De: <pfleury>
Data: 6 de março de 2011 15:37
Assunto: SECRETARIO
Para: roberto conde guerra
Caro Guerra.
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para roberto conde guerra data6 de março de 2011 15:31
assuntoPAULO FLEURY
15:31 (56 minutos atrás)
CARO GUERRA,
Estou encaminhando uma mensagem para o Flit,colocando uma indagação,-
A QUEM INTERESSA DERRUBAR o diretor do cap,colocando esta pergunta.
Acreditamos que o objetivo é passar para a PM esta atividade.
Não posso te falar o que estamos levantando,mas é importante destacar
esta duvida. vou assinar a postagem,pode divulgar meu nome,amanhã em
primeira mão te passo o positivo.
Paulo Fleury
Enviado através do meu BlackBerry® da Nextel
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06/03/2011-09h34
MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar se o sociólogo Túlio Kahn violou o sigilo de dados criminais mantidos Kahn chefiou a CAP (Coordenadoria de Análise e Planejamento), centro de estatísticas criminais da secretaria, até a última terça-feira (1º), quando foi demitido pelo governador Geraldo Alckmin.
Alckmin disse que a atividade empresarial dele era incompatível com a função que exercia no governo.
A demissão foi anunciada após a Folha revelar que Kahn tem uma empresa, a Angra Consultoria, que inclui em seus serviços dados sigilosos sobre violência. Funcionários da Secretaria da Segurança Pública também prestavam serviços para a Angra.
Documentos obtidos pela reportagem revelaram que o funcionário da Secretaria da Segurança Pública usava dados que o governo paulista se recusa a divulgar, como os locais com concentração de furto e roubo de carros, para clientes privados.
Kahn disse à Folha na última segunda-feira (28) que jamais violou o sigilo de dados criminais. Segundo ele, as empresas não eram seus clientes, mas patrocinadores de pesquisas sobre violência.
Enviado em 06/03/2011 às 15:40 – MATHEUS
Após leitura desses comentários, fica evidenciada nossa tese de inconformismo do quadrilhão que de batuta na mão orquestra uma queda do SSP. Segundo comentário aqui postado, até o defendido ex decap, também da velha guarda do então elogiado DHPP, embrião dos delegados para a democracia e do sindpol, montou pesado esquema de recolha em guarupol. Isso não é novidade nenhuma dessa “rapaziada” da banda podre.É a luta do bem(SSP) contra o mal (Quadrilhão que não quer largar o osso).Enquanto estão indo, o SSP esta voltando.Astuto, profissional nato da área de informação.Seleciona o informante, primeiro pela real capacidade de cumprir a missão e depois pela absoluta fidelidade advinda dos laços de amizade que possui com o escolhido. Não tem apenas boa fonte de informação, sabe tratá-la e usá-la no momento oportuno. Vão pensando que é comédia. Taí um grande nome para futuro diretor da ABIN.
Drª Sinibaldi de Carvalho, como uma parte interessada em fazer fogo contrário a gravíssima suspeita de uma eventual tentativa de peculato – tendo provocado, por meio de advogado particular, a instauração, concomitante, de processos nas esferas civil, penal e administrativa, pode figurar como TESTEMUNHA DA ADMINISTRAÇÃO?
Outra perguntinha: lembra que eu arrolei o Dr. Manoel Luís Ribeiro Junior, como testemunha de defesa, durante o nosso interrogatório?
Sim, o doutor Manecão, conhecido ex-cardeal, ex-regional de Santos e, muito conhecido, professor da Acadepol!
Querida colega, Vossa Senhoria aceitou que durante o interrogatório – conforme consta no respectivo termo – requerêssemos a produção de provas de nosso interesse: documentais e testemunhais (aliás, não fez favor, cumpriu seu mero dever). Das cinco testemunhas arroladas encontrou quatro, menos o Dr. Maneco?
Ora, encontraram o Dr. Geraldo Camargo – também aposentado e ex- Regional de Santos – mas não localizaram o Dr. Manoel?
Por vezes penso: será que o nosso querido doutor Manecão teria escorregado de figurar como testemunhal referencial da conduta do Réu, enquanto seu subordinado por cinco anos ?
Com efeito, como uma defensora dativa – sem substabelecimento, procuração, indicação qualquer do Réu – pode desistir do depoimento de testemunha expressamente requerida pelo Réu; no bojo do mais importante ato de defesa: o INTERROGATÓRIO?
Outrossim, como a ilustre presidenta do processo administrativo nº 025/08, pode fazer uma verdadeira transmutação processual, descambando para uma desavergonhada, de tão explícita, defesa dos interesses do DENUNCIANTE?
Mais: afirmando, em seu prolixo relatório em defesa do Cardeal, que o acusado confessou ter publicado ofensas ao Delegado Pedro Herbella.
Confessei o quê?
Ah, confessei que reproduzi integralmente a matéria e o vídeo do Jornal Nacional?
A Senhora requisitou a juntada de cópia do vídeo; a Sra. ouviu os jornalistas atendendo ao princípio da verdade real?
Não, né?
Vai ver que na ACADEPOL lhe ensinaram que, em sede de processo administrativo disciplinar, funcionário acusado de ofensas institucionais, difamação e calúnia, não pode fazer prova da notoriedade e veracidade dos fatos!
Drª Sinibaldi, o Dr. Pedro Herbella – além de seu superior hierárquico na própria Corregedoria Geral – também foi seu professor?
São Paulo, terça-feira, 28 de setembro de 2010 ![]() |
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Segundo ele, Ferreira Pinto sabia que a Polícia Civil deu R$ 40 mil a empreiteiro sem recibo ou nota; secretário nega MARIO CESAR CARVALHO O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, e o delegado-geral, Domingos de Paulo Neto, sabiam que a Polícia Civil fazia pagamentos com caixa dois, segundo o delegado Everardo Tanganelli Jr., ex-diretor do Denarc (Departamento de Narcóticos). |
São Paulo, terça-feira, 28 de setembro de 2010 ![]() |
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“Jamais chegou ao meu conhecimento”, diz Ferreira PintoSecretário da Segurança Pública nega ter havido qualquer autorização para pagamento de obra no Denarc em dinheiro DE SÃO PAULO O secretário da Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto disse àFolha que só tomou conhecimento do caso sobre a reforma do prédio do Denarc (Departamento de Narcóticos) quando recebeu uma carta enviada pelo empreiteiro Wandir Falsetti. PEDIDOS |
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2809201002.htm
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Elegância masculina: uma reportagem especial de César Tralli, Robinson Cerântula e Willian Santos trata de calças e de paletós. E, por favor, não estranhe o fato de estarmos falando de moda, porque não é o caso. O caso é de polícia.
Elegância masculina: uma reportagem especial de César Tralli, Robinson Cerântula e Willian Santos trata de calças e de paletós. E, por favor, não estranhe o fato de estarmos falando de moda, porque não é o caso. O caso é de polícia.
É ordem: policiais civis de aeroportos devem usar terno. E não só eles. A determinação vale para pelo menos 60 investigadores que atendem o público e são ligados ao Departamento de Identificação e Registros (Dird).
A convocação para tirar as medidas do terno é do próprio diretor do departamento, o delegado Pedro Herbella. A circular especifica a fábrica e indica como chegar até ela, em Cotia, na Grande São Paulo.
Os ternos prontos deviam ser retirados no andar da diretoria, mediante a assinatura de um recibo de R$ 300. E foi isso que revoltou um grupo de investigadores. “Um recibo que é 100% a mais que o valor do terno”, reclamou um deles.
Fomos à loja da fábrica que vendeu os ternos. Logo na vitrine, o preço do kit – terno, camisa e gravata – era de R$ 129. Mas a gerente ainda dá desconto no atacado. “Eu dou esses 10% acima de dez peças. Dez já entra para o atacado”, explicou.
Ela anota os preços do atacado em um cartão. O kit com terno, camisa e gravata cai para R$ 116. Com uma camisa extra, fica em R$ 143. Foi o que a polícia pagou. “A polícia comprou o de R$ 143. Foi esse que ele comprou”, disse a gerente.
Ele, de acordo com a gerente, é o próprio diretor do Dird, o delegado Pedro Herbella. “Ele pagou à vista”, disse a gerente.
Segundo a gerente, o delegado pagou em dinheiro todos os kits que comprou a R$ 143 cada um. Mas o documento que os policiais foram obrigados a assinar no prédio onde funciona o Dird não faz menção nenhuma à compra de ternos. O recibo dá outra justificativa para o gasto de R$ 300 por investigador: despesa com operações sigilosas.
Jornal Nacional: O senhor chegou a colocar a mão em R$ 300?
Policial: Não coloquei a mão em dinheiro algum.
Jornal Nacional: E a única coisa que o senhor recebeu foi um terno?
Policial: Um terno.
Pelo preço da loja, 60 kits sairiam por R$ 8.580. Pelo valor dos recibos, a despesa sobe para R$ 18 mil. É mais que o dobro.
O delegado Pedro Herbella confirma que pagou R$ 143 reais por kit e diz que no recibo de R$ 300 que cada policial assinou estavam incluídos outros gastos.
“É o terno, é o que ele comeu, é o que usa em viagens. Não tem maracutaia, não tem desvio, não tem sobrepreço, não tem nada não”, assegurou o delegado.
Longe do microfone, o delegado diz que vai apurar quem foi que mandou fazer os recibos com o dobro do valor da despesa.
Ratificando meu emai anterior ,informo que o Sr Secretario chegou as 19:57 hs no Shopping Patio Higienopolis e seu comparsa-reporter as 20:03 hs. Ficaram no cafe Starbucks ate as 20:25 hs. O Senhor estava de terno preto e seu amigao de jeans e paleto branco Gostaria de ver estas cenas coloridas. PAULO SERGIO FLEURY
Enviado através do meu BlackBerry® da Nextel
Date: Sat, 5 Mar 2011 20:34:51 -0300
Subject: Fwd: SINDPESP PEDE A SAÍDA DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA
Enviado em 05/03/2011 às 20:30 – REPÓRTER AÇO
Morre advogado e ex-diretor do Detran Cyro Vidal
Cyro Vidal estava internado há dez dias no hospital Albert Einstein
Especialista em trânsito sofria de câncer no pâncreas
O ex-diretor do Detran e advogado, Cyro Vidal, morreu na madrugada deste sábado (5) em sua residência, na alameda Itu, no bairro de Cerqueira Cesar, centro de São Paulo. A informação foi confirmada pelo filho do especialista, Francisco Vidal.
Especialista em leis de trânsito, Vidal tinha 72 anos. Ele ocupou a presidência da comissão de trânsito da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo.
Cyro Vidal estava internado há dez dias no hospital Albert Einstein e havia recebido alta na sexta-feira (4), mas nesta madrugada começou a passar mal e morreu. Ele sofria de câncer no pâncreas, que já havia se espalhado para o fígado e pulmão.
Vidal será velado na Acadepol (Academia de Polícia Dr. Coriolano Cobra) localizada na praça Reinaldo Porchat, no Butantã, zona oeste da capital paulista. O especialista em leis de trânsito, um dos mais requisitados de São Paulo, deve ser sepultado por volta das 10h, deste domingo (6), no cemitério São Paulo, na rua Cardeal Arcoverde, 1250, em Pinheiros, na zona oeste da cidade.
Enviado em 04/03/2011 às 18:49
DR. GUERRA, A PM DO PINTO, É ACUSADA DE ESTUPRO EM MOGI DAS CRUZES. SE O SR PODER CRIAR UM ENQUETE DISSO.
03.mar.2011
Estudante de 16 anos acusa três policiais de estupro
LAÉRCIO RIBEIRO
Um estudante, de 16 anos, procurou na noite de segunda-feira a delegada Valene de Souza Bezerra, titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), no Parque Monte Líbano, em Mogi das Cruzes. Ele denunciou que no domingo, por volta das 14h30, foi violentado por três policiais militares, que ocupavam uma viatura tipo Blazer, na Estrada velha Mogi-Biritiba Mirim, em Biritiba Mirim. O comandante Paulo Roberto Madureira Sales, do 17º BPM/M, disse ontem a O Diário que “já mandei abrir Inquérito Policial Militar (IPM), chamei o rapaz, pedi detalhes do crime, a descrição dos supostos policiais, mas infelizmente, não soube dar”.
De acordo com a acusação, o adolescente, que foi medicado, mas está traumatizado, voltava sozinho a Mogi depois de discutir com a namorada em uma festa de casamento.
Na DDM, segundo o Boletim de Ocorrência , o jovem observou que os policiais pararam a viatura. Eles perguntaram onde o rapaz estava indo e ao responder que era para casa em Mogi, disseram que poderia entrar, pois dariam uma carona.
Apesar de negar, afirmando que iria caminhando, foi obrigado a obedecer , sendo que o soldado, ao lado do motorista, lhe apontou uma arma.
A vítima relatou na delegacia que foi levada a um lugar isolado na própria estrada. O estudante deu detalhes de como um policial o segurou, outro o estuprou e um terceiro ficou apenas olhando, sem esboçar qualquer reação. Ele diz que foi abandonado no matagal.
A delegada Valene mandou o estudante se submeter a “exame de corpo de delito” e despachou o B.O de número 372 sobre Estupro para investigação.Logo, em seguida, informou o comandante Sales.
http://www.odiariodemogi.inf.br/policia/noticia_view.asp?mat=28262&edit=18
Mais uma vez fica provado : “A justica tarda, mas nao falha”… Assim toda populacao ficou sabendo o que realmente a POLICIA CIVIL vem sofrendo nos últimos dois anos, desde que por aqui chegaram o Sr Antonio Ferreira Pinto, que logo no inicio de sua gestao, fez questao de dizer em uma rodinha de AMIGOS PMs (OFICIAIS) que para a PM era Ferreirinha, mas para POLICIA CIVIL era PINTO, e sua ALGOZ Corregedora, Dra Maria Ines Trefiglio, teve como primeiro ato deste “SHOW DE HORROR”, trazer para junto de si a CORREGEDORIA da POLICIA CIVIL, tirando esta da DELEGACIA GERAL de POLICIA, e subordinando a mesma diretamente a sua SSP, para que dessa maneira ficasse mais facil para que ele, Secretario e sua
enviado porgooglegroups.com
O SECRETARIO FOI PASSEAR NO SHOPPING
Consta que o SR Secretario esteve no Shoppng Vila Lobos no ultimo dia
25 por volta das 18;00 hs,sozinho,chegou com um envelope pardo na
mão. Logo após teria chego um homem de paleto branco muito parecido
com um reporter do jornal Folha de SP.Em seguida se dirigiram a um
cafe onde ficaram conversando por 40 minutos,local onde o SR
Secretario passou o envelope pardo para o reporter..Quatro dias
depois este mesmo reporter divulgou em letras garrafais uma materia
com o titulo “ESTATISTICO DO ËSTADO VENDE DADO SIGILOSO.
Se estes fatos ocorreram o Sr Secretario cometeu varios crimes contra
a admistração alem da traição com o SR Governador
Sua conduta dissimulada fora do expediente,de forma clandestina,
passando informações sigilosas ( graficos do CAP) entregando um
companheiro de Secretaria como intuito de atingir outras Autoridades
do atual Governo.Este Senhor que costumeiramente usa a Imprensa para
atingir seus objetivos tem que ser afastado imediatamente,pois é um
criminoso transvestido de justiceiro.Gostario muito de ter estas
provas na mão para poder falar bem alto para este senhor “não passa
vontade,não passa vontade”.
Senhor Conde Guerra quero que meu nome conste como PAULO SERGIO FLEURY