Autor: Flit Paralisante
João Alkimin: QUANDO O MASTRO CAI, AS VELAS VÃO JUNTO. OU … O PINTO CAIU! 41
QUANDO O MASTRO CAI, AS VELAS VÃO JUNTO.
João Alkimin
oão Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/
Ex-chefe do MP e ex-PM, Grella contará com a desconfiança da Polícia Civil…( MILITARIZAÇÃO: Marzagão, Ferreira Pinto ; agora Grella ? ) 96
Conheça o novo secretário de Segurança do Estado de São Paulo
Ex-chefe do MP e ex-policial, Grella terá que conter violência em SP
Publicado em 21/11/2012 às 11h27: atualizado em: 21/11/2012 às 12h36
Do R7
Daia Oliver/R7Novo secretário de Segurança chefiou o Ministério Público de SP de 2008 a 2012
Após a execução de 328 pessoas na Grande São Paulo desde 1º de outubro, o governador Geraldo Alckmin decidiu confiar ao ex-procurador-geral de Justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira, a missão de conter a onda de violência que estarrece os paulistas. O novo secretário de Segurança esteve à frente do MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo por dois mandatos, de 2008 a 2012. Ele assume a vaga de Antonio Ferreira Pinto, que deixou a Secretaria de Segurança nesta quarta-feira (21).
Em sua gestão no MP, Grella ampliou a integração entre promotorias diferentes para atuar em situações cada vez mais problemáticas no Estado, como a violência nos estádios de futebol e o combate à pirataria. Ele também buscou maior participação de promotores de Justiça no processo decisório da instituição.
Alckmin reconhece “dificuldades” na segurança pública de SP
O ex-chefe do MP também ficou conhecido por defender o relacionamento estreito entre polícia e Ministério Público na esfera criminal. Esse intercâmbio de ideias e ações entre as instituições pode ter carimbado seu passaporte para a Secretaria de Segurança de SP em um momento tão delicado para o Estado, em que as estatísticas de baleados e mortos engrossam os indicadores de criminalidade em 2012.
Fernando Grella foi empossado pela 2ª vez no MP em 2010
Além da passagem pelo MP, Grella foi policial militar. Ele atuou nas ruas por 11 anos. Em Bauru, trabalhou no fim dos anos 60 e, em Ourinhos, de 1970 a 1979.
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Grella é visto internamente por alguns promotores como ligado ao grupo do antigo ex-procurador-geral Araldo Dal Pozzo, amigo do ex-governador Luiz Antonio Fleury Filho (PMDB), que deixou o cargo em 1993; além de amigo dos ex-secretários Antonio Ferreira Pinto e Ronaldo Augusto Bretas Marzagão.
O mais incompetente e arbitrário Secretário de Segurança de todos os tempos…A mãe dele é quem será lembrada por um bom tempo 36
Ferreira Pinto sai e Fernando Grella assumirá Segurança Pública de SP
DE SÃO PAULO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Atualizado às 11h51.
Antonio Ferreira Pinto deixou ontem o cargo de secretário de Segurança Pública de São Paulo. O pedido de exoneração foi anunciado hoje pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Alckmin ainda afirmou que o ex-procurador geral de justiça de São Paulo Fernando Grella será o novo secretário da pasta. Ele deve assumir o cargo amanhã.
Grella é procurador de Justiça, secretário da Procuradoria de Justiça Cível do Ministério Público de São Paulo e vice-presidente da Associação Paulista do Ministério Público. Alckmin afirmou que ele “está preparado para ajudar São Paulo a dar avanço e continuar sendo um dos Estados mais seguros do Brasil”.
Apesar da declaração, o governador reconheceu que o Estado passa por um período de alta da violência. “Reconhecemos as dificuldades que estamos passando e vamos nos empenhar de forma redobrada neste trabalho”.
Em sua carreira, Grella atuou nas áreas cível e criminal. Ele já foi secretário-geral da Confederação Nacional do Ministério Público, assessor jurídico de dois ex-procuradores-gerais de Justiça e representou o Ministério Público brasileiro no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.
Durante o anúncio da troca de cargos, o governador disse que Ferreira Pinto foi um “bom” secretário da Administração Penitenciária e Segurança Pública. “Quero agradecer a ele, que trabalhou com competência, dignidade e honestidade”.
| Luiz Carlos Murauskas/Joel Silva/Folhapress | ||
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| Fernando Grella (à esquerda) será o novo secretário de Segurança Pública de São Paulo. Ele assumirá amanhã a pasta em substituição a Antonio Ferreira Pinto (à direita), que pediu exoneração do cargo ontem |
Ferreira Pinto foi capitão da Polícia Militar porém deixou o cargo para ir para o Ministério Público, onde foi promotor e procurador. Ele foi secretário da SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) e, posteriormente, assumiu a pasta de Segurança Pública, na qual estava no cargo há seis anos graças ao discurso de combate à corrupção policial. A iniciativa, no entanto, lhe rendeu inimigos dentro da Polícia Civil.
Basicamente, sua política de investigação interna foi executada pela PM. A estratégia reavivou o racha entre as polícias e, há tempos, admitem integrantes da gestão Alckmin, Ferreira Pinto não conta mais com a ajuda de setores da Polícia Civil no combate ao crime organizado.
Segundo reportagem da Folha informou, Alckmin buscava um substituto para o secretário de Segurança Pública por estar insatisfeito com o desempenho do subordinado.
A insatisfação vinha de antes da onda de violência em São Paulo. A busca por um sucessor começou há mais de três meses, discretamente. Entretanto, Ferreira Pinto ainda não tinha sido trocado pela dificuldade em encontrar um novo nome para a pasta.
VIOLÊNCIA
O Estado de São Paulo vive uma onda de violência, com registros de chacinas, homicídios, ônibus incendiados e mortes de policiais militares. Desde o último dia 24, 253 pessoas foram mortas na região metropolitana de São Paulo –média de 9,7 por dia.
Somente entre a noite de ontem (20) e a madrugada desta quarta-feira, três pessoas foram mortas em uma chacina, mais seis pessoas foram assassinadas e 13 ficaram feridos, entre eles um policial militar. Um ônibus também foi incendiado.
Desde o início do ano, 95 policiais militares já foram assassinados em todo o Estado de São Paulo.
Em 2011, 47 PMs foram mortos –21 dos crimes ocorreram enquanto os policiais estavam em serviço e 26 foram assassinados no horário de folga, de acordo comandante-geral da PM, Roberval França.
No sábado, um policial da Corregedoria, órgão responsável por investigar crimes praticados pelos próprios PMs, foi morto em um açougue em Guarulhos, durante uma tentativa de assalto. Na terça-feira (13), o soldado Edgar Lavado, 43, casado e pai de quatro filhos, foi morto a tiros quando chegava em sua casa, no Jardim Cumbica, por volta das 21h, em Guarulhos.
Secretário de Segurança Pública de São Paulo deixa o cargo 71
Com informações da Estadão Conteúdo
Secretário de Segurança Pública de São Paulo deixa o cargo
Atualizado às 11h30
Em meio à onda de violência que assombra São Paulo, o Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, pediu exoneração do cargo nesta quarta-feira. O ex-procurador geral de Justiça Fernando Grella assumirá o cargo e será nomeado nesta quinta-feira.
O governador Geraldo Alckmin confirmou a saída do secretário depois de quase sete anos como titular no seu governo. Antes da Segurança Pública (SSP), Ferreira Pinto foi secretário de Administração Penitenciária. “Indicamos e nomearemos ainda hoje e tomará posse nesta quinta-feira como novo secretário o Fernando Grella, duas vezes procurador geral do Estado de São Paulo ( 2008 /2010 – 2010- 2012), presidente do Conselho do MP dos Procuradores de todo o Brasil, uma pessoa com grande experiência em 28 anos como promotor e procurador. Ele encerrou o seu último mandato no dia 29 de março deste ano.
O governador reconheceu que o estado passa por dificuldade na área de segurança pública com aumento da criminalidade. “ Vamos nos empenhar de forma redobrada neste trabalho para fortalecer a segurança de São Paulo, proteger a população e combater o crime”.
Pelo menos 10 pessoas foram mortas e 13 ficaram feridas a tiros entre o início da noite de terça-feira e a madrugada desta quarta-feira, na Região Metropolitana de São Paulo. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) vai investigar os casos. Os crimes ocorreram em um intervalo de apenas oito horas, entre as 18h e a 1h.
Em um deles, um adolescente morreu após balear um policial militar em uma tentativa de assalto na zona leste de São Paulo. Em uma chacina ocorrida em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, no final da noite, três pessoas morreram e uma sobreviveu. Essa é a 17ª chacina do ano na Região Metropolitana, aumentando para 57 o número de mortos em crimes deste tipo, segundo levantamento feito pelo estadão.com.br. Foram seis casos na capital e 11 nas demais cidades.
Nas últimas seis noites, a soma da violência chega a 43 pessoas mortas e 34 feridas na Região Metropolitana. Na maioria dos casos, segundo o que a polícia apurou com testemunhas – algumas delas sobreviventes -, os atiradores ocupavam motos.
MILK NEWS TV – “CARREFURTO E ROBAUTO” VOCÊ JÁ OUVIU FALAR? 50
Para governo, recálculo de vencimento da PM é irregular 69
Nossa Região
Associações da categoria tentam reunião com o governador esta semana e ameaçam deflagrar uma onda de protestos
Xandu Alves São José dos Campos
O governo estadual considera irregular o pagamento de recálculo nos benefícios de policiais militares, que ganhavam uma diferença no vencimento pelo menos desde agosto. Alguns recebiam desde novembro de 2010. A diferença variava de R$ 100 a R$ 1.000, dependendo da patente e do tempo de serviço. Na região, a PM emprega 4.900 pessoas. No início de novembro, após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que acatou recurso da PGE (Procuradoria Geral do Estado), o pagamento foi suspenso. Segundo a PGE, o recálculo feito nos benefícios dos policiais por meio da ação é diferente dos demais servidores estaduais e, portanto, irregular, gerando um “rombo” de R$ 1,49 bilhão. Ao invés de incidir sobre o salário-base, como nos demais servidores, as associações da categoria pleiteiam que quinquênio e sexta-parte incidam sobre o total dos vencimentos, incluindo gratificações, abonos e adicionais. O corte surpreendeu policiais em todo o Estado de São Paulo, que enfrentam uma onda de violência com ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital). Desde o início do ano, 94 PMs foram mortos no Estado. “O governo devia ter considerado que esse não era o momento para um corte. Se a gente não é valorizado, como é que vai arriscar a vida nas ruas”, disse um PM, que pediu para não ser identificado. Protestos.Os policiais recebiam a incorporação salarial por meio de uma liminar do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo). A ação foi movida por duas associações da PM no Estado –a de Cabos e Soldados e a de Oficiais da Reserva e Reformados. As entidades tentam uma reunião com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) esta semana e ameaçam uma onda de protestos caso ela não ocorra. “Fico muito triste que o corte tenha sido feito durante uma situação terrível para os policiais, que estão sob ataque”, afirmou Milton Vieira, presidente regional da Associação de Cabos e Soldados. “A traição do governo foi maior que a do PCC, de quem só esperamos violência. Com o governo, os policiais se sentiram atingidos pela costa.” Segundo Vieira, as associações entraram com recurso no STF, no dia 8 de novembro, para tentar cassar a decisão do ministro Ayres Brito, que suspendeu o pagamento. Ele disse que o corte provocou uma onda de “indignação e insatisfação”. “Eles (policiais) serão obrigados a fazer bico para ganhar aquilo que já ganhavam antes.”
http://www.ovale.com.br/nossa-regi-o/para-governo-recalculo-de-vencimento-da-pm-e-irregular-1.346218
Secretaria de Segurança de SP não quis trabalhar no feriadão 41
1º dia de bloqueio contra droga e arma em estradas de SP fica só na promessa
Anunciados na semana passada como uma das principais ações para combater o crime no Estado, os bloqueios contra armas e drogas prometidos para começar ontem em estradas de São Paulo ficaram só na promessa – pelo menos nas estaduais, que representam 99% da malha.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, até as 20h de ontem, eles não haviam nem sequer começado. Já a Polícia Rodoviária Federal disse ter dado início à operação nas rodovias federais, com “ações relâmpagos”.
A parceria acertada entre os governos estadual e federal não só para estradas como para portos e aeroportos é uma das estratégias para enfraquecer o crime organizado e interromper a onda de violência que, apenas entre a noite de domingo e a madrugada de ontem, deixou mais 12 mortos na Grande São Paulo.
Além do bloqueio, a transferência de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) para presídios federais são as únicas propostas de curto prazo da parceria Estado-União.
Segundo o porta-voz da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Fabiano Moreno, a operação começou nas estradas de sua responsabilidade (Dutra, Régis Bittencourt e Fernão Dias), na tarde de ontem, com reforço policial vindo de vários Estados. “São agentes especializados em narcotráfico. Não vamos trabalhar com aquela visão de barreira de fiscalização estática. Ela funciona na primeira hora, mas depois não cai nada. Tem efeito reduzido. Traz visibilidade, mas não é o que desejamos.”
Moreno explicou que a PRF trabalha com 30 equipes em movimento constante. “Não teremos grandes cenários montados. O crime organizado tem uma rede de informação, por isso vamos trabalhar com barreiras rápidas, itinerantes.” O inspetor afirmou que, durante a Conferência Rio+20, cerca de 8 toneladas de drogas foram apreendidas em menos de 20 dias com esse modelo. Por questão estratégica, locais e horários não foram divulgados. Segundo a Autopista, na divisa com Minas na Fernão Dias, não foram realizados bloqueios.
Uma das ações feitas ontem pela PRF aconteceu em Cascavel (PR), a 360 km da divisa com São Paulo. Foram encontrados em um caminhão que tinha São Paulo como destino 2,2 toneladas de maconha, 1.300 comprimidos de ecstasy e 2.940 munições de fuzil. Mas foram policiais rodoviários que já atuam na região que fizeram a apreensão.
Sem informação. No oeste do Estado, policiais rodoviários estaduais da Raposo Tavares e da Marechal Rondon nem sabiam que uma operação está sendo planejada. / COLABOROU RICARDO BRANDT
Por que o Governo de São Paulo jamais teve interesse em comprar o rastreador GI-2 ?…Será que tem esquema de aluguel de celular para organização criminosa ? 34
19/11/2012-19h55
Governo federal oferece aparelho para rastrear celulares em presídios de SP
FERNANDA ODILLA DE BRASÍLIA
O Ministério da Justiça ofereceu ao governo de São Paulo uma maleta de cerca de R$ 1 milhão capaz de rastrear celulares dentro de penitenciárias. O governo paulista, contudo, ainda não solicitou formalmente uma das principais armas do Depen (Departamento Penitenciário Nacional) para silenciar as organizações criminosas dentro das prisões.
Em um ano, o aparelho do Depen já localizou e identificou 9.289 linhas telefônicas em presídios de seis Estados e no Distrito Federal. Em junho deste ano, por exemplo, foram rastreados 458 celulares num presídio de Ribeirão Preto (a 131 km de São Paulo) e 32 em Araraquara (a 273 km de São Paulo).
Chamado de GI-2, o equipamento identifica com precisão o número do aparelho e o chip. Contudo, não bloqueia nem é capaz de interceptar conversas, apenas rastreia os aparelhos.
“Uma vez identificada a linha, pode-se ir à cela e recolher fisicamente o aparelho. Ou pode-se solicitar o bloqueio ou a interceptação”, explica Augusto Rossini, diretor-geral do Depen.
Segundo ele, qualquer governo pode comprar o equipamento e juízes, integrantes do Ministério Público, policiais e autoridades estaduais também podem solicitar os serviços de técnicos do Ministério da Justiça.
O Depen comprou a maleta em 2008 e, desde então, tem usado o aparelho nos presídios federais e, se solicitado, em penitenciárias nos Estados. Segundo Rossini, uma equipe do Ministério da Justiça vai ao presídio rastrear os aparelhos e linhas telefônicas. Ele não revela, contudo, se outros órgãos federais tem o mesmo equipamento.
SANTA CATARINA
Em janeiro deste ano, a maleta do Depen rastreou 2.094 celulares em 21 presídios de Santa Catarina.
Na noite desta segunda-feira (19), o diretor-geral do Depen também negou que o governo federal tenha montado uma força-tarefa para conter a onda de violência em Santa Catarina. Ele admitiu, contudo, que funcionário do Ministério da Justiça está no Estado fazendo vistorias de rotina em prisões locais.
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Até parece que tem muita gente no alto escalão faturando alto com o ingresso e manutenção de celulares em estabelecimentos prisionais.
Um milhão para o Governo de São Paulo é dinheiro de pinga!
Com um aparelho desses, desde 2008 , já daria para ter enconomizado mais de um bilhão em prejuízos materiais; além de poupar centenas de vidas.
…ou será que a rede clandestina de espionagem do Governo de São Paulo foi instalada em Unidades do Sistema Prisional…Por isso não querem o DEPEN desmantelando a teia de aranha do grampo ilegal supostamente criada pelo nosso J. Edgar Hoover 18
Depen detecta mais de 9 mil linhas telefônicas em presídios estaduais em doze meses
Aline Leal Repórter da Agência Brasil
Brasília – De novembro de 2011 a novembro de 2012, mais de 9 mil linhas de celulares foram detectadas em presídios estaduais brasileiros por meio de um equipamento que se assemelha a uma maleta e que pertence ao Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça (Depen).
O Ministério da Justiça ofereceu ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, os serviços do único aparelho desse tipo do Depen para ajudar a conter a onda de violência no estado.
De acordo com Augusto Rossini, diretor do Depen, o aparelho, que custa mais de R$ 1 milhão, detecta com precisão o local onde está o aparelho celular. Os estados podem adquirir o seu próprio aparelho ou solicitar a presença de uma equipe do Depen em seus presídios.
O Ministério Público, autoridades judiciárias e a administração de penitenciárias podem solicitar o serviço de uma equipe do Depen com o aparelho. “Nossa equipe vai para o estado com a ferramenta tecnológica e com a metodologia para usá-la e, a partir da solicitação, nós conseguimos identificar as linhas que estão naquele local [presídio]”, diz o diretor.
Rossini disse que a partir da detecção do aparelho, quem solicitou o serviço pode apreender o celular encontrado ou pode solicitar judicialmente o bloqueio da linha e uma interceptação telefônica.
Edição: Fábio Massalli
João Alkimin: O CORONEL JOSÉ VICENTE DA SILVA FILHO É DESPREPARADO 64
O CORONEL JOSÉ VICENTE DA SILVA FILHO É DESPREPARADO
João Alkimin
João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/
PM do BOPE ( genérico ) não gosta de mulher 62
19/11/2012 – Torcedora do Coritiba é agredida por policiais antes do jogo. Imagens que foram gravadas antes de jogo do Coritiba no sábado (17).
Ela participava da ‘Caminhada da Paz’ promovida por torcedores.
Uma garota de 18 anos foi agredida por policiais militares antes da partida do Coritiba contra o Vasco da Gama no último sábado (17), em Curitiba. Parte da agressão foi filmada por outra torcedora que participava da escolta realizada pela PM até o estádio Couto Pereira, e as imagens mostram um policial batendo a cabeça da vítima contra um portão de ferro.
“Foi bem constrangedor”, resumiu a estudante de administração Ana Paula Lima. Ela conta que a atitude violenta dos policiais começou ainda na Praça Santos Andrade, após um evento organizado chamado de “Caminhada pela paz”, e horas antes da partida de futebol. “Nós juntamos torcedores e resolvemos fazer uma caminhada pacífica em homenagem a colegas que faleceram recentemente”
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É um similar ching-ling com o nome do original.
Coronel PM – mentiroso – afirma que dos 95 policiais mortos a maioria era corrupto envolvido com marginal ou estava trepando com mulher de criminoso… 39
Cuidado coronel, o Sr. pode aparecer morto e alguém dizer: deixa prá lá era ladrão!
Indigente é preso por recarregar celular em parque da Flórida…( Sem-teto com contatos ) 6
16/11/2012 08h45 • EFE
Um indigente da Flórida foi detido por uma noite acusado de roubar a eletricidade da cidade de Sarasota por recarregar a bateria de seu celular em uma tomada de um parque público.
Segundo o relatório policial ao qual a “Agência Efe” teve acesso ontem dia 15, Darren Kersey, de 28 anos, passou uma noite em uma prisão de Sarasota, no litoral oeste da Flórida, por não poder pagar a fiança, fixada em US$ 500.
“Expliquei ao acusado que o roubo de eletricidade da cidade não seria tolerado durante este período difícil da economia”, escreveu o sargento Anthony Frangioni no relatório.
Nele, detalha que no domingo passado observou vários indivíduos fumando o que ele supôs ser maconha e realizou sua detenção por violar o código da cidade que proíbe o fumo em parques públicos.
No momento em que estava detendo Kersey, este lhe disse que queria seu telefone celular, que estava sendo recarregado em uma tomada do parque.
O policial lhe acusou então de usar eletricidade pública e argumentou que essas tomadas devem ser usadas apenas para eventos da cidade.
Não sou contra negociar com o crime organizado, diz sociólogo 58
19/11/2012-07h23
MARIO CESAR CARVALHO DE SÃO PAULO
Em situações emergenciais, quando as mortes se acumulam numa guerra sem fim, é preciso negociar com o crime. Loucura? O sociólogo Claudio Beato, 56, um dos maiores especialistas em segurança no país, diz que não.
Ele cita o levante da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) em 2006, no qual houve aparentemente um acordo com o governo, como contraexemplo. “Se houve acordo, por que não fazer isso de forma transparente?”
Os exemplos bem-sucedidos de negociações com criminosos, segundo ele, vão dos EUA a El Salvador, onde a igreja intermediou acordos. No Brasil, a polícia faz acordos informais com o crime, de acordo com ele, que deveriam ser institucionais.
Para Beato, ligado ao PSDB de Minas, a falta de transparência só aumenta a sensação de insegurança, como diz nesta entrevista.
| Pedro Silveira/Folhapress | ||
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| O sociólogo e especialista em segurança pública Claudio Beato |
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Folha – São Paulo tinha uma política de segurança que era considerada exemplar. O que aconteceu para essa política desmoronar?
Claudio Beato – Não acho que ela está desmontando. Os números não apontam para uma situação dramática. O que está acontecendo é um aumento de homicídios.
O que houve foi um investimento alto na última década, em que alguns departamentos, como o de homicídios, souberam aproveitar os recursos. Teve avanço grande na investigação, o que resultou na queda dos homicídios de mais de 70% em dez anos.
E o investimento em prisões? O que deu errado?
O sistema em São Paulo cresceu muito e você perdeu o controle do interior das prisões para facções. O sistema prisional brasileiro é falido.
Você prende muita gente, mas isso acaba piorando a criminalidade fora das prisões. É uma massa que fica sob controle dos grupos que mandam nas prisões.
É o que aconteceu com o PCC, com o Comando Vermelho. O problema de São Paulo é que é um Estado rico e lançou mão do aprisionamento mais ou menos sem critério, e agora está pagando o preço.
Qual é a alternativa a essa política de aprisionamento?
É não deixar o crime acontecer. Como se faz isso? É preciso conhecer muito bem o contexto em que os crimes ocorrem. Mas não existe no Brasil a ideia de uma polícia que atue para que os crimes não aconteçam.
Onde há polícias assim?
William Bratton é o grande reformador de polícias. Reformou a polícia de Nova York e de Los Angeles. Ele defende que você precisa entender o crime, intensificar a análise criminal para não deixar o crime acontecer.
Isso está muito longe do modo de agir da polícia brasileira. Há unidades como a Rota [tropa da PM paulista] e o Bope [tropa da PM do Rio] que saem à rua com a ideia de guerra contra o crime.
Qual o problema da tal guerra contra o crime?
A tendência dessa tática é o que aparentemente está acontecendo em São Paulo: vira uma guerra particular entre a polícia e as facções.
Seria uma guerra da Polícia Militar contra o PCC?
Não tenho dúvidas. A dúvida é: qual o tamanho disso? O secretário [Antonio Ferreira Pinto] vem com uma questão muito fantasiosa: de que o PCC não tem importância.
Não é bem assim. O fenômeno contrário também ocorre em meios acadêmicos, que acreditam que foi o PCC que diminuiu o crime em São Paulo. É fantástico! Você pensar que uma organização tenha capacidade de controlar crimes domésticos, em botequins, do tráfico. É o que um amigo americano chama de “big gang” [grande gangue, e um trocadilho com “big bang”, explosão que teria originado o universo].
Entre esses dois opostos, é difícil saber qual é o tamanho do PCC. Seria um grande serviço para a sociedade, e a própria polícia, saber exatamente o que está acontecendo. A falta de informação aumenta a sensação de insegurança.
O que você acha da decisão da Secretaria da Segurança de São Paulo de usar a Polícia Militar contra o tráfico?
É uma armadilha achar que as PMs possam resolver o problema de segurança pública, como se fosse possível fazer isso sem ter uma atividade mais investigativa, que é própria da Polícia Civil. É um erro esquecer da Polícia Civil. Mas o erro maior é conviver com as duas polícias.
O ideal seria a fusão?
O ideal seria acabar com o modelo definido pela Constituição de 1988, de duas polícias. Você precisa de uma polícia de ciclo completo, com patrulhamento ostensivo e investigação. Nos países onde a polícia faz isso o resultado é mais efetivo. Você junta as qualidades das duas.
Há uma crença de que a PM é imune à corrupção.
Corrupção é muito comum entre a Polícia Militar. Hoje a corrupção está bem distribuída entre as duas polícias. O tema das reformas das polícias é urgente. A divisão das polícias é artificial.
SP vive uma situação de pânico, que o governo tenta minimizar com a alegação de que a polícia já enfrentou situações piores e venceu. Você acredita nisso?
Um dos problemas é que a área de segurança não é muito transparente. É fato que a polícia de São Paulo enfrentou um problema muito mais grave em 2006. Como é que resolveu? Alguém sabe? Tem um monte de lendas, de boatos. Eu até hoje não sei o que aconteceu em 2006.
Há quem diga que houve um acordo com o PCC.
Se houve acordo, por que não fazer isso de forma transparente? El Salvador acabou de fazer um grande acordo com as Maras. São grupos mais violentos e com inserção social muito maior do que o PCC. Em El Salvador, houve um investimento muito grande em prisões duras, como algumas de São Paulo. As prisões funcionaram, mas a situação fora piorou. Houve negociação para tirar alguns líderes dessas prisões desde que ajudassem a controlar a situação fora. Foi intermediado pela Igreja Católica.
Você acha que o governo deveria negociar com o PCC?
Não sou contra a negociação, eventualmente, e de forma pontual. Vou falar uma coisa que será muito criticada. Isso aconteceu em Boston. O projeto mais conhecido de controle da violência nos EUA, chamado “Cessar-Fogo”, foi feito por meio de um conjunto de ações da polícia, prendendo de forma mais focalizada o que eles chamam de alavancas do crime.
Houve também ofertas de empregos, melhoria de condições sociais. E a negociação com as gangues foi feita pelos pastores. Eles sentaram com as gangues e policiais e negociaram um cessar-fogo. Em Medellín [Colômbia] também houve acordo.
Os governos federal e o paulista travaram uma disputa sobre quem sabe mais sobre o crime em SP. Isso faz sentido?
Isso é deplorável. Em 2006, foi combinado que a PF e a Polícia Civil trocariam informações, mas isso só acontece quando há uma força-tarefa.
Eu tenho uma crítica muito grande à maneira como a polícia trata informação no Brasil. Inteligência aqui é ficar escutando celular de preso. Isso é uma parte.
Eu vi no MIT [Massachusetts Institute of Technology] um sistema em que você consegue seguir o movimento de todos os celulares de Nova York, e você pode destacar dois celulares. É uma ferramenta fantástica. Você saberia como criminosos se movimentam fora dos presídios.
Em 2006, a Promotoria analisou mais de 500 contas bancárias atribuídas ao PCC e o resultado foi pífio. As contas eram de R$ 300, R$ 400.
Talvez o PCC não seja essa coisa toda que as pessoas pensam. Talvez a parte mais organizada do crime não seja o PCC, sejam estruturas organizadas internacionalmente.
O problema é a falta de transparência da segurança. Tudo é tratado como segredo. Isso é uma herança da comunidade de inteligência da ditadura militar, do SNI [Serviço Nacional de Informação].
Não temos essa informação organizada e clara para o público. Nos atentados em São Paulo, não se sabe quantos são acertos de atividades paralelas de policiais, quantos são retaliações do tráfico ou execuções da polícia.
O resultado é que todo mundo começa a fazer suposições e isso gera insegurança. Se o secretário da Saúde enfrentasse uma epidemia de cólera, imagina a quantidade de informação que ele teria de dar. O secretário da Segurança não fala. Não é só em São Paulo. Não há prestação de contas.



