Gibi conta história de policiais civis de SP na busca por crianças desaparecidas 21

HQ conta história de policiais civis de SP na busca por crianças desaparecidas

Por Eduardo Ribeiro – Metro São Paulo
 

Nesta trama policial escrita por Gustavo Tertoleone e ilustrada por João Gabriel, dois detetives da Polícia Civil de São Paulo, Luís Nobre e Milton Lobo, são encarregados de investigar uma série de desaparecimentos de crianças. A cada salto narrativo vem uma nova e surpreendente revelação. Além do envolvente roteiro, o suspense ganha força  com a qualidade gráfica, e os desdobramentos da investigação fazem Nobre e Lobo repensarem não apenas a realidade, mas também seus princípios.

Acompanhar a dupla de detetives é mergulhar, sobretudo, na densidade do cotidiano desses corajosos profissionais e deparar com questionamentos como o que faríamos se estivéssemos no lugar deles e qual o limite entre crime e heroísmo, sanidade e misticismo, certo e errado.

Foi preciso muita pesquisa da parte dos autores para compor as diferentes características da Polícia Civil e a estética dos prédios de São Paulo. Tudo foi adaptado de maneira novelesca, o que, de certo prisma, garantiu que a obra se situasse num ponderado limiar entre o realismo e a artificialidade. Estão lá os problemas sociais que todo morador da metrópole sente, na pele e na alma, ao caminhar pelas ruas. Para garantir a fidelidade visual, foram visitadas algumas das locações usadas na história.

Em “Nobre/Lobo”, os raptos e mortes de crianças funcionam como fio condutor, mas são os aspectos que circundam a trama que dão o sabor da leitura. A relação entre os personagens, que faz emergir suas qualidades e defeitos, e como isso afeta a investigação e suas vidas pessoais é que é o barato aqui. No fim, o que parece ser um conto sobre bandidos e mocinhos torna-se uma contundente reflexão sobre responsabilidade e o peso das nossas escolhas.

https://www.metrojornal.com.br/entretenimento/2020/03/09/hq-conta-historia-de-policiais-civis-de-sp.html

  1. 🤣🤣🤣😂😂😂😂
    No Gibi a PC de SP conseguiu investigar e resolver um crime…

    MARAVILHOSO!

    Agora…chama o BATMAN!

    🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

    Aí meu Rim…

    😂😂😂😂😂

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    • Marechal pingão de motomec

      O Gibi é muito bom sim, mas bom para um ladrão do erário como vc, é capelania, cavalaria, restaurante, e todas essas merdas..

      Faz assim zero cana: vai limpar cú de cavalo com seus comparsas.

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    • O próximo será de um Policial Militar. No primeiro dia ele come de graça da na padaria e almoça na empresa local. Pra não passar o dia ocioso, faz uma audiência de custódia, mas o mala ganha Alvará.
      No segundo dia ele intruja uma droga em usuário e leva pro DP, ameaçando o mala que se não ficar quieto e assumir vai intrujar a mãe dele. Após lavrado o flagrante, comemora com o parceiro que vão ganhar uma folga. Aproveitam e comem na padaria de novo.
      O terceiro dia o roteirista pensa em começar com uma blitz, mas não tem certeza… diz que a história ta meio parada e o personagem é um merda.

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    • Esclarecemos tantos crimes como a meganha do Seu Zé é eficiente na prevenção de crimes…kkkkkkkkkkkk

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    • Jamiro fala desse jeito porque aqui em SP a Polícia Civil é desunida devido aos vários cargos existentes que vivem se desentendendo.
      Reestruturação igual aos outros Estados da UF BR.
      Agente de Polícia Judiciária
      Delegado de Polícia Judiciária
      Escrivão de Polícia Judiciária
      União.
      Estrutura de Carreiras da PCESP no Padrão das PCs do Brasil.
      Polícia Judiciária 3 cargos.

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      • A reestruturação já começou faz tempo e o pessoal não percebeu. Ou acham que vão abrir outros concursos que não os de tira e escriba? Lamento pelos colegas agentes na ativa, mas vão ser cozinhados em banho-maria nesse vácuo, até não existir mais ninguém no cargo.

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    • Kkkkkkkkkk.
      Vc é um imbecil q só fala merda mas dessa vez eu TB tenho q rir junto.
      Conseguiram resolver um caso sem tomar uma nota de ninguém!!!! Agora chama o Batman mas fala pra ele vir sem a carteira. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

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  2. Nessa eu vou ter que concordar com o chutador de pombos limpador de curral… Poada pronta mesmo. Detalhe… A carreira policial demonstrada no Gibi seria a determinação correta da carreira de investigador, ou seja, detetive. Até o Gibi sabe… Eita mundo cruel…
    Tomara que o Gibi não nos recorde que esclarecemos apenas 8% dos crimes.

    Pode rir sangue rosa… Tá perdoado, mas se o Gibi fosse da PM seria bem mais engraçado!
    Fico imaginando as aventuras do Choque batendo em Policial, professor e trabalhador. Talvez a “patrulha” rodoviária, canina ou de cavalos combatendo o crime. Também poderia ter a manutenção da segurança do QSA coxinha na frente da padoca… Vixeee… Nem vou continuar. O alvo é fácil demais! RS

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  3. Gibi contando histórias de policiais civis atrás de crianças desaparecidas???!!!! Aaaaaaahhhh sim…tá boooom!!! Ok!!! SIIIIIMMM SENHOR!!!!

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  4. Autor: Orlando Neto

    Entre os policiais, João Doria já é considerado pior do que seu antecessor Geraldo Alckimin (PSDB), e mais odiado do que José Serra (PSDB), aquele que por falta de diálogo e gestão, provocou uma guerra urbana entre as polícias ao lado do Palácio dos Bandeirantes em 2008, que resultou em 25 pessoas feridas.

    Porquê policiais odeiam tanto João Doria? Seria apenas pelo descumprimento da promessa de reajuste salarial?

    A resposta é não!

    “É a demagogia, é a mentira, é o marketing verborrágico de que aqui em São Paulo está tudo bem e que os agentes estão felizes. São as atitudes que mostram traços de maldade e amor ao poder. É a foto compulsória dos homenageados no Policial Nota Dez. É por ser mentiroso”, afirmou um policial civil que não quis se identificar.

    Um dos pontos negativos e cruciais com a tropa foi o episódio “Baile Funk em Paraisópolis”, que fez com que praças da PM, rapidamente traçassem o perfil demagogo e leviano do governador e a falta de proteção funcional que teriam de enfrentar durante o seu mandato. O afastamento de trinta e um policiais e a condução do governo neste caso foram um dos muitos motivos que gerou ontem o pedido de aposentadoria do comandante geral da PM Cel. Marcelo Vieira Salles, um coronel querido pela tropa.

    Também gerou a saída do Cel. José Eduardo Stanelis, que comandava 3000 homens no Vale do Paraíba, e até do corregedor geral da PM-SP, Cel. Marcelino Fernandes, que defendeu os policiais que agiram em Paraisópolis na justiça Militar. A coronel Helena dos Santos Reis também se despediu da tropa da Polícia Militar de Rio Preto, na terça-feira, (28). Ela participou da cerimônia de lançamento do programa Lar Mais Seguro, sua última atividade como oficial.

    Alerta máximo!

    Notícias recentes em grupos de oficiais da PM-SP dão conta de que 16 Coronéis decidiram passar para reserva, acompanhando o Comandante Geral, e mais 20 Tenentes Coronéis e 30 Majores, 10 alunos-oficiais estão se desligando e 220 oficiais preparam saída em massa para a reserva por conta das mentirosas promessas e da conduta de João Doria.

    Nas redes sociais, o núcleo BAEP (Batalhão de Ações Especiais da Polícia) critica o governo Doria acerca da saída de Salles, e de outras autoridades da PM, e isso não é um bom sinal. Aliás, é muito grave. Baixas importantíssimas para manter a tropa unida e insolvível. A tão temida crise nas polícias de SP, que o MBL São Paulo denunciou em outro texto recente, começa a tomar forma e a ganhar força, e o que é pior, no comando da ala militar.

    As reformas da previdência e administrativa, propostas pelo governo de São Paulo e tão necessárias ao equilíbrio fiscal do estado, estão entre os fatores que contribuem para o aumento da tensão entre os agentes de segurança. Quando a remuneração é baixíssima (a pior do país), qualquer privilégio previdenciário ou penduricalho administrativo compensatório subtraído faz falta.

    “Corremos o risco de que o governo faça do serviço policial uma atividade praticamente comissionada. Um passo para a terceirização de serviços essenciais à preços vantajosos, porém, com qualidade ruim.

    Isso é perigoso e favorece a maquiagem de estatísticas criminais para receber mais, sobrecarga dos agentes que podem aumentar erros grosseiros e o próprio mercenarismo. Trabalhar apenas pelo ganho esquecendo a vocação e o amor à profissão. Por isso, a violência policial pode vir a aumentar significativamente”, afirmou um delegado de polícia do interior de São Paulo quando indagado sobre a crise.

    A meritocracia é saudável e sempre será defendida pelo MBL, mas não a que está em vigor em SP. “O bônus por produtividade não pode ser considerado parte do orçamento doméstico dos policiais. Além de reduzido à metade para que fosse pago mais vezes durante o ano, nunca é pago no dia certo e esperado. Ou seja, serve apenas para que o policial apague alguns incêndios no seu parco orçamento doméstico quando vem. Ninguém faz planos com ele”, afirmou o mesmo delegado.

    Quando se fala em salários, Rodrigo Garcia, vice-governador, que é tão odiado quanto João Doria pelos policiais, diz que é um reconhecimento pelos trabalhos realizados, e isso foi mal recebido pelos policiais na sua forma de pensar, poderiam trabalhar de graça recebendo apenas parabéns pelos atos notáveis. E se relacionarmos ao custo de vida em SP, o “reconhecimento” aqui é o pior de todo o Brasil.

    Não há perspectivas de melhoria para esta situação. Nada indica que Doria mudará sua conduta. Provavelmente, não cumprirá as promessas feitas aos policiais e tentará enganar os paulistas com benesses mentirosas em troca de votos para presidente. Até agora, o governo se mostrou descrente de que uma crise possa atingir as polícias paulistas. O que preocupa muito é que a polícia já sabe disso.

    Não há nenhuma surpresa, “Doria é previsível”, disse um cabo da polícia militar da capital com 18 anos de profissão e que enxerga como bombásticas as saídas para a reserva dos coronéis citados acima. “O objetivo de Doria é sucatear o serviço público ao máximo, para se lançar candidato à presidência com a máxima da austeridade fiscal do estado deixando uma dinamite com pavio aceso para o seu sucessor”, afirmou o cabo.

    Fato é que hoje, policiais mais temem do que anseiam por qualquer anúncio de melhorias declarado por Doria. A economia do estado mais rico da nação poderá crescer, mas os serviços públicos perderão progressivamente a qualidade e eficiência. Estão entregues, apagando incêndios e sem comando, ou melhor, pautados por ordens absurdas e inviáveis de serem cumpridas dadas ao enxugamento errôneo nesta pasta de suma importância.

    A questão é: Doria não tem mais força como chefe maior das tropas, e estamos à mercê do que a polícia ainda consegue suportar?

    O MBL é claramente a favor do equilíbrio fiscal das contas públicas, mas luta categoricamente contra à precariedade dos serviços públicos e condena os absurdos praticados na pasta da segurança pública noticiados à nossa equipe de redação.

    O que se conclui é que Doria ainda não sabe gerir recursos humanos na esfera pública, sua pequena passagem pela prefeitura da capital paulista ainda o deixa longe de entender os mecanismos que impulsionam os servidores à produção. Cada ano de sua gestão destrói um pouco mais do que resta das instituições que mais atendem à população, em especial, a mais pobre.

    Contudo, odiar à João Doria não é mais um sentimento que une apenas policiais de SP. O governador mineiro Romeu Zema (NOVO), deu, de forma escalonada, um reajuste de 41% aos policiais mineiros. Algo que os policiais de SP acreditavam que iria ocorrer, até em porcentagens mais elevadas por aqui, visto que recebem em comparação a outros estados, até absurdos, um terço dos seus vencimentos.

    Entretanto, João foi até lá e fez duras críticas ao governador mineiro por esta atitude, e publicamente, tentou dissuadi-lo. Isso chamou a atenção de policiais de todo o Brasil, inclusive dos federais que solidários e preocupados, repudiam a possibilidade de vir a tê-lo como chefe. Importante deixar claro que, Minas Gerais está quebrada, classificamos a atitude do governador mineiro totalmente irresponsável sob o ponto de vista fiscal. E sobre o aumento, mesmo escalonado, será de difícil execução. Atitudes como esta de João Doria, só contribuem para o aumento das tensões entre ele e os policiais de todas as corporações.

    Existe uma convocação nacional dos policiais mineiros circulando pelos grupos policiais Brasil à fora, e compartilhada pelo senador Major Olímpio (PSL), agendada para o próximo dia (21), onde queimaram um caixão simbolicamente nomeando Doria como inimigo número 1 das polícias brasileiras.

    O senador Major Olímpio, é autor de projetos de lei que propõem a anistia de todos os policiais grevistas e amotinados, demonstrando o tóxico poder político que a “bancada da bala” tem exercido. O senador tem atuado como um sindicalista da classe policial no congresso, propondo e defendendo a anistia à atos criminosos cometidos por policiais, o que definitivamente, vai contra a conduta que se espera de um senador da república.

    Sem segurança de qualidade, muita maquiagem, e seguindo ventos midiáticos para punir ou elogiar policiais, vamos acompanhando e noticiando a instabilidade na segurança pública de SP e a progressão da crise, denunciando todas as ingerências que vierem ao conhecimento da nossa equipe.

    O papel do MBL neste momento, é denunciar a crise latente na segurança pública de São Paulo, fiscalizar, cobrar e apontar os erros da atual gestão do estado. Jamais iremos nos colocar à favor de privilégios previdenciários e penduricalhos administrativos compensatórios e a baixa remuneração oferecida.

    Com essas denúncias à gestão marqueteira do nosso governador João Doria, esperamos contribuir para evitar o colapso na segurança pública, fortalecendo assim o elo mais fraco da corrente que é o povo paulista.

    Revisores: Rodrigo Vieira e Felipe Donadi.

    Fonte: G1, Folha de SP e site delegados.

    JOAO DORIA
    POLICIAIS
    SÃO PAULO
    SEGURANÇA PÚBLICA

    © MBL News — Movimento Brasil Livre

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    • Ninguém é insubstituível, se preenche os requisitos para passar para a reserva que o façam, haverá uma oxigenação necessária. Com um índice alto de desemprego não faltaram candidatos a esses cargos públicos. Além disso deveria se exterminar tanto a estabilidade quanto a vitaliciedade, em cargos públicos, duas excrescências jurídicas, que desprestigiam a produtividade.

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  5. Eita porra!
    A pessoa que escreveu essa matéria bem que podia dar informações de como se adquire a obra, de modo a ajudar os autores policiais na venda. Caramba! Tem que desenhar?!

    Corintiano vota em Corintiano!

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  6. Poderia ter o vilão Doriana Escorregador.
    Aventuras conecando conserto da vtr e matando baratas no DP.

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