Estamos sem moral nenhuma devido a essa PERMISSÃO legalizada pelo secretario em nos chamar de ladrões, letargicos, omissos…..querem combater a corrupção, que o façam, respeitando os honestos, e nos dando salario compativel, não nivelem por baixo 39

Enviado em 11/03/2011 às 11:32–  INVESTIGADOR VALA COMUM

AZEITONA

Eu não acho que a questão é ser contra ou a favor do secretario, mas o primordial é ser a favor de nós mesmos, já cansei de ouvir essa estoria de combate a corrupção, e os honestos aqui chupando o dedo, sem salário, sem plano de carreira.

O que me preocupa é a corregedoria do jeito que anda, não está pegando os corruptos de verdade, está numa verdadeira caça as bruxas, sem o respeito das normas constitucionais de direito, qualquer reclamação dá corregedoria, até mesmo uma fechada na viatura, dá corregedoria, e por lá o povinho fala horrores, e lá vai o trouxa atrás de advogado, e arrumar uma dor de cabeça, a sua palavra nunca vale nada, cansei de ver gente indo na corregedoria pois o rdo estava fora do ar, só que lá não dizem só isso, inventam horrores, e la vai o trouxa de novo ouvir um monte….

A corregedoria está dando dor de cabeça não somente naqueles que são corruptos, ela está nos desprestigiando, os inumeros elogios, reputação ilibada, e nunca ter ido para a corregedoria, de nada valem, basta a palavra do bandido, ou do povo, que voce se ferra, não é justo isso….

Já passou da hora de parar de dizer que na civil só tem ladrão, pois isso me ofende, não sou ladrão, sou honesto, a população não me respeita na rua, estamos sem moral nenhuma devido a essa PERMISSÃO legalizada pelo secretario em nos chamar de ladrões, letargicos, omissos…..querem combater a corrupção, que o façam, respeitando os honestos, e nos dando salario compativel, não nivelem por baixo….

A Folha então tem de se explicar. Porque isso é denunciar o delator (SECRETÁRIO) ao bandido (DELEGADO) ! 12

  • joaquim

    -11/03/2011 às 7:43

    Como é que é? A Folha marcou, no mesmo local, no mesmo horário, um encontro com o delegado corrupto e com o Secretário de Segurança?

    A Folha então tem de se explicar. Porque isso é denunciar o delator ao bandido!

  • FERREIRA PINTO MUNICIOU A IMPRENSA 15

    Data: 10 de março de 2011 13:36
    Assunto: FERREIRA PINTO MUNICIOU A IMPRENSA
    Para: dipol@flitparalisante.com

    Caro Guerra ,tive a paciência de procurar os casos mais rumorosos
    fomentados pelo Sr Secretario na folha de SP.
    Prova do trabalho sujo que estes reportes se sujeitaram,sendo usados
    para satisfazer a vaidade e loucura deste senhor.
    reportagem,dia,quem assinou,qual era o alvo.
    1- CAP – caramante e Mario Cesar-dias 01/03/06 de março de 2011 – alvo
    – Tulio Kahn e Saulo
    2 -Compra de terreno-Caramante e Mario Cesar-dia 10/02/2011 – alvo Ivaney
    3 -Caixa 2 do Denarc – Caramante e Mario Cesar-dia 28 e 26 do setembro
    de 2010 – alvo Tanganelli
    4 -Corregedoria vistoria delegacias- Caramante e Mario Cesar-dia
    12/07/2010 – alvo`Policia civil
    5 -Delegados omissos -Caramante e Mario Cesar- dia 03/07/2010- alvo
    Policia civil
    6 -Candidatos a concursos investigados- Caramante-dia 21/05/2009 –
    alvo Policia civil
    7 -Corrupção causa crime – Caramante e Mario Cesar – 15/05/2009- alvo
    Policia Civil
    8 -Defesa do Secretario – Caramante e Mario Cesar- 26/12/2010 – alvo
    Desgualdo.Ivaney e Tanganelli
    9 – 800 delegados investigados-Caramante -dia 24/01/2010 – alvo
    Fleury,Ruy Fontes,Tanganelli,Mauricio Freire,Ivaney,Porrio outros
    10-Diretor Acadepol apanha- Caramante- dia 14/12/2010 – alvo Malufinho
    11-Policiais civis acusados-Caramante-dia 26/11/2010- alvo Policiais Civis
    12-Fraude no IC em concurso-Caramante-dia 24/11/2010 -alvo Mauricio Freire
    13-Detran denuncia-Caramante-dia 22/1/2010-alvo Rui Estanislau,Ivaney e outros
    14-Policiais civis condenados-Caramante-dia 11/09/2010- Policiais civis
    15-Capturas/petrobras-Caramante-dia 15 e 16 de 09/2010-alvo Reinaldo Correa
    16-Policiais do 34DP- Caramante-dia 27/08/2010- Policiais Civis
    17-Fraude em concurso-Carmante-dia 17/08/2010-alvo Perito Moreira
    18-Esposa de delegado-Caramante-dia 5/6/2010-alvo Mezher
    19-Delegado processado-Caramante-dia 28/9/2010=alvo Armando Oliveira Costa
    20-Empresas de saude-Caramante-dia 14/8/2010- Policiais civis
    21-Abadia -Caramante-dia 11/07/2010- alvo Poiciais Civis
    22-Bauru/Jau- Caramante-dia 1/9/2010- alvo Policiais civis da região
    23-Policia Civil ignora crimes-Caramante-dia 21/02/2-2010-alvo Policia civil
    24-Grupo de exterminio-Caramante-dia 29/12/2010 – 03/03/2011 -alvo Paulo Fleury
    25-Estastisticas-Caramante-dia 01/02/2011- alvo Policia civil
    26- Busca no Presidio-Caramante-dia 18/11/2011-alvo Policiais Civis presos
    27-Delegado nomeado-Mario Cesar -dia 22/02/2011-alvo Rui Estanislau
    Sera que é coincidência?

    João Alckmin: Crime é o secretário ir encontrar um jornalista para repassar informações sobre um caso como esse 3

    Radialista que divulgou vídeo contra secretário é primo de Geraldo Alckmin

    Felipe Corazza 10 de março de 2011 às 18:57h

    Peça-chave na mais nova briga fratricida no governo do estado de São Paulo, o vídeo que mostra um encontro entre o secretário de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, e um repórter do jornal Folha de S.Paulo foi publicado por um primo do governador Geraldo Alckmin. O radialista João Alckmin, que mora e trabalha em São José dos Campos, no interior do estado, foi o primeiro a divulgar as imagens do circuito interno de um shopping paulistano.

    No vídeo, o secretário aparece com um envelope nas mãos encontrando o repórter Mário Cesar Carvalho. Dias depois, na segunda-feira 28, Carvalho publicaria uma reportagem denunciando esquema de venda de informações sigilosas da secretaria. O vendedor era Túlio Khan, chefe da Coordenadoria de Análise e Planejamento do orgão, que foi exonerado no mesmo dia. Parênteses: Khan foi conduzido à secretaria por Saulo de Castro Abreu Filho, homem de Alckmin, ainda no governo anterior do tucano. Antônio Ferreira Pinto, o atual secretário, é um dos poucos remanescentes da gestão de José Serra no governo do estado. Fecha parênteses.

    Com a divulgação do vídeo, o secretário foi acusado nos bastidores de ter passado as informações que resultaram na queda de Khan. À Folha de S.Paulo, o Palácio dos Bandeirantes negou qualquer parentesco entre o governador e o radialista. João Alckmin, no entanto, aparecia em reportagens de 2007, quando foi vítima de um atentado, como “o primo de Geraldo Alckmin”. Por telefone, o radialista falou à CartaCapital:

    O sr. é ou não parente do governador Geraldo Alckmin?
    Infelizmente, sou primo dele. Mas não tenho relações com ele há muito tempo. Não me lembro da última vez em que falei com ele. Não tenho culpa de ser parente do “picolé”. Mas sou do ramo bom da família, do ramo de Minas Gerais. Nota da Redação: O “picolé” é uma referência a um dos apelidos do governador, picolé de chuchu.

    O Palácio dos Bandeirantes negou o parentesco…
    Então, você diga para o Geraldo deixar de ser cretino. Somos descendentes de João Capistrano Alckmin e de Edson Alckmin.

    A Secretaria de Segurança Pública afirma que a divulgação do vídeo é um crime. O que o sr. tem a dizer?
    Crime é o secretário ir encontrar um jornalista para repassar informações sobre um caso como esse.

    Assista ao vídeo publicado por João Alckmin

    http://www.cartacapital.com.br/politica/radialista-que-divulgou-video-contra-secretario-e-primo-de-geraldo-alckmin

    MENTIRAS…MENTIRAS…MENTIRAS FABRICADAS PELA BANDA PODRE DO MP E DA PC 6

    11/03/2011

    Barros Munhoz é suspeito de desviar grana

    Folha de S.Paulo

    O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Barros Munhoz (PSDB), é acusado num processo judicial sigiloso de participar do desvio de R$ 3,1 milhões dos cofres da Prefeitura de Itapira (SP), município que administrou até 2004.

    Investigações conduzidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Estado encontraram dezenas de depósitos feitos em dinheiro na conta do deputado, no valor total de R$ 933 mil.

    Em nota encaminhada por sua assessoria, Munhoz negou as acusações e disse que os promotores que o acusaram agiram por motivação política.

    ‘Acusações são políticas’

    Folha de S.Paulo

    O deputado estadual Barros Munhoz (PSDB) negou as acusações feitas pelo Ministério Público Estadual e acusou os promotores que o denunciaram à Justiça de agir por motivação política.

    Em nota de sua assessoria, ele disse que a movimentação em suas contas bancárias é compatível com rendimentos que recebia como prefeito, mais aplicações financeiras e empréstimos que diz ter tomado em 2003, no valor de R$ 586 mil.

    Segundo ele, os empréstimos foram declarados à Receita Federal em 2004.

    “Não há nada a esconder e o deputado tem certeza de que a Justiça lhe dará razão”, diz a nota.

    Munhoz afirma que os promotores contabilizaram de maneira errada os depósitos que ele recebeu.

    Munhoz diz ver motivação eleitoral no caso. Afirmou que fez representações à Corregedoria do Ministério Público contra os promotores André Luiz Brandão, que assina a denúncia, e Adriano Andrade de Souza, que conduziu as investigações. As representações foram arquivadas. Os promotores não comentaram sob o argumento de que o caso corre em segredo de Justiça.

    Segundo a denúncia apresentada à Justiça, que acusa Barros Munhoz de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito, a movimentação em suas contas é incompatível com a renda que ele declarou na época em que era prefeito.

    A Justiça de São Paulo, onde corre o processo, mandou bloquear os bens do deputado. Barros Munhoz recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para tentar liberar seu patrimônio, mas a decisão da Justiça Estadual foi mantida no ano passado.

    Seis auxiliares do deputado também foram denunciados pela Promotoria. A ação civil pública foi ajuizada em setembro de 2006 e corre em segredo de Justiça para proteger o sigilo bancário dos acusados. Não há previsão para a data do julgamento.

    Barros Munhoz assumirá, na semana que vem, seu segundo mandato como deputado estadual e deverá ser reconduzido à presidência da Assembleia com apoio quase unânime. Até o PT e outros partidos que fazem oposição ao PSDB prometem apoiá-lo.

    O tucano administrou Itapira em três oportunidades. Munhoz deixou a prefeitura em 2004, quando não podia mais concorrer à reeleição e não conseguiu eleger o sucessor.

    BATE CARTEIRA E GRITA PEGA LADRÃO…PEGA O LADRÃO! 6

    Policiais espionaram secretário da Segurança Pública

    • 10 de março de 2011 

    O secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, foi vítima de espionagem. Policiais de São Paulo são suspeitos de controlar seus passos. Eles obtiveram por meio de suposta fraude imagens de um encontro de Ferreira Pinto com um jornalista no Shopping Pátio Higienópolis. Teriam induzido o shopping a entregar imagens do circuito interno, alegando que investigavam “uma ocorrência de outra natureza”.

    A Secretaria da Segurança Pública considerou “grave” a obtenção e divulgação das imagens. A Secretaria desconfia de policiais corruptos em campanha para derrubar Ferreira Pinto. Em sua gestão, o número de inquéritos abertos pela Corregedoria da Polícia Civil para apurar corrupção cresceu 35%.

    O governador Geraldo Alckmin afirmou ontem que o shopping deve explicar a cessão do vídeo, porque “ninguém do governo, autorizado pelo governo, solicitou a fita”. O shopping informou que entregou as imagens para “órgãos oficiais, por solicitação dos mesmos”, mas não especificou quais.

    O objetivo de quem obteve as imagens era vincular Ferreira Pinto à divulgação da notícia de que o sociólogo Túlio Kahn, ex-coordenador de Análise e Planejamento (CAP) da secretaria, venderia dados tratados como sigilosos pelo governo. As cenas mostram Ferreira Pinto se encontrando com um repórter da Folha de S. Paulo. Dias depois, o jornal publicou reportagem sobre atuação de Kahn.

    Segundo blogs de policiais civis, a publicação da notícia contra Kahn faria parte de suposta briga entre Ferreira Pinto e o secretário de Logística e Transporte, Saulo de Abreu Castro Filho. Alckmin tentou abafar ontem boatos de mudança na Segurança. Ele afirmou que o titular “goza da sua mais absoluta confiança”.

    Ao JT, o secretário confirmou o encontro com o jornalista e disse que tratou do caso da escrivã de polícia despida por corregedores durante revista – o que provocou a queda da direção da Corregedoria da Polícia Civil.

    Ontem, a Folha de S. Paulo informou lamentar “que imagens colhidas no circuito interno de um shopping tenham sido utilizadas na tentativa de coibir o trabalho da imprensa”.

    AO SR. TÚLIO KHAN: as serpentes da SSP preparavam o bote ( MOTE? ) tentando empregar este Blog como fonte de informações em seu desfavor…REQUEIRA O RASTREAMENTO E A IDENTIFICAÇÃO DO USUÁRIO DO IP 187.82.63.79 – TIM CELULAR – BRASÍLIA…AUTOR: “MALVADÃO” – charlieco@ig.com.br 123

    decomment-reply@wordpress.com <comment-reply@wordpress.com>
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    para dipol@flitparalisante.com

    data 21 de fevereiro de 2011 14:54
    assunto[JORNAL FLIT PARALISANTE] Comentário: “CASO SUI GENERIS: DELEGADO CONDENADO E PRESO DESDE 2007 AINDA NÃO FOI DEMITIDO”
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    comment-reply@wordpress.com para dipol@flitparalisante.com
    mostrar detalhes 21 fev

    Novo comentário sobre seu post “CASO SUI GENERIS: DELEGADO CONDENADO E PRESO DESDE 2007 AINDA NÃO FOI DEMITIDO”
    Autor: malvadão (IP: 187.82.63.79 , 187.82.63.79)
    Email: charlieco@ig.com.br
    URL    :
    Whois  : http://whois.arin.net/rest/ip/187.82.63.79
    Comentário:
    quero ver se esse “delgadinho” tem culhão pra abordar e revistar o FORD/FIESTA de cor preta, pertencente à frota do GS/SSP, que é utilizado pelo imcompetente Dr. TULIO KAHN do CAP da SSP/SP. Este boçal estaciona defronte a séde da SSP e chega e sai com giroflex e sirene ligados. Pasmem, ele não é de carreira policial.É asponeeeeee,usa roupa tirada da garrafa e entre outras coisas, não é chegado a banhos.(FÉDE).Vai lá corro quero ver dar uma cana nele!!!!!!!

    Você pode ver todos os comentários sobre esse post aqui:
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    __________________________________

    O original do e-mail gerado está  a sua disposição.

    Obs.: Não foi aprovado e publicado em consideração a Vossa Senhoria e ao  Dr. JC.

    METODOS NAZISTAS IMPLANTADOS NA SSP-SP ?…Video denuncia o jornalismo de aluguel e servil praticado nas redações paulistanas 25

    http://cabecadebacalhau.wordpress.com/2011/03/09/2990/

    O que faz o secretário de Segurança Pública passeando pelo pátio do Shopping Higienópolis,  com um envelope na mão, na hora que deveria estar despachando dentro do seu gabinete?

    _______________________________

    Caracas,  na última sexta de fevereiro:  TAVA GASTANDO O TRINTA …

    DO  “QUINZE-TRINTA” !

    MARIO CESAR CARVALHO, GUARDEM E MARQUEM COM UM “X” ESSE NOME 9

     

    Chefia da Segurança é impasse para Alckmin

    Aliados defendem que governador eleito afaste atual secretário, cuja gestão é elogiada por combate à corrupção

    Se tirar nome da pasta, tucano correrá risco de parecer conivente com policiais que foram investigados por Pinto

    MARIO CESAR CARVALHO
    DE SÃO PAULO

    O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), está diante de um impasse na segurança.
    Deputados e policiais que apoiam o tucano querem afastar o secretário da pasta, Antonio Ferreira Pinto, cuja gestão é elogiada pelos resultados positivos. A taxa de homicídios é a menor da história do Estado, crimes como roubo e furto estão em queda e o combate à corrupção policial se tornou uma das marcas do secretário.
    Se tirá-lo, o governador corre o risco de parecer conivente com a banda da polícia suspeita de corrupção.
    Foi na gestão de Ferreira Pinto que a Corregedoria da Polícia Civil, que investiga desvios praticados por policiais, passou a fazer parte do gabinete do secretário, com uma autonomia inédita.
    O resultado foi que cerca de 900 delegados estão sob investigação por crimes tão graves como o desvio de cerca de R$ 30 milhões do Detran (Departamento de Trânsito) e propinas acima de US$ 1 milhão pagas a policiais por um traficante colombiano, Juan Carlos Ramírez Abadía.
    A investigação dos 900 delegados e o caso da propina foram revelados pela Folha.
    Ninguém fala abertamente contra Ferreira Pinto, mas a Folha apurou que o deputado federal Mendes Thame (PSDB) e o presidente da Assembleia, Barros Munhoz (PSDB), estão entre os que fazem pressão por um novo ocupante do cargo.
    O deputado Fernando Capez, também tucano, já disse a empresários que ele seria o futuro secretário de Segurança. Procurado pela Folha, Capez diz que não comenta questões sobre a secretaria.
    Marco Antonio Desgualdo, delegado que é próximo de Alckmin a ponto de suas mulheres serem amigas, também está entre os que querem outro nome na pasta.
    São aliados de Desgualdo nessa empreitada o delegado Ivaney Cayres de Souza e Everardo Tanganelli Junior. Ambos são desafetos do secretário porque ele tirou-o de cargos cobiçados, como o Detran e o Denarc (Departamento de Narcóticos).
    Eles fazem lobby para o deputado Dimas Ramalho e o advogado Marcelo Martins de Oliveira, que foi adjunto na secretaria na gestão de Saulo de Castro. Por causa de seu estilo polêmico, Saulo deve assessorar Alckmin, sem o cargo de secretário.
    O nome do ex-deputado Régis de Oliveira também aparece na bolsa de apostas.
    Os policiais querem tirar Ferreira Pinto para mudar a Corregedoria da Polícia Civil.
    Já os deputados querem voltar a nomear delegados para cargos que consideram estratégicos e indicar as cidades onde a polícia deve abrir novas delegacias.
    Ferreira Pinto repete que foi esse tipo de política paroquial que levou Pirassununga, com 70 mil habitantes, a ter seis distritos enquanto o bairro Pimentas, na zona leste de São Paulo, tem um distrito para 200 mil habitantes.
    Outro motivo de atrito é a avaliação do secretário de que o Detran deveria ser excluído da Polícia Civil por dois motivos: 1) não há nada de policial na atividade; 2) o poder da polícia num órgão desse é fonte de corrupção.

    “Eu pretendo fazer das corregedorias um reduto de seriedade, de combate à corrupção, aos desvios, aos abusos. Podem cobrar de mim”. E então, Dr. Pinto?…E agora, Geraldo?…FERREIRA PINTO SÓ MANIPULOU AS INFORMAÇÕES PARA SE MANTER NO CARGO…AFINAL, PARA QUÊ?…QUAL O ATRATIVO?…AH, O ESPÍRITO PÚBLICO, NÉ? 23

    Caso de polícia
    Folha de São Paulo – 26/1/2010

    FERNANDO DE BARROS E SILVA

     SÃO PAULO – Cerca de 800 delegados da Polícia Civil de São Paulo, num universo de pouco mais de 3.300, estão sendo investigados pela corregedoria da própria instituição. Isso representa quase um em cada quatro. Os números revelados pela reportagem de André Caramante no domingo impressionam.
    Foram abertos nos últimos meses procedimentos internos para apurar irregularidades contra mais de 8.500 policiais -a Civil tem 33 mil homens. Além disso, 418 policiais de três dos principais órgãos da instituição foram removidos de suas funções. Pode-se imaginar a insatisfação interna que esse conjunto de ações esteja provocando.
    Para o cidadão, porém, a questão é outra: como pode o Estado de São Paulo conviver com evidências de corrupção endêmica no interior do aparelho encarregado de combater o crime? O secretário Antonio Ferreira Pinto está mexendo num vespeiro que, tudo indica, é muito antigo e estava bem resguardado.
    Ao assumir o cargo, em março de 2009, ele disse: “Eu pretendo fazer das corregedorias um reduto de seriedade, de combate à corrupção, aos desvios, aos abusos. Podem cobrar de mim”. Ocorreram, de fato, mudanças a partir de agosto, quando a corregedoria foi vinculada ao secretário e assumida pela delegada Maria Inês Trefiglio Valente.
    Ex-PM, ex-promotor e procurador de Justiça, ex-secretário da Administração Penitenciária, Ferreira Pinto é conhecido por seus hábitos espartanos e pela intransigência. Ronaldo Marzagão, seu antecessor, havia deixado o cargo desgastado pela acusação de corrupção contra seu adjunto e pela greve de quase dois meses da Polícia Civil, que culminou num confronto com a PM perto do Palácio dos Bandeirantes.
    Consta que Ferreira tenha pacificado as corporações. Agora, porém, entre os delegados atingidos por sua gestão, aposta-se na vitória de Geraldo Alckmin para retomar o prestígio perdido. Há quem diga que Ferreira não resiste à saída de Serra do governo, no final de março.
    E então, Geraldo? E agora, José?

    ASSISTAM AO VÍDEO DO ENCONTRO DE SECRETÁRIO DE SEGURANÇA – ANTONIO FERREIRA PINTO – COM O JORNALISTA DA FOLHA DE SÃO PAULO MÁRIO CESAR CARVALHO QUE TRATOU DA DEVASTAÇÃO DE TÚLIO KAHN DO CAP ( GENTILEZA DO RADIALISTA JOÃO ALKIMIN ) 171

    Enviado em 08/03/2011 às 22:49 – JOÃO ALKIMIN 

    Oi Conde Guerra
    Ai vai o video do encontro:

    http://www.vejosaojose.com.br/encontrodesecretarioejornalista.htm

    Publicado no Flit Paralisante  por Roberto Conde Guerra

    Delegacia sem delegado – Reportagem da Folha revelou que um terço das cidades paulistas -206 de 645 municípios- carece de delegados titulares. 58

    Enviado em 08/03/2011 às 20:51-marcelorogerio

    Esditorial Folha de SP 08/03/2011

    Editoriais

    editoriais@uol.com.br
    Delegacia sem delegado

    A ausência de titulares em um terço dos municípios do Estado de São Paulo contribui para a notória má qualidade do inquérito policial

    A visita à maioria dos distritos policiais deixa evidente que são repartições pouco propícias para a investigação criminal. Mais que atividades de inteligência, impera ali a burocracia do inquérito, em que a função policial se confunde com a produção de documentos escritos. Sobre a floresta de papéis reina um bacharel em direito, o delegado -quando está presente.
    Reportagem da Folha revelou que um terço das cidades paulistas -206 de 645 municípios- carece de delegados titulares. Isso quer dizer que essas delegacias ficam acéfalas na maior parte dos dias, recebendo visitas do responsável final pelos inquéritos duas vezes por semana, se tanto.
    Ao acumular a supervisão de várias delas, o delegado dificilmente se familiarizará o bastante com as peças em andamento. Notoriamente deficientes, mesmo quando feitos em delegacias bem dotadas de pessoal e recursos, os inquéritos se tornam ainda mais morosos e falhos. É o princípio de uma longa cadeia de impunidade.
    Para que crimes cheguem a ser julgados e seus perpetradores, condenados, um inquérito precisa ser acatado como completo e competente pelo Ministério Público, que oferece denúncia à Justiça. Não há boas estatísticas nacionais sobre tal medida de eficiência do trabalho policial no Brasil. Estudo concluído em 2009 sob a coordenação do sociólogo Michel Misse, no entanto, revelou situação acabrunhante nas capitais de cinco Estados (DF, MG, PE, RJ e RS).
    O levantamento mostrou que 92,5% dos homicídios dolosos resultam em inquéritos enviados ao Ministério Público até quatro anos após a ocorrência. Meros 4% deles se tornam denúncias, vale dizer, o início de ação penal. A maioria (82%) é devolvida ao delegado para novas diligências, iniciando o vaivém pejorativamente conhecido como “pingue-pongue”.
    Decerto a ausência de delegados titulares não constitui a causa principal de tamanha ineficácia, mas tampouco parece propícia à produção de inquéritos robustos. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo defende que o acúmulo de funções não é prejudicial.
    As cidades desguarnecidas têm população aquém de 100 mil habitantes e índices baixos de criminalidade. Nessas condições, o delegado poderia supervisionar o trabalho de investigadores à distância. A reportagem, por outro lado, constatou que no ano passado 131 daqueles 206 municípios tiveram aumento de pelo menos um tipo de crime (homicídio, roubo e furto) na comparação com 2009.
    É concebível que algumas localidades prescindam da presença de um delegado em período integral. Nesses casos, contudo, faria mais sentido fechar os postos desnecessários. Há no presente nove concursos em andamento no Estado para 6.376 vagas de policiais militares e civis -nenhum deles destinado a preencher as cadeiras vacantes de delegados.