Ladrão todos somos, né ?
De qualquer forma, parabéns!
Vamos faturar um trilhão!

Ladrão todos somos, né ?
De qualquer forma, parabéns!
Vamos faturar um trilhão!

Candidato ao cargo de governador na próxima eleição, Márcio França (PSB) terá a oportunidade de exercer a função até o dia 31 de dezembro. Ele assumiu, na tarde desta sexta-feira (6), em solenidade na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), o posto antes ocupado por Geraldo Alckmin (PSDB), que renunciou para disputar a Presidência da República.
“Acima de nós e dos nossos partidos está o povo de São Paulo, o povo brasileiro. Eles sim são os verdadeiros donos de tudo o que fazemos, das nossas decisões e do Estado. A eles serei sempre submisso”, falou França, em breve discurso de 10 minutos.
O agora governador enalteceu o trabalho realizado por Alckmin e disse que “a tarefa fica muito mais simples” depois de assumir o governo das mãos de um “homem honrado, que cumpre sua palavra e é digno”.
O ex-governador Alckmin enviou uma carta de renúncia ao cargo na tarde desta sexta. O documento foi recebido pelo presidente da Alesp, Cauê Macris (PSDB), que, na sequência, deu início à sessão extraordinária para a leitura do documento e convocação para a posse como governador ao então vice França.
A Polícia Civil de São Paulo abriu inscrições nesta quarta-feira (4) para selecionar 250 delegados. O edital foi publicado no dia 23 de março no Diário Oficial do Estado. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site da Vunesp. A taxa é de R$ 84,81 e o período de cadastro termina às 23h59 do dia 2 de maio de 2018.
A remuneração inicial é de R$ 9.888,07, incluindo a soma dos valores do salário-base, da Gratificação pelo Regime Especial de Trabalho Policial (RETP) e do Adicional por Direção da Atividade de Polícia Judiciária (ADPJ).
uís Adorno
Do UOL, em São Paulo
Após dois mandatos consecutivos (além de outros dois cumpridos no início dos anos 2000), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), deixa o cargo na tarde desta sexta-feira (6) e passa o bastão para seu vice, Márcio França (PSB), que assume o estado já pensando em ficar mais quatro anos no Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, zona oeste da capital.
França deverá ficar nove meses à frente do estado, mas terá de dividir o tempo como governador e como candidato à reeleição. Sua candidatura já tem o apoio de outros 12 partidos políticos além do PSB. Mas não é possível dizer que Alckmin é um dos aliados, uma vez que João Doria (PSDB) deixa a prefeitura da capital para ser rival de França na disputa.
Em entrevista ao UOL, França afirmou que, em nove meses, vai conseguir “mostrar um pouco” de seu serviço à população. “Nove meses é o tempo de um casal, rapidinho, se conhecer e ter um filho. Então, acho que dá pra fazer. Deus fez um ser humano em nove meses”, comparou.
França promete “manter a estabilidade fiscal, a responsabilidade e a idoneidade” de Alckmin, “mas com um tom mais social”, que ele diz ser sua área de especialização. “Em especial, para a juventude que é a área que eu gosto mais de atuar”, disse.
Após citar que manterá a responsabilidade fiscal de Alckmin, França foi questionado pela reportagem se o reajuste dado por Alckmin aos servidores no início deste ano é o suficiente. O aumento foi de 3,5% a todas as categorias, à exceção dos 4% para as polícias e 7% aos professores.
“[Fez] o que era possível naquele momento. O governador Alckmin fez todo o esforço para pagar salário. A maioria dos estados do Brasil deixou de pagar salário, atrasou 13º, atrasou tudo. Aqui em São Paulo, não teve esse problema”, argumentou o novo governador.
No entanto, admitiu que um novo reajuste é necessário. “Está na cara que a gente tem que fazer reajuste. Claro, com tempo, temos que reajustar e equilibrar o salário dos policiais e de todos os profissionais, incluindo os professores”, afirmou.
Questionado se nos nove meses de seu mandato um novo reajuste será possível, França respondeu: “É possível. Em todo lugar é possível. Tem que ter boa vontade e tem que ter força”, disse. Indagado se ele teria vontade e força, finalizou a entrevista: “vou tentar”.
A disputa entre Márcio França e João Doria pelo governo de São Paulo também se estica até o presidente do PSDB e pré-candidato do partido ao Palácio do Planalto, Geraldo Alckmin. Ambos já disseram ter o apoio do tucano, que tem tentado manter um discurso conciliatório.
Na manhã da última segunda-feira (2), Doria informou que seu eleitor é diferente ao de França, uma vez que o então prefeito da capital disse que não recebe votos de “comunistas e esquerdistas”. França vem rebatendo, informando que seu rival não tem palavra, uma vez que havia prometido, ao se eleger prefeito, não deixar o cargo para disputar o governo estadual.
“Vai ser assim: quem tem palavra com quem não tem palavra. Eu mantenho a minha palavra sempre. Eu acho que o João errou ao não cumprir a palavra. Ele é uma pessoa inteligente, podia ser um grande prefeito, a gente apostou tanto que ele fosse o melhor prefeito de São Paulo, mas não deu tempo de mostrar”, afirmou
“Eu acho que a população de São Paulo se sente um pouco traída. O eleitor… eu votei nele também. As pessoas ouviram dele várias vezes: ‘eu vou ficar quatro anos, eu prometo que vou ficar quatro anos, eu prometo que vou ficar quatro anos’. Não tem como você não acreditar”, disse o novo governador estadual.
Está prevista para esta sexta-feira a filiação ao PSB do ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa. A expectativa da cúpula do partido é de que ele seja candidato à eleição presidencial.
Isso mudaria o candidato do novo governador de São Paulo? Segundo o próprio, não. “O partido vai decidir só em julho. A gente tem boa relação com o Joaquim, é um ministro famoso, enfim. Mas a decisão é do partido. Será feito em julho a partir da composição de todos os estados do Brasil”, disse.
“[Meu candidato] continua sendo o Geraldo Alckmin. Vou fazer um esforço para que o Geraldo seja o escolhido. Agora, meu partido é o meu partido. Eu não controlo todo o partido e muita gente tem o pensamento diferente. Mas vou fazer um esforço para ser o Geraldo”, complementou.
A tese de lançar o ex-presidente do STF na disputa pelo Palácio do Planalto é defendida com entusiasmo pela bancada do PSB na Câmara, incluindo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, mas sofre resistências de alas dos partidos, como França.
Na última gestão Alckmin, que começou em 2011 e vai até esta sexta-feira, o número de roubos no Estado caíu, mas se manteve acima dos 300 mil casos ao ano. Os homicídios também caem ano a ano. Porém, a violência policial aumentou.
Na última gestão, a morte de civis por policiais no Estado saltou 96%, passando de 480 para 939. Enquanto isso, o número de policiais mortos diminuiu 17%: passou de 73 vítimas para 60. Questionado sobre os dados, França se esquivou.
“Acho que o principal é você parar de produzir o gelo ao invés de enxugar o gelo, entendeu? Parar de produzir o gelo é dar uma oportunidade lá atrás, quando o menino tem 16, 17, 18 anos”, disse.
“É evitar que ele vá para o delito. Evitar que ele vá para o crime, que ele vá para as drogas, que ele vá para o lado errado. Dar a chance para esse menino. É a chance que nós temos”, complementou.
França diz que o governo já fez tudo o que podia e que as polícias militar e civil estão equipadas com “bastante estrutura”.
PUNITIVISMO MIDIÁTICO
Nem parece que o tempo passou, mas faz dez anos que a garota Isabella Nardoni, de 5 anos, despencou de seis andares de um prédio em São Paulo, dando origem a um dos episódios mais rumorosos da história policial brasileira. Para o jornalista Rogério Pagnan, que acompanhou o caso desde a origem, a morte da criança no dia 29 de março de 2008 ficou na memória nacional como O Pior dos Crimes, título do livro que ele acaba de lançar pela editora Record para contar os detalhes das investigações.
Em um trabalho minucioso e com capítulos bem definidos, o veterano repórter reconstrói momentos, cita trechos de processos e narra como o pai e a madrasta, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, passaram a virar suspeitos de assassinar Isabella.
O livro tem pelo menos dois resultados significativos: explica como funciona o sistema acusatório e demonstra que, embora a investigação tenha sido considerada na época um “CSI brasileiro”, lacunas e mentiras foram ignoradas.
Quem não se lembra da versão de que foi encontrado sangue no carro dos Nardoni, o que indicaria que a garota havia sido agredida antes mesmo de a família chegar ao apartamento no edifício London? Nunca existiu. Foi colhido um material biológico que pode ser baba ou catarro, mas não é sangue e provavelmente não é de Isabella (outras pessoas presentes no veículo têm chance maior, conforme o exame de DNA).
Segundo Pagnan, a perícia mudou de lugar objetos do apartamento e até o lugar do orifício de onde a garota teria sido jogada: o rasgo na tela da janela foi feito no lado direito, porém fica à esquerda no laudo, para sustentar que a vítima deixou um rastro com as mãos no azulejo do prédio, na parte externa. O trabalho ainda descumpriu regras básicas, omitindo qualquer referência à validade e ao lote dos reagentes utilizados.

Sem contar que a perita principal, Rosangela Monteiro, diz ter mestrado e doutorado na PUC-SP, mesmo sem registro na instituição nem cadastro na plataforma Lattes, ferramenta comum na área acadêmica.
Há ainda outra revelação importante para criminalistas: o autor teve acesso a um relatório sigiloso de 2013 sobre unidades da Polícia Científica de São Paulo. Conforme o documento, nenhum laboratório do estado é certificado por órgãos independentes, o que levanta dúvidas sobre o valor jurídico de provas produzidas muito além do caso Nardoni.
Antecipar parte das descobertas do autor não torna a leitura dispensável: o livro tem como mérito reconstituir os fatos, a história e a angústia de vizinhos, o comportamento da imprensa e o amargurado destino de toda a família Nardoni.
O ponto negativo está na ausência de imagens, que poderiam ajudar o leitor a visualizar a planta do edifício e do apartamento, o quarto da vítima, a sequência do trabalho da polícia no dia da morte, as trocas feitas pela perícia e a famosa maquete usada no julgamento, por exemplo. De acordo com o autor, foi uma escolha editorial, porque a opção mais viável seria reunir imagens num encarte único, ficando distantes do texto.
Atores do sistema judiciário
A obra ainda traça um retrato dos protagonistas do sistema de Justiça. Ali estão policiais que, conforme relato de Anna Jatobá, comeram ovos de Páscoa de sua geladeira; fizeram estranhas perguntas durante o interrogatório sobre as relações sexuais do casal e divulgaram amplamente a data do depoimento dos suspeitos, instalando até banheiros químicos em frente ao 9º Distrito Policial para a multidão esperada.
O pedido de prisão preventiva, como advogados da área penal bem conhecem, baseou-se na garantia da ordem pública e num hipotético plano de fuga dos suspeitos. A inovação foi a apresentação de perguntas na tentativa de convencer o juiz: “Para não responderem pela barbárie praticada, eles acusam o porteiro, depois levantam suspeitas contra o zelador, em seguida tentam colocar a culpa no pedreiro. Quantos talvez não aparecerão, por eles apontados, como sendo os autores do homicídio de Isabella?”, questionou a delegada Renata Pontes no requerimento.
O juiz Maurício Fossen não viu problema e determinou a prisão. Também considerou normal registrar o que pensava sobre a dupla antes de apresentada a denúncia: “Pessoas desprovidas de sensibilidade moral e sem um mínimo de compaixão humana”.
No Ministério Público, o primeiro promotor a acompanhar as investigações ficou esquecido. Contrário aos holofotes, Sérgio Assis foi substituído após a prisão pelo menos discreto Francisco Cembranelli — que considerou “fantasiosa” a versão do pai e da madrasta em entrevistas mas, dias depois, recuou e passou a criticar a imprensa por veicular “especulações”.

A denúncia não conseguiu demonstrar a motivação do crime, enquanto a sentença em nenhum momento descreve o ato de cada réu — embora a individualização da conduta seja exigência legal, lembra Pagnan.
Ele aponta que a disputa de egos entre os quatro advogados que passaram pela causa também gerou prejuízos aos réus. Uma das estratégias para tentar anular provas — falta de exame de sangue dos clientes na madrugada da morte —, foi sepultada quando um dos defensores decidiu apresentar sozinho pedido de Habeas Corpus, dizendo exatamente o contrário.
O primeiro profissional a assumir a defesa, Ricardo Martins de São José Júnior, foi impedido de acompanhar o plenário no primeiro dia do júri porque o criminalista Roberto Podval cedeu espaço das cadeiras disponíveis ao repórter César Tralli, da Rede Globo. Apesar de acompanhar o caso desde o início, Ricardo ficou chorando no banheiro do Fórum de Santana naquele dia e só participou do fim do julgamento.
Os advogados, proibidos de usar o estacionamento do Fórum de Santana, ainda foram agredidos durante o caminho a pé — Podval foi até atingido por urina.
O Pior dos Crimes, portanto, conta como os impactos da morte de Isabella alcançaram uma série de pessoas — da cúpula da segurança pública paulista aos dois meio-irmãos mais novos da menina, que cresceram sem amigos da mesma idade em festas de aniversário e chegaram a ser proibidos pela Justiça de visitar os próprios pais na prisão.
O livro afirma que nem tudo foi esclarecido sobre aquele 29 de março de dez anos atrás, apesar dos fogos de artifício e aplausos no fim do Tribunal do Júri, em 2010. Sem cravar se Alexandre e a mulher são culpados ou inocentes, deixa questionamento mais abrangente do que o “quem matou?”. A dúvida é se o atual aparato judiciário é confiável e justo.
Felipe Luchete é editor da revista Consultor Jurídico.
Revista Consultor Jurídico, 29 de março de 2018, 8h18
Jogo do bicho acontece perto de delegacias em São Paulo
Publicado em 28 de mar de 2018
Quem promove o jogo sabe que é proibido, mas parece não ligar porque conhece a lei. O ato é classificado apenas como uma contravenção penal que dá até um ano de cadeia ou multa. Mesmo com o tempo curto de pena, na maioria dos casos o acusado responde o processo em liberdade.

O Sindicato dos Delegados de Polícia Federal do Estado de São Paulo, SINDPF-SP, se solidariza com os colegas Delegados de Polícia do Estado de São Paulo na campanha “Luto pela Polícia Civil”, promovida pelo SINDPESP e pela ADPESP, que tem como objetivo alertar a população sobre o sucateamento que a Polícia Civil do Estado de São Paulo vem sofrendo nos últimos anos.
As Polícias Judiciárias, formadas pelas Polícias Civis dos Estados e pela Polícia Federal, são as instituições responsáveis pelas investigações criminais. Com um déficit de profissionais de mais de 12 mil cargos, ou, quase 30% de seu efetivo, a falta de investimento na Polícia Civil paulista sobrecarrega os policiais com uma demanda excessiva e péssimas condições de trabalho.
A capacidade investigativa da instituição fica prejudicada e quem se beneficia são os criminosos, em especial, os integrantes de organizações criminosas. Por outro lado, é a população quem mais sofre com a insegurança gerada e a falta de estrutura adequada para atendê-la quando vítima de crime.
É imprescindível fortalecer a Polícia Civil do Estado de São Paulo para que seus valorosos profissionais possam desempenhar cada vez melhor as suas funções, arriscando a vida em favor de uma sociedade mais segura. Soluções mágicas não resolverão os problemas de criminalidade. Investir nas Polícias Judiciárias é essencial para a proteção da sociedade e realização da Justiça.
Exescravão disse: A melhor mensagem sobre Polícia no Brasil que eu vi foi de uma criança brincando. Não lembro bem, mas acho que com um carrinho de Polícia.
Talvez os sindicatos devessem procurar pessoas dentro, ou até fora, que tenham formação em propaganda e marketing para começar a dialogar com a sociedade.
Apenas uma sugestão.
Dr. wladimir gomes de souza – DELEGADO DE POLÍCIA
Publicado em 12 de abr de 2014
INSCREVER-SE 6
Filme oficial da Policia Civil do Estado de São Paulo que externa a sociedade a disposição da instituição em procurar atender bem ao cidadão em momentos de dificuldades.
Categoria

Doutora, a Srª – como já disse antes – é interessante e harmônica como mulher e acredito seja também inteligente e culta.
Mas por favor a sua vestimenta é totalmente inapropriada , incompatível com o “luto” pela polícia civil.
O seu instrutor de marketing político é um burro, viu!E a Srª não possui bom gosto. Desculpe-me , tá compatível com balada e festas, menos com o cargo.
Por sua vez o “presidente” está mais para o seu leão de chácara particular. Casal R$ 14.000,00, sete mil pra cada um por mês tá de bom tamanho! Circunspeção não é fazer cara feia.
O Secretário de Segurança deve ter se matado de tanto rir…

O ministro Dias Toffoli determinou que o ex-promotor de Justiça seja submetido a regular julgamento pelo Tribunal do Júri do local onde praticados os delitos.

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu provimento ao Recurso Extraordinário (RE) 939071, interposto pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), e anulou o acórdão do Órgão Especial do Tribunal de Justiça paulista (TJ-SP) que havia absolvido, por legítima defesa, o ex-promotor de Justiça Tales Ferri Schoedl da acusação de um homicídio consumado e outro tentado.
Segundo os autos, Schoedl foi preso em flagrante ao atirar contra dois estudantes numa festa na praia de Bertioga, no litoral paulista, matando um e ferindo gravemente o outro. Em razão da prerrogativa de foro, por ser à época promotor de Justiça, o processo tramitava no TJ-SP. No entanto, Schoedl, que ainda se encontrava em estágio probatório, não foi vitaliciado por decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Contra essa decisão, ele impetrou mandado de segurança no STF, e o relator, ministro Menezes Direito (falecido), concedeu liminar para mantê-lo provisoriamente na carreira até o julgamento final do MS. Porém, por unanimidade, a Segunda Turma do STF negou a ordem, revogando a liminar e confirmando sua exoneração dos quadros do Ministério Público paulista.
No recurso ao STF, o MP-SP sustentou que, como Schoedl estava apenas provisoriamente no cargo de promotor de Justiça, por força de decisão liminar, a corte paulista deveria ter aguardado a decisão final no mandado de segurança para que se estabelecesse, com certeza, o juízo competente para seu julgamento.
Decisão
Em sua decisão, o ministro Dias Toffoli observou que, com a cassação definitiva da medida liminar, o ato do CNMP que exonerou o ex-promotor de Justiça passou a ter validade desde que foi proferido. O ministro citou entendimento já sumulado no Supremo no sentido de que, denegado o mandado de segurança pela sentença, ou no julgamento do agravo, dela interposto, fica sem efeito a liminar concedida, retroagindo os efeitos da decisão contrária (Súmula 405).
Em razão disso, o relator explicou que não poderia ser mantido o julgamento a que foi submetido o réu pelo TJ-SP, já que o órgão não teria competência originária para o caso. Ainda segundo o ministro Dias Toffoli, a competência do Tribunal do Júri para o julgamento de crimes dolosos contra a vida é de índole constitucional, devendo portanto ser prestigiada. Ao acolher o recurso do MP paulista, o ministro anulou o acordão atacado e determinou que o ex-promotor de Justiça seja submetido a regular julgamento pelo Tribunal do Júri do local onde praticados os delitos.
Leia a íntegra da decisão.
GDT//AD
Leia mais:
04/10/2016 – 2ª Turma mantém decisão do CNMP que determinou exoneração de promotor que respondeu por homicídio
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Não tem lá muita coisa a ver com o ex-promotor, escrevo muito mais para descarregar alguns ódios em relação ao ex-secretário de segurança pública de São Paulo.
Esse Sr. quando do primeiro PAD que sofremos e , também, em relação à minha remoção para plagas menos inóspitas, além de ter indeferido de plano o nosso recurso, posteriormente, contrariando o parecer do delegado corregedor e do procurador de estado, representou pela nossa demissão.
Veja bem, o parecer era pela penalidade de 60 dias convertida em multa.
Mas como eu deveria estar atrapalhando a recolha da propina não teve dó, piedade ou justiça!
DEMISSÃO!
Contudo com grande dedicação e influência conseguiu a absolvição e a manutenção desse rapaz no cargo.
Eu que não matei ninguém fui pra rua!
Posteriormente, quando do escândalo das pesquisas vendidas pelo DIRD, foi o advogado de todos os delegados increpados.
Todos absolvidos!
Tem razão o colega que domingo passado nos chamou de trouxa!
Sou trouxa mesmo: acreditava na lei , no Poder Judiciário e , principalmente, no censo de justiça de supostos juristas.
Somente entre 2010 e 2017 foram condenados 132 militares das Forças ArmadasAssim como ocorre no meio político, em estatais e grandes corporações, as Forças Armadas também sofrem com a corrupção. De acordo com levantamento do portal UOL, o Ministério Público Militar (MPM) apurou que pelo menos R$ 191 milhões foram desviados das Forças Armadas. Os crimes são cometidos por diferentes patentes e abrangem corrupção passiva e ativa, peculato, estelionato e fraudes em licitações.
Também há roubos de peças de blindados, desvios de combustíveis e pagamentos indevidos de diárias. Isso, sem contar a “manobra” de um coronel do Exército reformado, que, em seus últimos dias de vida, se divorciou e “casou” com sua nora apenas para manter o pagamento de pensão.
O secretário de Controle Interno do Ministério da Defesa, André de Sena Paiva, alerta que as Forças Armadas não estão imune à corrupção. “As Forças Armadas são integradas por parcela representativa da sociedade. Nenhuma organização ou país está imune à corrupção”, ressaltou Paiva ao UOL.
Somente entre 2010 e 2017 foram condenados 132 militares das Forças Armadas, 299 ainda aguardam julgamento e 12 foram expulsos da corporação. Já o efetivo total do Exército, Marinha e Aeronáutica é de 334 mil oficiais.
Em 2016 o Ministério da Defesa recebeu R$ 81 bilhões do governo Federal, enquanto o Ministério da Saúde teve orçamento de R$ 43 bilhões.

MILITAR FOI PRESO COM 32 KG DE COCAÍNA, ESCONDIDOS EM MALAS
O Superior Tribunal Militar (STM) acolheu a representação do Ministério Público Militar (MPM) e declarou o coronel Paulo Sérgio Pereira de Oliveira, da reserva da Força Aérea Brasileira (FAB), indigno para o oficialato. Com a perda de seu posto e de sua patente, o oficial fica impedido de permanecer nas Forças Armadas.
Pereira, que na época era tenente coronel, foi preso em 1999, juntamente com mais dois oficiais da FAB, o tenente coronel Washington Vieira da Silva e o major Luiz Antônio da Silva Greff. Os oficiais foram presos após a Polícia Federal apreender 32,9 quilos de cocaína, em um avião da FAB, na Base Aérea do Recife.
Estes militares de carreira formavam uma quadrilha especializada em tráfico internacional de substância entorpecente para a Europa, mediante a utilização de aviões da FAB. O esquema consistia em providenciar o transporte da droga por um avião militar, em malas de bagagens comuns, que não passavam pelo processo rotineiro de controle.
TRÁFICO INTERNACIONAL DE COCAÍNA EM UM C-130
Em 18 de abril de 1999 a aeronave decolou da Base Aérea do Galeão, no Rio, e faria escala em Anápolis/GO e em Recife/PE. O destino final era Palma de Mallorca, na Espanha, com mais uma escala nas Ilhas Canárias. E seria nesta escala que a droga sairia do avião de transporte Hércules C-130 da FAB.

De acordo com dados dos autos, a cocaína foi embalada em 30 pacotes e estavam armazenadas em duas malas. Todos os pacotes estavam cobertos por uma camada de algodão e enrolados em borracha e papel celofane, com vários desenhos de Mickey Mouse. A cocaína encontrada tinha, segundo peritos da Polícia Federal, 98,96% de pureza. Dependendo das substâncias misturadas para o consumo, poderia render entre 80 a 100 quilos, o equivalente a US$ 3 milhões.
A operação para prisão da quadrilha foi realizada pela Polícia Federal e se chamou “Mar Aberto”. Para a Polícia Federal a prisão não revelou um fato isolado, mas uma prática reiterada da quadrilha, que há algum tempo dedicava-se ao tráfico de entorpecentes. As investigações comprovaram que o coronel possuía importante papel no esquema criminoso. O flagrante foi precedido de uma minuciosa pesquisa que incluiu até mesmo interceptações telefônicas.

O coronel Paulo Sérgio Pereira de Oliveira já havia sido condenado na Justiça Federal a 16 anos de reclusão por tráfico internacional de drogas. A 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro condenou o militar à pena de 16 anos de reclusão, em regime prisional inicialmente fechado, pelos crimes incurso nos artigos 12 ,14 e 18 da Lei 6.368/76 (lei de tóxicos), com pagamento de 266 dias de multa, com valor unitário de dois salários mínimos.
VOTO DO MINISTRO DO SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR
Com a sentença transitada em julgado, o Ministério Público Militar ingressou junto ao STM com representação para declará-lo indigno para o oficialato e a condenação à perda do posto e da patente, conforme previsto nos termos do art. 142, § 3°, inciso VII, da Constituição Federal.
Ao analisar o processo, o ministro José Barroso Filho, do STM. votou por acolher a representação e declarou indigno o oficial. Segundo ministro a ética militar, prevista no Estatuto dos Militares, está calcada em regras e padrões de comportamento que orientam o militar a agir em sintonia com o sentimento do dever, a honra pessoal, o pundonor militar e o decoro da classe. Nesse aspecto, impõe-se a cada militar uma conduta moral irrepreensível.

Para José Barroso Filho a constatação de que ao oficial da Aeronáutica foram dispensados vários elogios, ao longo dos anos da carreira, não tem o condão de elidir o acentuado grau de reprovação de que se reveste sua atuação contra a lei, disso tendo resultado sua condenação criminal. Nos julgamentos dessa natureza, disse o ministro, levam-se em conta os fatos, o contexto em que se inserem e, principalmente, a retidão de conduta exigida do militar, sob o enfoque da ética e da moral.
“De igual modo, irrelevante se torna sua condição de inativo, pois, mesmo nessa situação, compromete o prestígio e a respeitabilidade da Força a que pertence, não só pela gravidade do delito praticado, mas pelas repercussões nefastas que se espraiam no meio militar e na vida civil, não só no Brasil, mas no exterior, onde os fatos tiveram repercussão, denegrindo a imagem e o conceito dos militares, em especial os da Força Aérea Brasileira e, dos brasileiros em geral”, votou o ministro José Barroso Filho.
Os demais ministros do STM acolheram o voto do relator por unanimidade.
O RESTO DA QUADRILHA
O tenente coronel Washington Vieira da Silva e o major Luiz Antônio da Silva Greff foram condenados a penas similares. Em novembro de 2011, o STM já havia declarado a perda do posto e patente de coronel de Vieira da Silva. Apesar de não estar mais na ativa na época dos fatos, o tenente coronel Washington dispunha de informações privilegiadas sobre os dias de voos dos aviões da FAB para a Europa. Após permanecer foragido por alguns meses, Washington foi preso.
Na época, além dos oficiais foram presos o americano John Michael White, a boliviana Lila Mirta Ibañez Lopez, Luís Fernando dos Santos e Luiz César Pereira de Oliveira (irmão do tenente coronel Paulo Sérgio Pereira de Oliveira). Inclusive a droga seria entregue a Luís Cezar Pereira de Oliveira, que se encontrava nas Ilhas Canárias, na Espanha.

A maioria dos réus foi condenada pelos crimes de tráfico de entorpecentes e por formação de quadrilha para o tráfico. John White ainda foi enquadrado nos crimes de falsificação e uso de documentos públicos. Lila Mirta Ibañez Lopez foi condenada por associação para o tráfico de entorpecentes, ocultação de valores obtidos como fruto do crime e também por falsificação e uso de documentos públicos. Luís Fernando dos Santos recebeu pena pelo crime de ocultação de valores angariados com a atividade criminosa.
O americano John White foi quem recebeu a maior condenação: 39 anos de reclusão em regime fechado e multa de 5.750 salários mínimos (o equivalente, hoje, a mais de dois milhões de reais). Além disso, o TRF determinou a perda de todos os seus bens, direitos e valores adquiridos desde 1997, por entender que eles foram obtidos exclusivamente com ações criminosas. Lila Ibañez foi apenada em 19 anos e seis meses de reclusão, mais multa de 1.500 salários. O tenente coronel Washington Vieira da Silva recebeu pena de 17 anos de prisão e 1.330
salários mínimos de multa.
Fontes – http://unpprj.blogspot.com.br/2015/12/stm-declara-indignidade-ao-oficialato.html
rubens,
Sou apenas republicano.
E não votarei no Lula!
Contudo quero que ele seja legalmente punido na medida de sua responsabilidade, atendidos todos os requisitos legais! Sem simulacros de julgamentos.
Mas não voto em nenhum militar para nada. Entre o militar mais hernesto e o Lula, prefiro este; mesmo condenado.
Quero lembrar a você – apenas para exemplificar – que esses senhores foram associados a Hungo Banzer e Alfredo Stroessner, dois generais narcotraficantes.
Graças aos nossos militares, especialmente do Exército, Banzer conseguiu que seus colegas ” brasileños buenísimos” transformassem o Brasil em rota de cocaína e grande consumidor do mais rentável “produto” boliviano.
Enquanto o general paraguaio nos fornecia a sua maconha ( melhor e mais barata do que a nordestina ) e permitia que fossemos o seu porto seguro para contrabando e contrafação.
Ciudad del Este era a nossa verdadeira Zona Franca!
Hoje , em termos de violência organizada, o Brasil é uma Colômbia graças a esses filhos da puta.
E não é conversa da esquerda.
Era assunto discutido em sala de aula na ACADEPOL!
Pede para o general Mourão contar sobre como os seus superiores nos anos 1970 trocaram armas brasileiras pela cocaína boliviana?
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| Troll | Esse cara é um imbecil juntamente com o tal Eduardo. Seu vizinho teve de fazer isso por falta de conhecimento. Aliado a um policial de m…. É foda…. Os caras querem chutar cachorro morto. Conforme eu escrevi anteriormente não gostou vote direito. Reclame com o Alckmin e se não gostou mude de País. É isso q tinha o ontem, tem para hj e amanhã.Se esse IDIOTA IDEOLOIDE é vizinho e vc Polícia pq vc não o orientou sua MULA?!!? Salário de m…., infraestrutura de m…., policial de m….. + cidadão de m…. = isso aí. O Guerra passa o IP do colega aí ou vc virou íntegro repentinamente? Ahhh entendi…. Isso não pode… Apenas receber o recolhe!! Hahahaha Essa situação não é novidade. Aconteceu e continuará ocorrendo. Aposto q se o camarada dissesse q iria registrar o BO lá na Consolação os caras iam se coçar rapidinho, mas a falta de conhecimento mais um Policial infeliz dá nisso. Querem saber…. FODA-SE!!!!!
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Não sei se é esgarçamento do tecido social ou desgraçamento do sistema judicial ou apodrecimento do aparelho policial
Coitado do povo.
Ontem um vizinho me ligou 22h00, clonaram seu cartão e fizeram um monte de saques da sua c/corrente.
Precisava fazer um BO para levar ao Banco.
Saiu do trabalho e veio para o 39ºDP, próximo de casa fazer o BO, mandaram para o 73º DP, neste mandaram para o 19º DP, neste mandaram para o 20º DP, enfim, sem jantar e sem BO.
É essa a polícia que o cidadão paulistano tem, um LIXO, essas delegacias não servem para nada. Se não servem para registrar um simples BO desses, quiça para investigar alguma coisa.
Agora, se a demanda for recolher propina, ai sim, ai servem-se muito bem, como ficou bem evidente na REPORTAGEM DA RECORD desta data, 22/03/2018, sobre BINGOS CLANDESTINOS, um deles em pleno funcionamento na principal avenida da Vila Maria, Av. Guilherme Cothing, na cara do posto da PM e a uma quadra do 19º DP, o mesmo onde ontem a noite, sem ocorrência policial nenhuma, um vagabundo travestido de policial, se recusou a fazer um simples BO, mandando um cidadão que trabalhou o dia inteiro para outro DP a uns 10 Km onde também não foi atendido.
Essas Delegacias de Bairro da Capital não prestam para nada a não ser recolher propina na área.
Ministério Público de São Paulo, GAECO, ajudem a população desta cidade, PEÇAM as fitas para a REDE RECORD e tomem providências a respeito.
Desejo firmemente que consigam implantar o monitoramento por câmeras nessas delegacias que não prestam para nada a fim de se saber onde estão os policiais.
Será que estão trabalhando nos esquemas de segurança particular do chefe?
Será que estão recolhendo o carnê no desmanche, no bicheiro, no bingueiro ou na biqueira?.
Isso é uma vergonha.
Pois é meu amigo, o pior é que há quem queira que eu forneça – sigilosamente – o teu e-mail e IP…( risos )
Ora, porque não procuram pela vítima para saber para quem ela telefonou ?
Como eu sou um cara legal e justo , não forneço o seu IP, tampouco digo quem é o interessado. Como disse acima, procurem a vítima que foi esculachada e perguntem pra ela quem é o vizinho.
Por fim, clonagem de cartão é FURTO DE DINHEIRO MEDIANTE FRAUDE, por favor não fraudem as estatísticas e a vítima tipificando como estelionato; no primeiro a responsabilidade é integralmente do banco, no segundo a culpa pode ser do correntista !