Quanto mais se reza, mais assombrações aparecem.
A combalida e sofrida classe dos Delegados de Polícia, ao que tudo indica, inicia suas atividades sob a sombra da fraude, pois as novas e recém nomeadas Autoridades Policiais nem saíram da ACADEPOL e já estão envolvidas em histórias mal contadas (isso para dizer o mínimo).
Constatamos, pasmos, que os recém nomeados Delegados de Polícia foram inseridos pela atual Gestão da ADPESP, de maneira irregular, como associados miseráveis, posto que ali constam (sórdida e ilegalmente) como ISENTOS dos pagamentos das mensalidades associativas desde o mês de março de 2020.
Isso, até Deus sabe quando.
E, acrescente-se, podendo usufruir de todas os direitos que detém os demais associados, em igualdade de condições.
E, aqui, vem o pior de tudo, situação que causa asco, a atual Gestão da ADPESP, que está concorrendo à reeleição como Chapa 1, autorizou esses mesmos “associados” a votarem nas próximas eleições que elegerão a Diretoria Executiva para o triênio 2020/2023, sem terem eles pago qualquer, uma única, mensalidade.
Esses “associados”, inclusive, estão recebendo a correspondência destinada aos votos a serem apresentados via Correios, o que levanta a principal suspeita: seria compra de votos?
Ora, a não ser esse, qual outro seria o motivo ensejador de tal “benesse” a esse grupo de novos profissionais incentivados a votar, posto que jamais na história dessa Associação temos fato semelhante e de tal envergadura?
E, coincidentemente, exatamente no ano em que ocorre uma eleição de importância ímpar e na qual participa, repita-se, a atual Gestão visando sua reeleição?
Essa isenção espúria, que fere o caixa da instituição e gera ônus inaceitáveis aos demais associados, deve ser investigada e aquele que a autorizou deve responder pelo ato até as últimas consequências.
E, ainda, o que fez a Comissão Eleitoral, que nenhuma providência tomou para reparar essa horripilante ilegalidade?
Será que a Comissão caminha pari passu com a ilicitude constatada, ou se trata de outra vítima de uma maquiavélica trama visando uma eleição viciada e de cartas marcadas?
Esses “beneficiados” estão usando os serviços da entidade a custo zero.
Não há autorização estatutária para isenção de qualquer natureza e ao que consta, nenhuma Assembleia foi realizada para autorizar a “caridade”.
O atual presidente e diretores , “os meninos” , estão se achando “donos” da ADPESP.
O que diz o Kifuro?
Deve haver algumas razões para tanto desespero e para usarem expedientes escusos para continuarem mais três anos, além da mamata e da colônia de férias que transformaram a entidade.
Diante da amostra dada pela compra de votos (com o dinheiro alheio), imaginamos o que tem escondido ali….
A escola do tio Domingos foi boa – padrinho da atual diretoria – quem sabe nos próximos 42 denunciados pelo MP, não estejam os “apadrinhados” seguindo os passos dos “padrinhos.