Sublime homenagem do Dr. Ronaldo TOVANI aos Drs. Hélio e Daniel BIALSKI 5

Parece que foi ontem…
Era final de abril de 2012 e, na Corregedoria da Polícia Civil, encontrei o Dr. Hélio Bialski; estava ali para participar de uma audiência na qual eu também participaria como advogado. Perguntei pelo Dr. Daniel Bialski e ele, brincalhão como sempre, respondeu-me que o filho estava viajando e o havia “escalado” para aquela audiência.
Não preciso dizer que, antes depois e até durante a audiência, diversas pessoas que ali o viram (dentre as quais muitos advogados, policiais e estudantes de direito), vieram alegremente cumprimentá-lo.
A audiência caminhou extremamente bem para os réus – que sinceramente nem deveriam ter sido processados -, e o Dr. Hélio, mais uma vez, nos premiou a todos com verdadeira aula de direito processual.
Ao término, descemos conversando até a portaria e, ali, estendemos os assuntos mais um “bocado”. Ele estava muito feliz e irradiava isso. Mais alguns cumprimentos de quem passava e nos despedimos; não sem antes ele me dizer que na próxima audiência daquele caso, se o filho Daniel “deixasse”, ele viria. Infelizmente não veio…
Na madrugada de 30/04/2012 (três ou quatro dias depois daquela “audiência”) seu coração generoso parou de bater. Finalmente ele estava “livre” das “duras escalas” que o filho lhe impunha e que ele tão bem se desincumbia.
Dia 09/11/2020, porém, ele está novamente “escalado”. E desta feita não pelo Dr. Daniel Bialski, nem para defender ninguém; mas para engrandecer a justa homenagem que o filho receberá do povo paulistano, com a outorga da MEDALHA ANCHIETA e a concessão do TÍTULO DE CIDADÃO PAULISTANO.
E todos nós estaremos lá para aplaudir o homenageado e atestar a presença do Dr. Hélio Bialski. Ele não perderia isso jamais!
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  1. Tive uma afável amizade com Dr. Hélio Bialski, no início dos anos 70, quando escrevente da Corregedoria dos Presídios, lotado no então primeiro distribuidor criminal, onde frequentemente tínhamos contato, era uma excelente pessoa, e bom profissional, sempre alegre. Vez por outra me agraciava com uma garrafa de “black and white”, sempre bem-vinda!

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  2. Em 2001 era novato no DHPP, quando me apontaram um veterano advogado que passava. Aquele é o Dr Hélio Bialski. Quem? Não conheço. Espantado o antigo me explicou que era o advogado de polícia. O melhor de todos. Ainda pensei para na minha inocência: Para que polícia precisa de advogado? Sabia nada. Todos foram ver o que ele tinha ido fazer ali. E ele tinha ido dar a notícia que havia conseguido uma vitória num PA de um Investigador. Poderia ter mandado qualquer um. Mas quis ele mesmo de surpresa dar as boas novas. Anos depois quando precisei de advogado, fui atrás de quem ? Adivinha.

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  3. Teve um Polícia que faleceu de nome Ronaldo Toca no, algum parentesco nosso amigo Ronaldo Tovani, sempre cirúrgico com os comentários?

    Independente, era um policial novo, meus pêsames aos familiares e amigos.

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