Sugestão de pauta para o jornal o Regional de Praia Grande: pergunte se é verdade que os policiais da DIG não podem apreender os caça-níqueis de um suposto  padrinho do Guarujá? 27

 

Sobral, mas não era você que até há bem pouco tempo afirmava que na cúpula do Palácio da Polícia de Santos só tem corrupto?

Quer dizer que o “chefão”  é ladrão , o escrivão-chefe é corrupto, o “caipira ladrão de cargas” ( deve ser cargas de bananas )  é corrupto, o Ademir é o corrupto da mala , todo delegado titular da Baixada é corrupto.

Enfim,  todo mundo é corrupto –  eu , inclusive –  menos o Dr. Lara e o seu chefe Carvalhal?

São as reservas morais da Polícia?

Tá certo!

Então, durante a entrevista aproveita e pergunta pra ele se é verdade que os policiais da DIG não podem apreender os caça-níquéis de um suposto  padrinho do Guarujá?

Aliás, parou de noticiar por quê ?

Será que de janeiro para cá acabaram com a jogatina e a corrupção?

Abraços, deste nóia!

noia

 

 

 

Mourão não quis desperdiçar R$ “45”.000,00 ( preço da participação nas prévias ) para ver o PSDB indicar o candidato que perderá para o Márcio França 18

O prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão (PSDB), retirou sua pré-candidatura a governador do Estado. A decisão foi comunicada nesta sexta-feira (16), em carta endereçada ao Diretório Estadual do partido.

“Não disputar as prévias para governador não exclui minha participação das disputas eleitorais”, escreveu Mourão, sem dizer se pretende disputar outro cargo neste ano.

O PSDB começará a escolher seu pré-candidato ao Governo Estadual no domingo (18) e, se preciso, haverá segundo turno de votação no dia 25.

Leia mais em: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/mourao-desiste-de-disputar-o-governo-do-estado/?cHash=52e57ab915013070ed21cda3c6203367

RIOCENTRO 2018 – Exército já achou o lado otimista do fuzilamento da vereadora: fortalece intervenção e justifica medidas adotadas…( e a ser adotadas em sacrifício do povão , né ? ) 9

Crime fortalece intervenção e justifica medidas adotadas, diz porta-voz de Braga Netto

Luis Kawaguti

Do UOL, no Rio*

 

  • Luis Kawaguchi/UOL

    23.fev.2018 - Forças Armadas realizam operação na Vila Kennedy, zona oeste do Rio

    23.fev.2018 – Forças Armadas realizam operação na Vila Kennedy, zona oeste do Rio

O assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) mostra que a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro tem um trabalho a ser feito e justifica “medidas que foram tomadas e vão ser tomadas”, segundo afirmou nesta quinta-feira (15) o coronel Roberto Itamar, porta-voz do general Walter Braga Netto.

Franco foi assassinada a tiros, juntamente com o motorista Anderson Gomes, na noite de quarta-feira (14), na região central do Rio de Janeiro, após participar de um evento político. O carro em que ela estava foi seguido por criminosos até uma área mais vazia. Os suspeitos atiraram diversas vezes no veículo e mataram a vereadora e seu motorista. Uma assessora sobreviveu, com ferimentos leves ferimentos.

O coronel Itamar afirmou que o crime foi lamentável e inadmissível, mas mostrou que alguma coisa tem que ser feita para melhorar a segurança no Rio.

“Só fortalece os objetivos da intervenção”, disse o porta-voz. Ele não detalhou quais medidas foram tomadas e vão ser tomadas no âmbito da intervenção, mas afirmou que elas não estão relacionadas diretamente ao caso da vereadora, mas sim à crise de segurança como um todo.

Itamar disse ainda que uma apuração rigorosa do crime está em curso, mas apenas os órgãos policiais poderão dar detalhes específicos sobre a investigação. Segundo ele, ainda é cedo para saber qual será o desfecho da investigação e não é possível dizer se há ligação do assassinato com as mudanças que estão ocorrendo no Rio.

“Pode acontecer muita coisa ao longo de dez meses [prazo previsto da intervenção federal no Estado]. Eu só posso dizer que o decreto presidencial [de intervenção federal] vai ser cumprido.”

Sensação de insegurança aumenta, diz coronel

Porém, por outro lado, o assassinato de Marielle também pode gerar impacto negativo na sensação de segurança no Estado, segundo afirmou ao UOL o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública.

Ele disse que a divulgação massiva do caso na mídia pode aumentar a sensação de insegurança na população. Por isso, em sua opinião, as forças policiais vão concentrar esforços para resolver o crime o mais rápido possível.

“A polícia não consegue dar conta de tudo que chega nas delegacias. Ela então tem que cuidar de fatos que dão maior impacto sobre a opinião pública.”

A construção de uma sensação de segurança na sociedade é um dos elementos de uma estratégia ampla da equipe de Braga Netto para tentar resolver a crise de segurança no Rio.

Segundo militares envolvidos na intervenção ouvidos pelo UOL, a ideia é de que moradores do Estado sintam confiança nos órgãos de segurança pública e passem a apoiá-los de forma mais consistente –fornecendo desde informações sobre o paradeiro de criminosos e armas a suporte para as ações que sejam realizadas.

Esse apoio serve para potencializar os efeitos das ações de segurança propriamente ditas, que envolvem uso da força e operações policiais, e também ajudar na implementação de mudanças administrativas que visam melhorar o desempenho das polícias.

*Com reportagem de Carolina Farias, Leo Burlá, Paula Bianchi e Silvia Ribeiro, e colaboração de Lola Ferreira e Marina Lang

‘Tudo aponta para possível envolvimento de policiais”; até a munição era da Polícia Federal 60

‘Tudo aponta para possível envolvimento de policiais’, afirma coordenador criminal do MPF no Rio sobre Marielle

Mariana Schreiber – @marischreiber

Em Brasília

 

  • Márcia Foletto/Agência O Globo

    Marielle Franco (PSOL-RJ) era socióloga e a quinta vereadora mais votada do Rio nas eleições de 2016

    Marielle Franco (PSOL-RJ) era socióloga e a quinta vereadora mais votada do Rio nas eleições de 2016

O coordenador criminal do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, o procurador José Maria Panoeiro, disse à BBC Brasil que uma análise inicial do assassinato da vereadora carioca do PSOL Marielle Franco aponta para o possível envolvimento de policiais ou agentes milicianos no crime.

Milícias são formadas principalmente por policiais militares, mas também por policiais civis, bombeiros e mesmo integrantes das Forças Armadas, explicou.

Marielle foi morta ao ter seu carro alvejado por pelo menos nove tiros, no centro do Rio, após ela deixar um evento no bairro da Lapa. O motorista Anderson Pedro Gomes também acabou atingido e morreu, enquanto uma assessora que estava no carro teve ferimentos leves e sobreviveu.

Para Panoeiro, as informações de que o carro foi perseguido por outro, de onde partiram os disparos, e o fato de ela ter morrido com quatro tiros na cabeça tornam pouco prováveis as hipóteses de uma ação de traficantes ou assaltantes.

“A forma de organização do crime, o fato de a assessora não ter sido alvejada diretamente e o fato de o motorista ter levado um tiro por trás denota um certo grau de planejamento [da ação] que leva a colocar policiais como suspeitos da prática do delito”, afirmou.

Ele disse, porém, que outras hipóteses também precisam ser investigadas.

“Dentro de uma análise inicial soa pouco provável que, por exemplo, traficantes de drogas de uma determinada comunidade saíssem armados para seguir o carro de uma vereadora que sai de um evento à noite na Lapa. Mas não deve ser descartada essa hipótese porque, quando você investiga, você não descarta nenhuma possibilidade”, ressaltou.

Juíza Patrícia

Na sua avaliação, o caso lembra o da juíza Patrícia Acioli, morta em 2011 com 21 tiros na porta de sua casa em Niterói (RJ). Ela era titular da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo e atuava em diversos processos em que os réus eram PMs do município, o que levou à prisão cerca de 60 policiais ligados a milícias e a grupos de extermínio. Onze policiais militares foram condenados pelo seu assassinato.

O procurador considera que “o ponto de partida” para as investigações do assassinato da vereadora é o fato de Marielle ter denunciado a violência policial. Quatro dias antes do assassinato, a vereadora denunciou supostos abusos de agentes do 41º Batalhão da Polícia Militar na favela de Acari, na zona norte do Rio.

“O que ela fez que é diferente e poderia incomodar as atuações expostas? É a questão da violência policial. Dos elementos que se apresentam, tudo aponta para possível envolvimento de policiais ou milicianos no crime”, reforçou.

Apesar de ver indícios do envolvimento de policiais, Panoeiro manifestou confiança de que a Polícia Civil e o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro tenham independência para investigar o caso, assim como foi feito no caso de Acioli. Embora a segurança do Rio de Janeiro esteja sob intervenção federal militar, as autoridades estaduais continuam responsáveis pelas investigações dos crimes.

“A gente não pode generalizar. Ainda que tenha policiais envolvidos, não significa que toda a polícia está envolvida”, disse Panoeiro.

No início desta tarde, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também manifestou essa confiança por meio de nota, mas ao mesmo tempo instaurou procedimento para eventual “federalização” do caso.

Ou seja, a PGR agora vai acompanhar o desenrolar das investigações para avaliar a possibilidade de pedir ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que retire o caso das autoridades estaduais e passe a apuração para o Ministério Público Federal.

Esse procedimento costuma ser adotado em crimes contra os direitos humanos e quando as autoridades estaduais falham no seu papel de investigação. Recentemente, por exemplo, foi federalizada a investigação da chacina de dez trabalhadores rurais em Pau D’Arco, no Pará, devido a envolvimento de policiais no crime.

Pedido do presidente

A nota da Procuradoria Geral da República (PGR) destaca que “a vereadora (Marielle) se notabilizou por ser defensora de direitos humanos e por dar voz às vítimas de violência no Estado”. Informa ainda que “o Ministério Público está unido e mobilizado em torno do assunto” e que foram destacados três procuradores para se reunir com o procurador-geral de Justiça do Rio, Eduardo Gussen, e acompanhar o início das investigações. Entre eles está o secretário de Direitos Humanos da PGR, André de Carvalho Ramos.

Independentemente da federalização do caso, o presidente Michel Temer solicitou ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que coloque a Polícia Federal à disposição para ajudar na investigação.

A BBC Brasil procurou a Secretaria de Segurança do Rio para comentar as suspeitas de envolvimento de policiais no assassinato da vereadora. Em nota, o órgão afirmou que “o Secretário de Estado de Segurança, Richard Nunes, determinou à Divisão de Homicídios ampla investigação sobre os assassinatos da vereadora Marielle Franco e Anderson Pedro Gomes, além da tentativa de homicídio da assessora que a acompanhava”.

Já a Polícia Civil disse em um comunicado que “a investigação está sob sigilo e não descarta nenhuma possibilidade sobre a motivação do crime”.

O chefe de Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, se reuniu, nesta manhã, com o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), e os delegados Fábio Cardoso e Giniton Lages, que estão assumindo as titularidades da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Homicídios da Capital (DH/Capital), respectivamente.

DISCURSO DE ÓDIO – Manifestação de coronel PM é a expressão mais caricata e repugnante de corporativismo , soberba e primitivismo político …Para ele a morte dessa “pessoa” , vereadora , homossexual é apenas uma mesquinharia…( Esse coronel deveria ser exonerado e processado por revelar todo seu racismo , homofobia e desrespeito à democracia ) 75

( Pois é, coronel, para muitos parcela do oficialato, inclusive – a morte de um PM também é nada!)

Coronel da PM questiona comoção por Marielle: ‘Por que transformar em mártir?’

Washington Lee Abe publicou uma carta em resposta as acusações e ofensivas feitas a Polícia Militar

Tarobá News – 16/03/2018 – 10:59 Atualizado em 16/03/2018 – 12:02

“E quando morrermos tentando salvar uma vida inocente”, escreveu o coronel Lee Abe (Foto: Tarobá News)

A vereadora Marielle Franco (PSOL), do Rio de Janeiro, asassinada em uma emboscada no bairro do Estácio na última quarta-feira, era conhecida pela sua militância contra a violência policial nas comunidades carentes. Marielle era inclusive integrante comissão que acompanha a intervenção militar no Rio. O crime acabou motivando discussões e publicações nas redes sociais sobre a atuação dos agentes de segurança.

Na noite de quinta-feira, o coronel Washington Lee Abe, comandante do 5º Comando Regional da Polícia Militar do Paraná (PR), publicou uma carta polêmica, em que ataca Marielle, questiona a comoção em torno do crime e rebate acusações contra a PM.

“Por que tanta tentativa de transformar essa vereadora em mártir? Ela representa o povo? Que povo? Qual segmento do povo? Do cidadão de bem?”, diz Abe.

“E quando morrermos em combate, tentando salvar uma vida inocente que clama pela nossa presença, vamos aguardar pacientemente os políticos, a imprensa, autoridades que estão fazendo todo esse alarde pela morte dessa ‘pessoa’ intitulada vereadora, promotora dos direitos humanos, mãe, homossexual (como ela mesma se apresenta) fazerem também o mesmo alarde exigindo respostas rápidas e firmes das autoridades? O mais incrível é declararem em coro que os matadores ‘sabiam atirar’, insinuando serem policiais”, afirma.

Leia o desabafo publicado pela Tarobá News na íntegra:

Por que o mundo inteiro respeita a Polícia? Por que o mundo inteiro precisa da Polícia? Não existe governo, não existe judiciário em nenhum lugar do mundo sem uma polícia. Por que tanta tentativa de transformar essa vereadora em mártir? Ela representa o povo? Que povo? Qual segmento do povo? Do cidadão de bem?

A Polícia Militar, responsável pela morte de negros e pobres na ordem de 30% no País (segundo a vereadora) é morta por quem? Pelo cidadão de bem? Nós, PM, saímos pelas ruas escolhendo 30% de negros e pobres para matar (hahaha). Quando atingimos a nossa quota diária, vamos completar nossa meta matando brancos, asiáticos e tudo o mais que aparecer na nossa frente.

É assim que funciona? E quando morrermos em combate, tentando salvar uma vida inocente que clama pela nossa presença, vamos aguardar pacientemente os políticos, a imprensa, autoridades que estão fazendo todo esse alarde pela morte dessa “pessoa” intitulada vereadora, promotora dos direitos humanos, mãe, homossexual (como ela mesma se apresenta) fazerem também o mesmo alarde exigindo respostas rápidas e firmes das autoridades? O mais incrível é declararem em coro que os matadores “sabiam atirar”, insinuando serem Policiais.

Nós, Policiais, temos uma missão muito maior do que essa mesquinharia. Somos muito mais do que “isso”. Somos a Polícia!

Coronel Washington LEE Abe – Comandante do 5º Cmdo Regional da Polícia Militar do Paraná

Ninguém é obrigado a fornecer senha do celular à polícia em eventual abordagem ou blitz 31

Ninguém é obrigado a fornecer senha do celular à polícia em eventual abordagem ou blitz

Por Luiz Augusto Filizzola D’Urso

Recentemente, os ministros da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiram, por unanimidade, em julgamento do Habeas Corpus 89.981, que o acesso à conversa no WhatsApp não autorizado pela justiça, para obtenção de prova, é ilegal.

Importante ressaltar que essa decisão deveria servir de parâmetro para todos os casos em que ocorreu o acesso não autorizado a celulares.

Neste caso, uma moradora desconfiou de atitude suspeita de indivíduos em frente à sua residência e chamou a polícia. No distrito policial, os agentes tiveram acesso às mensagens no celular de um dos suspeitos, nas quais eram passadas informações sobre imóveis que seriam furtados.

O ministro relator Reynaldo Soares da Fonseca, ao analisar o acesso a essas mensagens, sem prévia autorização judicial, decidiu que houve efetivamente a violação dos dados armazenados no celular, o que é vedado pelo inciso X do artigo  da Constituição Federal. Assim, determinou o desentranhamento das conversas pelo WhatsApp dos autos.

Sabe-se que, de acordo com a lei, o policial não pode obrigar ninguém a informar a senha de seu celular para a colheita de provas em eventual abordagem ou blitz, salvo em casos com prévia autorização judicial. Caso ocorra o acesso indevido, essa prova deverá ser tratada como ilegal.

A proteção dos dados no celular deve ir além da aplicação exclusiva do inciso X do Artigo  da Constituição (como ocorreu no julgamento deste Habeas Corpus), pois, antigamente, todos nossos documentos e informações estavam arquivados em nossas residências, sendo essas protegidas pela inviolabilidade do lar (inciso XI do artigo  da Constituição Federal).

Hoje, quase todas as informações e documentos migraram para os celulares. Assim, devemos ter a mesma proteção constitucional em relação às informações armazenadas em nossos smartphones, considerando-os invioláveis.

Há quem diga que o acesso ao celular poderia ocorrer no caso de fundada suspeita, pois o artigo 244 do Código de Processo Penal prevê a realização, por parte da policia, de busca pessoal, sem a necessidade de mandado, quando houver fundada suspeita de algum ilícito.

Todavia, em análise à hierarquia das normas, entende-se que a Constituiçãodeve prevalecer, não devendo ser admitida, portanto, a justificativa da fundada suspeita no caso de acesso, sem ordem judicial, a celulares.

Deste modo, mais uma vez verificamos que a Constituição Federal é a guardiã das nossas garantias individuais e, por conseguinte, protege o conteúdo de nossos celulares, salvo em casos de autorização judicial.

Assim sendo, temos a blindagem constitucional das mensagens, fotos, e-mails, dados pessoais e bancários, também da agenda e de todas as outras informações presentes em nossos smartphones. Portanto, pela lei, ninguém é obrigado a fornecer senha de seu celular à polícia em eventual abordagem ou blitz.

Fonte: Canal Ciências Criminais

Sim senhor, não senhor: DITADURA VOLVER – Os abusos e as mentiras oficiais dos inatacáveis militares do Exército…Enfim realizam seus sonhos funestos: aplicar o CPM contra favelados 55

Morador do Rio passa 36 horas detido após falha em operação do Exército

Jovem de favela foi algemado e levado para vila militar, delegacia e presídio

Lucas Vettorazzo Luiza Franco
Rio de Janeiro

Um morador da Vila Kennedy, zona oeste do Rio, passou 36 horas detido pelo Exército após uma falha de militares em abordagem durante uma operação na favela.

Carlos Alberto Dória Jr, 26, um relojoeiro, voltava com um amigo de uma festa na madrugada do dia 3 de fevereiro quando seu carro foi parado em um bloqueio das Forças Armadas nos acessos à favela, considerada pelos militares um laboratório da intervenção federal no estado.

Militares removem barricadas da rua durante operação na Vila Kennedy, zona oeste do Rio
Militares removem barricadas da rua durante operação na Vila Kennedy, zona oeste do Rio – Brenno Carvalho – 3.mar.2018/Agência O Globo

A favela é reduto do Comando Vermelho e fica perto da avenida Brasil, em uma região que registrou aumento recente no roubo de cargas.

Carlos e o amigo foram revistados e tiveram seus documentos checados. O veículo foi vasculhado e nada foi encontrado com os dois, que foram liberados em seguida, ao amanhecer, por volta das 6h.

Mas, quando se preparavam para deixar o local, um outro homem, supostamente embriagado, se aproximou do bloqueio e teria desacatado os militares, que usaram spray de pimenta para contê-lo.

Segundo o relato oficial do cabo Pedro Henrique Rodrigues, em depoimento na delegacia de Polícia Judiciária Militar, nesse momento, por acidente, uma nuvem de spray de pimenta invadiu o carro de Carlos e do amigo, que saltaram do veículo e protestaram contra a ação.

O amigo de Carlos teria se desentendido com um sargento, que também usou spray de pimenta contra ele, que, por sua vez, se desvencilhou da ação e correu para o interior da favela, deixando Carlos sozinho no bloqueio.

Em seu relato, o cabo diz que Carlos e o amigo foram agressivos com os militares. Eles teriam dito, segundo seu depoimento: “ maluco, quer esculachar morador?”. Carlos nega a versão, mas ali começava o seu périplo de 36 horas seguintes sob custódia.

Segundo ele, no momento que perceberam a fuga do amigo, os militares ordenaram que ele se deitasse com o peito e a cabeça no chão e as mãos para trás.

“Eu disse que não tinha necessidade, porque eu já tinha passado pela revista e já tinha sido liberado. O erro foi deles de jogar spray dentro do meu carro sem motivo. Nós apenas desembarcamos e questionamos aquilo.”

Carlos foi algemado com um lacre plástico e colocado na caçamba de uma viatura do Exército. Foi preso em flagrante por desobediência e levado para a Vila Militar, em Deodoro, a 10 km de lá.

Ali, esperou no pátio até as 7h, quando começaram os depoimentos —dele e de dois militares testemunhas do ocorrido. Segundo Carlos, o militar diretamente envolvido no caso estava com o rosto coberto por uma balaclava e não prestou depoimento, que terminou quase quatro horas depois. No pátio da Vila Militar, pôde fazer contato com sua mãe, com quem mora há 15 anos na Vila Kennedy.

Naquela altura, chegou a pensar que poderia ser liberado. Às 12h, recebeu um prato de arroz, feijão e picadinho de carne, na primeira indicação de que seu caso se arrastaria. Carlos trabalha em uma banca de conserto de relógios com o irmão mais velho e nunca havia sido preso antes.

Correria

Enquanto Carlos seguia detido em uma instalação militar, advogados militantes dos direitos humanos e a Defensoria Pública da União já tinham sido acionados. Sabia-se que um civil não poderia ficar preso na Vila Militar, já que não possui instalações para casos do tipo. Ele precisaria ser enviado a uma delegacia da Polícia Civil, o que só ocorreu seis horas mais tarde, às 18h, na unidade de Bangu, a 7 km da Vila Militar.

Quando chegou, porém, Carlos ainda permaneceu uma hora e 40 minutos algemado no porta-malas de uma viatura da Polícia do Exército, na porta da delegacia, aguardando a liberação.

Carlos passou a noite em uma pequena cela, na companhia daquele homem que desacatou os militares e deu início a todo o caso. Não chegaram a conversar e, às 22h, sua mãe levou um lanche.

O crime de desobediência consta do Código Penal e prevê pena de 15 dias a dois anos de reclusão. No entanto, a lei 9.099 diz que, em crimes com pena abaixo de dois anos, o acusado é logo liberado assim que assinar um termo na delegacia no qual se compromete a comparecer em juízo.

Já o Código Penal Militar prevê pena de até seis meses, mas não versa sobre casos de civis —está circunscrito à insubordinação entre militares. “Ele não deveria ter ficado nem uma hora detido. Houve excessos claros nessa questão”, disse o defensor público da União Thales Arcoverde.

O périplo ainda estava longe do fim. Às 11h40 do dia seguinte, os policiais o colocaram em um furgão, rumo ao presídio de Benfica, a 32 km de lá e onde é realizada a triagem do sistema carcerário.

No caminho, a viatura pingou em outras delegacias para recolher presos com o mesmo destino. Carlos ficou três horas no veículo na companhia de um preso por assalto a mão armada e outro por agressão doméstica.

Só chegou ao presídio às 14h30 e, apesar de já haver um alvará de soltura em seu nome, precisou passar pelos procedimentos de identificação. Lá, recusou uma quentinha (achou péssima a aparência da comida), e só foi liberado pouco antes das 18h, 36 horas depois da prisão.


Logo obrigarão o nosso ilibado presidente – que nunca pegou uma moeda na vida – a ressuscitar uma nova lei de segurança nacional para que – entre outras imposições aos civis –  toda crítica ou manifestação desfavorável às Forças Armadas , aos seus atos e a seus membros , seja criminalizada e julgada pela Justiça Militar Federal, ou seja, por eles mesmos. 

GAECO prende 19 policiais militares do Vale do Paraíba, investigação foi iniciada pela DIG de Taubaté…( Se investigarem melhor prenderão 190 Pms ) 40

Operação do Gaeco prende policiais militares em Taubaté, Pinda e Guará

Ação apurou envolvimento de PMs em organização criminosa. Investigação começou depois de triplo homicídio na cidade, que fez três jovens da mesma família vítimas.


Por G1 Vale do Paraíba e Região

 

Policiais militares são presos em operação do MP em Taubaté (Foto: Wanderson Borges/ TV Vanguarda )Policiais militares são presos em operação do MP em Taubaté (Foto: Wanderson Borges/ TV Vanguarda )

Policiais militares são presos em operação do MP em Taubaté (Foto: Wanderson Borges/ TV Vanguarda )

Segundo o Gaeco, foram cumpridos, ao todo, 40 mandados de busca e apreensão, que resultaram no recolhimento de armas, munição, drogas, dinheiro e também de um veículo. Não foram informados detalhes do funcionamento desta organização.

As investigações que levaram à operação conjunta do Ministério Público, da PM e da Polícia Civil foram iniciadas pela Delegacia de Investigações Gerais de Taubaté e pela Promotoria de Justiça, a partir da investigação de um triplo homicídio.

O Ministério Público e as Polícia Civil e Militar não informaram, até a publicação desta reportagem, os nomes dos policiais presos e um balanço da operação.

Investigação

A investigação começou depois de um triplo homicídio em Taubaté. Três jovens da mesma família foram assassinados na madrugada do dia 8 de fevereiro de 2017 no bairro Rancho Grande. Os corpos das vítimas, 21, 24 e 25 anos, foram encontrados dentro de um carro alvejado com vários tiros. Ninguém havia sido preso por este crime até esta quarta-feira.

Na época do crime a família dizia que, menos de 24 horas antes dos assassinatos, os jovens tinham sido abordados por policiais militares para uma diligência na casa onde moravam no bairro Vila das Graças. Eles foram liberados horas depois.

No dia, em nota enviada ao G1, A PM informou preliminarmente não haver indícios de que os policiais militares fizeram a abordagem aos jovens antes das mortes.

Segundo a apuração, o caso trouxe elementos suficientes que provassem a existência de uma organização criminosa compostas por policiais militares que atuavam na cidade. O homicídio teria sido cometido em uma das ações da organização.

Em nota enviada às 11h30 a PM informou que não tinha detalhes da operação, que estava em andamento e afirmou que a instituição valoriza os bons policiais e a rígida depuração interna, não compactuando com ações contrárias aos valores e deveres dos policiais militares, sendo implacável quando constatados quaisquer desvios de conduta de seus integrantes

PM de Campinas humilha investigador e delegada acata integralmente a versão militar…Ora, para que fazer justiça por conta de reles tira e ser acusada de prevaricadora, né? …( E vai ter trouxa vestindo luto para garantir o suado salário dos delegados ) 71

Repassando …

Que situaçao colega Josemil de campinas !

Foi abordado dentro de um posto de gasolina na Norte Sul campinas onde estava encostado no seu carro de boa !
Os malditos PMs receberam noticia que havia um individuo armado e foram la e o abordaram !
Ele se identificou como INVESTIGADOR os malditos meganhas forcaram a barra e o algemaram!
Colega chamou piloto garra o qual compareceu no local e ao inves de solucionar o problema manteve o Investigador ALGEMADO Deixando os PMs o levarem para o 1DP campinas onde a AUTORIDADE POLICIAL achou por bem Colocar no papel oque os PMs alegaram, fez o BO 1985/2018 de desobediencia ???
resistencia ???
Lesao corporal ???
abuso de autoridade ???

Só esclarece com filme do vizinho e recadinho no facebook – Polícia Civil demonstra ineficiência na apuração de homicídios de policiais ( civis , militares e agentes penitenciários ) 3

Investigação sobre morte de 11 PMs, no ano passado, ainda não evolui

Apenas 8 acusados de estarem envolvidos em assassinatos a policiais foram pegos em 2017

GABRIEL OLIVEIRA
12/03/2018 – 19:05 – Atualizado em 12/03/2018 – 19:07

Leia mais em: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/policia/investigacao-sobre-morte-de-11-pms-no-ano-passado-ainda-nao-evolui/?

Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), sete inquéritos policiais foram concluídos e outros quatro ainda estão em andamento no setor de homicídios da Seccional de Santos e nas delegacias de investigações gerais (DIGs) dos municípios.

Quando há policiais militares assassinados, equipes da Corregedoria da PM também acompanham os casos. A Reportagem pediu à SSP dados das investigações de cada uma das ocorrências em 28 de fevereiro. Apesar de todo o tempo para resposta, recebeu dados conjuntos apenas na sexta-feira passada.

Isso não permite esmiuçar os casos. Por exemplo, só no assassinato do soldado Willian Barboza Ribas, no Jardim Anhanguera, em Praia Grande, em novembro de 2017, quatro homens foram presos e um menor de idade apreendido.

Além disso, a conclusão de um inquérito não quer dizer, necessariamente, que houve esclarecimento do crime.

Conclusão?

O caso do cabo Luís Fernando da Silva Barros, que trabalhava no setor de Inteligência da Polícia Militar, é exemplo disso.

O corpo dele foi encontrado às margens da Via Anchieta, em Cubatão, em 6 de abril de 2017, depois de 12 dias desaparecido. Passado quase um ano, a motivação e a identidade do autor do homicídio continuam sendo um mistério.

De acordo com a viúva, a técnica de enfermagem Kelly Cristina Ferreira Barros, de 34 anos, o laudo do Instituto Médico Legal (IML) não apontou a causa da morte e a Polícia Civil não descobriu quem cometeu o crime. “É revoltante que não se sabe o que aconteceu e o porquê. Eu não tenho essa resposta”.

Governador Doria bota a PM para fiscalizar sujadores, pichadores e mijadores…( O decreto para que a PM cuidasse dos cagões deu errado ) 10

Doria amplia “bico oficial” de policiais e põe PM para fiscalizar pichadores e “mijões”

Janaina Garcia

Do UOL, em São Paulo

 

  • Júlio Zerbatto/Futura Press/Estadão Conteúdo

A menos de um mês de uma possível renúncia ao mandato por conta da disputa eleitoral ao governo paulista, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta segunda-feira (12) a ampliação do número de agentes e do leque de atuação da Operação Delegada – o bico oficial da Polícia Militar.

Agora, além da fiscalização de comércio irregular, os policiais militares envolvidos na operação — rebatizada para “Programa de Fiscalização de Posturas Municipais” —terão de atuar no combate à pichação, ao descarte irregular de lixo e na fiscalização a pessoas que urinem no espaço público.

Durante o ano de 2017, a operação contava com 750 PMs por dia, com o pagamento de R$ 25,50 por hora trabalhada para oficiais da PM e R$ 21,25 para praças. Com o anúncio hoje, os valores foram ampliados para, respectivamente, R$ 28 e R$ 24, e o efetivo para 1.200 homens.

Os PMs envolvidos na Operação Delegada serão identificados e poderão usar armas — com escalas de trabalho que não superem 84 horas mensais e com seguro de vida bancado pelo Estado.

Indagado sobre a fiscalização de comércio ambulante, Doria sugeriu que quem vende produtos falsificados ou contrabandeados na cidade seria parte de uma “uma rede de facção criminosa” e que, dessa forma, seria combatido pelos PMs da operação “sem violência”.

De acordo com o secretário de Segurança Urbana do município, José Roberto Rodrigues de Oliveira, a operação será levada a pontos críticos de segurança, com reforço nas regiões do Bráse da rua 25 de Março, áreas da região central que concentram o comércio popular na capital paulista.

“Isso [o comércio ambulante] não acaba da noite para o dia”, disse o secretário.

As ações — as antigas e as novas — da Operação Delegada hoje são executadas majoritariamente pela GCM (Guarda Civil Metropolitana), que, durante a gestão Doria, atua com mais ênfase na cracolândia e em pontos que eram ocupados por pessoas em situação de rua, como praças, túneis e viadutos.

Indagado sobre a necessidade também de descanso dos PMs, o secretário de Segurança Urbana defendeu que o bico pago pelo município ainda é melhor que o bico, por exemplo, no comércio. “Se o policial não fizer o bico pelo Estado, ele será cooptado por outros comércios. Não tenho dúvida de que o valor pago é competitivo”, afirmou Oliveira.

Além do aumento da gratificação por parte da Prefeitura, policiais também receberam, após quatro anos reajuste de salário anunciado em janeiro pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). Pré-candidato à Presidência, Alckmin concedeu reajuste de 4% às polícias.

As mentirinhas da ADPESP e do Sindicato dos Delegados…( O salário médio dos delegados em SP é de cerca de R$ 20.000,00; quem conserta viatura , compra papel e tinta continua sendo o investigador-chefe com a verba não contabilizada doada por bicheiros , maquineiros, etc. ) 54

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Até a presidenta do SINDPESP, calça branca, afastada das funções  é bem remunerada: R$ 11.134,82.

raquel

Policiais civis usarão faixa preta em farda como sinal de protesto…( Saiu no Flit virou notícia ) 24

Policiais civis usarão faixa preta em farda como sinal de protesto

Ato tem como objetivo chamar a atenção para as péssimas condições de trabalho da categoria

DA REDAÇÃO

11/03/2018 – 21:49 – Atualizado em 11/03/2018 – 22:00

Foram confeccionadas ao todo 10 mil faixas pretas
para distribuição à categoria (Foto: Divulgação)
A partir desta segunda-feira (12), agentes policiais, delegados, escrivãos e investigadores do Estado de São Paulo usarão uma faixa preta no braço. O gesto faz parte da campanha Luto pela Polícia Civil, que acontece por tempo indeterminado. Não haverá paralisação. A ideia é chamar a atenção da sociedade para as péssimas condições de trabalho e a defasagem de pessoal e salário dos policiais civis paulistas.

Organizada pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindipesp), a campanha é uma ação conjunta com a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp).

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