A DIRETORIA DO SINPOL,
CONVIDA OS POLICIAIS CIVIS QUE QUEIRAM IR A SãO PAULO NO DIA 11/06/2013, PARA PARTICIPAR DE UMA MANIFESTAçãO PúBLICA A SER REALIZADA NO VãO DO MASP, VISANDO SENSIBILIZAR O GOVERNO DOS PROBLEMAS MATERIAIS, SALARIAIS E DE RECURSOS HUMANOS QUE ESTAMOS PASSANDO.
INFORMAMOS QUE IREMOS PROVIDENCIAR TRANSPORTE GRATUITO, AOS INTERESSADOS EM IR AO EVENTO, COM SAíDA DA SEDE DO SINPOL, NO DIA 11 DE JUNHO DE 2013, àS 07.30 HORAS.
SOLICITAMOS QUE TELEFONEM AO SINPOL, PARA FAZERMOS UMA RELAçãO DOS POLICIAIS INTERESSADOS – NúMEROS – (16) 3612-9008 – 3977-3850.
RIB. PRETO, 05 DE JUNHO DE 2013
EUMAURI LUCIO DA MATA PRESIDENTE
http://www.sinpolrp.com.br/show_info.php?cod=65
_____________________________________________________
ATENÇÃO POLICIAIS CIVIS!!!
Sinpolsan NO PRÓXIMO DIA 11 DE JUNHO – TERÇA-FEIRA, SERÁ REALIZADO EM SÃO PAULO NO VÃO DO MASP, UMA GRANDE MANIFESTAÇÃO DOS POLICIAIS, CIVIL E MILITAR, CONTRA O DESPREZO DO GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, AS REVINDICAÇÕES HÁ MUITO PLEITEADA PELAS DUAS CATEGORIAS NÃO ACATADAS E NÃO LEVADAS A SÉRIO PELA SECRETARIA DE SEGURANÇA E DELEGACIA GERAL.
É IMPORTANTE INFORMAR A TODOS QUE A MANIFESTAÇÃO NÃO TEM PAI E NEM MÃO. A MANIFESTAÇÃO DE REPULSA É DO POLICIAL CIVIL E MILITAR, COM A COLABORAÇÃO DO DEPUTADO ESTADUAL MAJOR OLIMPIO, O ÚNICO QUE CONTINUA NA BRIGA PELOS POLICIAIS.
A PROMESSA DO DEPUTADO MAJOR OLIMPIO É QUE A PRÓXIMA MANIFESTAÇÃO SERÁ NO MESMO LOCAL DE 2008 – MORUMBI.
SE VOCÊ NÃO PARTICIPOU DA OUTRA VEZ, VENHA SE UNIR A NÓS. SERÁ QUE ESTE SINDICATO CONSEGUIRÁ LOTAR UMA VAN DE 15 LUGARES?
INSCRIÇÕES através do telefone: (13) 3302-3583 e pelo e-mail sinpolsan@uol.com.br, até o dia 10/06/2013 ás 17 horas.
Walter de Oliveira Santos
Presidente
http://www.sinpolsan.com.br/noticias/sinpolsan/246-atencao-policiais-civis.html
Viva o PDT! Viva o Paulinha da Força! Viva o Major Olímpio!
Viva todo mundo, viva o chico barrigudo.
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SENHOR HORACIO E SENHOR OSCAR, DA ASSOCIAÇÃO DOS ESCRIVÃES DO ESTADO DE SÃO PAULO, GUARDE SUAS AGENDAS DO ANO 20014 E ENTREM NA LUTA, FAZENDO A CONVOCAÇÃO PARA A GREVE, QUE SERÁ REALIZADA NO CORRENTE MES.
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A PROMESSA DO DEPUTADO MAJOR OLIMPIO É QUE A PRÓXIMA MANIFESTAÇÃO SERÁ NO MESMO LOCAL DE 2008 – MORUMBI.”vide” Sinpolsan
brincô… ?
não sei, não sei o q dizer, sei lá … é tipo assim, não sei…. ”SÓ PODE SER COISA DO DEMÔNIO”
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08/06/2013
Alckmin reúne cúpula das polícias para conter crimes
Folha de S.Paulo
Após registros de crimes em áreas nobres da cidade, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, tiveram ao menos três reuniões com a cúpula das polícias Civil e Militar.
Os encontros aconteceram nos últimos dias.
Alckmin foi pressionado sobre os problemas de segurança por socialites que participaram de um jantar beneficente realizado no Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi (zona oeste), na quarta-feira passada.
Diariamente, São Paulo registra em média, 346 roubos, 574 furtos e três homicídios.
A cada dois dias, há uma morte em assalto (latrocínio).
Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora neste sábado, 8 de junho, nas bancas
Assine o Agora
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Dr. Guerra – O SIPOL de Presidente Prudente também fornecerá transporte e alimentação aos funcionários de Presidente Prudente e Região que quiserem participar da manifestação dia 11 no MASP. Fábio Morrone – Presidente do SIPOL. Agradeço se puder publicar. Obrigado.
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SE NÃO FOSSE OS POLICIAIS DO INTERIOR OS OPERACIONAIS DA POLÍCIA CIVIL ESTARIAM GANHANDO MENOS QUE UM SALÁRIO MÍNIMO. NÃO CONTEM O DECAP NESSA MOBILIZAÇÃO, DÚVIDO QUE TENHA UM REPRESENTANTE DE CADA DP NESSA MANIFESTAÇÃO…
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Em 2008, haviam DP.s fechados com cartazes colados nas portas de entrada; isso ocorreu, porque fora feita uma conscientização anterior ao ato………………fato de não estou vendo acontecer desta vez……………..e a data do dia 11/06, foi anunciada, se não me engano, no começo do mês de maio.
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corrigindo……..
Em 2008, haviam DP.s fechados com cartazes colados nas portas de entrada; isso ocorreu, porque fora feita uma conscientização anterior ao ato………………fato que não estou vendo acontecer desta vez……………..e a data do dia 11/06, foi anunciada, se não me engano, no começo do mês de maio.
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E REESTRUTURAÇÃO DAS CARREIRAS MIOU? NÃO VEJO NINGUEM FALAR MAIS NADA.
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Não adianta ficar reclamando do salario e nao fazer nada!!!! Deixem de ser vagabundos e compareça TODOS no dia 11 às 14…
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A REESTRUTURAÇÃO NÃO MIOU, DEPENDE APENAS DE MANIFESTAÇÕES FORTES E CONSTANTES COM COMANDO DOS SINDICATOS, QUE EXISTEM POR ESSE MOTIVO.
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OS SINDICATOS ORGANIZARAM E DIVULGARAM A MANIFESTAÇÃO.
OS SINPOLS DO INTERIOR ESTÃO FORNECENDO TRANSPORTE GRATUITO.
NINGUÉM PODE DIZER QUE OS SINDICATOS NÃO ESTÃO FAZENDO NADA, ENTÃO FAÇA A SUA PARTE E COMPAREÇA!
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José Eduardo Cardoso, está pronto pra enfrentar o Chuchu em 2014. Vejam no link abaixo:
http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/104685/Cardozo-vai-à-guerra-contra-Alckmin.htm
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CONSTA DA REVISTA CARTA CAPITAL MATÉRIA ONDE DIZ, COM TOAS AS LETRASQUE
“NÃO ADIANTA RECLAMAR NO FACEBOOK- AS PESSOAS TEM QUE SAIR AS RUAS”
FIQUEI SURPRESO POIS MATÉRIA DESSE TIPO, NESSA REVISTA, NUNCA TINHA VISTO.
O RECADO FOI DADO.
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Com verba pública do fundo partidário, políticos empregam parentes em legendas
Nos 30 partidos legalizados, familiares ocupam pelo menos 150 cargos de direção
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Publicado:
8/06/13 – 17h30
Atualizado:
8/06/13 – 17h30
BRASÍLIA – Se fosse possível resumir em uma mesma denominação todas as siglas partidárias em atividade atualmente no país, talvez um bom nome fosse Partido da Família S/A. De Norte a Sul do país, os partidos políticos brasileiros de todos os tamanhos são dominados por grupos familiares que, em muitos casos, são bem remunerados para comandar essas legendas e fazer todo tipo de negociação — da política a arranjos financeiros. Levantamento realizado pelo GLOBO nos 30 partidos registrados oficialmente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encontrou pelo menos 150 parentes em cargos de direção nas legendas. São cônjuges, irmãos, pais, tios, primos que ocupam os principais postos de comando, como presidentes, vice-presidentes, secretários-gerais e tesoureiros. E muitos deles fazem dos partidos sua principal fonte de sustento, tornando-se políticos profissionais. Nos partidos menores, com pagamento em dinheiro público do Fundo Partidário, clãs familiares tornam-se os verdadeiros donos das siglas, dominando-as por mais de 20 anos.
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Às vezes, os pagamentos aos parentes ocorre de forma indireta: dirigentes que recebem como consultores da própria agremiação que dirigem; diretores que alugam os próprios imóveis como sede partidária; e carros de luxo comprados para dirigentes. As despesas dos partidos, inclusive os salários de familiares e amigos, são pagas com o dinheiro de um cofre que distribuirá neste ano mais de R$ 300 milhões: o Fundo Partidário. Isso sem contar as multas, que acrescem importante valor a essa cifra.
Para cientistas políticos que estudam a história partidária brasileira, o cenário atual apenas consolida o comportamento de políticos em outros períodos. Desde a Colônia, a política é dominada por famílias, que veem nessa atividade uma forma de ascender ao poder, mantê-lo e enriquecer.
— Essa é uma característica que já chamava a atenção dos viajantes que por aqui estiveram no período colonial, no Império e na República. É o patrimonialismo praticado de forma deslavada — analisa o professor Paulo Roberto da Costa Kramer, cientista social da Universidade de Brasília (UnB).
CINCO DIRIGENTES COM O MESMO SOBRENOME
O Partido Trabalhista Cristão (PTC) — que já foi Partido da Juventude (PJ) e Partido da Reconstrução Nacional (PRN) e serviu de palanque para Fernando Collor disputar a Presidência em 1989 —, por exemplo, tem como presidente, desde 1985, Daniel Sampaio Tourinho. Mensalmente, segundo a prestação de contas da legenda de 2010 enviada ao TSE e à qual o GLOBO teve acesso, ele recebe R$ 4.486 como verba de representação, além de mais R$ 12 mil mensais, a título de “serviço técnico profissional”.
Tourinho vive no Rio de Janeiro e seu filho, Daniel de Almeida, que é o presidente do diretório do Rio, aluga um imóvel de sua propriedade, na avenida Nilo Peçanha, para servir como sede regional da legenda. Em 2010, recebia um aluguel declarado de R$ 1.854, incluindo o valor do condomínio. A Executiva da sigla é dominada por sua família: dos 14 membros, cinco têm o sobrenome Tourinho.
Um dos eternos dirigentes dessas agremiações que envolve toda a família é José Levy Fidelix da Cruz, do PRTB. É aquele homem calvo, com bigode tingido de um preto tão retinto que teve a fisionomia associada às consecutivas eleições da qual participou, apresentando sempre a mesma proposta: a criação do Aerotrem. Está no Horário Eleitoral Gratuito de todas eleições, mas nunca venceu nas urnas.
O PRTB foi fundado em 29 de março de 1995, depois que Fidelix deixou o então PL, e, desde então, é ele o representante máximo da legenda. Mas Fidelix é um homem dedicado à família. Na direção nacional do seu partido, dos 12 integrantes, cinco são parentes, entre mulher e filhos. Como a atual Executiva foi eleita em 2012 e tem duração de oito anos, todos estão com funções garantidas até 2020.
O PRTB, aliás, parece não ver problema no fato de familiares dominarem sua legenda pelos estados. No Distrito Federal, quem começou a presidir o partido é Fernanda Meireles Estevão de Oliveira Resende. Em seu site, o partido reproduz um trecho de reportagem publicada pelo jornal Correio Braziliense que a apresenta como vinda de uma nova geração de “milionários, bem-nascidos, estudaram no exterior, têm o inglês como segundo idioma, cuidam dos negócios da família e cresceram vendo como espectadores privilegiados os sucessos e dissabores da vida pública.”
Fernanda é filha do senador cassado, o milionário Luiz Estevão (DF), que está com os direitos políticos suspensos depois de envolvido nos desvios milionários do fórum do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) em São Paulo. O trecho da reportagem do Correio republicada no site do PRTB diz que Fernanda “foi alçada ao comando da legenda” mas, “na prática, Luiz Estevão é quem vai tomar conta de tudo”.
O domínio familiar não é restrito às pequenas legendas. No Pará, o PMDB tem como chefão o senador Jader Barbalho, que mantém na Executiva a ex-mulher dele, Elcione, e os dois filhos: Jader Filho e Helder. Também no Pará, o PR é comandado pelo ex-deputado Anivaldo Juvenil Vale, que já foi do PSDB, e que pôs o filho dele, deputado federal Lúcio Dutra Vale, como vice-presidente da legenda.
Recém-fundado, o Partido da Pátria Livre (PPL) também vai pelo mesmo caminho. No Paraná, o presidente é Mario José de Rauen Bacellar Filho, e a primeira vice-presidente é Alzimara Cabreira Fraga Bacellar, da mesma família.
No PSL, Luciano Caldas Bivar é o presidente desde 2007. Ele já se candidatou a presidente da República. O filho de Luciano, Cristiano Bivar, sócio da Mitra Participações, aluga salas num edifício em Recife para o partido. São três salas e quatro garagens. O outro filho, Sérgio, é delegado nacional da sigla.
Luciano Bivar mora em Recife, mas até pouco tempo seu partido tinha como endereço, segundo contas prestadas ao TSE em 2010, uma sala no anexo II da Câmara dos Deputados — ou seja, aluguel subsidiado. Naquele mesmo ano, o PSL comprou dois carros para seus dirigentes, sendo um deles uma Toyota Hilux, por R$ 73 mil. Num único mês, em 2010, os dois carros utilizaram 252 litros de diesel e mais 269 litros de gasolina. É combustível para percorrer 2.200 quilômetros na Hilux ou, no mínimo, 2.690 quilômetros com outro veículo.
O poder das famílias no domínio dos partidos não se limita a pagamentos de salários entre os seus. Afinal, são os chefes das legendas nos estados que decidem quem pode se lançar candidato e como será feita a distribuição das doações recebidas. Em 2010, por exemplo, Daniel Tourinho foi candidato a deputado federal pelo PTC do Rio e, como presidente do partido, destinou as maiores doações para sua campanha: R$ 427 mil.
O mesmo se deu com Luis Henrique de Oliveira Resende (MG), presidente nacional do PTdoB. Ele foi eleito deputado federal em 2010 e, para sua campanha, garantiu R$ 285 mil de R$ 1,370 milhão que o partido conseguiu de doações.
‘ALUGUEL É MAIS BARATO’
O presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que seu partido é o que menos gasta com sua estrutura administrativa. Ele afirmou que seu filho Sérgio Bivar exerce cargo na sigla porque foi eleito para isso. Bivar também declarou que aluga salas de propriedade de seu filho para o partido, “porque o aluguel é mais barato”. De acordo com Bivar, ele, enquanto presidente, não recebe nenhum pagamento do partido. O GLOBO procurou, por mais de uma vez, os presidentes do PTC, Daniel Tourinho, do PRTB, José Levy Fidelix, e do PTdoB, deputado Luis Henrique de Oliveira Resende, mas eles não retornaram as ligações.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/com-verba-publica-do-fundo-partidario-politicos-empregam-parentes-em-legendas-8631178#ixzz2VjfXCyo0
© 1996 – 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
CHAMO TUDO ISSO DE FORMAÇÃO DE BANDOS CRIMINOSOS, PIOR QUE O PCC OU OUTRAS FACÇÕES CRIMINOSAS QUE TANTO SÃO LEMBRADAS PELAS SUAS ATROCIDADES CONTRA OS SERES HUMANOS BRASILEIROS ! ! UM DIA ISSO VAI ACABAR EM GUERRA AQUI NO BRASIL !!
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PELA APROVAÇÃO IMEDIATA:
Projeto de lei Complementar
No Legislativo 23 / 2009
Ementa Autoriza o Poder Executivo a instituir a promoção a classe imediatamente superior dos integrantes da Polícia Civil.
Regime Tramitação Ordinária
Indexação APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA, AUTORIZAÇÃO, CLASSE ESPECIAL, CLASSE INICIAL, LEI COMPLEMENTAR ESTADUAL 418/1985, LEI COMPLEMENTAR ESTADUAL 673/1991, PODER EXECUTIVO, POLÍCIA CIVIL, PROMOÇÃO
Autor(es) Mauro Bragato
Apoiador(es)
Situação Atual Último andamento 07/04/2010
PRONTO PARA A ORDEM DO DIA
Pareceres
Nº Legislativo Resultado Resumo Relator Comissão Ver
1 650 / 2010 favorável favorável Baleia Rossi Comissão de Constituição e Justiça (visualizar documento)
1 651 / 2010 favorável favorável Orlando Morando Comissão de Segurança Pública (visualizar documento )
1 652 / 2010 favorável favorável Edson Giriboni Comissão de Finanças e Orçamento
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VIVA O ALCKIMIM DO PSDB, ELE CONSEGUIU FERRAR OS PAULISTAS !
Contra violência em bairros nobres, paulistanos apostam em celular ‘descartável’ e kit “engana ladrão”95
Gil Alessi
Do UOL, em São Paulo 09/06/201306h00
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Gil Alessi/UOL
Renata Rodrigues (e) e Regina Pelosi, que abandonaram o hábito de usar relógio para evitar assaltos
A onda de violência em bairros nobres de São Paulo –nos últimos dez dias, foram oito casos de tiroteios e tentativas de roubo em áreas como Itaim Bibi, na zona Sul, Higienópolis, na região central, e Jardins e Pinheiros, na zona oeste– fez com que o paulistano desenvolvesse estratégias para evitar o prejuízo.
A publicitária Taís Rimoli com seus dois telefones celulares: o ‘descartável’, à esquerda, e o mais caro
“Já me levaram dois telefones celulares modelo Iphone [da Apple, avaliado em R$ 1.500] durante assaltos”, diz a personal trainer Taís Rimoli, 31, que trabalha na alameda Santos, região central da cidade, que foi palco de uma troca de tiros entre um suspeito de roubo e um policial militar à paisana no dia 4.
“Então agora eu ando com o meu terceiro Iphone escondido na calça e levo um Blackberry [avaliado em R$ 300] na bolsa. Se o ladrão vier, eu entrego o baratinho e fico com o mais caro”, diz. “A sensação de insegurança é muito grande. Sempre teve assalto na região da Paulista, mas tiroteio é novidade.”
Para Taís, a criminalidade no bairro aumentou, e segundo ela o problema é a impunidade, que faz com que muitos jovens com menos de 18 anos se envolvam com o crime.
Regina Pelosi, 48, secretária de uma empresa nos arredores da rua Oscar Freire, zona oeste, onde um assalto terminou com duas pessoas baleadas em 28 de maio, diz que precisou abandonar as joias, e agora só circula na região – que tem um dos metros quadrados mais caros da cidade – com bijuterias.
Você sente que a violência em São Paulo caiu nos últimos meses?
Não, acho que os crimes estão mais recorrentes
Saiba mais
Sim, pois não sinto a violência perto de mim
Saiba mais VotarResultado parcial
“Além disso parei de usar relógio. Antes de sair para almoçar, tiro tudo e deixo na mesa”, afirma Regina. “E muitas vezes eu opto por pedir comida no escritório ao invés de sair para comer. Não me sinto segura em lugar nenhum.”
De acordo com Renata Rodriguez, 37, secretária de projetos e amiga de Regina, “somos todos reféns dos bandidos, que estão tirando sarro da nossa cara e ninguém faz nada”.
A publicitária Daniela Mantovan de Moura, 34, diz que guarda cartões de crédito e carteira de habilitação vencidos em uma bolsa que fica no banco do passageiro do carro. “Se um ladrão me assaltar enquanto eu estiver dirigindo, entrego esse kit ‘engana ladrão'”, diz.
Para o bancário Paulo Werneck, 48, a situação está fora de controle. Ele trabalha no Itaim Bibi, na zona sul, onde no dia 6 uma tentativa de assalto acabou com um policial que trabalhava como segurança baleado.
“Minha casa, no Alto de Pinheiros [zona oeste da cidade], já foi assaltada duas vezes. Até ameaçaram tacar fogo em mim”, diz. “Alguns privilegiados podem usar carro blindado. Eu tenho, mas deixo com o motorista da minha família”, conta.
Paulo afirma que os bandidos estão mais ousados e que a lei privilegia o infrator. “O sujeito é preso e depois de três meses já está na rua de novo”.
“Me sinto uma vítima em potencial, porque tenho que andar de terno e mochila aqui na região da Paulista. Os bandidos acham que gente do meu perfil é rica e tem computador na mala”, diz Luiz Carlos Ribeiro Filho, 32, gerente de tecnologia. “A situação só piora, os ladrões perderam o medo”.
Para evitar assaltos e arrastões, ele afirma que não atende mais o telefone celular na rua.
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LAMENTAVELMENTE, O POVO MERECE, E VAI DEIXAR DE MERECER SE COMEÇAR A FAZER VALER SEU DIREITOS E COMEÇAR A USAR UM POUCO DO “CÉREBRO”, VOTANDO EM ALGUÉM UM POUCO MELHOR!!!
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Polícia vai oferecer prêmio por denúncia sobre ‘vips do crime’
Rodrigo Machado
São José dos Campos
O Deinter-1 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) enviará esta semana um ofício ao governo de São Paulo para formalizar o pedido de recompensa a quem denunciar o paradeiro dos 10 criminosos mais perigosos da Região Metropolitana do Vale do Paraíba.
Para isto, o diretor do departamento responsável pela Polícia Civil na RMVale, João Barbosa Filho, estuda a lista dos mais procurados das principais cidades da região divulgada na primeira quinzena de maio.
O documento que será enviado ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) solicita ainda a permissão para oferecer recompensas em casos específicos como o do ataque ao dentista Alexandre Peçanha Gaddy, ocorrido no último dia 27 em seu consultório na zona leste de São José.
“A história do dentista é um caso que poderia ser colocado em prática. Se temos a informação de que dois supostos criminosos teriam praticado o crime, a ação de criar recompensa para quem informar ‘pistas’ sobre os suspeitos poderia contribuir com o trabalho dos policiais”, disse Barbosa.
Ele explica que os Estados Rio de Janeiro e Paraíba, por exemplo, já pagam pelas recompensas, mas desde que haja prisões dos suspeitos ou procurados pela Justiça.
“Funcionaria assim: a pessoa ao fazer a denúncia sobre um determinado suspeito, receberia uma senha para acompanhar as investigações sobre o caso. Se as suas informações resultaram em prisões, ela escolheria como receber a recompensa”, disse o delegado.
Segundo Barbosa, o modelo funciona na capital do Rio há alguns anos e pode ser exemplo para São Paulo. “É fantástico o trabalho realizado por lá. Em nosso Estado, por exemplo, o Disque-Denúncia poderia trabalhar também desta forma.”
Governo.
Com o objetivo de reduzir os índices de criminalidade na capital e no interior, o governo de São Paulo estuda há quase três meses a resolução para definir quais crimes poderiam estar inclusos na bonificação e de que maneira as denúncias poderiam continuar sendo feitas.
Hoje, as denúncias anônimas são feitas pelo telefone 181e encaminhadas para a polícias por meio do Instituto São Paulo Contra a Violência, que tem uma parceria firmada com o governo nos últimos 11 anos. Representantes do instituto negam que a medida possa colocar em xeque o trabalho realizado.
Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), a proposta é baseada no decreto 46.505 de 21 de janeiro de 2002, assinado por Alckmin e que criou o programa de recompensa. No documento está previsto o teto do prêmio a ser pago, que é de R$ 50 mil.
Dados da SSP apontam que somente no primeiro quadrimestre deste ano, o Estado de São Paulo registrou 51.614 prisões. Na RMVale foram 3.424 prisões no mesmo período. São José ocupa o primeiro lugar no ranking regional com 740 prisões efetuadas nos quatro primeiros meses.
pag8 violência 09jun13
Bonificação estimula cidadãos
Criado em 2002 pelo Instituto São Paulo Contra a Violência, o disque-denúncia já recebeu 1,5 milhão de informações que resultaram em investigações.
Os dados foram apresentados pelo gerente de projetos, Mário Vendrell Royo.
Para ele, a oferta de recompensa representa um estímulo para que haja um maior engajamento dos cidadãos nas questões de segurança.
“O pagamento de recompensa por denúncia é uma forma de estímulo e amplia a importância do canal de colaboração entre a sociedade e a polícia”, disse.
Uma resolução do mesmo decreto determina que o recebimento, acompanhamento e divulgação das informações prestadas pela população serão gerenciados pela estrutura implantada para o suporte do serviço de disque-denúncia.
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Enquanto isso, a população dá ao Legume Cagão, 52% de aprovação no seu governo…
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/06/aprovacao-de-alckmin-chega-52-diz-datafolha.html
Tudo bem que as fontes são duvidosas… mas dá vontade de fazer nada pelo zé povinho…
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PELA APROVAÇÃO IMEDIATA:
Projeto de lei Complementar
No Legislativo 23 / 2009
Ementa Autoriza o Poder Executivo a instituir a promoção a classe imediatamente superior dos integrantes da Polícia Civil.
Regime Tramitação Ordinária
Indexação APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA, AUTORIZAÇÃO, CLASSE ESPECIAL, CLASSE INICIAL, LEI COMPLEMENTAR ESTADUAL 418/1985, LEI COMPLEMENTAR ESTADUAL 673/1991, PODER EXECUTIVO, POLÍCIA CIVIL, PROMOÇÃO
Autor(es) Mauro Bragato
Apoiador(es)
Situação Atual Último andamento 07/04/2010
PRONTO PARA A ORDEM DO DIA
Pareceres
Nº Legislativo Resultado Resumo Relator Comissão Ver
1 650 / 2010 favorável favorável Baleia Rossi Comissão de Constituição e Justiça (visualizar documento)
1 651 / 2010 favorável favorável Orlando Morando Comissão de Segurança Pública (visualizar documento )
1 652 / 2010 favorável favorável Edson Giriboni Comissão de Finanças e Orçamento
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O Vanderlei BAILONI AINDA EXISTE
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10/06/2013 – IstoÉ aponta São Paulo como Capital do Crime
A edição da Revista IstoÉ do dia 8 de junho de 2013 traz uma reportagem sobre o calcanhar de Aquiles do governador Geraldo Alckmin, em sua possível tentativa de reeleição, em 2014: a violência que aterroriza a população em São Paulo. Leia abaixo o conteúdo na íntegra:
Uma metrópole em pânico
Como a falta de uma política de segurança pública e a omissão das autoridades colocaram a maior cidade do Brasil de joelhos diante de criminosos cada vez mais cruéis. Aterrorizada, a população assiste indefesa a execuções em qualquer lugar
São Paulo é a maior metrópole do Brasil, motor da economia nacional, responsável por 12% da riqueza brasileira. O governo paulista dispõe do segundo maior orçamento do País e emprega um contingente policial numericamente superior ao de muitos países latino americanos. São cerca de 120 mil policiais civis e militares. Bem usada, seria uma garantia de paz à população da cidade. Mas, apesar de tantos dados superlativos, São Paulo está de joelhos diante da criminalidade. A população da região metropolitana vive com medo, insegura e acuada diante de execuções sumárias realizadas à luz do dia e da barbárie de assassinatos cada vez mais cruéis que se repetem numa rotina apavorante. Na sexta maior cidade do mundo, o crime foi banalizado. A vida foi banalizada. Amparados na ausência de uma política de segurança pública, na omissão das autoridades constituídas e na inépcia de policiais – muitos ligados às bandas podres da instituição e outros desmotivados e até cerceados para o exercício de suas atividades –, os bandidos não escolhem hora e nem lugar para agir. Nem mesmo as câmeras espalhadas pela metrópole impedem uma matança que não escolhe alvos. Ao contrário, o que elas registram são imagens muito fortes de mortes cruéis, com impacto devastador e revoltante sobre quem as assiste. Mesmo aqueles que entregam seus pertences sem esboçar qualquer reação são friamente alvejados. A certeza da impunidade produto da letargia da polícia e da Justiça dão ânimo à crescente ousadia dos marginais. E o poder público assiste, inerte, à escalada de violência que faz de reféns 12 milhões de habitantes.
A escalada de latrocínios – roubos seguidos de mortes – que aterroriza os paulistanos além de revelar a falência de um modelo de segurança pública que há duas décadas se instalou no Estado, também desafia os acadêmicos. Houve tempos em que se entendia o aumento da violência – e consequentemente do pânico – como mais um dos nefastos efeitos diretos da pobreza e da desigualdade econômica. Roubava-se e até matava-se numa ação de desespero, para sobreviver, numa lógica perversa, mas com algum sentido. Hoje, numa situação de pleno emprego e de indicadores sociais cada vez mais positivos, os assassinatos continuam. Mata-se por matar. Mata-se por impulso. Mata-se por nada. E a cada morte a sociedade se encolhe, se esconde e, lentamente, também morre. “Problemas sociais como desemprego, exclusão e pobreza podem até influir na violência urbana”, afirma o sociólogo Benedito Domingos Mariano, ex-ouvidor da Secretaria de Segurança de São Paulo. “Mas hoje essas causas não podem ser usadas como justificativa para escamotear as deficiências estruturais das polícias na atribuição de garantir a segurança pública”.
Na semana passada, as imagens do auxiliar de manutenção Eduardo Paiva, 39 anos, sendo covardemente assassinado rodaram o Brasil. Seguido por bandidos após sacar R$ 3 mil do banco, ele levou um tiro na cabeça em frente a duas escolas, na segunda-feira 3 pela manhã, em Higienópolis, um dos bairros mais nobres de São Paulo. Eduardo foi executado quando estava de joelhos diante de seu assassino. As cenas são o retrato da sensação de insegurança que grande parte dos paulistanos vive todos os dias (leia relatos de outros crimes que chocaram a cidade nos quadros ao longo da reportagem). Segundo uma pesquisa do Instituto Datafolha, a maior preocupação de 42% dos moradores da capital é ter a casa invadida ou sofrer um assalto na rua. E, ao contrário do que possa parecer, esse sentimento é muito real. “O medo nunca é artificial, ele é um sentimento que depende de muito mais do que apenas o movimento real da criminalidade”, afirma Renato Sérgio de Lima, secretário geral do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “Reduzi-lo depende de como a população compreende a ação do Estado e das polícias. Por isso, uma política de segurança pública eficiente tem que ser pensada não só na sua dimensão de prevenção e repressão. Ela tem que levar em consideração o que as pessoas sentem.” Nesse sentido, a metrópole paulistana não consegue visualizar nenhuma luz no fim do túnel.
Viver em São Paulo hoje é uma experiência aterrorizante, mesmo nas mais simples ações cotidianas. Caminhar por uma calçada em uma rua qualquer, não importa se em bairro nobre ou na periferia. Comer uma pizza no seu restaurante favorito. Conversar com um amigo na porta de casa. Ir ao banco ou a uma casa lotérica. Sair para ou voltar da escola. Fazer um passeio de carro. O medo, para o paulistano, é sempre um incômodo companheiro. E, influenciado por ele, desconfia-se de qualquer um. Enxerga-se em todos os demais atitudes suspeitas. Apressa-se o passo, cancela-se programas, suspende-se a vida. Vive-se em liberdade teórica. Na prática, enquanto a bandidagem circula tranqüila, os cidadãos sentem-se aprisionados. Mas o que fez com que São Paulo chegasse a esse estado de barbárie? Segundo especialistas, nos últimos 20 anos o Estado não formulou uma política de segurança de médio e longo prazo. Apenas trabalhou com a questão da violência policial, alternando momentos de uma polícia matadora com momentos de uma polícia mais contida. Com essa fórmula, acabou não conseguindo punir efetivamente os maus policiais e os bons se sentem amarrados, na medida em que são obrigados a até contar e explicar cada tiro disparado. O problema é que para enfrentar o crime não precisamos necessariamente de uma polícia arbitrária. Precisamos, sim, de uma polícia eficiente.
O latrocínio talvez seja o crime que mais assusta a população porque parece imprevisível. Ele começa com um assalto e termina em assassinato. É um dos grandes desafios para a polícia. A forma para evitá-lo é a investigação inteligente. Historicamente, o número de latrocínios tende a cair na medida em que os criminosos são presos. Ou seja, um latrocínio esclarecido pela polícia desencoraja a ação de outros criminosos. Assim, em São Paulo, este ano, o aumento de 64% nas estatísticas desse tipo de crime é, além de intimidador para as pessoas, revelador da inação oficial. Na Secretaria de Segurança pouco se sabe sobre o perfil de quem o comete e as circunstâncias em que ele acontece. Para Guaracy Mingardi, especialista em segurança pública da Fundação Getúlio Vargas, matar não é a finalidade do ladrão. “Quem mata é o criminoso pé-de-chinelo, aquele está bolado e não raciocina bem. Ele corre o risco de pegar muitos anos de cadeia por nada”, explica. Para ele, a diminuição desse tipo de crime passa pelo desarmamento, que reduz o estoque de armas, e um sistema de investigação amplo e eficiente. “Só conseguiremos diminuir o número de crimes violentos quando provarmos que não dá certo, que a possibilidade de ele ser preso é maior se ele matar. O problema é que a investigação, por regra, não é feita”, diz. A especialista em criminologia Ilana Casoy acredita que esse tipo de comportamento dos marginais pode ser explicado, em parte, pelo fato de que, no Brasil, o risco de roubar compensa. “Apenas 2,5% dos roubos são resolvidos. Nenhum outro negócio tem tal índice de sucesso. No caso de mortes, a chances de encontrar o autor são de 6%. Na Inglaterra são de 90%.” Para ela, a atitude violenta só pode ser coibida com a certeza da punição, não o tempo de pena. E para isso, evidentemente, é preciso investir em infraestrutura de investigação e inteligência, aspecto negligenciado pela Secretaria de Segurança Pública. “Precisamos elevar a taxa de esclarecimento porque quanto mais crimes a gente resolver, quanto mais assaltantes e infratores forem presos, mais nós estaremos prevenindo outros crimes, principalmente contra o patrimônio”, admite o secretário Fernando Grella.
A teoria não chega à prática na pasta comandada por Grella. A ousadia dos bandidos caminha na direção oposta à competência da polícia. Numa demonstração de que não temem o efetivo policial, eles chegam a cometer assaltos nos mesmos lugares por dias consecutivos sem serem incomodados. Os ladrões que atuam no Morumbi, na zona sul, praticamente na porta do Palácio dos Bandeirantes, onde despacha há três anos o governador Geraldo Alckmin, promovem arrastões freqüentes na região. Na semana passada, Alckmin – chefe de Grella e, portanto, quem deveria ser responsável pela implantação de uma política de segurança — recebeu 400 convidados para um jantar beneficente na residência oficial. Era para ser uma noite descontraída, para incentivar ações solidárias, mas a escalada da violência dominou as conversas de empresários e socialites. Outras regiões da cidade, como o Paraíso e Perdizes, bairros de classe média, também são cenários freqüentes dos marginais. Qualquer paulistano sabe disso. A polícia, profícua em elaborar estatísticas, também. Ninguém, no entanto, explica porque a força pública não consegue mudar esse quadro. Há mais duas décadas, é sabido que nas cercanias da PUC, o número de carros roubados é enorme. Continua assim. E, isso traz aos marginais a certeza da impunidade. Em 14 de maio, em frente à universidade, o estudante Bruno Pedroso Ribeiro, de 23 anos, foi alvejado no pescoço depois de dar o celular ao seu algoz. Ficou quase um mês internado no Hospital das Clínicas. Três dias depois, na Vila Mariana, na zona sul, um adolescente foi baleado no abdômen dentro do carro onde estava com os pais e o irmão após a família ter entregado os pertences aos marginais.
Em bairros centrais da capital, antes tidos como ilhas de paz no caos da metrópole, essa falta de políticas abriu brechas para a entrada do crime, historicamente maior na periferia. Na semana passada, no Itaim Bibi, na zona sul, o motorista Márcio Cazuza, 42 anos, levou um tiro no tórax às 7h da manhã durante uma tentativa de assalto. As notícias de tiroteio tornaram-se comuns em bairros sofisticados da capital paulista. Até a rua Oscar Freire, famosa no Brasil por concentrar as principais lojas de grife, recentemente foi palco de uma troca de tiros entre a polícia e bandidos que fizeram um arrastão num salão de cabeleireiro. Mais aterrorizante ainda é não ter o que dar ao bandido. Num lance de extrema crueldade, criminosos tocaram fogo na dentista Cinthya de Souza, no final de abril, porque só conseguiram sacar R$ 30 de sua conta bancária. No dia 1º de junho, às 14h, um marginal disparou contra a cabeça da empregada doméstica Maria do Carmo Cunha, de 62 anos, que pagava uma conta atrasada em uma lotérica, porque as funcionárias do local não lhe entregaram dinheiro. Segundo Luciana Guimarães, diretora do Instituto Sou da Paz, “se não conseguirmos encarar a agenda do roubo, não conseguiremos reduzir os índices porque o latrocínio é um roubo mal sucedido”, explica. Só em 2012 foram registrados mais de 125 mil roubos na região metropolitana de São Paulo. Mas, apesar de toda a crueldade, não existe crime, organizado ou não, que resiste a uma política de segurança inteligente.
O exemplo do Rio de Janeiro mostra como a ação policial pode, sim, fazer a diferença. Lá, o crime organizado exercia um poder paralelo com domínio territorial de áreas da cidade. Uma política de segurança bem pensada, planejada e executada mudou um quadro que por décadas pareceu irreversível. O Estado retomou os territórios com polícia, escola e centros de saúde. A polícia foi valorizada e recebeu diretrizes firmes de como agir, respaldadas pela secretaria de Segurança. Os maus policiais foram punidos. A população se sentiu segura, saiu às ruas e os criminosos perderam poder de fogo. Em São Paulo, a indefinição e a falta de apoio dos superiores enfraqueceram a polícia. Cobrado por medidas mais efetivas, o governador paulista lançou há três semanas seu terceiro pacote de segurança em três anos. Alckmin anunciou a intenção de dar bônus a policiais que cumprirem metas de redução de criminalidade em suas regiões, entre outras medidas, como a ampliação do efetivo, o que depende de concurso público. Segundo George Melão, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, no entanto, o governo terá de sentar à mesa e negociar se quiser avançar. “Calculamos que, para atender a demanda de investigação dos dias de hoje, precisamos entre 12 mil e 15 mil novos policiais civis”, diz. Ele também aponta a necessidade de melhorar a remuneração do policial no Estado, que é de R$ 2,5 mil em média, assim como a dos delegados, de R$ 7,2 mil. “O salário dos delegados em São Paulo é o pior entre todos os Estados da federação e, mesmo assim, o governo não se mostra disposto a negociar”, diz.
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mandem emeil as pequena s fontes de informação, esquecam a globo.
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http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-06-10/pm-vive-dia-de-caca-e-participa-de-protesto-na-paulista.html
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10/06/2013 – Alerta ao povo brasileiro e, em especial, à Câmara dos Deputados Federais
Informações fidedignas aportadas a esta Entidade Sindical dão conta de fraude na enquete realizada pela Câmara Federal, cujo objeto é indagar se o Ministério Público pode ou não realizar diretamente a investigação criminal. As informações são do Sindicato dos Delegados de Polícia Federal no PR.
Mais precisamente, a notícia é que ativistas do Ministério Público, que já vinham usando seus estagiários, pagos com o dinheiro público, para realizarem Abaixo-assinado em favor da campanha corporativista da categoria, ou seja, para fins particulares, estão usando agora estes mesmos estagiários para fraudarem a enquete realizada pela Câmara.
A fraude consistiria no seguinte: regularmente, cada internauta, usando de um mesmo computador, só teria condições de votar uma única vez. Com o objetivo de explorar a falsa ideia de que a população estaria favorável à investigação criminal realizada pelo Ministério Público, estariam usando o artifício de votar na referida enquete pela ferramenta de navegação privada do Internet Explorer.
Com isto, uma mesma pessoa, de um mesmo computador, pode votar quantas vezes desejar, ou seja, milhares e milhares. Basta dispor de um computador com acesso à internet e tempo, o que parece não ser problema para os ativistas do Ministério Público e para os estagiários sob suas ordens.
Por tal motivo, sendo acessível a qualquer pessoa verificar a possibilidade da fraude em questão, perde-se completamente a importância os números registrados na enquete levada a efeito, com tão bom propósito, pela Câmara dos Deputados Federais.
Destarte, melhor seria que os senhores ativistas do Ministério Público, assim como seus estagiários, que eventualmente se dedicaram a este vil comportamento, aqui denunciado, retornasse o quanto antes ao trabalho, fazendo jus assim ao salário que recebem dos cofres públicos.
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PM vive dia de caça e participa de protesto na Paulista
Associação dos Oficiais da Polícia Militar de São Paulo confirmou que vai fazer parte de manifestação contra a política salarial do governo do Estado nesta terça-feira (11)
Ricardo Galhardo – iG São Paulo | 10/06/2013 19:45:17 – Atualizada às 10/06/2013 19:45:36
Acostumada a correr na avenida Paulista atrás de manifestantes das mais diversas causas, desde a legalização da maconha até a redução das passagens de ônibus, a Polícia Militar terá amanhã seu dia de caça.
Tércio Teixeira/Futura Press
Fato inusitado tem rendido piadas na internet
A Associação dos Oficiais da Polícia Militar de São Paulo confirmou presença na manifestação marcada para 15h desta terça-feira no vão livre do Masp, avenida Paulista, da qual vão participar outros sindicatos de servidores estaduais contra a política salarial do governo Geraldo Alckmin. A Associação dos Cabos e Soldados da PM também deve participar do evento.
Poder Online: CUT prepara protesto de servidores da saúde, educação e policiais
Segundo as entidades, não existe contradição no fato de policiais, responsáveis por dispersar protestos, participarem da manifestação desde o ato seja ordeiro e pacífico. O fato inusitado, no entanto, tem rendido piadas na internet.
“Alckmin contrata maconheiros para fazer o policiamento”, provocou um usuário do twitter em referência à já tradicional Marcha da Maconha, cuja edição de 2011 foi duramente reprimida pela PM. Além das piadas, a participação da PM no protesto gera apreensão. O motivo é outro protesto marcado para a avenida Paulista, às 17h, pela redução do aumento das tarifas de ônibus. Na semana passada uma manifestação do mesmo tipo transformou a avenida em um cenário de guerra entre policiais e manifestantes.
Leia também:
Protesto contra aumento de tarifa tem confronto com Tropa de Choque
PM evita protesto na Marginal, mas grupo estende manifestação até a Paulista
A organização da marcha dos servidores promete tomar precauções para impedir atritos. Do Masp, os funcionários públicos e PMs vão direto para a Assembleia Legislativa de São Paulo, no Ibirapuera, evitando um encontro entre as duas manifestações.
Os policiais militares reivindicam 15% de reposição salarial este ano e outros 11% no ano que vem. No dia 23 representantes da corporação entregaram um ofício ao secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, com uma lista de reivindicações. O secretário ainda não respondeu o pedido.
Além disso, os policiais rejeitam a proposta do governo estadual de criar um bônus salarial vinculado à redução da violência. Em nota, a Associação dos Oficiais da PM qualificou o bônus como um “monstro” que vai causar “desequilíbrio, desmotivação e descontentamento”, na corporação. A Secretaria de Segurança Pública do Estado e Polícia Militar foram procuradas para comentar a participação da PM no protesto mas não se manifestaram.
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GALERA…
VAMOS PRESERVAR A ESTRATÉGIA SINDICAL ENTÃO…
EVITEM CONFLITO COM OS COXAS. ENTÃO EVITEMOS TUMULTOS, ESTAMOS NUMA MANIFESTAÇÃO POR CAMPANHA SALARIAL E VALORIZAÇÃO DO POLICIAL CIVIL. SE HOUVER CONFRONTO O GOVERNO VAI NOS TACHAR DE VÂNDALOS E BADERNEIROS. GALERA VAMOS ESQUECER A DIFERENÇA COM A PM !! TEMOS QUE SER INTELIGENTES.
PRECISAMOS INCOMODAR O GOVERNO, MOSTRAR NA IMPRENSA A NOSSA MANIFESTAÇÃO, MAS SEM MAIORES PROBLEMAS.
LEMBREM O GOVERNO PSDB QUER NOS DESMORALIZAR ESSA VAI SER A ESTRATÉGIA DELE PROVOCAR E INCENTIVAR O CONFLITO………ENTÃO EVITEM ISSO !!!!!!!!!!!!!!!!!!
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SINDICATO DOS AGENTES DE SEGURANÇA PENITENCIÁRIA (SINDASP) PARTICIPA HOJE DE MANIFESTAÇÃO NO MASP!!!
Diretores do Sindasp e filiados participam hoje de manifestação em SP
Um grupo de diretores e filiados do Sindasp-SP participam nesta terça-feira (11), em São Paulo, às 14h, de uma manifestação em conjunto com policiais civis de São Paulo.
A manifestação será realizada no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) com o objetivo de pressionar o governo por melhores condições salariais, de trabalho e em protesto pelo não atendimento à pauta de reivindicação 2013 da categoria. O ato está sendo organizado pelo deputado estadual Olímpio Gomes, o deputado federal Paulinho (da Força) e pela Força Sindical.
O presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, protocolou a pauta 2013 da categoria diretamente ao governador, em 21/02/2013, durante audiência no Palácio dos Bandeirantes. Na oportunidade, Alckmin pediu um prazo de 90 dias, já vencido, para analisar a pauta e agendar uma nova audiência para dar continuidade à negociação das reivindicações. No entanto, até o momento, o governo não deu qualquer resposta e nem chamou os servidores para negociação.
Em 20 de maio, o presidente Daniel Grandolfo encaminhou ofício ao governador Geraldo Alckmin, cobrando uma resposta da pauta, mas também não houve nenhuma manifestação do chefe do Executivo estadual. Tendo em vista o silêncio do governo, o presidente Grandolfo convoca todos servidores penitenciários a participarem da manifestação, principalmente os que moram em São Paulo e Grande São Paulo.
Não havendo nenhuma resposta do governo, uma Assembleia Geral será convocada para o mês de junho para consultar a categoria e decidir os rumos e ações a serem tomados. Caso o governo responda o ofício do Sindasp-SP e agende uma audiência de negociação, publicaremos imediatamente no site e na Rádio ASP.
No final da tarde publicaremos fotos e mais informações sobre a manifestação
http://www.sindasp.org.br/
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Para quem não foi, no link abaixo, uma camera ao vivo instalada na Avenida Paulista.No canto superior direito do vídeo, o ponto vermelho, creio ser o MASP.
http://www.sp.maisperto.com.br/index.php/canais-de-tv/68-cameras-ao-vivo-em-sao-paulo/195-cameras-ao-vivo-na-av-paulista-com-alameda-campinas
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A MANIFESTAÇÃO JA ESTA NO G1!!!
AV. PAULISTA TEM PROTESTO DE POLICIAIS CIVIS!
14:55
Um protesto de policiais civis interditava, às 14h40, uma das faixas da Avenida Paulista no sentido Consolação, segundo informou a repórter Julia Basso Viana. Escrivães e investigadores reivindicam aumento de salário e melhores condições de trabalho. Os policiais se concentram em frente ao vão livre do Masp.
14:56
A manifestação é organizada pelo Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp), que pede a reestruturação das carreiras policiais e o cumprimento da lei promulgada em 2008 que garante aos policiais civis o salário base de um concursado de nível superior.
Faixa de protesto estendida no vão livre do Masp reivindica salários e condições de trabalho para policiais civis.
15:13
O deputado estadual Major Olímpio (PDT) discursa sobre salários baixos no funcionalismo público. “A Assembleia está de joelhos diante do palácio do governo”, disse. “Nós estamos dizendo à população que não aguentamos mais. O cidadão não aguenta mais.” “Alckmin está em Paris enquanto estamos aqui.”
15:33
Policiais ainda estavam concentrados no vão livre do Masp às 15h30 desta terça-feira. A manifestação por melhores salários e condições de trabalho iniciada por volta das 14h40 interdita uma das faixas da Avenida Paulista, sentido Consolação.
15:38
Servidores estaduais da saúde também participam do ato na Paulista ao lado de policiais civis. “Tem um fórum do funcionalismo da CUT que convidou outros funcionários para dar apoio hoje, por isso estamos aqui”, disse o presidente do sindicato, Gervásio Foganholi. Os servidores da saúde também ocupam a Assembleia Legislativa. “A ocupação na assembléia continua até que apresentem uma proposta.”
http://g1.globo.com/sao-paulo/protestos/2013/cobertura/
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Hehehehe
Pela matéria do SINDASP, Major Olimpio e Paulinho da Força já se apropriaram do movimento. De convidados passaram a organizadores. Depois o governo vem com aquela desculpa de que o movimento é político eleitoreiro e o pessoal se arrepia.
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Gabriel, o ,pensador.
Nesses movimentos públicos é normal esse tipo de comportamento por parte de políticos.
O que importa é, desse movimento, os policiais civis sairem unidos e conscientes do que terão que fazer.
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ONDE ESTA O SENHOR BAILONI DA AIPESP AINDA É VIVO
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EDIÇÃO DE TERÇA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013
Exclusivo: documentos ligam policiais a contrabando em SP
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