E DEU NA GROBO…
Tem cupa Ronado, tem cupa os traveco; tem cupa Delegado também…
Fenomenal: cinco horas , dentro do Motel, para descobrir o sexo das parceiras!
Diga-se de passagem, diante daquelas belezocas “qualquer fenômeno” poderia enganar-se…
Não tem cupa RONALDO…
Só teve cupa os traveco.
O TEATRINHO DA BANCADA DO PT…DEVERIAM FAZER UMA CPI DO PROXENETISMO ARGENTINO EM TERRAS BRASILEIRAS
Bancada do PT na Assembléia
A Bancada do PT na Assembléia paulista quer instituir uma CPI para apurar as denúncias da relação do Secretário Adjunto da Segurança Público do Estado de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, com policiais acusados de praticar seqüestro e extorsão, contra detentos integrantes do PCC.
FRESCAS DE SANTOS…O DESRESPEITO PELA HIERARQUIA E DISCIPLINA
Delegado de Polícia, 4ª classe, um qüinqüênio, é Titular de Ciretran de 2ª classe.
O primeiro não possui parentes importantes; também nunca foi dado obedecer a ordens absurdas, por ex: instaurar Processo Administrativo em desfavor de policial falecido. Cumprindo o dever de juntar a respectiva documentação comprovando a morte do funcionário.
O segundo é irmão de deputado.
A IMPRENSA FORMAL NÃO QUER A VERDADE, QUER ARRANHAR O GOVERNADOR JOSÉ SERRA… E O PARTIDO DOS TRABALHADORES ENSAIA MAIS UMA PANTOMIMA
“Escândalo do PCC derruba secretário-adjunto de Serra”
Lauro Malheiros Neto entregou sua carta de demissão no início da tarde desta terça-feira
Bruno Tavares e Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo
O secretário-adjunto pediu demissão nesta terça
A decisão, segundo o chefe da Casa Civil estadual, foi pessoal “para se defender dessas acusações levianas que estão sendo feitas contra ele. Acho ele fez bem”.
POR AMOR À VERDADE
UM BOM CONSELHO NÃO SE DESPREZA…SECRETÁRIO LAURO MALHEIROS NETO DE FORMA DIGNA PEDE EXONERAÇÃO 1
Secretário-adjunto de Segurança de SP pede demissão
Lauro Malheiros Neto estaria envolvido em achaques a quadrilha que age nos presídios.Secretário nega as acusações; ele entregou o cargo nesta tarde.
» Escutas mostram como policiais cometiam extorsão
» Policiais são presos acusados de extorsão e seqüestro
O secretário-adjunto de Segurança Pública de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, pediu demissão nesta terça-feira (6). A informação foi confirmada ao G1 nesta tarde pela Secretaria da Casa Civil (SSP).
Nos últimos dias, o secretário-adjunto vinha sendo apontado como um dos envolvidos em um esquema de achaques e seqüestros de integrantes da quadrilha que age a partir dos presídios paulistas.
Malheiros nega as denúncias. Nesta tarde, a SSP divulgou a carta de demissão
(leia a íntegra) do secretário-adjunto. Na nota, ele afirma “preciso deixar o cargo que agora ocupo para poder me dedicar a repelir a ação sórdida das pessoas que me atacam, com interesses criminosos e subalternos e levá-los a responder na Justiça pelas suas calúnias que têm por objetivo a vingança rasteira contra a minha pessoa.”Antes de ser escolhido secretário-adjunto, Lauro Malheiros Neto foi delegado. Ele trabalhou no Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e no Departamento de Investigação sobre o Narcotráfico (Denarc).
Extorsão
O esquema de extorsão de dinheiro dos bandidos foi revelado por escutas telefônicas. Dois investigadores de Suzano, na Grande São Paulo, seriam os responsáveis pelo crime. Eles foram presos nesta quarta-feira (30), em São Paulo, acusados de extorsão e seqüestro.
Na ação mais ousada da dupla, eles teriam mantido em cativeiro, em uma delegacia em Suzano, o enteado de Marcos Camacho, o Marcola, chefe da quadrilha que age nos presídios de São Paulo.
O advogado do investigador Augusto Pena, um dos policiais suspeitos, contesta a prisão temporária do cliente. Ele afirma que, desde quando começaram as investigações, há dois anos, o investigador nunca foi interrogado. “O Augusto nega as acusações. Ele estava tentando produzir provas de sua inocência quando foi preso”, diz.
Carta de demissão
Leia a íntegra da carta de demissão do secretário-adjunto:
“São Paulo, 6 de maio de 2008. Senhor Governador: Nos últimos dias fui surpreendido por notícias caluniosas que foram publicadas pela imprensa, procurando me vincular a policiais que são objeto de investigação criminal. Tais fatos noticiados fazem parte de uma campanha sórdida desfechada contra mim por pessoas que tiveram seus interesses contrariados no exercício da minha atividade de Secretário Adjunto da Segurança Pública.
Quero dizer a V. Exa. que em nenhum momento pratiquei qualquer ato que pudesse desonrar sua administração ou trair a confiança da população paulista e repilo com indignação a tentativa de me envolver em algo que não me diz respeito.
No entanto, como homem público, tenho a plena compreensão de que é impossível neste momento ter a tranqüilidade necessária para continuar a exercer o importante cargo de Secretário de Estado Adjunto da Segurança Pública.
Tal pasta é de essencial importância na vida das pessoas e requer que os seus dirigentes tenham dedicação e foco integrais na condução dos problemas de Estado, o que eu estou impossibilitado de fazer agora, pelas circunstâncias narradas.
Assim, quero dizer que fui honrado pelo convite feito por V.Exa. para ocupar este cargo e pela amizade de muitos anos que tenho pelo Secretário Ronaldo Marzagão.
Entretanto, preciso deixar o cargo que agora ocupo para poder me dedicar a repelir a ação sórdida das pessoas que me atacam, com interesses criminosos e subalternos e levá-los a responder na Justiça pelas suas calúnias que têm por objetivo a vingança rasteira contra a minha pessoa.
Por isso, lamentando não poder continuar a ajudar o honrado governo de V.Exa., peço que seja aceito o pedido de exoneração do meu cargo.
“Vocês se recordam deste episódio, envolvendo o secretário – adjunto da Segurança Pública , Lauro Malheiros:Nove policiais militares fizeram, entre 19 de janeiro a 10 de fevereiro, a escolta pessoal da ex-mulher e da filha de seis anos do atual secretário-adjunto da Segurança Pública de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, informa matéria de André Caramante publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).De acordo com decreto da Secretaria da Casa Militar do Estado de São Paulo, órgão responsável pela guarda pessoal de autoridades do Estado, a escolta é prevista apenas para o governador, primeira-dama e seus familiares; vice-governador e familiares; ex-governadores e familiares e outros dignitários, em visita oficial ao Estado.”Não obstante hipótese de ato de improbidade administrativa continuou no cargo. O Secretário Ronaldo Bretas Marzagão – responsável pela indicação -não entendeu cabível exonerar o seu adjunto. Agora o Ilustre advogado LAURO MALHEIROS NETO – ex-Delegado de Polícia – aparece nas manchetes em face do suposto envolvimento de Investigador de Polícia – cliente do escritório Malheiros Filho – em roubo de carga apreendida. Policiais roubaram carga de R$ 1 mi,diz testemunha São PauloO desaparecimento de uma carga do jogo eletrônico PlayStation avaliada em R$ 1 milhão de dentro do depósito do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) é o novo alvo dos promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaerco) de Guarulhos. A suspeita dos promotores é de que o investigador Augusto Pena tenha furtado a carga e a revendido em partes para pelo menos dois compradores.Ao jornal O Estado de S. Paulo, a testemunha-chave do Gaerco, Regina Célia Lemes de Carvalho, ex-mulher de Pena, disse que ele repassou R$ 100 mil do dinheiro obtido com a carga ao secretário-adjunto da segurança, Lauro Malheiros Neto.Regina, que briga com o ex-marido pela guarda do filho, foi quem procurou o Gaerco com 200 CDs repletos de escutas telefônicas que, segundo os promotores confirmaram, eram usadas por Pena para extorquir dinheiro da cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
MEMORIAL PARA O TORTURADOR , LADRÃO e" VEADO MUITO MACHO"
Domingo, 4 de Maio de 2008, 07:43
Depoimento
Da Redação ( A TRIBUNA DE SANTOS)
Notícia do Jornal da Tarde, em, 28 de outubro de 1975: segundo o Departamento de Juventude do MDB de São Paulo, 90 pessoas haviam sido presas por motivos políticos, na véspera, dia 27. Entre eles David Capistrano da Costa Filho (de Campinas); Sandra Mara Nogueira Miller, advogada, de Santos; Moacir de Oliveira, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Santos; Florivaldo de Oliveira Cajé, membro do Diretório do MDB de Cubatão; e José Ferreira da Silva, de Santos.
CUBATÃO: "A MUNICIPALIDADE ESTÁ TOMADA POR UMA VERDADEIRA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA"…DO POTENCIAL PREFEITO : MYCHAJLO HALAJLKO JÚNIOR
PAULISTANO GANHA INSPEÇÃO VEICULAR: "DI GRÁTIS"…APROVEITEM E GOZEM(ou votem) 1
Roberto do Nascimento
Os 6 milhões de veículos registrados na cidade de São Paulo começam este mês a fazer a inspeção veicular que vai medir os níveis de poluição emitidos pelos motores.
O proprietário terá até 90 dias após a data limite de lecenciamento para realizar a inspeção.
O proprietário do veículo poderá agendar sua inspeção pelo site http://www.controlar.com.br ou pelo telefone (11) 3545-6868 .
A inspeção ambiental veicular é obrigatória, anual e deve ser realizada a cada novo licenciamento.
Caminhões
Placas final 1 e 2 devem licenciar até 30 de setembro e fazer a inspeção até 29 de dezembro
placas final 3, 4 e 5, licenciamento até 31 de outubro, inspeção até 29 de janeiro de 2009
placas final 6, 7 e 8, licenciamento até 30 de novembro, inspeção até 28 de fevereiro
placas final 9 e 0, licenciamento até 31 de dezembro, inspeção até 30 de março
Os veículos movidos a álcool, gasolina e gás só serão inspecionados a partir de 2009, mas o governo já tem mais de 80 mil veículos fotografados sob suspeita de emissão excessiva de poluentes, que deverão ser convocados a fazer a inspeção. (fonte terra)
HOJE TEM CAPÍTULO ESPECIAL DE DUAS CARAS
Por Marcelo Godoy (AE) –
MALHEIROS NÃO SAIRÁ DO CARGO PARA NÃO CAUSAR DESARRANJO NA ADMINISTRAÇÃO…E AFIRMA QUE O DOUTOR NELSON TEM APEGO PELA CADEIRA…
Secretário-adjunto da Segurança Pública pode ser convocado para depor na CPI dos Grampos da Câmara
O secretário-adjunto da Segurança Pública de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, disse ontem que vai processar o delegado Nelson Silveira Guimarães.
A PROPÓSITO DA CULTURA DO BIOMBO – Calar nunca mais! É hora de acabar com lixo militar contido na Lei Orgânica da Polícia Civil- LC 207/1979… Por um Conselho Universal
A Lei Orgânica da Polícia Civil, LC nº. 207/79 é um lixo legislativo; desonra e faz do policial um funcionário indigno do exercício de direitos e garantias fundamentais.
Tal entulho autoritário foi proposto logo depois do golpe militar de 1968( para quem não sabe sofremos dois atentados militares na década de sessenta: em 1964 e 1968), “discutido” no transcorrer dos “anos de chumbo” e, finalmente, aprovado em 1978.
E naqueles anos vitaliciedade e estabilidade apenas aos torturadores e simpatizantes.
Diga-se de passagem, só para ilustrar, torturador não possui quaisquer punições disciplinares; a ficha funcional é imaculada tal qual pele de um nenê.
E a atual legislação sobre a composição e funcionamento do Conselho da Polícia Civil(criado através da Lei nº 199, de 1948; depois regulamentado através do Decreto nº 6.957/75), permanece como um verdadeiro atentado à inteligência, cultura e honradez de quaisquer pessoas.
Se não causasse revolta, as secretas reuniões do Conselho – salvo as festivas – causariam risos.
De se ver a Resolução SSP nº. 239/2005, acerca do “moderno” regimento interno.
É ridículo um Conselheiro – caso queira se manifestar sobre os assuntos postos sob deliberação – dispor de apenas 3(três minutos).
E digo do sigilo para julgar e decidir sobre a vida de funcionários, aos quais não se dá o pleno direito de manifestação e presença durante o julgamento.
O sigilo no Conselho da Polícia Civil deveria ser reservado só para assuntos estratégicos. Ou seja, sigilo nos assuntos pertinentes a políticas de segurança, operações, questões e providências cuja publicidade as tornariam inexeqüíveis.
Julgamentos ou deliberações sobre remoções, punições e promoções não podem ser secretos.
Ao contrário: a publicidade aqui é inafastável, pois o sigilo nestes casos leva a prática de imoralidades como perseguições ou favorecimentos pessoais.
Aliás, as reuniões do Conselho nos casos acima deveriam ser públicas e com os votos abertos e fundamentados pelos Conselheiros.
A isto eu denomino – desde o FORUM DA ADPESP – “CORPORATIVISMO MAFIOSO”, pois não se trata, verdadeiramente, de um CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL.
ESTA COMPOSIÇÃO DE ÓRGÃO COLEGIADO TEM POR PRINCÍPIO TODA LEALDADE AO CHEFE E AOS PARES CONSELHEIROS.
E O DIREITO ACABA RASGADO – A JUSTIÇA PISADA – EM NOME DA MANUTENÇÃO DESSE CORPORATIVISMO.
Afirmei quase; apenas pelas similitudes quanto ao ESOTERISMO, FORMALISMO E HERMETISMO.
O esoterismo é tamanho que um Delegado de Polícia de classe especial cumpre atribuições típicas de um escrivão; recebendo a denominação de Secretário do Conselho, responsável pela lavratura das atas, inclusive.
O HUMANISMO, A JUSTIÇA E A VERDADE PARECE FICAR DO LADO DE FORA DA SALA DE REUNIÕES
Na prática é um mero colegiado composto por Delegados de Polícia diretores de órgãos de execução, cargos de livre nomeação e exoneração. A tendência é o voto por simpatia, adesão, ou pior: “cabresto”.
ALIÁS, O CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL DEVERIA SER FORMADO POR MEMBROS DE TODAS AS CARREIRAS POLICIAIS.
OU, “de lege ferenda”, QUE SE AFIRME:
A POLÍCIA JUDICIÁRIA É INSTITUIÇÃO EXERCIDA PELO DELEGADO DE POLÍCIA, CONTANDO COM QUADROS AUXILIARES.
E aqueles Delegados que são contrários à composição de um Conselho da Polícia formado por integrantes de todas as carreiras – sob o argumento de que não há cabimento um subordinado vetar ou votar pela promoção ou punição de superior – deveriam atentar que havendo transparência, completa legalidade e objetividade em promoções ou punições, os membros verificarão a regularidade, os requisitos formais e objetivos das proposituras levadas a exame pelo Conselho.
E nada mais dignificante para um Delegado de Polícia ter a promoção examinada e aprovada por representantes de todas as carreiras.
Do mesmo modo o parecer sobre a penalidade a ser imposta às autoridades e policiais será isento e transparente.
Afastando-se – de vez – o corporativismo e o apadrinhamento, posto os freios e contrapesos resultantes da composição universal do Conselho da Polícia Civil.
Por outro aspecto, a reforma introduzida pela LC 942/2203, é outro lixo legislativo de inspiração ditatorial.
A aprovação da “via rápida” e o veto à Lei que define o Assédio Moral na Administração, foram dois grandes equívocos do Exmº Geraldo Alckmin. Pretendendo-se dar uma resposta para a sociedade em razão dos fatos envolvendo policiais do Denarc com a Crackolândia, se fez pequenas alterações – digo das melhores – já consolidadas pela prática administrativa, pela doutrina e jurisprudência.
Quanto ao mais – salvo a opinião da maioria dos Delegados doutrinadores da legislação policial – a reforma denominada VIA RÁPIDA não passa de um atentado aos direitos e garantias assegurados pela Constituição da República.
O contraditório e recursos inerentes ao exercício da ampla defesa no âmbito administrativo meras aparências, uma ficção.
Aliás, manteve intacta a lei da mordaça e intocado o cabresto empregatício.
Pois pouco exercício intelectual é necessário para se inventar um “procedimento irregular de natureza grave”; assim levando-se um bom funcionário à expulsão por capricho de superior influente. Paradoxalmente o policial que comete um grave crime – muitas vezes sendo preso – terá o processo administrativo sobrestado por anos; enquanto aquele “enquadrado” no aberto ilícito funcional denonimado – denominado, embora deveria ser circunstanciadamente definido – PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE poderá ser demitido em poucos meses, ou seja, em seis meses.
E a Corregedoria Geral um pouco mais independente ficou apenas no papel.
Por outro lado, o nosso Egrégio Conselho em oportunidades várias adotou decisões paradoxais: absolvendo peculatários e, também, traficantes.
Valendo afirmar: o CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL, POR VEZES, DENIGRE A IMAGEM DA INSTITUIÇÃO.
PRATICA ATOS DE DESLEALDADE PARA COM OS DEMAIS MEMBROS DA INSTITUIÇÃO.
TODAVIA NÃO HÁ NENHUM ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO OU EXTERNO SOBRE O CONSELHO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA.
HÁ ALGUMA MULHER NO CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL?
BANCO BANESPA
BANCO BANESPA ( BLOG DAS VÍTIMAS DO SANTANDER BANESPA)
Divulguem ( “informação é a nossa melhor arma”).
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