UM BOM CONSELHO NÃO SE DESPREZA…SECRETÁRIO LAURO MALHEIROS NETO DE FORMA DIGNA PEDE EXONERAÇÃO 1

06/05/2008 – 16h23 – Atualizado em 06/05/2008 – 17h03
Secretário-adjunto de Segurança de SP pede demissão
Lauro Malheiros Neto estaria envolvido em achaques a quadrilha que age nos presídios.Secretário nega as acusações; ele entregou o cargo nesta tarde.
» Escutas mostram como policiais cometiam extorsão
» Policiais são presos acusados de extorsão e seqüestro
O secretário-adjunto de Segurança Pública de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, pediu demissão nesta terça-feira (6). A informação foi confirmada ao G1 nesta tarde pela Secretaria da Casa Civil (SSP).

Nos últimos dias, o secretário-adjunto vinha sendo apontado como um dos envolvidos em um esquema de achaques e seqüestros de integrantes da quadrilha que age a partir dos presídios paulistas.

Malheiros nega as denúncias. Nesta tarde, a SSP divulgou a carta de demissão (leia a íntegra) do secretário-adjunto. Na nota, ele afirma “preciso deixar o cargo que agora ocupo para poder me dedicar a repelir a ação sórdida das pessoas que me atacam, com interesses criminosos e subalternos e levá-los a responder na Justiça pelas suas calúnias que têm por objetivo a vingança rasteira contra a minha pessoa.”

Antes de ser escolhido secretário-adjunto, Lauro Malheiros Neto foi delegado. Ele trabalhou no Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e no Departamento de Investigação sobre o Narcotráfico (Denarc).

Extorsão
O esquema de extorsão de dinheiro dos bandidos foi revelado por escutas telefônicas. Dois investigadores de Suzano, na Grande São Paulo, seriam os responsáveis pelo crime. Eles foram presos nesta quarta-feira (30), em São Paulo, acusados de extorsão e seqüestro.

Na ação mais ousada da dupla, eles teriam mantido em cativeiro, em uma delegacia em Suzano, o enteado de Marcos Camacho, o Marcola, chefe da quadrilha que age nos presídios de São Paulo.

O advogado do investigador Augusto Pena, um dos policiais suspeitos, contesta a prisão temporária do cliente. Ele afirma que, desde quando começaram as investigações, há dois anos, o investigador nunca foi interrogado. “O Augusto nega as acusações. Ele estava tentando produzir provas de sua inocência quando foi preso”, diz.


Carta de demissão
Leia a íntegra da carta de demissão do secretário-adjunto:

“São Paulo, 6 de maio de 2008. Senhor Governador: Nos últimos dias fui surpreendido por notícias caluniosas que foram publicadas pela imprensa, procurando me vincular a policiais que são objeto de investigação criminal. Tais fatos noticiados fazem parte de uma campanha sórdida desfechada contra mim por pessoas que tiveram seus interesses contrariados no exercício da minha atividade de Secretário Adjunto da Segurança Pública.

Quero dizer a V. Exa. que em nenhum momento pratiquei qualquer ato que pudesse desonrar sua administração ou trair a confiança da população paulista e repilo com indignação a tentativa de me envolver em algo que não me diz respeito.

No entanto, como homem público, tenho a plena compreensão de que é impossível neste momento ter a tranqüilidade necessária para continuar a exercer o importante cargo de Secretário de Estado Adjunto da Segurança Pública.

Tal pasta é de essencial importância na vida das pessoas e requer que os seus dirigentes tenham dedicação e foco integrais na condução dos problemas de Estado, o que eu estou impossibilitado de fazer agora, pelas circunstâncias narradas.

Assim, quero dizer que fui honrado pelo convite feito por V.Exa. para ocupar este cargo e pela amizade de muitos anos que tenho pelo Secretário Ronaldo Marzagão.

Entretanto, preciso deixar o cargo que agora ocupo para poder me dedicar a repelir a ação sórdida das pessoas que me atacam, com interesses criminosos e subalternos e levá-los a responder na Justiça pelas suas calúnias que têm por objetivo a vingança rasteira contra a minha pessoa.

Por isso, lamentando não poder continuar a ajudar o honrado governo de V.Exa., peço que seja aceito o pedido de exoneração do meu cargo.

Aproveito a oportunidade para reiterar a V.Exa. meu apreço e admiração.
Lauro Malheiros Neto
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SERIA DIGNO SOLICITAR EXONERAÇÃO DO CARGO…POUPANDO-SE A IMAGEM DA POLÍCIA, DO GOVERNO ESTADUAL E DO PSDB
“Vocês se recordam deste episódio, envolvendo o secretário – adjunto da Segurança Pública , Lauro Malheiros:Nove policiais militares fizeram, entre 19 de janeiro a 10 de fevereiro, a escolta pessoal da ex-mulher e da filha de seis anos do atual secretário-adjunto da Segurança Pública de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, informa matéria de André Caramante publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).De acordo com decreto da Secretaria da Casa Militar do Estado de São Paulo, órgão responsável pela guarda pessoal de autoridades do Estado, a escolta é prevista apenas para o governador, primeira-dama e seus familiares; vice-governador e familiares; ex-governadores e familiares e outros dignitários, em visita oficial ao Estado.”Não obstante hipótese de ato de improbidade administrativa continuou no cargo. O Secretário Ronaldo Bretas Marzagão – responsável pela indicação -não entendeu cabível exonerar o seu adjunto. Agora o Ilustre advogado LAURO MALHEIROS NETO – ex-Delegado de Polícia – aparece nas manchetes em face do suposto envolvimento de Investigador de Polícia – cliente do escritório Malheiros Filho – em roubo de carga apreendida. Policiais roubaram carga de R$ 1 mi,diz testemunha São PauloO desaparecimento de uma carga do jogo eletrônico PlayStation avaliada em R$ 1 milhão de dentro do depósito do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) é o novo alvo dos promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaerco) de Guarulhos. A suspeita dos promotores é de que o investigador Augusto Pena tenha furtado a carga e a revendido em partes para pelo menos dois compradores.Ao jornal O Estado de S. Paulo, a testemunha-chave do Gaerco, Regina Célia Lemes de Carvalho, ex-mulher de Pena, disse que ele repassou R$ 100 mil do dinheiro obtido com a carga ao secretário-adjunto da segurança, Lauro Malheiros Neto.Regina, que briga com o ex-marido pela guarda do filho, foi quem procurou o Gaerco com 200 CDs repletos de escutas telefônicas que, segundo os promotores confirmaram, eram usadas por Pena para extorquir dinheiro da cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Embora não se possa dar crédito às acusações – considerando-se a ilibada conduta do Sr. Secretário-adjunto – os efeitos das manchetes são preocupantes.As acusações acabarão empregadas para arranhar a imagem do Exmº Governador deste Estado, o Doutor José Serra.E não se perca de vista que o nosso Governador – conforme prestígio junto ao povo – figura como futuro Presidente da República.O espontâneo pedido de exoneração será demonstração de lealdade e honestidade do Secretário-adjunto.(POSTAGEM DE 2/5/08)

MEMORIAL PARA O TORTURADOR , LADRÃO e" VEADO MUITO MACHO"

SERÁ QUE TEVE GENTE POR AQUI QUE SE IDENTIFICOU COM A MATÉRIA ?
Domingo, 4 de Maio de 2008, 07:43
Depoimento
Da Redação ( A TRIBUNA DE SANTOS)
Notícia do Jornal da Tarde, em, 28 de outubro de 1975: segundo o Departamento de Juventude do MDB de São Paulo, 90 pessoas haviam sido presas por motivos políticos, na véspera, dia 27. Entre eles David Capistrano da Costa Filho (de Campinas); Sandra Mara Nogueira Miller, advogada, de Santos; Moacir de Oliveira, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Santos; Florivaldo de Oliveira Cajé, membro do Diretório do MDB de Cubatão; e José Ferreira da Silva, de Santos.

Baiano de Jacobina, ex-presidente da Câmara de Cubatão (entre 1976 e 1990), ex-trabalhador na Refinaria Presidente Bernardes e na Cosipa (onde lutou pelo turno de seis horas), Cajé era um jovem advogado quando foi detido pela polícia dentro do Fórum, minutos antes de uma audiência no prédio da Rua Rio de Janeiro, em Cubatão, onde hoje funciona uma escola.

‘‘Me levaram de camburão. Só tive tempo de pedir que avisassem o juiz, a OAB e a família.

Dali, pegaram o Moacir Oliveira, na porta do Sindicato dos Metalúrgicos de Santos, e nos levaram para o Doi-Codi, nas Rua Tutóia, em São Paulo.

Eu era bem mais magro, mas acharam que tinha corpo bom para apanhar. E sem explicação nenhuma, já comecei apanhando ali mesmo, porque era um ‘‘comunista safado’’.

Eles nos obrigaram a vestir macacões apertados, sem cintos e sem cadarços nos sapatos.

Apanhei tanto quanto meus companheiros.

O que mais nos doía era a dor moral, fazer as necessidades num buraco, como animais, no meio de todos.

Passamos por choques elétricos, na Cadeira do Dragão, amarrados pelos braços, pés e troncos, usada para arrancar confissões durante a ditadura militar.

Ficávamos encapuzados, com uma espécie de máscara de borracha que fazia doer a cabeça, para não poder identificar os algozes.

Um dia, colocaram um companheiro do meu lado que passava por torturas na cadeira.

Tínhamos que olhar para o chão.

Mesmo com o capuz, consegui ver que ele calçava uma espécie de botina marrom.

De repente, parou de gritar, provavelmente desmaiado ou morto.

E foi levado dali. Até hoje, acho que era o Vladimir (Herzog), porque no dia seguinte, todo o tratamento mudou.

Fomos levados do Doi-Codi para o Dops, onde hoje está essa exposição.

Fiquei na cela 4 ou 11, não me recordo. Mas ali encontrei os jornalistas Rodolfo Konder, Paulo Markum e Duque Estrada, colegas de Vladimir. Soube depois que a transferência se devera à morte de Herzog.

Foi como se tivéssemos mudado do inferno para o paraíso.

O carcereiro era o Dulcídio Vanderlei Bosquila, que seria árbitro de futebol.

Nos deu leite, café, pão.

Ninguém nos torturou mais.

No 18º dia me chamaram e disseram: ‘‘Tá livre. Saí sem olhar para trás’’.

Na rua, desatei a correr na direção da Estação da Luz.

Então, fui parando.

Calma, pensei.

Comecei a andar.

Percebi que tinha que seguir em sentido contrário, para a Rodoviária.

Não tive coragem de passar de novo na frente do Dops.

Peguei um táxi, parei num telefone, avisei amigos e a família.

E contratei o chofer para me trazer para Cubatão.

Nada como sentir a liberdade.

Florivaldo de Oliveira Cajé

( ENVIADA DE SANTOS POR COLABORADOR)

CUBATÃO: "A MUNICIPALIDADE ESTÁ TOMADA POR UMA VERDADEIRA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA"…DO POTENCIAL PREFEITO : MYCHAJLO HALAJLKO JÚNIOR

Um exemplo de luta por Cubatão:

Processo nº 187/02 – 4ª Vara Cível.

… “Ademais, é voz corrente na cidade que existe em determinados setores da PREFEITURA uma estrutura montada para aumentar indefinidamente os estipêndios de uma casta de funcionários, através da utilização de estratégias como essas que foram esmiuçadas.

Os requerentes têm conhecimento que muitos dos procuradores que ratificam esses ardis, através de pareceres de legitimidade extremamente duvidosa, também se beneficiam deles.

NÃO RESTA DÚVIDA QUE A MUNICIPALIDADE ESTÁ TOMADA POR UMA VERDADEIRA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, QUE LESA O PATRIMÕNIO PÚBLICO E A MORALIDADE ADMINISTRATIVA SEM O MENOR PUDOR, COM O BENEPLÁCITO DE QUEM DEVERIA ZELAR PELA RES PUBLICA”…

(MYCHAJLO HALAJKO JÚNIOR, em 11 de março de 2002)
Imagem: MYCHAJLO – virtual prefeito de Cubatão pelo PMDB

PAULISTANO GANHA INSPEÇÃO VEICULAR: "DI GRÁTIS"…APROVEITEM E GOZEM(ou votem) 1

SP já tem data de inspeção de 6 mi de veículos
Roberto do Nascimento
Os 6 milhões de veículos registrados na cidade de São Paulo começam este mês a fazer a inspeção veicular que vai medir os níveis de poluição emitidos pelos motores.

Na primeira etapa, que vai de agora até 30 de março, serão submetidos à inspeção os 380 mil veículos movidos a diesel, porque são emissores de poluentes mais nocivos à saúde humana.

Os veículos a álcool, gasolina e gás começam a ser inspecionados em 2009.
O proprietário terá até 90 dias após a data limite de lecenciamento para realizar a inspeção.

Assim, os carros como placa final 1, por exemplo, que licenciam em abril, terá até 29 de julho de 2009 para fazer a inspeção.
O proprietário do veículo poderá agendar sua inspeção pelo site http://www.controlar.com.br ou pelo telefone (11) 3545-6868 .

Será possível escolher dia, horário e o centro de inspeção da conveniência do proprietário.
A inspeção ambiental veicular é obrigatória, anual e deve ser realizada a cada novo licenciamento.

Os veículos novos estão dispensados da inspeção no primeiro licenciamento.

Só devem fazê-lo a partir do segundo ano de uso.

Não é possível licenciar o veículo no ano seguinte sem o certificado de aprovação da inspeção que só poderá ser agendada para datas posteriores à data-limite para o licenciamento do respectivo final de placa.

Se o motorista não comparecer no prazo para fazer a inspeção terá seu licenciamento bloqueado e estará sujeito a multa.

Confira o calendário:
Caminhões
Placas final 1 e 2 devem licenciar até 30 de setembro e fazer a inspeção até 29 de dezembro
placas final 3, 4 e 5, licenciamento até 31 de outubro, inspeção até 29 de janeiro de 2009
placas final 6, 7 e 8, licenciamento até 30 de novembro, inspeção até 28 de fevereiro
placas final 9 e 0, licenciamento até 31 de dezembro, inspeção até 30 de março
Os veículos movidos a álcool, gasolina e gás só serão inspecionados a partir de 2009, mas o governo já tem mais de 80 mil veículos fotografados sob suspeita de emissão excessiva de poluentes, que deverão ser convocados a fazer a inspeção.
(fonte terra)
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AMIGO PAULISTANO:
O pagamento da inspeção veícular foi temporariamente suspenso, um golpe eleitoreiro. Em 2009, ou seja, depois das eleições, VOCÊ PAGARÁ MUITO CARO PELA ESTUPIDEZ DE ENTREGAR MAL O SEU VOTO.
Orientação deste Delegado de Polícia e blogueiro medíocre: VOTE EM QUEM GARANTIR – NO MÍNIMO – O REENBOLSO TOTAL DO CUSTO DA INSPEÇÃO VEICULAR.
Em tempo: resido em São Vicente; não sou candidato a nada.
Ou melhor: me candidataram a assumir a condição de ex-Delegado de Polícia, pois não gosto de ser enganado e lesado por politiqueiros e simpatizantes.

HOJE TEM CAPÍTULO ESPECIAL DE DUAS CARAS

04/05/08 às 18:46
Secretário-adjunto favoreceu investigador, diz delegado
Por Marcelo Godoy (AE) –
Três números de IDs de rádios de aparelhos da Nextel e o testemunha de dois policiais são as provas que o delegado Nelson Silveira Guimarães pretende apresentar de que o secretário-adjunto da Segurança Pública, Lauro Malheiros Neto, favoreceu o investigador Augusto Pena.
Guimarães diz que afastou o policial sob a suspeita de ele ter seqüestrado Rodrigo Olivatto de Morais, enteado de Marco Camacho, o Marcola.
Mas Pena voltou ao trabalho ativo depois que, segundo o delegado, Malheiros Neto pediu que Pena fosse transferido de Suzano para o Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic).
O secretário nega.
Segundo o policial, Pena foi à sede do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro) por volta do dia 5 de janeiro de 2007, pouco depois da posse de Malheiros Neto no cargo.
Dizendo-se amigo do secretário, o policial procurou o chefe dos investigadores do Demacro e disse que ele devia liberá-lo para ir trabalhar no Deic.
Pena teria ligado do rádio para Malheiros Neto na frente do policial.
Nessa conversa, passou o número do telefone de Guimarães. Malheiros Neto teria telefonado ao delegado dez minutos depois, pedindo a liberação de Pena para o Deic.
Antes de ir embora, Pena deixou com o chefe dos investigadores os IDs de dois aparelhos da Nextel e deixou nas mãos do policial ainda o ID do aparelho que, segundo Pena, era usado por Malheiros Neto para o caso do chefe precisar de algum favor.
“Eu não tenho problema pessoal com o senhor secretário.
Não quero cargo nenhum.
Apenas contei o que sabia porque os promotores me procuraram e me questionaram”, afirmou o delegado Guimarães.
No sábado(3), Malheiros Neto disse que vai processar o delegado.
Agência Estado
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RESUMO DO CAPÍTULO DE DUAS CARAS:
O Dr. NELSON GUIMARÃES foi convocado pelo Ministério Público com o fim de prestar informes sobre as acusações contra o Investigador PENA.
E perguntado do porquê de o Investigador, em vez de permanecer afastado, acabar promovido para o DEIC, o Diretor do DEMACRO explicou aos Promotores que a remoção se deu em virtude dos pedidos do Secretário-adjunto; no sentido de liberar o funcionário para o DEIC.
É de se presumir com a prévia aquiescência do Diretor do DEIC.
Obviamente – como em qualquer lugar – logo depois alguém leu os relatos e informou a quem de direito.
E – por mera coincidência – o Dr. NELSON GUIMARÃES em seguida perdeu a diretoria.
Sim, mera coincidência.
Com toda a certeza a sua remoção do DEMACRO, por mera rotina administrativa com a finalidade de melhor adequar os recursos humanos, já estava definida.
O SECRETÁRIO-ADJUNTO NÃO LHE PEDIU A CABEÇA POR TER PRESTADO DEPOIMENTO AO ÓRGÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO.
E ALGUÉM DEVE TER TELEFONADO AO Dr. NELSON SE PASSANDO PELO SECRETÁRIO-ADJUNTO.
A MESMA PESSOA QUE – TAMBÉM FALSAMENTE SE PASSANDO PELO Dr. MALHAEIROS – LIGOU PARA UM DOS PROMOTORES DE JUSTIÇA.
ESTÃO QUERENDO ARMAR PARA O ADJUNTO…
SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER!
HÁ UM DUAS CARAS NESSA ESTÓRIA.

MALHEIROS NÃO SAIRÁ DO CARGO PARA NÃO CAUSAR DESARRANJO NA ADMINISTRAÇÃO…E AFIRMA QUE O DOUTOR NELSON TEM APEGO PELA CADEIRA…

Malheiros diz que vai processar delegado
Secretário-adjunto da Segurança Pública pode ser convocado para depor na CPI dos Grampos da Câmara
O secretário-adjunto da Segurança Pública de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, disse ontem que vai processar o delegado Nelson Silveira Guimarães.
O delegado afirmou que Malheiros intercedeu a favor dos investigadores Augusto Pena e José Roberto Araújo.
Há dois dias, Guimarães desafiou Malheiros a se submeter ao polígrafo (detector de mentiras).
“Virou coisa pessoal”, disse Malheiros.
“Esse senhor está assistindo a muito filme americano.” Ele continua:
“É impressionante ele atribuir a mim a saída dele do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária).
Isso é rotina administrativa.
O doutor Nelson tem apego pela cadeira.”
“Já Guimarães espera a abertura do processo criminal para se defender. “Se ele quiser me processar, ótimo. Terei a oportunidade de provar quem ele é.”
“Malheiros disse que “é prematuro” deixar o posto enquanto o Ministério Público investiga as denúncias.
“Causaria um desarranjo na administração.”
Sobre a ex-mulher de Pena, Regina Célia Lemes de Carvalho, ter afirmado que Malheiros teria recebido R$ 100 mil do ex-marido, disse que vai avaliar com um advogado que medidas tomar.
O relator da CPI dos Grampos, deputado Nelson Pellegrino (PT-BA), disse que vai pedir a convocação de Malheiros e Pena.
“É a primeira vez que tomamos conhecimento de interceptações telefônicas para esse tipo de delito.”
O deputado pode convocar os juízes que autorizaram grampos.

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QUE DESARRANJO A ADMINISTRAÇÃO SOFRERÁ COM A SAÍDA DE UM SIMPLES SECRETÁRIO-ADJUNTO?

ACREDITO QUE NENHUM.

COM EFEITO, DESARRANJADOS FICARÃO NOSSOS INTESTINOS COM TANTA PODRIDÃO .

OU MELHOR: TANTA IMUNDÍCIE JÁ DESARRANJOU NOSSOS INTESTINOS.

CONTUDO ESSE CONTO ERÓTICO ENVOLVENDO O INVESTIGADOR, A EX-ESPOSA, O EX-DIRETOR DO DEMACRO E O SECRETÁRIO-ADJUNTO, TERÁ FINAL FELIZ.

OS PROTAGONISTAS, AO FINAL, ACABARÃO AOS BEIJOS E ABRAÇOS.

NO MELHOR ESTILO DUAS CARAS!

TUDO EM NOME DO AMOR…

AMOR PELA CADEIRA…

AMOR PELOS 1530 RECOLHIDOS DOS JAMILS DA VIDA.

ALIÁS, QUE O SECRETÁRIO-ADJUNTO E O EX-DIRETOR NEGAM.

A PROPÓSITO DA CULTURA DO BIOMBO – Calar nunca mais! É hora de acabar com lixo militar contido na Lei Orgânica da Polícia Civil- LC 207/1979… Por um Conselho Universal

É inconcebível no século XXI, convivermos com uma legislação fruto de mentalidade repressiva imposta pelos patriotas fardados e colaboradores de inspiração e conduta medieval (torturadores, homicidas e extorsionários).
A Lei Orgânica da Polícia Civil, LC nº. 207/79 é um lixo legislativo; desonra e faz do policial um funcionário indigno do exercício de direitos e garantias fundamentais.
Tal entulho autoritário foi proposto logo depois do golpe militar de 1968( para quem não sabe sofremos dois atentados militares na década de sessenta: em 1964 e 1968), “discutido” no transcorrer dos “anos de chumbo” e, finalmente, aprovado em 1978.
Tudo sob inspiração das doutrinas de “segurança nacional” e, também, sob a égide dos atos institucionais que suprimiram as garantias da vitaliciedade para a magistratura e estabilidade para os funcionários de carreira.
E naqueles anos vitaliciedade e estabilidade apenas aos torturadores e simpatizantes.
Diga-se de passagem, só para ilustrar, torturador não possui quaisquer punições disciplinares; a ficha funcional é imaculada tal qual pele de um nenê.
E a atual legislação sobre a composição e funcionamento do Conselho da Polícia Civil(criado através da Lei nº 199, de 1948; depois regulamentado através do Decreto nº 6.957/75), permanece como um verdadeiro atentado à inteligência, cultura e honradez de quaisquer pessoas.

Se não causasse revolta,  as secretas reuniões do Conselho – salvo as festivas – causariam risos.
Só faltou a instituição de FARDALHÃO como vestimenta dos Cardeais.
Aliás, denominação pejorativa que nos remete ao PATRONATO eclesiástico, ou seja, pagamento dos benefícios conferidos pela Monarquia ao clérigos.
De se ver a Resolução SSP nº. 239/2005, acerca do “moderno” regimento interno.
É ridículo um Conselheiro – caso queira se manifestar sobre os assuntos postos sob deliberação – dispor de apenas 3(três minutos).
Com efeito, palavra por apenas 3 minutos para manifestação sobre matérias, legalmente, consideradas sigilosas, significa:
AQUI CIRCUNSPEÇÃO E DEBATE SOBRE DIREITO E JUSTIÇA SÃO PROIBIDOS.
Que me desmintam caso estiver errado, mas acredito não se poder sustentar nada em três minutos. Tampouco apartear em 2(dois) minutos, prorrogáveis por mais 1(um), a critério do Delegado Geral.
Três minutos é tempo para uma boa piada.
Nada mais que uma boa piada.
E digo do sigilo para julgar e decidir sobre a vida de funcionários, aos quais não se dá o pleno direito de manifestação e presença durante o julgamento.
O sigilo no Conselho da Polícia Civil deveria ser reservado só para assuntos estratégicos. Ou seja, sigilo nos assuntos pertinentes a políticas de segurança, operações, questões e providências cuja publicidade as tornariam inexeqüíveis.
Julgamentos ou deliberações sobre remoções, punições e promoções não podem ser secretos.
Ao contrário: a publicidade aqui é inafastável, pois o sigilo nestes casos leva a prática de imoralidades como perseguições ou favorecimentos pessoais.
Aliás, as reuniões do Conselho nos casos acima deveriam ser públicas e com os votos abertos e fundamentados pelos Conselheiros.
Mas a realidade que se vê é votação que segue a vontade do relator, que por sua vez segue a vontade de outro conselheiro ou do Delegado Geral.
A isto eu denomino – desde o FORUM DA ADPESP – “CORPORATIVISMO MAFIOSO”, pois não se trata, verdadeiramente, de um CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL.
ESTA COMPOSIÇÃO DE ÓRGÃO COLEGIADO TEM POR PRINCÍPIO TODA LEALDADE AO CHEFE E AOS PARES CONSELHEIROS.
NÃO SE TRATA DE LEALDADE AO POVO E A INSTITUIÇÃO.
E O DIREITO ACABA RASGADO – A JUSTIÇA PISADA – EM NOME DA MANUTENÇÃO DESSE CORPORATIVISMO.
UMA QUASE MAÇONARIA .
Afirmei quase; apenas pelas similitudes quanto ao ESOTERISMO, FORMALISMO E HERMETISMO.
O esoterismo é tamanho que um Delegado de Polícia de classe especial cumpre atribuições típicas de um escrivão; recebendo a denominação de Secretário do Conselho, responsável pela lavratura das atas, inclusive.
O HUMANISMO, A JUSTIÇA E A VERDADE PARECE FICAR DO LADO DE FORA DA SALA DE REUNIÕES
Na prática é um mero colegiado composto por Delegados de Polícia diretores de órgãos de execução, cargos de livre nomeação e exoneração. A tendência é o voto por simpatia, adesão, ou pior: “cabresto”.
ALIÁS, O CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL DEVERIA SER FORMADO POR MEMBROS DE TODAS AS CARREIRAS POLICIAIS.
OU, “de lege ferenda”, QUE SE AFIRME:
A POLÍCIA JUDICIÁRIA É INSTITUIÇÃO EXERCIDA PELO DELEGADO DE POLÍCIA, CONTANDO COM QUADROS AUXILIARES.
E aqueles Delegados que são contrários à composição de um Conselho da Polícia formado por integrantes de todas as carreiras – sob o argumento de que não há cabimento um subordinado vetar ou votar pela promoção ou punição de superior – deveriam atentar que havendo transparência, completa legalidade e objetividade em promoções ou punições, os membros verificarão a regularidade, os requisitos formais e objetivos das proposituras levadas a exame pelo Conselho.
E nada mais dignificante para um Delegado de Polícia ter a promoção examinada e aprovada por representantes de todas as carreiras.
Seria uma grande honra – engrandecimento – receber o referendo de membros de todas as Carreiras Policiais.
Quem pensa ao contrário pode estar doente ou de má-fé.
Do mesmo modo o parecer sobre a penalidade a ser imposta às autoridades e policiais será isento e transparente.
Afastando-se – de vez – o corporativismo e o apadrinhamento, posto os freios e contrapesos resultantes da composição universal do Conselho da Polícia Civil.
Valendo afirmar:o conselho composto por todas as carreiras opinará sobre a punição de um funcionário acusado de falta disciplinar; não membro da “nossa” ou das “outras” carreiras.
Por outro aspecto, a reforma introduzida pela LC 942/2203, é outro lixo legislativo de inspiração ditatorial.
A aprovação da “via rápida” e o veto à Lei que define o Assédio Moral na Administração, foram dois grandes equívocos do Exmº Geraldo Alckmin. Pretendendo-se dar uma resposta para a sociedade em razão dos fatos envolvendo policiais do Denarc com a Crackolândia, se fez pequenas alterações – digo das melhores – já consolidadas pela prática administrativa, pela doutrina e jurisprudência.
Quanto ao mais – salvo a opinião da maioria dos Delegados doutrinadores da legislação policial – a reforma denominada VIA RÁPIDA não passa de um atentado aos direitos e garantias assegurados pela Constituição da República.
O contraditório e recursos inerentes ao exercício da ampla defesa no âmbito administrativo meras aparências, uma ficção.
Aliás, manteve intacta a lei da mordaça e intocado o cabresto empregatício.
Pois pouco exercício intelectual é necessário para se inventar um “procedimento irregular de natureza grave”; assim levando-se um bom funcionário à expulsão por capricho de superior influente. Paradoxalmente o policial que comete um grave crime – muitas vezes sendo preso – terá o processo administrativo sobrestado por anos; enquanto aquele “enquadrado” no aberto ilícito funcional denonimado – denominado, embora deveria ser circunstanciadamente definido – PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE poderá ser demitido em poucos meses, ou seja, em seis meses.
O bandido perigoso terá um sobrevida funcional de até 10 anos; quem denunciar um abuso de superior corrupto – aquele que todo mundo sabe que é – acabará por ser demitido em pouco tempo.
Pois denunciar irregularidades, improbidades e corrupção de um superior hierárquico é o maior crime que um funcionário da Polícia Civil pode cometer.
E a Corregedoria Geral um pouco mais independente ficou apenas no papel.
Por outro lado, o nosso Egrégio Conselho em oportunidades várias adotou decisões paradoxais: absolvendo peculatários e, também, traficantes.
Valendo afirmar: o CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL, POR VEZES, DENIGRE A IMAGEM DA INSTITUIÇÃO.
PRATICA ATOS DE DESLEALDADE PARA COM OS DEMAIS MEMBROS DA INSTITUIÇÃO.
TODAVIA NÃO HÁ NENHUM ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO OU EXTERNO SOBRE O CONSELHO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA.
E DESTA FORMA PERMANECEREMOS – INDEFINIDAMENTE – A MERCÊ DE DUAS DEZENAS DE CAVALHEIROS.
SALVO EXISTIR – E NÃO SAIBAMOS – ALGUMA DELEGADA COMO DIRETORA DE DEPARTAMENTO…
HÁ ALGUMA MULHER NO CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL?
(publicado originalmente em 5 de maio de 2008 )
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Ontem, 2 de fevereiro de 2012, o STF enterrou a chamada “cultura do biombo” , ou seja, OS PROCESSOS JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS SECRETOS.

HÁ ALGUMA MULHER NO CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL?

NO CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO NÃO SEI.

MAS HÁ DESEMBARGADORAS NO CONSELHO DA MAGISTRATURA.

TAMBÉM HÁ PROCURADORAS DE JUSTIÇA NO COLEGIADO DO MINISTÉRIO PÚBLICO.

HÁ MULHERES NOS ÓRGÃOS MAIS ELEVADOS DA PROCURADORIA DO ESTADO E DA DEFENSORIA PÚBLICA.

TODAVIA PARECE QUE A EMANCIPAÇÃO FEMININA NÃO CHEGOU NA POLÍCIA CIVIL.

ALIÁS – COMO AFIRMOU UM DOS MEUS ATUAIS SUPERIORES – NEM SEQUER A DEMOCRACIA CHEGOU NA POLÍCIA CIVIL.

CONSUMIDOR FUJA DO BANCO SANTANDER-BANESPA… O VAMPIRO ESPANHOL

O SANTANDER-BANESPA encontrou no Brasil ambiente propício para alcançar o seu fim como organização voltada a escravizar a pessoa humana.

Sim, escraviza o funcionário público, o trabalhador em geral e as pequenas empresas.

Deixou de agir como instrumento propulsionador do crescimento da economia. Não passa de outro instrumento concentrador de renda, ou melhor, instrumento expropriador da renda do assalariado.

O SANTANDER-BANESPA, pelas taxas e juros que impõe aos consumidores dos seus produtos e serviços, transformou-se numa organização diabólica.

Um caso de polícia!

E caso de polícia, principalmente, para muitos consumidores que não tinham opção por outra empresa bancária (funcionários públicos estaduais e municipais, por exemplo).

O SANTANDER-BANESPA, embora sendo espanhol, possui uma fórmula vampiresca que logo o transformará no maior e mais poderoso banco instalado em terras brasileiras.

Uma das fórmulas: 3.730% de juros ao ano.
Verdadeiramente: três mil setecentos e trinta por cento cobrados sobre os valores excedentes ao limite de crédito do cheque especial.

E emprega vários expedientes para que o bom cliente ultrapasse o limite E, normalmente, o bom cliente ultrapassa o limite que o SANTANDER lhe oferece; só para o pagamento das contas domésticas.

Digo bom cliente, pois ao mal pagador não se dá limite especial; nem sequer talão de cheques.

Aliás, o limite de cheque especial do SANTANDER-BANESPA é um terço do limite oferecido por outros bancos.

Caso o bom cliente tenha limite de R$ 1.000,00 no Santander-Banespa, na Nossa – Caixa, apenas para exemplificar, teria R$ 3.000,00.

E sem nenhum favor, apenas considerando-se alguns critérios objetivos: renda mensal e vínculo empregatício do cliente.

Não é necessário ser amigo do gerente para obter um limite três vezes maior ao do Banespa-Santander.

Os 3.730%, é o motivo do SANTANDER-BANESPA obstaculizar aumento de limite para clientes que utilizam o produto denominado “cheque especial” – mesmo aqueles com 20 anos de conta bancária, os funcionários públicos estáveis.

E atenção: ultrapassado o seu limite, pouco importa em alguns centavos, pagará “taxa cheia” que atinge 3.730% ao ano, ou seja, aquela taxa de juros para mal pagadores ou clientes de risco (que eles denominam excesso por inadimplência).
E mesmo que você bom cliente possua em poder do Santander-Banespa, economias vinte vezes superiores ao limite que lhe foi dado.
Pois o Santander-Banespa quer o seu endividamento, quer expropriar as suas economias.

Mas há outros procedimentos, além do cheque especial, que levam um cliente do BANESPA-SANTANDER bancarrota.

Aliás, bancarrota só depois que o Santander-Banespa usurpar todas as economias e fontes de recursos do consumidor.

Além de amarrá-lo a vários contratos, cujas dividas – depois de algum tempo – o Santander-Banespa transferirá, com base em cláusula de cessão de crédito que o cliente assina em todo e qualquer contrato, para qualquer outra organização do mercado financeiro.

E assim faz tentando escapar das medidas judiciais adotadas pelo ex-cliente para desconstituição dos contratos e dos créditos abusivamente reclamados.
Também, primeiramente, o cliente terá o “nome sujo” pelo Santander- Banespa e, depois, pelo adquirente dos “créditos” (como se a dívida fosse de data atual), permanecendo eternamente com o “nome sujo” no SERASA e no SPC.
Obviamente, não se pode chamar tal proceder digno de Instituição honesta.
Façam as contas policiais civis e militares, ainda, clientes do SANTANDER-BANESPA.

Depois façam as malas para a Nossa – Caixa (não há outra opção).

E infelizmente a IMPRENSA FORMAL – há muito sem praticar “jornalismo-cidadão”(só nos blogs) – perde muito espaço falando da violência e da corrupção dos “adversários”, pouco fazendo para revelar o procedimento criminoso de muitas instituições bancárias.

É claro: ninguém quer perder anunciantes do porte do SANTANDER-BANESPA…

Que na Espanha anuncia: “queremos ser o teu lucro!”

Enquanto no Brasil pratica: “queremos o lucro do teu trabalho!”

Em tempo: até por descendência direta jamais cometeriamos xenofobia; o banco é uma mera empresa; não é pessoa humana.

MEUS HERÓIS PODERÃO TORTURAR SEUS TÍMPANOS…MAS SÓ TROUXERAM ALEGRIA AO MUNDO

I again, thank all of you from my deep within and promise me, keep smiling…. D

Dick Dale, nome artístico de Richard Anthony Mansour, nascido no Líbano, em 4 de maio de 1937, de pai libanês e mãe polonesa, logo depois, radicou-se na Califórnia.
É denominado ” King of The Surf Guitar.”
E reconhecido como o primeiro herói da guitarra(“guitar hero”).
Dono de um estilo musical avassalador para os padrões musicais dos anos 50/60, tamanha a fúria e técnica.
Cresceu entre músicos caldeando suas raízes árabes e hebraicas com a música negra americana, grega, espanhola e mexicana.
Adicionando um estilo percursivo inspirado na cultura indígena.
Obteve grande sucesso no período de 1961 a 1964.
Influenciou diretamente Jimi Hendrix, Stevie Ray Vaughan e Joe Satriani, entre centenas de outros grandes músicos; alguns brasileiros, inclusive.
Fez visitas e tocou no Brasil diversas vezes.
Além da guitarra, dominava muito bem trompete e bateria, sendo fã incondicional daquele que é reconhecido como o maior baterista de todos os tempos: o músico de Jazz “Gene Kruppa”.
Dick Dale foi defensor da cultura e das causas indígenas.
Além de um apaixonado surfista.
Há seis meses ,em virtude de câncer, se submete a intensa terapia e cirurgia, em 4 de abril, no “Cedars – Sinai Medical Center Hospital in Hollywood, Ca.” .
Nos últimos tempos se dedicou, quase que exclusivamente, ao filho Jimmy Dale, nascido em 1992.
Amanhã completará 71 anos; aguardando espíritos que o levem a novos palcos e outras ondas no Hawaii .
Para quem gosta do mar, florestas e sons de trovões: MISIRLOU, HAVA NAGILA, THE WEDGE, NIGHT RIDER, MR. ELIMINATOR, THE VICTOR, THE WEDGE PARADISO, CALLING UP THE SPIRITS…
LET’S GO TRIPPIN!

ORA, CONVIDEM A TESTEMUNHA PARA REALIZAR TESTES NO POLÍGRAFO

”Meu ex é o maior vendedor de CD da polícia”
Testemunha revela ligações perigosas de investigador e diz que é cômico ver dois policiais se pegando por dinheiro?
Bruno Tavares e Marcelo Godoy
Regina Célia Lemes de Carvalho parece uma testemunha complicada.
Começou a denunciar o enriquecimento do ex-marido, Augusto Pena, em 2006. Pouco depois, voltou atrás.
Ela fez tratamento psiquiátrico e disputa com Pena a guarda do filho de 6 anos do casal.
Quando voltou a procurar o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaerco), de Guarulhos, em 8 de abril, os promotores pensaram que novamente iam escutar histórias sobre brigas conjugais.
Daquela vez foi diferente.
A testemunha levou aos promotores 200 CDs com escutas telefônicas feitas pelo ex-marido e documentos.
Mas ela não aceitou depor sobre o secretário-adjunto da Segurança, Lauro Malheiros Neto.
“Meu advogado não deixou eu pôr isso no papel, para minha segurança”, afirmou, em entrevista ao Estado.
O que a senhora sabe sobre o seqüestro do enteado do Marcola?
O que eu sei é que foi assim: ele (Pena) pegou o Rodrigo, levou ele para a delegacia e ficou dois dias lá, trancado.
Na delegacia?
Na delegacia, não na cadeia.
Ficou num quarto lá.
Era uma salinha onde tinha câmera, chá, água gelada, chá, tinha tudo lá.
É uma salinha bem confortável, com sofá.
Foi lá que ele ficou?
Foi lá.
Na época, quando ele (Pena) trouxe essa fita, trazia e ouvia na minha cara.
Ele trouxe essa fita e foram duas pessoas lá que se passaram como advogados e depois foi uma advogada lá que apareceu para fazer tudo, o pagamento.
Nesse dia em que a advogada foi fazer o pagamento, eles foram dormir em um motel para dividir o dinheiro.
Lá em um motel de Suzano.
Foram contar o dinheiro?
Quem?
Foram contar, o Araújo (José Roberto) e o Augusto.
Quanto foi o resgate?
R$ 300 mil.
Qual foi a parte do Pena?
Vi ele contar uns cento e pouco mil reais, porque alguma coisa ele deixou na delegacia.
Não sei para quem.
Alguém levou mais nessa história.
Ele sabia quem era que tinha seqüestrado?
Lógico.
O Augusto construiu a casa dele de Boituva com o dinheiro do PCC.
O Augusto mexe com o PCC não é de hoje.
Ele ficava nos grampos.
Não se preocupava com o tempo.
Às vezes ficava três meses ouvindo o grampo deles (presos) na cadeia.
Quando cansava, ele emendava uma história com a outra, uma história de outro traficante com alguém importante do PCC, e já apresentava o CD para o advogado.
Tipo: “Ou paga ou o CD vai pra frente.”
Tanto é que ele tem o apelido na polícia de “o maior vendedor de CD da polícia”.
Qual é a história do Jurandir (trata-se do investigador Jurandir da Silva, que Pena tentou incriminá-lo sob a acusação de deixar vazar grampos sigilosos para o PCC)?
Briga por causa de dinheiro.
É cômico ver dois policiais se pegando por causa de dinheiro.
Foi o Jurandir que passou pro Augusto os números do Gegê.
O Gegê do Mangue, terceiro homem na hierarquia do PCC?
Sim.
E aí o Augusto no dia que ia derrubar o Jurandir ficou sabendo que não ia ganhar nada com isso e aí o Jurandir entregou os grampos pra todo mundo e acabou com a festa do Augusto.
E aí o Augusto, para se vingar, falou que ia tirar ele da polícia (Pena atraiu a advogada Maria Odete Haddad para uma armadilha e filmou a defensora de Gegê confessando que havia recebido os grampos de Jurandir.
Depois, segundo a advogada, Pena achacou R$ 150 mil de Gegê).
Essa história eu ouvi da boca dele.
O Augusto falou que ia acabar com a vida dele.
Emendou, colou, fez degravação da forma como quis e mandou para a corregedoria.
Qual a relação de seu ex-marido com Lauro Malheiros Neto?
Nunca conheci pessoalmente.
Eu sempre ouvi falar do Lauro, pelo Augusto.
Ele falava que tinha trabalhado com esse Lauro.
Ele falava que eles eram superamigos, amigos do peito.
Eles se falavam?
Direto, todos os dias quase.
Quando a conversa era com o Lauro, eu tentava escutar.
Ele falavam assim em código: “Vamos se encontrar naquele lugar”.
Quando o Augusto foi pra Suzano, até o Lauro chegou a ir à Delegacia de Suzano.
Como foi o caso do PlayStation?
Ele fez tudo aqui no meu prédio.
Roubou a carga sozinho.
O pessoal do Deic fez a apreensão certinha.
Colocaram no papel.
Quem aparecia no papel era o Douglas (investigador Douglas dos Santos).
O Augusto não aparece no papel.
Se a coisa estourar, não estoura pra ele, pois ele não está com o nome lá.
Isso tudo (a carga) foi para o depósito do Deic, na Avenida São João.
Para tirar a carga de lá, ele deu R$ 10 mil para o porteiro.
Tirou de lá com picapes de madrugada.
Quanto rendeu essa carga?
R$ 1 milhão.
Ele apareceu com saco lá em casa e se trancou no quarto para contar.
Desse dinheiro saiu R$ 100 mil para o secretário.
O Augusto falou que deu R$ 100 mil.
Ele estava conversando no telefone.
O Augusto foi levar no apartamento do Celso (suposto amigo de Malheiros), porque o Lauro não pega dinheiro.
O Lauro manda entregar no apartamento do Celso ou o Celso vai buscar.
Como é que a senhora quer quer eu acredite nessa história?
É só fazer um levantamento no Deic.
Todo mundo no Deic sabe dessa história.

CORONÉIS E DELEGADOS DE CLASSE ESPECIAL SÃO MUITO ATAREFADOS…SÓ DEPOIS DE APOSENTADOS ACHAM TEMPO PARA REIVINDICAR DIREITOS E MELHORIAS SALARIAS

OFICIAIS PARTICIPAM DA 3ª REUNIÃO DA ASSEMBLÉIA PERMANENTE
O Salão Social do Barro Branco recebeu, em 26 de abril, Oficiais de todas as patentes para a III reunião da “Assembléia Permanente” organizada pela Associação dos Oficiais da Polícia Militar (AOPM).

No início dos trabalhos, o Cel. Sebastião Corrêa de Carvalho foi eleito, por aclamação, presidente da Assembléia.

O encontro contou, mais uma vez, com a participação dos ex-comandantes-gerais Cel. Carlos Alberto de Camargo, Cel. Claudionor Lisboa e Cel. Theseo Darcy Bueno. Também estiveram presentes o presidente da AORRPM, Cel. Hermes Bittencourt Cruz, e o deputado estadual Major Sérgio Olímpio Gomes (PV), além do presidente da AMEBRASIL, Cel. Sigfrido Maus, que veio de Santa Catarina para participar do evento.

Pela primeira vez, não apenas os Coronéis, mas Oficiais de todas as patentes participaram da ação.

Em breve, os organizadores pretendem abrir o encontro também às praças da PM paulista, fortalecendo, cada vez mais, o movimento.

O presidente da AOPM, Cel. Luiz Carlos dos Santos, foi o primeiro integrante da mesa diretora a se manifestar.

Em seu pronunciamento, Cel. Luiz Carlos falou sobre o encontro com o deputado estadual Barros Munhoz (PSDB), líder do governo na Assembléia Legislativa, oportunidade em que foi entregue ofício a ser encaminhado ao governador do Estado, José Serra, sobre as reivindicações dos policiais militares.

Falou também sobre o contato com o deputado federal Michel Temer (PMDB), a quem foi solicitado o encaminhamento de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre “Carreira do Estado”.

Apesar de ter sido convidado a participar, o comandante-geral da PM paulista, Cel. Roberto Antônio Diniz, declinou do convite e não mandou nenhum representante oficial ao encontro, atitude que gerou uma certa frustração à oficialidade presente.

Outro fato destacado pelos participantes foi a ausência de coronéis da ativa e demais oficiais, apesar de se tratar de movimento pacífico e de alto nível de interesse de toda a Polícia Militar.

Todos receberam ofício encaminhado pela AOPM.

Foram criados grupos de estudos avançados para desenvolver propostas políticas e institucionais a fim de viabilizar projetos a serem apresentados na próxima reunião e, posteriormente, encaminhados às autoridades pertinentes.