Generais mentirosos são uma vergonha para o Exército do Brasil 2

É repugnante, vergonhoso assistir um general de exército, depois de dedicar sua vida à defesa da pátria, faltar a verdade para acobertar desmandos de um descompensado que pode a todo instante implodir o país.
O general disse, depois desdisse, não foi bem o que disse, ratificou o que não disse, e, ao final, disse que não se lembra.
Segundo consta, o descompensado, descontente com a segurança da família no RJ, cobrou do Ministro da Justiça providências, sob pena da perda do cargo dele, do Diretor Geral da PF e do Superintendente do RJ, quando é sabido que a segurança pessoal de sua família não é atribuição da Polícia Federal. A cobrança deveria ser feira para seu amigo, general Heleno,Ministro da Segurança Institucional, tipo aquela segurança do avião presidencial cujo integrante levou algumas dezenas de cocaína para a Espanha.
O exonerado a pedido disse que não pediu. O Ministro da Justiça disse que não assinou o ato de exoneração, embora seu nome tenha constado do ato publicado no DO da União.
PGR escolhido por “afinidade” com o descompensado, fora da lista tríplice da instituição, acha que vai denunciá-lo?
Tá molhando a mão do centrão com vários cargos no 1º e 2º escalões da administração, acha que vão aprovar a abertura de processo?
Tudo regado com a enorme indiferença pelos milhares de brasileiros que estão nos deixando de mãos dadas com a covid-19, face a completa falta de identidade de propósitos entres os governantes responsáveis em combatê-la.
E a fome ainda nem chegou, virá em seguida, a galope, para varrer o que a covid-19 não conseguiu levar.
Filme triste Brasil.

Autor: pizza verde oliva 

  1. Acreditar que Generais trairiam seu “comandante em chefe” diante de PAISANOS?

    Tiraram uma onda com os PF’s e retornaram ao “covenscote” no Palácio do Planalto…

    E ninguém pode fazer nada contra…

    MANDA QUEM PODE!

    PS: Digo isso com tristeza pois estou de saco cheio das sandices de Bolso.

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  2. A morte como estratégia
    POR FERNANDO BRITO · 18/05/2020

    Não surpreende ler na Folha que Jair Bolsonaro pode demorar para escolher novo ministro da Saúde.

    A aposta do presidente é muito diferente de agir para minimizar os danos humanos da pandemia. Ao contrário, ele espera que o desastre humanitário não apenas desmoralize os governos que adotam medidas restritivas, como desencadeie um processo de sofrimento e convulsão social que ampare a tomada de medidas de força.

    Sobre as ações de saúde, basta-lhe continuar a agitação da pantomima da cloroquina, como a dizer que são os médicos e os governadores que não querem dar ao povo a cura que o presidente promete, embora já não haja ninguém sério que creia que seja.

    Aliás, é difícil para qualquer pessoa mentalmente equilibrada entender o pensamento do ex-capitão, mas todos os fatos concretos mostram que é assim a sua conduta.

    Quanto mais o país afundar, mas sentirá como positivo o pequeno alívio da “retomada”, ainda que ela seja pequena, quase inexpressiva, como o alívio de quem tira apenas uma volta do torniquete que o garroteia.

    Além do mais, ele conta com a tibieza das reações do Legislativo e do Judiciário – mais o primeiro que o segundo – para que possa seguir, com uma legião de zumbis humanos e robôs virtuais, a se imporem sobre um povo entocado, impedido de ir além das inócuas panelas na janela.

    A “arminha” do ex-capitão é aquilo a que ficaram reduzidas as Forças Armadas, comandadas de fato por uma turma de generais provectos e desavergonhados, que trocam sua honra pela proximidade do poder e pela garantia de que o país não se erguerá.

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