O tipinho nefasto recebeu uma colher de chá de juíza e ainda não foi expulso…Parabéns aos verdadeiros PMs que prenderam o bandido fardado em flagrante…Uma benção verificar que ainda há quem defenda a pureza da função! 2

PM que iria ‘usar drogas em ocorrências’ é condenado e solto

08/02/21 por Jeniffer Mendonça

 

Yuri Teles foi preso no ano passado com um suposto ‘kit flagrante’ de cocaína e maconha; justiça considerou que ele poderá cumprir pena em liberdade, mas promotora recorreu

Yuri Faria Teles em 30 de agosto, quando foi preso por tráfico, no 24º DP (Ponte Rasa)| Foto: Reprodução/Polícia Civil de SP

O policial militar Yuri Faria Teles, 21 anos, que foi preso com drogas e afirmou que as usaria em ocorrências, foi condenado a um ano, 11 meses e 10 dias de reclusão em regime inicial aberto (quando a pessoa só tem a obrigação de ficar recolhida à noite ou nos dias de folga, numa unidade prisional ou na própria casa) e pagamento de 194 dias-multa por tráfico de drogas.

De acordo com a juíza Margot Chrysostomo Corrêa, que assinou a sentença na última quarta-feira (3/2), a versão do soldado de que teria encontrado os entorpecentes com um suspeito que tentou abordar, mas que saiu correndo jogando uma sacola, é “absurda” e “esdrúxula”. Além disso, destacou que a versão dos dois policiais que o abordaram e afirmaram que Teles disse informalmente que usaria as drogas em ocorrências é “coerente”, pois não não haveria motivos para que a dupla mentisse. Ela entendeu como procedente a acusação de tráfico de drogas, que tem pena mínima de 5 anos, mas diminuiu a pena ao considerar que acusado não tem antecedentes e nem integra organização criminosa. A magistrada também determinou que ele poderia recorrer da decisão em liberdade.

Leia também: Um policial pode prender você sem provas. E a Justiça vai acreditar nele

Em 30 de agosto do ano passado, por volta das 7h35, os policiais Leandro Augusto de Moura e Ricardo Luiz da Silva observaram uma aglomeração num posto de combustível no cruzamento da Avenida Dom Helder Camara com a Rua Jujiu, na Ponte Rasa, zona leste da capital paulista, conforme relataram no boletim de ocorrência. Ao questionarem pessoas no local, uma contou que havia visto, momentos antes, um suspeito armado num Jeep Renegade cinza. A testemunha indicou a direção que o veículo seguiu.

Patrulhando pela Rua Arquiteto Francisco Beck, a dupla de PMs perguntou a uma pessoa da rua se havia visto um automóvel parecido e ela disse que sim, que era dirigido por alguém “jovem, trajando calça jeans e camisa preta e havia adentrado em uma feira local”. Ao abordarem Yuri Teles por causa dessas características, os policiais questionaram por que ele teria passado em alta velocidade e se havia alguma irregularidade com o jipe. Yuri teria se identificado enquanto soldado, dito que estava armado e que tinha drogas que seriam para “usar em ocorrências”, segundo os policiais. Ao revistarem o veículo, os PMs encontraram uma sacola no porta malas com 54 pinos e 56 papelotes contendo cocaína, 29 trouxinhas de maconha e 21 frascos de lança perfume — que correspondiam a 82 gramas de cocaína, 146 gramas de maconha e 126 mililitros de Tricloroetileno, utilizado na fabricação de lança-perfume. Ele foi preso em flagrante e levado ao 24º DP (Ponte Rasa).

Leia também: Corregedoria descobre combo de ‘kits flagrantes’ e prende 11 PMs

O soldado declarou na delegacia que as drogas que estavam com ele pertenciam a um suspeito alto, magro e que usava moletom, que ele tentou abordar às 6h daquele mesmo dia no bairro de São Mateus, também na zona leste, mas que saiu correndo e jogou a sacola no chão. Yuri Teles disse que não havia declarado a ocorrência à corporação, que estava à paisana e que tinha apenas dois meses de policiamento na rua, sendo que ficou “assustado” com a abordagem dos policiais.

Em audiência, Yuri Teles explicou que estava com um amigo no carro vindo de uma festa quando teria visto “dois rapazes, um de pé e o outro na motocicleta”, diferentemente do que estava no boletim de ocorrência, achando que era um assalto. Os dois teriam fugido largando a sacola depois que ele sacou a arma. Ele afirma que não pensou em levar o amigo como testemunha e que no caminho foi “fechado” por um automóvel Celta preto, cujo motorista “saiu xingando” e ele pensou que tinha relação com o possível assalto anterior, tendo sacado a arma, mas que depois percebeu que era apenas uma “questão de trânsito”. Disse que deixou o amigo na casa dele e que estava indo para a delegacia, mas que resolveu “parar na feira para comer um pastel, já que o plantão começava às 8 da manhã”. No momento, acabou sendo detido pela dupla de colegas.

Leia também: PMs suspeitos de usarem ‘kit flagrante’ em 2017 são expulsos da corporação

O Ministério Público Estadual, que havia denunciado o soldado por tráfico de drogas com agravante de abuso de autoridade, entrou com uma apelação na sexta-feira (5/2) para reverter a sentença, já que não concordou com a pena estipulada pela juíza e pede que os agravantes sejam considerados e que o cumprimento da condenação seja feita em regime fechado. “É preciso considerar, ainda, a maior reprovabilidade da conduta do apelado, eis que sendo policial militar a ele incumbia proteger a sociedade, defender a lei e a ordem e não praticar crimes”, argumentou a promotora Paula de Camargo Ferraz Fischer.

Outro lado

Ponte procurou a defesa do soldado Yuri Teles, por e-mail, mas não obteve resposta. A reportagem também questionou as assessorias de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e da Polícia Militar para saber se o policial retornaria ao trabalho nas ruas e se haveria alguma investigação por parte da Corregedoria da corporação, mas não responderam até a publicação.

Ponte Jornalismo

Ouvidor deveria defender o fim dessas duas polícias pestilentas…Mas a autoridade mais nefasta é justamente o Delegado de Polícia…Chancelador das arbitrariedades e mentiras da PM 9

“Fizeram o que polícia não fez”, diz ouvidor a pais que investigaram crime

O ouvidor da Polícia, Elizeu Soares Lopes (de terno), conversa com os jovens Eryk (com uma criança no colo), Kelvin (abraçado com a esposa) e Alexssandro (sentado) e seus pais - Marcelo Oliveira/UOL
O ouvidor da Polícia, Elizeu Soares Lopes (de terno), conversa com os jovens Eryk (com uma criança no colo), Kelvin (abraçado com a esposa) e Alexssandro (sentado) e seus pais Imagem: Marcelo Oliveira/UOL

 

Marcelo Oliveira

Do UOL, em São Paulo

10/02/2021 04h00

O ouvidor da polícia de São Paulo, Elizeu Soares Lopes, esteve ontem (9) no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, com os jovens Alexssandro Marques do Nascimento, 18; Eryk Bueno Pimentel, 20; e Kelvin Nascimento de Amancio, 22. Os três passaram dois meses presos por roubo e foram soltos após os pais deles investigarem o caso e conseguirem imagens que mostravam que eles não estavam na cena do crime pelo qual foram presos pela Polícia Militar.

“Vocês fizeram o trabalho que a polícia não fez”, disse o ouvidor aos pais dos jovens. Alexssandro, Eryk e Kelvin estão em liberdade provisória desde 20 de janeiro e ainda têm algumas restrições de direitos — eles não podem sair das 22h às 6h, por exemplo.

Relacionadas

Famílias investigam roubo para provar inocência de 4 jovens presos em SP Jovem negro testemunha roubo de moto, mas é preso e condenado pelo crime Jovens são presos por crime cometido na hora que eram abordados pela PM

A Polícia Civil é a primeira que deveria fazer o controle do trabalho da PM. Se a autoridade policial, que é o delegado, vê que a informação que a PM traz não faz sentido, ele tem que se negar a autuar os presos em flagrante.”Elizeu Soares Lopes, ouvidor da polícia

A ouvidoria abriu um procedimento sobre o caso no dia 18 de janeiro e cobrou informações das corregedorias de ambas as polícias. No dia 20, mesmo dia em que o UOL noticiou o caso, a juíza Maria Fernanda Belli, da 1ª Vara Criminal, concedeu a liberdade provisória dos jovens. https://s.dynad.net/stack/928W5r5IndTfocT3VdUV-AB8UVlc0JbnGWyFZsei5gU.html

Para o ouvidor, casos como o dos rapazes do Capão Redondo mostram como a pobreza é criminalizada no país. “Será que num bairro nobre eles seriam tratados assim?”, questionou.

Após 20 dias de liberdade, Alexssandro, Eryk e Kelvin ainda sentem o peso da prisão e têm medo da polícia.

Bate insegurança quando vejo uma viatura.”Eryk Bueno Pimentel

Tenho medo que eles voltem e façam a mesma coisa de novo.”Kelvin Nascimento de Amancio

Eryk e Alexssandro estão em busca do primeiro emprego e Kelvin arrumou um trabalho em um lava-rápido. Alexssandro está aguardando o resultado de uma vaga e Eryk afirma que está com dificuldade de se empregar.

O UOL solicitou um posicionamento da Secretaria de Segurança Pública a respeito das declarações do ouvidor e aguarda manifestação.

Ouvidor defende polícia comunitária

Lopes defendeu uma polícia comunitária “e não uma polícia que veja a população como inimiga”, disse. “O comandante da PM local tem que conhecer os moradores e as lideranças comunitárias, o pastor, o padre”, defendeu o ouvidor.

A assistente social Maria Edijane Alves, articuladora da Rede de Proteção e Resistência contra o Genocídio, grupo formado por articuladores sociais que dão apoio a vítimas de violações de direitos humanos, disse que é necessário pensar em outras políticas públicas para a periferia que não apenas a intervenção policial. “Os jovens foram presos na única área de lazer do bairro”, disse.

Elizeu concordou com a assistente social. “Eu cresci no Itaim Paulista [zona leste de São Paulo] numa família com dez irmãos. Sei o quanto é difícil o acesso a direitos. E esse problema não é só das famílias, mas do Estado”, disse.

Amigo dos jovens segue em prisão domiciliar

O ouvidor também conheceu a tutora do jovem Rafael Marques, 21, a cozinheira Silvana Maria Marques, tia do jovem. Ela contou que o rapaz continua em prisão preventiva domiciliar. Ele não foi preso em regime fechado como seus três amigos por ter diagnóstico de transtorno bipolar e atraso em seu desenvolvimento intelectual.

Silvana não está conseguindo contato com o advogado do rapaz e a defesa dele ainda não requereu que a liberdade provisória concedida à Alexssandro, Erik e Kelvin seja estendida para ele.

“Ele só tem autorização para ir acompanhado por mim até a UBS para pegar a medicação dele ou ir ao médico”, contou Silvana. O resto do tempo Rafael fica em casa.

Da esq. para a dir., Kelvin Amâncio, Eryk Pimentel e Alexssandro Nascimento, libertados há 20 dias, após dois meses presos acusados de roubo - Marcelo Oliveira/UOL - Marcelo Oliveira/UOL
Da esq. para a dir., Kelvin Amâncio, Eryk Pimentel e Alexssandro Nascimento, libertados há 20 dias, após dois meses presos acusados de roubo; os pais deles juntaram imagens que mostram que eles não estavam na cena do crime Imagem: Marcelo Oliveira/UOL

 

 

Infelizmente, Delegado de Polícia só presta desserviços…É o primeiro garantidor de injustiças…Estão ganhando muito bem pela rotineira desídia e covardia! 1

Juíza manda soltar preso por crime cometido quando era revistado pela PM

Lennon Seixas e a cachorrinha da família, em foto do Natal de 2020 - Arquivo Pessoal
Lennon Seixas e a cachorrinha da família, em foto do Natal de 2020 Imagem: Arquivo Pessoal

Marcelo Oliveira

Do UOL, em São Paulo

11/02/2021 08h47

A Justiça determinou ontem a liberdade provisória de Lennon Seixas Vieira da Silva, 27. Ele é um dos três rapazes presos pela PM e acusados pelo Ministério Público pelo sequestro relâmpago de um médico ocorrido em 4 de janeiro, na cidade de São Paulo.

Um vídeo de uma câmera de segurança, obtido pela família do jovem e apresentado à Justiça por seu advogado, porém, mostra que dois dos jovens presos, Lennon e Bruno Souza dos Prazeres, 27, foram abordados e fotografados pela PM no horário do crime, conforme revelou a reportagem do UOL publicada terça-feira (9).

Toda a prova do caso parece questionável, diz juíza

A decisão de soltá-lo foi da juíza Maria Fernanda Belli, da 1ª Vara Criminal de São Paulo. Para a magistrada, não se podem desprezar “as dúvidas aventadas pela defesa (…) o que tornaria injustificável o período de prisão cautelar”. De acordo com Belli “toda a prova até o momento carreada parece questionável [e] não se coaduna com a correção que se espera da análise de um caso”.

A juíza também levou em consideração que Lennon não possui antecedentes criminais, vive com os pais e que, apesar da gravidade da acusação que pesa contra ele, a prisão preventiva seria “uma antecipação de pena”.

A Justiça concedeu a Lennon a liberdade provisória mediante algumas condições. Ele não poderá se ausentar de São Paulo por mais de sete dias, nem mudar de endereço sem autorização judicial. Ele deve ficar em casa das 21h às 7h, exceto que comprove estar trabalhando. Lennon está desempregado e, segundo sua família, queria trabalhar com um carrinho de churrasco.

O Ministério Público de São Paulo foi contrário à liberdade provisória de Lennon e dos demais. Segundo a promotora Maria Luiza Matusaki, prevaleceria “o reconhecimento pessoal por parte da vítima”.

Lennon deve sair hoje; Bruno e Rodrigo seguirão presos, entenda

O alvará de soltura de Lennon foi concedido após as 18h e o setor jurídico do CDP de Osasco, onde ele está preso, já estava fechado. Ele deve ser solto na tarde ou noite de hoje, afirmou seu advogado.

Segundo a juíza, o pedido da defesa de Lennon trata apenas da situação envolvendo o réu. Por conta disso, ela não estendeu o mesmo benefício aos outros presos: Bruno e seu irmão, Rodrigo Souza dos Prazeres, 31.

A mãe de Rodrigo e Bruno contou ao UOL que Rodrigo foi preso em casa, depois de Lennon e Bruno, assim que chegou do trabalho. Bruno e Rodrigo são atendidos pela Defensoria Pública do Estado.

O pai e a mãe de Lennon pedem a liberdade do filho preso em Piraporinha, na zona sul de São Paulo - Marcelo Oliveira/UOL - Marcelo Oliveira/UOL
O pai e a mãe de Lennon pedem a liberdade do filho preso em Piraporinha, na zona sul de São Paulo [por segurança, a foto foi editada para apagar os números de telefone da família] Imagem: Marcelo Oliveira/UOL

Aparência dos presos é diferente da descrição feita pela vítima em B.O.

Antes do reconhecimento, que é a principal prova do processo, o médico descreveu os assaltantes na delegacia de Itapecerica da Serra com uma aparência muito diferente dos três jovens presos. Em comum, só o fato de serem negros. Os pais de Lennon afirmam que o médico foi muito pressionado pelos PMs.

No B.O. registrado em Itapecerica consta que dois dos autores do crime descritos pela vítima teriam cerca de 20 anos e que o terceiro assaltante teria cerca de 17 anos e 1m90. Ao lado da descrição desse adolescente constava o nome Tiago. Não há no B.O. nenhuma explicação sobre o por quê desse nome estar ali.

Nenhum dos jovens presos tem 1m90. Além de levar o carro do médico, os bandidos sacaram R$ 900 da vítima e roubaram um uniforme, um celular e outros objetos. Nada foi encontrado pela PM com Lennon, Bruno ou Rodrigo.

Na decisão, a juíza ressalta ainda que discussões sobre o depoimento da vítima ou dos policiais não cabem neste momento do processo, mas no julgamento do mérito. O UOL procurou o médico, mas ele não respondeu ao pedido da reportagem para uma entrevista.

A juíza ressaltou na decisão que não foi dela a ordem de prisão preventiva dos três jovens, mas da juíza que atuou no caso durante o recesso forense.

Delegada indicia tenente da PM por fraude processual e desobediência 83

No corpo do bem elaborado RDO n. 190/21, do 1. DP de São Bernardo do Campo, a delegada de polícia Drª Renata de Souza Muassab determinou o indiciamento do Sr. Fábio de Paula Soares, tenente da Polícia Militar.

O RDO é extenso , mas merece ser lido, apesar de que poderia ser um pouco mais sintético e com menos apego a filigranas e ao vocabulário jurídico forense.

Questão de estilo a parte, aparentemente perfeito na forma e na essência!

Em linhas gerais, versa sobre tentativa de homicídio contra policial militar; a vítima em legitima defesa conseguiu neutralizar o criminoso com único disparo.

Logo após providenciou socorro ao infrator que foi preso em flagrante.

Nada obstante a simplicidade da ocorrência , sempre há uma pedra no caminho , pois  tudo que envolve participação de oficial da PM sempre dá novidade .

Pois bem ,  naquela Comarca há determinação expressa do Juiz Corregedor e do Júri, no sentido de que as armas dos policiais militares devem ser apresentadas ao Delegado de Polícia, pois é competência privativa do Tribunal do Júri conhecer e julgar os casos de eventuais crimes contra a vida cometidos por policiais militares, logo, a atribuição para a instauração do inquérito é da Polícia Civil; independentemente da interpretação distorcida feita pela Justiça Militar.

Segundo consta , o tenente , além de deselegante , nem sequer teve a educação de atender ao telefonema da delegada.

Por meio de subordinado mandou dizer , por telefone , que não iria determinar a apresentação da pistola Glock usada em serviço pelo policial. 

E fim de papo! 

Com efeito , conforme os fundamentos registrados no documento, causou prejuízos ao serviço policial com delongas , alteração do local do crime e  subtração da pistola para o necessário e contemporâneo exame pericial.

Sem nenhuma crítica a autoridade signatária do RDO – já que não sei qual o procedimento adotado nas ocorrências mais rotineiras , especialmente prisões em flagrante apresentadas pela PM – o melhor a ser feito é mentalmente mandar o oficial enfiar a pistola no próprio rabo.

Cuidem , ainda que seja muito custoso , de , antes de lavrar qualquer auto de flagrante delito, fazer o local do crime e o local da captura.

Apreendendo todos os demais elementos de prova não apresentados e arrolando cidadãos como testemunhas. 

Delegado que acredita apenas na palavra de policiais – além de prevaricar – faz papel de trouxa!

A  sociedade vai lhes agradecer! 

Não fiquem , por omissão, fazendo o papel de cartório da PM. 

Estão, cada vez mais ,  se rebaixando pra esse pessoal que , culturalmente, odeia a Polícia Civil, principalmente os delegados.    

De se conferir no link abaixo:

RDO – DELEGACIA DR. OMAR CASSIM

No dia 19 de janeiro de 1982 um delegado anunciava com estardalhaço e desrespeito a morte de Elis Regina por overdose de cocaína , mas o DEIC já era um antro de traficantes 8

Para quem não conhece a obscura história da Polícia Civil, a morte da mais famosa cantora do Brasil foi utilizada de forma pedagógica pelas autoridades de então , sectárias e submissas ao governo militar , como um manifesto antidrogas e objurgatório moral dos setores progressistas da sociedade, especialmente os músicos e artistas.

Os policias civis em geral , na época , pareciam tomados por um orgasmo coletivo diante da causa morte atestada pelo maior corrupto da história da medicina legal: Harry Shibata!

Até Romeu Tuma do DOPS foi convocado a acompanhar as céleres investigações.

A falecida foi declarada culpada pela própria morte, mas os verdadeiros responsáveis jamais foram investigados e condenados criminalmente: os traficantes.

E muitos deles estavam ali colaborando com investigações .

Eram os componentes da divisão de entorpecentes do DEIC , os quais , cinco anos depois, ganhariam um departamento todo seu para explorar o tráfico em todo o Estado de São Paulo: o DENARC.

Órgão que somente 20 anos depois de absoluto reinado perderia o monopólio da corrupção no setor de entorpecentes para a ROTA.

O estardalhaço feito por delegados falsos moralistas serviu , muito antes de prevenção ao uso da cocaína , para a maior fama dessa droga e, subsequentemente, maiores lucros para muitos outros delegados e investigadores.

Aliás, droga muito querida e utilizada durante o serviço policial por incontáveis autoridades e agentes desde os anos 1960.

De resto, basta pesquisar a escandalosa história do DENARC e DISES em todo o estado.

Elis Regina foi vítima de overdose: como foram as últimas horas da cantora  - Entretenimento - BOL

MP vai propor regras para fiscalizar polícias 10

 

  •  

Bruno Ribeiro16 JAN202107h20

O Conselho Nacional do Ministério Público (Conamp) deve propor até maio novas regras para fiscalizar e exercer o controle externo da atividade policial no Brasil. Um grupo de trabalho composto por membros de promotorias das cinco regiões do País, além de promotores públicos militares e federais, irá estabelecer novas regras para o cumprimento do trecho da Constituição que atribui às promotorias a função de acompanhamento das polícias Civil e Militar.

 

Um dos pontos se refere à investigação de casos de letalidade policial e dos casos em que policiais são assassinados em confrontos. As discussões ocorrem em meio a movimentos no Congresso para aumentar a independência das polícias militares, o que reduz o poder dos governos estaduais, e elevar os status das corporações ante as Forças Armadas.

O promotor público encarregado de coordenar o grupo de trabalho, Antonio Suxberger, do Distrito Federal, disse que mudanças como as que foram reveladas pelo Estadão nesta semana não podem ser feitas de forma simples por uma lei ordinária, uma vez que são regras definidas pela Constituição e por legislações estaduais. Ele lembra que o controle externo das polícias é atividade do MP prevista na Constituição. “Instituição autônoma e armada é algo inviável dentro de um projeto democrático do mundo ocidental.”

O grupo de trabalho encarregado de redigir as novas regras foi constituído no fim do ano passado, após a edição do pacote anticrime do governo Bolsonaro.

Padrão

Uma das ideias é padronizar procedimentos das visitas e produzir informações que possam dar mais visibilidade aos temas da área, em especial a letalidade e a vitimização policial. “Estamos falando de dificuldade jurídica em se definir de quem é a competência para apuração.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

[App UOL] Tribunal absolve 7 PMs acusados de encobrir morte de jovem após abordagem – 12/12/2020 – UOL Notícias 18

Tribunal absolve 7 PMs acusados de encobrir morte de jovem após abordagem – 12/12/2020 – UOL Notícias. Veja mais no UOL. Acesse: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2020/12/12/tribunal-absolve-7-pms-acusados-de-esconder-morte-de-jovem-apos-abordagem.htm

A comarquinha mais cara e mais desonesta do planeta. O único que presta é um civil!

BRASAIR , JÁ! – A minha pátria é São Paulo , chega de ser explorado pelo Brasil…Você policial ignorante ainda não percebeu que ganha R$ 3.000 porque nosso Estado tem que sustentar a União pagando R$ 10.000 pelo mesmo serviço? Não adianta culpar o Governador …O Butantã é nosso, logo primeiro a receber vacina é a nossa gente paulista ( falo dos natos e de quem adotou esta terra como sua ) que carrega o piano – mais pesado – deste país! 30

Pazuello garantiu que comprará todas vacinas registradas pela Anvisa, diz Caiado

Pazuello disse que comprará todas vacinas registradas, diz Caiado - Por Maria Carolina Marcello
Pazuello disse que comprará todas vacinas registradas, diz Caiado Imagem: Por Maria Carolina Marcello

 

Maria Carolina Marcello

11/12/2020 15h42

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), disse nesta sexta-feira ter sido informado pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que “toda e qualquer vacina registrada” que seja produzida no país ou importada será requisitada pela pasta para o combate à covid-19.

Segundo Caiado, será editada uma medida provisória para tratar da centralização e da distribuição dos imunizantes contra o novo coronavírus.

Relacionadas

Doria reage à suposta MP de Bolsonaro para centralizar vacinas Entidades pedem que STF ponha fim à politização da vacina contra a covid-19 Pazuello diz que “pandemia não acabou” e que país só chegará próximo a uma normalidade com a vacina

“Toda e qualquer vacina registrada, produzida ou importada no país será requisitada, centralizada e distribuída aos estados pelo Ministério da Saúde. Pazuello me informou isso aqui em Goiânia, hoje. Nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid”, disse Caiado, no Twitter.

“O ministro Pazuello me informou que será editada uma medida provisória que vai tratar dessa centralização e distribuição igualitária das vacinas. Toda e qualquer vacina certificada que for produzida ou importada será requisitada pelo Ministério da Saúde”, disse, informando assim que o governo federal centralizará os pedidos de compra de imunizantes. https://platform.twitter.com/embed/index.html?dnt=false&embedId=twitter-widget-0&frame=false&hideCard=false&hideThread=false&id=1337446368751874048&lang=pt&origin=https%3A%2F%2Fnoticias.uol.com.br%2Fultimas-noticias%2Freuters%2F2020%2F12%2F11%2Fpazuello-disse-que-comprara-todas-vacinas-registradas-diz-caiado.htm&siteScreenName=UOLNoticias%20%40UOL&theme=light&widgetsVersion=ed20a2b%3A1601588405575&width=550pxhttps://s.dynad.net/stack/928W5r5IndTfocT3VdUV-AB8UVlc0JbnGWyFZsei5gU.html

A publicação pode ser encarada como uma referência indireta a João Doria (PSDB), governador de São Paulo. O Instituto Butantan, vinculado ao governo paulista, testa no Brasil a CoronaVac, potencial vacina contra Covid-19 da chinesa Sinovac e iniciou o envase de doses da vacina no país com uma capacidade que chegará a 1 milhão de doses diárias.

Doria anunciou nesta semana que iniciará, em 25 de janeiro, a vacinação contra Covid-19 em São Paulo e já fechou acordos com outros estados e municípios para fornecer o potencial imunizante.

O governador tucano publicou comentários no Twitter na tarde desta sexta-feira, após a postagem de Caiado. “Os brasileiros esperam pelas doses da vacina, mas a União demonstra dose de insanidade ao propor uma MP que prevê o confisco de vacinas. Esta proposta é um ataque ao federalismo. Vamos cuidar de salvar vidas e não interesses políticos”, disse.https://platform.twitter.com/embed/index.html?dnt=false&embedId=twitter-widget-1&frame=false&hideCard=false&hideThread=false&id=1337475675914182657&lang=pt&origin=https%3A%2F%2Fnoticias.uol.com.br%2Fultimas-noticias%2Freuters%2F2020%2F12%2F11%2Fpazuello-disse-que-comprara-todas-vacinas-registradas-diz-caiado.htm&siteScreenName=UOLNoticias%20%40UOL&theme=light&widgetsVersion=ed20a2b%3A1601588405575&width=550px

Os brasileiros esperam pelas doses da vacina, mas a União demonstra dose de insanidade ao propor uma MP que prevê o confisco de vacinas. Esta proposta é um ataque ao federalismo. Vamos cuidar de salvar vidas e não interesses políticos.– João Doria (@jdoriajr) December 11, 2020

Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro, que é desafeto político de Doria, chegou a desautorizar uma declaração de Pazuello que o governo federal compraria doses da vacina chinesa. Bolsonaro afirmou ainda que a CoronaVac não inspirava segurança na população dada a sua origem.

Nesta semana, entretanto, o presidente disse em sua conta no Twitter que o governo oferecerá as vacinas de forma obrigatória “havendo certificação da Anvisa”.

Nos últimos dias, Pazuello vem afirmando que todas as vacinas que forem registradas no país serão compradas para vacinar os brasileiros. A posição pública do governo de São Paulo e do Butantan tem sido favorável à inclusão da CoronaVac no Plano Nacional de Imunização, e há memorando de entendimento assinado para que isso ocorra, desde que a vacina obtenha autorização da Anvisa, o que ainda não ocorreu.

O Butantan ainda não apresentou pedido de registro da CoronaVac junto à Anvisa e tampouco apresentou os dados sobre sua eficácia na prevenção da Covid-19 em ensaios clínicos em estágio avançado. A expectativa é que os dados sejam anunciados até a próxima terça-feira.

O governo federal prepara uma medida provisória que libera 20 bilhões de reais do Orçamento para a compra de vacinas aprovadas pela Anvisa, segundo uma fonte com conhecimento da questão

STJ reconhece aposentadoria especial para vigilantes armado ou não 2

 

 

Ian Ganciar Varella, Advogado

Publicado por Ian Ganciar Varellaontem4.786 visualizações

Aposentadoria especial para vigilantes

A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu reconhecer que vigilantes, quer trabalhem armados ou não, têm direito à aposentadoria especial.

A questão foi decidida durante o julgamento de três processos que tratavam do reconhecimento da contagem diferenciada do tempo de serviço para solicitar o benefício no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A discussão envolve o reconhecimento da periculosidade no exercício das atividades dos vigilantes.

Sendo que até no INSS, o vigilante pode pleitear o reconhecimento do tempo especial até 28.04.1995 – por meio da carteira de trabalho – e, para período posterior, deve buscar o ajuizamento da ação judicial.

Portanto, até abril de 1995, era permitido o reconhecimento da periculosidade por meio de qualquer comprovação dos riscos da profissão.

Porém, a partir da edição da Lei 9.032/1995 e do Decreto 2.172/1997, o enquadramento passou a ser conforme a comprovação de exposição a agentes nocivos.

Dessa forma, os vigilantes não tiveram mais direito à aposentadoria especial e diversas ações foram protocoladas em todo o país em busca do reconhecimento da nocividade do trabalho.

Vigilantes armado ou não

Por unanimidade, o colegiado do STJ reconheceu o direito dos vigilantes à aposentadoria especial e definiu a seguinte tese, que poderá ser seguida em casos semelhantes:

“É admissível o reconhecimento da especialidade da atividade de vigilante, com ou sem arma de fogo, em data posterior a Lei 9.032/1995 e ao Decreto 2.172/1997, desde que haja comprovação da efetiva nocividade da atividade por qualquer meio de prova até 5 de março de 1997 (data do decreto) e, após essa data, mediante apresentação de laudo técnico ou elemento material equivalente para comprovar a permanente, não ocasional, nem intermitente, exposição a agente nocivo que coloque em risco a integridade física do segurado”.

Processo Suspensos

Os processos judiciais que tratavam sobre o reconhecimento da atividade do vigilante como nociva estavam aguardando a decisão do STJ, no tema 1031, e, como houve a fixação da tese o advogado pode solicitar o julgamento do processo por meio da tutela da evidência.

Conclusão

Em regra, o segurado que exerce a atividade profissional como vigilante poderá se aposentar aos 25 anos ou converter o tempo especial para comum até 13.11.2019.

A concessão da aposentadoria especial, como vimos, depende da comprovação do tempo especial por meios dos seguintes documentos: carteira profissional e o PPP.

Por fim, o STJ reconheceu no tema 1031 que o vigilante pode requerer o reconhecimento do tempo especial para fins de concessão de aposentadoria especial ou outra aposentadoria que permita a conversão do tempo para comum.

Edição: Aline Leal. Fonte: Agência Brasil.

O escritório Varella Advogados está acompanhado todas as novidades no direito previdenciário. Não deixe de acompanhar nossas mídias sociais: TelegramYoutube e Facebook e site do escritório.

Tem alguma crítica, dúvida ou sugestão? Fala comigo nos comentários, que é onde nós avançamos e construímos um debate mais profundo!

Ian Varella é Advogado Previdenciário. Sócio do escritório Varella Advogados. Pós graduando e m Advocacia Empresarial Previdenciária e Previdência Privada, EBRADI. Especialista em Direito Previdenciário – Faculdade Legale, 2016. Bacharel em Direito – UNIFIEO, 2015.

Ian Ganciar Varella, Advogado

Ian Ganciar VarellaPROAdvogado PrevidenciárioPresidente da Comissão de D. Previdenciário de Carapicuíba – OAB/SP Advogado Previdenciário – Atuação: INSS e Servidores Públicos. Pós graduando em Advocacia Empresarial Previdenciária e Previdência Privada, EBRADI. Especialista em Direito Previdenciário – Faculdade Legale, 2016. Bacharel em Direito – UNIFIEO, 2015