1. A Lei de Improbidade deixa bem cristalino:
    Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei (…).
    Ou seja, omissão que ensejar perda patrimonial também é ato de improbidade.
    Pois bem, o dever de fiscalizar a quem é atribuído, apenas a polícia civil?
    No tangente a receita?
    Aplicação legal em partes…

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  2. Por incrível que pareça, o DGP disse hoje que ficou surpreso com a notícia, vez que as “rigorosíssimas” investigações criminais correlatas deflagradas pela Corregedoria Geral da Polícia Civil não provaram nada e e e e e e ARQUIVE-SE.
    Simples assim!
    Excelência, os graves acontecimentos só foram adiantes graças às investigações da Polícia Federal e a postura proativa da promotoria do patrimônio público do MPSP, a depender da Corregedoria da Polícia Civil, desde sempre, o destino seria arquivo morto do Estado.
    Não cutuca onça com vara curta. Se a Polícia Federal decidir aprofundar as investigações com rastreamento de movimentações financeiras dos envolvidos e familiares, evolução patrimonial, quebra de sigilos bancários e telefônicos, etc, o que sabem fazer muito bem, vai ficar pequeno o processo para tanta prova produzida.

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  3. É a justiça de Deus tarda mas não falha ,é que o mesmo pau que bate em Chico também bate em Francisco , não fiz esse comentário para defender bandido ,por mim são todos lixos tanto esses delegados e polícias como também esses criminosos e traficantes ,esses lixos tem que serem varridos da sociedade ,eles são os corsários em disputa com os piratas ,para quem não sabe a diferença de um do outro ,é que o corsário era um ladrão que saqueavam os navios com a permissão do Rei e os piratas roubavam por conta própria .

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    • Se essa moda de afastar delegado pegar…rs
      Precisará abrir certame para repor algumas vagas, certo?

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  4. Centenas de excelentes e bem mais jovens delegados de polícia, com curso superior de polícia concluído, com pretérito funcional e criminal limpos, sem trânsito em crimes contra a administração pública e da justiça, aguardando a oportunidade de serem promovidos a classe especial, sem enxergarem a menor possibilidade de serem promovidos, passam a inatividade graças aos classistas da classe especial, aqueles que ingressam na classe e dela só saem se morrer, forem pra cadeia ou tiverem se arrastando aos 75 anos. Os mais novos, com conhecimentos atualizados e cheios de energia e vontade de trabalhar vão embora para que os velhos permaneçam com duas ou três décadas só na classe especial não somando absolutamente nada para a instituição.

    E isso se repete em todas as carreiras da nossa instituição.

    Senhores deputados estaduais, Senhor governador deste Estado, entidades de classe da nossa Polícia Civil, urge que sejam envidados todos os esforços para que essa ultrapassada Lei Orgânica da Polícia Civil seja alterada, no sentido de fixar em 5 anos, o tempo máximo de permanência na classe especial, quando o ocupante do cargo preencher todos os requisitos para a aposentadoria.

    Suspender a realização de cursos para promoção realizados na Academia de Polícia, até que todos os policiais que tenham concluído o curso com aproveitamento e preencham os demais requisitos sejam promovidos. Hoje, centenas deles se encontram nessa situação. Novos cursos só interessam àqueles grupos que monopolizam as aulas na Academia e que vão continuar enchendo os bolsos de dinheiro num curso desnecessário.

    Só isso pode acarretar a oxigenação da cúpula e dar uma nova dinâmica a nossa polícia, fazendo com que deixe de ser propriedade de duas ou três dúzias de dirigentes.

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  5. Uma coisa é certa, não tem inocente nessa estória. Lembrem-se: Quem se envolve com os porcos come lavagem.

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