SEM ANOS DE PERDÃO…Casa do ex-prefeito de Guarujá é invadida por bando armado 8

Terça-feira, 18 de maio de 2010 – 19h34
Casa do ex-prefeito de Guarujá é invadida por bando armado
De A Tribuna On-line 

A casa do ex-prefeito de Guarujá, Farid Madi, e da deputada estadual Haifa Madi (PDT), localizada na Enseada, foi invadida na noite de domingo por uma quadrilha que levou dinheiro, joias, relógios, celulares, notebooks e outros aparelhos eletrônicos.

O casal e os seus três filhos não estavam no imóvel. A deputada comunicou o roubo na Delegacia de Guarujá, na segunda-feira. Segundo ela, a maioria dos ladrões estava armada e apenas dois caseiros se encontravam na residência.

Mediante ameaça de morte, o bando roubou três notebooks das marcas Sony, HP e Lenovo, quatro celulares, várias joias, 24 relógios de pulsos de grifes famosas, DVD player, tocador de áudio iPod, monitor de vídeo de 19 polegadas e R$ 5 mil. O notebook Lenovo pertence à Assembleia Legislativa. Até agora, a identidade dos ladrões permanece ignorada.

A coisa tá preta na região de Franca/Ribeirão Preto 8

Assunto: A coisa tá preta na região de Franca/Ribeirão Preto
Para: dipol@flitparalisante.com

Se continuar desse jeito não vai sobrar muita gente pra contar história e … ser promovido!

Seguem matérias.

Polícia
Terça-feira, 18 de maio de 2010
ESCÂNDALO NA POLÍCIA
Corregedoria afasta delegado por suspeita de furto
A Corregedoria da Polícia Civil pediu o afastamento do delegado titular do 2º DP, Benedito Carlos Quiodeto, 52, e do investigador Antônio Amaro Crispim, 44, do 3º DP, de suas funções nos distritos. Os dois perderam seus distintivos e armas no último dia 27 e, desde então, estão limitados à realização de serviços burocráticos junto à Delegacia Seccional de Franca. A restrição ao trabalho dos policiais é resultado da conclusão das investigações sobre o envolvimento deles no furto de quatro máquinas caça-níqueis, que estavam guardadas dentro do pátio de veículos da Seccional de Franca, no dia 22 de maio de 2008.

De acordo com o delegado corregedor do Deinter 3, Marcos Camargo Lacerda, a conclusão e o envio do inquérito ao Ministério Público não parou a apuração interna do caso pela polícia. “Como verificamos indícios de que eles teriam cometido irregularidades, continuamos a investigar”, afirmou ontem o policial ao GCN Comunicação. O levantamento de informações culminou com a instalação de um processo administrativo e disciplinar no fim do mês passado. “Os dois foram afastados para que possam se dedicar exclusivamente à defesa e para não interferirem na produção de provas”, disse o corregedor da Polícia Civil.

A Corregedoria tem 90 dias, prorrogáveis por mais 90, para concluir o processo. Se forem declarados culpados, os policiais podem receber punições que vão desde advertência e repreensão até demissão.

Desde o início deste mês, Quiodeto atua no Setor de Identificação da Polícia Civil – responsável pela emissão de RGs e certidões de Antecedentes criminais. O inspetor Antônio Amaro Crispim foi transferido para a delegacia seccional.

PROCESSO CRIMINAL
Paralelamente à apuração interna da Polícia Civil, a Justiça recebeu, em setembro do ano passado, a denúncia feita pelo Ministério Público contra o delegado e o investigador. Este mês, o processo chegou à 1ª Vara Criminal de Franca. “O MP agora toma ciência do desenrolar do processo e eles deverão ser citados”, disse o promotor Cláudio Escavassini.

O crime do qual os policiais são suspeitos aconteceu no dia 22 de maio de 2008. Por volta das 22 horas, dois homens invadiram o pátio de veículos da Delegacia Seccional de Franca e roubaram quatro máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas durante operações anteriores. Na época, Quiodeto era titular do 1º DP e Crispim, chefe dos investigadores. Ambos foram removidos da unidade em que trabalhavam porque havia indícios de que teriam facilitado a ação dos ladrões. Os dois estavam de folga no dia do furto, mas foram vistos por uma testemunha transportando os equipamentos da delegacia para o local de onde elas foram subtraídas horas depois. Na época, Quiodeto admitiu em entrevista ter ido à delegacia para resolver problema particular e aproveitado para colocar as máquinas na garagem. A alegação é de que atrapalhavam o atendimento ao público.

Ontem à noite, a defesa dos policiais falou sobre o caso. “A defesa está constituída e plenamente segura da improcedência das acusações e o alarde exagerado da situação traz prejuízo à presunção de inocência e eventualmente prejuízos irreparáveis. Por isso, é preciso cautela para não se fazer juízos antecipados”, afirmou o assistente de defesa, Adauto Casanova, que age junto com o advogado Reginaldo Carvalho.

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  • Justiça nega pedido de liberdade de agente
  • Tribunal mantém condenação de investigador francano
  • http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=56545&materia=Corregedoria%20afasta%20delegado%20por%20suspeita%20de%20furto

    Policiais estão na mira da Corregedoria

    Número de investigados em Franca chega a cinco e agora até Seccional de Ribeirão está na lista

    Da Redação/DF

    A Corregedoria da Polícia Civil parece nunca ter trabalhado tanto como agora. Nos últimos dias o órgão esteve à frente da apuração de algumas denúncias que movimentaram Franca e cidades da região.
    Primeiro foram presos dois policiais acusados de cobrarem propina para não efetuarem uma prisão. Depois foi a vez da Justiça manter a condenação a um investigador acusado de cobrar R$ 10 mil para liberar uma cargha roubada.
    Em seguida surgiu a informação de que um delegado e um policial foram afastados de suas funções porque são investigados por furto, pois teriam retirado da Delegacia Seccional de Franca duas máquinas caça-níqueis. E agora a mais nova denúncia vem de Ribeirão Preto, mas envolvendo um policial que fez carreira em Franca, onde atuava até pouco tempo.
    De acordo com jornais da vizinha cidade, a Corregedoria da Polícia Civil investiga o delegado Seccional de Ribeirão Preto, Wanir José da Silveira, por enriquecimento ilícito. Na semana passada, o delegado pediu afastamento do cargo alegando problemas familiares e de saúde. O motivo seria estresse.
    No entanto, reportagem publicada na edição de ontem do Jornal da Cidade, de Ribeirão Preto, aponta que nos corredores dos distritos policiais de Ribeirão começou a circular outra versão. Ele teria sido convidado a se afastar por causa do processo que tramita na Corregedoria da Polícia Civil.
    “Apuramos o caso a fim de comprovar se as acusações contra o então delegado seccional são verdadeiras. Esta investigação serve também para demonstrar, em caso contrário, que não houve crime algum. A investigação também é uma garantia de defesa de quem é averiguado”, afirmou ao jornal o delegado da Corregedoria de Ribeirão, Marcus Lacerda, confirmando assim que a investigação realmente existe.

    Outros
    O delegado titular do 2º DP, Benedito Carlos Quiodeto e o investigador Antônio Amaro Crispim, do 3º DP, foram afastados de suas funções pela Corregedoria. A decisão foi tomada no final do mês de abril e desde então os policiais estão autorizados a realizar somente trabalhos internos nos distritos policiais de Franca.
    A medida foi tomada depois da conclusão dos trabalhos de investigação que apuram o envolvimento deles em furto de máquinas caça-níqueis, que estavam guardadas no pátio da Delegacia Seccional de Franca.
    O caso se deu em maio de 2008. De acordo com o delegado corregedor do Deinter 3, Marcos Camargo Lacerda, foram detectados indícios da participação deles no caso.
    O delegado Quiodeto está prestando serviços no Setor de Identificação da Polícia Civil e o investigador foi transferido para a Delegacia Seccional.

    http://www.diariodafranca.com.br/conteudo/noticia.php?categoria=8
    http://www.diariodafranca.com.br/conteudo/capa.php

    Polícia
    Domingo, 16 de maio de 2010
    PEDIDO DE PROPINA
    Juiz determina prisão de outro policial
    Mais um policial civil foi preso na manhã de ontem em Franca. O investigador trabalhava no 2º DP e era parceiro do agente CAAF, 42, preso em flagrante pela Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, no início da noite da última quinta-feira, suspeito de receber propina para não cumprir um mandado de prisão. Naquela noite, o investigador foi ouvido apenas como testemunha no caso e liberado pelo delegado corregedor Leonardo Isper Nassif Balbim.

    Poucas horas depois, o juiz da 1ª Vara Criminal de Franca, Luciano Franchi Lemes, determinou a prisão do segundo policial. O investigador também passou a ser suspeito de ter praticado concussão – ato de exigir para si ou terceiros dinheiro ou vantagem indevida em razão de sua função.

    Às 9h30 da manhã do último sábado, o GCN Comunicação encontrou o advogado Bruno Aguiar de Oliveira, contratado para defender o investigador, saindo da Regional do Ministério Público. Ele confirmou a prisão do policial, ocorrida no início da manhã e informou que iria naquele momento ao Fórum “Alberto de Azevedo” pedir a revogação ou o relaxamento da prisão.

    Duas horas depois, por telefone, Oliveira disse ter acabado de sair de uma reunião com o delegado corregedor em Ribeirão Preto para discutir o caso. “Também conversei com meu cliente que estava em Ribeirão e à tarde foi transferido para o presídio da Polícia Civil, em São Paulo”, disse o advogado. A reportagem confirmou com funcionários da Corregedoria a realização da reunião, mas Balbim não foi encontrado para falar sobre o caso.

    Às 12h30, dois promotores de Justiça foram encontrados trabalhando no Fórum, mas preferiram não se manifestar sobre a questão. Segundo eles, nem a Polícia nem a Promotoria pediram a prisão do investigador, que teria sido fruto de uma iniciativa do juiz. “Quando ocorre uma prisão em flagrante, tanto a promotoria quanto o juiz são comunicados. Quando recebeu a comunicação, ele entendeu que os dois policiais deveriam ser presos, mesmo com o aval da Corregedoria e o MP para a prisão de apenas um deles”, explicou um dos promotores, que pediu anonimato.

    Ainda segundo eles, o caso deve ser acompanhado pelo promotor de Justiça José Lourenço Alves, da 2ª Vara Criminal até que a polícia conclua o inquérito e o remeta ao MP. O promotor deve avaliar, então, a possibilidade de uma intervenção do Gaeco (Grupo de Atuação Especial para Prevenção e Repressão ao Crime Organizado) no caso.

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  • Intervalo de 36 horas separou prisões
  • http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=56494&materia=Juiz%20determina%20pris%E3o%20de%20outro%20policial

    Polícia
    Sexta-feira, 14 de maio de 2010
    POLÍCIA CIVIL
    Investigador de polícia é preso acusado de cobrar para não cumprir mandado de prisão
    Fernanda Bufoni
    da Redação
    Barros Filho
    da Redação

    A Corregedoria da Polícia Civil do Estado de São Paulo prendeu em flagrante, no início da noite de ontem, o investigador Carlos por concussão – ato de exigir para si ou terceiros dinheiro ou vantagem indevida em razão de sua função. Ele é acusado de receber propina para não cumprir um mandado de prisão. A corregedoria preferiu não revelar o nome completo, mas infomou que Carlos é policial há 18 anos e, atualmente, trabalhava no 2º Distrito Policial.

    Segundo o delegado corregedor Leonardo Isper Nassif Balbim, a polícia recebeu uma denúncia anônima de que policiais teriam exigido dinheiro em troca do não cumprimento de um mandado de prisão cível (falta de pagamento de pensão alimentícia) expedido contra um comerciante de Franca, dono de um estacionamento na Avenida Dr. Hélio Palermo. “Conseguimos provas do recebimento do dinheiro, além do relato da vítima e de testemunhas que estavam no local e presenciaram o policial deixar de cumprir o mandado”, disse o corregedor ao GCN Comunicação.

    Uma testemunha, que pediu para não ser identificada e estava no local na hora do crime – aproximadamente às 11 horas -, contou à reportagem que a vítima devia cerca de R$ 8 mil em pagamentos atrasados de pensão alimentícia e tinha um mandado de prisão expedido contra ela. Para não prendê-la, Carlos exigiu R$ 1 mil. “O valor foi pago em cheque”, disse a testemunha.

    De acordo com a polícia, foi exatamente este documento que comprovou, no início da tarde, o pagamento de propina.

    Carlos trabalhava com outro investigador, que não teve o nome revelado. “O outro policial foi testemunha do fato e cooperou com o trabalho da Polícia Civil”, disse Balbim.

    AÇÃO POLICIAL
    A prisão em flagrante do investigador aconteceu por volta das 18 horas. Sem saber o que o esperava, o policial civil foi chamado à Seccional de Franca pelo delegado Marcelo Caleiro junto com os demais investigadores 2º DP e com o delegado assistente do distrito, João Walter Tostes Garcia. Ao chegar à delegacia, teve sua arma apreendida, recebeu voz de prisão e, após o registro do caso que só terminou durante esta madrugada, foi levado para o Presídio da Polícia Civil, em São Paulo.

    No fim da tarde de ontem, a polícia cumpriu finalmente o mandado de prisão contra a vítima, que foi levada para a Cadeia Pública de Franca após ser ouvida pelos membros da corregedoria.

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  • ‘Conseguimos angariar provas para prender esse policial’
  • http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=56411&materia=Investigador%20de%20pol%EDcia%20%E9%20preso%20acusado%20de%20cobrar%20para%20n%E3o%20cumprir%20mandado%20de%20pris%E3o

    “TUMA EU VOTO EM VOCE MAS QUERO TRABALHAR NA DIG…NÃO FALO CHINES MAS SEI COMPRAR VIDEOGAME , CELULAR E ETC” 2

    2010/05/19 at 14:53 – comentário de FUDUO

    DESCOBRI Á AMERICA,,,,,DIGO A CHINA
    TUMA EU VOTO EM VOCE MAIS QUERO TRABALHAR NA DIG……
    NÃO FALO CHINES MAIS SEI COMPRAR VIDEOGAME , CELULAR E ETC
    NA DUVIDA PERGUNTO PRO ROMEU.
    SENADOR PORQUE VOCE NÃO CRIA O RODIZIO POLICIAL O CARA FICA UM MÊS NA DIG E DEPOIS UM ANO AQUI NO DHPP.

    AGORA SIM ESTA TUDO EXPLICADO , O SENHOR MASSILON BERNARDES DELEGADO DA DIG/DEIC ,DELEGACIA QUE TEM COMO OBJETIVO PRINCIPAL O COMBATE Á PIRATARIA É AFILHADO POLITICO DO SENADOR ROMEU TUMA, POR ESTE MOTIVO NÃO SE FAZ APREENSÕES NOS SHOPPINGS DA REGIÃO CENTRAL E SIM EM FEIRAS COMO ELE MESMO DISSE ABAIXO , PORQUE ELE NÃO FECHA A PAJÉ , SHOP 25 DE MARÇO DO CENTRO E O DO BRÁS…..
    ELE É O ELO DE ARRECADAÇÃO PARA O SENADOR TUMA E FILHOS , ASSIM É FACIL SER CANDIDATO , OU O SEUS FILHOS FORAM CANDIDATOS E ELE PRÓPRIO COM O LIMITE DO CHEQUE ESPECIAL…HAHAHAHAHAHA….
    ALQUEM TEM DUVIDA , VISITEM O SHOP 25 , PAGÉ E QUANTOS OUTROS ONDE EXISTIR UM CHINA….
    SERA QUE O PINTO TAMBEM TÁ NESSA………

    JORNAL FLIT PARALISANTE
    novembro 2009
    COMENTARIOS DO SENADOR TUMA
    TA TUDO EXPLICADO , ATÉ QUE ENFIM APARECEU UM POLITICO QUE SABE AONDE TEM
    QUE COLOCAR SEUS AFILHADOS.
    ESSE MASSILON É O MAXIMO
    QUANTO ELOGI$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
    ROMEU TUMA: Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol), dirigido pelo competente Delegado Massilon José Bernardes Filho, com quem tive o privilégio e a honra de trabalhar ( e até levar para a PF )
    Mas, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Senadores, o êxito da megaoperação policial em São Paulo, paralelamente à eficiência e dedicação dos delegados e agentes nela empregados, resultou de meticuloso planejamento e de um fator importantíssimo, digno de ser avaliado e implementado pelas polícias civis de todos os Estados. Trata-se da chamada Sala de Situação, inaugurada dia 22 último no Palácio da Polícia Civil, na cidade de São Paulo, pelo preclaro Governador José Serra.
    Na verdade, em termos paulistas, a ação pôs à prova definitivamente o funcionamento dessa nova unidade do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol), dirigido pelo competente Delegado Massilon José Bernardes Filho, com quem tive o privilégio e a honra de trabalhar durante muitos anos. A Sala de Situação objetiva gerenciar crises e centralizar o comando de operações. O ambiente, climatizado, divide-se em recepção, sala de apoio, sala de reuniões e sala central. Possui completo equipamento de vídeo conferência, computadores e “links” de alta velocidade, entre outras coisas. O acesso é restrito e nele reside outro motivo para minha satisfação pessoal porque seu controle foi atribuído à Divisão de Contra Inteligência, dirigida por meu filho, Delegado Romeu Tuma Júnior.
    Quando inaugurou a unidade, o governador José Serra ressaltou que “a Sala de Situação permite acessar dados sobre todas as pessoas e trocar informações num plano nacional. Aumenta muito a capacidade de investigação e possibilita dar seqüência às informações que são necessárias no combate ao crime”. No dia seguinte, deflagrou-se a Operação Nacional da Polícia Civil em todos os Estados.
    Aliás, ao assumir a presidência do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil um mês antes da megaoperação, durante o 1.º Encontro Nacional dessas autoridades de 24 Estados brasileiros e do Distrito Federal, o Dr. Mário Jordão Toledo Leme fez questão de frisar: “Nós estamos pautados para colocar o interesse público acima do interesse estadual, acima dos nossos interesses institucionais.
    http://www.senado.gov.br/web/senador/rtuma/not_completa.asp?codNoticia=20247
    O delegado Massilon Bernardes Filho disse que o processo foi “abortado” quando estava perto da verdade. Um mês depois de aberto o inquérito, quando se preparava para ouvir um doleiro conhecido como Paco, o delegado recebeu a visita de um agente da Polícia Federal provido de ordem judicial que o autorizava a levar o processo para Brasília. O documento tinha a assinatura do juiz Romildo Bueno de Souza, então ministro do Superior Tribunal de Justiça.

    O DOLEIRO ERA AMIGO PESSOAL DA FAMILIA TUMA ,E VEJAM QUE ENGRAÇADO QUANDO SE PREPARAVA PARA OUVIR O DOLEIRO PACO DEPOIS DE UM MÊS DE INQUERITO , POR MUIIITO AZAR ELE PERDE O PROCESSO , E O PACO SOME….NA CONTA DE QUEM…… PODEM CONFERIR…..
    Além de Fernandes, outros desafetos de Marzagão receberam cargos importantes. A lista que marcou o retorno dos delegados inclui Nelson Silveira Guimarães, que assumiu a 5ª Delegacia Seccional de São Paulo (zona leste), e Massilon José Bernardes, que chefiará a Divisão de Investigações Gerais (DIG)

    O CARA FOLGA PORQUE O SENADOR SEGURA $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
    TOMA CUIDADO CAVALO , AGORA NÃO É SÓ PEÃO QUE VAE PRA CADEIA
    A DITADURA DA QUAL VOCE FOI PERSONAGEM ACABOU .
    OU VOCE NÃO FOI UMA GALINHA VERDE AMARELA
    PERGUNTEM PRA, Maria Amélia de Almeida Teles..

    Dois departamentos da Polícia Civil estão em guerra. Na última sexta-feira, dia 6, o diretor do Departamento de Inteligência, delegado MASSILON JOSÉ BERNARDES FILHO, foi até o 15 º DP (ITAIM BIBI) e discutiu com a delegada plantonista RENATA CORREIA. Assustada, RENATA avisou o diretor do DECAP (Departamento de Polícia da Capital), delegado ANTÔNIO CHAVES MARTINS FONTES. Este determinou que MASSILON fosse preso caso retornasse à delegacia, que foi cercada por policiais armados com metralhadoras e fuzis. O motivo da discussão foi a suposta agressão sofrida por duas filhas de MASSILON. As garotas disseram ter sido atacadas por policiais militares após se envolverem em uma briga no bar CORCORANS, no ITAIM BIBI, no dia 30 de julho. Na ocasião, o caso foi registrado como lesão corporal mútua, pois os PMs alegaram ter sido agredidos pelas garotas. MASSILON não teria gostado da conduta da delegada RENATA CORREIA no caso, pois queria que os PMs fossem presos. Ele foi então até o 15 º DP cobrar providências. Ele chegou por volta das 23 horas, acompanhado de três delegados do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (DENARC) e ainda de investigadores.

    Maria Amélia de Almeida Teles, ex-presa política, reconheceu o delegado como torturador na época em que ficou presa. De acordo com Renato Simões, o próprio Capitão Ubirajara deu a Amélia a notícia da morte de Danielli e mostrou um recorte de jornal onde estava uma versão falsificada sobre o caso. Hoje, Calandra/Ubirajara é principal assessor do delegado diretor do Dipol (Departamento de Inteligência da Polícia Civil), Massilon José Bernardes Filho. “Quando se promove o torturador, ele serve de exemplo para a polícia ter o mesmo tipo de prática”, afirmou o deputado Renato Simões.

    JOW, O AUTOR DA PORTARIA DGP 22 É DISCÍPULO – HÁ 50 ANOS – DO PROFESSOR JOSÉ CRETELLA JUNIOR…DELE – EM 1966 – O ATO ADMINISTRATIVO DENOMINADO PORTARIA MERECEU CAPÍTULO ESPECIAL COMO FONTE DO DIREITO…EM 1966, QUASE ONTEM 24

    Delegados são transferidos após roubo e invasão de DP
    18 de maio de 2010 | 18h 07

    Leia a notícia

    JOSÉ MARIA MUSSARELA – Agência Estado

    Depois que uma mulher foi roubada no interior do 1º Distrito Policial e do prédio ter sido invadido e depredado, o diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior (Deinter-7), Weldon Carlos da Costa, anunciou hoje mudanças na Polícia Civil de Salto, no interior de São Paulo. O delegado do município, Moacir Rodrigues de Mendonça, e o titular do 1º DP, Luciano Carneiro de Paiva, foram afastados das funções.

    De acordo com Costa, as mudanças são necessárias para resgatar a credibilidade da Polícia Civil, “sensivelmente abalada pelos lamentáveis episódios”. Ele disse que os delegados falharam em não ter providenciado segurança para o DP, com a instalação de câmeras e a contratação de vigilância privada.

    A comerciante Nadir Parasso, de 52 anos, teve a bolsa com R$ 13,5 mil roubada por um ladrão na frente de policiais, na última quinta-feira, quando registrava uma ocorrência. Dias depois, a mesma unidade foi invadida e depredada por desconhecidos. Os dois crimes ainda não foram solucionados.

    Para o diretor do Deinter, nesses casos não foram observadas regras elementares de conduta pelos envolvidos. Depois da primeira ocorrência, em que os policiais ficaram sem ação frente à ousadia do bandido, deveriam ter sido tomadas medidas para a proteção da unidade, inclusive com a contratação de vigilância privada.

    “Se houvesse solicitação, eu autorizaria contratar vigilância terceirizada para o DP. Isso é normal, pois os policiais ficam liberados para as funções deles. Temos um serviço de vigilância terceirizado aqui no nosso prédio (Deinter) e em outras unidades que funcionam 24 horas”, disse Costa. Somente após a invasão, o prédio passou a ser vigiado dia e noite por policiais.

    O novo delegado titular de Salto passa a ser João Edson Pignata, até então delegado da Infância e Juventude de Sorocaba. O delegado Mendonça passou a responder pelo 2º Distrito Policial. O delegado Paiva, que respondia pelo 1º DP, foi transferido para o quadro da delegacia do município. Em seu lugar assume o delegado Paulo Henrique D”Angioli.

    Funcionários

    Costa também transferiu do 1º DP o escrivão e a carcereira que trabalhavam no local na hora do roubo. “A eventual responsabilidade administrativa ou criminal desses agentes será apurada pela Corregedoria (da Polícia Civil)”, disse. Os dois policiais já foram ouvidos pelo delegado corregedor, Márcio Vieira Rodrigues, assim como a atendente – funcionária pública cedida à Polícia Civil – que também presenciou o roubo. O diretor do Deinter transferiu a condução dos inquéritos que apuram os casos para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Sorocaba.

    A polícia mantém a caça aos autores do roubo e do ataque ao DP. O homem que roubou R$ 13,5 mil da comerciante teve divulgado o retrato falado. Cerca de 60 policiais continuavam fazendo buscas e investigações.

    http://www.estadao.com.br/noticias/geral,delegados-sao-transferidos-apos-roubo-e-invasao-de-dp,553476,0.htm#bb-md-noticia-tabs-1

    E ae Guerra?
    Nem entrou em vigor a Portaria 22 da DGP e já passaram por cima dela.. A norma (portaria) deu garantia funcional da “inamovibilidade” ao Delegado de Polícia e mal começou a viger e já fuderam com ela. A respeito, lembrei das aulas de Roque Carraza. O ilustre tributarista ensina que Pontes de Miranda definiu portaria como “ordem que se dá ao porteiro”. Ou seja, não cria direitos. obrigações e deveres.

    _____________________________

    Verdade, mas Portaria – a partir do dia 31 de março de 1964 – como fonte do direito só perdia para os Atos Institucionais e Decretos. Portaria interna era “baixada”; externa era “expedida”, viu?

    Porra,  JOW quem na DGP não é daquele tempo?

    Ora, o Weldon ( o mais fortinho acima )  já instituiu  Portaria Repristinatória nos seguintes termos: da porteira prá dentro mando eu;   há Salto ou sem há Salto!

    OPERAÇÃO PADRÃO: Policiais Federais de todo o País vão paralisar as atividades por 24 horas a partir desta quarta-feira…A ADPESP TALVEZ APRENDA COMO FAZER OPERAÇÃO PADRÃO 7

    2010/05/19 at 0:32  –  SERRA PRESIDENTE

    agora sim

    Polícia Federal anuncia paralisação de 24 horas
    Aeroportos, portos e fronteiras terão operação padrão dos agentes
    AE | 18/05/2010 17:49

    Policiais Federais de todo o País vão paralisar as atividades por 24 horas a partir desta quarta-feira. Em alguns locais, como aeroportos, portos e fronteiras, os agentes realizarão operação padrão.

    De acordo com nota da Federação Nacional do Policiais Federais (Fenapef), os profissionais pedem a reestruturação da carreira e da tabela salarial da categoria.

    Nesta quarta-feira, os policiais farão uma avaliação do diretor-geral, superintendentes e chefes de delegacia em todas as unidades da PF no País.

    FERREIRA PINTO AFIRMA QUE RESPONSABILIZARÁ O DELEGADO QUE NÃO EFETUOU LICITAÇÃO PARA CONTRATAR VIGILÂNCIA DA DELEGACIA, NO CASO A RESPONSABILIDADE SERIA DO DIRETOR DO DEINTER – 7 E DO SECCIONAL DE SOCORABA…MAS A CORDA ARREBENTOU – COMO REGRA – DO LADO DO MENOS VALOROSO 45

    Após assalto em DP, delegados de Salto (SP) são afastados

    ANDRÉ MONTEIRO
    da Reportagem Local

    O diretor do Deinter 7 (departamento de polícia do interior), Weldon Carlos da Costa, anunciou na noite desta terça-feira o afastamento do delegado do 1º DP de Salto (101 km de São Paulo), onde uma mulher teve R$ 13 mil roubados na última quinta (13) e que foi invadida na madrugada de segunda.

    Na tarde de hoje, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afirmou que os policiais poderiam ser afastados, e que o delegado deveria ter contratado seguranças para o prédio.

    Luciano Carneiro de Paiva foi afastado do 1º DP e Moacir Rodrigues de Mendonça, da delegacia sede de Salto. Também foram removidos o escrivão Carlos César Fontolan e a carcereira Valéria de Jesus Nascimento Roedel, que atuavam no 1º DP na ocasião do roubo.

    O diretor afirma ter tomado a atitude “considerando os recentes acontecimentos […] que geraram inegável abalo à credibilidade da Polícia Civil”. Ele afirma que os inquéritos policiais que apuram os crimes de roubo e de dano foram assumidos pela Delegacia de Investigações Gerais de Sorocaba.

    No lugar de Paiva irá assumir o delegado Paulo Henrique D’Angioli, hoje assistente da delegacia central. Mendonça será substituído por João Edson Pignata, que era assistente da Delegacia de Infância e Juventude de Sorocaba. A nova carcereira será Adriana de Araújo e o novo escrivão, Laerte Antonio Scudeler.

    As alterações, segundo o diretor, serão publicadas nesta quarta-feira (19) no “Diário Oficial do Estado”. Ele não informou o local de designação dos afastados.

    Segurança

    Na ocasião do assalto, a comerciante Nadir Aparecida Parasso, 52, esperava para registrar um boletim de ocorrência por clonagem de celular. No entanto, ela foi surpreendida por dois homens que anunciaram o assalto. A mulher reagiu e chegou a lutar com um dos criminosos, e os policiais disseram pensar que se tratava de briga entre marido e mulher –os criminosos pegaram sua bolsa, que continha R$ 13.500.

    O secretário da Segurança Pública criticou nesta terça a atitude dos policiais. “Vamos analisar conduta dos policiais porque estranhamente pensaram que o roubo seria uma briga entre marido e mulher, isso beira o ridículo”, afirmou Ferreira Pinto na cerimônia de recriação do CPTran (Comando de Policiamento de Trânsito) em São Paulo.

    Sobre a invasão que ocorreu na madrugada de segunda-feira na delegacia, o secretário disse que vai apurar a omissão do delegado no caso. “A delegacia foi invadida por omissão do delegado de polícia que deveria licitar uma empresa terceirizada para fazer a segurança do prédio, já que ele é fechado à noite. Essa responsabilidade também vai ser cobrado do delegado de polícia”, afirmou.

    Compartilhe
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u737137.shtml

    PARABÉNS AO CARDEAL WELDON CARLOS DA COSTA… 11

    2010/05/19 at 0:24 – por SERRA PRESIDENTE

    Terça-feira, 18/05/10 – 19:53

    Diretor do Deinter 7 afasta delegados de polícia de Salto

    O diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 7 (Sorocaba), Weldon Carlos da Costa, comunicou nesta terça-feira (18), através de nota, o afastamento do delegado Moacir Rodrigues de Mendonça da titularidade da Delegacia Sede de Salto, assim como a remoção do delegado Luciano Carneiro de Paiva da titularidade do 1º Distrito Policial da cidade.

    Um escrivão e uma carcereira que estavam no 1º DP de Salto no momento em que uma comerciante teve sua bolsa roubada, na última quinta-feira (13), também foram afastados. Todas as mudanças saem no Diário Oficial de amanhã.

    Confira a íntegra da nota assinada pelo diretor do Deinter 7:

    “Considerando os recentes acontecimentos em Salto, que geraram inegável abalo à credibilidade da Polícia Civil, adotei o afastamento do delegado Moacir Rodrigues de Mendonça da titularidade da delegacia sede de Salto, assim como a remoção do delegado Luciano Carneiro de Paiva da titularidade do 1º Distrito Policial.

    Esclareço que também foram removidos o escrivão Carlos César Fontolan e a carcereira Valéria de Jesus Nascimento Roedel, que atuavam no 1º DP na ocasião do roubo.

    Informo que, para o 1º DP, estão sendo designados novos policiais civis, a saber: carcereira Adriana de Araújo e o escrivão Laerte Antonio Scudeler. Para titularizar a delegacia, está sendo designado o delegado Paulo Henrique D´Angioli, anteriormente na assistência da delegacia de polícia central da cidade.

    O delegado João Edson Pignata, que atuava como assistente da Delegacia de Infância e Juventude de Sorocaba, assumirá a titularidade do DP sede de Salto. Todas as mudanças serão publicadas amanhã (19) pelo Diário Oficial.

    Por derradeiro, esclareço que os inquéritos policiais que apuram os crimes de roubo e de dano, amplamente divulgados pela imprensa, foram avocados e passarão a ter curso junto à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Sorocaba”.

    Atenciosamente,
    Weldon Carlos da Costa
    Diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 7

    Assessoria de Imprensa da Secretaria da Segurança Pública

    Governo do Estado defende punição a maus policiais 29

    Terça-feira, 18/05/10 – 17:49

    Governo do Estado defende punição a maus policiais

    A preservação da dignidade humana e o compromisso da Polícia Militar em defendê-la foram destacados pelo governador do Estado, Alberto Goldman, durante a cerimônia de implantação do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran) na Capital, ocorrida nesta terça-feira (18) na sede do Comando Geral da PM. Ao comentar o envolvimento de policiais militares na morte de dois motoboys, Goldman afirmou que será realizado um estudo aprofundado para “entender os problemas da sociedade e da própria Polícia Militar por pessoas que entendam sobre o assunto: o secretário da Segurança Pública e o comandante geral da PM”.

    Após determinar o afastamento dos comandantes do 22º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), onde trabalhavam os quatro policiais envolvidos na morte do motoboy Alexandre Menezes dos Santos, ocorrida no último dia 8, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, também elogiou a atuação do Ministério Público, que “agiu com correção e rigor nos crimes de homicídio doloso e racismo”.

    Apuração e punição
    Questionado sobre os crimes que vêm acontecendo na zona leste da Capital, onde policiais militares são suspeitos de agir em dupla e cometer assassinatos a bordo de motocicletas, o secretário foi enfático ao dizer que não há lógica em atribuir esses crimes somente a policiais.

    Quanto às investigações, Ferreira Pinto destaca que o principal interessado em desvendar os crimes é a própria Polícia Militar. “Ninguém tem mais interesse em identificar esses policiais do que a Secretaria da Segurança Pública e a Polícia Militar, não só aqui como na Baixada Santista. Não temos nada a esconder”.

    A apuração e o afastamento dos policiais que estavam na Delegacia de Salto quando uma mulher foi assaltada no momento em que registrava uma ocorrência, na última quinta-feira (13), também foram defendidos pelo secretário, que afirmou que “as investigações estão sendo feitas com afinco para apurar a autoria do roubo e verificar a conduta dos policiais”. “Vamos apurar e afastar os policiais omissos à situação”, completou.

    Ferreira Pinto deixou, ainda, um alerta para toda a corporação. “Que a punição sirva de exemplo aos demais policiais militares, para que tratem o cidadão com dignidade”.

    Thaís Anzolin

    http://www.ssp.sp.gov.br/noticia/lenoticia.aspx?id=20223

    Hoje repenso meu VOTO, se a DILMA o escolher, eu VOTO no SERRA, MICHEL TEMER é inimigo da PEC 300 !!! 24

    Michel Temer é mais um exemplar de COVARDE !!!

    Hoje quando todos os Policiais Civis, Policiais Militares e Bombeiros Militares esperavam a VOTAçÂO DA PEC 300, ele Michel Temer se ausentou, viajou, fugiu do compromisso !!!!!

    VERGONHA !!!!

    Hoje repenso meu VOTO, se a DILMA o escolher, eu VOTO no SERRA, MICHEL TEMER é inimigo da PEC 300 !!!

    Reflitam

    O ESTADO DE SÃO PAULO AINDA NÃO INDENIZOU O CAPITÃO MONDADORI A QUEM A TÍTULO MORAL O JUDICIÁRIO ATRIBUIU A IMPORTÂNCIA DE R$ 50.000,00…SE VOCÊ CHAMAR UMA “OTORIDADE” QUALQUER DE LADRÃO CERTAMENTE A TÍTULO MORAL FICARÁ SEM AS CUECAS, POIS HONRA DE “OTORIDADE” VALE MAIS DO QUE A VIDA DO CIDADÃO 10

    10jan1999 quando fiquei tetraplégico – autor PM em serviço, condenado a 16 anos, cumpriu 7 está no aberto desde 2006.
    Anexo, acordão da indenização do processo que movo contra o estado, está longe de transitar, quando transitar, ganharei um precatório. Atente para os valores, se quiser fivulgar no Flit, fique a vontade.


    grato
    sergio ricardo mondadori

    PODER JUDICIÁRIO
    TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
    TERCEIRA CÂMARA DE DIREITO PÚBLICO
    A
    indenização
    por
    dano
    moral,
    em
    verdade, visa coibir a repetição do ato reprovável que deu
    azo à a ç ã o não se mostrando um meio de enriquecimento
    por parte da ofendida.
    E assim, atendendo à peculiaridade
    do
    caso e à finalidade da prestação jurisdicional, que deve
    assegurar
    a
    adoção
    de
    critérios
    de
    razoabilidade
    e
    proporcionalidade, o valor da indenização
    por
    danos
    morais merece ser fixado em R$50.000,00.
    O dano do sofrimento é extra-patrimonial,
    não tem valor certo nem se exige a prova do prejuízo.

    Desnecessária a prova da dor que sofreu o Autor pois não
    existe
    compensação
    capaz
    de
    ser
    quantificada
    em
    moeda, por mais elevada que seja. É dano irreparável,
    porque “a dor refira a normalidade
    da vida, para
    pior”,
    como mencionado por Pontes de Miranda (Tratado de
    Direito Privado, RT, 3a. ed., 1984, T. XXVI, p á g . 32, n.2).
    Quanto aos danos materiais, estes devem
    ser fixados levando-se em conta as necessidades especiais
    do Autor, uma vez que ficou tetraplégico e depende de
    equipamentos diferenciados para prosseguir com sua vida.
    Novamente,
    aplicando-se
    critérios
    de
    razoabilidade e proporcionalidade, fixa-se a indenização
    por danos
    materiais no importe
    de
    R$190.000,00
    que
    cobrem as despesas para a aquisição dos equipamentos
    de que necessita e que estão arrolados às fls. 5.
    Diante do exposto, dá-se provimento ao
    recurso do Autor, fixando-se os honorários advocatícios em
    10% sobre o valor da condenação.
    Apelação c o m Revisão n° 449.396-5/9
    Voto n° 4.994
    6
    ______________________________________

    TEMER FOI UM BOM SECRETÁRIO DE SEGURANÇA 7

    Por Carol Pires, Agencia Estado, Atualizado: 18/5/2010 12:15

    PMDB confirma Michel Temer como vice de Dilma

    A Executiva do PMDB aprovou hoje, por unanimidade, o nome do deputado federal Michel Temer (SP) como pré-candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pela ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, do PT. “Aprovamos por unanimidade a indicação do presidente Michel Temer para compor a chapa de vice da ministra Dilma”, disse o líder do partido no Senado, Romero Jucá (RR). “Depois aprovamos a indicação para composição majoritária da questão de aliança dos partidos da base PT e PMDB”.

    O parlamentar fez questão de ressaltar que Temer, presidente do PMDB e da Câmara, representa a unanimidade da legenda. “O presidente Michel Temer é praticamente uma unanimidade no partido. Existem muito poucas vozes dissonantes. A decisão da Executiva foi unânime e representa a unidade do PMDB.” O anúncio oficial da aliança entre Temer e Dilma para concorrerem à sucessão presidencial ocorrerá no dia 12 de junho, na Convenção Nacional do PMDB.

    CHACINA EM CAMPINAS PODE TER SIDO PRATICADA POR PMs 18

    Polícia investiga participação de PMs em chacina de quatro da mesma família em Campinas

    18/05 às 14h52 EPTV

    fachada da residência onde as vítimas foram mortas - reprodução/eptv

    SÃO PAULO – A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) investiga a suspeita da participação de policiais militares numa chacina que deixou quatro mortos na noite de segunda-feira em Campinas. De acordo com o delegado Rodrigo Otávio Aydar, o motivo do crime teria sido a participação de um dos mortos numa troca de tiros durante um assalto com um policial militar à paisana e a noiva dele. O crime ocorreu em Hortolândia. Na ocasião os três ficaram feridos, o policial e a noiva teriam ficado paraplégicos.

    Leia também: justiça decreta prisão preventiva e aceita denúncia contra 4 pms por morte de motoboy em sp )

    A chacina ocorreu por volta de 19 horas. Segundo testemunhas, três homens chegaram num Gol branco, dois deles encapuzados desceram a abriram fogo. A vítima, William Camargo, de 20 anos, que teria assaltado um PM, foi morto junto com o pai, Isaias Ribeiro, de 44 anos, na frente da casa. Os dois homens entraram na residência e mataram a mãe de William, Silvana Camargo, de 43 anos, e a avó, Lídia Silva, de 82 anos.

    A polícia não confirmou que havia uma menina de sete anos na casa e que teria sobrevivido, mas uma testemunha diz que além da menina havia ainda uma adolescente de 17 anos, que só escapou porque pulou o muro ao ouvir os tiros.

    Antes de fugir, os bandidos cortaram e levaram uma das mãos de William. De acordo com essa mesma testemunha o assassino teria dito “com essa mão você nunca mais vai trocar tiro com polícia”. O comando a Polícia Militar em Campinas ainda não se pronunciou sobre o caso.

    Morte no quartel

    Também na cidade de São Paulo, 12 policiais militares foram presos acusados de envolvimento na morte do também motoboy Eduardo Luis Pinheiro de Souza, torturado e espancado até a morte dentro de um quartel da Polícia Militar, ao lado do 13º Distrito Policial (Casa Verde), na Zona Norte. O crime aconteceu no dia 9 de abril.

    PARA O COMANDANTE TELHADA: “Não se tem notícia de que abordagem semelhante se faça por policiais militares no Jardim Europa com aquele que, eventualmente, trafegue em uma Lamborghini sem placas” 13

    MP conclui que PMs tiveram intenção de matar motoboy em SP
    17 de maio de 2010 12h35 atualizado às 14h42

    Harmano Freitas
    Direto de São Paulo

    O Ministério Público de São Paulo denunciou nesta segunda-feira quatro policiais militares envolvidos na morte por espancamento do motoboy Alexandre Menezes dos Santos no bairro Cidade Ademar, zona sul de São Paulo. Eles foram formalmente acusados por homicídio doloso triplamente qualificado, racismo e fraude processual. Os inquéritos das polícias Civil e Militar haviam concluído que os PMs cometeram homicídio culposo, em que não há intenção de matar.

     

    O crime ocorreu na madrugada do dia 8 de maio. Santos chegava em casa por volta das 3h30 quando foi abordado por Alex Sandro Machado, Carlos Magno Diniz, Márcio da Rocha e Ricardo José Monteiro. O motoboy teria fugido de uma blitz e estaria com uma moto Honda CG 125 Fan 0 km sem placas. O trabalhador foi agredido com socos e gravatas na porta de casa, na frente da mãe, Maria Aparecida de Oliveira Menezes, na véspera do Dia das Mães.

     

    Os promotores afirmaram que o homicídio teve as qualificadoras de motivo torpe, pela abordagem preconceituosa; por meio cruel, pois foi empregada a asfixia; e impossibilidade de defesa da vítima, já que os PMs imobilizaram a vítima em grupo durante as agressões.

     

    A fraude processual, de acordo com o MP, está caracterizada pela presença de uma arma na cena que só teria sido encontrada após as agressões. O crime de racismo tem vinculação com o suposto preconceito na abordagem do motoboy de cor parda em um bairro de periferia de São Paulo. Na peça, o promotor Maurício Antônio Ribeiro Lopes exemplifica o que seria essa abordagem preconceituosa. “Não se tem notícia de que abordagem semelhante se faça por policiais militares no Jardim Europa com aquele que, eventualmente, trafegue em uma Lamborghini sem placas”, disse.

     

    “É uma aberração, mas infelizmente é uma regra. Plantaram uma arma que não era da vítima”, afirmou. De acordo com o promotor público, a numeração mostraria que a arma não teria vinculação alguma com Santos.

     

    Os representantes do Ministério Público não quiseram comentar as conclusões dos inquéritos produzidos pela Corregedoria da Polícia Militar e pela Polícia Civil, que acusavam os PMs de um crime cuja pena é mais branda do que a imputada na denúncia. “Pode ser uma defesa corporativa, pode ser. Para nós, houve, no mínimo, a assunção do resultado morte. Não dá para dizer que houve apenas imperícia ou negligência”, disse Lopes.

     

    O promotor Marcelo Rovere destacou o que considera o caráter exemplar da medida do MP. “Essa mãe precisa saber que a memória do filho foi honrada. Temos o objetivo de ter uma polícia protetora, não uma polícia que agride e que forja provas”, disse o promotor.

     

    Somadas, as penas dos quatro agentes públicos podem chegar a 39 anos de prisão. Todos estão no Presídio Romão Gomes, unidade destinada a policiais militares que cometeram crimes.O MP espera ter ainda nesta segunda-feira uma resposta do pedido de prisão preventiva dos quatro acusados. Apesar de terem suas condutas descritas individualmente no processo, os PMs vão responder aos crimes coletivamente.

    A Corregedoria da Polícia Civil investiga o delegado seccional de Ribeirão Preto, Wanir José da Silveira, por enriquecimento ilícito. 20

    Segunda, 17 de Maio de 2010 – 23h42

    Corregedoria mira ex-titular da Seccional em investigação

    Motivo é suposto enriquecimento ilícito; Silveira pediu afastamento por motivo de saúde

    Jucimara de Pauda

    Foto: Matheus Urenha – 04.fev.2010 / A Cidade Delegado Wanir Silveira diz que deixa cargo por estresseDelegado Wanir Silveira diz que deixa cargo por estresse

    A Corregedoria da Polícia Civil investiga o delegado seccional de Ribeirão Preto, Wanir José da Silveira, por enriquecimento ilícito. Desde a semana passada, Silveira pediu afastamento do cargo porque diz que precisa fazer tratamento de saúde por estar estressado. Ele também disse aos mais próximos que tirou 15 dias de férias e mais 30 dias de licença-prêmio.

    No entanto, nos corredores dos distritos policiais de Ribeirão circula outra versão. Ele teria sido convidado a se afastar por causa do processo que tramita na Corregedoria da Polícia Civil.

    “Apuramos o caso a fim de comprovar se as acusações contra o então delegado seccional são verdadeiras. Esta investigação serve também para demonstrar, em caso contrário, que não houve crime algum. A investigação também é uma garantia de defesa de quem é averiguado”, afirmou o delegado da Corregedoria de Ribeirão, Marcus Lacerda.

    Silveira não retornou as ligações da reportagem.

    _______________________________

    Caro Marcus, nunca queira  experimentar dessa garantia de defesa!  Sem cerimonial: IP no rabo alheio é refresco.

    http://www.jornalacidade.com.br/editorias/cidades/2010/05/17/corregedoria-mira-ex-titular-da-seccional-em-investigacao.html

    sem estresse: relaxe e goze!

    SEM ESTRESSE: RELAXE E GOZE!

    https://flitparalisante.wordpress.com/2010/04/13/as-faxineiras-da-delegacia-sexional-de-ribeirao-preto-sera/