O TEATRINHO DA BANCADA DO PT…DEVERIAM FAZER UMA CPI DO PROXENETISMO ARGENTINO EM TERRAS BRASILEIRAS

PT quer CPI do achaque policial
Bancada do PT na Assembléia
A Bancada do PT na Assembléia paulista quer instituir uma CPI para apurar as denúncias da relação do Secretário Adjunto da Segurança Público do Estado de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, com policiais acusados de praticar seqüestro e extorsão, contra detentos integrantes do PCC.

Para o líder do PT na Assembléia deputado, Roberto Felício, há fortes indícios que o Secretário Adjunto se envolveu em fatos graves.

“Estas questões sem dúvida precisam ser apuradas por todos os órgãos que tem atribuições para tal, dentre eles a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, que não pode abdicar de seu Poder fiscalizador diante de denúncias tão graves”.

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FAÇAMOS CPI DA HIPOCRISIA:

Enquanto politiqueiros do PT e do PSDB trocam acusações, a população permanece pagando contas muito altas.

Sustentando políticos desonestos…

Os respectivos cônjuges e afins, inclusive.

E conforme as palavras do nosso Presidente “LULA” – quando se dedicava a expressar seus pensamentos – são 3000( três mil) PICARETAS COM E SEM ANEL DE DOUTOR.

Na ocasião ele afirmava que seriam 300 PICARETAS, mas certamente ele contribuiu – e muito – para a multiplicação da PICARETAGEM.

Aliás, tem até PICARETA ARGENTINO fazendo politicalha com a bandeira dos trabalhadores brasileiros.

E PICARETA ARGENTINO SUSTENTADO PELA MULHER POLÍTICA…

Um caso de Polícia!

DE PROXENETISMO EXPLÍCITO…

EXPLÍCITO E BILATERAL!

O portenho explora a Senhora; ela nos explora…

Relaxem e gozem(pernas e carteiras abertas).

FRESCAS DE SANTOS…O DESRESPEITO PELA HIERARQUIA E DISCIPLINA

Coisas que acontecem no DEINTER-6, Santos:
Delegado de Polícia, 2ª casse, com sete qüinqüênios, é plantonista.
Delegado de Polícia, 4ª classe, um qüinqüênio, é Titular de Ciretran de 2ª classe.
O primeiro não possui parentes importantes; também nunca foi dado obedecer a ordens absurdas, por ex: instaurar Processo Administrativo em desfavor de policial falecido. Cumprindo o dever de juntar a respectiva documentação comprovando a morte do funcionário.

O segundo é irmão de deputado.
É o denominado poder de império da administração, cuja legitimidade não pode ser questionada; conforme a doutrina do diretor do Departamento.
Futuramente alguém nomeará um 2ª classe para exercer as funções de um classe especial; talvez, nesse dia, o Diretor se dê conta do significado de hierarquia e disciplina.
Se a aberração aqui exemplificada – a qual poderá ser constatada por qualquer interessado – não for fruto de servilismo, é deboche da legislação.
Demonstração de desrespeito pela Carreira.
Assim, quem não respeita, não merece respeito.

A IMPRENSA FORMAL NÃO QUER A VERDADE, QUER ARRANHAR O GOVERNADOR JOSÉ SERRA… E O PARTIDO DOS TRABALHADORES ENSAIA MAIS UMA PANTOMIMA

“Escândalo do PCC derruba secretário-adjunto de Serra”

Lauro Malheiros Neto entregou sua carta de demissão no início da tarde desta terça-feira
Bruno Tavares e Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo
O secretário-adjunto pediu demissão nesta terça

O secretário-chefe da Casa Civil do Estado de São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira, confirmou à reportagem de O Estado de S. Paulo que o secretário-adjunto de Segurança Pública, Lauro Malheiros Neto entregou sua carta de demissão no início da tarde desta terça-feira, 6.
Na segunda-feira, deputados do PT na Assembléia Legislativa protocolaram pedido de criação da CPI do Achaque. O objetivo é apurar as denúncias sobre a ligação entre o então secretário-adjunto com Augusto Pena e José Roberto de Araújo, policiais presos e acusados de achacar e seqüestrar integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A decisão, segundo o chefe da Casa Civil estadual, foi pessoal “para se defender dessas acusações levianas que estão sendo feitas contra ele. Acho ele fez bem”.
Além disso, Nunes afirmou que o secretário de Segurança, Ronaldo Marzagão, recebeu a notícia com pesar, mas entendeu a posição de seu subordinado.
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UMA PANTONIMA ( embuste)
A imprensa formal e o Partido dos Trabalhadres não estão preocupados com a moralidade administrativa, apenas com o desgaste do adversário.
E, neste caso, arranhar o potencial Presidente da República: JOSÉ SERRA.
Pois o ex-secretário era tão adjunto de Serra quanto eu adjunto de Hortolândia.
Um “adjunto de nada”!

POR AMOR À VERDADE

“Lauro Malheiros Neto estaria envolvido em achaques a quadrilha que age nos presídios.”( do G1)
O Secretário-adjunto NUNCA ESTEVE ENVOLVIDO EM ACHAQUES A QUAISQUER QUADRILHAS.
Um eventual pedido de remoção em favor do invetigador PENA, do DEMACRO para o DEIC, por anteriores laços de companheirismo, não autoriza uma afirmação tão baixa como a transcrita acima.
Aliás, baixa e mentirosa.
Os crimes do Investigador, são os crimes do Investigador.
Diga-se: anteriores à gestão do Secretário-adjunto.

UM BOM CONSELHO NÃO SE DESPREZA…SECRETÁRIO LAURO MALHEIROS NETO DE FORMA DIGNA PEDE EXONERAÇÃO 1

06/05/2008 – 16h23 – Atualizado em 06/05/2008 – 17h03
Secretário-adjunto de Segurança de SP pede demissão
Lauro Malheiros Neto estaria envolvido em achaques a quadrilha que age nos presídios.Secretário nega as acusações; ele entregou o cargo nesta tarde.
» Escutas mostram como policiais cometiam extorsão
» Policiais são presos acusados de extorsão e seqüestro
O secretário-adjunto de Segurança Pública de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, pediu demissão nesta terça-feira (6). A informação foi confirmada ao G1 nesta tarde pela Secretaria da Casa Civil (SSP).

Nos últimos dias, o secretário-adjunto vinha sendo apontado como um dos envolvidos em um esquema de achaques e seqüestros de integrantes da quadrilha que age a partir dos presídios paulistas.

Malheiros nega as denúncias. Nesta tarde, a SSP divulgou a carta de demissão (leia a íntegra) do secretário-adjunto. Na nota, ele afirma “preciso deixar o cargo que agora ocupo para poder me dedicar a repelir a ação sórdida das pessoas que me atacam, com interesses criminosos e subalternos e levá-los a responder na Justiça pelas suas calúnias que têm por objetivo a vingança rasteira contra a minha pessoa.”

Antes de ser escolhido secretário-adjunto, Lauro Malheiros Neto foi delegado. Ele trabalhou no Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e no Departamento de Investigação sobre o Narcotráfico (Denarc).

Extorsão
O esquema de extorsão de dinheiro dos bandidos foi revelado por escutas telefônicas. Dois investigadores de Suzano, na Grande São Paulo, seriam os responsáveis pelo crime. Eles foram presos nesta quarta-feira (30), em São Paulo, acusados de extorsão e seqüestro.

Na ação mais ousada da dupla, eles teriam mantido em cativeiro, em uma delegacia em Suzano, o enteado de Marcos Camacho, o Marcola, chefe da quadrilha que age nos presídios de São Paulo.

O advogado do investigador Augusto Pena, um dos policiais suspeitos, contesta a prisão temporária do cliente. Ele afirma que, desde quando começaram as investigações, há dois anos, o investigador nunca foi interrogado. “O Augusto nega as acusações. Ele estava tentando produzir provas de sua inocência quando foi preso”, diz.


Carta de demissão
Leia a íntegra da carta de demissão do secretário-adjunto:

“São Paulo, 6 de maio de 2008. Senhor Governador: Nos últimos dias fui surpreendido por notícias caluniosas que foram publicadas pela imprensa, procurando me vincular a policiais que são objeto de investigação criminal. Tais fatos noticiados fazem parte de uma campanha sórdida desfechada contra mim por pessoas que tiveram seus interesses contrariados no exercício da minha atividade de Secretário Adjunto da Segurança Pública.

Quero dizer a V. Exa. que em nenhum momento pratiquei qualquer ato que pudesse desonrar sua administração ou trair a confiança da população paulista e repilo com indignação a tentativa de me envolver em algo que não me diz respeito.

No entanto, como homem público, tenho a plena compreensão de que é impossível neste momento ter a tranqüilidade necessária para continuar a exercer o importante cargo de Secretário de Estado Adjunto da Segurança Pública.

Tal pasta é de essencial importância na vida das pessoas e requer que os seus dirigentes tenham dedicação e foco integrais na condução dos problemas de Estado, o que eu estou impossibilitado de fazer agora, pelas circunstâncias narradas.

Assim, quero dizer que fui honrado pelo convite feito por V.Exa. para ocupar este cargo e pela amizade de muitos anos que tenho pelo Secretário Ronaldo Marzagão.

Entretanto, preciso deixar o cargo que agora ocupo para poder me dedicar a repelir a ação sórdida das pessoas que me atacam, com interesses criminosos e subalternos e levá-los a responder na Justiça pelas suas calúnias que têm por objetivo a vingança rasteira contra a minha pessoa.

Por isso, lamentando não poder continuar a ajudar o honrado governo de V.Exa., peço que seja aceito o pedido de exoneração do meu cargo.

Aproveito a oportunidade para reiterar a V.Exa. meu apreço e admiração.
Lauro Malheiros Neto
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SERIA DIGNO SOLICITAR EXONERAÇÃO DO CARGO…POUPANDO-SE A IMAGEM DA POLÍCIA, DO GOVERNO ESTADUAL E DO PSDB
“Vocês se recordam deste episódio, envolvendo o secretário – adjunto da Segurança Pública , Lauro Malheiros:Nove policiais militares fizeram, entre 19 de janeiro a 10 de fevereiro, a escolta pessoal da ex-mulher e da filha de seis anos do atual secretário-adjunto da Segurança Pública de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, informa matéria de André Caramante publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).De acordo com decreto da Secretaria da Casa Militar do Estado de São Paulo, órgão responsável pela guarda pessoal de autoridades do Estado, a escolta é prevista apenas para o governador, primeira-dama e seus familiares; vice-governador e familiares; ex-governadores e familiares e outros dignitários, em visita oficial ao Estado.”Não obstante hipótese de ato de improbidade administrativa continuou no cargo. O Secretário Ronaldo Bretas Marzagão – responsável pela indicação -não entendeu cabível exonerar o seu adjunto. Agora o Ilustre advogado LAURO MALHEIROS NETO – ex-Delegado de Polícia – aparece nas manchetes em face do suposto envolvimento de Investigador de Polícia – cliente do escritório Malheiros Filho – em roubo de carga apreendida. Policiais roubaram carga de R$ 1 mi,diz testemunha São PauloO desaparecimento de uma carga do jogo eletrônico PlayStation avaliada em R$ 1 milhão de dentro do depósito do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) é o novo alvo dos promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaerco) de Guarulhos. A suspeita dos promotores é de que o investigador Augusto Pena tenha furtado a carga e a revendido em partes para pelo menos dois compradores.Ao jornal O Estado de S. Paulo, a testemunha-chave do Gaerco, Regina Célia Lemes de Carvalho, ex-mulher de Pena, disse que ele repassou R$ 100 mil do dinheiro obtido com a carga ao secretário-adjunto da segurança, Lauro Malheiros Neto.Regina, que briga com o ex-marido pela guarda do filho, foi quem procurou o Gaerco com 200 CDs repletos de escutas telefônicas que, segundo os promotores confirmaram, eram usadas por Pena para extorquir dinheiro da cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Embora não se possa dar crédito às acusações – considerando-se a ilibada conduta do Sr. Secretário-adjunto – os efeitos das manchetes são preocupantes.As acusações acabarão empregadas para arranhar a imagem do Exmº Governador deste Estado, o Doutor José Serra.E não se perca de vista que o nosso Governador – conforme prestígio junto ao povo – figura como futuro Presidente da República.O espontâneo pedido de exoneração será demonstração de lealdade e honestidade do Secretário-adjunto.(POSTAGEM DE 2/5/08)

MEMORIAL PARA O TORTURADOR , LADRÃO e" VEADO MUITO MACHO"

SERÁ QUE TEVE GENTE POR AQUI QUE SE IDENTIFICOU COM A MATÉRIA ?
Domingo, 4 de Maio de 2008, 07:43
Depoimento
Da Redação ( A TRIBUNA DE SANTOS)
Notícia do Jornal da Tarde, em, 28 de outubro de 1975: segundo o Departamento de Juventude do MDB de São Paulo, 90 pessoas haviam sido presas por motivos políticos, na véspera, dia 27. Entre eles David Capistrano da Costa Filho (de Campinas); Sandra Mara Nogueira Miller, advogada, de Santos; Moacir de Oliveira, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Santos; Florivaldo de Oliveira Cajé, membro do Diretório do MDB de Cubatão; e José Ferreira da Silva, de Santos.

Baiano de Jacobina, ex-presidente da Câmara de Cubatão (entre 1976 e 1990), ex-trabalhador na Refinaria Presidente Bernardes e na Cosipa (onde lutou pelo turno de seis horas), Cajé era um jovem advogado quando foi detido pela polícia dentro do Fórum, minutos antes de uma audiência no prédio da Rua Rio de Janeiro, em Cubatão, onde hoje funciona uma escola.

‘‘Me levaram de camburão. Só tive tempo de pedir que avisassem o juiz, a OAB e a família.

Dali, pegaram o Moacir Oliveira, na porta do Sindicato dos Metalúrgicos de Santos, e nos levaram para o Doi-Codi, nas Rua Tutóia, em São Paulo.

Eu era bem mais magro, mas acharam que tinha corpo bom para apanhar. E sem explicação nenhuma, já comecei apanhando ali mesmo, porque era um ‘‘comunista safado’’.

Eles nos obrigaram a vestir macacões apertados, sem cintos e sem cadarços nos sapatos.

Apanhei tanto quanto meus companheiros.

O que mais nos doía era a dor moral, fazer as necessidades num buraco, como animais, no meio de todos.

Passamos por choques elétricos, na Cadeira do Dragão, amarrados pelos braços, pés e troncos, usada para arrancar confissões durante a ditadura militar.

Ficávamos encapuzados, com uma espécie de máscara de borracha que fazia doer a cabeça, para não poder identificar os algozes.

Um dia, colocaram um companheiro do meu lado que passava por torturas na cadeira.

Tínhamos que olhar para o chão.

Mesmo com o capuz, consegui ver que ele calçava uma espécie de botina marrom.

De repente, parou de gritar, provavelmente desmaiado ou morto.

E foi levado dali. Até hoje, acho que era o Vladimir (Herzog), porque no dia seguinte, todo o tratamento mudou.

Fomos levados do Doi-Codi para o Dops, onde hoje está essa exposição.

Fiquei na cela 4 ou 11, não me recordo. Mas ali encontrei os jornalistas Rodolfo Konder, Paulo Markum e Duque Estrada, colegas de Vladimir. Soube depois que a transferência se devera à morte de Herzog.

Foi como se tivéssemos mudado do inferno para o paraíso.

O carcereiro era o Dulcídio Vanderlei Bosquila, que seria árbitro de futebol.

Nos deu leite, café, pão.

Ninguém nos torturou mais.

No 18º dia me chamaram e disseram: ‘‘Tá livre. Saí sem olhar para trás’’.

Na rua, desatei a correr na direção da Estação da Luz.

Então, fui parando.

Calma, pensei.

Comecei a andar.

Percebi que tinha que seguir em sentido contrário, para a Rodoviária.

Não tive coragem de passar de novo na frente do Dops.

Peguei um táxi, parei num telefone, avisei amigos e a família.

E contratei o chofer para me trazer para Cubatão.

Nada como sentir a liberdade.

Florivaldo de Oliveira Cajé

( ENVIADA DE SANTOS POR COLABORADOR)

CUBATÃO: "A MUNICIPALIDADE ESTÁ TOMADA POR UMA VERDADEIRA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA"…DO POTENCIAL PREFEITO : MYCHAJLO HALAJLKO JÚNIOR

Um exemplo de luta por Cubatão:

Processo nº 187/02 – 4ª Vara Cível.

… “Ademais, é voz corrente na cidade que existe em determinados setores da PREFEITURA uma estrutura montada para aumentar indefinidamente os estipêndios de uma casta de funcionários, através da utilização de estratégias como essas que foram esmiuçadas.

Os requerentes têm conhecimento que muitos dos procuradores que ratificam esses ardis, através de pareceres de legitimidade extremamente duvidosa, também se beneficiam deles.

NÃO RESTA DÚVIDA QUE A MUNICIPALIDADE ESTÁ TOMADA POR UMA VERDADEIRA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, QUE LESA O PATRIMÕNIO PÚBLICO E A MORALIDADE ADMINISTRATIVA SEM O MENOR PUDOR, COM O BENEPLÁCITO DE QUEM DEVERIA ZELAR PELA RES PUBLICA”…

(MYCHAJLO HALAJKO JÚNIOR, em 11 de março de 2002)
Imagem: MYCHAJLO – virtual prefeito de Cubatão pelo PMDB

PAULISTANO GANHA INSPEÇÃO VEICULAR: "DI GRÁTIS"…APROVEITEM E GOZEM(ou votem) 1

SP já tem data de inspeção de 6 mi de veículos
Roberto do Nascimento
Os 6 milhões de veículos registrados na cidade de São Paulo começam este mês a fazer a inspeção veicular que vai medir os níveis de poluição emitidos pelos motores.

Na primeira etapa, que vai de agora até 30 de março, serão submetidos à inspeção os 380 mil veículos movidos a diesel, porque são emissores de poluentes mais nocivos à saúde humana.

Os veículos a álcool, gasolina e gás começam a ser inspecionados em 2009.
O proprietário terá até 90 dias após a data limite de lecenciamento para realizar a inspeção.

Assim, os carros como placa final 1, por exemplo, que licenciam em abril, terá até 29 de julho de 2009 para fazer a inspeção.
O proprietário do veículo poderá agendar sua inspeção pelo site http://www.controlar.com.br ou pelo telefone (11) 3545-6868 .

Será possível escolher dia, horário e o centro de inspeção da conveniência do proprietário.
A inspeção ambiental veicular é obrigatória, anual e deve ser realizada a cada novo licenciamento.

Os veículos novos estão dispensados da inspeção no primeiro licenciamento.

Só devem fazê-lo a partir do segundo ano de uso.

Não é possível licenciar o veículo no ano seguinte sem o certificado de aprovação da inspeção que só poderá ser agendada para datas posteriores à data-limite para o licenciamento do respectivo final de placa.

Se o motorista não comparecer no prazo para fazer a inspeção terá seu licenciamento bloqueado e estará sujeito a multa.

Confira o calendário:
Caminhões
Placas final 1 e 2 devem licenciar até 30 de setembro e fazer a inspeção até 29 de dezembro
placas final 3, 4 e 5, licenciamento até 31 de outubro, inspeção até 29 de janeiro de 2009
placas final 6, 7 e 8, licenciamento até 30 de novembro, inspeção até 28 de fevereiro
placas final 9 e 0, licenciamento até 31 de dezembro, inspeção até 30 de março
Os veículos movidos a álcool, gasolina e gás só serão inspecionados a partir de 2009, mas o governo já tem mais de 80 mil veículos fotografados sob suspeita de emissão excessiva de poluentes, que deverão ser convocados a fazer a inspeção.
(fonte terra)
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AMIGO PAULISTANO:
O pagamento da inspeção veícular foi temporariamente suspenso, um golpe eleitoreiro. Em 2009, ou seja, depois das eleições, VOCÊ PAGARÁ MUITO CARO PELA ESTUPIDEZ DE ENTREGAR MAL O SEU VOTO.
Orientação deste Delegado de Polícia e blogueiro medíocre: VOTE EM QUEM GARANTIR – NO MÍNIMO – O REENBOLSO TOTAL DO CUSTO DA INSPEÇÃO VEICULAR.
Em tempo: resido em São Vicente; não sou candidato a nada.
Ou melhor: me candidataram a assumir a condição de ex-Delegado de Polícia, pois não gosto de ser enganado e lesado por politiqueiros e simpatizantes.

HOJE TEM CAPÍTULO ESPECIAL DE DUAS CARAS

04/05/08 às 18:46
Secretário-adjunto favoreceu investigador, diz delegado
Por Marcelo Godoy (AE) –
Três números de IDs de rádios de aparelhos da Nextel e o testemunha de dois policiais são as provas que o delegado Nelson Silveira Guimarães pretende apresentar de que o secretário-adjunto da Segurança Pública, Lauro Malheiros Neto, favoreceu o investigador Augusto Pena.
Guimarães diz que afastou o policial sob a suspeita de ele ter seqüestrado Rodrigo Olivatto de Morais, enteado de Marco Camacho, o Marcola.
Mas Pena voltou ao trabalho ativo depois que, segundo o delegado, Malheiros Neto pediu que Pena fosse transferido de Suzano para o Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic).
O secretário nega.
Segundo o policial, Pena foi à sede do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro) por volta do dia 5 de janeiro de 2007, pouco depois da posse de Malheiros Neto no cargo.
Dizendo-se amigo do secretário, o policial procurou o chefe dos investigadores do Demacro e disse que ele devia liberá-lo para ir trabalhar no Deic.
Pena teria ligado do rádio para Malheiros Neto na frente do policial.
Nessa conversa, passou o número do telefone de Guimarães. Malheiros Neto teria telefonado ao delegado dez minutos depois, pedindo a liberação de Pena para o Deic.
Antes de ir embora, Pena deixou com o chefe dos investigadores os IDs de dois aparelhos da Nextel e deixou nas mãos do policial ainda o ID do aparelho que, segundo Pena, era usado por Malheiros Neto para o caso do chefe precisar de algum favor.
“Eu não tenho problema pessoal com o senhor secretário.
Não quero cargo nenhum.
Apenas contei o que sabia porque os promotores me procuraram e me questionaram”, afirmou o delegado Guimarães.
No sábado(3), Malheiros Neto disse que vai processar o delegado.
Agência Estado
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RESUMO DO CAPÍTULO DE DUAS CARAS:
O Dr. NELSON GUIMARÃES foi convocado pelo Ministério Público com o fim de prestar informes sobre as acusações contra o Investigador PENA.
E perguntado do porquê de o Investigador, em vez de permanecer afastado, acabar promovido para o DEIC, o Diretor do DEMACRO explicou aos Promotores que a remoção se deu em virtude dos pedidos do Secretário-adjunto; no sentido de liberar o funcionário para o DEIC.
É de se presumir com a prévia aquiescência do Diretor do DEIC.
Obviamente – como em qualquer lugar – logo depois alguém leu os relatos e informou a quem de direito.
E – por mera coincidência – o Dr. NELSON GUIMARÃES em seguida perdeu a diretoria.
Sim, mera coincidência.
Com toda a certeza a sua remoção do DEMACRO, por mera rotina administrativa com a finalidade de melhor adequar os recursos humanos, já estava definida.
O SECRETÁRIO-ADJUNTO NÃO LHE PEDIU A CABEÇA POR TER PRESTADO DEPOIMENTO AO ÓRGÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO.
E ALGUÉM DEVE TER TELEFONADO AO Dr. NELSON SE PASSANDO PELO SECRETÁRIO-ADJUNTO.
A MESMA PESSOA QUE – TAMBÉM FALSAMENTE SE PASSANDO PELO Dr. MALHAEIROS – LIGOU PARA UM DOS PROMOTORES DE JUSTIÇA.
ESTÃO QUERENDO ARMAR PARA O ADJUNTO…
SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER!
HÁ UM DUAS CARAS NESSA ESTÓRIA.

MALHEIROS NÃO SAIRÁ DO CARGO PARA NÃO CAUSAR DESARRANJO NA ADMINISTRAÇÃO…E AFIRMA QUE O DOUTOR NELSON TEM APEGO PELA CADEIRA…

Malheiros diz que vai processar delegado
Secretário-adjunto da Segurança Pública pode ser convocado para depor na CPI dos Grampos da Câmara
O secretário-adjunto da Segurança Pública de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, disse ontem que vai processar o delegado Nelson Silveira Guimarães.
O delegado afirmou que Malheiros intercedeu a favor dos investigadores Augusto Pena e José Roberto Araújo.
Há dois dias, Guimarães desafiou Malheiros a se submeter ao polígrafo (detector de mentiras).
“Virou coisa pessoal”, disse Malheiros.
“Esse senhor está assistindo a muito filme americano.” Ele continua:
“É impressionante ele atribuir a mim a saída dele do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária).
Isso é rotina administrativa.
O doutor Nelson tem apego pela cadeira.”
“Já Guimarães espera a abertura do processo criminal para se defender. “Se ele quiser me processar, ótimo. Terei a oportunidade de provar quem ele é.”
“Malheiros disse que “é prematuro” deixar o posto enquanto o Ministério Público investiga as denúncias.
“Causaria um desarranjo na administração.”
Sobre a ex-mulher de Pena, Regina Célia Lemes de Carvalho, ter afirmado que Malheiros teria recebido R$ 100 mil do ex-marido, disse que vai avaliar com um advogado que medidas tomar.
O relator da CPI dos Grampos, deputado Nelson Pellegrino (PT-BA), disse que vai pedir a convocação de Malheiros e Pena.
“É a primeira vez que tomamos conhecimento de interceptações telefônicas para esse tipo de delito.”
O deputado pode convocar os juízes que autorizaram grampos.

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QUE DESARRANJO A ADMINISTRAÇÃO SOFRERÁ COM A SAÍDA DE UM SIMPLES SECRETÁRIO-ADJUNTO?

ACREDITO QUE NENHUM.

COM EFEITO, DESARRANJADOS FICARÃO NOSSOS INTESTINOS COM TANTA PODRIDÃO .

OU MELHOR: TANTA IMUNDÍCIE JÁ DESARRANJOU NOSSOS INTESTINOS.

CONTUDO ESSE CONTO ERÓTICO ENVOLVENDO O INVESTIGADOR, A EX-ESPOSA, O EX-DIRETOR DO DEMACRO E O SECRETÁRIO-ADJUNTO, TERÁ FINAL FELIZ.

OS PROTAGONISTAS, AO FINAL, ACABARÃO AOS BEIJOS E ABRAÇOS.

NO MELHOR ESTILO DUAS CARAS!

TUDO EM NOME DO AMOR…

AMOR PELA CADEIRA…

AMOR PELOS 1530 RECOLHIDOS DOS JAMILS DA VIDA.

ALIÁS, QUE O SECRETÁRIO-ADJUNTO E O EX-DIRETOR NEGAM.

A PROPÓSITO DA CULTURA DO BIOMBO – Calar nunca mais! É hora de acabar com lixo militar contido na Lei Orgânica da Polícia Civil- LC 207/1979… Por um Conselho Universal

É inconcebível no século XXI, convivermos com uma legislação fruto de mentalidade repressiva imposta pelos patriotas fardados e colaboradores de inspiração e conduta medieval (torturadores, homicidas e extorsionários).
A Lei Orgânica da Polícia Civil, LC nº. 207/79 é um lixo legislativo; desonra e faz do policial um funcionário indigno do exercício de direitos e garantias fundamentais.
Tal entulho autoritário foi proposto logo depois do golpe militar de 1968( para quem não sabe sofremos dois atentados militares na década de sessenta: em 1964 e 1968), “discutido” no transcorrer dos “anos de chumbo” e, finalmente, aprovado em 1978.
Tudo sob inspiração das doutrinas de “segurança nacional” e, também, sob a égide dos atos institucionais que suprimiram as garantias da vitaliciedade para a magistratura e estabilidade para os funcionários de carreira.
E naqueles anos vitaliciedade e estabilidade apenas aos torturadores e simpatizantes.
Diga-se de passagem, só para ilustrar, torturador não possui quaisquer punições disciplinares; a ficha funcional é imaculada tal qual pele de um nenê.
E a atual legislação sobre a composição e funcionamento do Conselho da Polícia Civil(criado através da Lei nº 199, de 1948; depois regulamentado através do Decreto nº 6.957/75), permanece como um verdadeiro atentado à inteligência, cultura e honradez de quaisquer pessoas.

Se não causasse revolta,  as secretas reuniões do Conselho – salvo as festivas – causariam risos.
Só faltou a instituição de FARDALHÃO como vestimenta dos Cardeais.
Aliás, denominação pejorativa que nos remete ao PATRONATO eclesiástico, ou seja, pagamento dos benefícios conferidos pela Monarquia ao clérigos.
De se ver a Resolução SSP nº. 239/2005, acerca do “moderno” regimento interno.
É ridículo um Conselheiro – caso queira se manifestar sobre os assuntos postos sob deliberação – dispor de apenas 3(três minutos).
Com efeito, palavra por apenas 3 minutos para manifestação sobre matérias, legalmente, consideradas sigilosas, significa:
AQUI CIRCUNSPEÇÃO E DEBATE SOBRE DIREITO E JUSTIÇA SÃO PROIBIDOS.
Que me desmintam caso estiver errado, mas acredito não se poder sustentar nada em três minutos. Tampouco apartear em 2(dois) minutos, prorrogáveis por mais 1(um), a critério do Delegado Geral.
Três minutos é tempo para uma boa piada.
Nada mais que uma boa piada.
E digo do sigilo para julgar e decidir sobre a vida de funcionários, aos quais não se dá o pleno direito de manifestação e presença durante o julgamento.
O sigilo no Conselho da Polícia Civil deveria ser reservado só para assuntos estratégicos. Ou seja, sigilo nos assuntos pertinentes a políticas de segurança, operações, questões e providências cuja publicidade as tornariam inexeqüíveis.
Julgamentos ou deliberações sobre remoções, punições e promoções não podem ser secretos.
Ao contrário: a publicidade aqui é inafastável, pois o sigilo nestes casos leva a prática de imoralidades como perseguições ou favorecimentos pessoais.
Aliás, as reuniões do Conselho nos casos acima deveriam ser públicas e com os votos abertos e fundamentados pelos Conselheiros.
Mas a realidade que se vê é votação que segue a vontade do relator, que por sua vez segue a vontade de outro conselheiro ou do Delegado Geral.
A isto eu denomino – desde o FORUM DA ADPESP – “CORPORATIVISMO MAFIOSO”, pois não se trata, verdadeiramente, de um CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL.
ESTA COMPOSIÇÃO DE ÓRGÃO COLEGIADO TEM POR PRINCÍPIO TODA LEALDADE AO CHEFE E AOS PARES CONSELHEIROS.
NÃO SE TRATA DE LEALDADE AO POVO E A INSTITUIÇÃO.
E O DIREITO ACABA RASGADO – A JUSTIÇA PISADA – EM NOME DA MANUTENÇÃO DESSE CORPORATIVISMO.
UMA QUASE MAÇONARIA .
Afirmei quase; apenas pelas similitudes quanto ao ESOTERISMO, FORMALISMO E HERMETISMO.
O esoterismo é tamanho que um Delegado de Polícia de classe especial cumpre atribuições típicas de um escrivão; recebendo a denominação de Secretário do Conselho, responsável pela lavratura das atas, inclusive.
O HUMANISMO, A JUSTIÇA E A VERDADE PARECE FICAR DO LADO DE FORA DA SALA DE REUNIÕES
Na prática é um mero colegiado composto por Delegados de Polícia diretores de órgãos de execução, cargos de livre nomeação e exoneração. A tendência é o voto por simpatia, adesão, ou pior: “cabresto”.
ALIÁS, O CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL DEVERIA SER FORMADO POR MEMBROS DE TODAS AS CARREIRAS POLICIAIS.
OU, “de lege ferenda”, QUE SE AFIRME:
A POLÍCIA JUDICIÁRIA É INSTITUIÇÃO EXERCIDA PELO DELEGADO DE POLÍCIA, CONTANDO COM QUADROS AUXILIARES.
E aqueles Delegados que são contrários à composição de um Conselho da Polícia formado por integrantes de todas as carreiras – sob o argumento de que não há cabimento um subordinado vetar ou votar pela promoção ou punição de superior – deveriam atentar que havendo transparência, completa legalidade e objetividade em promoções ou punições, os membros verificarão a regularidade, os requisitos formais e objetivos das proposituras levadas a exame pelo Conselho.
E nada mais dignificante para um Delegado de Polícia ter a promoção examinada e aprovada por representantes de todas as carreiras.
Seria uma grande honra – engrandecimento – receber o referendo de membros de todas as Carreiras Policiais.
Quem pensa ao contrário pode estar doente ou de má-fé.
Do mesmo modo o parecer sobre a penalidade a ser imposta às autoridades e policiais será isento e transparente.
Afastando-se – de vez – o corporativismo e o apadrinhamento, posto os freios e contrapesos resultantes da composição universal do Conselho da Polícia Civil.
Valendo afirmar:o conselho composto por todas as carreiras opinará sobre a punição de um funcionário acusado de falta disciplinar; não membro da “nossa” ou das “outras” carreiras.
Por outro aspecto, a reforma introduzida pela LC 942/2203, é outro lixo legislativo de inspiração ditatorial.
A aprovação da “via rápida” e o veto à Lei que define o Assédio Moral na Administração, foram dois grandes equívocos do Exmº Geraldo Alckmin. Pretendendo-se dar uma resposta para a sociedade em razão dos fatos envolvendo policiais do Denarc com a Crackolândia, se fez pequenas alterações – digo das melhores – já consolidadas pela prática administrativa, pela doutrina e jurisprudência.
Quanto ao mais – salvo a opinião da maioria dos Delegados doutrinadores da legislação policial – a reforma denominada VIA RÁPIDA não passa de um atentado aos direitos e garantias assegurados pela Constituição da República.
O contraditório e recursos inerentes ao exercício da ampla defesa no âmbito administrativo meras aparências, uma ficção.
Aliás, manteve intacta a lei da mordaça e intocado o cabresto empregatício.
Pois pouco exercício intelectual é necessário para se inventar um “procedimento irregular de natureza grave”; assim levando-se um bom funcionário à expulsão por capricho de superior influente. Paradoxalmente o policial que comete um grave crime – muitas vezes sendo preso – terá o processo administrativo sobrestado por anos; enquanto aquele “enquadrado” no aberto ilícito funcional denonimado – denominado, embora deveria ser circunstanciadamente definido – PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE poderá ser demitido em poucos meses, ou seja, em seis meses.
O bandido perigoso terá um sobrevida funcional de até 10 anos; quem denunciar um abuso de superior corrupto – aquele que todo mundo sabe que é – acabará por ser demitido em pouco tempo.
Pois denunciar irregularidades, improbidades e corrupção de um superior hierárquico é o maior crime que um funcionário da Polícia Civil pode cometer.
E a Corregedoria Geral um pouco mais independente ficou apenas no papel.
Por outro lado, o nosso Egrégio Conselho em oportunidades várias adotou decisões paradoxais: absolvendo peculatários e, também, traficantes.
Valendo afirmar: o CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL, POR VEZES, DENIGRE A IMAGEM DA INSTITUIÇÃO.
PRATICA ATOS DE DESLEALDADE PARA COM OS DEMAIS MEMBROS DA INSTITUIÇÃO.
TODAVIA NÃO HÁ NENHUM ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO OU EXTERNO SOBRE O CONSELHO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA.
E DESTA FORMA PERMANECEREMOS – INDEFINIDAMENTE – A MERCÊ DE DUAS DEZENAS DE CAVALHEIROS.
SALVO EXISTIR – E NÃO SAIBAMOS – ALGUMA DELEGADA COMO DIRETORA DE DEPARTAMENTO…
HÁ ALGUMA MULHER NO CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL?
(publicado originalmente em 5 de maio de 2008 )
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Ontem, 2 de fevereiro de 2012, o STF enterrou a chamada “cultura do biombo” , ou seja, OS PROCESSOS JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS SECRETOS.

HÁ ALGUMA MULHER NO CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL?

NO CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO NÃO SEI.

MAS HÁ DESEMBARGADORAS NO CONSELHO DA MAGISTRATURA.

TAMBÉM HÁ PROCURADORAS DE JUSTIÇA NO COLEGIADO DO MINISTÉRIO PÚBLICO.

HÁ MULHERES NOS ÓRGÃOS MAIS ELEVADOS DA PROCURADORIA DO ESTADO E DA DEFENSORIA PÚBLICA.

TODAVIA PARECE QUE A EMANCIPAÇÃO FEMININA NÃO CHEGOU NA POLÍCIA CIVIL.

ALIÁS – COMO AFIRMOU UM DOS MEUS ATUAIS SUPERIORES – NEM SEQUER A DEMOCRACIA CHEGOU NA POLÍCIA CIVIL.