GANHAMOS TODAS AS APOSTAS: É MAIS FÁCIL FECHAR UMA ESCOLA, UM HOSPITAL, DO QUE FECHAR UM DISTRITO CAINDO AOS PEDAÇOS…A VERDADE CONTUDO É A SEGUINTE: COMO SE TRATA DE ANO ELEITORAL O POVO CONSTATARIA – UMA VEZ MAIS – QUE O GOVERNO PSDB PREFERE EXTINGUIR A CONSERTAR…ALIÁS, AXIOMA! 3

 

1.7.2010 – 08:36  
Governo recua e adia fusão dos distritos policiais na RPT
Ana Carolina Leal – editornet@liberal.com.br

A implantação do projeto de reengenharia das unidades da Polícia Civil que pertecem ao Deinter (Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior) 9 foi adiado por tempo indeterminado.

Isso significa que a fusão dos distritos policiais na RPT (Região do Pólo Têxtil), prevista para ter início hoje, está descartada, pelo menos, por enquanto. Segundo o delegado seccional de Americana, João José Dutra, às 18 horas de ontem, ele recebeu um telefonema informando que o projeto havia sido suspenso por questões eleitorais.

“Por se tratar de um ano eleitoral, o projeto poderia ser visto como uma manobra política, o que não é o caso”, afirmou, sem entrar em maiores detalhes. A suspensão foi confirmada pela SSP (Secretaria Estadual de Segurança Pública). “O projeto de reengenharia das unidades da Polícia Civil no Deinter-9 não vai ser implantado a partir de amanhã (hoje), como previsto, em decorrência de dificuldades advindas de restrições legais impostas pelo período eleitoral, quanto à movimentação de recursos humanos e efetivação de despesas não previstas em orçamento, imprescindíveis à concretização do projeto, que, por sua extrema relevância, há de ser retomado em momento oportuno”, traz nota da assessoria.

Desde que foi anunciado, no dia 10 de junho, o projeto de reengenharia provocou reações de todos os tipos nas cidades que compreendem a RPT. Em Sumaré, por exemplo, vereadores, o prefeito José Antonio Bacchim (PT), entidades de classe e moradores, se mostraram contra a unificação dos distritos policiais, principalmente do 4º (Matão) e do 5º DP (Área Cura) e do fechamento da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). O descontentamento para com a medida é tanto que os poderes Executivo e Legislativo promoveram, na última terça-feira, uma passeata contra a fusão dos distritos.

Em Hortolândia, apesar do apoio do prefeito Ângelo Perugini (PT), a Câmara se posicionou contra a medida. “Somos totalmente contrário ao fechamento, pois acreditamos que a fusão aumentará o índice de criminalidade e dificultará o acesso do cidadão ao serviço”, afirmou em entrevista recente o diretor financeiro do Legislativo, Davi Rodrigues de Lima, assessor direto do presidente da Casa George Burlandy (PR). Assim como Perugini, o prefeito de Americana Diego De Nadai (PSDB) declarou apoio incondicional à proposta do governo estadual.

Se levado adiante, o projeto resultaria no fechamento de oito delegacias em Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Sumaré e Hortolândia. Além da seccional americanense, a reengenharia atingiria ainda as seccionais de Limeira, Rio Claro, São João da Boa Vista, Casa Branca e Piracicaba

APOIAMOS A GREVE; APOIAMOS OS GREVISTAS…SÓ PARALISADOS FAZEM LEMBRAR QUE O CRONÔMETRO DO ESTÔMAGO E DAS DESPESAS DO FUNCIONÁRIO NÃO PÁRA…ADEMAIS, COM OU SEM REPASSE DE RECURSOS SUFICIENTES AO PODER JUDICIÁRIO, OS SUBSÍDIOS DOS MAGISTRADOS SÃO REGIAMENTE PAGOS E REAJUSTADOS; MESMO ASSIM JUÍZES SEMPRE QUEREM AQUELE “PLUS”…INSACIÁVEIS QUE SÃO POR VANTAGENS E GARANTIAS DIFERENCIADAS, SE BEM QUE SUAS VIRTUDES SEJAM TÃO ORDINÁRIAS QUANTO AS NECESSIDADES BÁSICAS DOS SERVIDORES 4

E a greve do JUDICIÁRIO continua.

Veja a matéria do nobre jurista WALTER CENEVIVA.

28/06/2010
Uma greve em dez notas.

Cabe discutir e analisar os modos de evitar a repetição de movimentos que podem ser prejudiciais para o povo.

Por Walter Ceneviva (Folha de SP de 26/06/10)

NO MOMENTO EM QUE DIGITO esta coluna, não é certo se a greve dos servidores do Judiciário paulista será suspensa. Mesmo assim cabe discutir e analisar modos de evitar a repetição de movimentos prejudiciais para o povo, sem tolher a liberdade dos servidores na defesa de seus interesses.

Na ciência do direito, o problema se liga à divisão dos Poderes do Estado, pensada por Montesquieu, que viveu entre 1689 e 1755. Passados quase trezentos anos de sua teoria, o Executivo tem tendido a se impor ao Legislativo e ao Judiciário, com maus resultados. A composição do perfil analítico leva ao tratamento da greve em dez notas.

1. A Constituição Federal (artigo 2º) reconhece três Poderes independentes e harmônicos entre si. Garante ao Judiciário (artigo 99) “autonomia administrativa e financeira”. O primeiro dever do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) é assegurar a autonomia do Judiciário (artigo 103-B).

2. O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) diz que o Executivo se recusa a repassar recursos necessários para o reajuste anual da remuneração dos trabalhadores.

3. O TJ-SP diz ainda que não se cumpre a Constituição, porque a autonomia nela reafirmada não vale nessa parte. Sente-se como se pedisse esmola ao Executivo.

4. O reajuste anual da remuneração do funcionalismo é imposto pela Carta. O cronômetro do estômago e das despesas do servidor não para, enquanto discutem o Judiciário pedinte e o Executivo imponente. Daí a greve.

5. Os atuais dirigentes do TJ-SP ficaram com a bomba nas mãos, mas não a criaram. A proposta orçamentária em execução não é deles, mas lhes coube resolver o problema. É verdade reconhecida pelo próprio Judiciário que a magistratura não é treinada para enfrentar os encargos da administração. É necessário modificar os procedimentos a respeito.

6. O Executivo e o Legislativo afirmam que os desembargadores gastaram o dinheiro com seus próprios aumentos, em pagamentos de atrasados, em despesas adiáveis, deixando o cofre vazio. O Judiciário nega, mas o CNJ cobra do TJ-SP, entre outros pontos, pagamentos excessivos que teriam sido feitos à magistratura. A averiguação do CNJ não chegou às conclusões, recomendando prudência na avaliação.

7. O Ministério Público, parcialmente, e a Advocacia, completamente, mantiveram-se em silêncio, embora sejam funções essenciais à Justiça, assim indicadas na Carta.

8. A greve ganhou vigor quando o TJ-SP resolveu descontar os dias não trabalhados, sob a desculpa de cumprir a lei, mas o resultado foi o estímulo para a extensão da greve. Cumprir a lei é alegação válida quando satisfeita por inteiro, sem espaços vagos.

9. O movimento associativo dos servidores também tem suas culpas. A eclosão da greve, no momento em que o novo presidente do TJ-SP nem esquentou a cadeira, foi infeliz, permitindo a suspeita de interesses políticos, que, até outubro, tende a se generalizar. A greve do Judiciário, por sua natureza, exige -antes de ser detonada- a precisa divulgação de seus motivos.

10. Sejam quais forem as razões das partes, a solução é urgente, para mais além da greve atual. A preservação da dignidade da Justiça exige a correção das deficiências que levaram todos os lados à situação atual, com sacrifício dos jurisdicionados.

Walter Ceneviva é advogado, jurista, professor universitário e assina a coluna “Letras Jurídicas” no jornal Folha de S. Paulo.

http://www.aojesp.org.br/artigos.php?id=596&tipo=2

Após mais uma assembleia, funcionários do Judiciário de SP decidem manter paralisação

Do UOL Notícias
Em São Paulo

Os servidores do Judiciário paulista pedem uma reposição salarial de 20,16%

Funcionários do Judiciário paulista decidiram, em assembleia na tarde desta quarta-feira (30), na praça João Mendes, região central de São Paulo, manter a greve que entra hoje em seu 64º dia.

Segundo a Associação dos Oficiais de Justiça de SP (Ajoesp), uma das entidades envolvidas nas negociações, a greve deve continuar, pelo menos, até a próxima quarta-feira, para quando está marcada nova assembleia.

Os grevistas pedem uma reposição salarial de 20,16%, além da suspensão da Resolução 520, que permite que os dias parados sejam descontados do salário dos grevistas.

Mais cedo, as entidades negociadoras estiveram reunidas com três juízes assessores da presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo para tentar entrar em um acordo. Entretanto, a categoria rejeitou a proposta de reajuste de 4,77%.

A associação disse ainda que não há reunião marcada para os próximos dias com o TJ para continuar as negociações.

Na avaliação da OAB SP, “como a greve atinge em média 30% dos serviços forenses do Estado, já se pode estimar que cerca de 240 mil processos estariam sendo represados, 82 mil audiências não teriam sido realizadas e 192 mil sentenças não haviam sido prolatadas”.

“Quem vai pagar esse prejuízo? Em 2004, quando a Justiça parou três meses, muitos escritórios fecharam porque não conseguiam mais pagar o salário do pessoal administrativo, nem arcar com as despesas ordinárias desses escritórios”, ressaltou Luiz Flávio Borges D´Urso, presidente da OAB SP.

Em entrevista ao UOL Notícias, o vice-presidente da OAB-SP, Marcos da Costa, disse que a greve está prejudicando a tramitação dos processos e reiterou que o prejuízo ao andamento de alguns processos pode chegar a um ano de atraso.

“O reflexo da greve não é só durante a greve. Nós teremos muitos problemas mesmo após o término da paralisação, pois agora a agenda, que já é cheia, está totalmente desorganizada”, disse da Costa, que não deixou de frisar que a OAB-SP respeita e apoia as reivindicações dos servidores.

“Compreendemos as reivindicações, pois realmente existe uma grande defasagem nos salários. O que não apoiamos é a greve, que, na nossa opinião, é um instrumento radical que está prejudicando muitas pessoas”, afirmou.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/06/30/apos-mais-uma-assembleia-funcionarios-do-judiciario-de-sp-decidem-manter-paralisacao.jhtm

XI! O VICE ÍNDIO DA COSTA TÁ EMPANTURRADO DE MILANO 6

05/09/2006

CPI da Merenda constata irregularidades

Sessão de 06/10
Confrontado, ex-secretário erra por meses

Mostrando irritação, o vereador Índio da Costa acusou os perdedores da licitação, que beneficiou a empresa Milano, de formação de cartel. Indagado por Andrea Gouvêa Vieira – relatora da CPI – sobre que providência tomara a respeito do suposto cartel, disse que havia encaminhado a denúncia à Delegacia Fazendária. Mas Andrea lembrou que ele não o fez formalmente, e só falou meses depois, quando depôs a respeito do caso na própria Delegacia Fazendária.

A suspeita da possibilidade de a Milano ter tido condições privilegiadas no processo de licitação também ficou evidenciada no depoimento do sócio da empresa, José Mantuano de Luca Filho. Sobre um documento que comprova o acesso de representante da Milano aos papéis da concorrência, que foi apresentado durante seu depoimento, ele disse tratar-se de carta antecipando o pedido de vistas à documentação das adversárias. A relatora, porém, o desmentiu, mostrando que o ofício não era de consulta ao processo, mas a confirmação do conhecimento da documentação desejada, já que o texto, datado de sete dias antes do anúncio oficial das
empresas inabilitadas para a licitação, dizia, textualmente: “Tive vistas”.

O atual secretário de Administração, Wagner Huckleberry Siqueira, disse que está implementando uma modalidade alternativa de licitação, o chamado “pregão presencial”. Nos pregões, que têm a forma de leilão, as três empresas que apresentam as melhores propostas participam de uma nova rodada na disputa,tendo a chance de baixar ainda mais os seus preços. Além disso, as eventuais inabilitações decorrentes do exame da documentação das empresas ocorrem numa fase posterior à da apresentação dos preços, garantindo um menor custo para os cofres municipais. A respeito da economia de 7,2% que a Prefeitura alegou ter conseguido na licitação de 2005, Wagner Siqueira disse que é preciso avaliar a referência dos preços das mercadorias, uma vez que se eles estiverem muito altos, esses descontos não significarão grande coisa, o que precisa ser levado em conta.

http://www.andreagouveavieira.com.br/main.php?andreagouveavieira=news.detail&news_idpk=339

O VICE DE SERRA, DEPUTADO “ÍNDIO DA COSTA”, É UM POLÍTICO HONESTO E POBRE PARA OS PADRÕES BRASILEIROS, POIS SEU PATRIMÔNIO É DE APENAS R$ 315.700,00…CASPITE, SOU MAIS RICO QUE ÍNDIO! 11

PM/06/30 às 16:06 – REPÓRTER AÇO

Olha o vice dele. Só quero ver os trocadilhos que irão surgir com o nome do ilustre escolhido.Tipo Índio dá as Costas.

Fonte: Notícias Terra

Deputado Indio da Costa, do DEM-RJ, é escolhido vice de Serra

30 de junho de 2010 • 14h46 • atualizado às 15h48

Marcela Rocha
Direto de Brasília

PSDB e o DEM bateram o martelo nesta quarta-feira (30) e confirmaram o nome do deputado federal Indio da Costa, do DEM-RJ, como vice na chapa do tucano José Serra. Segundo a cúpula dos partidos, os critérios para a escolha do parlamentar levaram em conta ele ser jovem com uma boa presença no Congresso Nacional, ter sido um dos parlamentares que sistematizou o projeto Ficha Limpa e, principalmente, por ser do Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do País.

O DEM e o PSDB passaram por uma crise ao longo desta semana, que envolveu desde troca de ofensas ao boicote do nome do senador Alvaro Dias (PSDB-PR). Para tentar reverter a situação, a cúpula dos dois partidos se reuniu em São Paulo mais de uma vez para tentar apaziguar os ânimos do DEM, que se sentiu alijado da decisão sobre quem seria o vice do Serra.

“Isso foi uma vitória da política porque Indio da Costa tem a cara da renovação que estamos fazendo”, afirmou o deputado federal ACM Neto (DEM-BA). A necessidade de fortalecer o palanque no Rio pesou. No Rio de Janeiro, o PSDB é vice de Fernando Gabeira, do PV, e não ocupa nenhuma das vagas ao Senado. “A decisão amplia os nossos ânimos”, completou o deputado.

Segundo ACM Neto, o nome de Indio da Costa surgiu nas últmas horas e o presidenciável José Serra participou da decisão. Ainda para ACM Neto, o fator que mais pesou na escolha foi a importância de ter o DEM na chapa.

O presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia, disse que não foram impostos nomes pelo DEM e o nome de Indio foi construído na madrugada de terça para quarta-feira (30).

Rodrigo Maia saiu da casa de Serra, às 14h40, junto com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. “Nós nos reunimos, depois de algumas horas de diálogo desde ontem (terça-feira) com o governador José Serra e o governador Aécio Neves, para discurtir a questão da vice. Fechamos agora o nome do deputado do Rio de Janeiro Indio da Costa, que é um deputado jovem que teve uma atuação no Rio de Janeiro muito importante, que trabalhou de forma correta no Ficha Limpa. Tenho certeza que vai agregar muito nas eleições deste ano”.

Segundo Maia, a cúpula que se reuniu de madrugada colocou como prioridade o método, depois a discussão de nomes de todos os partidos da coligação. “Foi um nome que foi se construindo ao longo das últimas horas, primeiro de madrugada, (…) e daqui pra frente vamos preparar nossa campanha”.

Questionado sobre se as feridas ainda estão abertas, ele disse que democratas e tucanos estão zerados. “Essas questões estão todas superadas. Foi importante, todos tiveram maturidade. A questão do Paraná se desfez não por uma vontade do PSDB, mas por uma questão local, decisão do Osmar”.

Segundo Maia, todos os líderes partidários foram consultados acerca do nome de Indio da Costa que já teve três mandatos de vereador e um de deputado federal, além de ter sido secretário de Educação da prefeitura do Rio. “Quando eu e o prefeito Gilberto Kassab viemos conversar com o governador Aécio Neves e José Serra, deixamos claro que não íamos impor nomes do nosso partido. Gostaríamos de indicar a chapa, era o caminho natural”, disse o presidente do DEM.

Recusa a Alvaro Dias
A cúpula do DEM agiu para convencer o senador Osmar Dias (PDT-PR) a se lançar candidato ao governo do Paraná pala coligação PT-PMDB e, consequentemente, implodir a pretensão de seu irmão, Alvaro Dias, de concorrer nas eleições de outubro como vice do tucano José Serra.

Escanteado pelo PSDB, o DEM garantiu com a manobra que Osmar monte um palanque para a petista Dilma Rousseff no Estado e acabou por tornar injustificável a presença de Alvaro Dias como vice na composição serrista.

Relator do Ficha Limpa
Relator do projeto que prevê a exigência de Ficha Limpa para políticos poderem concorrer em processos eleitorais, o deputado Indio da Costa está em seu primeiro mandato na Câmara Federal. Natural do Rio de Janeiro, onde o tucano José Serra enfrenta dificuldades de palanque, o novo vice-presidente, bacharel em Direito, construiu carreira política como vereador por três mandatos consecutivos. Foi secretário municipal de Administração da Prefeitura do Rio de Janeiro entre 2001 e 2006.

Antonio Pedro de Siqueira Indio da Costa iniciou carreira política no PTB, cujo presidente, o deputado cassado Roberto Jefferson, foi o pivô da crise sobre o candidato a vice na chapa serrista ao vazar, via Twitter, o nome do senador Alvaro Dias para o posto. Filiado ao DEM desde 1995, apresentou na Assembleia Legislativa do Rio projetos de cunho social e, ao ser alçado à Câmara Federal, apresentou à Justiça eleitoral bens totais no valor de R$ 315,7 mil.

O novo vice de Serra, um novato na política se comparado ao senador Alvaro Dias, até então o número dois na chapa do ex-governador de São Paulo, desbancou nomes como o da ex-vice-governadora do Pará, Valéria Pires, cuja indicação serviria para desidratar a vantagem que a petista Dilma Rousseff tem na região Norte na corrida presidencial; o do deputado federal José Carlos Aleluia, que está na quinta legislatura como representante da Câmara Federal, e do ex-deputado e ex-ministro Carlos Melles.

111 PEDÁGIOS; AINDA NEM FORAM COMPUTADOS AQUELES EM CONSTRUÇÃO…O POVÃO PAULISTA PAGA CARO E SÓ SE PHODE!…ONTEM FICAMOS 2h30 NA RODOVIA BANDEIRANTES AGUARDANDO O SOCORRO DA VIAÇÃO COMETA…QUEM PAGA O PREJUÍZO DE DEZENAS DE PASSAGEIROS, BOA PARCELA DE IDOSOS ?…NINGUÉM LÁ APARECEU PARA VERIFICAR A SITUAÇÃO DE GRAVE RISCO 93

PM/06/30 às 12:57 – por 470 IPs em CARTÓRIO E SUBINDO

Reportagem da EPTV Campinas:
Desde o início das concessões surgiu um pedágio a cada 40 dias em SP. Foram 111 novas praças nesse perídodo.
Por lei, um pedágio não pode estar a menos de 52 quilômetros de outro. Aqui a média é de 48 quilômetros.
Uma empresa de transporte de médio porte localizada em Americana, poderia comprar uma carreta completa por ano com o dinheiro que gasta com os pedágios nas viagens à capital.
O custo da viagem com pedágio é maior do que o gasto com o diesel.

PSDB: “VAMOS À LUTA, FILHO DA PUTA”

SEU ABÍLIO, QUEM MANDA NÃO ANUNCIAR NO FLIT! 15

30/06/2010 07h38 – Atualizado em 30/06/2010 07h45

Jornal publica errata sobre anúncio que ‘elimina’ seleção da Copa

Edição desta quarta-feira da “Folha” ainda traz o anúncio correto.
Anúncio do Grupo Pão de Açúcar, na véspera, tirava país dos jogos.

Do G1, em São Paulo

O jornal “Folha de S. Paulo” publicou nesta quarta-feira (30) um comunicado admitindo o erro ao veicular um anúncio da rede de supermercados Extra, do Grupo Pão de Açúcar, que destacava a “eliminação” da seleção brasileira da Copa do Mundo na edição do jornal desta terça (29). Na segunda-feira (28), o Brasil venceu o Chile por 3 a 0 nas oitavas-de-final da competição.

Anúncio públicado na página D21 do jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira (30)Anúncio públicado na página D21 do jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira (30) (Foto: Reprodução)

 

“Comunicamos que erramos na publicação do anúncio do Extra, referente ao resultado do jogo entre Brasil e Chile, publicado por este veículo de comunicação no dia 29 de junho de 2010, pág. D11. Ao invés do anúncio de vitória do Brasil, foi publicado, equivocadamente, anúncio citando a derrota. Lamentamos o ocorrido”, diz a errata, assinada pelo departamento comercial do jornal.

Além do comunicado, também foi publicado o anúncio correto, que comemora a vitória da equipe brasileira. 

“Que venha a próxima. Wafa wafa (que significa  “Vai que dá”, no idioma zulu), Brasil. Força Extra nas quartas de final, Brasil. Faz o Penta virar Hexa”.

Nesta terça, em nota enviada ao G1, a “Folha” já havia reconhecido o erro. “A Folha de S. Paulo esclarece que no dia 29/6/2010, no Caderno ‘copa 2010’, pág D11, foi publicado equivocadamente um anúncio do Hipermercado Extra, devido a problema ocorrido na área de inserção de anúncios. A publicidade insinua que o Brasil não teria se classificado para a próxima fase da copa. Lamentamos o erro.”

Na tarde desta terça, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, Abílio Diniz, afirmou na sua página no Twitter que o grupo “tomará providências” e que serão responsabilizados os culpados pelo anúncio.

Em seu microblog, o empresário publicou, no mesmo dia, a seguinte declaração numa sequência de posts, por volta das 15h:

“Estou ao lado dos que se indignaram com o anuncio publicado erroneamente pelo jornal.

Ontem o Brasil fez seu melhor jogo na #Copa. Infelizmente, a Folha de SP cometeu um grave erro com o anúncio do Extra, o que é inadmissível.

Não compartilhamos com a impunidade e tomaremos as providências, que não eliminarão o erro, mas irá responsabilizar os culpados

Como Pres. do Conselho de Adm. do GPA (sic) peço desculpas, em meu nome e do Grupo, aos brasileiros e, principalmente, aos jogadores da seleção”;

TRISTEZA: Policial civil aposentado morto com um tiro no rosto em Itanhaém 12

Itanhaém
Policial civil reage a assalto e acaba morto com um tiro no rosto em Itanhaém
De A Tribuna On-line
Um policial civil aposentado foi morto ao reagir a uma tentativa de assalto na tarde desta segunda-feira , em Itanhaém. Dois homens invadiram a residência da vítima, que assistia ao jogo da Seleção Brasileira com a família. Um deles acabou preso e o outro, que já foi identificado, continua foragido.

De acordo com as informações do boletim de ocorrência, por volta das 15 horas, dois homens armados com uma pistola calibre 32 e outra automática invadiram a residência do policial Valter de Lima, de 61 anos, localizada no bairro Suarão, e anunciaram o assalto. O policial teria reagido.

Valter pegou um barra de ferro para acertar os criminosos, mas antes de conseguir atingi-los acabou alvejado com alguns disparos, um deles no rosto. Socorrido, não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo. 

A Polícia Militar foi então acionada e algumas viaturas foram deslocadas até o local. Um dos suspeitos, Antônio Carlos Marques Israel, de  29 anos, foi localizado no entorno e acabou preso com as armas e com os bens que seriam levados das vítimas. O outro, que é irmão do indiciado, acabou fugindo.

O caso foi registrado no Distrito Policial Sede da Cidade e segue em investigação. A polícia já tem informações do paradeiro do suspeito e acredita que conseguirá prendê-lo em pouco tempo.

Aposentado há quatro meses

Valter trabalhava como policial civil na Capital Paulista. Há aproxidamente quatro meses, ele se aposentou e decidiu morar com a mulher no Litoral Paulista, buscando uma vida mais pacata. Desde então, os dois viviam em uma residência em Itanhaém e nunca tiveram problemas com criminosos na região.

 

CAMPINAS: Pedida a prisão de policiais civis e militares suspeitos de envolvimento com o tráfico 2

Pedida a prisão de policiais suspeitos de envolvimento com o tráfico

Polícia Civil pede prisão preventiva de 4 policiais civis e 2 PMs.
Eles recebiam até R$ 5 mil mensais de traficantes em Campinas.

Do G1 SP, com informações da EPTV

A Polícia Civil concluiu, ontem,  terça-feira (29) o inquérito que investiga o envolvimento de policiais civis e militares de Campinas com o tráfico de drogas. Segundo o delegado titular da Corregedoria da Polícia Civil de Campinas, Roveraldo Battaglini, será pedida a prisão preventiva de quatro policiais civis e dois militares. Outros dois militares foram soltos na semana passada por falta de provas. O inquérito será encaminhado para a vara criminal. Os seis policiais estão presos temporariamente.

Os oito policiais – quatro civis e quatro militares – foram presos no dia 16 de junho por suspeita de envolvimento com traficantes. As investigações começaram após a denúncia do estudante de direito David Martins. Ele chefiava uma quadrilha que comercializava drogas para diversos bairros da cidade e foi preso em abril deste ano em uma operação da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise). De acordo com a corregedoria, os policiais monitoravam os pontos de venda acobertando a ação dos traficantes. Gravações em vídeo feitas pelo estudante mostram que os suspeitos recebiam entre R$ 3 mil a R$ 5 mil mensalmente pelo serviço. O esquema acontecia há pelo menos quatro meses.

Um dos policiais militares foi flagrado estocando maconha no 47º Batalhão, onde os demais colegas também atuavam. Investigações apontam que David Martins vendeu R$ 8 milhões em drogas em um ano e meio, em Campinas, São Paulo e Mogi das Cruzes, cidades onde mantinha 75 pontos de venda de entorpecentes.

O traficante preferia usar menores de 18 anos no comércio ilegal, já que eles não são presos e ficam, no máximo, por três meses reclusos em instituições como a Fundação Casa (antiga Febem).

SUELY, O MÉDICO DA CORREGEDORIA É MAIS UM “POLICIAL CIVIL” MUITO ESTRESSADO…POIS É DIRIGENTE DE UMA ONG SEDIADA EM PINHEIROS E MANTIDA PELA MAÇONARIA, POSSUI EMPRESA DE SERVIÇOS MÉDICOS, FUNCIONA NO SUS E NA CONSOLAÇÃO FAZ 40 HORAS SEMANAIS DE PLANTÕES COMO LEGISTA “PSIQUIATRA”…ORA, CERTAMENTE É UM LOUCO DE CARTEIRINHA EM RAZÃO DE TANTO TRABALHO…COITADO, NEM SEQUER PODE VER SANGUE! 23

Duvido que alguém, de qualquer uma das carreiras, sem apadrinhamento, não fique estressado, não viva estressado.
Pois além de tratarmos com o lado sordido da humanidade,com asmazelas e as desgraças alheias, não temos recursos para tratarmos de nossas próprias dores e problemas.
Achar alguém que esteja calmo,tranquilo,centrado, trabalhando em fileiras,plantões com horário superior adoze horas, a maioria tendo de se deslocar kms até sua residência em outros munícipios( por vezes bem distantes)abala a estrutura física e psicológica dequaçlquer ser humano normal,depois vem alguém com PODERES,alegar estresse,panico,demência,trabalho este que um profissional respeitável demora de seis a oito sessões para avaliar com relativa precisão.Isso é brincadeira,tudo que passamos, gastrite, pressão alta, insonia,falta de apetite,ou fome incontrolável,é resultado da incapacidade do governo em gerenciar e administrar,uma instituição tão sobrecarregada e insalubre,nesfasta como é a nossa.
Assim se um médico fosse consultado por todos os que realmente trabalham à frente da PC, 90% do efetivo seria licenciado e muito aposentados, mas isso não acontece mesmo quando estamos morrendo,ninguém se importa, o que lhes interessa que é estejamos lá, as condições não importam,somos números.

Proposta de emenda constitucional (PEC), restabelece a aposentadoria integral para juízes e funcionários de outras carreiras da área jurídica, colocando em risco a reforma da Previdência do setor público

Ameaça à Previdência

 

Uma proposta de emenda constitucional (PEC), prestes a ser votada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, restabelece a aposentadoria integral para juízes e funcionários de outras carreiras da área jurídica, colocando em risco a reforma da Previdência do setor público.

Em vigor desde 1998, a reforma foi proposta pelo governo Fernando Henrique e sua aprovação exigiu grande esforço do PSDB e de outros partidos governistas para derrotar a oposição então liderada pelo PT. Ironicamente, as posições se inverteram. A proposta em tramitação no Senado é de autoria de um parlamentar do PSDB, já recebeu parecer favorável de outro senador tucano  que estendeu para outras carreiras, além da de magistrado, a possibilidade de obtenção de aposentadoria com vencimento integral  e tem como maior opositor um senador do PT.

A Emenda Constitucional n.º 20, de 1998, estabeleceu novas regras para a aposentadoria no setor público, substituindo o tempo de serviço por tempo de contribuição e estabelecendo a exigência de idade mínima para a obtenção do benefício. No caso dos juízes, ela retirou da Constituição de 1988 o direito de aposentadoria integral compulsória por invalidez ou ao completar 70 anos de idade e facultativa aos 30 anos de serviço, condicionada ao exercício da função de juiz por pelo menos 5 anos. Desde a aprovação da emenda, a aposentadoria de magistrados e a pensão devida a seus dependentes são regidas pelas regras aplicadas aos demais funcionários.

A PEC em exame no Senado, na versão original  de autoria do senador Eduardo Azeredo (PSDBMG) , recria o regime especial de aposentadoria para magistrados e membros do Ministério Público. Pela proposta, esses funcionários terão direito a aposentadorias com proventos integrais, respeitando-se as demais regras aplicadas ao restante do funcionalismo público.

Dirigentes de associações de juízes sempre criticaram a reforma da Previdência na parte que lhes diz respeito. O dispositivo que estende para a aposentadoria dos magistrados as regras que vigoram para os demais servidores é objeto de duas ações diretas de inconstitucionalidade que tramitam no STF e têm como relator o ministro Gilmar Mendes. Uma dessas ações alega que houve vício formal e violação da independência do Poder Judiciário na aprovação da reforma. Outra argumenta que a reforma é inconstitucional por violar a garantia da irredutibilidade dos vencimentos dos juízes.

Em voto em separado, contrário à PEC, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) argumentou que o princípio da irredutibilidade do subsídio vale enquanto o magistrado estiver no exercício da função. Para reforçar sua argumentação, citou o ex-senador e jurista Afonso Arinos de Melo Franco (que foi filiado ao PSDB), segundo o qual “os salários integrais dos magistrados estão absolutamente assegurados durante o período de suas funções”.

Suplicy alertou também para o impacto do benefício sobre as finanças públicas, repetindo argumento que o PSDB empregou para aprovar a reforma de 1998 e que o PT rejeitava. Se a PEC fosse aprovada, “quais seriam as consequências para a Previdência Social e, principalmente, para as finanças dos Estados-membros da Federação”, perguntou. Falou ainda de seu efeito sobre as ações dos governos. “Uma mudança constitucional dessa natureza não afetaria a implementação de políticas públicas pelo governo central e, sobremaneira, pelos governos estaduais”

Inicialmente, o relator da proposta, senador Marconi Perillo (PSDB-GO), manteve o texto original. Depois de ouvir dirigentes de associações interessadas, estendeu o benefício aos integrantes da defensoria pública e da advocacia pública, o que inclui os advogados da Advocacia-Geral da União e todos os procuradores dos Estados e dos municípios. Aproveitando a brecha, o senador Romeu Tuma (PTB-SP) apresentou outra emenda, estendendo o benefício a todos os policiais.

É apenas uma amostra do efeito “bola de neve” que a PEC pode desencadear.

Na campanha de Geraldo Alckmin, em 2006, o DEM fez mais pelo candidato tucano de que o próprio PSDB

DEM e PSDB ainda não chegaram a um consenso sobre o vice, mas as conversas continuam

Marcos Chagas

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Democratas e o PSDB ainda não conseguiram chegar a um consenso sobre quem ocupará a candidatura de vice na chapa do tucano José Serra à Presidência da República. O assunto voltou a ser discutido entre os senadores e os deputados da executiva do partido, em reunião na casa do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.

Após mais de duas horas de reunião, o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RS), reafirmou que o PSDB tem que rever sua decisão de indicar Álvaro Dias (PSDB-PR) para vice na chapa de Serra se quiser ter o apoio integral do partido.

‘O que nós queremos é uma solução. Nós queremos, se possível, apoiarmos a candidatura José Serra. Esse é nosso desejo, essa é a nossa intenção’, disse. Maia acrescentou que o DEM quer mostrar a seus aliados que foi cometido um erro, a partir da indicação de Álvaro Dias sem uma negociação com o Democratas, e esse erro precisa ser resolvido.

Rodrigo Maia disse ainda que isso é fundamental para que o DEM entre ‘com força total na campanha de José Serra’. Ele admitiu que é preciso que o PSDB reveja sua decisão para que o DEM, que tem 56 deputados, 14 senadores e quatro candidatos a governos estaduais, entre motivado na campanha de Serra.

‘Você não pode ir para uma aliança, numa eleição tão difícil como será esta, com uma diferença que vai ficar em ente 3, 4 ou 5 pontos, [com] a metade do partido desmotivado e tratando apenas de suas próprias eleições’.

Apesar de não terem chegado ainda a um consenso sobre a questão, Maia disse que as conversas estão evoluindo e acredita num acordo com o PSDB. O presidente do DEM destacou que as negociações ocorridas em São Paulo, inclusive com a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, vão ajudar a chegar a um acordo. Para alcançar esse objetivo, segundo Maia, as conversas vão continuar durante a madrugada e todo o dia de hoje. Segundo o presidente do DEM, será ‘o Dia D’ para um acordo.

Rodrigo Maia descartou que o DEM deseje cuidar da campanha de Serra e lembrou que na campanha de Geraldo Alckmin, em 2006, o DEM fez mais pelo candidato tucano de que o próprio PSDB. Perguntado sobre se decisão poderia causar um racha no partido, Maia fez questão de ressaltar que nada quebrará a coesão do Democratas.

‘Isso não existe no Democratas. O DEM é um partido que discute, que tem diálogo. Tem uma executiva forte e é por isso que tem avançado e avançou nesta pré-campanha em tudo que foi pedido pelo pré-candidato José Serra. Resolvemos todos estados, que eram pendência democratas. Caminhamos numa estratégia no programa de televisão, dos comerciais. Eu acho que o partido deu uma demonstração de unidade e de vontade de vencer essas eleições’, disse.

Mas, para Maia, a atitude do PSDB, adotada na última sexta-feira (25), quando o DEM tomou conhecimento da indicação do vice Álvaro Dias pelo Twitter, pode tirar a motivação e a mobilização de pelo menos metade do partido.

Edição: Aécio Amado