1. O senhor é um fanfarrão Dr. Guerra
    Isso é apenas uma gripezinha
    E os números estão errados
    Estão fazendo igual na Polícia na questão de produção
    🤣🤣🤣

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  2. COM REFERENCIA AO SR. JOSÉ SERRA, AO SR. GERALDO ALCKIMIN, AS OPERAÇÕES ESCUSAS DO PSDB, AO SECRETÁRIO DO SR. DORIA QUE FOI PRESO ANTEONTEM MAS O SR. GILMAR MENDES JÁ O SOLTOU, SOBRE ISSO NÃO SE FALA NADA POR AQUI NÉ. MUITO ESTRANHO, TODOS SANTINHOS NÉ!!!!!!!!

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  3. Cem mil brasileiros não estão estre nós em boa parte pela imprevidência de nossos governantes. disse:

    Viva! Parabéns!
    Vice campeão mundial em mortes por Covid.
    Campeão mundial em roubalheiras em EPI’s, Ventiladores e Respiradores.

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  4. Bom. Por onde começar?
    Talvez apontando o óbvio que ulula.
    O primeiro legente, ao ver essas linhas, algures, praguejará: – C…, lá vem ele. O chato. O delegado que gosta de escrever. Ô sujeitinho atrevido. Pernóstico. Perifrásico. Como pode, um mero policial querer-se intelectualizado? É realmente muita petulância. Ele deveria fazer como a maioria, policiais ou não, e usar o pronome “mesmo” como se pessoal fosse, e parar de encher o saco.
    Dizer o quê? Afora a parte do “mesmo” e do “querer-me intelectualizado”, condescendo com todo o resto – fazendo a óbvia ressalva de que policiais há que dão de 10 a 0 em muitos sedizentes especialistas.
    Mas, de facto, eu devia fechar-me em copas e deixar o mundão sem minhas despiciendas considerações. Ocorre que eu não me contenho. Assoma-me uma comichão, e vejo-me premido a falar, a escrever.
    Como efeito, malgrado o achincalhe e a risadaria geral, eu volto à carga. Por minha conta e risco. Digam-me chato. Já me reconheço como tal. Mas não pelos motivos epidérmicos. Por outros. Da minha escrita, não abro mão. Afinal, parafraseando o célebre João Ubaldo Ribeiro, não se faz exigível uma faculdade de letras para escrever “pletora”.
    Feitas essas ponderações, prometo ser breve. H á pouco, eu estava em casa, na região central de São Paulo. Súbito, uma efusão, expressa em gritos de júbilo, irrompe janela adentro. No meu alheamento, supus tratar-se de uma manifestação. Tão recorrente nessa nossa contemporaneidade arrevesada.
    Advertiram-me que não. Era a algaravia promovida por torcedores do Corinthians e do Palmeiras. Rivais de há muito. E empedernidos. Dei de ombros e prossegui no que vinha fazendo. Nada, a rigor.
    Ao depois, ocioso que estava. Passei a ler as notícias pela internet . Logo saltou aos olhos a titulação de uma matéria em caixa alta. Em síntese: nosso Brasil atingira o tétrico montante de cem mil mortos pela covid-19.
    Minhas sinapses agitaram-se. Eu me atrevi fazer uma ligação que, talvez, me torne ainda mais chato aos olhos da geral. Causou-me espécie este algo paradoxal: o grito vociferado de torcedores e o silêncio tumular pela marca tristemente atingida.
    Continuei ruminando. Talvez fosse pedir demais certa circunspecção pelos cem mil brasileiros que tiveram a vida ceifada. Um minuto de silêncio, quiçá. Mero simbolismo? Nem discuto. Mas talvez um mínimo verniz para mascarar nosso lado selvático.
    É claro que há uma outra perspectiva. O brado do time vencedor e o urro do perdedor podem ser uma manifestação catártica. Algo mais ou menos símile ao que houve no carnaval de 1919, e tão bem retratado pelo insuperável Nelson Rodrigues.
    A peste espanhola estava no seu estertor, e a festa pagã nunca foi tão orgiástica. Talvez por ter sido pós-apocalíptica. Guardada as devidas proporções, faço a relação. E não concluo, ao final, se a manifestação dos torcedores exprime indiferença ou algo à guisa de catarse.
    Mas de uma coisa eu sei: todos nós devíamos ficar compungidos com a marca taciturna dos cem mil. E, francamente, não sei se isso que ocorre. Talvez um muxoxo. A mim, todavia, a mim me parece que os brasileiros perdemos muito do nosso humanismo.
    São tantas as enormidades que nos assacam. São tantas as nódoas que sobre nós recaem. E há tanto tempo. Sagramos, reparem, como a última nação, recalcitrante, a abolir a hediondez da escravatura. E isso, “porca miseria” nos remete a alguns vídeos recentes, em vales adjacentes.
    Mas claro. A psique coletiva de um povo não passa incólume por tudo isso Brutalizamo-nos. Querem ver? Mesmo à frente, no enfrentamento de um vírus virulento, neófito para nós, e com potencial arquicomprovado de ceifar vidas aos borbotões, não houve entre nós brasileiros um armistício.
    Singrem pela internet, e constatarão. Nunca estivemos mais beligerantes. A doxa vigente é a do ódio. Esmeramo-nos em reproduzir uma clivagem irreversível. E pior: de um modo a constranger a mais rematada caricatura. É um pastiche.
    Os à esquerda, eles reproduzem uma dogmática que ignoram. Os à direita, também. É até difícil discernir as respectivas mundividências. É só uma maçaroca fermentada no ódio. Um ódio que não cede. Não cede mesmo ante cem mil mortos.
    Mas não é só. Estamos em pleno mês de agosto. Atribuímos uma cor a esse mês específico. O lilás. Um simbolismo, e prenhe de semântica. Tudo para conscientizar acerca do antigo martírio da violência doméstica.
    Por essas placas, mulheres são seviciadas e mortas amiúde. E não suponham que isso se dá por descaso dos órgãos oficias. Ao contrário. A polícia civil de São Paulo faz um trabalho incessante e digno de aplauso. E o faz todo santo dia.
    Eu mesmo não tenho como computar quantas prisões em razão desse tipo especialmente nefasto de crime já fiz. O ministério público também não poupa esforços. Nem o legislativo, que mantém atual a tecnologia legislativa.
    Ainda assim, em pleno mês de agosto – o mês elegido para conscientizar o brasileiros acerca desse problema nevrálgico – os casos pululam. Cada qual mais tristemente impressionante que o outro.
    E redigo: seria injusto atribuir tal fato a uma inação dos órgãos competentes. Infelizmente, tudo parece expressão de uma insensibilidade que nos caracteriza como povo.
    Infelizmente, brasileiros, parece, tornamo-nos insensíveis a simbolismos.

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  5. E a responsabilidade desse “mérito” seria do presidente??? Caramba, Covid é problema só dele!!!! Ahh vá!!!

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  6. Digo mais: Muitos torcendo para que o número aumente bastante, assim conseguem culpar quem querem….Torcida contra é foda. Queria ver uns que o antecederam o que fariam no lugar dele, fora o que já aprontaram nos respectivos mandatos….Além de haver outros políticos nas outras esferas também deitando e rolando, jogando contra descaradamente mas são santificados…….não dá prá entender mais.

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    • Sérgio, te digo que o que eu mais quero é que a pandemia acabe agora. Mas deve passar de 500.000 mortos . E agora não adianta decretar confinamento, pois a população não vai aceitar . E quem culpa o alheio é o Bolsonaro. Por que ele não fechou os portos e aeroportos e não decretou quarentena para todos os brasileiros vindos do exterior. Estado de alerta dele é como papel higiênico usado.

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    • Não é torcendo.
      Agora ele percebeu a burrada.
      Vai morrer mais, ele vai ter estender auxilio (pra quem não precisa comprar TV e celular e quem precisar ter negado e passsr fome) ate Dezembro. Já viu como estão vendendo Americanas, Casas Bahia e Magazine Luiza? E não é feijão e arroz..
      Vai morrer mais, vai gastar muito mais.
      O ruim dessa pandemia é preocupação com pais idosos, que não resistem ficar muito tempo em casa e só com muito esforço passaram a enxergar nele o diabo! A preocupação é com pai e mãe idosos!
      Em março eu acreditava que o Brasil daria exemplo mundial.
      Quando o desgraçado passou a boicotar o ministério, configurou-se a desgraça.
      Perdeu a chance. O “cara do Obama” não deixaria a bola sem fazer gol.

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  7. A velha retórica… Devia ter fechado as fronteiras. Claro. Fato. Doria não deveria nem ter feito carnaval de rua também entre tantas outras coisas. Já que fechar as fronteiras era a medida que mais esperavam do Boçal, como é que o Vírus chegou em ilhas totalmente distantes e com altão controle? Chegou até nós polos… Aí o Brasil com centenas de milhares de fronteira não controlada e fiscalizadas seria a solução.
    Será que o Ódio é só do Bolsonaro mesmo? Pq os comentários demonstra ódio contra ele também.

    A conta da COVID vai cair em todos. Bolsonaro que não fechou fronteiras ou qualquer tipo de controle, Doria liberando geral na mesma época falando que não havia perigo, mas o principal é a própria cultura e falta de educação do próprio povo que não respeitam as regras.

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  8. Os “cloroclínicos”
    POR FERNANDO BRITO · 10/08/2020

    https://www.tijolaco.net/blog/wp-content/uploads/2020/08/cloroquinicos.png

    Além da pandemia do novo coronavírus, o Brasil e o mundo estão sofrendo uma infecção generalizada da estupidez, em nome da procura de um milagre contra a doença.

    E inacreditável que se pretenda adotar como método infectar propositalmente milhares de pessoas para, eventualmente, descobrir-se se possíveis vacinas são eficazes.

    A ética médica repudia estes procedimento e, alguns anos atrás, houve uma condenação (tardia, é verdade) contra médicos norte-americanos que, para testar os benefícios (imensos, claro) da penicilina infectaram com doenças sexualmente transmissíveis milhares de pessoas saudáveis na Guatemala, nos anos 40. Eram, claro, pobres, pretos e guatemaltecos.

    Ou quando a indústria farmacêutica recuperou os experimentos do médico nazista Heinrich Mückter, criador da talidomida e, com base em ensaios apressados e pouco rígidos, levou a milhares de malformações de fetos e produziu uma legião de crianças com deformidades físicas na Europa e aqui. Nos EUA, por jamais ter sido aprovada pelas autoridades sanitárias, nunca foi comercializada. Mesmo assim, quase 20 crianças americanas haviam nascido com efeitos colaterais da talidomida porque o remédio foi distribuído legalmente para fins de pesquisa, informa a BBC.

    Claro que não acuso de nazismo ou de crueldade deliberada os que defendem esta estratégia da infecção proposital, mas chamo a atenção sobre o potencial trágico disto. Muito menos se condena a atitude generosa de quem se dispõe a se submeter, voluntariamente, à infecção.

    Mas invocar o exemplo de Edward Jenner descobrindo a vacina para a varíola em 1796, infectando propositalmente o filho de oito anos de seu jardineiro, francamente, chega a ser ridículo, desprezando dois séculos de desenvolvimento da ciência médica.

    O surgimento de efeitos indesejados pode não ser identificado assim, a menos que o número de pessoas propositalmente infectadas seja imenso, na casa de dezenas de milhares de pessoas, com o evidente risco de que o insucesso represente a perda de vidas em grande escala, também. Há outros problemas para esta infecção em massa deliberada, sobre como isolar e acompanhar intensamente com cuidados médicos os voluntários.

    Além do mais, a corrida pela vacina não é apenas uma aventura generosa para com a humanidade, mas um contexto onde há dinheiro – e muito dinheiro – envolvido, com a disputa entre laboratórios por venderem, na casa do bilhões de dólares, o que implica sérios riscos de que o “voluntário” traga benefícios financeiros a grupos privados.

    Os testes com vacinas, segundo as práticas científicas consagradas e universalmente aceitas, não podem ser feitos de forma alucinada, abandonando critérios éticos e científicos. Esta comunidade deveria, com a mesma energia, estar exigindo medidas duras de aplicação dos protocolos de isolamento e protestando contra governantes que, em nome da “liberdade econômica” transforma as pessoas em infectados involuntários, ao milhões.

    Não há remédio heróico e mágico, como se quis fazer da cloroquina. Não é uma gincana, não é uma questão de “fé e vontade”, mas de ciência e ação de governos, como sempre foram os avanços da saúde pública, aqui e no mundo. Persistência, em sanitarismo, é tudo, inclusive para as grandes descobertas.

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