Aprovada a Medida Provisória 657 – Os EPA bacharéis em educação física perderam a guerra: Só delegados poderão ser indicados por Presidência para o comando da PF 28

Senado torna mais rigoroso critério para escolha do diretor-geral da PF

Só delegados poderão ser indicados por Presidência para o comando da PF.
Texto exige ainda experiência jurídica ou profissional para ser delegado.

Priscilla MendesDo G1, em Brasília

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (11) medida provisória que cria requisitos para a indicação ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). Pelo texto, criticado por associações de agentes e peritos da PF, somente delegados que estejam no último nível da carreira podem ser indicados pelo presidente da República para o comando do órgão. Para se tornar lei, o texto terá que ser sancionado pela Presidência.

Atualmente, a escolha e exoneração para o cargo é feita livremente pelo presidente da República e qualquer integrante da Polícia Federal, como agentes e peritos, podem ser indicados. O atual diretor-geral, Leandro Daiello Coimbra, é delegado. A proposta aprovada beneficia a carreira de delegado da PF na medida em que determina que os delegados “são responsáveis pela direção das atividades do órgão”

O texto também exige que os candidatos em concurso para delegado federal sejam bacharéis em Direito com três anos de atividade jurídica ou policial. O curso superior já é exigido por uma portaria do Ministério da Justiça, mas não havia necessidade de tempo mínimo de experiência.

As regras impostas pela medida provisória geraram protestos de entidades representativas das demais categorias da Polícia Federal – agentes, escrivães, papiloscopistas e peritos.  Policiais federais chegaram a planejar uma greve geral nas últimas semanas, mas a ministra Assusete Magalhães, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), vetou a paralisação e impôs multa de R$ 500 mil a ser paga pela Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) para cada dia de descumprimento da decisão.

epa

Um Comentário

  1. ISTO SIGNIFICA QUE A POLICIA FEDERAL CONTINUARÁ COMO AS POLICIAS ESTADUAIS.

    E RECEBERÃO ORDENS DO MINISTRO DA JUSTIÇA.= A SERVIÇO DA DILMA DO PT.

    CONTINUARÁ ASSIM !! POLICIAS ESTADUAIS REZAM A BÍBLIA DOS GOVERNADORES.

    E A POLICIA FEDERAL , REZARÁ A BÍBLIA DO PRESIDENTE ( PT ) EM EXERCÍCIO..

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  2. E NÃO SE ESQUEÇAM !!!! A DILMA LOGO INDICARÁ MAIS 05 MINISTROS PARA O STF…

    ESTARÁ COM A FACA E O QUEIJO NA MÃO…………….

    ESTA PARECENDO A DEMOCRACIA DA VENEZUELA E DA BOLIVIA………………..

    MAIS UM POUCO PARECEREMOS COM CUBA, PORQUE O LULA BARBA ELE JÁ TEM………..

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  3. 11/11/2014 10h08 – Atualizado em 11/11/2014 12h18

    ‘Vaquinha’ para agente da Lei Seca do Rio termina nesta terça e será doada
    Valor da indenização (R$5 mil) foi superado; colaboração chega a R$40 mil.
    ‘Tem gente precisando mais do que eu’, disse Luciana Tamburini.
    Gabriel Barreira
    Do G1 Rio

    Luciana exibe registro de ocorrência (Foto: Matheus
    Rodrigues/G1)A agente da Lei Seca Luciana Silva Tamburini, que foi condenada a indenizar o juiz João Carlos de Souza Corrêa por tê-lo parado em uma blitz da Lei Seca em 2011, vai doar todo o valor da “vaquinha” feita na internet para ajudá-la no pagamento da multa. As contribuições terminam nesta terça (11) e devem chegar a R$ 40 mil (com mais de R$ 26 mil já pagos e outros R$ 14 mil prestes a serem depositados). A indenização é de R$ 5 mil, mas a agente vai recorrer a instâncias superiores e espera que a decisão seja revertida.

    A servidora do estado deve receber o valor depois de 15 dias a partir desta terça e está pesquisando instituições que ajudem vítimas de trânsito. O valor deve ser revertido para compras de cadeiras de roda e prótese.

    saiba mais

    Justiça do RJ manda agente da Lei Seca indenizar juiz flagrado sem CNH CNJ analisa conduta de juiz que deu voz de prisão a agente em blitz no Rio “Achei o gesto [da “vaquinha”] bonito, mas graças a Deus tenho família. Tem gente precisando mais do que eu. Na própria Lei Seca tem os cadeirantes que fazem aquele trabalho de conscientização com os motoristas que são parados. Como ouvia deles sobre a necessidade de material, resolvi ajudá-los a viver melhor. Acho [esta doação] bem importante”, resumiu Tamburini.

    Juiz é investigado
    Na segunda-feira (10), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, afirmou que os juízes são pessoas comuns. “Esse é um caso concreto e eu não posso me pronunciar, porque, eventualmente, essa matéria poderá ser examinada pelo próprio Supremo Tribunal Federal. Mas eu quero dizer que o juiz é um homem comum. É um cidadão como outro qualquer”, disse o ministro.

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) analisa a conduta do juiz João Carlos de Souza Correa, no episódio em que o magistrado deu voz de prisão à agente de trânsito, após ser multado em uma blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro, desde o dia 14 de outubro deste ano.

    A blitz da Lei Seca ocorreu na Rua Bartolomeu Mitre, no Leblon, em fevereiro de 2011. O juiz João Carlos de Souza Correa conduzia um Land Rover sem placas e não tinha carteira de habilitação. Luciana Silva Tamburini, na condição de agente de trânsito, informou que o veículo teria de ser apreendido e levado a um pátio. O juiz, por sua vez, exigiu que o carro fosse levado para uma delegacia. Ambos acabaram sendo levados para a 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado. A agente teria dito, na ocasião, que “juiz não é Deus”.

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  4. Departamento Juridico do SIPESP Conquista mais uma Apesentadoria Especial com paridade e integralidade a sindicalizado
    Desta vez foi o sindicalizado Carlos Sotto Freire que conquistou o direito a receber a sua aposentadoria com integralidade e paridade com valores que recebia na ativa.
    Ao contrário das recentes instruções da administração, o Judiciário vem reconhecendo o direito à aposentadoria especial com integralidade e paridade com base na última remuneração do serviço ativo.
    O SIPESP entende que não deve ser aplicada nenhuma interpretação ao texto legal, como vem realizando a Administração Pública e assim disponibiliza aos seus sindicalizados a oportunidade de buscar o Judiciário em prol dos seus direitos.
    Assim como o Sr. Carlos, o departamento jurídico do SIPESP já obteve dezenas de conquistas no Judiciário neste sentido.
    A Diretoria
    2. TJ-SP
    Disponibilização: quinta-feira, 6 de novembro de 2014.
    Arquivo: 328 Publicação: 94
    Fóruns Centrais Fórum Hely Lopes 13ª Vara da Fazenda Pública
    Processo 1033285-17.2014.8.26.0053 – Procedimento Ordinário – Aposentadoria – Carlos Sotto Freire – São Paulo Previdência – SPPREV – Ante o exposto, julgo PROCEDENTE a ação, com supedâneo no artigo 269, inciso I, do Código de Processo Civil para reconhecer direito à aposentadoria com integralidade e paridadede vencimentos em relação à remuneração percebida na ativa. As verbas em atraso deverão ser acrescidas de juros de mora nos termos da Lei 11960/09, aplicando-se correção monetária consoante Tabela Prática do tribunal de Justiça ( INPC). Custas e despesas ex lege. Por força do princípio da causalidade, condeno ainda São Paulo Previdência – SPPREV em honorários advocatícios. A verba honorária fica fixada em 10% sobre o valor da condenação, tudo conforme artigo 20, § 3º, do Código de Processo Civil, em favor da autora, salvo se concedida gratuidade judiciária. P.R.I.C.

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  5. Que boa notícia.
    Sinceramente, reputo essa aprovação altamente virtuosa.
    Claramente, ela não é nenhuma panacéia.
    As coisas no Brasil vão sim de mal a pior.
    E assim caminham por uma conjugação inabarcável de fatores.
    Naquilo que concerne à segurança pública, são de uma clareza diáfana os seguintes aspectos:
    1 – os operacionais precisam ser sim prestigiados;
    2 – eles fazem sim jus a melhores vencimentos. E não à parca remuneração que ora auferem. (Refiro-me aos operacionais de SP. Os agentes da PF ganham muito bem.)
    3 – claramente, eles devem, progressivamente, enfeixar maiores competências. E de modo definitivo. (Não como hoje se dá por intermédio dos cargos de chefia dos quais são dispensáveis “ad nutum”.)
    4 – eles devem exercer posição de comando, sim. Na parte operacional, o policial mais capacitado deve ser o comandante em chefe, seja ele de qual carreira for. O delegado ou quem quer que seja não pode se imiscuir nessa seara.
    De mais a mais, a figura do delegado também deve ser prestigiada: como operador do direito que atua dentro da estrutura policial.
    De qualquer sorte, tudo o que acima vai, sob um prisma digamos mais holístico, é mesmo secundário ou terciário até.
    Nosso país só se tornará uma nação digna de qualificativo quando se desvencilhar dos proselitismos das esquerdas reinantes conjugado ou não com a corrupção patrimonialista sem viés ideológico ( esse praticado por siglas de qualquer matiz).
    Sob os mais variados e sofismáveis pretextos, nosso arcabouço legal vem sendo enfraquecido.
    Cada vez mais, sob os auspícios de uma mentalidade rousseauniana, as altas autoridades dessa nação investem num presumível coitadismo.
    Ninguém deve ser responsabilizado por nada.
    As penas são brandas e nunca cumpridas em sua inteireza.
    Eu não ignoro que os cárceres pátrios são infernais, no mais das vezes.
    Mas, notem: para quem está comprometido com o crime, para quem é do crime, eles são até aprazíveis.
    Chega da edição de leis assim de afogadilho.
    Chega da suposição de que o criminoso, seja de qual estrato for, é uma vítima da sociedade. O Zé Dirceu, lesando o erário – para levar a efeito sua ambição de um estado totalitário -, não é um oprimido.Tampouco o é o Zé das Couves, ao subtrair, de arma em punho e olhos injetados, o celular de uma transeunte que, às cinco da manhã, já se dirigia ao ponto de ônibus para ir trabalhar.
    Tenho apenas seis anos de polícia. Pelo enfoque institucional, é um tempo inexpressivo, eu sei. De qualquer modo, nunca me vi ante um crime famélico.
    Nunca me vi premido a evocar o princípio da insignificância/ bagatela.
    O ladravaz entra no mercado e subtrai uma garrafa de vodca, barbeadores, etc.
    Não um saco de arroz, não um pão.
    Sumamente, a mentalidade vigente tornou o crime um ato heróico.
    Uma completa deturpação dos mais caros valores regentes da civilização judaico-cristã.
    Em 2013, tivemos aquela pantomima junina, com mascarados saindo às ruas, promovendo a barafunda completa, ante uma polícia inerme. Mais uma vez o crime fora incensado.
    Ainda têm o desplante de falar em desmilitarização. Aspiram a uma polícia ainda mais emasculada.
    Muitos se diziam não representados pelas siglas partidárias. Todavia, ninguém se dá ao trabalho de estudar minimamente a política numa aplicação prática e histórica.
    Ignorantes, acabam claro caindo na esparrela, comprando a cantilena de democracia direta e outras enormidades do gênero.
    Não escrevo aqui na qualidade de apologista de um estado opressor e policialesco. Mas defendo sim, e entusiasticamente o estado de direito. Estado no qual haja igualdade perante a lei. Sem a suposição aberrante de que as “minorias” são sempre vítimas. Sem essa de se fazer uma justiça reparativa “ad infinitum”.
    Sejamos, perante os códigos legais, todos iguais, sejamos branco, pretos, amarelos, vermelhos, heteros, homos, ricos, pobres etc, etc, etc.
    Ē chegado o tempo de se estancar o assistencialismo altamente capilarizado, mas sem porta de saída, sem critério.
    Aqui na minha rua, tem um sem-número de mendigos. Alguns deles, evidentemente, padecem de severos transtornos mentais. Dois ou três deambulam por aí, pasmem, há mais de dez, vinte anos.
    Presumivelmente, nunca foram ajudados.
    Quando das passeatas juninas, muitos do revoltosos passaram por eles e…nada.,
    Um assistencialismo que só tenciona granjear simpatias e amealhar votos acaba nisso: preguiçosos, indolentes, macunaímicos, engordando até a obesidade, contando, para tanto, e infinitamente, com as prebendas estatais.
    Quem realmente necessita, todavia, é esquecido numa rua qualquer, de uma qualquer megalópole; num rincão qualquer, do sudeste, nordeste etc.
    Chega de fazer uma aposta comprovadamente despropositada: apostar no estado empresário.
    O designado escândalo do petrolão é fartamente elucidativo. As estatais são e sempre serão sinecuras a serviço do governo de turno.
    Ou alguém supõe que um empresário faria uma transação a exemplo da engendrada no caso pasadena?
    Uma parcela expressiva do eleitorado referendou esse modo de governar.
    Condescendeu com o crime, com o malfeito.
    O fato de ter sido a presidente atual a editar a MP não muda absolutamente nada.
    Um acerto – e isso na minha modesta opinião – não tem o condão de reparar uma miríade inabarcável de erros.
    Não bastasse os crimes numa acepção estrita, essa parcela suficiente do eleitorado preferiu ignorar as alianças espúrias, encetadas no plano diplomático. A maioria com regimes ditatoriais.
    Confrontados com essas realidades, todos invariavelmente saíam com a resposta padrão: – são todos iguais.
    Não, não são. Mas para discerni-los é preciso um empenho mínimo. É preciso honestidade intelectual também.
    O imperioso hoje, e sempre, não é promover uma razia em instituições seculares, é sim mudar essa mentalidade beócia reinante.
    De uma feita, discutindo com um agente da PF, eu lhe disse que, malgrado a edição da MP 657, não voltaria no PT.
    Por seu turno, ele disse exatamente o contrário. Ou seja, malgrado a edição da MP, votaria no PT.
    Qual o significado de evocar essa passagem? Ora, ele não é burro. Sabe exatamente que um partido de esquerda continuará, e para sempre, a manejar esses arroubos de mudança despropositados e calcados em mentiras repetidas obsessivamente. Os agentes acham que o sistema vigente hoje nas polícias judiciárias não serve aos seus anseios – eles dizem que não serve aos anseios da população, mas sabemos se tratar de uma justificativa nobre e…falaciosa. Um partido como o PT trabalhará com isso ad nauseam, ludibriando e incensado os agentes até as tais da loucura.
    Do mesmo modo, o agente aludido intuía que um partido mais ao centro do espectro política poria logo uma pá de cal no assunto.
    Por isso da sua aquiescência com toda a merda reinante em nosso país.
    Dá para perceber o fosso moral havido.
    Sumamente, abolir o inquérito policial; possibilitar que juízes, promotores e delegados sejam eleitos; permitir que promotores presidam o ip e outras medidas correlatas, nenhum delas terá o condão de promover alguma alteração no nosso quadro macabro. A não ser que seja para pior, com o esfacelamento do comando.
    Infelizmente, com ou sem MP, as pessoas continuarão a morrer e a sofrer nesse nosso país continental. A não ser, claro, que haja uma súbita e profunda mudança de mentalidade.

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  6. O problema é a SPPREV cumprir essas decisões judicias,eles pouco se lixam para o que o Judiciário decide,pagam quando quiserem e bem entenderem,isso se pagarem!!

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  7. Gostaria de saber qual o preconceito em relação àqueles que são formados em Educação Física.

    Lembrando que o cargo de Diretor Geral, seja qual for a Instituição, não faz nada relativo ao cargo, apenas a administra. (ou melhor, apenas recebe ordens da respectiva secretaria, ou ministério, e as repassa para os subordinados), entre outras funções.

    O delegado pode ter muito conhecimento jurídico, mas Administrar uma Instituição vai muito além de decorar artigos e jurisprudências.

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  8. VOU FAZER UMA ORAÇÃO AOS DEUSES JUÍZES;

    VOU FAZER UMA ORAÇÃO AOS DEUSES PROMOTORES DE JUSTIÇA;

    VOU FAZER UMA ORAÇÃO AOS DEUSES POLÍTICOS;

    E ASSIM SEGUE A VIDA EM UMA TERRA CHEIA DE DEUSES E SANTOS MAS COM NADA DE JUSTIÇA E MUITA CORRUPÇÃO.

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  9. Dr. Pacheco. disse:
    11/11/2014 ÀS 21:04
    Que boa notícia.
    Sinceramente, reputo essa aprovação altamente virtuosa.
    Claramente, ela não é nenhuma panacéia.
    As coisas no Brasil vão sim de mal a pior.
    E assim caminham por uma conjugação inabarcável de fatores.
    Naquilo que concerne à segurança pública, são de uma clareza diáfana os seguintes aspectos:
    1 – os operacionais precisam ser sim prestigiados;
    2 – eles fazem sim jus a melhores vencimentos. E não à parca remuneração que ora auferem. (Refiro-me aos operacionais de SP. Os agentes da PF ganham muito bem.)
    3 – claramente, eles devem, progressivamente, enfeixar maiores competências. E de modo definitivo. (Não como hoje se dá por intermédio dos cargos de chefia dos quais são dispensáveis “ad nutum”.)
    4 – eles devem exercer posição de comando, sim. Na parte operacional, o policial mais capacitado deve ser o comandante em chefe, seja ele de qual carreira for. O delegado ou quem quer que seja não pode se imiscuir nessa seara.
    De mais a mais, a figura do delegado também deve ser prestigiada: como operador do direito que atua dentro da estrutura policial.
    De qualquer sorte, tudo o que acima vai, sob um prisma digamos mais holístico, é mesmo secundário ou terciário até.
    Nosso país só se tornará uma nação digna de qualificativo quando se desvencilhar dos proselitismos das esquerdas reinantes conjugado ou não com a corrupção patrimonialista sem viés ideológico ( esse praticado por siglas de qualquer matiz).
    Sob os mais variados e sofismáveis pretextos, nosso arcabouço legal vem sendo enfraquecido.
    Cada vez mais, sob os auspícios de uma mentalidade rousseauniana, as altas autoridades dessa nação investem num presumível coitadismo.
    Ninguém deve ser responsabilizado por nada.
    As penas são brandas e nunca cumpridas em sua inteireza.
    Eu não ignoro que os cárceres pátrios são infernais, no mais das vezes.
    Mas, notem: para quem está comprometido com o crime, para quem é do crime, eles são até aprazíveis.
    Chega da edição de leis assim de afogadilho.
    Chega da suposição de que o criminoso, seja de qual estrato for, é uma vítima da sociedade. O Zé Dirceu, lesando o erário – para levar a efeito sua ambição de um estado totalitário -, não é um oprimido.Tampouco o é o Zé das Couves, ao subtrair, de arma em punho e olhos injetados, o celular de uma transeunte que, às cinco da manhã, já se dirigia ao ponto de ônibus para ir trabalhar.
    Tenho apenas seis anos de polícia. Pelo enfoque institucional, é um tempo inexpressivo, eu sei. De qualquer modo, nunca me vi ante um crime famélico.
    Nunca me vi premido a evocar o princípio da insignificância/ bagatela.
    O ladravaz entra no mercado e subtrai uma garrafa de vodca, barbeadores, etc.
    Não um saco de arroz, não um pão.
    Sumamente, a mentalidade vigente tornou o crime um ato heróico.
    Uma completa deturpação dos mais caros valores regentes da civilização judaico-cristã.
    Em 2013, tivemos aquela pantomima junina, com mascarados saindo às ruas, promovendo a barafunda completa, ante uma polícia inerme. Mais uma vez o crime fora incensado.
    Ainda têm o desplante de falar em desmilitarização. Aspiram a uma polícia ainda mais emasculada.
    Muitos se diziam não representados pelas siglas partidárias. Todavia, ninguém se dá ao trabalho de estudar minimamente a política numa aplicação prática e histórica.
    Ignorantes, acabam claro caindo na esparrela, comprando a cantilena de democracia direta e outras enormidades do gênero.
    Não escrevo aqui na qualidade de apologista de um estado opressor e policialesco. Mas defendo sim, e entusiasticamente o estado de direito. Estado no qual haja igualdade perante a lei. Sem a suposição aberrante de que as “minorias” são sempre vítimas. Sem essa de se fazer uma justiça reparativa “ad infinitum”.
    Sejamos, perante os códigos legais, todos iguais, sejamos branco, pretos, amarelos, vermelhos, heteros, homos, ricos, pobres etc, etc, etc.
    Ē chegado o tempo de se estancar o assistencialismo altamente capilarizado, mas sem porta de saída, sem critério.
    Aqui na minha rua, tem um sem-número de mendigos. Alguns deles, evidentemente, padecem de severos transtornos mentais. Dois ou três deambulam por aí, pasmem, há mais de dez, vinte anos.
    Presumivelmente, nunca foram ajudados.
    Quando das passeatas juninas, muitos do revoltosos passaram por eles e…nada.,
    Um assistencialismo que só tenciona granjear simpatias e amealhar votos acaba nisso: preguiçosos, indolentes, macunaímicos, engordando até a obesidade, contando, para tanto, e infinitamente, com as prebendas estatais.
    Quem realmente necessita, todavia, é esquecido numa rua qualquer, de uma qualquer megalópole; num rincão qualquer, do sudeste, nordeste etc.
    Chega de fazer uma aposta comprovadamente despropositada: apostar no estado empresário.
    O designado escândalo do petrolão é fartamente elucidativo. As estatais são e sempre serão sinecuras a serviço do governo de turno.
    Ou alguém supõe que um empresário faria uma transação a exemplo da engendrada no caso pasadena?
    Uma parcela expressiva do eleitorado referendou esse modo de governar.
    Condescendeu com o crime, com o malfeito.
    O fato de ter sido a presidente atual a editar a MP não muda absolutamente nada.
    Um acerto – e isso na minha modesta opinião – não tem o condão de reparar uma miríade inabarcável de erros.
    Não bastasse os crimes numa acepção estrita, essa parcela suficiente do eleitorado preferiu ignorar as alianças espúrias, encetadas no plano diplomático. A maioria com regimes ditatoriais.
    Confrontados com essas realidades, todos invariavelmente saíam com a resposta padrão: – são todos iguais.
    Não, não são. Mas para discerni-los é preciso um empenho mínimo. É preciso honestidade intelectual também.
    O imperioso hoje, e sempre, não é promover uma razia em instituições seculares, é sim mudar essa mentalidade beócia reinante.
    De uma feita, discutindo com um agente da PF, eu lhe disse que, malgrado a edição da MP 657, não voltaria no PT.
    Por seu turno, ele disse exatamente o contrário. Ou seja, malgrado a edição da MP, votaria no PT.
    Qual o significado de evocar essa passagem? Ora, ele não é burro. Sabe exatamente que um partido de esquerda continuará, e para sempre, a manejar esses arroubos de mudança despropositados e calcados em mentiras repetidas obsessivamente. Os agentes acham que o sistema vigente hoje nas polícias judiciárias não serve aos seus anseios – eles dizem que não serve aos anseios da população, mas sabemos se tratar de uma justificativa nobre e…falaciosa. Um partido como o PT trabalhará com isso ad nauseam, ludibriando e incensado os agentes até as tais da loucura.
    Do mesmo modo, o agente aludido intuía que um partido mais ao centro do espectro política poria logo uma pá de cal no assunto.
    Por isso da sua aquiescência com toda a merda reinante em nosso país.
    Dá para perceber o fosso moral havido.
    Sumamente, abolir o inquérito policial; possibilitar que juízes, promotores e delegados sejam eleitos; permitir que promotores presidam o ip e outras medidas correlatas, nenhum delas terá o condão de promover alguma alteração no nosso quadro macabro. A não ser que seja para pior, com o esfacelamento do comando.
    Infelizmente, com ou sem MP, as pessoas continuarão a morrer e a sofrer nesse nosso país continental. A não ser, claro, que haja uma súbita e profunda mudança de mentalidade.

    Mas pera ai meu camarada, o assunto em tela é outro, policia civil é uma coisa, policia federal é outra, e o assunto em tela é referente a policia federal, e vc tentando misturar as coisas ok.

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  10. Formado em Educação Física disse:
    11/11/2014 ÀS 22:24
    Gostaria de saber qual o preconceito em relação àqueles que são formados em Educação Física.

    Lembrando que o cargo de Diretor Geral, seja qual for a Instituição, não faz nada relativo ao cargo, apenas a administra. (ou melhor, apenas recebe ordens da respectiva secretaria, ou ministério, e as repassa para os subordinados), entre outras funções.

    O delegado pode ter muito conhecimento jurídico, mas Administrar uma Instituição vai muito além de decorar artigos e jurisprudências.

    MEU CARO CONCORDO COM VC APENAS EM PARTE, POIS NA GRANDE MAIORIA OS DIRETORES DAS SECRETARIAS DEVERIAM SEREM PRIMEIRAMENTE ADMINISTRADOR DE EMPRESA, POIS COMO O PRÓPRIO NOME JÁ DIZ TUDO, ADMINISTRADOR OU SEJA AQUELE QUE VAI ADMINISTRAR, MAS VEJAMOS E CONVENHAMOS, PENSEM BEM, COLOCAR UM ADMINISTRADOR DE EMPRESA PARA SER SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO, SAÚDE, SEGURANÇA PUBLICA, POIS DE NADA REFERENTE AO ASSUNTO DA CATEGORIA ESSE PROFISSIONAL TEM CONHECIMENTO, ENTÃO UM DOS REQUISITOS PARA QUE ALGUÉM SEJA O DIRETOR DE UMA INSTITUIÇÃO, ALÉM DESSA PESSOA TER QUE SER DA CLASSE MAIS ALTA DENTRE AOS INTEGRANTES, E QUE SEJA BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO TAMBÉM.

    OBS: AGORA É UM ABSURDO UM AGENTE, ESCRIVÃO, PAPILOSCOPISTA OU PERITO SER O DIRETOR DE UMA INSTITUIÇÃO, ONDE NORMALMENTE OS CHEFES DOS CHEFES SÃO OBRIGATORIAMENTE SER DELEGADO DE POLICIA NÉ, É O MESMO QUE UM SOLDADO, CABO, SARGENTO SER O COMANDANTE GERAL DA PM, VÊ SE PODE.

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  11. MAIS UMA VEZ O JACARE SEM CEREBRO, COMPARANDO O QI DE UM TIRA COM UM SOLDADO UNIVERSAL QUE FAZ PROVA DE MOBRAL QUE MEU CACHORRO REX TAMBÉM FARIA..KKKK

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  12. O JACARÉ ESTA ERRADO NA SUA COMPARAÇÃO.

    um carcereiro pode ser diretor de uma penitenciária ….sim senhor sr jacaré….

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  13. Coisa absurda um agente (investigador) ou escrivão de PF querer ser diretor da instituição.
    Ora bolas! Escrivão e agente (investigador) não tem autonomia nenhuma no seu trabalho. Quem faz a coordenação toda do trabalho policial é o Delegado, logo não temos o porquê colocarmos um funcionário que nada coordena na direção da instituição.
    Devemos respeitar a hierarquia, senhores investigadores e escrivães! Quem tem o poder de direção da polícia judiciária, tanto estadual quanto federal são os senhores delegados.
    Queiram ou não, a contragosto ou não, os senhores devem reportar tudo quanto forem executar ao seus respectivos Delegados de Polícia Civil ou Federal.

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  14. Entao senhor deve assumir se a policia se estiver excelente e responsabilidade do delegado e o contrario tambem, se a criminalidade esta crescendo a responsabilidade e dos senhores e nao do resto.
    Segundo nao devera haver mais especialização na policia federal,.
    Terceiro quem manda e o secretario de segurança publica e o ministro da justica o resto e conversa.
    Senhor delegado conforme digitou a partir de agora qualquer funcionario da policia so podera testemunhar em juizo acompanhado de seu respectivo delegado porque nao tem autonomia nem para ser testemunha.
    Os delegados da policia federal perderam porque nao foi os delegados que ganharam mais os peritos, que ganharam autonomia, se eles forem espertos e devem ser, criam uma nova policia nos moldes do FBI.

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  15. É verdade que o curso de educação física não habilita para ser diretor, mas o curso de direito também não.

    O resultado é esse Brasil do “faz de conta que funciona”.

    Todo aquele que quer ser diretor, presidente ou seja o que for numa instituição pública deveria, como pré-requisito, ter o CURSO DE ADMINISTRAÇÃO (PÚBLICA ou de EMPRESAS) obrigatoriamente.

    Só assim as Instituições Públicas poderiam começar a andar de verdade no Brasil.

    E isso não é só sobre a PF ou a PC, é sobre tudo o que é público.

    Assim um policial, um juiz, um médico ou qualquer outro, já sabendo dessa obrigatoriedade, faria o curso de Administração e poderia exercer o diretoria ou presidência com o mínimo de conhecimento técnico do bacharelado apropriado.

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  16. E ainda tem o problema de que o Diretor da PF será indicado pelo PT. Qual será a autonomia da PF nesse cenário?

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  17. Não sou formado em Administração e nem pretendo o ser, mas esse curso deveria ser pré-requisito para assumir a ADMINISTRAÇÃO, seja qual for a matéria.

    Delegado, como eu disse anteriormente, a administração vai muito além de ser um “decorador de artigos e jurisprudências”.

    Claro que além de ter formação em Administração, o “candidato” deve ter conhecimento em segurança pública. Nesse sentido, Delegados possuem menos conhecimentos que agentes policiais, escrivães, investigadores etc.

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  18. Sei que o assunto não é esse, mas em um ponto temos que dar a palmatório ao jacaré sem dente que a PM teve valorização muito maior que a PC pesquisem o salário de um CB e verão que recebem mais que o nível
    univetsitário. Escrivão e Investigador ficam se gabando do cargo, más os salários são inferiores a os PMS.

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  19. coitado do agente do carcereiro do auxiliar de papi, que nao ganham menos que soldado de segunda classe, nem soldado e

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  20. pedro disse:
    13/11/2014 ÀS 10:07
    coitado do agente do carcereiro do auxiliar de papi, que nao ganham menos que soldado de segunda classe, nem soldado e

    mas que bosta em pedrão, então ta tudo dominado mesmo, se o (NU) dos escrivães e tira é 60,00 reais isso significa que o restopol hoje ganham apenas isso de diferença, não chega nem a soldado de primeira classe, caramba, se foderam, mas eles não são NU puxa vida hem? ironia

    sabe como se chama tira
    lá na terrinha, resp. (pega)
    sabe como se chama escrivão lá, resp. auxiliar de escritório ou digitador de texto
    sabe como se chama o guarra de lá, resp. (cata)

    pega lanche, pega uma grana da biqueira, dos proprietários de puteiros, maquininhas caça-niqueis,desmanches, dentre outros ………
    cata qq coisa que tenha valores e que veja pela frente ou nos bolsos de abordados, no interiores de residencias, veículos, dentre outros.

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  21. pedro disse:
    13/11/2014 ÀS 10:07
    coitado do agente do carcereiro do auxiliar de papi, que nao ganham menos que soldado de segunda classe, nem soldado e

    PEDRÃO, ERA ROTINEIRO VER AQUI NESTE BLOG VÁRIOS PCs TRATANDO PMs DE COXINHAS, AGORA QUE A COISA MUDARAM E OS VENTOS ALTERARAM SUAS DIREÇÕES, PARARAM NÉ, POIS AGORA SÃO ELES QUE FICARAM NO LUGAR DE COXINHA, APENAS COM PEQUENAS MUDANÇAS NO NOME, SÃO CHAMADOS PALITOS, AQUELE PAUZINHO QUE SÃO NORMALMENTE UTILIZADOS PARA LIMPAR OS DENTES APOS UMA REFEIÇÃO (COXINHAS) HIHIHIHIHIHIHI, BEM FEITO BANDOS DE ZOIUDOS.

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  22. Ai Pachecão , agora você manda, olha pro lado , começa a mandar

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  23. 13/11/2014 – Delegados da PF elegem sua lista tríplice para diretor-geral

    Pela primeira vez na história da instituição, delegados apontam três nomes como sugestão à Presidência da República, que tem prerrogativa de fazer a escolha

    Por Fausto Macedo

    Os delegados de Polícia Federal elegeram sua lista tríplice para escolha do futuro diretor-geral da corporação. A classe elegeu os delegados Roberto Troncon, superintendente regional da PF em São Paulo, Sérgio Fontes, diretor de gestão de pessoal e ex-diretor da Academia Nacional de Polícia, e Sérgio Menezes, superintendente regional da PF em Minas.

    A lista, que tem caráter de sugestão, será levada ao ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) e à Presidência da República. O atual diretor-geral da PF é o delegado Leandro Daiello. Ainda não está decidido se ele vai permanecer no topo da corporação no segundo governo Dilma Rousseff (PT).

    O pleito, o primeiro na história da categoria, foi conduzido pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), pelos sindicatos dos delegados em todo o País e pela Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol). Votaram 790 delegados, dos cerca de 2,1 mil associados. O voto foi facultativo.

    A escolha do chefe da PF é prerrogativa exclusiva da Presidência da República. Na véspera do segundo turno das eleições presidenciais de 2014, o governo editou a Medida Provisória 657, que os delegados batizaram “MP da Autonomia”. O texto impõe que o topo da instituição será ocupado exclusivamente por delegado de carreira da PF.

    A MP já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e, nesta terça-feira, 11, pelo Senado, mas sofre pesada resistência dos procuradores da República e de agentes, escrivães e peritos da própria PF. Os procuradores avisam que podem ir ao Supremo Tribunal Federal contra a medida.

    A MP não alterou a competência para a indicação do diretor-geral, ato que continua sendo de atribuição apenas do Palácio do Planalto.
    “A lista tríplice é uma sugestão”, assinala o presidente da ADPF, Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, artífice das principais conquistas obtidas nos anos recentes pelos delegados de Polícia Federal.

    As entidades dos delegados criaram um site exclusivo para o processo de votação. “Estamos colocando como uma sugestão, uma contribuição para auxiliar a Presidência da República no aperfeiçoamento do processo de escolha da direção-geral da Polícia Federal como uma polícia verdadeiramente republicana como deseja a sociedade brasileira”, declarou Marcos Leôncio Sousa Ribeiro.

    A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e a Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol) concluíram na última sexta feira, 7, o processo eleitoral que definiu os três nomes de delegados federais de classe especial que irão compor a lista tríplice para escolha do próximo diretor geral da PF.

    O processo de formação da lista foi dividido em duas fases, ambas com votação direta e secreta, por uma comissão eleitoral composta por representantes da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal e da Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal.
    Agora, os nomes serão entregues ao ministro da Justiça e à Presidência da República, “em data e forma a ser acordada”. Antes, a lista será levada ao atual diretor-geral. As entidades vão pedir o apoio de Leandro Daiello.

    “A medida pretende trazer uma maior justiça e legitimidade na escolha do próximo diretor-geral da Polícia Federal”, informam as entidades dos delegados da PF.

    CONHEÇA O PERFIL DOS TRÊS DELEGADOS INDICADOS PARA O CARGO DE DIRETOR GERAL DA POLÍCIA FEDERAL

    1) ROBERTO TRONCON FILHO é graduado bacharel em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto. Ingressou na Polícia Federal como Delegado em 1995. Em 2007 atuou como Diretor de Combate ao Crime Organizado e desde 2011 é Superintendente Regional da Polícia Federal em São Paulo. Troncon também já foi chefe do Setor de Operações da Delegacia de Repressão a Drogas, chefe das Delegacias de Repressão a Drogas, de Repressão a Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro em São Paulo e chefe da Delegacia Especial no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

    2) SÉRGIO BARBOZA MENEZES graduou-se em Direito pela Universidade Federal Fluminense e pós-graduado em Direito Penal e Direito Processual Penal pela Universidade Cândido Mendes. Especializado em Gestão de Segurança Pública pela ANP (Academia Nacional de Polícia), Sérgio ingressou na Polícia Federal como delegado em 1996. Três anos depois foi Chefe da Delegacia de Controle de Segurança Privada e de Chefe da Delegacia de Prevenção e Repressão a Crimes Fazendários na Superintendência do Rio Grande do Norte. Em 2000 se tornou Chefe da Seção de Coordenação de Ensino na ANP. O delegado exerceu a função de Chefe de Divisão e de Chefe do Serviço de Manutenção em Brasília/DF. Em 2006 foi Chefe da Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso do Sul. Atuou como Superintendente nos estado do Espírito Santo e atualmente é o dirigente regional da Superintendência de Minas Gerais.

    3) SÉRGIO LÚCIO MAR DOS SANTOS FONTES foi advogado civil, criminal e trabalhista por dois anos e atuou como Chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes no Amazonas de 1996 a 2002. Foi Delegado Regional Executivo e Delegado Regional de Combate ao Crime Organizado no Amazonas. Atuou como professor da Academia Nacional de Polícia e Superintendente nos Estados de Rondônia, e Amazonas. Antes de se tornar diretor de Gestão de Pessoal, foi diretor da Academia Nacional de Polícia (ANP). Sérgio Fontes também fez cursos como SWAT TEAM (Programa de Assistência Anti-Terrorista do Departamento de Estado dos EUA) e Gerência de Segurança Pública no International Law Enforcement Academy Roswell pelo Departamento de Estado do EUA.

    Fonte: O Estado de S. Paulo

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