Oito delegados ouvidos por CartaCapital afirmam que essas modificações são indispensáveis para garantir a progressão da carreira dos policiais e evitar ingerências políticas dentro da corporação, da condução dos inquéritos à indicação de apadrinhados para assumir cargos. Um exemplo seria o ofício encaminhado no início de setembro pelo deputado Barros Munhoz, líder do governo paulista na Assembléia, ao secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, pedindo a transferência de um delegado plantonista de Guarulhos para divisões especializadas da polícia, como o Grupo de Operações Especiais. “Não existe ingerência política”, defende-se Munhoz. “É só uma recomendação. Esse ofício eu não assino como líder, e sim como deputado. É coisa corriqueira, e nem foi aceita.”
18 de Novembro de 2008 21:16
18 de Novembro de 2008 21:16
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Depois ficam ofendidos com o malho…
Mas pedir pra Deputado intermediar remoção para o GOE É COISA DE ANALFABETO E VAGABUNDO.

