem boas intenções.

“Nós vemos com bons olhos a construção do muro”, afirmou Bolsonaro em entrevista à Fox News, nesta segunda (18). “A maioria dos imigrantes não tem boas intenções.”

A declaração de Bolsonaro foi feita no mesmo dia em que o presidente dispensou os cidadãos dos Estados Unidos da necessidade de visto para viajar ao Brasil. A dispensa também vale para os visitantes da Austrália, do Canadá e do Japão.

Neste sábado (16), o filho do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que acompanha o pai nos EUA, deu declaração polêmica sobre imigrantes. Segundo ele, os brasileiros que vivem ilegalmente no exterior são uma preocupação do governo porque são “uma vergonha” para o país. “O brasileiro que vem pra cá [EUA] de maneira regular é bem-vindo. Brasileiro ilegalmente fora do país é problema do Brasil, é vergonha nossa”, declarou.​

Sobre a situação da Venezuela, o presidente disse à Fox que o Brasil tomaria rumo parecido se continuasse sendo comandado por governos petistas. Pouco antes da entrevista, durante discurso, Bolsonaro disse que o Brasil conta com o apoio e a capacidade bélica dos Estados Unidos para “libertar o povo” da Venezuela.

Ao ser comparado com Trump pela jornalista Shannon Bream e de ser chamado de “Trump dos Trópicos”, Bolsonaro sorriu e disse que sempre admirou Trump.

Ao ser questionado sobre o vídeo obsceno que publicou em sua redes sociais no Carnaval, Bolsonaro disse que queria mostrar o que estava acontecendo. “Esse vídeo já estava circulando na internet e compartilhei para mostrar como o Carnaval estava acontecendo.”

Bolsonaro também rebateu acusações de que teria ligação com milícias e a com o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (Psol), há um ano. Um dos acusados pela morte, o policial reformado Ronie Lessa, mora no mesmo condomínio em que o presidente tem casa.

“Sou um capitão do Exército brasileiro e parte dos oficiais da polícia do Rio de Janeiro são grandes amigos meus. Por coincidência, um desses suspeitos de ter matado a Marielle não era na verdade vizinho meu, mas morava do outro lado de uma outra rua [do condomínio]​. Só descobri que ele vivia lá depois de ver as notícias.


A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, terno e texto

O mamador de pica dos americanos…

Bolsonaro afirma que a maioria de imigrantes não tem boas intenções por ser de família de italianos…

Ele sabe na prática que a maioria é ladrão mafioso, né?

Ou será que esse racista descompensado se refere apenas aos hispânicos ?

Desculpem-me a grande maioria dos italianos honestos, mas a ascendência desse aqui,  certamente,  não valia nada!