A classe dos Delegados não será atendida por João Doria enquanto a ADPESP estiver nas mãos de apoiadores do Marcio França e do Bolsonaro…Votem Marilda ! Chapa 2 – Experiência e Ação! 21

Estava lendo as mensagens que o atual presidente da Adpesp (também chamado “reizinho”) escreveu na apresentação de sua chapa e no folder da campanha e vem escrevendo nos grupos de colegas onde classifica antagonistas e concorrentes como “vassalos” dentre outros adjetivos. Falta-lhe capacidade intelectual para argumentar e demonstrar a sua competência.

Fala em subserviência ao governo mas não apresenta nada além de críticas as gestões da Dra. MARILDA – a melhor presidente da ADPESP de todos os tempos – repetindo exaustivamente o caso do maldito Sinfrônio que a justiça já decidiu, com trânsito em julgado, a responsabilização da empresa de contabilidade que fazia todo trabalho do financeiro.

Na apresentação da chapa, quando ainda não sabia que teria concorrência (levaria outra eleição por WO), disse que encontrou ADPESP em situação financeira quase falimentar, porque acreditava que não haveria contraponto, já que a gestão da Dra. Marilda deixou cerca de R$ 1,2 milhão em caixa com todas as despesas pagas e, logo de início, fizeram uma campanha ridícula contra o Alckmin (que era candidato a presidente), gastando pelo menos R$ 100 mil.

Tem cabimento entidade classista fazer campanha contra ex-governador do Estado . Pior: apoiando um militar , inimigo da Polícia Civil, como o Bolsonaro!

Não adianta culpar o Governo do Estado , a previdência dos policiais civis foi decidida pelo Governo Federal que prestigiou apenas a PM.

Sem falar de , abertamente , terem apoiado Márcio França e o estelionato que seria a retirada da Polícia Civil da Segurança Pública para a Secretaria de Justiça.

Estupidez !

Obviamente , fazer campanha contra , foi um dinheiro “jogado fora”, como em tantas outras ocasiões, sendo a mais recente, uma viagem para Brasília para falar com um deputado pouco conhecido sobre reforma administrativa e ao secretário da Presidência do STF, para tratar, sabe-se lá qual assunto, já que ajuizaram ADI para que os vencimentos da classe passem a ser pagos por subsídio.

O governo e João Doria agradeceram muito essa “brilhante” iniciativa.

Diz também que sempre pautaram a conduta pela transparência, mas esqueceu de informar as “festas” regadas a wisky e charutos no barzinho da sede, especialmente para “seus” convidados.

O compromisso com a classe foi tanto que enquanto a situação era cada vez mais crítica, o “boyzinho” passeava de moto pelos EUA; só soubemos por conta do acidente que sofreu por lá (mas o maior acidente foi tê-los deixado sem concorrência para destruir nossa entidade).

No folder da chapa “sem rumo certo”, não há NENHUMA conquista tampouco proposta decente para os Delegados, mesmo porque JAMAIS foram recebidos DE VERDADE pelo Governador João Doria para levar diretamente os pleitos dos delegados e demais policiais civis, mas seguiram o rastro do Olim e o resultado está aí (até cego sabe que se lascou na reforma da previdência).

Encheram linguiça mas não conseguiram apresentar NADA porque NADA fizeram em 3 anos de mandato, a não ser atender seus interesses pessoais.

Afora isso, tiraram 3 anos de férias porque trabalho que é bom….Nihil!

Mais três anos com esses irresponsáveis na entidade e ela acaba junto com a classe.

Informações

Legalização de jogos de azar vira bandeira no Senado para o Renda Cidadã 8

Iara Lemos

Congressista defende que setor poderia gerar até R$ 50 bilhões ao ano de impostos ao governo e 700 mil empregos diretos

A possibilidade de legalização dos jogos de azar voltou a ser debatida no Senado, desta vez como uma possível alternativa para bancar o Renda Cidadã, programa que deve substituir o Bolsa Família.

Na Casa, já há um projeto pronto para votação em plenário, de autoria de Ciro Nogueira (PP-PI), que permite a exploração dos chamados jogos de fortuna, on-line ou presenciais. O projeto de Nogueira inclui a legalização de cassinos em complexos integrados de lazer.

Agora, o senador Ângelo Coronel (PSD-BA), que é relator de um outro projeto sobre o tema, de autoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), defende que parte dos impostos arrecadados com o sistema de jogos possa ser usado para custear o novo programa de renda social do governo.

A ideia de Coronel é incluir, entre os jogos que teriam liberação para funcionarem no país, além dos cassinos outros mais imediatos, como bingos, caça niqueis e ainda o jogo do bicho. Segundo o senador, a legalização de jogos que demandam uma estrutura menor para funcionamento poderia gerar, a curto prazo, uma renda ao governo de R$ 50 bilhões ao ano.

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Senador Ângelo Coronel (PSD-BA), relator de um dos projetos sobre o tema – Edilson Rodrigues/Agência Senado

A pedido de Rocha, os dois projetos vão tramitar de forma conjunta, em uma tentativa de que a votação da proposta possa ser acelerada. O relatório único caberá a Coronel.

“O dinheiro imediato aos cofres públicos seria por meio bingos, caça níquel, jogo do bicho. Ali podemos ter uma receita mais imediata. Cassino demora mais porque precisa de mais estrutura. Essa seria uma saída para solucionar a falta de recurso a curto e longo prazo”, diz o senador.

Pelos cálculos de Coronel, a legalização dos jogos poderia ainda gerar cerca de 700 mil empregos diretos e outros 600 mil indiretos.

Para bancar o Renda Cidadã, a equipe do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) busca cerca de R$ 20 bilhões extras no orçamento. O governo estima que 8 milhões de pessoas devem ficar sem auxílio no início do ano, caso o programa não seja criado.

Com essa verba, a ideia é ampliar a cobertura das transferências de renda a famílias na linha de pobreza e extrema pobreza, além de aumentar o valor do benefício mensal. É exatamente neste argumento que Coronel espera conseguir o apoio do governo.

O relatório do senador deve ser finalizado no início de novembro, quando ele pretende entregar em mãos a proposta ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

Os dois já conversaram informalmente sobre o assunto e, embora o tema seja considerado polêmico, Coronel acredita que possa conseguir apoio do governo para a votação.

“O Paulo Guedes disse que minha ideia era ousada, mas ele foi simpático. A única solução para ter dinheiro para o renda é essa [legalização dos jogos]. Da forma como está não tem a receia. Com os R$ 50 bi poderíamos ter mais pessoas e chegar aos R$ 300 por pessoa, como quer o governo”, diz.

Contra pandemia, governo Bolsonaro decidiu em março distribuir R$ 200 para trabalhadores informais
O auxílio emergencial começou a ser pago em abril e teria sua última parcela em junho. Mas o governo prorrogou por duas parcelas (julho e agosto). O valor de R$ 600 foi mantido em todo esse período. Por último, o governo reduziu o valor para R$ 300 e garantiu o pagamento até dezembro
No período, o presidente viu a avaliação de seu governo melhorar. Segundo o Datafolha de agosto, a rejeição a Bolsonaro caiu de 52% para 35% na região Nordeste, na qual mantinha a pior avaliação: 33% de ótimo e bom, subida de seis pontos em relação a junho. A correlação com a distribuição do auxílio de R$ 600 é sugerida, ainda que não direta
Em junho o ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou a deputados federais que o governo lançaria o programa Renda Brasil para substituir o Bolsa Família logo após o fim da pandemia do novo coronavírus
A ideia era incluir informais identificados pelo governo e que foram beneficiados pelo auxílio emergencial de R$ 600
O problema era como financiar o programa. Nessa discussão, o governo chegou a planejar endurecer as regras e revisar quase 2 milhões de benefícios destinados a idosos e pessoas carentes com deficiência. Com as medidas, o governo teria uma economia que chegaria a R$ 10 bilhões por ano
A proposta, porém, incomodou o presidente, que desistiu de lançar o programa Renda Brasil.'Até 2022, no meu governo, está proibido falar a palavra Renda Brasil. Vamos continuar com o Bolsa Família. E ponto final', afirmou
Pouco mais de 10 dias, após negociação com líderes partidários, o governo anunciou uma proposta para o novo programa social que substituirá o Bolsa Família, batizado de Renda Cidadã. Para bancar a assistência ampliada, o projeto previa usar recursos de precatórios e do Fundeb (fundo para a educação)
Mas o próprio ministro Paulo Guedes afirmou que o governo não vai usar os precatórios para bancar o programa Renda Cidadã. Ele defendeu mesmo assim uma revisão no fluxo de pagamentos

A relatoria da PEC é do senador Márcio Bittar (MDB-AC), que ainda não recebeu a proposta de Coronel.

Para o líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas (DF), a proposta precisa de uma ampla discussão antes de ser colocada em votação. Na análise do tucano, a liberação dos jogos de azar pode criar um custo extra nas áreas de segurança e saúde pública.

“Essa discussão já está no Congresso há uns cinco anos, mas ainda tem muita gente resistindo. Eu ainda não estou convencido de que este seja o caminho. Precisamos saber o impacto disso na saúde e na segurança”, disse.

Seccional Centro apreendeu 3.000 caça-níqueis em 10 meses…

Na semana passada, o 3º DP (Santa Efigênia) APREENDEU 130 máquinas de vídeo bingo em um grande imóvel destinado à prática de jogo de azar, que no Brasil configura infração penal. Uma pessoa foi presa. Em 2020, a Seccional Centro e suas unidades distritais apreenderam quase 3.000 máquinas deste tipo, em pleno funcionamento. Com o imprescindível apoio da Prefeitura de São Paulo (Sub-Prefeitura da Sé), os imóveis onde acontece reincidência específica estão sendo LACRADOS e EMPAREDADOS. O jogo de azar é um dos braços do crime organizado, especialmente na prática de lavagem de dinheiro. #policiacivil_sp #decap #seccionalcentrosp #combateaojogodeazar