
Autor: Flit Paralisante
Como dizem: A COBRA MAIOR SEMPRE ENGOLE A MENOR… Parabéns Ministro Alexandre de Moraes!…Será que o Janot recorrerá para a Corte Interamericana dos Direitos Humanos ou baixará enfermaria pedindo penico? 19
Além de determinar busca e apreensão, Moraes proibiu Janot de se aproximar de ministros e do STF
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, não só determinou busca e apreensão na casa do ex-procurador-geral Rodrigo Janot, como mostrou a Folha, como também o proibiu de “aproximar-se a menos de 200 metros de qualquer um dos ministros desta corte, bem como impedir seu acesso ao prédio sede e anexos deste tribunal”.
Na decisão a que o Painel teve acesso, Moraes autoriza a medida por entender que, nas entrevistas concedidas por Janot, há elementos que podem tipificar “incitação ao crime”. O ex-procurador afirmou à Folha e outros veículos que entrou armado no STF para assassinar Gilmar Mendes.
Para Moraes, o quadro relevado nas entrevistas do ex-procurador é “gravíssimo”.
“Sugere que aqueles que não concordem com decisões proferidas pelos ministros desta corte devem resolver essas pendências usando de violência, armas de fogo e, até, com a prática de delitos contra a vida”, escreve Moraes.
O ministro do STF afirma ainda que viu requisitos para a busca e apreensão porque as declarações de Janot “sinalizam a necessidade da medida para verificar a eventual existência de planejamento de novos atos atentatórios ao Ministro Gilmar Mendes e as próprias dependências do Supremo Tribunal Federal”.
Moraes ainda determinou a suspensão do porte de arma do ex-procurador e autorizou a PF a analisar o material apreendido e a tomar o depoimento de Janot.
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Achei muito correta a decisão de apreensão das armas do Dr. Janot, aparentemente ele não está muito bem emocionalmente.
Certamente não vai matar ninguém, mas poderia cometer suicídio diante da repercussão do desabafo.
Se verdadeiras as suas falas, obviamente!
Pode ter sido mera fanfarronice para fazer mídia e vender livro…
Vexaminoso!
Por fim, como disse o Dr. Lellis – Desembargador do TJ-SP – perante magistrado promotor é somente discípulo; a maioria – digo eu – fazendo papel de Judas!
‘Fui a mais velórios do que gostaria’, diz policial sobre suicídio de agentes 2
Pesquisa mostra que na Polícia Civil de SP, suicídio é a maior causa de vitimização; na PM, é a segunda
O delegado Flavio Katinskas, 52, carrega a culpa por não ter percebido que a colega com quem trabalhava todos os dias ia se suicidar. A delegada Maria Cássia Almagro Mezzomo, 54, combativa com o crime organizado, desafiou o PCC, mas não se livrou do desgaste mental.
“Como policial, me sinto impotente. Tentamos diminuir o sofrimento dos outros, de quem nos procura, mas não conseguimos acudir uma pessoa amiga que passa por um drama pessoal”, diz.
É que ela vestia a típica capa de durona, conta Katinskas. “Tratar de aflições pessoais em ambiente profissional era proibido. Não combina com a atividade.” Mas foi uma somatória. “A questão econômica, de salário, a distância do filho e do neto [que moravam nos EUA], junto ao fato de que o policial é condicionado a ter um comportamento, como se certas coisas não o atingissem.”
Maria Cássia fez tratamento psicológico particular, mas não teve auxílio da Polícia Civil, segundo o colega.
O caso dela é retrato de uma epidemia. Dados divulgados nesta quarta-feira (25) pela Ouvidoria da Polícia de São Paulo mostram que o suicídio é a maior causa de vitimização de agentes na Polícia Civil do estado e a segunda na Polícia Militar —perde apenas para homicídio dos agentes na folga.
Entre 2017 e o ano passado, 78 policiais tiraram a própria vida. Destes, 17 eram policiais civis da ativa. Tendo em vista um efetivo de 28 mil agentes, a taxa de suicídio nesse grupo é de 30,3 a cada 100 mil habitantes. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma taxa de 10 a cada 100 mil já pode ser classificada como epidêmica. Ou seja, o suicídio na corporação é três maior do que o aceitável.
Se comparada a taxa média de suicídio das duas polícias (PM e Civil) em São Paulo (23,9 por 100 mil) com a do restante da população brasileira (5,8 por 100 mil), os policiais se suicidaram em uma proporção quatro vezes maior do que a população em geral.
Apesar disso, a Polícia Civil não tem um programa de auxílio e saúde mental. A corporação conta apenas com duas psicólogas e duas assistentes sociais.
“Precisa começar do zero. Existe uma negligência”, diz o ouvidor Benedito Mariano. Para ele, o problema é agravado pelo sucateamento da corporação, que tem déficit de cerca de 14 mil profissionais, baixos salários e falta de estrutura em delegacias. “Isso dialoga com o estresse do policial, porque tem que fazer o serviço de dois ou três.”
É o dia a dia do delegado Fernando Gonçalves, diretor na Associacão dos Delegados do estado (ADPESP). “Fui a mais velórios do que gostaria, e não por confrontos”, diz, sobre o suicídio de colegas.
Quem atua nas delegacias “tem que aprender a trabalhar com pessoas doentes”, conta ele, que é professor da Acadepol, a academia dos policiais civis no estado. Por lá, não há aulas sobre saúde mental no curso de formação dos agentes.
Nos dez DPs pelos quais Gonçalves passou, pelo menos um colega de equipe tinha problemas psiquiátricos. “O que mais se vê são os sinais: alcoolismo, insônia, obesidade, vício em Rivotril”, diz.
Numa delas, um investigador não podia mais usar arma e outro não podia dirigir. Ele mesmo já chegou a alucinar à noite: ora ria, ora chorava, no meio do sono. Mas não procurou tratamento.
Outro agente, que prefere não se identificar, relata que toma antidepressivo há quatro anos. “Depois de me envolver numa ocorrência de homicídio em decorrência de intervenção policial, sequer tive acompanhamento psicológico ou psiquiátrico.”
Com carreira de 17 anos na corporação, ele conta que procurou ajuda sozinho, “pois a instituição nunca quis saber como me sinto”. Ao contrário, diz, “me colocam em posto com maiores responsabilidades e cobranças”.
Segundo a pesquisa, existem algumas causas principais para o suicídio de policiais. A primeira é o estresse inerente à função; depois vem a falta de suporte de serviço de saúde mental; a depressão; os conflitos institucionais, como o assédio moral; os conflitos familiares e problemas financeiros; o isolamento social, a rigidez e a introspecção; e, por fim, o fácil acesso a armas de fogo.
Em 85% dos casos, o policial usou arma de fogo para se suicidar, ainda segundo a pesquisa.
A ouvidoria levou o estudo ao coronel Marcelo Vieira Salles, que comanda a PM, ao delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, e ao gabinete do governador João Doria (PSDB).
O texto faz recomendações de políticas de segurança pública que reduzam o índice, entre elas o aumento do piso estadual da categoria e o aumento do efetivo da Polícia Civil. Na corporação, também se propõe a criação de um programa de saúde mental, com contratação de ao menos 140 psicólogos.
No caso da PM, é preciso ampliar o programa já existente —a corporação conta com um Caps (Centro de Atenção Psicossocial), 35 Naps (Núcleo de Atenção Psicossocial) e oito psiquiatras. Como a estrutura atinge só 35% das unidades da PM no estado, o relatório sugere a instalação de mais 75 Naps, para cobrir praticamente todos os batalhões.
Outra ideia é incluir no curso de formação cerca de 80 horas de disciplina de saúde mental, assim como no estágio anual de aperfeiçoamento. O assunto também deveria ser abordado, diz o texto, nas preleções diárias nas unidades.
De acordo com Mariano, as propostas foram bem recebidas pelos comandos. O coronel Salles, da PM, prometeu colocá-las em prática.
O governador que todo policial imbecil quer: Wilson Witzel trata dos seus PMs como indigentes
Peritos da PM-RJ recebem oficiais entre esgoto, ratos, baratas e até jacarés
Contêiner em que policiais passam por exames de afastamento do trabalho tem condições insalubres
Dias atrás, vira-latas guardavam a entrada do contêiner onde policiais militares do Rio de Janeiro passam pela perícia que lhes garante licença médica por problemas de saúde. Os caninos não são os únicos animais do pedaço. Por lá já se viu baratas, ratos e até jacarés à espreita.
O reino animal é só um dos problemas detectados por médicos e pacientes. O contêiner, uma estrutura em geral utilizada para transporte de cargas, tem uma única saída. Não há esgoto ou extintores de incêndio, segundo relatos de frequentadores ouvidos pela Folha, ratificados por fotos enviadas por eles.
A Seção de Perícias Médicas foi transferida há cerca de dois anos para o Cefap (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças), em Sulacap, na zona oeste carioca. O novo local fica a 23 km (quase duas horas de transporte público) do anterior, o Hospital Central da PM, no centro da cidade.
Profissionais desconfiam que foram removidos dali após reportagens da imprensa local estamparem cenas de vários PMs enfileirados, à espera do encontro com os médicos. Alguns chegavam a dormir na fila para garantir o atestado.
Isso escancararia a fragilidade do batalhão, sobretudo do ponto de vista psicológico, com casos de estresse e depressão. Em 2018, mais de 1.300 soldados na ativa pediram licença médica, muitos deles com transtornos psiquiátricos.
O acesso a Sulacap é bem mais difícil, o que garante certa blindagem a esse quadro. As imagens do novo ambiente de trabalho recebidas pela reportagem mostram ambulâncias chegando em meio a sacos de lixo e água de esgoto e um paciente com câncer que literalmente enfiou o pé na lama, atravessando uma poça.
Em janeiro, um PM teve de domar um pequeno jacaré com um cone de tráfego. Certa vez, encontraram um rato na geladeira do espaço médico. Oficiais mulheres amamentando, ou oficiais com filhos com alguma deficiência, já apareceram por lá, para horror dos peritos de plantão.
São dois os maiores medos: foco de doenças e um possível incêndio nos moldes do Ninho do Urubu, centro de treinamento do Flamengo que pegou fogo em fevereiro, matando dez jogadores adolescentes. O alojamento era similar: um contêiner com ar-condicionado com uma única porta para saída e entrada.
As condições de insalubridade na unidade policial já geraram denúncias ao Ministério Público do Rio e à Vigilância Sanitária. Nenhuma deu em nada até agora. A inação é atribuída por membros da PM insatisfeitos ao receio de repreender a instituição. Não seria, em suma, um bom vespeiro a se mexer.
No dia 22 de maio, a ouvidoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) enviou seu parecer final a um denunciante que reclamou do “contêiner imundo com ratos e baratas, sem sistema de esgoto e cercado por lama e água suja, colocando em risco a saúde dos policiais militares”.
Resposta: citando uma lei que zela pela “descentralização administrativa que é fundamental para simplificar as ações pertinentes” à inspeção sanitária, a agência diz que a competência é local, e que a queixa tinha sido encaminhada à ouvidoria-geral do SUS, que trataria de repassá-la a um setor adequado. Não se tem notícias de uma resposta.
Questionada pela Folha, a Anvisa reforçou a responsabilidade municipal do caso. Já a Prefeitura do Rio diz que os equipamentos públicos federais e estaduais são desobrigados de alvará, um “cadastro fiscal que regula apenas a atividade econômica a ser desenvolvida no local, sendo, portanto, atribuição de outros órgãos competentes a fiscalização de riscos inerentes àquela atividade”.
A Subsecretária de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses do município diz que nada chegou a eles.
“Ainda de acordo com a legislação”, segundo a prefeitura carioca, “órgãos públicos são isentos de outros licenciamentos, como sanitário. Por isso, vistorias são realizadas em atendimento a denúncias registradas na Central 1746 ou a ofícios do Ministério Público”.
O Ministério Público, por sua vez, diz que não tem como saber se houve retorno ou não à denúncia anônima que lhes foi direcionada, pois não tem o número de protocolo dela.
Procurada pela reportagem várias vezes, por telefone e e-mail, desde segunda (22), a PM-RJ não respondeu até a publicação desta reportagem.
No Brasil, mais policiais se suicidam do que morrem em confrontos 2
Com 104 vítimas no ano passado, suicídio acende alerta sobre a necessidade de as corporações prestarem melhor assistência à saúde mental dos agentes

PMs: os números mostram que o suicídio é a principal causa de morte dos policiais civis paulistas, superando as mortes decorrentes de confronto (Ueslei Marcelino/Reuters)
São Paulo — O número de policiais que cometeram suicídio no Brasil em 2018 (104) foi maior que a quantidade que morreu em decorrência de confronto nas ruas (87), enquanto estavam em serviço.
Para especialistas, o volume de suicídios acende um alerta sobre a necessidade de as corporações prestarem melhor assistência à saúde mental dos agentes.
A Ouvidoria divulgou nesta quarta-feira (25) um relatório em que analisa os suicídios de policiais cometidos no Estado de São Paulo em 2017 e 2018 — os dados nacionais são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgados neste mês.
O órgão chama a atenção para a alta taxa de suicídio entre policiais, que é de 23,9, enquanto no total da população o número é de 5,8 por 100 mil habitantes.
Os números mostram que o suicídio é a principal causa de morte dos policiais civis paulistas, superando as mortes decorrentes de confronto em serviço e de folga. Na Polícia Militar, as autolesões fatais representam a segunda maior causa de morte, atrás dos assassinatos sofridos na folga, mas à frente dos óbitos ocasionados por confrontos em serviço.
“A pesquisa aponta que há necessidade de ampliar o suporte à saúde mental dos policiais em São Paulo”, disse o ouvidor, Benedito Mariano.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais e, portanto, podem ser evitados com o tratamento certo.
O estudo paulista elenca oito fatores que, em conjunto, podem contribuir para esses casos. São eles: estresse inerente à função policial; falta de suporte de serviço de saúde mental; depressão; conflitos institucionais; conflitos familiares e problemas financeiros; isolamento social, rigidez e introspecção; subnotificação de tentativas de suicídio; e fácil acesso a arma.
Os pesquisadores destacam que, corriqueiramente, os pensamentos suicidas estão associados a problemas da saúde mental, como depressão. Mas é o estresse inerente à função policial que é citado com destaque nessa lista de fatores.
“O policial deve começar a lidar com isso já na academia e tem de existir um programa que o acompanhe ao longo da carreira. Não adianta só dar viatura, armamento e uniforme e não cuidar da saúde mental”, apontou Mariano.
A psicóloga Beatriz Brambilla, do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, reforça que não é uma única dimensão que produz a motivação das vítimas.
“A ideia do multicausal é que se possa compreender o fenômeno na totalidade. Então a pessoa que está em sofrimento não está assim por uma questão interna ou porque ela tem uma fragilidade ou inadaptação. Temos de compreender que há questões que são do sujeito, mas que há questões sociais.”
Uma dica aos interessados: Revolta de comerciantes e contraventores de toda a Capital se deve ao fato de um poderoso DEPARTAMENTO exigir trimestralidade adiantada 7
Não é mais quinzena, nem mensalinho , alguns tigres querem pagamento trimestral adiantadamente…
A nossa área é livre, eles rosnam!
Cuidado, Dr. Ruy!
O delegado geral, Ruy Ferraz Fontes, diz que está preocupado com as denúncias de corrupção policial envolvendo policiais civis no Centro de São Paulo.
Policial não é auxiliar – Assine petição em apoio do projeto de Lei Complementar nº 33/19 58

https://secure.avaaz.org/po/community_petitions/OAPP_SP
O Projeto de Lei Complementar nº 33/19, que tramita na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, tem por objetivo conferir justiça e dignidade à carreira dos Auxiliares de Papiloscopista Policiais do Estado de São Paulo.
Por mais de 60 anos*, esses policiais foram denominados de Datiloscopistas Policiais. Acontece que atualmente são classificados como Auxiliares de Papiloscopista Policiais, o que é absolutamente inapropriado, a ponto de desprestigiar tanto os integrantes da carreira quanto a própria instituição.
Não há dúvida de que o termo “auxiliar” é incompatível com o protagonismo da atividade policial. Aliás, essa nomenclatura não é empregada em nenhum dos cargos das polícias militar e federal. E mais, em nenhum outro estado da federação existe o cargo de Auxiliar de Papiloscopista Policial.
Tudo isso demonstra que é fundamental a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 33/19**, para que os Auxiliares de Papiloscopista Policiais do Estado de São Paulo voltem a ser denominados de Datiloscopistas Policiais, em respeito sobretudo ao interesse público.
Fortalecer as carreiras policiais é fortalecer a própria Polícia.
* Em 1925, já havia o cargo de Datiloscopista (Dactyloscopista) da Polícia Civil do Estado de São Paulo: https://uploaddeimagens.com.br/imagens/doe-png-690c51f4-bab2-488b-8471-6259ccbbccfe
** Acompanhe a tramitação do PLC nº 33/19 pelo link: http://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1000263565
MOVIMENTO EM DEFESA DE POLICIAIS DEMITIDOS E EXONERADOS ADMINISTRATIVAMENTE E INJUSTAMENTE, DAS POLÍCIAS MILITARES E CIVIL DE SP 33
AI DR GUERRA:
MOVIMENTO EM DEFESA DE POLICIAIS DEMITIDOS E EXONERADOS ADMINISTRATIVAMENTE E INJUSTAMENTE, DAS POLÍCIAS MILITARES E CIVIL DE SP
Hoje, estamos iniciando uma frente de defesa e mobilização de ex Policiais e Autoridades para ANISTIA E REVISÃO PROCESSUAL, VISANDO A REINTEGRAÇÃO AS INSTITUIÇÕES.
SE VOCÊ CONHECE UM PARCEIRO INJUSTIÇADO, PROCURE-NOS!
GRUPO CORAÇÃO CINZA BANDEIRANTE
(19)991266540
Deputada Estadual Adriana Borgo
#A Luta Muda A Lei

OAB afirma que derrubada de vetos à Lei de Abuso é um passo civilizatório importante 2
COMPROMISSO COM A SOCIEDADE
O Conselho Federal da OAB exaltou a decisão do Congresso Nacional de derrubar nesta terça-feira (24/9) os principais vetos à Lei de Abuso de Autoridade. A entidade classificou a medida como “grande demonstração de independência e compromisso com a sociedade brasileira”.

OAB
Os parlamentares derrubaram 18 dos 33 artigos vetados pelo presidente Jair Bolsonaro. Entre os vetos do Executivo que foram derrubados pelo Legislativo estão a punição de um a quatro anos de detenção, e multa, para quem decretar medida de privação da liberdade em desacordo com as hipóteses legais.
Segundo a OAB, a manutenção, na lei, da criminalização da violação das prerrogativas do advogado é uma vitória histórica da advocacia.
“Mas é, sobretudo, uma conquista da sociedade, já que o advogado, indispensável à administração da Justiça, precisa de instrumentos para que a defesa tenha paridade de armas para que a justiça se realize de forma equilibrada”, diz a Ordem.
Leia abaixo a nota:
O Congresso Nacional deu hoje grande demonstração de independência e compromisso com a sociedade brasileira, ao derrubar os principais vetos à lei de abuso de autoridade.
A Ordem dos Advogados do Brasil agradece, em nome da advocacia, aos deputados e senadores, que confirmaram esse passo civilizatório importante.
A manutenção, na lei, da criminalização da violação das prerrogativas do advogado é uma vitória histórica da advocacia. Mas é, sobretudo, uma conquista da sociedade, já que o advogado, indispensável à administração da Justiça, precisa de instrumentos para que a defesa tenha paridade de armas para que a justiça se realize de forma equilibrada.
Trata-se, portanto, de preservar e garantir o direito do cidadão diante de eventual abuso da força por um agente do Estado. A nova legislação vale para todas as autoridades, seja do Judiciário, do Executivo, ou do Legislativo, e significa a subordinação de todos, inclusive dos mais poderosos, ao império da lei.
A OAB, que tem como missão fundamental a defesa do Estado Democrático de Direito, enxerga nessa importante atualização legislativa um grande avanço para as garantias individuais, para a democracia e para a segurança jurídica.
Diretoria do Conselho Federal da OAB.
Fernando Martines é repórter da revista Consultor Jurídico.
Revista Consultor Jurídico
Sem auxílio psicológico, policiais civis morrem mais por suicídio em SP 9

Resumo da notícia
- Taxa de suicídios de policiais civis em SP é de 30,3 a cada 100 mil
- OMS avalia como epidêmico taxa acima de 10 a cada 100 mil
- Polícia Civil não tem programa para tratar saúde mental de seus agentes
Entre 2017 e 2018, 17 policiais civis do estado de São Paulo tiraram a própria vida. Tendo em vista um efetivo de 28 mil homens e mulheres na corporação, trata-se de uma taxa de 30,3 a cada 100 mil policiais. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), quando se atinge uma taxa de 10 a cada 100 mil, trata-se de uma situação epidêmica. Ou seja, a taxa de suicídio na corporação é três maior do que a aceitável pela OMS.
A taxa de suicídios entre policiais civis é seis vezes maior do que a taxa dos mortos em serviço (5 a cada 100 mil). Os dados foram divulgados pela Ouvidoria da Polícia de São Paulo na manhã de hoje, com o objetivo de apresentar ao estado, com recomendações, para que haja políticas de segurança pública que reduzam o índice.
Apesar de o índice ser alto, a Polícia Civil não tem programa nem suporte para a saúde mental, segundo o ouvidor Benedito Mariano. “Precisa começar do zero na Polícia Civil. O sucateamento dialoga com o estresse do policial, porque tem que fazer o serviço de dois ou três. Existe uma negligência com relação à saúde mental dos policiais civis de São Paulo”, disse.
Carlos*, 48, era investigador na polícia civil. Segundo a pesquisa divulgada hoje, cometeu suicídio em 2018, durante a sua folga, por disparo de arma de fogo contra a própria cabeça. Ele era considerado por pessoas próximas como alguém ansioso. Tinha um relacionamento distante com seus colegas de trabalho e um histórico de descontrole emocional durante as ocorrências.
Segundo o ouvidor, existem sete causas principais para os suicídios dos policiais. “Sempre vai ser mais que uma motivação. Se o estresse é uma das causas, precisa ter programa de saúde mental. Também há transtornos pós traumas, ou de enfrentamentos ou de acidentes, falta de suporte à saúde mental, depressão ou adoecimento mental, conflitos institucionais, conflitos familiares e problemas financeiros, além do isolamento social, rigidez e introspecção.”
Imagem: 8.fev.2018 – Rafael Roncato/UOL
“O policial é treinado para ser guerreiro e forte. Esse preconceito contribui para que o policial não procure ajude, se isole”, afirmou o ouvidor. Em 85% dos casos de suicídios, o instrumento utilizado pelo policial foi a arma de fogo. “Para ele não perder a arma, com que ele faz bico em hora extra, ele deixa de procurar ajuda psíquica, é um outro problema encontrado”, complementou.
No ano passado, por exemplo, um auxiliar de papiloscopia, que atuou na Polícia Civil por 11 anos dos seus 38 de vida, mas que não teve a identidade revelada, se suicidou durante a folga em São Paulo. Francisco*, deu um tiro na própria cabeça. Era bastante reservado no ambiente de trabalho.
Rogério Giannini, presidente do CFP (Conselho Federal de Psicologia), afirmou que o índice da Polícia Civil é “alarmante”. “Se a gente olhar na sociedade como um todo, a gente diria que há um sintoma que mostra que algo não está indo bem. E a polícia faz parte desse sintoma”, pontuou.
Beatriz Brambilla, do CRP (Conselho Regional de Psicologia), disse que “existe uma série de causalidades que produzem o suicídio, mas que não é uma única questão que produz. A gente precisa entender o fenômeno na totalidade. Há questões do sujeito e há questões sociais”.
* Os nomes foram preservados.
Quem é o escrivão que há anos molesta sexualmente mulheres que buscam socorro na Delegacia do Guarujá…Por que tem delegado que finge que nunca soube dos abusos de natureza sexual , mesmo rotineiramente ouvindo relatos de vítimas? 7
Policial suspeito de cometer estupro em delegacia é afastado em SP
Os fatos continuam sendo investigados e os resultados podem causar o afastamento do policial de suas funções, além de sua demissão. Ele não possui mais acesso ao sistema policial, como boletins de ocorrência, onde encontrava celular e endereço das vítimas.
De acordo com o G1, a Corregedoria da Polícia Civil já possui indícios suficientes que comprovem parte dos crimes. O celular do agente foi apreendido e continua sob domínio da investigação.
O policial, segundo as vítimas, aproveitava a presença delas na delegacia para colocá-las em uma sala e mandar fotos de seu pênis ou fazer perguntas obscenas. Ele costumava dizer que estava excitado ou que tinha vontade de sair com elas. Em um dos casos, durante um depoimento, ele chegou a passou a mão por dentro da calça ao dizer para uma vítima que ela era muito gostosa.

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Essa cultura de ficar passando pano para esse tipo de gente só demostra o quanto alguns delegados de polícia amam a própria carreira e a Polícia Civil.
Falta de moral e autoridade, lastimável!
A Polícia Civil não possui recursos para comprar papel higiênico…Tem para comprar fuzis T4 da Taurus ? 17
Taurus vence licitação internacional e irá fornecer fuzis T4 para a Polícia Civil de São Paulo
A Taurus Armas (FJTA3;FJTA4;FJTA5) anunciou nesta terça-feira (24) que irá fornecer fuzis modelo T4, com calibre 5,56 mm NATO, para a Polícia Civil de São Paulo após vencer uma licitação internacional.
Segundo a fabricante de armas, o T4 foi escolhido por atender a todos os requisitos técnicos e apresentar a melhor proposta econômica do mercado. Baseado na plataforma M4/M16, adotada por Forças Militares e países membros da Otan, o fuzil promete ser leve, confiável e de fácil uso e manutenção.
“Vencemos a licitação nas especificações técnicas e nossa proposta foi a metade do preço do concorrente internacional. Isso mostra a nossa competitividade em qualidade e custos”, afirmou Salesio Nuhs, presidente da Taurus.
Taurus vence licitação internacional e irá fornecer fuzis T4 para a Polícia Civil de São Paulo
Denarc completa 32 anos de combate ao tráfico em São Paulo…( Apesar de, infelizmente , alguns que por lá passaram buscarem apenas um pedaço do milionário narcotráfico ) 7
Denarc completa 32 anos de combate ao tráfico em São Paulo
Unidade especializada já retirou das ruas cerca de cinco toneladas de drogas, apenas nos primeiros oito meses de 2019

Reprodução
Déficit na Polícia Civil: investigador e escrivão concentram 70% dos cargos vagos em Franca e região, diz sindicato 5
De acordo com ‘defasômetro’, 120 vagas estão sem serem preenchidas na seccional. Para delegado, regionalização de plantões ameniza sobrecarga de servidores.
Por Rodolfo Tiengo, G1 RIbeirão Preto e Franca
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Os postos que deveriam estar preenchidos por escrivães e investigadores correspondem a 70% do déficit de profissionais da Polícia Civil na área abrangida pela Delegacia Seccional de Franca (SP), segundo o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp).
De acordo com o ‘defasômetro’, 83 dos 120 postos desocupados são de funções ligadas ao registro das ocorrências e às diligências para apuração dos crimes. O número ajuda a alavancar um déficit que hoje chega a 32% na região. Cenário semelhante é constatado em outras seccionais, como a de Ribeirão Preto (SP).
Delegado seccional de Franca desde o início do setembro, Wanir da Silveira Júnior afirma que a abertura de novos concursos não compensa as perdas de funcionários para outras carreiras e para as aposentadorias ocorridas nas últimas duas décadas.
“Este ano e o ano passado foram especificamente os anos em que as pessoas mais saíram da Polícia Civil e a reposição por concursos é bem menor que a saída. Estamos com um déficit muito grande de policiais civis no estado inteiro”, diz.
A ausência desses profissionais, de acordo com o delegado, afeta diretamente os servidores que continuam em atividade.
“Tenho só um escrivão em Pedregulho, que responde por Pedregulho e também por Rifaina. Em todo inquérito policial, em todo procedimento da Polícia Judiciária, ele tem que ir a Rifaina fazer os registros. Ele acaba ficando sobrecarregado”, exemplifica.
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Wanir José da Silveira, delegado na Delegacia Seccional de Franca (SP) — Foto: José Augusto Júnior/EPTV
Déficit de policiais
A seccional de Franca abrange cinco distritos policiais, cadeia pública e delegacias especializadas da cidade, além de unidades em mais 16 municípios: Batatais (SP), Ituverava (SP), Igarapava (SP), Miguelópolis (SP), Guará (SP), Patrocínio Paulista (SP), Pedregulho (SP), Aramina (SP), Buritizal (SP), Cristais Paulista (SP), Itirapuã (SP), Jeriquara (SP), Restinga (SP), Ribeirão Corrente (SP), Rifaina (SP) e São José da Bela Vista (SP).
Nessa área, deveriam estar em atuação 375 profissionais, mas somente 255 são efetivos. Em termos absolutos, os investigadores correspondem à maior quantidade de postos vagos, com 48, seguidos pelos escrivães, com 35. Nessas duas funções, o déficit percentual supera o total da região, com taxas de 38,46% e 36,92%.
Na sequência aparecem os delegados, com 15 cargos em aberto e um déficit de 36,59%. Também estão em falta dez agentes policiais, sete auxiliares de papiloscopistas, quatro papiloscopistas e um agente de telecomunicações.
Silveira Júnior garante que, dentro dessas condições, nenhuma investigação deixa de ser realizada, mas é preciso priorizar os crimes de maior gravidade. “Os casos graves, complexos, de homicídio, roubo, latrocínio, estupro, crimes graves, são prioritários, tanto que esses crimes a gente desloca a investigação para a DIG, que tem condição maior de dar suporte investigativo”, explica.





