OPERAÇÃO SERPICO NAS TERRAS DE BRÁS CUBAS -aos Drs. J. BARBUTTO E F. CAMPOS

Sérpico disse…
Caro Dr. Guerra.
O Senhor viu o noticiário sobre o que te falei a respeito da DP de Suzano, no dia de ontem ????
Que vergonha.
A região toda sabia desde a data dos fatos, como havia dito, e os imorais ainda haviam sido prestigiados (chefia daqui e dali – Delegacias do Deic e Fazendária), por praticarem diversos crimes graves naquele município.
Não fosse a ex-mulher de um dos policiais-bandidos, nada teria ocorrido; mesmo após diversas denúncias inseridas no jornal do “Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes e região”.
Outros “vendilhões do templo” deverão ser expulsos em breve.
É o que espero.
Inclusive o “diabo bêbado” (Dr. P.R.)-conhecido milionário da polícia (reside em Alphaville e descia em Suzano tal qual o “Papai Noel” às avessas, para tirar e não para presentear, e ainda mais, de helicóptero, pasme Dr., pasmem Srs. leitores). Posso adivinhar o que deve acontecer nas terras de Brás Cubas, se não estiver enganado.
Aguardo que a justiça seja feita o quanto antes, pois os bons policiais de lá, principalmente os plantonistas, estão ansiosos, aguardando há 13 anos…na arquibancada prá qualquer momento, ver emergir o monstro da lagoa…pai, afasta de mim esse cálice… (citaram aí o Chico Buarque, dias atrás, peço “venia” para citá-lo também).
Enfim, meu amigo, parece-me que aquele grande promotor do qual lhe falei é parente do nosso chefe maior (SSP).
Tem o mesmo sobrenome.
Muito bom, pois os canalhas que ele bem persegue e que está colocando um a um na cadeia (já foram 05, faltam muitos) devem pagar pelo que fizeram durante esses 13 anos de orgias e desmandos, roubos e assassinatos, concussões, tráfico e lavagens de dinheiro, crimes instituidos pelo atual S…….., Dr. C….
Boa noite Dr. e a todos.

OPERAÇÃO SÉRPICO NAS TERRAS DE BRÁS CUBAS -aos Drs. J. BARBUTTO E F. CAMPOS

Sérpico disse…
Caro Dr. Guerra.
O Senhor viu o noticiário sobre o que te falei a respeito da DP de Suzano, no dia de ontem ????
Que vergonha.
A região toda sabia desde a data dos fatos, como havia dito, e os imorais ainda haviam sido prestigiados (chefia daqui e dali – Delegacias do Deic e Fazendária), por praticarem diversos crimes graves naquele município.
Não fosse a ex-mulher de um dos policiais-bandidos, nada teria ocorrido; mesmo após diversas denúncias inseridas no jornal do “Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes e região”.
Outros “vendilhões do templo” deverão ser expulsos em breve.
É o que espero.
Inclusive o “diabo bêbado” (Dr. P.R.)-conhecido milionário da polícia (reside em Alphaville e descia em Suzano tal qual o “Papai Noel” às avessas, para tirar e não para presentear, e ainda mais, de helicóptero, pasme Dr., pasmem Srs. leitores). Posso adivinhar o que deve acontecer nas terras de Brás Cubas, se não estiver enganado.
Aguardo que a justiça seja feita o quanto antes, pois os bons policiais de lá, principalmente os plantonistas, estão ansiosos, aguardando há 13 anos…na arquibancada prá qualquer momento, ver emergir o monstro da lagoa…pai, afasta de mim esse cálice… (citaram aí o Chico Buarque, dias atrás, peço “venia” para citá-lo também).
Enfim, meu amigo, parece-me que aquele grande promotor do qual lhe falei é parente do nosso chefe maior (SSP).
Tem o mesmo sobrenome.
Muito bom, pois os canalhas que ele bem persegue e que está colocando um a um na cadeia (já foram 05, faltam muitos) devem pagar pelo que fizeram durante esses 13 anos de orgias e desmandos, roubos e assassinatos, concussões, tráfico e lavagens de dinheiro, crimes instituidos pelo atual S…….., Dr. C….
Boa noite Dr. e a todos.

MEMORIAL DA MEMÓRIA: O ÚLTIMO DIRETOR DO DOPS FOI O SENADOR ROMEU TUMA 2

2/5/2008 12:09:03
Memorial da Resistência faz homenagem à luta contra a ditadura
Por Redação – de São Paulo
O Memorial da Liberdade mudou de nome.

A partir desta sexta-feira, com a publicação do ato em Diário Oficial, o prédio do extinto Departamento da Ordem Política e Social (Dops), um dos mais terríveis locais de repressão da ditadura militar na capital paulistana, passou a se chamar Memorial da Resistência.
A alternância dos nomes era uma antiga reivindicação de quem foi preso ou perseguido pelas forças de repressão nas décadas de 60 e 70 do século passado.
O delegado Sérgio Paranhos Fleury, um dos homens mais violentos do regime militar, foi o último diretor do Dops, onde agora também funciona a Pinacoteca do Estado. ( Observações do Blog: O DELEGADO FLEURY NUNCA FOI DIRETOR DO DOPS, MAS PELA “MERITÓRIA” CARREIRA NO REFERIDO ÓRGÃO FOI – JUNTAMENTE COM O AMIGO E PARCEIRO ROMEU TUMA – METEORICAMENTE PROMOVIDO A CLASSE ESPECIAL.
PROMOVIDO OCUPOU O CARGO QUE AMBICIONAVA: A DIRETORIA DO DEIC. ROMEU TUMA PERMANECEU NO COMANDO DO DOPS ATÉ 1982.
QUANDO DA EXTINÇÃO DO DOPS – COM OS ARQUIVOS SECRETOS – ASSUMIU A SUPERINTENDÊNCIA DA POLÍCIA FEDERAL EM SÃO PAULO.
DEPOIS A DIRETORIA GERAL DA POLÍCIA FEDERAL, ACABANDO COMO XERIFE DO SARNEY.
FOI MINISTRO E HÁ ANOS É SENADOR.
O FILHO ROMEU TUMA JUNIOR OCUPA ELEVADO CARGO NO GOVERNO “LULA” – DO PARTIDO DOS TRABALHADORES).
– Chegava a ser uma ironia ser chamado de Memorial da Liberdade.
O novo nome é mais adequado e presta homenagem aos que lutaram aqui –afirmou a jornalistas o secretário de Estado da Cultura, João Sayad.
Sayad esteve na cerimônia de relançamento do espaço, na véspera, à tarde, durante a abertura da exposição fotográfica sobre o período da ditadura.
O projeto do memorial foi realizado pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.
(Jornal Correio do Brasil)
(imagem: Batismo de Sangue)

PRESERVANDO A MEMÓRIA: O DOPS ESTEVE POR ANOS SOB A RESPONSABILIDADE DO HOJE SENADOR ROMEU TUMA, PARCEIRO DO FLEURY

Nas velhas celas do Dops, Memorial da Resistência
Mudança de nome era reivindicada por ex-presos e perseguidos políticos
As celas do antigo Departamento da Ordem Política e Social (Dops), um dos mais temidos locais de repressão da ditadura militar em São Paulo, foram rebatizadas ontem.

De Memorial da Liberdade, o prédio, reformado e aberto para visitação em 2002, passa a se chamar Memorial da Resistência.

A mudança era reivindicada por ex-presos e perseguidos políticos.

O Dops, onde hoje funciona também a Pinacoteca do Estado, esteve por anos sob a responsabilidade do delegado Sérgio Paranhos Fleury, tido como um dos maiores caçadores de inimigos do regime militar e responsável direto por torturas e assassinatos.

“Chegava a ser uma ironia ser chamado de Memorial da Liberdade.

O novo nome é mais adequado e presta homenagem aos que lutaram aqui”, afirmou o secretário de Estado da Cultura, João Sayad, na cerimônia de relançamento do espaço, que também abriga, desde ontem, exposição fotográfica sobre o período da ditadura.

O projeto do memorial foi coordenado pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.

O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo de Tarso Vannucchi, afirmou que a iniciativa paulista deve servir de exemplo em outros Estados. “Espero que o governo federal se sensibilize com a aliança feita em São Paulo e transforme outros espaços em memoriais como esse. É uma forma de o País conhecer seu passado recente”, disse Vannucchi, também um ex-preso político.

Segundo ele, São Paulo é um dos Estados que mais têm evoluído na abertura dos arquivos do período de ditadura militar.

Nos últimos anos, afirmou Vannucchi, o governo federal também avançou na disponibilização desses documentos a parentes de ex-presos do regime militar, jornalistas e pesquisadores.

Ele informou que, nas próximas semanas, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) vai anunciar a interligação digital de todos os arquivos (estaduais e nacionais) existentes sobre o período.

No evento, o vice-governador de São Paulo, Alberto Goldman, disse que vai sugerir ao governador José Serra que o prédio do antigo DOI-Codi, no Paraíso, também seja transformado em memorial.

Segundo Goldman, a delegacia da Rua Tutóia tem histórico “muito pior” do que o Dops.

Além de autoridades, centenas de ex-presos políticos, amigos e parentes deles e de desaparecidos e mortos durante o regime militar lotaram ontem os salões da Estação Pinacoteca.

O professor de Medicina da USP Silvino Alves de Carvalho, de 66 anos, é um deles. Em 1974, Carvalho passou 40 dias preso no Dops.

Ontem, levou seu filho de 14 anos pela primeira vez ao local. “Estar aqui de novo me traz alegria e tristeza”, comentou. “Alegria por estar vivo e com minha família.

E tristeza por lembrar as barbaridades que ocorreram nesse lugar.”
O jornalista Alípio Freire, de 62 anos, também esteve preso por três meses nas celas do Dops, em 1969.

Ele conta que já conseguiu “metabolizar” as lembranças do período.

“Tenho amigos que nem entram aqui.

Eu vejo como mais uma parte da minha história e da memória do País, para o bem ou para o mal.

E é importante preservá-la.”

SERIA DIGNO SOLICITAR EXONERAÇÃO DO CARGO…POUPANDO-SE A IMAGEM DA POLÍCIA, DO GOVERNO ESTADUAL E DO PSDB

“Vocês se recordam deste episódio, envolvendo o secretário – adjunto da Segurança Pública , Lauro Malheiros:
Nove policiais militares fizeram, entre 19 de janeiro a 10 de fevereiro, a escolta pessoal da ex-mulher e da filha de seis anos do atual secretário-adjunto da Segurança Pública de São Paulo, Lauro Malheiros Neto, informa matéria de André Caramante publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
De acordo com decreto da Secretaria da Casa Militar do Estado de São Paulo, órgão responsável pela guarda pessoal de autoridades do Estado, a escolta é prevista apenas para o governador, primeira-dama e seus familiares; vice-governador e familiares; ex-governadores e familiares e outros dignitários, em visita oficial ao Estado.”
Não obstante hipótese de ato de improbidade administrativa continuou no cargo. O Secretário Ronaldo Bretas Marzagão – responsável pela indicação -não entendeu cabível exonerar o seu adjunto.
Agora o Ilustre advogado LAURO MALHEIROS NETO – ex-Delegado de Polícia – aparece nas manchetes em face do suposto envolvimento de Investigador de Polícia – cliente do escritório Malheiros Filho – em roubo de carga apreendida.
Policiais roubaram carga de R$ 1 mi,diz testemunha São Paulo
O desaparecimento de uma carga do jogo eletrônico PlayStation avaliada em R$ 1 milhão de dentro do depósito do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) é o novo alvo dos promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaerco) de Guarulhos.
A suspeita dos promotores é de que o investigador Augusto Pena tenha furtado a carga e a revendido em partes para pelo menos dois compradores.
Ao jornal O Estado de S. Paulo, a testemunha-chave do Gaerco, Regina Célia Lemes de Carvalho, ex-mulher de Pena, disse que ele repassou R$ 100 mil do dinheiro obtido com a carga ao secretário-adjunto da segurança, Lauro Malheiros Neto.
Regina, que briga com o ex-marido pela guarda do filho, foi quem procurou o Gaerco com 200 CDs repletos de escutas telefônicas que, segundo os promotores confirmaram, eram usadas por Pena para extorquir dinheiro da cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC).
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Embora não se possa dar crédito às acusações – considerando-se a ilibada conduta do Sr. Secretário-adjunto – os efeitos das manchetes são preocupantes.
As acusações acabarão empregadas para arranhar a imagem do Exmº Governador deste Estado, o Doutor José Serra.
E não se perca de vista que o nosso Governador – conforme prestígio junto ao povo – figura como futuro Presidente da República.
O espontâneo pedido de exoneração será demonstração de lealdade e honestidade do Secretário-adjunto.

NÍVEL SUPERIOR COMO REQUISITO PARA INGRESSO NAS CARREIRAS POLICIAIS…O PORQUÊ DO VETO

A contrariedade do governo quanto ao requisito do diploma de nível superior para os candidatos às carreiras de Escrivão e Investigador de Polícia, principalmente graduação específica, por exemplo: Direito, Sociologia e Administração, não se prende a pretensa valorização dos vencimentos dos cargos.
A graduação superior – por si só – não obriga a administração a conferir maiores vencimentos aos membros das referidas carreiras policiais.
A preocupação não é apenas com supostas reivindicações salariais, e aumento de despesa.
Com efeito, grande parcela – há muito – possui nível superior.
Verdadeiramente, a Administração não quer a transformação de cargos comuns em cargos técnicos ou científicos.
O REAL MOTIVO:
IMPEDIR O ACÚMULO DE UM CARGO TÉCNICO NA POLÍCIA COM OUTRO DE PROFESSOR (público ou privado).
ASSIM PROFESSOR NÃO INGRESSA NA POLÍCIA.
E POLICIAL OPERACIONAL – LEGALMENTE – NÃO EXERCE MAGISTÉRIO.

CONSIGNANDO-SE QUE GRADUAÇÃO SUPERIOR GENÉRICA – sem desmerecer dentistas, engenheiros, entre outros – NÃO TRAZ QUAISQUER BENEFÍCIOS PARA A VALORIZAÇÃO DOS CARGOS.
APENAS IMPOSSIBILITA QUE OS MAIS JOVENS E OS MAIS HUMILDES POSSAM CONCORRER .
“DE LEGE FERENDA” (lei futura) – como gostam os doutos – O PROVIMENTO DOS CARGOS DEVE TER POR REQUISITO DIPLOMA SUPERIOR ESPECÍFICO PARA AS MENCIONADAS CARREIRAS, tais como Direito, Ciências Sociais, Psicologia, Administração, entre outros que guardem relação com os serviços policiais e a gestão pública. A formação em áreas como Engenharia, Odontologia, Física, Contabilidade, entre outras nobres especialidades, devem ficar reservadas para os candidatos aos cargos de Peritos de Polícia.

DE OUVIR DIZER… UMA PERGUNTA DA CORREGEDORIA

PARA TODOS OS POLICIAIS DESTE ESTADO EM HOMENAGEM PELO DIA DOS TRABALHADORES

DE OUVIR FALAR…
APRENDI FALAR.
DE OUVIR TOCAR…
APRENDI DEDILHAR.
DE SENTIR CARINHO…
APRENDI ACARICIAR.
POR OUVIR DIZER?
AH! DE OUVIR DIZER…
DE OUVIR DIZER APRENDI QUASE TUDO…
A NAMORAR E FAZER TROÇAS.
DE OUVIR DIZER DESCOBRI O AMOR.
QUEM NÃO OUVE DIZER “NADA FAZ”…
“NADA DESCOBRE”…
“NADA APURA”!
E NUNCA CHEGA AO DESTINO,
MAS HÁ QUEM NÃO GOSTE DO “OUVIR DIZER”…
POR OUVIR DIZER ADMIRO E CONFIO EM QUE ME FEZ A PERGUNTA:
SOUBE SÓ POR OUVIR DIZER?
SIM!
E SÓ POR OUVIR DIZER…
SEI ATÉ QUE DEUS EXISTE,
DE OUVIR DIZER É BASTANTE…
QUEM QUISER PROVAS OLHE PARA OS LADOS, FRENTE, FUNDOS, CIMA…
E DENTRO DE SI…
O OUVIR DIZER DO CORAÇÃO…
POR OUVIR DIZER…
APRENDI CRER.

É HORA DE MUDAR…CALAR NUNCA MAIS! BANDIDO EM DELEGACIA FICA ATRÁS DAS GRADES E NÃO COM AS CHAVES… aos Drs. JOSÉ BARBUTTO E FRANCISCO CAMPOS

ao BLOG OUVIDORIA DO POLICIAL (28 de abril)
Boa noite doutor.
Tenho coisas e fatos importantes a falar sobre a Babilônia da Grande Terra de Brás Cubas, ou melhor, dizendo, a Babilônia, Sodoma e Gomorra destas plagas tupiniquins.
Neste município e sede de Seccional temos de tudo.
Desde bêbados e viciados em cocaína (alguns que fazem muito mal a si próprios e também à Instituição, por que não dizer, mas disso não percebem).
Outros que destroem a Instituição e sabem por que o fazem.
E os piores, comandados pelo Dom Comendador, que se enriqueceram a custa da destruição da Instituição, vivendo e enriquecendo a partir do narcotráfico, do roubo de carga, da corrupção que envolve o jogo, a prostituição e os desmanches.
Faço parte daquele grupo de “trouxas… otários” que, como eles dizem, vão morrer honrados, porém pobres… e que deixarão seus filhos a míngua, como alguns filhos de policiais aposentados honestos, que infelizmente não tiveram oportunidade de alcançar posição social razoável.
Seria óbvio que seus pais, se recebessem salário condigno, lhes dariam boas escolas, um razoável local para morar e boas pessoas para conviver, etc.
Doutor, sei de suas boas intenções e de sua valentia, que delas ninguém pode duvidar.
Na semana passada foi preso aqui o conhecido “porquinho”.
Bandido por vários crimes, já preso em 1592 por oito meses no PPC por concussão (fora absolvido na época, pois quem o denunciou foi vítima de tentativa de homicídio medrou e fugiu. Não havendo provas, e protegido de um procurador de justiça aposentado, para o qual deve ter praticado algum ato criminoso que o amarrou ao seu rabo, saiu do PPC mais forte, mais voraz, mais bandido).
Protegido por algumas autoridades, principalmente pelo atual Capitão-mor, Porquinho fez de tudo, traficou, assaltou, matou, extorquiu, até que encontrou um promotor corajoso (Dr. BARBUTTO da Comarca ), que o reconduziu ao local de onde jamais poderia ter saído: a cadeia.
Deixou na polícia seus dois filhos – um carcereiro e um agente, como ele.
Tal qual o pai, estão traficando, extorquindo, roubando e matando.
Também obviamente protegidos pelo Senhor Comendador e seus asseclas: L S, IT, EP.
Este último, filho de um agente público dos mais corruptos, é o pior de todos.
Envolvido com tudo o que há de pior na polícia é adorado pelo Dom.
Está à beira da prisão por ato corajoso do referido promotor, mas estão os bons pagando para ver se isso vai acontecer, tendo em vista a proteção política que lhe é dada pelo “capo di tutti capi” EG – ex-agente político federal, estadual e municipal por 04 ou 05 vezes.
Se o doutor não sabe, E. mantém o Dom no cargo há anos, pois assim sendo, garante que o tráfico pesado de cocaína, que CJ como titular de Lozano por décadas defendia, continue a prosperar aqui por estas bandas.
O caso é muito sério, a Garra transporta, em suas viaturas, sob supervisão de P quase toda a cocaína que é consumida na região, e não é pouca coisa não.
Uns promotores das bandas de Brás Cubas são ingênuos e alguns deles são amigos de infância do “bom menino” P.
Cazuza, como é pelos amigos chamado, protege os iníquos, dando-lhes vida e grandes condições de prosperidade.
Coloca dois bons delegados (mas inocentes) ao seu lado na Sede, para dar um ar de correção ao MP e ao Judiciário local, Dr. JVFN e Dra. V B (esta, mulher do Dr. B – da homicídios local).
Tem o professor Rat, um gangster refinado, tal qual seu chefe Cazuza.
O professor Rat tem uma verdadeira quadrilha a seu dispor.
Policiais de clínica geral, inclusive o tal Porquinho, que, pelos bons serviços à chefia, recebeu, mesmo como agente, uma sala especial no DP – manda mais que qualquer delegado de plantão da região.
Rat é protegido do deputado CM e do ex-deputado do vale do Paraíba AK14 . Porquinho se diz amigo também de um juiz de direito de reputação ilibada que é também pastor.
Se eu me alongar ficarei até amanhã escrevendo.
Vou finalizar com a Dise, onde existe um bandido investigador e sua amante bandidona.
Procure confirmar o que lhe digo colega, mas te adianto, não perca tempo encaminhando estas denúncias à corregedoria, pois tudo que foi denunciado pelo jornal do Sindicato dos Policiais Civis da Região, caiu por terra.
Assassinatos praticados recentemente, de três carcereiros pelo PCC, em razão de um acerto não cumprido pelo então delegado de Lozano, Dr. P R e sua equipe, sob os auspícios do “impoluto” NG (que Deus o tenha) – o maior ímprobo que já passou pelo departamento, pobre departamento.
Voltarei a falar amigo.
Obrigado.
_______________________________________________________________
TRATA-SE DE SÉRIAS DENÚNCIAS ANTERIORMENTE RECEBIDAS POR OUTRAS VIAS E POR DIVERSAS PESSOAS.
OS NOMES E DATAS FORAM SUPRIMIDOS OU ALTERADOS PELO RESPONSÁVEL POR ESTE BLOG.
AO LEITOR NÃO POLICIAL ESPECIAL ATENÇÃO:
NÓS DELEGADOS, ESCRIVÃES, INVESTIGADORES, PERITOS, CARCEREIROS, AGENTES – enfim a imensa maioria de funcionários dos quadros das carreiras da Polícia Civil – somos íntegros e compromissados com a coletividade.
A MAIORIA DE NÓS LEVA VIDA DIFÍCIL TRABALHANDO HONESTAMENTE; MUITOS COM DUPLAS OU TRIPLAS JORNADAS DE TRABALHO.
APENAS UMA PEQUENA E SELETA PARCELA VIVE COMO PARCEIRA DO CRIME, MAS INFELIZMENTE O NOSSO SILÊNCIO EM DÉCADAS DE CENSURA E MORDAÇA DENTRO DA INSTITUIÇÃO – POR CONTA DE UMA LEGISLAÇÃO ULTRAPASSADA QUE CONFUNDE SOLIDARIEDADE AO COMPANHEIRO DE TRABALHO COM OBRIGAÇÃO DE NÃO APONTAR OU PELO MENOS CRITICAR O COMPANHEIRO INDIGNO OU CORRUPTO- DEU MARGEM À GENERALIZAÇÃO.
POIS É NORMAL PENSAR QUE QUEM CALA – EM RELAÇÃO AO CRIME DO COLEGA DE TRABALHO- CONSENTE.
A REALIDADE É OUTRA:
TODO POLICIAL QUE DENUNCIA SUPERIOR OU COLEGA DE TRABALHO ACABA PERSEGUIDO PESSOAL E FUNCIONALMENTE.
CORRENDO RISCO DE ATENTADOS CONTRA A VIDA E A DOS SEUS FAMILIARES.
É HORA DE MUDAR…
CALAR NUNCA MAIS!

QUANTO RECEBE UM SECRETÁRIO-ADJUNTO? 1

Com efeito, qual o motivo para que um jovem e brilhante jurista abandone a advocacia exercida em um dos maiores escritórios do Brasil, pela burocrática, inexpressiva e pouco remunerada função de secretário-adjunto da Secretaria de Segurança Pública.
Sim, pois deve perceber algo em torno de R$8.000,00 ou R$ 10.000,00, por mês.
Enquanto que como advogado – sócio de grande escritório – por baixo teria uma retirada de R$ 30.000,00.
A indagação guarda maior pertinência por se saber que o Sr. Secretário-adjunto , durante algum tempo, exerceu o cargo de Delegado de Polícia.
Do qual pediu exoneração ou por falta de vocação para as funções essencialmente burocráticas, ou pelos parcos vencimentos que são pagos pelo Estado de São Paulo.
Não se tratando, assim, de um funcionário público de carreira.
Será espírito público ou prazer de viver cercado de polícia?
Ah! lembrei…
Tem direito ao Pelicano( segundo o Deputado Major Olímpio).

SECRETÁRIO-ADJUNTO(advogado) PARA QUÊ PRECISA? EU NÃO SEI, MAS O ALDO E O NELSON DEVEM SABER…

30/04/08 às 22:05
Secretário diz que mantém apenas relação profissional com investigador
Por Marcelo Godoy
São Paulo, 30 (AE) –

A Assessoria de Imprensa da Secretaria da Segurança Pública informou que o secretário-adjunto da pasta, Lauro Malheiros Neto, mantém apenas relações profissionais com o investigador Augusto Pena.
A assessoria admitiu que o policial foi defendido pelo escritório do pai do secretário, Lauro Malheiros Filho, em um processo de dissolução de união estável.
A assessoria informou ainda que o secretário-adjunto teve sua inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) suspensa desde que assumiu o cargo na secretaria, em 1º de janeiro de 2007.
A reportagem informou à secretaria o teor do depoimento dado ao Gaerco pelo delegado Nelson Silveira Guimarães, no qual o atual diretor da Divisão de Crimes de Trânsito do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) diz que Malheiros Neto interveio a favor de Pena logo depois de ser nomeado para o cargo.
A reportagem solicitou à Assessoria de Imprensa que o secretário-adjunto contasse a sua versão sobre os fatos, mas não obteve resposta.
O jornal “O Estado de S. Paulo” disse ainda à secretaria que havia apurado a informação de que Malheiros Neto telefonou para o Gaerco há duas semanas e conversou com o promotor José Barbutto.
O secretário teria dito que recebera um ofício sobre um caso no qual os investigadores Augusto Pena e José Roberto Araújo e um delegado de polícia se acusavam mutuamente.
Malheiros Neto teria demonstrado preocupação de que ocorresse alguma injustiça no caso.
A Secretaria da Segurança Pública não respondeu também se essa conversa ocorreu e qual o seu conteúdo na versão de Malheiros Neto.
No caso dos investigadores Pena e Araújo, ambos negam a extorsão de dinheiro do enteado de Marcola e as demais acusações investigadas pelo Ministério Público. Pena afirma que sua ex-mulher é uma desequilibrada, que já esteve internada para tratamento psiquiátrico.
Regina Célia teria sido garota de programa antes de se casar com Pena.
A brigas entre os dois seriam constantes.
Pena acusa a mulher de querer matar o filho do casal, de quem obteve a guarda judicial.
Regina afirma que o ex-marido ameaçou matá-la, invadiu seu apartamento e subtraiu provas.
Os policiais acusam o delegado Ítalo Zaccaro, que trabalhou na inteligência do Demacro, de tentar armar provas para incriminá-los.
Zaccaro também foi ouvido pelo Gaerco e confirmou as declarações feitas pelo delegado Nelson Silveira Guimarães, que era seu superior no Demacro na época em que o enteado de Marcola foi vítima do seqüestro.

POLICIAIS PRESOS POR EXTORQUIR PCC…MINISTÉRIO PÚBLICO COMETE EQUÍVOCO: O PCC AFRONTOU O ESTADO AO CONSTATAR A COVARDIA DA OPERAÇÃO CASTELINHO…

Quarta, 30 de abril de 2008, 22h49

Atualizada às 00h04
SP: policiais são presos suspeitos de extorquir PCC
Dois policiais civis foram presos por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Eles são suspeitos de extorquir a facção criminosa.
A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva de Lauro Malheiros Pena e a de José Roberto de Araújo, do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), por extorsão mediante seqüestro.
As informações são da rádio Jovem Pan.
A investigação começou há dois anos pelo Ministério Público, que apura os motivos da onda de ataques do PCC contra bases da polícia.
Os atentados começaram em Suzano, cidade onde investigadores teriam fechado acordo com os criminosos.
Um dos detidos supostamente participou do seqüestro do enteado do traficante Marcos Herbas Camacho, o Marcola, apontado como principal líder da facção.
A vítima teria passado dois dias dentro da delegacia do município, supostamente usada como cativeiro, enquanto a cúpula do grupo seria chantageada.
De acordo com o Ministério Público, os ataques de 2006 começaram depois que os policiais não cumpriram um acordo com os bandidos.
O promotor Silvio Loubéh afirma que os atentados foram uma retaliação.
RedaçãoTerra
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O PCC nunca realizaria ataques sistematizados contra Unidades e policiais em razão de extorsões cometidas por dois ou cem policiais.
As ameaças e ataques a Unidades Policiais decorreram da famigerada OPERAÇÃO CASTELINHO, supostamente coordenada e operacionalizada por uma tropa de elite da Polícia Militar Paulista: o GRADE.
Tanto que, depois da execução de diversos egressos que ocupavam o ônibus 157, em Sorocaba, em 2002, a polícia passou a viver sob “alerta contra ataques e resgates”, natal de 2003, inclusive.
O GRADE era formado por policiais militares e informantes retirados do sistema prisional, uma espécie de versão dos aparelhos repressivos do período “revolucionário fardado”. O fim legal que deu origem a criação do GRADE tinha por objeto reprimir crimes raciais, todavia foi desvirtuado com a finalidade de mostrar a força da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo; então sob o comando do Promotor de Justiça Saulo de Abreu.
Aliás, em períodos pré-eleitorais, dos gabinetes do prédio da Secretaria da Segurança acabam emanando ordens desastrosas para a população e, também, para as Polícias Civil e Militar.
A invasão do Carandiru foi uma; a operação Castelinho é outro bom exemplo.
Neste caso CASTELINHO os policiais militares executaram as mortes, os Delegados Ivaney Cayres e Everardo Tanganelli, respectivamente, Diretor e Seccional de Sorocaba, produziram o inquérito que atesta legítima defesa e estrito cumprimento de dever legal por parte dos policiais militares que atiraram contra os ocupantes do ônibus.
Eu nunca acreditei na versão oficial.
Mas não sou membro do Partido dos Trabalhadores.
Aliás, qualquer pessoa de princípios possui fortes fundamentos para duvidar da versão policialesca.
A cobrança da fatura veio em 2006; tudo mais é desconversa.
Os motivos mais que evidentes: Agentes públicos forjaram a Operação Castelinho para garantir as eleições de 2002(como retaliação pelas rebeliões). Mandantes do PCC determinaram a série de ataques garantindo a derrota eleitoral de 2006, digo derrota eleitoral do grupo de poder beneficiado em 2002.
Não vê quem não quer!
A Polícia não poderia ser empregada para atos covardes, execuções de criminosos e tortura.
E com objetivos eleitorais, ato que demonstra torpeza.
Uma polícia covarde não possui o menor respeito quer pela população produtiva, quer pelos criminosos.
Agora, segundo o noticiário, o Promotor responsável pela denúncia em desfavor dos policiais incorre em grave erro:
OS ATAQUES DO PCC , EM TODO ESTE ESTADO, NÃO FOI RETALIAÇÃO POR EXTORSÕES COMETIDAS POR POLICIAIS ( na cidade de Suzano).
ORA, QUAISQUER RETALIAÇÕES ATINGIRIAM OS POLICIAIS ENVOLVIDOS ; CIRCUNSCRITAS AOS LOCAIS DA EXTORSÃO.
OS ATAQUES FORAM DECORRENTES DE ANOS DE INCOMPETÊNCIA DOS PROMOTORES DE JUSTIÇA QUE OCUPARAM OS CARGOS DE SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E GOVERNADOR DESTE ESTADO.
LEMBRANDO: GESTÕES COM DERRAMAMENTO DE MUITO SANGUE.

GRÃO-MESTRES DA PRELATURA POLICIAL…A ORIGEM ESOTÉRICA DO CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL 1

Da esquerda para a direita – na foto – Chanceler Comendador Prof. Dr. Dom David dos Santos Araújo( delegado , ex-integrante da OBAN e do DOI-CODI – onde era conhecido pelo codinome de “CAPITÃO LISBOA”) – Comendador Grã-Cruz, Prof. Dr. Alberto Angerami, Dr. Aparecido Laerte Calandra(delegado , ex-integrante da OBAN e do DOI-CODI – onde era conhecido pelo codinome de “CAPITÃO UBIRAJARA”) – Delegado de Polícia Classe Especial(1ª classe), Assistente direto do Dr. Angerami – e Dr. Antonio do Carmo Freire de Souza, Delegado de Polícia Classe Especial, Diretor da Divisão Assistencial do DAP.

Os apadrinhados de Dom David Araújo! (“sic”)
http://www.heraldica.org.br/apadrinhadosdavid.htm

SÁBIAS PALAVRAS DO GOVERNADOR JOSÉ SERRA… POTENCIAL SUCESSOR DE LULA

O governador paulista, em discurso, afirmou que, em São Paulo, não discrimina políticas de partidos rivais do PSDB.
“Em governo, tem que ser assim. Em eleição, os partidos disputam um contra o outro, tem briga, tem atrito, tem disputa democrática. No governo nós temos que governar para todos e para todas”, disse. “Ninguém pode ser discriminado, nem perseguido, nem premiado por pertencer a este ou a aquele partido”, completou o governador.
EU ESPERO QUE NO GOVERNO DO DOUTOR JOSÉ SERRA NINGUÉM SEJA CASSADO POR CRÍTICAS E OPINIÕES DESFAVORÁVEIS – EMBORA CONSTRUTIVAS – A ÓRGÃOS E AUTORIDADES POLICIAIS.
Favorito nas pesquisas de opinião para a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2010, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), fez o discurso acima, nesta segunda-feira, 28 de abril, em cerimônia de lançamento de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), em Osasco, na Grande São Paulo. ( fonte – uol)

PRESO POR DUAS MELANCIAS AINDA NÃO VI, MAS AQUI NA AMÉRICA UM QUILO DE CARNE DÁ FLAGRANTE COM LOUVOR AO DELEGADO PELO RÉGIO CUMPRIMENTO DO DEVER

DESPACHO DE UM JUIZ DE DIREITO DE PALMAS,TOCANTINS
A Escola Nacional de Magistratura incluiu, em seu banco de sentenças, o despacho pouco comum do Juiz Rafael Gonçalves de Paula, da 3.ª Vara Criminal da Comarca de Palmas, em Tocantins.
A entidade considerou de bom senso a decisão de seu associado, mandando soltar Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha, detidos sob acusação de furtarem duas melancias:

DECISÃO
“Trata-se de auto de prisão em flagrante de Saul Rodrigues Rocha e Hagamenon Rodrigues Rocha,que foram detidos em virtude do suposto roubo de duas (2) melancias. Instado a se manifestar, o Sr. Promotor de Justiça opinou pela manutenção dos indiciados na prisão.
Para conceder a liberdade aos indiciados, eu poderia invocar inúmeros fundamentos: os ensinamentos de Jesus Cristo, Buda e Gandhi, o Direito
Natural, o princípio da insignificância ou bagatela, o princípio da intervenção mínima, os princípios do chamado Direito Alternativo, o furto famélico, a injustiça da prisão de um lavrador e de um auxiliar de serviços gerais em contraposição à liberdade dos engravatados e dos políticos do mensalão deste governo, que sonegam milhões dos cofres públicos, o risco de se colocar os indiciados na Universidade do Crime (o sistema penitenciário nacional) …
Poderia sustentar que duas melancias não enriquecem nem empobrecem ninguém.
Poderia aproveitar para fazer um discurso contra a situação econômica brasileira, que mantém 95% da população sobrevivendo com o mínimo necessário, apesar da promessa deste Presidente que muito fala, nada sabe e pouco faz.
Poderia brandir minha ira contra os neo-liberais, o consenso de Washington, a cartilha demagógica da esquerda, a utopia do socialismo, a colonização européia…
Poderia dizer que George Bush joga bilhões de dólares em bombas na cabeça dos iraquianos, enquanto bilhões de seres humanos passam fome pela Terra…
E aí?
Cadê a Justiça nesse mundo?
Poderia mesmo admitir minha mediocridade por não saber argumentar diante de tamanha obviedade.
Tantas são as possibilidades que ousarei agir em total desprezo às normas técnicas.
Não vou apontar nenhum desses fundamentos como razão de decidir…
SIMPLESMENTE MANDAREI SOLTAR OS INDICIADOS…
QUEM QUISER QUE ESCOLHA O MOTIVO!
Expeçam-se os alvarás de soltura.
Intimem-se”.
RAFAEL GONÇALVES DE PAULA
Juiz de Direito

UMA VERGONHA! COM MEUS COMENTÁRIOS

Ex-delegados são punidos por desvio de US$ 1,7 milhão
por Fernando Porfírio
O Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou a condenação de 10 pessoas pelos crimes de formação de quadrilha e peculato.

Entre elas estão dois ex-delegados-gerais da Polícia Civil.

Eles são acusados de desviar US$ 1,7 milhão na reforma de uma cadeia do interior de São Paulo.

Os réus podem recorrer da decisão aos tribunais superiores.

Álvaro Luz Franco Pinto e Luiz Paulo Braga Braun ocuparam o cargo nos governos Orestes Quércia (1987-1990) e Luiz Antônio Fleury Filho (1991-1994). De acordo com a turma julgadora, as provas deixaram “claro e irrefutável o desenho da pilhagem efetuada nos cofres públicos” pelos acusados.

“Não se trata de mero ilícito administrativo.

Cometeu-se crime, grave, ajustado, segundo a nossa legislação, no peculato, pelo desvio de quantia injustificada, que perquirida por diversos ângulos, não oferece a mínima justificativa”, completou o relator, desembargador Ribeiro dos Santos.

De acordo com a 15ª Câmara Criminal, turma especializada no julgamento de crimes de prefeitos, ex-prefeitos, funcionários públicos e crimes contra a administração pública, os réus valeram-se do cargo e, em conluio com terceiros, para fraudar processo de licitação.

Escolheram o sistema de carta-convite, modalidade menos rigorosa com o objetivo de superfaturar a obra e se apropriar do erário público.

Para a turma julgadora, a autoria e a materialidade ficaram comprovadas.

A acusação

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, os réus se envolveram em um esquema de fraude em licitações e desvio de dinheiro para a construção de cerca de 120 delegacias e cadeias públicas no interior de São Paulo. Entre elas, a de Santa Bárbara D’Oeste, caso que estava em julgamento. Cerca de 80 recursos ainda tramitam na Justiça paulista envolvendo os mesmos réus para reformar sentenças que os condenaram por desvio de verbas em outras obras.

De acordo com o Ministério Público, o total do desvio em todo o Estado chegaria a US$ 150 milhões.

Ainda segundo as denúncias, as licitações eram feitas por meio de carta-convite, escapando da tomada de preço, modalidade que era exigida na época de acordo com a Lei nº 6.544/89.

Doze participavam do esquema e as obras eram divididas em grupo de quatro para participar de cada licitação.

Em tese, ganhava aquela que apresentava menor preço.

As investigações apuraram que sempre as mesmas empresas ganhavam a licitação.

“A operação segundo panorama descansado nos autos, demonstra que todas as obras eram divididas mediante a convocação de quatro em quatro empreiteiras, previamente ajustadas, que, sem publicidade, iam se revezando no ganho da empreitada”, explicou o desembargador Ribeiro dos Sanatos.

No caso da cadeia de Santa Bárbara D’Oeste, a obra custou as cofres públicos a quantia de US$ 1, 7 milhão.

A reforma consistia na colocação de tela, pintura do pátio e de grades, na reforma do piso das celas, da carceragem e do antigo cartório, da troca do piso da sala do delegado, dos sanitários, e reforma no expediente, arquivo e trânsito.

Além disso, seria feito um muro de 100 metros de extensão, colocação de piso de concreto no pátio de estacionamento e colocação de tela entre o muro e o prédio da delegacia.

A turma julgadora entendeu que o valor de US$ 1,7 milhão para uma reforma dessa simplicidade deixaria “qualquer cidadão espantado”.

De acordo com o Tribunal, hoje o valor do metro quadrado para a construção de um presídio no Estado de São Paulo é da ordem de R$ 1 mil.

A cadeia e a delegacia de Santa Bárbara D’Oeste têm cerca de 400 metros quadrados e se tivesse que ser erguida, no lugar de reformada, o Estado desembolsaria hoje R$ 400 mil ou, em moeda estrangeira, perto de US$ 200 mil.

A irregularidade descrita pelo Ministério Público aconteceu de 1991 a julho de 1993.

Na época, os ex-delegados-gerais tinham prerrogativa do foro, o que obrigou o processo a tramitar na segunda instância.

Em setembro de 2005, o direito a foro privilegiado foi derrubado pelo STF e o caso voltou para as varas criminais.

Depois de condenados, os réus recorreram ao Tribunal de Justiça para a reforma da decisão.

Mas não obtiveram sucesso.

Também foram condenados o delegado João Capezutti Neto; os ex-funcionários da Secretaria da Segurança Pública Reginaldo Passos e Acácio Kato, a dona da empresa B&Z Construções e Informática Ltda Maria Valdice Vidal Barreto, além do diretor da empresa Construdaotro Construções Ltda, Celso Eduardo Vieira da Silva Daotro e dos sócios Vivaldo Dias de Andrade Júnior, Ângelo Antonio Villano, Francisco Alves Goulart Filho.

Álvaro Luz, Braga Braun, João Capezzutti, Reginaldo Passos e Acácio Kato receberam penas de cinco anos e quatro meses de reclusão e ainda foram condenados ao pagamento de 26 dias-multa.

O Tribunal decidiu aumentar o castigo imposto aos empresários. Em primeira instância, a reprimenda imposta ao cinco foi de quatro anos de reclusão, mas a turma julgadora passou para cinco anos e quatro meses.
Revista Consultor Jurídico, 22 de abril de 2008

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Nossos agradecimentos ao Poder Judiciário.

Os Julgadores deram exata definição dos protagonistas do assalto ao erário cometido, continua e sistematicamente, durante os governos Quércia e Fleury Filho.

Pilhagem, verdadeiramente.

O caso acima é apenas um de quase uma centena.

São pilhadores, rapinadores e peculatários de prestígio na Administração.

Absurdamente, absolvidos pelo Egrégio Conselho da Polícia Civil.

Aliás, Conselho que vê crime e faltas funcionais em condutas “legítimas” (lícitas).

Um Conselho que, por suas deliberações paradoxais, acaba desacreditado e desacreditando todos os Delegados de Polícia deste Estado.

O nosso Conselho que empresta valor inquestionável a atos e palavras de notórios ímprobos; assim – em nada – dignificando a Instituição e a Carreira.

Conselho da Polícia Civil que acredita que o órgão seja dotado de direitos e garantias assegurados à pessoa humana.

Que acredita que órgão público é maculado quando um Delegado atribui a outro( superior é claro), a prática de atos de corrupção.

Entretando faz “tábula rasa” para graves crimes e ilícitos disciplinares de personalidades de baixa estatura moral.

Olvidando que, verdadeiramente, desleadade e indignidade é ser desonesto.

Intelectualmente desonesto, inclusive.

Abjeta covardia.