Há 26 anos a Polícia Civil da Baixada Santista não é dirigida por autoridade com raízes na região 4

Desde 1995 , quando o Dr. Edgard Lázaro foi substituído pelo Dr. Geraldo Camargo ( este atuou aqui antes de cumprir funções em outras regiões, retornando como Regional ) na titularidade da então Delegacia Regional de Santos , a região da Baixada Santista não vê um dos seus quadros locais promovido e nomeado para ocupar o Deinter-6 .

Todos os diretores que passaram por aqui, desde 2000, ou foram indicados por políticos de outras regiões ou egressos de departamentos da Capital; sob indicação do Delegado Geral .

Isso em total desprestígio aos Delegados locais que , a maior parte da vida funcional, permanecem dedicados á coletividade praiana ; mesmo sabendo que dificilmente lograrão êxito em alcançar os maiores postos do órgão, sempre reservados aos Delegados da Capital ou daqueles com grandes amizades interna ou externamente , especialmente amizades políticas.

Ocorre que quem vem de fora sabe que está de passagem ; de preferência para lugar mais prestigiado…

Logo não demostra muito comprometimento em lutar por mudanças sérias na estrutura local.

Flagrantemente, nenhum se dispôs a lutar pela reforma do Palácio da Polícia…Medo de incomodar e ser substituído, diga-se a verdade!

E até são omissos em relação a algo tão desnecessário quanto estupido como foi a criação da Seccional de Praia Grande.

Sabe-se lá quem foi o seu inventor!

Dizem que foi para agradar o ex-prefeito de Praia Grande e retirar qualquer influência do ex-governador Márcio França sobre São Vicente.

Aliás, que nunca vimos se envolvendo em nomeações locais.

Aparentemente ele se envolveu muito mais em reintegrações meio obscuras e sigilosas.

Mas retornando à nova Unidade, diga-se: inaugurada sem recursos materiais e humanos; o que fará dela pouco mais do que uma delegacia municipal melhor ornamentada com a pretensão de exercer a chefia policial civil sobre cidade mais antiga, mais populosa e com maiores problemas.

E já nasce criando problemas no lugar de trazer soluções.

Em vez de combater a criminalidade em geral , principalmente a organizada e violenta , em total distorção de objetivos, aparentemente chegou para instalar a cizânia .

A coisa é tão escabrosa que se torna impublicável.

É como se a cidade de São Vicente tivesse novos proprietários.

Alguns dizem com a finalidade de que a contravenção organizada de Praia Grande, outrora muito influente, assalte o controle da Célula Mater.

Sim, no meio da disputa fica São Vicente , embora depauperada, muito mais produtiva do que Praia Grande e , em certos assuntos, mais produtiva do que Santos.

Se é que me entendem !

E a coisa está assim: quem aqui mandava quer continuar mandando ; quem chegou de fora quer mandar também …

E quem em São Vicente está não ficará muito bem…Se ficar!

Não adianta delegado linha de frente criticar o Governador , falta mesmo é vergonha na cara dos cadeira !

Sempre com a mesma fome e com o mesmo hábito alimentar:

Farinha pouca, meu pirão primeiro

GAÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉCOOOOOOO…

Observação : O delegado G. Vergine não foi nomeado Diretor pelo mérito de seu trabalho nesta região.

Foi uma indicação pelos seus estreitos laços com o atual Secretário-adjunto; depois de ter sido diretor da Corregedoria, do Dipol e Deic.

Da ribeira a praia grande, se antes bastava uma banana e uma galinha; agora nada menos do que a produção inteira…Ou: o primeiro ato da chefia de sub-região 3

FAZ ME RIR QUINZENAL

A Polícia Civil continua sendo um órgão produtor de gente parasita e absolutamente incompetente que , ao assumir um cargo de certa importância para a coletividade e de alguma relevância hierárquica , em vez de dar bom exemplo de trabalho e compromisso com a sociedade, apenas se interessa pelo “faz me rir quinzenal ” !

Sem nenhum respeito , pois protegidos não merecem , a Administração nomeia certos quadros segundo caprichos pessoais ou políticos , assim , em vez dos melhores , você sempre verá piores elementos em melhores cargos e funções.

Gente que não sabe nada do serviço policial cuja única preocupação é ganhar dinheiro !

Absurdamente , inaugurada a repartição , na primeira reunião de trabalho, em vez de buscar conhecer as peculiaridades das circunscrições e das dificuldades dos colegas , da necessidade de meios materiais e recursos humanos , o recém -empossado se mostra ansioso até poder perguntar sem nenhuma vergonha: QUAL É A ARRECADAÇÃO ?

Nervoso com a resposta , o tipo faz cara feia e esbraveja: É POUCO!

Pouco?

Até ontem estava contente com algumas bananas e duas galinhas; mal senta na cadeira passa a se achar o dono do galinheiro inteiro.

Meu caro, há mais galos por aqui ; há muito mais tempo!

Continua com essa filosofia de trabalho que logo volta pro bananal.

E vai um recado: São Vicente ainda é São Vicente , ganha o teu sem tomar o do alheio …

Todos podem ficar sem nada!

E todos aqui significa de Norte a Sul!

Vai ficar todo mundo nu…

Com a mão no bolso!

 

AutoData Editora - Caminhando rápido para o bananal...

Jair Messias é o grande líder dos psicopatas nativos 52

“São indivíduos sem remorso e arrependimento.
Schneider destaca características de personalidades anormais. Carentes de compaixão, toscos em regra, anestesiados de senso moral. Frente ao sofrimento alheio, à morte de milhares de pessoas, não medem palavras, como “eu não sou coveiro”, “chega de frescura” e “vai ficar chorando até quando?”. Não há ressonância afetiva com a dor alheia.
Por vaidade exagerada, se acham acima de tudo, de todos. Não toleram contrariedades: reagem com expressões “quem manda aqui sou eu”, “eu sou o chefe supremo”, “faço o que quero” e outras ególatras.”

JAIR MESSIAS E O “PAI DOS PSICOPATAS”
Por Guido Palomba
Psiquiatra forense, é membro emérito e ex-presidente da Academia de Medicina de São Paulo

“Personalidades Psicopáticas” é o título no Brasil do livro “Die Psychopathischen Persönlichkeiten”, de Kurt Schneider, psiquiatra alemão. A obra rendeu-lhe reconhecimento e a alcunha de “pai dos psicopatas”.
É ótima fonte para decifrar distúrbios de personalidade em tempos tensos, como os desta pandemia. Suas descrições tipológicas baseiam o diagnóstico de desvios de comportamento social, resultados da ausência de sentimentos de piedade, compaixão e altruísmo; da falta de valores éticos-morais; e da incapacidade de se reconhecer culpado. São indivíduos sem remorso e arrependimento.
Schneider destaca características de personalidades anormais. Carentes de compaixão, toscos em regra, anestesiados de senso moral. Frente ao sofrimento alheio, à morte de milhares de pessoas, não medem palavras, como “eu não sou coveiro”, “chega de frescura” e “vai ficar chorando até quando?”. Não há ressonância afetiva com a dor alheia.
Por vaidade exagerada, se acham acima de tudo, de todos. Não toleram contrariedades: reagem com expressões “quem manda aqui sou eu”, “eu sou o chefe supremo”, “faço o que quero” e outras ególatras.
São agressivos, mal-educados e provocadores. Kurt Schneider menciona que esses sujeitos oferecem dificuldades particulares em circunstâncias militares. O desacato e a desobediência são marcas da carreira. A insubordinação/mau comportamento redundam em prisão, expulsão ou abandono (“Las personalidades psicopáticas”; Madrid: Morata, 1974, p. 166).
Eles são pouco inteligentes. Schneider chama-os de “antissociais que, por regra, associam-se aos oligofrênicos” (ibidem, p. 169). A inteligência limítrofe ou seletiva leva-os a praticar atos bizarros, de turrice e teimosia. O foco: o benefício próprio. Se voltarem atrás, não é por reconhecer o erro, mas estratégia momentânea. Rancorosos e vingativos, em seguida, recidivam, até com virulência. São, por todo o quadro, de periculosidade social. Nada os detêm, salvo reprimenda enérgica, judicial e legal.
Kurt Schneider se refere a esses anormais com o termo psicopatia. Preferimos condutopatia (conduta patológica, transtorno de comportamento) por ser menos genérico e autoexplicativo.
Em cargos públicos, interessa-lhes o poder para escoar as condutopatias em louvor a si mesmos. Como chefia, são tiranos. Egoístas, colocam a própria vontade e a autoridade acima das leis e da Justiça.
É comum a psiquiatras discordâncias sob uma mesma doutrina. Porém, todos admitimos que psicopatas (condutopatas, para nós) não têm cura, já que a origem do mal é orgânica e irremovível. Não raro sofreram lesões cerebrais em fase intrauterina ou em tenra idade —etapa de acelerado desenvolvimento do sistema nervoso—, impactando a formação do órgão.
Em clínica, o diagnóstico é dado quando, frente a sinais/sintomas psíquicos, comportamentais e sociais, há história concreta de possível lesão do encéfalo, no estado fetal ou nos primeiros anos.
Tudo isso para falar do segundo nome do presidente Jair, Messias, dado pela mãe, Olinda Bonturi Bolsonaro, após gravidez complicada, atribuindo a Deus o nascimento.
Gravidezes complicadas são causas de sofrimento cerebral e de consequentes distúrbios de comportamento na adultícia —para Schneider e todos dedicados à psiquiatria.

ACADEPOL demonstra que a Polícia Civil de Mato Grosso não é uma instituição: é um bando armado…O Governador tem a obrigação de exonerar todos os dirigentes do órgão e desligar os alunos que se submeteram a essa manifestação horrorosa de soberba de uma carreira que é insignificante na Administração Pública 95

“Escrivão não é polícia”, gritam alunos em curso de investigador
Vídeo gerou críticas dos profissionais da área e repúdio do sindicato de policiais civis
Por Adriano Fernandes | 08/03/2021 23:20
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Vídeo em que alunos do curso de formação para investigador da Acadepol (Academia de Polícia Civil) aparecem satirizando o trabalho dos escrivães da corporação, gerou críticas entre os profissionais da área e manifestação do sindicato da categoria, nesta segunda-feira (8), em Campo Grande.

Sob o comando de dois alunos, os outros acadêmicos em formação aparecem cantando uma canção que fala do trabalho dos colegas de profissão em tom pejorativo.

Escrivão não é polícia e só sabe digitar, se tem guerra e terror é o tira que vão chamar. Oh ‘escriva’ não adianta, você pode até tentar. Mas como um investigador você nunca vai vibrar”, cantam os alunos.

A música ainda “tira sarro” da rotina de trabalho dos escrivães. “Sua arma é o teclado, um carimbo e uma caneta, enquanto o investigador amedronta até o capeta”, diz outro trecho.

Vale ressaltar que os policiais escrivães são os profissionais responsáveis por redigirem as oitivas e fazerem outros trabalhos internos nas delegacias, enquanto os investigadores, como o próprio nome já diz, saem a campo para realizar o trabalho de investigação dos crimes. Ambos precisam ser aprovados em concursos públicos e passar por treinamento para assumirem as suas funções.

O vídeo foi compartilhado em grupos de WhatsApp e causou descontentamento entre os profissionais da área. Diante da repercussão, o Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de MS) repudiou o “tom ofensivo” do vídeo e acionou a DGPC (Delegacia-Geral da Polícia Civil) e a própria academia, pedindo providências para que esse tipo de conduta não venha estimular a rivalidade entre os policiais civis.

Ainda não houve manifestação da instituição sobre o caso. “Cada profissional tem a sua função na Polícia Civil, seja o escrivão, o papiloscopista, um delegado ou o próprio investigador. Nenhum deles trabalha de forma isolada, um depende um do outro”, comentou o presidente do Sinpol, Giancarlo Miranda, que inclusive é escrivão.

Miranda ponderou que os acadêmicos não agiram de “má fé”, mas comenta que a brincadeira acabou “passando dos limites”. “O que deve prevalecer entre os policiais é a parceria, o companheirismo para poder servir e proteger as pessoas”, disse à reportagem.

Em vídeo publicado no YouTube, Giancarlo também repudiou a conduta dos instrutores do curso. “Estamos aqui para estimular a união na Policial Civil, principalmente para aqueles que pretendem ingressar na nossa instituição. Repudiamos essa manifestação denegrindo a carreira dos escrivães”, disse ao lado do vice-presidente do sindicato, Pablo Pael que também é investigador da Polícia Civil. – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/escrivao-nao-e-policia-gritam-alunos-em-curso-de-investigador

Relator da PEC emergencial mantém congelamento de salários dos policiais 28

Relator mantém congelamento de salário de servidores em PEC

Por Lauriberto Pompeu 

Em 09 mar, 2021 – 13:34 Última Atualização 09 mar, 2021 – 17:19

 

Deputado federal Daniel Freitas Agência Câmara.Agência Câmara

O relator da  proposta de emenda à Constituição (PEC) Emergencial, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), afirmou que não vai excluir o congelamento dos salários dos servidores da proposta. “O meu relatório leva ao plenário da Câmara dos Deputados exatamente o texto que recebemos do Senado Federal“. Leia a íntegra do parecer.

O texto dá as condições fiscais para a volta do auxílio emergencial. Após a promulgação da matéria, o governo vai editar uma medida provisória solicitando crédito extraordinário para que um auxílio de R$ 250 seja pago de março até junho. Para quem mora sozinho o benefício deve ser de R$ 175 e para mães solteiras, o valor deve ser de R$ 375.

A ideia de retirar o congelamento de salários foi sugerida pelo presidente Jair Bolsonaro, que queria retirar os agentes de segurança do fim do reajuste. Caso o desejo do presidente fosse atendido, todos os servidores poderiam ter aumento de salário, pois a PEC não especifica categorias distintas e trata os servidores da mesma maneira.Leia mais

Ao vivo: Câmara analisa PEC Emergencial9 mar, 2021

Renan diz que Pacheco “enfraquece o Legislativo” ao não…8 mar, 2021

“Essa é uma PEC que veio de um senador e vai ser promulgada no Congresso Nacional. Portanto, eu levei ao conhecimento do presidente Bolsonaro o entendimento da maioria dos líderes. O presidente naturalmente gostaria de ver principalmente a segurança pública neste momento, mas nós entendemos que agora o plenário da Câmara dos Deputados é soberano e vamos levar à apreciação dos deputados”, afirmou Daniel Freitas em entrevista coletiva.

De acordo com o relator, se a PEC for mudada isso acontecerá durante a votação no Plenário. Os deputados podem modificar o texto por meio da votação de destaques em separado.

>Bancada da bala pressiona Bolsonaro a livrar policiais de congelamento de salário

Rubens Anusiewicz Rubwicz; eu que como merda? Meu caro, não fui eu quem comeu o teu cérebro… 18

 


Meu caro “super tira” , milhões de judeus como você – sem nunca terem comido merda – morreram como merda e na mais absoluta merda física e moral.

E muitos deles, tempos antes da miséria, da fome e da fornalha , tinham grande simpatia por Hitler, tal como um monte de ingênuo, atualmente,  tem pelo Bolsonaro. Esses judeus ingênuos acreditavam, como muitos brasileiros, que o Fürrer os protegeria do comunismo Russo. E tem muito ignorante aqui que ainda não ouviu falar da queda do Muro de Berlin! 

Contudo, você não é ingênuo; não passa de um ignorante metido a inteligente.

Na verdade , não passa de um pobre coitado…

Talvez com medo do comunismo ou com raiva da simpatia que o Lula demonstrava pela causa Palestina, não é? 

Da minha parte, apenas estou comemorando um ato processual legal; que só não chamo justo pela demora !

Viva a Democracia e parabéns ao Lula!

Quanto a você descerebrado , até posso vir a morrer na merda , mas não vivi na merda como  você…

E também nunca fui , não sou e jamais serei um merda  que nem sequer é capaz de conviver com quem pensa diversamente…

Rubens Anusiewicz Rubwicz; eu que como merda?

Meu caro, não fui eu quem comeu o teu cérebro…

Por fim, não adiantava se fantasiar de S.W.A.T, você na PC nunca passou de um policial cuzão se julgando mais realista do que o rei.  Aliás, dedicado muito mais ao bico, né?

BAEP de Sorocaba é mais perigoso que o PCC – Deus nos livre desse tipo de PM, melhor ser amigo de bandido…Pior: Tenente comandou o latrocínio e matou o empresário 14

PMs de SP são suspeitos de matar com tiros de fuzil empresário que tentava pedir socorro

Rogério PagnanSÃO PAULO

“E aí, rapaziada, a Rota está lá. Se Deus quiser, esses vagabundos vão morrer hoje”, comemorou, em áudio, um morador de Mairinque (SP) na noite da última sexta (26) quando soube que a Polícia Militar chegava para salvar uma família cuja propriedade rural havia sido invadida por homens armados.

Minutos depois, porém, as comemorações no grupo de WhatsApp deram lugar à tristeza, incredulidade e revolta. Nenhum dos invasores havia sido preso e, pior, a única pessoa morta pelos policiais militares era o dono da propriedade invadida, o empresário Rinaldo Magalhães, 55, o Ninão, morto com tiros de fuzil.

“A família foi orientada a procurar a Corregedoria da Polícia Militar, a Ouvidoria da Polícia, a Secretaria da Segurança Pública. Isso não pode ficar impune”, reclamou outro integrante do grupo, conforme a série de mensagens obtidas pela Folha.

A Corregedoria da Polícia Militar acompanha o caso e pode avocar as investigações conduzidas pelo batalhão da PM da região. Os policiais foram liberados, mas, segundo a Folha apurou, podem ser presos se as suspeitas se confirmarem ao longo das investigações. Eles foram afastados dos trabalhos de rua.

A investigação apura ainda se o grupo que invadiu a propriedade da vítima, que os vizinhos pensaram inicialmente se tratar de criminosos, seria formado por PMs que agiram sem mandado, à noite, sem identificação, atrás de uma falsa denúncia de tráfico de drogas, e que, durante a ação, também teriam torturado a dona da casa, Sandra, mulher de Ninão, para obter informações sobre as drogas.

empresário segura copo de bebida
O empresário Rinaldo Magalhães, 55, morto em suposto confronto com policiais militares; família diz que homem foi morto quando tentava pedir socorro – Arquivo pessoal

A operação policial sob suspeita ocorreu na sexta por volta das 20h30.

Rinaldo estava em casa com a mulher e uma filha quando um homem, que se identificou como Paulo, chamou a vítima ao portão. Acreditando ser o jardineiro da propriedade, que também se chama Paulo, o portão foi aberto, mas, no lugar do funcionário, entrou o grupo de homens armados.

Certo de que se tratava de um roubo, Magalhães correu para o veículo dele, uma Pajero TR4 blindada, e saiu em busca da ajuda. A filha fugiu para o mato, restando apenas a mulher de Ninão, que se trancou dentro de casa. A porta foi arrombada pelos invasores.

Segundo relatou a amigos e parentes, Sandra percebeu haver algo errado quando os homens passaram a perguntar onde estava a droga. Com suas negativas, ela passou a ser agredida com tapas, chutes e xingamentos, até passarem a utilizar sacos de plástico na cabeça dela –para tirar-lhe o ar. Foi em meio a essa sessão de tortura, segundo contou aos amigos, que os homens teriam afirmado serem policiais.

A família guarda em sigilo o nome de uma testemunha que acompanhou a sequência de agressões contra Sandra. A pessoa estava na casa com a patroa e teria corrido para debaixo de uma cama momentos antes da invasão e acabou não sendo descoberta pelos homens armados.

Vista de propriedade rural em Mairinque
Vista da chácara Bando de Loucos, onde família da vítima mantém uma marina – Arquivo pessoal

Enquanto Sandra era agredida, Rinaldo chegava à casa de um vizinho, para quem contou o que estava acontecendo e a quem pediu para chamar a PM. O empresário afirmou que iria tentar ajuda de policiais com o próprio veículo. Ele encontrou uma viatura, mas o resultado foi o pior possível.

Não se sabe ao certo o que aconteceu, por falta de testemunhas. A única versão, por ora, é aquela contada pelos PMs, mas amigos e parentes dizem considerá-la uma fraude.

De acordo a versão dos PMs, eles estavam na região para averiguar uma denúncia de tráficos de drogas e armas quando “se envolveram em um confronto armado com um infrator que faleceu”.

Ainda segundo os policiais, eles estavam em patrulhamento quando viram um carro se aproximar, a TR4 branca, características que se encaixam em uma denúncia recebida momentos antes, de que estaria transportando drogas e armas naquela região.

Mesmo à noite, e, em tese, com os faróis acessos, os policiais afirmam ter percebido que no outro veículo “um indivíduo segurava o volante e apoiava uma arma em suas mãos”.

Disseram ainda que quando emparelharam com carro, “observaram que o motorista apontava a arma contra a viatura”. “Momento em que o cabo Ricardo deu dois disparos com sua pistola .40 e cabo Santos disparou com seu fuzil 762”, diz trecho do boletim de ocorrência.

O veículo, ainda versão dos PMs, movimentou-se por cerca de três metros à frente. Os policiais, então, desembarcaram e se protegeram atrás da viatura.

“Nesse momento, o condutor do Pajero TR4 desceu com a arma em punho efetuando múltiplos disparos em direção ao tenente Estevan e soldado Miranda. Para defesa da equipe, o primeiro-tenente Estevan efetuou disparo com seu fuzil calibre 556 e o soldado Miranda efetuou dois disparos com calibre 762”, disseram os policiais.

carro de homem morto pela polícia
Marcas de sangue no veículo do empresário Rinaldo Magalhães, morto em suposto confronto com policiais militares – Arquivo pessoal

Após ser baleada, ainda segundo a versão oficial, a vítima caiu no chão e, ao lado do corpo, sua arma, uma pistola Taurus, calibre 765.

Magalhães foi socorrido e levado ao Hospital de Mairinque e, segundo a polícia, “não resistiu”. “Os policiais militares passam bem e não foram feridos”, diz o governo paulista.

“Dentro da chácara, em que estava uma mulher, foram localizadas duas armas, carregador de pistola e munições. No total foram apreendidas três armas, com a numeração raspada, incluída a de posse do homem morto, que já respondeu a outros procedimentos criminais”, diz nota do governo paulista.

Parentes e amigos afirmam que as armas foram plantadas e que Ninão nunca andou armado, muito menos as guardava dentro de casa.

É fato que a PM de Minas Gerais é técnica e juridicamente pouco eficiente, também é fato que foi infectada pelo vírus bolsonarista, agora verificar que um Delegado Federal é incapaz de diferençar um crime de uma ironia é preocupante…Quanto ao povão que pensa que a conduta do rapaz se assemelha à do deputado preso, parece que falta mesmo inteligência aos bolsonaristas…Enquanto sobra a má-fé nessa gente de bem… 8

Jovem é preso após publicação sobre visita de Bolsonaro a Uberlândia

João Reginaldo postou: “Gente, Bolsonaro em Udia amanhã… Alguém fecha virar herói nacional?”‘. Texto foi considerado incitação e ameaça

Nathalia Kuhl

04/03/2021 19:25,atualizado 04/03/2021 19:53O presidente da RepúblicaRafaela Felicciano/Metrópoles

A Polícia Militar prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (4/3), um jovem de 24 anos que fez algumas postagens referentes à visita do presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem partido), a Uberlândia (MG). Tudo ocorreu após a corporação considerar que João Reginaldo da Silva Júnior teria incitado a prática de crime contra a segurança nacional.

Policial bolsonarista ou é inimigo de si próprio , do povo e da Democracia ou é bandido… 14

Policiais prestes a desembarcar do governo Bolsonaro

Publicado em Vera BatistaServidor

Forças de segurança em estado de alerta e mobilização permanente. A questão principal da indignação é a aprovação da PEC Emergencial pelo Senado, com protocolos de contenção de despesas públicas e uma série de medidas em caso de descumprimento do teto de gastos, com regras que limitam o aumento das despesas da União à inflação do ano anterior, como contrapartida para o auxílio emergencial

Foto: Diap

Por meio de nota, a União dos Policiais do Brasil (UPB), destaca que, diante da medida “não resta outra alternativa a não ser a adoção de estado de alerta e mobilização permanente”.

“Ao encaminhar um projeto chantagista ao Congresso Nacional e ao determinar a rejeição de destaque que visava a evitar danos substanciais aos policiais civis e demais profissionais de segurança pública, atuantes na linha de frente no combate a pandemia e cujo trabalho vem sendo feito de forma ininterrupta ao longo desta profunda crise sanitária pela qual passamos, o governo federal demonstrou que não cumpre e nem pretende cumprir as promessas de valorização dessas categorias e de desenvolvimento do setor”

Veja a nota:

“Considerando da aprovação da PEC emergencial pelo Senado Federal, a União dos Policiais do Brasil (UPB), em face dos graves prejuízos ao serviço público e em especial à segurança pública, lamenta mais uma vez o descaso do governo federal com os servidores do país, dentre eles os policiais brasileiros.

A emergência que o país vive é a da necessidade por vacinas e o auxílio aos mais necessitados e não a demonização do serviço público, por meio do congelamento de direitos e de estrutura que poderá chegar a 15 anos, afetando diretamente a população mais carente desses serviços, indo na contramão de um de atendimento de qualidade e eficiência à sociedade.

A atuação dos servidores públicos é essencial ao povo brasileiro, e está presente em todos os cantos do país, onde a iniciativa privada não pode ou não tem o interesse de chegar, levando, entre outros serviços, saúde, educação e segurança a toda população.

Ao encaminhar um projeto chantagista ao Congresso Nacional e ao determinar a rejeição de destaque que visava a evitar danos substanciais aos policiais civis e demais profissionais de segurança pública, atuantes na linha de frente no combate a pandemia e cujo trabalho vem sendo feito de forma ininterrupta ao longo desta profunda crise sanitária pela qual passamos, o governo federal demonstrou que não cumpre e nem pretende cumprir as promessas de valorização dessas categorias e de desenvolvimento do setor.

Com tal medida, não resta outra alternativa a não ser a adoção de estado de alerta e mobilização permanente, a fim de combater o desmonte econômico, social e profissional que vem sendo imposto ao serviço público e a toda segurança pública brasileira.

ABC – Associação Brasileira de Criminalística
ABPC – Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística
ABRAPOL – Associação Brasileira dos Papiloscopistas Policiais Federais
ADPF – Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal
ADPJ – Associação Nacional dos Delegados de Polícia Judiciária
AGEPPEN-BRASIL – Associação Nacional dos Agentes Penitenciários do Brasil
AMPOL – Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil
ANAPF – Associação Nacional dos Policiais Federais Aposentados e Pensionistas
ANEPF – Associação Nacional dos Escrivães Polícia Federal
ANEPOL – Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Civil
ANSEF – Associação Nacional dos Servidores da Polícia Federal
APCF – Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais
CENTRAPOL – Central Única Nacional dos Policiais Federais
COBRAPOL – Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis
FENADEPOL – Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal
FENAGUARDAS – Federação Nacional de Sindicatos de Guardas Municipais do Brasil
FENAPEF – Federação Nacional dos Policiais Federais
FENAPERÍCIA – Federação Nacional dos Peritos Oficiais de Natureza Criminal
FENAPRF – Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais
FENASSE – Federação dos trabalhadores no sistema socioeducativo
OPB – Ordem dos Policiais do Brasil
SINDEPOL/DF – Sindicato dos Delegados de Polícia Federal no DF
SINDIPOL/DF – Sindicato dos Policiais Federais no DF
SINPOL/DF – Sindicato dos Policiais Civis do DF

Delegado de Ribeirão Pires fala sobre as falsas acusações de assédio moral e suposta exposição de policiais civis a risco de infecção pelo Covid 15

Delegado de RP fala sobre acusações de assédio e descumprimento de protocolos

Doutor Wagner Milhardo negou perseguir sua equipe e afirmou que denúncias não são verídicas

Delegado titular de Ribeirão Pires, doutor Wagner Milhardo

Imagem:Foto: Divulgação

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Por Thainá Maria
19/02/2021 09:43:49

O delegado titular de Ribeirão Pires, doutor Wagner Milhardo, tem sido alvo de acusações de assédio moral e descumprimento dos protocolos vigentes em razão da pandemia do novo Coronavírus. Os relatos ganharam repercussão ao longo desta semana, após jornais da região publicarem a denúncia supostamente feita por policiais do DP da Estância.  

A Folha procurou Milhardo, na tarde da última terça-feira (16), para questioná-lo a respeito dos episódios mencionados pelo então denunciante. O delegado aceitou falar sobre as acusações sofridas e afirmou tratar-se de histórias criadas por alguém que não concorda com sua permanência no cargo. 

Em relação ao episódio em que ele estaria perseguindo integrantes de sua equipe que não concordassem com suas ordens ou opiniões, o delegado afirmou que, ao longo desses dois anos a frente da Delegacia da Estância, sempre tratou os funcionários igualmente, prezando sempre pela humanização em seu relacionamento com os demais policiais e prestadores de serviços. “Muito pelo contrário, eu trato todos igualmente. Sem distinção de cargo.”  

Perguntado sobre a questão de não exigir o uso da máscara nas dependências da Delegacia, Milhardo foi enfático em afirmar que, desde a publicação do decreto estadual, sempre cumpriu e forneceu os equipamentos necessários para barrar a disseminação do vírus, implantando medidas no atendimento ao público, na apresentação de ocorrências feitas por policiais militares ou guardas municipais.  

“Independente das minhas crenças ou opiniões, eu jamais chegaria para a minha equipe e falaria o que estão divulgando nesses jornais, que a pandemia é uma conspiração, impedindo-os de usar máscara. Eu não tenho autoridade para impor essas questões pessoais”, afirmou. 

Enquanto era entrevistado por nossa equipe, Milhardo recebeu um dos policiais com quem trabalha diariamente. O investigador fez questão de afirmar a Folha que, em nenhum momento, recebeu ordens ou incentivo para ignorar os protocolos da pandemia ou sofreu qualquer tipo de assédio.  

A denúncia anônima ainda utiliza uma fotografia publicada pelo delegado em sua página particular nas redes sociais, como uma suposta prova, em que ele aparece sem máscara ao lado de sua equipe após a “Operação Motoboy”, deflagrada no último dia 22 – que chegou a ser intitulada de “operação midiática”, sem objetivos claros.  

Wagner Milhardo explicou que as operações, que tornou-se uma das marcas de seu trabalho na cidade, são ordens que vêm de seus superiores, que querem uma Polícia Civil mais participativa e presente nas ruas. “Todas as operações são comunicadas previamente ao delegado seccional, e possuem metas. Elas costumavam ser semanais, mas precisaram ser interrompidas em razão do aumento do número de casos da Covid-19”. 

“Estávamos sem máscara porque havíamos concluído a operação e estávamos felizes, por isso tiramos e fizemos a foto. Nos reunimos para ir até um restaurante almoçar após o término das atividades, que aconteceu em grupos de quatro pessoas em pontos diferentes. Eu não obriguei ninguém a tirar a máscara naquele momento”, reiterou a respeito da fotografia.  

O delegado ainda aproveitou a oportunidade para lembrar que, devido a união sua equipe e as operações – como a deflagrada na última segunda-feira (16), que resultou na captura de quatro foragidos e no cumprimento de um mandado de prisão -, Ribeirão Pires conseguiu resultados significativos como a redução dos principais indicadores criminais e a primeira colocação no quesito produção policial entre as delegacias da Seccional de Santo André. 

“Em nenhum momento esses jornais me procuraram para ouvir o que eu tinha a dizer”, finalizou Milhardo.

http://folharibeiraopires.com.br/detalhes_noticia.php?q=33827

Delegados denunciados no ABC: um por trabalhar demais outro por se manter em permanente isolamento funcional 26

Policiais civis denunciam dois delegados do Grande ABC 

 

Reclamações são sobre faltas em plantões e incentivo a descumprir normas sanitárias

Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

16/02/2021 | 07:00

Policiais civis denunciaram a conduta profissional de dois delegados do Grande ABC, sendo o plantonista do 2º DP (Camilópolis) de Santo André, Fabiano Gagliato, que estaria deixando seu posto de trabalho para realizar atividades pessoais, e o titular da delegacia sede de Ribeirão Pires, Wagner Milhardo, que teria incentivado os profissionais a contrariarem as medidas sanitárias contra a Covid. Os denunciantes procuraram o Diário na condição de anonimato, pois temem represália.

No caso do Gagliato, a denúncia é a de que o profissional estaria deixando os plantões, em seu horário de expediente para participar de programa de rádio, além de usar o cargo para realizar serviços particulares. “Ele pede para investigar coisa de amigos. Faz reunião, almoço e café com políticos e, além disso, se preocupa tanto em fazer favores que esquece de oficializar flagrantes e até registra ocorrência errada”, afirmou um dos policiais.

O outro denunciante conta que a delegacia, nos plantões de Gagliato, fica “a ver navios”, e reclama da conduta agressiva do delegado. “Temos de fazer tudo, mas há certas funções que competem somente ao delegado e ele nunca está na delegacia disponível em pleno plantão”, reclamou o profissional. “Ainda acha ruim se a gente cobra ele de algum serviço”, complementou.

Já no caso de Ribeirão Pires, a denúncia é relacionada à falta de cumprimento das medidas sanitárias para evitar contágio da Covid. Segundo os policiais, o delegado incentiva os funcionários a não usar máscaras e publica fotos de ações com todos os profissionais envolvidos nas operações sem a devida proteção. Além disso, os denunciantes afirmam que Milhardo diz que a pandemia seria “conspiração”. “Ele impõe que os policiais tomem atitudes contrárias dos cuidados sanitários. As pessoas têm medo dele, e fazem”, afirmou um dos denunciantes.

“No dia 22 de janeiro ele convocou policiais de serviço e outros que estavam de folga para fazer operação bloqueio sem objetivos claros. Durante essa ação, que foi realizada ao meio-dia, nenhum dos policiais usava máscaras, porque o líder deles, o delegado Wagner Milhardo, não acredita na existência dessa doença”, afirmou outro policial.

“Como resultado já tem dois policiais civis infectados na cidade. Os policiais não concordam com essas operações midiáticas dele, mas ele é vingativo e persegue quem discorda dele”, reclama o denunciante.

O caso de Milhardo foi levado até mesmo para a ouvidoria da polícia. Em nota, a entidade afirma que “todas as denúncias de infrações disciplinares são encaminhadas aos órgãos responsáveis pelas apurações e que, diante da reclamação da delegacia de Ribeirão Pires, as denúncias recebidas foram encaminhadas à Corregedoria da Polícia Civil”.

Questionada, a SSP (Secretaria da Segurança Pública) informou que as reclamações de ambos os casos serão analisadas disciplinarmente. Os delegados foram ainda intimados a prestar esclarecimentos quanto às denúncias. Em relação a Milhardo, a SSP informou, por meio de nota, que a Delegacia Seccional de Santo André, responsável por Ribeirão Pires, conforme determinações do governo do Estado, orienta a todos os seus subordinados para a adoção dos cuidados necessários contra o coronavírus. “Não houve afastamento por infecção da Covid-19 na Delegacia de Ribeirão Pires”, pontuou a pasta

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Diante do deputado musculoso, policial solitária teve reação mais acertada

Deputado Daniel Silveira discute no IML - Reprodução de vídeo
Deputado Daniel Silveira discute no IML Imagem: Reprodução de vídeo

Chico Alves

Colunista do UOL

17/02/2021 19h39

Foram muitas as reações desde que o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) postou nas redes sociais o vídeo em que despeja ameaças e xingamentos a ministros do Supremo Tribunal Federal, além de fazer apologia ao AI-5.

Alexandre de Moraes determinou prisão em flagrante; os parlamentares da Câmara debatem se ratificam ou não a punição e a Procuradoria-Geral da República denunciou Silveira por agressão, incitação à violência e outros crimes.

Todas essas reações dão margem a controvérsias.

A ordem de Moraes detonou discussão sobre se é possível ou não aplicar o conceito de flagrante a um mandado de prisão daquela natureza.

O debate entre os deputados oscila entre a condenação ao comportamento de Silveira e o receio de que a decisão de Moraes permita punições arbitrárias aos políticos.

A denúncia da PGR chega com atraso, diante do extenso cartel de barbaridades praticadas pelo pesselista marombado.

Partiu de uma solitária policial que cumpria plantão na portaria do Instituto Médico Legal do Rio a atitude mais acertada diante das bravatas do brutamontes.

Como costuma fazer em outros recintos, o negacionista Silveira tentou entrar sem máscara contra a covid-19 para fazer exame de corpo de delito, antes de seguir para a prisão.

Ante o pedido da policial civil para que colocasse a máscara, o deputado alegou que tem “dispensa”. A mulher não aceitou a alegação: “Aqui dentro não tem dispensa”.

E prosseguiu: “Para a nossa proteção e para a sua, mas aqui dentro tem que usar máscara”.

O deputado insiste e a policial repete: “Não existe dispensa”, diz ela.

Silveira se exalta “Não existe? Não? Eu faço o quê? Rasgo? A senhora não manda em mim não”.

A partir daí, sob o olhar complacente do delegado federal que o escoltava, o parlamentar passa a discutir com a mulher. Por vezes, faz menção de avançar em direção a ela e é contido.

Diz que a servidora é “militante petista”, que quer “fazer espetáculo”, avisa à agente que “não está falando com vagabundo não”, solta vários palavrões e provocações.

A policial, no entanto, foi inflexível. “Aqui dentro tem que usar máscara, senhor”, foi a frase mais repetida por ela, em voz tranquila. Também disse a ele algumas vezes: “Respeita a casa”.

Depois de muito esbravejar, Daniel Silveira finalmente colocou a máscara.

Em nenhum momento a mulher pareceu intimidada com o tom agressivo do deputado.

Sem qualquer alarde, a policial cumpriu o seu dever e obrigou o parlamentar musculoso a cumprir as regras de civilidade de uma forma mais instantânea que o ministro do STF, a Comissão de Ética da Câmara ou a PGR.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

Beneficência…Pura! – Nova modalidade de jogatina invade a Baixada Santista 20

A necessidade é a mãe da invenção, tanto é verdade que para evitar aglomerações e contatos entre pessoas muitas atividades pararam de funcionar ou se acham limitadas…

Mas eis que nos bares e padarias das periferias os antigos televisores, que antes faziam a alegria da freguesia em dia de jogo, foram adaptados para apostas em diversas modalidades esportivas e loterias locais.

Assim, quem não pode mais bater um bilhar com os amigos faz uma doação via maquininha “célio” e aguarda a adrenalina subir olhando pra tela; ninguém sabe ainda quem explora…

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