AGUARDAMOS MAIORES DETALHES ACERCA DA AÇÃO POR DESVIO DE FUNÇÃO 33

PREZADO AMIGO,
GOSTARIA DE UM AUXILIO NO SENTIDO DE DIVULGAR UMA IMPORTANTE NOTICIA PARA OS POLICIAIS CIVIS, ESPECIFICAMENTE NA CARREIRA DE AGENTE POLICIAl.
ENTREI COM UMA AÇÃO DE DESVIO DE FUNÇÃO E GANHEI AKI NA MINHA CIDADE, CONDENANDO A FAZENDA PÚBLICA A PAGAR A DIFERENÇA DE SALARIO ENTRE O AGENTE E O INVESTIGADOR.
ACHEI ISSO UMA COISA IMPORTANTISSIMA, INÉDITA E QUE PODERÁ TRAZER OTIMOS RESULTADOS PARA NOSSA GUERRA CONTRA O GOVERNO.
ENTÃO SOLICITO A VOSSA SENHORIA QUE SE INTERESSAR ESSA NOTICIA, MANDO-LHE DETALHES PARA QUE SEJA DIVULGADO NO SEU SITE. JÁ QUE É UM EXCELENTE MEIO DE COMUNICAÇÃO ENTRE POLICIAIS CIVIS DO ESTADO DE SÃO PAULO E DO BRASIL.
UM ABRAÇO…..MARCOS

PREOCUPAÇÃO

Acredito que não exista interesse na identificação de quem fez os comentários, apenas identificar o suposto fraudador da ordem judicial.

Ou seja, o gênio que transformou o flitparaLISANTE em flitparaSILANTE.

Não será fácil identificar mais de 7000 (sete mil) comentaristas.

MONITOR DAS FRAUDES

CLIPPING DE NOTÍCIAS
29/1/2008 –
Delegado é suspeito de fraude em compra de ternos em SP
Cerca de 60 policiais civis que trabalham nos aeroportos de São Paulo têm ordem para usar terno.
A determinação é para os investigadores que atendem o público e são ligados ao Departamento de Identificação e Registros (Dird).
Eles foram convocados para tirar medidas para o terno pelo próprio diretor do departamento, o delegado Pedro Herbella, que pode estar envolvido em um caso de desvio de dinheiro na compra das roupas.
Em uma circular, o delegado especifica a fábrica onde o terno e as camisas podem ser comprados. No documento, ele indica até como chegar ao local, em Cotia, na Grande São Paulo.
Os ternos prontos, no entanto, deveriam ser retirados na diretoria do próprio Dird, mediante a assinatura de um recibo de R$ 300,00. Mas, no documento que os policiais foram obrigados a assinar, não há menção à compra de ternos.
O recibo dá outra justificativa para o gasto de R$ 300 por investigador: despesa com operações sigilosas.
A medida revoltou um grupo de investigadores.
É que o valor do recibo equivale a mais do dobro do preço real da compra.
A vitrine na loja da fábrica que vendeu os ternos estampa o preço do conjunto de terno, camiseta e gravata: R$ 129,00.
De acordo com a vendedora, para compras no atacado, o cliente ganha 10% de desconto. Como cada policial tem ainda uma camisa extra no kit, o preço de atacado fica em R$ 143,00.
Pelo preço da loja, 60 kits sairiam por R$ 8.580,00.
Pelo valor dos recibos, a despesa sobe para R$ 18 mil.
Segundo a vendedora, foi o próprio delegado quem comprou as peças, pelo valor de R$ 8.580,00, e pagou em dinheiro.
Herbella confirma que pagou R$ 143,00 por kit e diz que no recibo de R$ 300,00 que cada policial assinou estavam incluídos outros gastos.
“É o terno, o que o policial comeu, é o que viaja. Não tem maracutaia, não tem desvio, não tem sobrepreço, não tem nada não”, afirmou Herbella.
Depois da entrevista, o delegado informou que vai apurar quem mandou fazer os recibos com o dobro do valor da despesa.
As informações são do Jornal Nacional.

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O DELEGADO GERAL JÁ DESCOBRIU QUEM MANDOU FAZER OS RECIBOS COM O DOBRO DO VALOR DA DESPESA…E O DIRD JÁ DESCOBRIU A LEI DO PREGÃO?

Delegado é suspeito de fraude em compra de ternos
Plantão Publicada em 29/01/2008 às 20h49m -Jornal Nacional
SÃO PAULO –
Cerca de 60 policiais civis que trabalham nos aeroportos de São Paulo têm ordem para usar terno.
A determinação é para os investigadores que atendem o público e são ligados ao Departamento de Identificação e Registros (Dird).
Eles foram convocados para tirar medidas para o terno pelo próprio diretor do departamento, o delegado Pedro Herbella, que pode estar envolvido em um caso de desvio de dinheiro na compra das roupas.
Em uma circular, o delegado especifica a fábrica onde o terno e as camisas podem ser comprados.
No documento, ele indica até como chegar ao local, em Cotia, na Grande São Paulo.
Os ternos prontos, no entanto, deveriam ser retirados na diretoria do próprio Dird, mediante a assinatura de um recibo de R$ 300.
Porém, no documento que os policiais foram obrigados a assinar, não há menção à compra de ternos.
O recibo dá outra justificativa para o gasto de R$ 300 por investigador: despesa com operações sigilosas.
A medida revoltou um grupo de investigadores.
É que o valor do recibo equivale a mais do dobro do preço real da compra.
A vitrine na loja da fábrica que vendeu os ternos estampa o preço do conjunto de terno, camiseta e gravata: R$ 129.
De acordo com a vendedora, para compras no atacado, o cliente ganha 10% de desconto.
Como cada policial tem ainda uma camisa extra no kit, o preço de atacado fica em R$ 143.
Pelo preço da loja, 60 kits sairiam por R$ 8.580.
Pelo valor dos recibos, a despesa sobe para R$ 18 mil.
Segundo a vendedora, foi o próprio delegado quem comprou as peças, pelo valor de R$ 8.580, e pagou em dinheiro.
Herbella confirma que pagou R$ 143 por kit e diz que no recibo de R$ 300 que cada policial assinou estavam incluídos outros gastos.
– É o terno, o que o policial comeu, é o que viaja.
Não tem maracutaia, não tem desvio, não tem sobrepreço, não tem nada não – afirmou Herbella.
Depois da entrevista, o delegado informou que vai apurar quem mandou fazer os recibos com o dobro do valor da despesa.

OPERAÇÃO VERÃO- O NÃO PAGAMENTO DE DIÁRIAS (ASSUNTO DO MOMENTO) 45

Doutor Conde Guerra,
O seu blog tornou-se o Jornal da Polícia.
O sucesso da Greve contou muito com ajuda da veiculação de informações em seu blog.
Se possível, gostaria que o Senhor colocasse em DESTAQUE em seu blog esse assunto.
Infelizmente, todos os policiais civis temem o mês de novembro.
É o período em que são feitas as convocações dos policiais do interior para integrar a Operação Verão.
Não venho questionar, a princípio, a necessidade real de apoio às Delegacias das cidades litorâneas.
Mas sim, as condições de alojamento e alimentação que são fornecidas aos colegas do interior.
Salvo uma ou outra cidade, a MAIORIA não possui condições dignas para receber esse reforço.
A posição da Administração é pelo não-pagamento de diárias.
E os colegas interioranos ficam a mercê, pois como não pagam as diárias, são obrigados a permanecer em qualquer lugar que ofereçam (inadequados e insalubres).
Aqueles que não aceitam tais condições e dispõe de certo alívio financeiro, pagam sua hospedagem e alimentação e ocorre a inversão da relação de trabalho:- PAGAM PARA TRABALHAR PARA O ESTADO !
Se possível, gostaria que o Senhor se manifestasse a respeito, postasse sua opinião, uma vez que trabalhou em uma cidade do litoral e teria muito o que contar.
Peço informações sobre como as pessoas poderiam encaminhar fotos ou filmagens desses lugares insalubres e inadequados para que sejam inseridas em seu blog sem que sejam identificadas pelo nome ou e-mail.
Obrigado.
______________________________
A minha opinião: o reforço durante a Operação Verão deveria ser feito exclusivamente pelas especializadas da Capital e DEMACRO.
A criminalidade aumenta não em razão da quantidade de turistas, mas em virtude das “hordas” vindas da Capital e cidades como Diadema, São Bernardo, Santo André, apenas para exemplificar.
De resto, a Operação Verão sempre foi uma grande jogada política que ao longo dos anos causou muitos desastres e benefícios duvidosos.

qualquer discussão ou altercação de nossa parte, é mera perda de tempo e serve apenas a quem quer nos dividir 42

SEI QUE ALGUNS (muitos) VÃO FICAR mais p..da vida, mas é a realidade, em vez de brigarem com ofensas, briguem com inteligência, fundamento, chega de blá blá blá, buááá. TEMOS ÓTIMOS POLICIAIS EM TODAS AS CARREIRAS, ASSIM COMO OS FDP.ABAIXO UMA MATÉRIA INTERESSANTE, É O QUE DEVIAM DISCUTIR E NÃO SE AGREDIREM, QUEM CHOROU VAI CHORAR MAIS AINDA….
DESVIO DE FUNÇÃO E TRANSPOSIÇÃO DE CARGOS CONSTITUI ATO ILICTO ADMINISTRATIVO
Desvio de função: e o desempenho pelo funcionário de serviços não inerentes ao cargo por ele ocupado. A Constituição Federal de 1988 baniu de nosso ordenamento jurídico qualquer forma de provimento de cargo público, isolado ou de carreira, que não seja através de concurso público de provas ou de provas e títulos. Para o cargo isolado, o concurso público é exigido em qualquer hipótese, para o de carreira, o certame impõe-se para a classe inicial do cargo, enquanto que, para os níveis subseqüentes em ela se escalona, a investidura se dará por promoção. A inexigibilidade de concurso público para o acesso ficou restrita, segundo a Constituição, aos cargos comissionados declarados de livre nomeação e exoneração. O art. 37 da Constituição Federal diz: A administração pública direta, indireta ou fundamental, de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e, também, ao seguinte: I – os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei; II – a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. O servidor aprovado em concurso para cargo de determinada carreira dentro do serviço público não pode pretender mera TRANSPOSIÇÃO para cargo de carreira diversa. Promoção é a forma de provimento pela qual o servidor passa para cargo de maior grau de responsabilidade em maior complexidade de atribuições. A transposição o servidor passa para o cargo de conteúdo ocupacional diverso, ou seja, para cargo que não tem a mesma natureza de trabalho. http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=66055. CONCLUSÕES.De tudo o que expusemos acima, podemos concluir que:a) a transposição, ou transformação, é forma de provimento derivado de cargo público, sendo, portanto, inconstitucional;b) é inconstitucional a transposição de cargos da administração indireta para a administração indireta;c) a jurisprudência mansa e pacífica do Supremo Tribunal Federal rejeita o provimento derivado de cargo público no direito brasileiro, sendo nulo o ato administrativo que implemente tal medida e totalmente inconstitucional a norma jurídica sob a qual se fundamenta a atuação administrativa;d) que a reestruturação de carreiras, com o deslocamento de cargos, pode se dar, excepcionalmente, no âmbito interno dos órgãos administrativos, e desde que atendidos alguns requisitos, como a similaridade de atribuições, concurso público assemelhado em exigências e requisitos. 8.1) ADI 2914, STFO Procurador-Geral da República vem, respeitosamente, perante esse Colendo Supremo Tribunal Federal, […] propor Ação Direta de Inconstitucionalidade dos seguintes dispositivos capixabas: a) art. 2º da Lei 4.997, de 19/12/94, que transformou os cargos de Investigador de Polícia e de Papiloscopista (2º Grau) em cargos de nível superior, mudando a nomenclatura dos cargos de Papiloscopista para Peritos Papiloscópico, b) […].É o teor dos dispositivos estaduais ora impugnados:Lei nº 4.997/94“Art 2º. Os cargos de Papiloscopista e de Identificador Datiloscopista ficam transformados em Peritos Papiloscópicos.” […]O vício de inconstitucionalidade a macular os dispositivos acima transcritos decorre do fato de mencionada transformação de cargos efetivos – cargos de primeiro e segundo graus em cargos de nível superior -, possibilitar a investidura de servidores, sem a prestação do devido concurso público, em cargos diversos daqueles nos quais foram legitimamente nomeados, em total dissonância com o disposto no inciso II do art. 37 da Carta Magna. […]@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@d) que a reestruturação de carreiras, com o deslocamento de cargos, pode se dar, excepcionalmente, no âmbito interno dos órgãos administrativos, e desde que atendidos alguns requisitos, como a similaridade de atribuições, concurso público assemelhado em exigências e requisitos. ———————————–a letra d. é excessão porém: PRESTEM BEM ATENÇÃO NO QUE ELA DIZ@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
20 de Novembro de 2008 16:28
Dirty Harry disse…
Dr. Guerra, se for possível postar isso em separado, já que não sei mais para onde mandar os e-mails, gostaria de acrescentar ao meu comentário anterior de que embora eu acredite que a maioria dos colegas seja imprescindível para a instituição, não acredito que suas carreiras o sejam. E explico: Algum tempo atrás, se não me engano, cogitou-se uma reestruturação da polícia, eliminando-se as carreiras que não fossem delegado, escrivão e investigador. As outras seriam apenas “agentes”. Havia, segundo eu soube, uma predisposição em permitir que os funcionários das outras carreiras que preenchessem os requisitos para serem escrivães ou investigadores, poderiam optar para essas carreiras (embora eu tenha certeza que ninguém optaria para ser escrivão), enquanto que os outros que não quisessem poderiam permanecer com suas nomenclaturas, mas não haveria mais concurso para elas. Seria um grande passo escalonar os vencimentos da polícia, vinculando-os, em percentuais, uns aos outros, pois dessa forma, todos lutariam juntos, já que o aumento para uma categoria implicaria em aumento para outra, assim como o governo do Estado nos mantém vinculados a PM. Dessa forma, tenho certeza que a carreira policial seria mais valorizada e a médio prazo, poderia reivindicar melhores salários, e de forma mais coesa. Mas se for o N.U. apenas pelo N.U., é mais um “me engana que eu gosto” do governo para conosco. Acho que os colegas das outras carreiras, de um jeito ou de outro, não precisam se preocupar ou mesmo deflagrar uma guerra por causa disso. Se houver boa intenção (?????) no projeto, ele resultará em benefícios para todos. Se não, não vai mudar em nada a nossa situação. Por isso, qualquer discussão ou altercação de nossa parte, é mera perda de tempo e serve apenas a quem quer nos dividir.

O EFETIVO RECONHECIMENTO DO NÍVEL SUPERIOR HÁ MUITO ERA QUESTÃO DE JUSTIÇA 113

Realmente escrivão faz de tudo mesmo….
O que seria sem eles em uma greve, em um Plantão elaborando BO, Tc…etc…
E do Investigador, investigando, elaborando relatórios que embasam prisão, busca e apreensão, etc…
Ja as demais carreiras, me deixa na minha sala, amanhã cedo passo mensagem, não revisto presa, quando não há mulher na equipe, não prestei concurso pra levar preso na cadeia, nem para planilhar, nem sei onde se encontra a minha arma….etc
O meu salario e melhor que as demais carreiras, ainda esta bom assim, mas espera ai, os outros, o resto que não ganha igual continua se ferrando, ainda esta bom, quanto pior melhor, tira e escriba ganhar mais, não pode não…
Perito era uma carreira de 2 grau, lutou por melhorias, hj é 3 grau, com o novo projeto, igualou com Delpol, que por sinal não se ve esperneando, deveria mas não esta, afinal, humildade a parte, eles Delpos merecem um salario muito bom sim….
Sabe o que é isso, comodismo, enquanto ganho mais que todos, dane se o resto, motorista, auxiliar de qualquer coisa, ou vulgarmente, tira e escriba, na hora de passar 24 horas na delegacia fazendo flagrante, instruindo todo o inquerito, ou mesmo, fazendo campana, ou com preso como o tira, ai to fora, mas quando é pra usar viatura todos somos tiras….
Por que nao vejo e nunca verei todos se DEBATEREM em auxiliar o pobre coitado do escrivão quando o parceiro esta de ferias pra fazer 30 bos num dia sozinho, flagrante, ou o tira a legitimar, fazer triagem e levar preso pra cadeia, atender os pedidos das pessoas e se encaminhar para uma ocorrencia…A policia é uma só, mas o egoismo é maior, não ter espirito de corpo é fato, espirito de porco é constante, pensar em unificação de carreiras e o nivel superior para todos jamais, afinal o que se ouve, é sempre o não prestei concurso para isso ou aquilo, a recusa é sempre voltada pelo fato que se todos trabalhassem para o bem comum, aliviaria as outras carreiras, essa recusa não se ve pelos que ganham menos, fica uma enorme incognita, querer ganhar mais, sem trabalhar, sem querer se irmanar com tira e escrivão, repartir as suas angustias e dificuldades, ter responsabilidades com prazos, e arcar com as consequencias de como por exemplo o escrivão que tem fé pública, e é o responsavel em montar um flagrante com todas as formalidades da lei, isso ao amanhecer do dia, após 12 horas de plantão mais 12 horas com a familia, e as responsabilidades normais…
Ora, quem estiver indignado e que ganha mais, que se explique com as demais carreiras, e digam pq as demais devem ganhar menos, e qual o gramde obstaculo em trabalhar, e visar a unificação das carreiras…
Essa divisão não se explica, queremos todos uma instituição unida e trabalhando junta, sem as desculpas de nao é a minha função, ou pq não unificar pq não quero perder o sossego da minha sala, não faço isso ou aquilo…expliquem isso para as demais carreiras, e digam veementemente que não quererm compartilhar os salarios maiores e que nao querem trabalhar, e serem policiais….investigadores de policia e escrivães não são contra unificação e beneficios a todos, pq sera que existe algumas carreiras que nao querem isso…
Talvez nao queiram trabalhar…
(comentário anônimo)

O PORQUÊ DA NOSSA DESGRAÇA…O ESTILO DO GOVERNADOR : OMISSÃO OU DELEGAÇÃO? 11

O governador José Serra não indicou qualquer delegado seccional, diretor, nem o delegado-geral.
É um estilo que atribui ao secretário ampla liberdade para suas escolhas.( Barros Munhoz)
_________________________________
Ao contrário de outros órgãos – conforme afirmou Barros Munhoz – o Governandor nem sequer escolhe o Delegado Geral.
A Polícia Civil para ele é uma “ZONA” ; assim qualquer um pode escolher aquilo que bem entender.
Está pior do que pensávamos!

O LUGAR DELES É A CADEIA…POR TRÁS DAS GRADES É CLARO! 16

DEPUTADO PEDE A SECRETÁRIO TRANSFERÊNCIA DE DELEGADO

Barros Munhoz, líder do governo na Assembléia, diz que solicitações são rotineiras
Em ofício a Ronaldo Marzagão, tucano pede que policial seja transferido do 2º DP de Guarulhos para delegacia especializada da capital
ROGÉRIO PAGNAN
ANDRÉ CARAMANTE
DA REPORTAGEM LOCAL
ALEX ALMEIDA
REPÓRTER-FOTOGRÁFICO
O líder do governo José Serra (PSDB) na Assembléia Legislativa, o tucano Barros Munhoz, mantém entre suas atividades a tarefa de pedir promoções e transferências de policiais civis. Ele próprio admite adotar essa “missão” como rotina parlamentar, mas diz não considerar uma ingerência política na Secretaria da Segurança Pública porque na maioria das vezes, segundo ele, não é atendido.
“Não é: “Quero que faça isso, quero que faça aquilo”. Estou simplesmente transmitindo um pedido que me é feito para deliberação do órgão competente. Não é nenhum tipo de ingerência, nenhum, nenhum, nenhum… Isso é mais que rotineiro. A gente faz para todos os tipos de atividades no Estado.”
Para tentar provar que seus pedidos não são uma ordem, ele apresentou à Folha os nomes de uma escrivã de Jales (585 km de SP) e de um investigador de Ituverava (413 km de SP) que teria tentado promover neste ano, sem sucesso.
O deputado revelou esse trabalho após ser questionado sobre um ofício enviado por ele ao secretário Ronaldo Marzagão (Segurança), em 11 de setembro, no qual pede a transferência de um delegado. Ele solicita que o delegado Ricardo Fernandes seja transferido do 2ª Distrito Policial de Guarulhos (Grande SP) para uma delegacia especializada da capital. Sugere três setores: “Garra [especializado em roubos], GOE [operações especiais] ou DHPP [homicídios]”.
Para o presidente da associação dos delegados, Sergio Roque, essa é uma pequena amostra da ingerência política que a instituição sofre todos os dias. Para ele, os favores deixam, muitas vezes, o policial comprometido com o político, o que prejudica a independência de uma eventual investigação.
Até ontem, não havia publicação no “Diário Oficial” do Estado da movimentação do policial. Pelos carimbos existentes no ofício, a “promoção” percorreu todos os níveis: há carimbos do gabinete do secretário, da Delegacia Geral da Polícia Civil e do Demacro, órgão responsável por Guarulhos.
Há um carimbo ilegível que, para policiais ouvidos, seria da Delegacia Seccional de Guarulhos. Por estar há menos de um ano no cargo, Fernandes não pode, em tese, ser transferido, conforme exigência da própria Delegacia Geral.
Procurado por três dias consecutivos, Marzagão não comentou o assunto. O delegado-geral, Maurício Freire, também não. A assessoria de imprensa da Delegacia Geral informou apenas que Fernandes continua em Guarulhos. “Local por ele próprio escolhido para exercer suas funções, de acordo com o mérito alcançado (classificação por notas) no Curso de Formação Técnico-Científico, de oito meses, da Academia de Polícia -medida essa instituída pelo delegado-geral Maurício”, diz trecho.
A Folha solicitou à Delegacia Geral entrevista com Fernandes. Não houve resposta.
Fonte: Folha de S.Paulo, 19 de novembro de 2008, pág. C4
“Estou apenas transmitindo um pedido, não é ingerência”, diz Barros Munhoz
DA REPORTAGEM LOCAL
Para o deputado Barros Munhoz (PSDB), não há ingerência política na Polícia Civil.
FOLHA – Existe ou não ingerência política na Polícia Civil?
BARROS MUNHOZ – Posso atestar que não existe absolutamente nenhuma. O governador José Serra não indicou qualquer delegado seccional, diretor, nem o delegado-geral. É um estilo que atribui ao secretário ampla liberdade para suas escolhas.
FOLHA – Temos uma cópia de um ofício com sua assinatura, que pede a transferência do delegado Ricardo Fernandes. Por que o sr. fez o pedido e qual a sua relação com o policial?
MUNHOZ – Nenhuma. Não me lembro quem solicitou. Isso é rotineiro. Isso não quer dizer ingerência, de espécie alguma. Nem sei se foi atendida.. Eu tenho dezenas de assessores que fazem solicitação desse tipo. E faço dentro do possível. Passa pelo crivo da secretaria. Não é: “Quero que faça isso, quero que faça aquilo”. Estou simplesmente transmitindo um pedido que me é feito para deliberação do órgão competente. Não é nenhum tipo de ingerência, nenhum, nenhum, nenhum… Isso é mais que rotineiro. A gente faz para todos os tipos de atividades no Estado.
FOLHA – O sr. tem prestígio no governo e um pedido tem certo poder.
MUNHOZ – Absolutamente. Tanto que nem sei se ele foi atendido ou não. Pode ser até que não tenha sido atendido, porque eu tenho inúmeras solicitações desse tipo que encaminhei e não foram atendidas.
FOLHA – Por que o sr. encaminha?
MUNHOZ – Porque ou é alguém do meu relacionamento, ou alguém de relacionamento de algum conhecido. Há liberdade total da pessoa que decide.
FOLHA – O sr. faz isso para agradar, então, a quem faz o pedido?
MUNHOZ – É até para cumprir uma missão, né? Ele não tem acesso para fazer isso, eu faço. Isso é uma rotina que se faz desde que haja esse tipo de comportamento que há. Nunca ingeri. É uma mera solicitação. Que é atendida ou não de acordo com os critérios de cada secretaria. Aliás, se houvesse esse tráfico de influência, com toda sinceridade, não seria bobo em fazer por escrito. Não sou agente secreto da polícia portuguesa que usa o selo na testa.
FOLHA – O sr. diz que dezenas de assessores fazem esse tipo pedido. Eles assinam também?
MUNHOZ – Logicamente, eu não dou conta de todo o meu expediente. Se você for ver, eu despacho às vezes 200, 300 ofícios, entre respostas, pedidos, procedimentos, providências.
FOLHA – Esse documento pode ter sido assinado por assessores?
MUNHOZ – Até porque eu não me lembro do nome dessa pessoa, sinceramente..
Fonte: Folha de S.Paulo, 19 de novembro de 2008, pág. C8

DELEGADO VALENTE "é o cara mais medroso do mundo. Não resolve problema nenhum." 3

Zorra total com quadro novo
Zorra Total estreou quadro sábado retrasado . É um delegado chamado Valente, interpretado por Leandro Hassum.
Mas diferente do nome, ele é o cara mais medroso do mundo. Não resolve problema nenhum.
_______________________
Uma vez mais a liberdade de expressão revela a realidade.
Temos centenas deles!
Ah, centenas deles: “mandando”!

DELEGADO VALENTE FEZ ACORDO COM O GOVERNO 7

DR GUERRA E COLEGAS COLABORADORES DO FLIT,
FIQUEI PROFUNDAMENTE ENVERGONHADA COM O FATO DE SABER QUE, ENQUANTO COLEGAS DE OUTROS ESTADOS PROTESTAVAM EM APOIO AO NOSSO MOVIMENTO E EM REPÚDIO A AGRESSÃO QUE SOFREMOS, NÓS TRABALHÁVAMOS NORMALMENTE. COMO SE NÃO TIVÉSSEMOS NADA COM ISSO; COMO SE ESTIVÉSSEMOS TODOS MUITO SATISFEITOS COM A ESMOLA DO GOVERNO; COMO SE FÔSSEMOS “MOLEQUES MAL-CRIADOS E MAL AGRADECIDOS”.
TENTAMOS, AQUI EM RIBEIRÃO PRETO, ASSIM COMO SEI QUE TB O FIZERAM COLEGAS DE OUTRAS CIDADES, ARGUMENTAR COM NOSSA ENTIDADE DE CLASSE, NO SENTIDO DE QUE ALGO TERIA QUE SER FEITO.
QUE, NO MÍNIMO, DEVERÍAMOS ACIONAR APOSENTADOS E COLEGAS QUE ESTIVESSEM DE FOLGA, PARA IREM PARA A FRENTE DA DELEGACIA CENTRAL, DEMONSTRAR NOSSO DESCONTENTAMENTO E AGRADECER AOS COLEGAS DE OUTROS ESTADOS.
TUDO EM VÃO. OUVIRAM-NOS COM EVIDENTE DESCONFORTO E ALEGARAM QUE, PASMEM: “O GOVERNO PODERIA ENTENDER QQ MOVIMENTO, COMO DESCUMPRIMENTO DO “ACORDO” FIRMADO”…
QUE ACORDO, CARA PÁLIDA!!!!!
EU NÃO FIZ QQ ACORDO COM O GOVERNO…
SEI QUE NENHUM COLEGA GREVISTA O FEZ…
QUEM FIRMOU “ACORDOS” COM O GOVERNO, TRAINDO A TODOS NÓS, MAIS UMA VEZ, FORAM OS “SERGIOS LEAIS ROQUES”…
SÓ QUE, DESTA VEZ, COM O APOIO DOS DIRIGENTES DAS DEMAIS ENTIDADES CLASSISTAS QUE, NÃO VIRAM NECESSIDADE DE, ANTES DE O FIRMAREM, OUVIREM SUAS BASES…FOI FEITA UMA REUNIÃO NA NOITE DE SEXTA FEIRA, ONDE O SINPOL “SENTIU-SE HONRADO” (SIC) COM A PRESENÇA DO DR ANDRÉ DAHMER DA ADPESP (QUE, “HONROSAMENTE” CHEGOU COM CERCA DE 1H E MEIA DE ATRASO), DEIXANDO CERCA DE 80 COLEGAS ESPERANDO, FEITO BOBOS…DESCULPOU-SE, É CLARO, COMO HONROSO CAVALHEIRO QUE É…EU, PESSOALMENTE, SINTO-ME HONRADA EM DIVIDIR ESPAÇO COM MEUS VALENTES COLEGAS GREVISTAS QUE, APESAR DAS PRESSÕES SOFRIDAS, NÃO DESISTIRAM DE PARTICIPAR DAS VIAGENS A SÃO PAULO OU DE SE MANTEREM FIRMES NA GREVE…
NESSA “HONROSA” REUNIÃO, O RETORNO AO TRABALHO, IGNORANDO O MOVIMENTO DO DIA 17, NOS FOI, ENFIADO, GUELA ABAIXO… COM O ANESTÉSICO DO “HONRADO” DR ANDRÉ DAHMER, É CLARO…
AZAR MEU, QUE SOU MUITO RESISTENTE A MEDICAÇÃO…MAIS UMA VEZ, FOMOS FERIDOS DE MORTE, NO QUE TEMOS DE MAIS CARO: NOSSA DIGNIDADE.ATÉ QUANDO…
ASSIM SENDO, RESPONDENDO AO COLEGA DAS 21H35, MARQUE O DIA E A HORA…
NOS ENCONTRAREMOS EM SAMPA…
18 de Novembro de 2008 23:24