Delegada indicia tenente da PM por fraude processual e desobediência 83

No corpo do bem elaborado RDO n. 190/21, do 1. DP de São Bernardo do Campo, a delegada de polícia Drª Renata de Souza Muassab determinou o indiciamento do Sr. Fábio de Paula Soares, tenente da Polícia Militar.

O RDO é extenso , mas merece ser lido, apesar de que poderia ser um pouco mais sintético e com menos apego a filigranas e ao vocabulário jurídico forense.

Questão de estilo a parte, aparentemente perfeito na forma e na essência!

Em linhas gerais, versa sobre tentativa de homicídio contra policial militar; a vítima em legitima defesa conseguiu neutralizar o criminoso com único disparo.

Logo após providenciou socorro ao infrator que foi preso em flagrante.

Nada obstante a simplicidade da ocorrência , sempre há uma pedra no caminho , pois  tudo que envolve participação de oficial da PM sempre dá novidade .

Pois bem ,  naquela Comarca há determinação expressa do Juiz Corregedor e do Júri, no sentido de que as armas dos policiais militares devem ser apresentadas ao Delegado de Polícia, pois é competência privativa do Tribunal do Júri conhecer e julgar os casos de eventuais crimes contra a vida cometidos por policiais militares, logo, a atribuição para a instauração do inquérito é da Polícia Civil; independentemente da interpretação distorcida feita pela Justiça Militar.

Segundo consta , o tenente , além de deselegante , nem sequer teve a educação de atender ao telefonema da delegada.

Por meio de subordinado mandou dizer , por telefone , que não iria determinar a apresentação da pistola Glock usada em serviço pelo policial. 

E fim de papo! 

Com efeito , conforme os fundamentos registrados no documento, causou prejuízos ao serviço policial com delongas , alteração do local do crime e  subtração da pistola para o necessário e contemporâneo exame pericial.

Sem nenhuma crítica a autoridade signatária do RDO – já que não sei qual o procedimento adotado nas ocorrências mais rotineiras , especialmente prisões em flagrante apresentadas pela PM – o melhor a ser feito é mentalmente mandar o oficial enfiar a pistola no próprio rabo.

Cuidem , ainda que seja muito custoso , de , antes de lavrar qualquer auto de flagrante delito, fazer o local do crime e o local da captura.

Apreendendo todos os demais elementos de prova não apresentados e arrolando cidadãos como testemunhas. 

Delegado que acredita apenas na palavra de policiais – além de prevaricar – faz papel de trouxa!

A  sociedade vai lhes agradecer! 

Não fiquem , por omissão, fazendo o papel de cartório da PM. 

Estão, cada vez mais ,  se rebaixando pra esse pessoal que , culturalmente, odeia a Polícia Civil, principalmente os delegados.    

De se conferir no link abaixo:

RDO – DELEGACIA DR. OMAR CASSIM

  1. Parabéns Dra.!

    A polícia civil paulista é muito pouco para a senhora.

    Voe mais alto.

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  2. Lamentavelmente a PM acostuma fazer estas palhaçadas e para acabar com tudo isto , somente ter uma justiça para ambas as policias.

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  3. Sinto, na pastelaria que trabalho, que à cada dia a PM (leia-se oficiais) não querem e não admitem se submeter a qualquer coisa que venha da PC. Eles acham um absurdo se reportarem à delegados, absurdo não determinarem os procedimentos de uma ocorrencia. Já a tropa não, apresentam a ocorrencia e linha, não querem saber de mais uma responsabilidade. Isso ainda vai dar merda, com a palavra o comandante geral!

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    • Caramba, será vc como Efialtes de Esparta?
      Se subjulgar assim, traindo seu povo.
      Que vc viva para sempre.

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    • Sérgio:

      Bastaria uma perguntinha para o Cu…mandante geral da PMilícia/SP: se ele adotou imediatas providências decorrentes do vídeo (no youtube) intitulado; A$$OCIAÇÃO CRIMINOSA REPRESENTA POLÍCIA MILITAR PAULISTA.

      Rsrsrs

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  4. Delegado(a) que só escuta PM são por estes motivos: Preguiçoso e vagabundo, paga pau de PM, tem caso com o PM, tem medo da PM, rabo preso ou não quer “dor de barriga”. Caso tenha esquecido mais algum motivo só acrescentar.

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    • Alternativa A: a delegada vai tocar o IP, pedir busca e apreensao da arma no batalhão (requisitando a corregedoria da PM para cumprir);
      B: vai tocar o IP no famoso “alho e óleo”…
      C: seccional/Diretor vão “convencê-la” que e melhor deixar pra lá…

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  5. Delegada perdeu o precioso tempo dela , poderia estar em casa dormindo em vez de querer agir com revanchismos pra cima da PM , tenente falou umas verdades , ela não gostou , resolveu “colocar no papel “ , mesmo extrapolando sua competência , pois PC não investiga mais PM no exercício ou em razão da função , pois agora são casos da justiça militar , exceto crimes contra a vida .
    Tanto trabalho pra fazer um RDO que não vai servir pra nada . O tenente deve ter rido muito quando leu este poste .

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  6. coitada vai ter de aturar bebados e mendigos, e todas ocorrencias toscas que os pMs, chutam agora sera as de praxe em todos os seus plantoes

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  7. ”Segundo consta , o tenente , além de deselegante , nem sequer teve a educação de atender ao telefonema da delegada.”

    KKKKKKKKKKKKKKK OLOCOOOO!!!

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  8. Se eu pudesse aconselhar a delegada diria deixa essa m…pra lá, fato é que não vai dar phorra nenhuma para o tenente, digo mais ele será promovido, já tivemos nesta mesma seccional o delegado querendo ser mais realista que o rei e se FORDeu gigante.
    Lembram do caso do juiz dirigindo embriagado, causou na porta da delegacia, resumo semanas depois da confa o juiz foi promovido a desembargador e do delegado nem terminou o probatório, detalhe quem colocou o delegado na rua foram os seus pares, ninguém mais, e não me venham com o papo furado quem assinou a demissão foi o governador, mas quem tocou o procedimento ADM foi a “alta casa censora” kkkk!
    Em princípio um montão de delta irá parabenizar a delegada, depois vão abandoná-la a sua própria sorte!
    Daqui uns dias tomará um belo bonde, vai com um X gigante nas costas com fama de zica e coisa e tal, será sempre preterida nas promoções, aqui vamos abrir um parênteses poderá até ter alguma promoção na carreira, mas terá a fama de outras delegadas conhecidas pela alcunha de “boquinha de veludo”!
    Enquanto isso a cúpula da polícia servil continuará a copular com o que há de pior do submundo da política eleitoreira, com o único e claro objetivo de agradar ao governador.
    Quando o atual DG foi escolhido e já dizia que este, igualmente a todos os seus antecessores, é um zero a esquerda passando mais de dois anos da sua gestão o tempo provou que eu estava certo!
    Doutora faça um favor para a senhora e sua família estude e saía o mais rápido possível da polícia servil, a senhora até pode ser delegada em outro estado da federação, menos em São Paulo onde a instituição é dominada por delegados vendidos que não vão pensar duas vezes em ferrar a senhora para ficarem de boa e na boa nas suas cadeira$ coletora$! Esse é conselho do tira velho, ou velho tira!

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  9. Certa vez, vi um comentario de um colega, nao me recordo qual, dizendo que o melhor caminho para um Pc “bozeiro” é apenas ouvir o que as partes falam, seja pc, pm, ze povinho , guarda, elite etc….nao importa. Deixe que o promotor e o juiz esquentem a cabeca e procurem saber quem esta mentindo, quem é sincero etc…

    Eles sao bem pagos e possuem aposentadoria compulsoria

    Pc que quer ser espertao e decifrar quem esta falando a verdade no decorrer do BO acaba se aborrecendo mais e corre mais “riscos’.

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  10. Parabéns a delegada! independente dos comentários análogos a ocorrência, v. exa. efetuou seu papel de autoridade policial como concerne a CF! Quanto aos predicativos depreciativos da postura da nobre autoridade policial que presidiu os feitos por parte de outros servidores, são os mesmos que comentam que a culpa da Policia civil bandeirante estar em penúria se refere a atuação dos delegados de policia. E reclamam dos vencimentos e da falta de subsídios melhores. Não lhes dê atenção. São os mesmos que quando revistados pelos oficiais da Pm pedem auxilio e reclamam da postura surreal dos delegados quando são eles os envolvidos.
    Se 20% dos delegados e demais servidores da policia civil tivessem o mesmo comportamento e tamanha sagacidade, não estaríamos na situação atual.

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  11. Independente de tudo o coxinha estrelado vai ter um antecedente criminal no patuá….e isso não é pouco não. !!!

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  12. “Desaparece o fenômeno; a substância é a mesma. Nunca viste ferver água? Hás de lembrar-te que as bolhas fazem-se e desfazem-se de contínuo, e tudo fica na mesma água. Os indivíduos são essas bolhas transitórias.”.

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  13. “A barata que é esperta, não atravessa o galinheiro”.
    A Delegada foi extremamente correta e corajosa.
    Mas, ouça os conselhos do sábio “Tired”.

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  14. Precisamos de vacina e de pressão por vacina
    Fernando Brito
    23/01/2021
    11:22 pm

    https://tijolaco.net/wp-content/uploads/2021/01/vacinaja.png.webp

    Ouvimos todo o tempo que, para bloquear a transmissão da Covid-19 e minimizar os danos do novo coronavírus, precisamos de vacinação em massa da população.

    Existem duas condicionantes para isso: termos vacinas em quantidade suficiente e termos a capacidade de aplicar estas vacinas em volume e velocidade acentuados.

    Estamos mal nos dois aspectos.

    Temos, somando Coronavac e vacinas da Índia, 10,1 milhão de doses. É o que teremos, salvo surpresas, até o final da 2a. quinzena de fevereiro, quando começa a aplicação da dose de reforço indispensável da vacina do Butantan, que representa 80% deste total, que talvez possa entregar algumas doses, uma vez que a Fiocruz já admite que nada receberá para processar antes de 8 de fevereiro.

    Talvez seis ou sete milhões de pessoas, se contarmos com o fato de que aqueles que tomarem a vacina indiana possam esperar perto de três meses pelo reforço.

    Isso representa 3% dos brasileiros, e 3% de vacinados tem efeito epidemiológico zero.

    Diante da escassez, em lugar de estarmos procurando desesperadamente como aumentar o volume de vacinas disponíveis, estamos criando um escala abilolada de prioridades. Temos a Prioridade 1, a 1-A; a 1-B e assim, sem ironia, até a Prioridade 1-Z, na medida em que o Governo, de olho nos frutos políticos, vai agregando categorias profissionais ao primeiro grupo a vacinar.

    O panorama internacional de disponibilidade de doses de vacina é sombrio.

    Além do apetite que terão os EUA com o plano de Joe Biden de vacinar 100 milhões de pessoas em 100 dias, já há problemas de abastecimento na Europa, com reclamações e promessas de ações judiciais contra a Astrazêneca, na Itália e em outros países, pelo fato de a farmacêutica anglo-sueca estar reduzindo suas previsões de entrega.

    Não haverá tão cedo o cenário imaginado por Eduardo Pazuello, de que em pouco tempo nos estarão batendo às portas para oferecer vacinas em profusão.

    Nossa melhor esperança está em conjugar contratos de grande volume com vacinas fora do mainstream farmacêutico, como a SputnikV, combinada com lotes emergenciais das grandes mundiais, como a Pfeizer, Janssen e Moderna que, mesmo com pequenos quantidades e problemas logísticos, possam nos ajudar a formar um estoque de suprimento vacinal que permita chamar a população a vacinar-se.

    Sim, porque é o povo na fila para tomar vacina que cria a pressão política para que a vacinação ande rápido, como o Brasil, por três décadas, sabe fazer andar.

    E há ambiente para isso, como mostra a pesquisa do Datafolha que aponta nada menos de três quartos dos brasileiros querem vacinar-se.

    Tanto quanto o negacionismo antivacina do presidente da República nos prejudicou, ajuda-nos (ou ajudar-nos-ia, se tivéssemos uma diplomacia) ter um povo ansioso, reivindicando a vacinação.

    Esta é a bandeira a ser levantada, a da vacina já, porque se ela for exigida pela população até mesmo o governo de parvos que o Brasil tem terá se se mexer e o peso do nosso país em movimento é grande demais para que resistam e nos obriguem a ser apenas o destinatário das sobras, dos rebotalhos de vacina para os quais não tenham saída.

    Obter vacinas é política, exigi-las também é.

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  15. Parabéns a ilustre DelegadA com “D” maiúsculo, e sendo Mulher, mostrou que tem muito mais coragem e valor e competência dos que seus pares, homens, onde se vê muitos delegados subservientes aos desmandos e exageros acometidos por integrantes da gloriosa co-irmã fardada.
    É lamentável, mas a atitude corretíssima da DelegadA escorada em toda forma pela legislação, com todo amparo da lei. Infelizmente, NÃO terá apoio nenhum dos seus superiores ou dos seus pares. Já sabemos como será o amanhã, basta ler os comentários.
    Uma Delegada com esses princípios, conhecimento e valor NÃO terá nenhum apreço na PULIÇA CIVIL.

    O “valor profissional” dessa digna e competente delegada NÃO terá nenhum reconhecimento; senão lhe restar ainda alguma perseguição.

    Uma instituição que Não se valoriza e despreza o seu potencial humano, infelizmente.

    Melhor a delegada buscar por outros e melhores caminhos.

    Porque, na PULIÇA CIVIL quem faz o que é CERTO, infelizmente, estará sempre ERRADO.

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  16. TIRA TREZOPETA:

    Meus parabéns pelas irretocáveis considerações à Delegada, a qual não jogou na lata do lixo os seus valores éticos, profissionais, legais e morais!

    No início de 1998, cumpri 04 (QUATRO) dias de prisão administrativa no quartel do CPA/M-6 – Comando das Patifarias Abafadas nº 6 – Região do Grande ABC, pena decorrente do meu artigo intitulado BANDA (OU BANDO?) – Jornal Diário do Grande ABC, 14/12/97 no qual rechacei atitudes inconsequentes e socialmente deletérias dos parlamentares Fernando Gabeira e Eduardo Suplicy, pela pressão que exerceram sobre o Delegado da Polícia Civil de Brasília-DF, enquanto autuava, em flagrante delito, por desacato à autoridade e apologia ao uso de substâncias tóxicas ilícitas, integrantes da Banda Planet Hemp. Para tanto, mobilizaram uma trupe de iguais pilantras, vagabundos, piores que bandoleiros de estrada. Fui acusado de “desconsiderar a autoridade dos tais parlamentares”, dentre outras PATIFARIAS muito peculiares da “PMilícia Militar”, independentemente da manifestação de “minhas vítimas”, pois, não formalmente consignadas no respectivo PD – Procedimento Disciplinar!

    Pergunto, de inopino e sem hesitar, aos que aqui denigrem a imagem dessa HONROSA Delegada da Polícia Civil:

    1º) Teriam coragem, honra e caráter de dizer isso (essas desconsiderações) para ela, ainda que por telefonema, não se “esquecendo” da devida identificação?

    2º) Teriam, de igual forma – com coragem, honra e caráter – condições de dizer ao referido Comando das Patifarias Abafadas que o Oficial PM em epígrafe apenas segue a velha e surrada tradição dos “arredondamentos de ocorrências”?

    3º) Avaliariam positiva ou negativamente o sucateamento da Polícia Civil paulista, em comparação com os idos de 1998?

    4º) Asseverariam que o autoritarismo crescente na Polícia Militar é “obra do acaso”?

    5º) Teriam interesse na comparação de minha descrita punição com a então infligida ao Oficial P/2 do 10º BPM/M (publicadas no mesmo Boletim Interno Reservado do referido CPA), Tenente Armando Paulillo Júnior, pela OMISSÃO nas investigações de ameaças de morte contra o Tenente José Ayres, do mesmo BPM?

    Rsrsrs….

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  17. Por que não prendeu em flagrante o oficialzinho?
    Por que não acionou a Correge PM para prendê-lo?
    Por que não acionou o delpol permanência para comunicar o DGP e comunicar o Cmt G PM?
    Por que ñ acionou os meios necessários para a prisão do tenentezinho?
    Por que ñ acionou o supervisor regional do coxa?
    Por quê????

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  18. O bozo gastou 26 milhões em leite em pó!!! C@r@io…. tem que ver que pó é esse !!!! Kkkk

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  19. A delegada cumpriu com mérito o seu dever funcional. Essa tarefa anda muito esquecida graças aos braços-curtos que estão por aí.

    Agora analisando o caso, não consigo entender o que passou na cabeça do tenente pra ter tomado a atitude que tomou. Não vejo maldade, já que até para ser maldoso é necessário um mínimo de inteligência.

    O que ele fez é coisa de imbecil inepto e nada mais. Coisa de gente que não faz a menor ideia do que está fazendo, que não tem noção de como funciona uma investigação e um processo criminal, a coleta de elementos, de vestígios, de provas, etc. E o que preocupa é saber que esse é o padrão da PM. Admito que a maioria é muito boa no que faz (policiamento ostensivo, etc), mas quando se metem a fazer o que não é a sua atribuição, é impressionante a quantidade de absurdos, de cagadas homéricas.

    Para quem diz que não vai dar nada, eu discordo. No mínimo uma dor de cabeça o tenente burrinho vai ter. Gastar um dinheirinho com advogado, etc.

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  20. Deplorável o mais completo estado de abandono em que se encontra o atendimento ao público em nossas delegacias de polícia, fato repercutido nesta data no SPTV pelo Tralli.

    Pior ainda quando a participação do público, fazendo inúmeros comentários negativos, corroborou com tudo o que foi dito na reportagem. É a demonstração inequívoca de que o descaso do governo com a instituição reflete diretamente na falta de qualidade do serviço prestado à população, revelado por manifestações de funcionários do tipo: “Tem flagrante, vai demorar umas 8h pra fazer o seu “BO” ; “O sistema está fora do ar”, “Já fiz duas dezenas desse tipo de “BO” hj e ninguém vai investigar nada”.

    Sem recomposição salarial há mais de 6 anos; sem reposição do efetivo defasado em quase 14 mil agentes; falta de oxigenação nos cargos de direção da instituição, com perpetuação dos conhecidos vendilhões do templo os quais só trocam de cadeira, só resta à população, destinatária final do serviço, infelizmente, não esperar coisa melhor.

    Caso seja mais uma, entre as milhares de vítimas de crime desta cidade, não perca tempo aguardando a elaboração de um papel que não vai ser investigado nunca. Só se investiga o que é repercutido nos programas sensacionalistas da TV. Só se submeta a esse calvário, caso tenha que documentar a subtração de documentos importantes, cujo uso indevido possa lhe prejudicar ainda mais. Ao invés da delegacia, vá numa na igreja pedir proteção e agradecer ao Senhor por não ter sido “assassinada” também. Vai sair no lucro, vai ser mais bem atendida por Ele.

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  21. Traficantes de vacina?
    Fernando Brito
    28/01/2021
    9:34 am

    https://tijolaco.net/wp-content/uploads/2021/01/trafico.png.webp

    A cada dia fica mais evidente que a história da compra, por grandes empresas, de nada menos que 33 milhões de doses – o triplo das que temos no país, hoje – era uma farsa desavergonhada. A manchete do Valor mostra que as empresas não querem ver seus nomes metidos nesta pantomima.

    Mas foi estarrecedor ver, agora cedo, na Globonews, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, José Velloso, confirmar que a cúpula do empresariado brasileiro estaria mesmo negociando com um personagem misterioso – cuja identidade não pode ser revelada – a compra de três lotes de 11 milhões de doses da vacina Astrazêneca e que o vendedor deveria permanecer secreto para não sofrer o assédio da imprensa e a pressão de governos.

    Hein? Vendedor de vacinas “incógnito”, feito -ou literalmente isso – traficante de drogas?

    Aliás, diante da negativa peremptória do laboratório de que tenha vendido ou planeje vender doses para o setor privados, mas apenas para governos e instituições multilaterais (como a Covax-OMS), o que garante que a “trouxinha” de vacinas que está sendo oferecida é original e eficaz?

    O pior é que uma vergonha como essa é apoiada pelo governo brasileiro e pelo próprio presidente da República, mesmo quando a Astrazêneca – a fonte de abastecimento deste atravessador de colarinho branco – não entrega a matéria prima para fazermos a vacina aqui e nem antecipa, em doses prontas, o imunizante que poderia evitar milhares de mortes.

    Como cidadãos e como governo, o Brasil não pode dar apoio a uma suposta venda clandestina de vacinas, a não ser que, como fazem as milícias, ache legítimo cobrar – para quem pode pagar – cobrar ágio para comprar botijão de gás, como ocorre nas áreas “dominadas” do Rio de Janeiro.

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  22. Não vai dar absolutamente nada.

    Dá até para o Tenente tentar colocar um constrangimento ilegal e abuso de autoridade no CU gostoso dela depois.

    Eu sou contra o PPJM fazer apreensão, mas decisão Colegiada vinda do TJM e a determinação do comando, de forma expressa em Ordem de Serviço e refetendada pelo SSP é essa.

    Preso o Tenente ficaria se tivesse entregado a arma.

    Ratifico, para o Oficial não vai dar absolutamente nada, que não uma medalha e ser avaliado de forma excepcional com vistas a promoção vindoura.

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    • Você é um dos que me dá vergonha em ser Policial Civil.
      Haja arrogância numa instituição só, por isso que o barco está afundando.
      A delegada só fez o que está na lei nada mais.
      Dr. Guerra manda o IP desse ignorante para corregedoria, não podemos tolerar mais gente de arrogante e desmerecedor de cargos na polícia civil.

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      • O coleguinha presta atenção vai… O cara é “chutador de pombas” resto de CHQAOPM “chacal”. Sabe o que é isso? Nem teve capacidade de ser oficial na raça. A postura dele é totalmente diversa de um Oficial “sangue azul”, que por sinal nem perde tempo com estas “baboseiras”. Para de passar vergonha com este outro passador de vergonha. Só um detalhe… Vc fala para denunciar o IP dele, mas o senhor já mandou várias, neste blog, também dignas de corro.
        O próprio Sr. GUERRA expôs meu IP aqui (de maneira totalmente ilegal) depois de eu demonstrar que ele não era a Virgem ilibada do cabaré para cobrar tanto dos outros. Abaixamos o nível mesmo. Resumo: não perca tempo com isso e tampouco peça ou exija algo. Sempre lembrando q pau que dá em Chico dá em Francisco.

        Hoje só dou risada das incoerências e etc. É bom para conhecer as pessoas. Nem liguei de expor meu IP, afinal a corregedoria deve ter adorado as verdades ditas por mim. Chegou até a ler minhas antigas mensagens e pseudônimos para ver quem eu era. Não só para identificar, mas também para dar aquela “desqualificadinha” por eu não ser Delegado (o que já está bem claro pela escrita kkkk). Desistiu de tantas mensagens que eu mandava. Kkkkkk

        Acalma seu coração colega. A PC já é o suficiente para te infartar.

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        • Hater,

          Que eu lembre acabei de expondo por você ficar usando diversos pseudônimos. Mas, honestamente, não lembro do assunto em questão. Não guardo ressentimentos, especialmente de um leitor assíduo há tantos anos. Tem mais é que polemizar e me criticar sempre que não concorda. Abraços!

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    • Eu não acredito que vc, um oficial da pm, se acha na liberdade de ofender uma autoridade assim.
      É como disse o colega, vc deveria ser identificado e responsabizado pela ofensa contra a autoridade.
      As suas palavras não deve ser dita a ninguém, principalmente para uma mulher.
      O correto seria a sua própria corregedoria te apresentar devido a sua atitude não condizer com um policial.

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    • Burro Branco, inquérito instaurado, tenente burro processado e demitido! Vai por mim!

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    • “Dá até para o Tenente tentar colocar um constrangimento ilegal e abuso de autoridade no CU gostoso dela depois.” Quem escreve algo assim não é homem, e sim moleque. “CU gostoso dela?” Por isso que não se deve jogar xadrez com pombo, já que ele caga em todo tabuleiro e ainda sai com o peito estufado. Respeito e educação são pressupostos inegociáveis de qualquer debate de ideias.

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    • Abuso de autoridade ? O que você sabe sobre direito ? Ao meu entender nada. O pm vai responder sim, vamos ver o entendimento do promotor do caso, pois a resolução esdruxula do TJM foi cassada pelo Órgão Especial do TJSP há quatro anos, então não existe amparo legal nenhum para apreensão da arma. Agora querer ditar como a delegada deve agir é demais. Se toca !! A delegada agindo bem ou mal fez o dever dela. A PM não tem atribuição nenhuma em investigar esse crime.

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  23. Solução: Sair do Iamspe e da Adpesp para prolongar um pouco mais a sobrevida como aposentado.. disse:

    Governo de fdp.

    Quem mais precisa de atendimento médico é o funcionário público aposentado e, além do fim do bilhete único para idoso, olha o presente que esse PSDBosta nos deu:

    “Informamos aos aposentados e pensionistas da SPPREV que, a partir da folha de janeiro de 2021, com crédito no quinto dia útil de fevereiro, serão cobradas as novas alíquotas de recolhimento para os contribuintes compulsórios e facultativos do Iamspe, em atendimento à Lei nº 17.293/2020.”

    Minha aposentadoria de delegado diminuiu R$ 400,00.

    Não há outra alternativa. No começo da semana protocolo minha saída do IAMSP, que paguei por quase 40 anos, sem nunca usar e, em seguida, sair da ADPESP. Vou economizar R$1.000,00.

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    • Conheço muita gente que saiu do IAMSPE e arrependeu-se quando o plano privado faltou ou não coube no bolso.
      Pense bem…
      Pode até ser demorado e tal, mas muita gente foi diagnosticada corretamente só lá (depois de percorrer vários hospitais particulares (não falo de Einstein, nem Sírio) e depois (faltou equipamento para cirurgia no IAMSPE, por exemplo) levou o diagnóstico preciso para o serviço particular fazer o serviço cujo “achado” o serviço privadp não foi capaz de fazer previamente.
      Atendimento demorado, sim, mas corpo clínico de primeira! Se o bicho pegar, lá não faltará!

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  24. A que ponto a gente chega depois de 40 anos de serviços prestados à população deste Estado. Obrigado Gestor. disse:

    “Sou delegado de polícia aposentado. Contribui para o IAMSPE durante toda a minha carreira profissional sem nunca ter utilizado qualquer serviço médico, nem tampouco minha dependente (mulher). Nesta data, ao consultar meu demonstrativo de pagamento, fui surpreendido por mais esse desconto patrocinado pelo governo deste Estado, se já não bastasse a diminuição da minha aposentadoria com a reforma previdenciária. Agora que, em razão da idade passo a necessitar mais de cuidados médicos, me vejo abandonado por esse governo. Dá-se a impressão que quer matar todos os aposentados do Estado. Diante da severa dificuldade financeira que passo, não tenho outra alternativa senão solicitar meu desligamento e da minha mulher como beneficiários do IAMSPE. Diante do acima alinhavado, solicito os bons ofícios em informar quais providências devo adotar para conseguir esse desligamento o mais rápido possível, a fim de não sofrer novo desconto no o próximo mês.”

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    • Já não estou mais – graças a Deus – em posição de precisar ir ao DP falar com Delegado(a) algum.

      Mando alguém perder esse tempo por mim.

      O que certamente advertiria era o Tenente:

      “Se não cumprir a ordem e o constante da decisão do TJM…mede um palmo no mapa e espera a responsabilização segundo o CPM”

      Se bem que Sargento ou Tenente algum seria tão burro de se preocupar com o que Delegado(a) pensa, faz, deixa de pensar ou fazer…
      Hoje em dia, Delegado(a) falar e um burro peidar…se nem os tiras corruptos que eles supostamente comandam ligam…imaginem um PM…até parece.

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        • Jamiro não existe na PM nem na SPPREV. Apenas um covarde atrás de nome fictício. Apareça apenas com coerência e bom-senso! disse:

          FBI, esse nome Jamiro não existe nos quadros da PM. Nem ativo nem aposentado. Nos sitemas da SPPREV e no sistema interno da PM não há Jamiro. Isso permite concluir duas coisas: 1o o medo dele de se identificar como PM; 2o o medo de ser apurado por coroneis, e 3o medo!
          Não há obrigação de se identificar. Mas se você se demonstra conhecedor, não se importa com ameaças ou perseguições, é homem de se mostrar ao atacar ou agredir, mostrte sua cara.
          Eu não mostro pois não tenho interesse em expor minha pessoalidade. Tenho interesse em debate de ideias, fundamentos e argumentos coerentes, aceitáveis frente ao bom-senso.
          Não odiar, falar mal, atacar, repugnar sem fundamento coerente ou molecagem.
          Voce Jamiro, que não existe é apenas um fictício no nome, mas atrás da internet é um covarde, sem ideias, se diz o super PM, bily, com ideias atrasadas e típicas de militarismo estadual ridículo.
          Tenha bom-senso ou vá comer merda dos coroneis.

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        • Ainda não.
          Mas – e espero que o FDP do Dória não mude nada -, esperando o tempo, que termina em Novembro.
          Aí, pego a gemadinha e rapo fora curtir uma praia.

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          • Eu vou começar cumprir minhas licenças (12 meses), depois tchau.
            Boa sorte e muita saúde Jamiro, para podermos gozar nossa merecida aposentadoria.

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      • Ainda continuam mandando em vocês! Vai por mim! E os oficiais Burro Branco não vão por medo de serem engolidos! Cada tenente burro que aparece no plantão! Prefiro sargentos! E você, Burro Branco, vai tomar no te cu!

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  25. Caro, Jamiro,

    O senhor já foi mais elegante na hora de trolar o pessoal daqui, que cai nas suas provocações. Algumas, confesso, são até engraçadas. Outras, são grosseiras e infantis.

    Apesar de reconhecer o caráter de zombaria e de bazófia de seus comentários, reconheço, também, uma pontinha de inveja, um pouco de recalque e de ressentimento com relação aos policiais civis. Ainda que de forma sútil, você deixa transparecer parte de sua personalidade complexada, que deve ficar um pouco maior quando veste a farda e tem de andar enquadrado no quartel, obedecendo ordens de pessoas que, certamente, são mais burras do que você.

    Esse recalque fica ainda mais perceptível quando o senhor resolve falar dos delegados de polícia. Como todos os oficiais complexados que eu conheci, o senhor refere-se à figura do delegado de polícia com menoscabo e desprezo, ao passo que enaltece os atos realizados por militares, mesmo quando estapafúrdios, como o desse tenente que apreendeu uma arma envolvida numa ocorrência de homicídio – e, sim, ele corre o risco de se dar mal.

    Esse seu comportamento é explicado pela psicologia. Da mesma forma, a sabedoria popular também sabe como funciona a mente de pessoas recalcadas.

    Eu não preciso me estender sobre isso, pois, para sua infelicidade, os fatos falam por si e escancaram a realidade. Quando tiver um tempo livre aí no quartel, dê uma olhada na lista de inscritos de qualquer concurso da Polícia Civil e veja a quantidade de PMs que estarão lá. Sou amigo de dois primeiros-tenentes da PM, os quais estão estudando com afinco para o próximo concurso de delegado. Já falei para pegarem firme na preparação, porque o concurso não é simples como o do Barro Branco.

    Para citar outro exemplo, outro oficial próximo que conheço, estudou durante anos para delegado. Fez prova em alguns estados do Brasil e em São Paulo, mas infelizmente não teve sucesso. Depois que foi promovido a major, desistiu.

    A impressão que qualquer pessoa tem a seu respeito, Jamiro, é que o senhor também queria estar do lado de cá, mas como não conseguiu, fala com rancor e ressentimento sobre aqueles que conseguiram.

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    • Praça estudando para ser Delegado é super compreensível.
      1° Tenente…com garantia de aposentar CORONEL…querendo ser Delegado…ah vah…

      Me diga uma única vantagem?

      Ganhar menos
      Ter menos poder
      Aposentar mais velho
      Não mandar em ninguém…

      Vou repetir…ah vah!!!

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    • Engraçado…
      Lembro de Fleury Filho (oficial e, após, MP) e do Ferreira Pinto (oficial, depois MP) e outros, mas nunca vi Tenente querendo ser Delegado. Já vi Tenente deixando o oficialato para dedicar-se à advocacia militar (e está muito bem!), mas deixar oficialato para Delegado estadual em São Paulo… eu nunca vi… Ainda mais agora com reforma da previdência…

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  26. Pois é.
    Hoje o deic continua antro de traficantes.
    Logo logo vem a piça do ganso que caguetou os policia do deic la na federal de campo grande. O departamento todo ja sabe do protocolado.
    So pq trocavam uma droguinha por gesso junto com aquele perito “famoso” que cobra uma porcentagem pelo laudo.
    Sera que o diretor tambem nao sabe dessa ainda? Assim como nao sabia que seu antigo chefe corria com a pa que fabricava bala e anabolizante?

    Me ajuda ai flit kkkk
    Nao me censura nao

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  27. É engraçado como alguns colegas dão tanta atenção e importância para o boçal meganha que sempre se manifesta menosprezando policiais civis aqui no blog. Não importa quantas ‘ gemadinhas ‘ vá alcançar porque continuará sendo o mesmo ignorante dentro de uma farda.

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    • NÃO SOU PTISTA.
      Mas o dinheiro foi pra pagar a faculdade que eles não pagaram em Cuba.
      Qualquer bacharel em direito sabe que contrato é contrato.
      Capitalismo existe sim dentro dos Comunistas.

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  28. Parafraseando a bichona Boris Casoy…na versão PM…que lindo os mais baixos na escala da segurança publica…rs

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  29. Pois é.
    Hoje o deic continua antro de traficantes.
    Logo logo vem a piça do ganso que caguetou os policia do deic la na federal de campo grande. O departamento todo ja sabe do protocolado.
    So pq trocavam uma droguinha por gesso junto com aquele perito “famoso” que cobra uma porcentagem pelo laudo.
    Sera que o diretor tambem nao sabe dessa ainda? Assim como nao sabia que seu antigo chefe corria com a pa que fabricava bala e anabolizante?

    Me ajuda ai flit kkkk
    Vamos expor a realidade. Ou isso muda ou acaba

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  30. Bia Kicis na CCJ é uma declaração de guerra à democracia
    Fernando Brito
    03/02/2021
    10:40 am

    https://tijolaco.net/wp-content/uploads/2021/02/kicisbriga.png.webp

    Ao escolher – ou acatar mansamente a escolha do PSL, no mínimo – a deputada Bia Kicis como presidente da Comissão de Constituição e Justiça, primeiro e maior filtro de qualquer iniciativa legislativa, inclusive e sobretudo das emendas à Constituição, o novo presidente da Câmara deu um pontapé em todas as esperanças de que, no cargo, a Casa vá ter qualquer tipo de equilíbrio, moderação ou, até mesmo, pudor.

    Aliás, pudor já ficou claro que Artur Lira não terá, como fez questão de mostrar, logo após a sua eleição, fazendo, sem sentar na cadeira, um discurso de entendimento e, logo ao sentar, praticando uma afronta brutal aos derrotados, com a exclusão de todos eles da Mesa Diretora, e logo depois, com a festa do Coronacâmara, com o vírus correndo solto, como solta fazia o papel de crooner a notória Cristiane Brasil.

    De volta a Kicis, porém. Alguém já parou para pensar, grosseira como é, o que fará esta mulher como presidente da comissão mais importante da Casa?

    Ou como será a ação de quem combate a vacina, critica o uso de máscara, defende o “liberou geral” em pleno morticínio da pandemia?

    E como desempenhará o papel de ser, na instância parlamentar, a guardiã da Constituição, se foi arroz de festa em todas as manifestações em favor do AI-5, da intervenção militar com o fechamento do STF e cassação de seus ministros, amiga e correligionária da “bombardeira” Sara Winter?

    A sua relação com o Supremo, aliás, será a atual, a de investigada por participação em fake news e em ataques a rojão ao seu prédio?

    Ora, qualquer estagiário em política poderia perceber que um presidente da Câmara que, para dizer o mínimo, se verga a uma indicação bolsonarista com estas característica quer qual quer coisa, menos harmonia em seu poder e harmonia entre os poderes.

    É declaração de guerra.

    (Parêntesis: não incluo neste raciocínio a comentada indicação da deputada Flordelis, com tornozeleira eletrônica e tudo, como titular da Secretaria da Mulher, por ainda não acreditar que seja verdade, embora isso esteja informado na página oficial da Câmara, aqui)

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  31. Fica evidente que cada vez mais os oficiais coxas morrem de inveja da Autoridade Policial.

    Deve ser frustante mandar em seus praças pe de breque, mas ter que ir na Delegacia se explicar e pedir arrego pra verdadeira e única Autoridade Policial.

    Esse Jamiro tentou ser Delegado e não conseguiu, por isso tanto rancor e inveja….

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  32. Bolsonaro: “Não tem pão? Coma pistolas!
    Fernando Brito
    03/02/2021
    5:00 pm

    https://tijolaco.net/wp-content/uploads/2021/02/benettarmas.png.webp

    Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Artur Lira, que anunciaram auxílio emergencial e vacina como as prioridades do parlamento neste início de 2021 foram ao Palácio do Planalto receber o que é mais urgente para o presidente da República.

    E receberam uma lista de desejos de Jair Bolsonaro onde as palavras “auxílio” e “vacina” nem sequer constam.

    Bruno Goes, em O Globo, conta como o presidente preferiu entregar-lhes uma longa pauta onde – além das tais reformas que ele sequer mandou ao Congresso, há prioridade que mereceriam mais o nome de barbaridades.

    Estão lá mais concessões para a compra e porte de armas, o direito de “educar” os filhos fora da escola (quem sabe usando a “pedagogia do tonel”), mineração nas terras indígenas e a “excludente de culpabilidade” para militares que cometam crimes durante operações de “garantia da lei e da ordem”.

    Em relação à pandemia, apenas uma vaga menção ao “uso dos fundos públicos para a pandemia”.

    O resto, no momento em que a renda dos mais pobres despenca a patamares inéditos nas últimas décadas, com o desemprego lançando milhões no desespero, nadica de nada.

    A nossa Maria Antonieta do “E Daí?” só falta sugeria aos que não têm pão que comam uma Glock.

    Quem sabe com leite condensado.

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  33. Conheça os parlamentares que mais gastaram o cotão no ano passado
    Jesus Sérgio
    PDT/AC
    R$ 530.632,60

    Wellington Roberto
    PL/PB
    R$ 518.198,13

    João Maia
    PL/RN
    R$ 516.686,89

    Jéssica Sales
    MDB/AC
    R$ 509.623,33

    Silas Câmara
    Rep/AM
    R$ 507.540,54

    Acir Gurgacz
    PDT/RO
    R$ 371.027,50

    Marcos Rogério
    DEM/RO
    R$ 355.225,38

    Jaques Wagner
    PT/BA
    R$ 334.940,68

    Ciro Nogueira
    PP/PI
    R$ 283.618,01

    Rogério Carvalho
    PT/SE
    R$ 279.206,78

    congressoemfoco.uol.com.br/legislativo/radar-do-congresso-quem-sao-os-parlamentares-que-mais-gastaram-em-2020/

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    • C.A,
      Cerveja no quartel?… Qual a razão? E pagaram muito caro em “breja” de boteco, viu?

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  34. Autos n° 1500145-88.2021.8.26.0537
    MM. Juiz,
    Trata-se de habeas corpus impetrado pelo Ten Cel PM
    WILSON FERREIRA DE CASTRO em favor do 1° Ten PM FABIO DE
    PAULA SOARES (fls. 97/109).
    Alega o impetrante que o paciente sofre constrangimento
    ilegal porque foi indevidamente indiciado pelos crimes de desobediência e
    fraude processual, requerendo o trancamento deste persecutório e a
    suspensão imediata das investigações contra o Oficial da Polícia Militar e
    apontando como autoridade coatora a Delegada de Polícia RENATA DE
    SOUZA MUASSABI.
    É a síntese do necessário.
    Com razão o impetrante.
    Este documento é cópia do original, assinado digitalmente por RENATA CAETANO PEREIRA DA SILVA FUGA e Tribunal de Justica do Estado de Sao Paulo, protocolado em 02/02/2021 às 14:50 , sob o número WSBO21700231570 . Para conferir o original, acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/pg/abrirConferenciaDocumento.do, informe o processo 1500145-88.2021.8.26.0537 e código A355EB8. fls. 115
    2
    1. DA COMPETÊNCIA
    Os delitos praticados por militares em serviço ou no
    exercício da função, com exceção do crime doloso contra a vida, são de
    competência da JUSTIÇA MILITAR.
    A Lei n° 13.491/2017, que se encontra válida e eficaz,
    ampilou o rol de crimes submetidos à Justiça Castrense:
    Art. 9º Consideram-se crimes militares, em tempo de
    paz:
    II – os crimes previstos neste Código e os
    previstos na legislação penal, quando praticados:
    (Redação dada pela Lei nº 13.491, de 2017)
    c) por militar em serviço ou atuando em razão da
    função, em comissão de natureza militar, ou em
    formatura, ainda que fora do lugar sujeito à administração
    militar contra militar da reserva, ou reformado, ou civil;
    (Redação dada pela Lei nº 9.299, de 8.8.1996)
    Assim, a súmula 90 do STJ foi esvaziada pela referida lei,
    que implicou no aumento da competência da Justiça Castrense, cuja
    Este documento é cópia do original, assinado digitalmente por RENATA CAETANO PEREIRA DA SILVA FUGA e Tribunal de Justica do Estado de Sao Paulo, protocolado em 02/02/2021 às 14:50 , sob o número WSBO21700231570 . Para conferir o original, acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/pg/abrirConferenciaDocumento.do, informe o processo 1500145-88.2021.8.26.0537 e código A355EB8. fls. 116
    3
    atuação agora se estende aos crimes previstos no Código Penal Militar e na
    legislação penal.
    Nessa esteira, eventuais delitos de fraude processual e
    de desobediência (artigos 347 e 330, ambos do CP) supostamente
    cometidos pelo paciente são de competência da JUSTIÇA MILITAR e, por
    consequência, de atribuição da POLÍCIA JUDICIÁRIA MILITAR.
    Como indicado pelo magistrado em sua decisão de fls.
    79/84: “No mais, como já reconhecido pelo Superior Tribunal de Justiça, com
    base na teoria dos poderes implícitos, o juízo competente da causa também
    deverá ser o juízo responsável pela administração do inquérito policial”.
    Ademais, mesmo no caso de conexão com crime doloso
    contra a vida, é incabível a ampliação de competência da Justiça Comum
    para apuração de crimes militares, pois é caso de separação obrigatória de
    processos, nos termos do artigo 79, inc. I, do CPP.
    Não é outro o entendimento do Superior Tribunal de
    Justiça:
    PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO CONFLITO
    DE COMPETÊNCIA. ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA.
    AMPLIAÇÃO DA COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA
    Este documento é cópia do original, assinado digitalmente por RENATA CAETANO PEREIRA DA SILVA FUGA e Tribunal de Justica do Estado de Sao Paulo, protocolado em 02/02/2021 às 14:50 , sob o número WSBO21700231570 . Para conferir o original, acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/pg/abrirConferenciaDocumento.do, informe o processo 1500145-88.2021.8.26.0537 e código A355EB8. fls. 117
    4
    MILITAR PELA LEI N. 13.491/2017. INCIDÊNCIA
    IMEDIATA. AGRAVO DESPROVIDO. 1. A Terceira
    Seção do STJ, no julgamento do Conflito de
    Competência n. 161.898/MG, da relatoria do Ministro
    SEBASTIÃO REIS JUNIOR, DJe de 20/2/2019,
    firmou o entendimento de que a alteração de
    competência promovida pela Lei n. 13.491/2017 é de
    natureza processual, motivo pelo qual deve ser
    aplicada imediatamente aos processos em curso,
    mesmo que o fato tenha ocorrido antes da vigência
    da nova lei, como é o caso dos autos. 2. Diante das
    alterações de direito material previstas na Lei n.
    13.491/2017, caberá à Justiça Militar processar e
    julgar os crimes previstos na legislação penal
    comum, bem como aplicar os institutos típicos do
    direito penal e processual penal comum mais
    benéficos ao tempo do crime. 3. Agravo regimental
    desprovido. (STJ – AgRg no CC: 165536 SP
    2019/0125366-3, Relator: Ministro ANTONIO
    SALDANHA PALHEIRO, Data de Julgamento:
    12/02/2020, S3 – TERCEIRA SEÇÃO, Data de
    Publicação: DJe 26/02/2020) GN
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    RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS.
    HOMICÍDIO QUALIFICADO, TORTURA E
    FALSIDADE IDEOLÓGICA. AMPLIAÇÃO DO
    CONCEITO DE CRIME MILITAR. LEI N.
    13.491/2017. SENTENÇA DE MÉRITO NÃO
    PROFERIDA. INAPLICABILIDADE DO PRINCÍPIO
    DA PERPETUATIO JURISDICTIONIS. (IN)
    COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL DO JÚRI PARA
    PROCESSAR E JULGAR CRIMES MILITARES
    CONEXOS AO CRIME DOLOSO CONTRA A VIDA.
    JURISDIÇÕES DISTINTAS. IMPOSSIBILIDADE DE
    REUNIÃO DE PROCESSOS. INTELIGÊNCIA DO
    ART. 102, ALÍNEA A, DO CPPM. SÚMULA N.
    90/STJ. RECURSO PROVIDO PARA
    DETERMINAR O PROCESSAMENTO E
    JULGAMENTO DOS CRIMES MILITARES
    PERANTE A JUSTIÇA CASTRENSE. 1. Diante da
    alteração legislativa inaugurada pela Lei n.
    13.491/2017, que ampliou o conceito de crime
    militar para além daqueles previstos no Código
    Penal Militar, considera-se a natureza militar dos
    crimes de tortura e de falsidade ideológica
    praticados por policiais militares em exercício,
    atraindo, portanto, a competência da Justiça
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    Castrense. 2. A suposta conexão entre os crimes
    dolosos contra a vida e os delitos sob
    administração militar não resulta,
    automaticamente, na reunião dos processos
    perante o Tribunal do Júri, diante de vedação
    expressa contida no art. 102, alínea a, do Código
    de Processo Penal Militar, bem como no
    enunciado da Súmula n. 90 desta Corte Superior.
    3. Na espécie, tendo em vista que ainda não houve
    julgamento pelo Conselho de sentença, “tratando-se
    de competência absoluta em razão da matéria e
    considerando que ainda não foi proferida sentença
    de mérito, não se aplica a regra da perpetuação da
    jurisdição, prevista no art. 43 do Código de Processo
    Civil, aplicada subsidiariamente ao processo penal,
    de modo que os autos devem ser remetidos para a
    Justiça Militar” (CC n. 160.902/RJ, Rel. Ministra
    LAURITA VAZ, Terceira Seção, julgado em
    12/12/2018, DJe 18/12/2018). 4. Recurso ordinário
    em habeas corpus provido para determinar o
    desmembramento do feito, devendo ficar os crimes
    militares com a Justiça Castrense. (STJ – RHC:
    116585 MG 2019/0238296-1, Relator: Ministro
    REYNALDO SOARES DA FONSECA, Data de
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    Julgamento: 17/10/2019, T5 – QUINTA TURMA,
    Data de Publicação: DJe 25/10/2019) GN
    Ressalta-se, ainda, o artigo 144, §4°, da CF/88, que veda
    a investigação de crimes militares pela Polícia Civil: § 4º Às polícias civis,
    dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem, ressalvada a
    competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de
    infrações penais, exceto as militares.”
    Conclui-se, portanto, que as infrações penais
    imputadas ao paciente, Oficial da Polícia Militar, são de competência da
    Justiça Militar Estadual, sendo a Justiça Comum absolutamente
    incompetente para processar e julgar o feito, conforme o julgamento anexo
    da Segunda Câmara do E. Tribunal de Justiça Militar de SP.
    2. DA AUSÊNCIA DE JUSTA CAUSA
    A conduta do paciente é amparada pela legislação
    castrense.
    Isso porque o CPPM previu atribuição de polícia judiciária
    militar aos Oficiais Militares no caso de infração penal militar, própria ou
    imprópria (artigo 7°).
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    A conduta do paciente, ao apreender o armamento dos
    policiais militares, está em consonância ao disposto no artigo 12, alínea “b”,
    do CPPM:
    Art. 12. Logo que tiver conhecimento da prática de
    infração penal militar, verificável na ocasião, a autoridade
    a que se refere o § 2º do art. 10 deverá, se possível:
    a) dirigir-se ao local, providenciando para que se
    não alterem o estado e a situação das coisas, enquanto
    necessário; (Vide Lei nº 6.174, de 1974)
    b) apreender os instrumentos e todos os objetos
    que tenham relação com o fato;
    c) efetuar a prisão do infrator, observado o disposto
    no art. 244;
    d) colhêr tôdas as provas que sirvam para o
    esclarecimento do fato e suas circunstâncias.
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    Não obstante a competência da Justiça Comum para
    processar e julgar os crimes dolosos contra a vida de civil, a instauração de
    IPM e a apuração pela polícia judiciária militar não é proibida.
    Ao contrário, consta no artigo 82, §2°, do CPPM, que, nos
    crimes dolosos contra a vida, a Justiça Militar encaminhará os autos do
    inquérito policial militar à Justiça Comum, autorizando, assim, a apuração no
    âmbito militar1
    .
    O Ministério Público Federal, no Conflito Negativo de
    Competência nº 75.364/MG, firmou o entendimento de que o referido delito,
    mesmo contra vítima civil, permanece sendo crime militar: “O crime de
    homicídio praticado por militar (federal ou estadual) não deixou de ser crime
    militar impróprio, que também está previsto no Código Penal comum, mas
    passou por força de lei a ser julgado pela Justiça Comum.”
    O Presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de
    São Paulo, Paulo Adib Casseb, na Ação Direta Incondicionalidade 001/10,
    argumentou que “a transferência da competência julgadora dos crimes
    dolosos contra a vida, cometidos por militares e com vítimas civis, para o
    Júri, em nada altera a natureza militar desses delitos”.
    1
    Art. 82. O foro militar é especial, e, exceto nos crimes dolosos contra a vida praticados contra civil,
    a ele estão sujeitos, em tempo de paz: (Redação dada pela Lei nº 9.299, de 7.8.1996) § 2° Nos crimes
    dolosos contra a vida, praticados contra civil, a Justiça Militar encaminhará os autos do
    inquérito policial militar à justiça comum. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.299, de 7.8.1996)
    Este documento é cópia do original, assinado digitalmente por RENATA CAETANO PEREIRA DA SILVA FUGA e Tribunal de Justica do Estado de Sao Paulo, protocolado em 02/02/2021 às 14:50 , sob o número WSBO21700231570 . Para conferir o original, acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/pg/abrirConferenciaDocumento.do, informe o processo 1500145-88.2021.8.26.0537 e código A355EB8. fls. 123
    10
    Na Ação Direta de Inconstitucionalidade 1.494-3-STF,
    em que foi questionada a constitucionalidade do art. 82, § 2º, do CPPM, a
    liminar requerida foi indeferida (ainda não ocorreu o julgamento da ADI).
    O Ministro Marco Aurélio, contrário ao pedido liminar,
    afirmou que “ocorrido um fato a envolver policial militar – elemento e
    natureza objetiva – deve-se ter a instauração inicial do inquérito no âmbito
    militar”.
    Já o Ministro Sydney Sanches argumentou que o § 2º do
    art. 82 impõe a instauração de IPM sempre que houver suspeita de que um
    militar praticou crime doloso contra a vida de civil.
    Os Ministros Sydney Sanches e Néri da Silveira alegaram
    também que haveria a possibilidade da instauração de inquéritos
    concomitantes pelas Polícias Militares e Civis e, investigando o mesmo fato,
    em tese, criminoso.
    Na ADI nº 4.164-STF, mais uma vez foi questionada a
    constitucionalidade do art. 82, § 2º, do CPPM, sendo que a Procuradoria
    Geral da República e a Advocacia Geral deram parecer pela
    constitucionalidade do art. 82.
    Este documento é cópia do original, assinado digitalmente por RENATA CAETANO PEREIRA DA SILVA FUGA e Tribunal de Justica do Estado de Sao Paulo, protocolado em 02/02/2021 às 14:50 , sob o número WSBO21700231570 . Para conferir o original, acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/pg/abrirConferenciaDocumento.do, informe o processo 1500145-88.2021.8.26.0537 e código A355EB8. fls. 124
    11
    O Advogado-Geral da União acentua que:
    […] a fixação da competência do júri para o
    processamento desses crimes não é suficiente para que
    se conclua pela inviabilidade da apuração dos mesmos
    pela autoridade policial militar […]a qualidade de servidor
    militar do agente que pratica tais crimes não se desnatura
    pelo só fato de o crime ser cometido contra civil, razão
    pela qual os fatos por ele cometidos devem ser
    submetidos à investigação da autoridade policial militar
    (grifo nosso). De fato, embora atinjam civis, os crimes
    disciplinados pelos dispositivos sob invectiva não deixam
    de ser praticados, […] por militares em serviço ou atuando
    em razão da função, em comissão de natureza militar, ou
    em formatura, ainda que fora do lugar sujeito à
    administração militar […] ‟(Artigo 9º, inciso II, alínea c, do
    Decreto-Lei nº 1.001/69). (grifo nosso)
    Insta salientar que veio expressa na Lei 13.491/17 a
    natureza de crime militar, que atipicamente é processado e julgado pelo
    Tribunal do Júri, atualmente na Justiça Comum:
    Art. 9º Consideram-se crimes militares, em tempo de
    paz:
    Este documento é cópia do original, assinado digitalmente por RENATA CAETANO PEREIRA DA SILVA FUGA e Tribunal de Justica do Estado de Sao Paulo, protocolado em 02/02/2021 às 14:50 , sob o número WSBO21700231570 . Para conferir o original, acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/pg/abrirConferenciaDocumento.do, informe o processo 1500145-88.2021.8.26.0537 e código A355EB8. fls. 125
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    § 1o Os crimes de que trata este artigo, quando dolosos
    contra a vida e cometidos por militares contra civil,
    serão da competência do Tribunal do Júri. (Redação
    dada pela Lei nº 13.491, de 2017)
    Nesse diapasão, a competência para julgamento dos
    crimes militares em nada altera a sua natureza nem a atribuição
    investigativa.
    Em que pese a discordância da autoridade coatora no
    que diz respeito ao papel de autoridade judiciária militar exercido pelo
    paciente na ocasião dos fatos, este não atuou de forma ilegal ou arbitrária,
    mas em consonância com a legislação militar.
    Mesmo que se entenda pela atribuição da Polícia Civil
    para investigar crimes dolosos contra a vida praticados por militares contra
    civil, não há legislação que impeça a apuração pela polícia militar ou que
    autorize a apuração exclusiva pelos órgãos da polícia castrense ou da polícia
    comum.
    Assim, a divergência doutrinária e jurisprudencial quanto
    à atribuição para a investigação é suficiente a afastar os crimes imputados
    ao paciente, já que ausente o dolo necessário para sua caracterização.
    Este documento é cópia do original, assinado digitalmente por RENATA CAETANO PEREIRA DA SILVA FUGA e Tribunal de Justica do Estado de Sao Paulo, protocolado em 02/02/2021 às 14:50 , sob o número WSBO21700231570 . Para conferir o original, acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/pg/abrirConferenciaDocumento.do, informe o processo 1500145-88.2021.8.26.0537 e código A355EB8. fls. 126
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    Por fim, nem é necessário se aprofundar no mérito dos
    delitos de fraude processual e de desobediência impostos ao paciente, pois
    evidentemente ilegais e abusivos.
    Nesse sentido, o Egrégio TJSP:
    Remessa Criminal Necessária – Ordem de “habeas
    corpus” concedida – Trancamento de inquérito policial
    civil – Paciente investigado pelos crimes de fraude
    processual e abuso de autoridade – Ausência do dolo
    específico necessário à tipificação dos delitos –
    Celeuma doutrinária e jurisprudencial quanto à atribuição
    para a investigação de delitos dolosos contra a vida
    praticados por militar contra civil – Atos baseados em
    interpretação válida da norma penal – Decisão mantida
    – Recurso desprovido. (TJ-SP – Remessa Necessária
    Criminal: 10173406020208260576 SP 1017340-
    60.2020.8.26.0576, Relator: Cesar Augusto Andrade de
    Castro, Data de Julgamento: 06/10/2020, 3ª Câmara de
    Direito Criminal, Data de Publicação: 06/10/2020) GN
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    3. DA CONCLUSÃO
    Diante do exposto, manifesto-me de forma favorável ao
    trancamento deste persecutório e pela suspensão imediata das
    investigações quanto ao 1° Ten PM FABIO DE PAULA SOARES diante da
    ausência de justa causa.
    RENATA CAETANO PEREIRA DA SILVA FUGA
    Promotora de Justiça

    E agora será que a Dra. vai tomar uma invertida?

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    • Eu tinha cantado a bola, agora quero ver se haverá um só delegado(a) “jurista” para reverter o trancamento a ação!
      O pior é ver um montão de operacional, sem noção, que vive falando; “Tal delegado(a) manja muitoooo de papel”. Que o delegado(a) fez o que a CF manda! KKKKK nada mais bobo
      Está ai a prova!
      Quero ver agora, um superior hierárquico, da Dra. preparando o recurso, ou para para ficar com cara de boba vai contratar alguém para interpor recurso?
      Já promotora já demostrou que a delegada vai ficar só se depender do MP! O que já é um mau sinal! Quero ver agora os deltas se unirem de reverterem isso.
      É só mais um esculacho de serie interminável patrocinado pela carreira dos deltas, isso porque eles se acham “as cabeças pensantes” imaginem se não fossem?

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    • Isso é o que dá meganha comedor de coxinha se meter aonde não é chamado. Ele posta a manifestação do MP como se fosse um acórdão de um Tribunal Superior!

      Andamento do processo hoje:

      Data Movimento
      11/02/2021 Mero expediente
      Vistos. Petição de fls. 77/78: defiro. Atualize-se o histórico de partes no SAJ, para constar o nome do advogado constituído pelo investigado Dimas Pereira da Costa. Quanto ao pleito formulado a fls. 165/171, desentranhe-se a referida petição para formação de apenso próprio. Em seguida, abra-se vista ao Ministério Público para manifestação. Documentos de fls. 136/153 e 162/163: ciente. Aguarde-se a realização da perícia e a remessa das armas ao 1o. Distrito Policial de São Bernardo do Campo. Fls. 164: ciente do apenso formado. No mais, tornem os autos à Delegacia de origem para continuidade das investigações. Ciência ao Ministério Público. São Bernardo do Campo, 11 de fevereiro de 2021.

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      • Como dito o MP, se é que você sabe é o titular da ação penal, foi favorável ao tratamento do IP, ou seja mau sinal, ninguém falou ou escreveu sentença, mas você “genial” come é comedor de bandeco da Denadai entendeu tudo e um pouco mais!

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    • Vistos. Trata-se de representação formulada pela Delegada de Polícia, Dra. Renata de Souza Muassab, nos autos do presente inquérito, instaurado para apurar os fatos relatados no BO 190/2020 do 1º DP que envolvem supostos delitos de tentativa de homicídio, porte de arma com numeração suprimida e desobediência por parte do investigado Dimas, bem como a prática dos crimes de fraude processual e desobediência por parte do Tenente PM Fábio de Paula. Ao ser apresentada a ocorrência em Delegacia, as armas dos policiais militares não foram exibidas sob a justificativa de que foram apreendidas pelo Oficial da Polícia Militar, Tenente Fábio. Conforme consta, a autoridade de Plantão, Dr. Giuliano de Migueli, uma vez cientificada acerca dos fatos, determinou a preservação do local e provas, bem como requisitou perícia técnica ao sítio dos acontecimentos, Requisição 73, IC 1013, Perito Marcelo. Porém, antes mesmo da chegada da equipe pericial, aportou no local equipe da PPJM – Plantão de Polícia Judiciária Militar, composta pelo 1º Tenente PM FÁBIO DE PAULA SOARES e 1º SARGENTO PM DOUGLAS HEBERT KIYAMAN, os quais entrevistaram os Policiais Militares e providenciaram a apreensão do armamento do SD/PM Furtado, responsável pelo disparo (pistola marca Glock, calibre .40, modelo 22Gen5, registro BMZX418 de propriedade da Corporação, além de 03 (três) carregadores contendo, ao todo, 44 (quarenta e quatro) munições). Consta também que, ao assumir plantão diurno das 08h00m a Delegada subscritora, foi cientificada sobre os fatos e as providencias até então adotadas, inclusive acerca da irregular apreensão da arma de fogo do Policial Militar por equipe do PPJM. Assim, foi efetuado contato telefônico com o Sargento PM Douglas, a fim de lhe explicar a incorreção da medida adotada pelo Tenente Fábio de Paula Soares. Neste sentido, educadamente, determinou a presença do oficial nesta Delegacia para apresentar sua versão, bem como exibir a arma de fogo do SD/PM Furtado, outrora apreendida em sede de IPM. Contudo, mesmo informado sobre a determinação da autoridade policial no sentido de apresentar a arma de fogo na unidade de Polícia Judiciária, bem como de comparecer para prestar esclarecimentos, o Tenente PM Fábio, teria descumprido tal ordem, limitando-se a determinar que funcionário realizasse contato telefônico informando sua decisão. Por tais razões, a Autoridade subscritora entendeu que o Tenente PM Fábio de Paula Soares incorreu na prática dos crimes de fraude processual e desobediência, razão pela qual foi indiretamente indiciado. Além disso, a autoridade policial entendeu que tal situação teria frustado o art. 6°, II e VII, do CPP, razão pela qual representa pela apresentação das armas apreendidas pela Polícia Militar em delegacia para a realização de exame pericial, mantendo-se os objetos à disposição da Vara do Júri de São Bernardo do Campo. O Ministério Público opinou pelo acolhimento da representação (fls. 75). É o breve relatório. DECIDO. Em se tratando de crime doloso contra a vida, a conduta ora apurada é de competência da Justiça Comum, seja por expressa disposição constitucional (art. 5°, XXXVIII, da CF/88), seja por força da própria legislação penal militar, como se percebe do art. 9°, § 1°, do Código Penal Militar (“Os crimes de que trata este artigo, quando dolosos contra a vida e cometidos por militares contra civil, serão da competência do Tribunal do Júri.”). No mais, o art. 82, caput, do Código de Processo Penal Militar reforça a competência da Justiça Comum em se tratando de crimes dolosos contra a vida. A interpretação conforme a Constituição desse dispositivo implica em considerar que, caso constatado durante eventual investigação de crime militar perante a Justiça Militar haver indícios de crime doloso contra a vida praticado por policial militar em serviço, os autos deverão ser encaminhados para a Justiça Comum, competente para tanto. Não há sentido em se interpretar tal dispositivo como permissivo de que inquéritos policiais que versam sobre crimes dolosos contra a vida praticados por militares contra civis tramitem pela Justiça Castrense, pois não detém competência constitucional de processar e julgar a ação penal. Com efeito, a garantia constitucional do juiz natural tem aplicação também na fase de inquérito policial, seja porque atos jurisdicionais envolvendo restrições a direitos fundamentais podem ser praticados durante a investigação preliminar, seja porque o art. 75 do Código de Processo Penal determina que o inquérito policial (ou peças de informação em geral) devem respeitar a competência constitucional e legal, pois a distribuição prevenirá a futura ação penal. No mais, como já reconhecido pelo Superior Tribunal de Justiça com base na teoria dos poderes implícitos, o juízo competente da causa também deverá ser o juízo responsável pela administração do inquérito policial. Nesse sentido: “PROCESSUAL PENAL. CONFLITO POSITIVO DE COMPETÊNCIA. INQUÉRITO POLICIAL. ADMISSIBILIDADE DE CONFLITO EM FASE PRÉ-PROCESSUAL. COMPETÊNCIA JUÍZO DA CAUSA. TEORIA DOS PODERES IMPLÍCITOS. I – É assente na jurisprudência a admissibilidade de conflito de competência em fase inquisitorial. II – Embora previsto no artigo 125, §4º, da CF, ser da competência da justiça comum processar e julgar crimes dolosos contra a vida praticados por militar em face de civil, nota-se que inquéritos policiais persistem no juízo castrense indevidamente. III – A interpretação conforme a Constituição Federal do artigo 82, §2º, do Código de Processo Penal Militar compele a remessa imediata dos autos de inquérito policial quando em trâmite sob o crivo da justiça militar, assim que constatada a possibilidade de prática de crime doloso contra a vida praticado por militar em face de civil. IV – Aplicada a teoria dos poderes implícitos, emerge da competência de processar e julgar, o poder/dever de conduzir administrativamente inquéritos policiais. Conflito de competência conhecido para declarar competente o Juiz de Direito da Vara do Júri e das Execuções Criminais da Comarca de Osasco/SP.” (Superior Tribunal de Justiça, CC 144.919, Relator Félix Fischer, DJe 01.07.2017). Por outro lado, a Polícia Civil tem a incumbência de atuar na função de polícia judiciária nos crimes dolosos contra a vida – ainda que o autor seja policial militar em serviço -, cabendo-lhe a prática dos atos previstos no art. 6° do Código de Processo Penal, dentre eles a apreensão de objetos relacionados com o fato objeto da apuração e determinar a realização de exames periciais em geral. Em conformidade com o quadro normativo constitucional e legal, o art. 4° da Resolução SSP 40/2015 dispõe que o Delegado de Polícia deverá se dirigir ao local da ocorrência e apreender os objetos que tiverem relação com o fato. Ressalte-se ainda que o E. Tribunal de Justiça de São Paulo já declarou em controle abstrato a inconstitucionalidade da Resolução 54/2017, do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, cujo artigo 1° estabelecia expressamente que a autoridade policial militar deveria “apreender os instrumentos e todos os objetos que tenham relação com a apuração dos crimes militares definidos em lei, quando dolosos contra a vida de civil.” Nesse sentido: “Violação da competência da Justiça Comum. Resolução versou acerca de matéria inquisitorial militar em crimes dolosos contra a vida cometidos por militares em face de civis (CPPM). Delitos excluídos do rol dos crimes militares pelo Código Penal Militar. Competência da Justiça Comum configurada. Entendimento pacífico. .Aplicação da Teoria dos Poderes Implícitos. Investigação criminal deve ser presidida pela Polícia Judiciária competente para apuração dos referidos crimes, qual seja, a Polícia Civil (CPP). Art. 140 da Constituição Estadual e art. 144, §4º, da Constituição Federal. Violação ao princípio da reserva legal. Violação da técnica legislativa. Ocorrência. Necessidade de lei em sentido formal para legislar sobre regras processuais e procedimentais em matéria penal. Incursão indevida na competência legislativa privativa da União para versar normas gerais em procedimentos de matéria processual. Violação frontal ao texto constitucional estadual que consagra a separação dos poderes estatais e respeito ao pacto federativo. Ofensa aos artigos 5º, 25, 47, incisos II, XI e XIV, 144, 174, inciso III, e 176, inciso I, da Constituição Paulista. Inconstitucionalidade configurada. Preliminar rejeitada. Ação procedente.” (Tribunal de Justiça de São Paulo, Ação Direta de Inconstitucionalidade 2166281-19.2017.8.26.0000, Comarca de São Paulo, Relator Péricles Piza, julgada em 30 de janeiro de 2018). Portanto, seja por força da Constituição de 1988, seja por força da legislação processual penal, e ainda, por ato normativo infralegal baixado pela Secretaria de Segurança Pública, a qual está submetida a Polícia Militar e a Polícia Civil, bem como decisão proferida em controle concentrado de constitucionalidade pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, a Polícia Militar e a Justiça Militar estadual não tem atribuição para investigar e apurar crimes dolosos contra a vida de civil, ainda que praticados por policial militar em serviço. Não se desconhece o teor do Habeas Corpus coletivo 0800006-62.2020.9.26.0010, da 1a. Auditoria da Justiça Militar do Estado de São Paulo, julgado em 08 de julho de 2020, onde se reconheceu como supostamente abusivo e causador de constrangimento ilegal o DESPACHO Nº CorregPM-003/310/20, de 03 de junho de 2020, dando salvo conduto e isentando de responsabilidade criminal e disciplinar em relação à Resolução SSP 40/15. Todavia, tal decisão não determinou que a Polícia Militar necessariamente apreendesse as armas e objetos de ocorrências, mas apenas isentou de responsabilidade criminal e disciplinar, e mais, não repristinou a constitucionalidade a Resolução 54/2017, do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, cuja inconstitucionalidade declarada continua pendente e possui efeito erga omnes e vinculante. De todo modo, ressalte-se que a eficácia do Habeas Corpus coletivo 0800006-62.2020.9.26.0010 é restrita à Justiça Militar Estadual paulista e somente impede eventuais punições disciplinares no âmbito interno da Polícia Militar. Portanto, não vincula a Justiça Comum e, desta forma, não torna lícita a apreensão de armas de fogo pela Polícia Militar estadual face o Código de Processo Penal e normas infralegais, especialmente a Resolução SSP 40/2015. Da mesma forma, o Habeas Corpus individual 0001389-46.2017.9.26.0000, do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo, Relator Juiz Cel. PM Orlando Eduardo Geraldi, julgado em 21.06.17, possui efeito inter partes e tampouco pode ser invocado como autorização para a apreensão de armas pela Polícia Militar em caso de crimes dolosos contra a vida. Ante o exposto, acolho a representação e determino a expedição de ofício, a ser cumprido por Oficial de Justiça, ao Comando do 6° BPM/M para que encaminhe ao 1º. Distrito Policial de São Bernardo do Campo no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, as armas relacionadas com a ocorrência descritas no BO de fls. 8/15. Caberá ao Sr.(a) Oficial de Justiça incumbido do cumprimento do mandado proceder à entrega do presente ofício, dando ciência ao Comandante do 6º BPM/M ainda que eventualmente as referidas armas de fogo tenham sido transferidas para outra unidade. Ciência ao Ministério Público. São Bernardo do Campo, 21 de janeiro de 2021.

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    • Eu avisei.

      Ratifico que sou contra o PPJM ter que fazer essas apreensões pois dá um trabalho danado.
      Os coitados dos Delegados(as), já praticamente defenestrados de qq poder, se ressentem disso.

      Mas é a lei.

      Moral da “issstóóória”:

      A delegada do CÚ gostoso vai levar uma naba no CÚ gostoso e a partir de agora vão baixar e muito a bola.

      O Tenente vai a Capitão em maio.

      A PM, como instituição, não perde uma sequer para a “morta viva” PC!

      PS: Guerra, por mais que vc me odeie…tem que admitir que ajudo a bombar seus posts.
      Da minha parte, é divertidíssimo, mas se tiver que me bloquear pela vontade da maioria ai de “cima”…vou entender.

      Vou te xingar pra caralho…mas vou entender!

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  35. Acabei de crer: não é mais questão de DIREITA e ESQUERDA. Agora é DEMÔNIO contra todos os outros! Quando esse genocida corrupto cai???

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  36. STF dá 5 dias para Governo organizar a “anarquia da vacinação”
    Fernando Brito
    08/02/2021
    5:59 pm

    https://tijolaco.net/wp-content/uploads/2021/02/coorevacina.png.webp

    Quando a inação e incompetência de um Governo chegam ao absurdo de iniciar uma programa nacional de vacinação que deixa a cada município decidir quando e com que critérios serão aplicados os imunizantes dos quais o país precisa para mitigar os efeitos da Covid-19, é claro que o Judiciário pode e deve exigir providências e até, na falta delas, determiná-las.

    Foi o que acaba de fazer o ministro Ricardo Lewandowski ao mandar o Governo Federal divulgar, no prazo de 5 dias, com base em critérios técnico-científicos, a ordem de preferência entre os grupos prioritários, especificando, com clareza, dentro dos respectivos grupos, a ordem de precedência dos subgrupos nas distintas fases de imunização contra a Covid-19″.

    Numa atitude demagógica, Bolsonaro incluiu diversas categorias profissionais (caminhoneiros, militares, policiais, bombeiros, motoristas, e um rol de diversas atividades) que somam uma quantidade de pessoas várias vezes maior que as vacinas disponíveis, o que o ministro resume assim:

    Como se vê, na 2ª edição [ do Plano Nacional de Imunização], estabeleceu-se a população que será imunizada prioritariamente, sem, no entanto, detalhar adequadamente, dentro daquele universo de cerca de setenta e sete milhões de pessoas, qual a ordem de cada grupo de pessoas.

    Como não se estabeleceu, diversos prefeitos fizeram o que lhes deu na telha. Sei, pessoalmente, de casos de aposentados que não têm nenhuma atividade mais na área de saúde que foram vacinados tanto quanto de um motorista de ambulância que recolhe doentes para quem não houve vacina.

    Além disso, multiplicaram-se os “primeiro, eu” que O Globo registrou na reportagem “Ministério da Saúde já recebeu 45 pedidos para prioridade, de produtores rurais a aeronautas“.

    Após o pessoal da linha de frente dos hospitais – dos quais ninguém pode prescindir – só há um critério justo: idade e comorbidades graves, que comprovadamente aumentam o poder mortal do vírus. Fora daí, prioridade é conseguir vacinas para todos, e rapidamente.

    Porque, até agora, só o que temos – em quantidade significativa – são as vacinas da China que Bolsonaro desdenhou e recusou o quanto pôde.

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