PATIFARIA SEM LIMTES GANHA AVAL DO TJM/SP – CAPÍTULO VIII 12

 

CAPÍTULO VIII

PATIFARIA SEM LIMTES GANHA AVAL DO TJM/SP

 

10º Batalhão no ranking da patifaria na Região do Grande ABC.

        Novamente o 10º Batalhão me deixou sem função (12/08/02 a 18/08/02), depois que o Subcomandante me dispensou da relacionada com a elaboração dos tais Procedimentos, porém, pela escala de serviço, é como se eu continuasse a exercê-la, motivo pelo qual, naquele dia 16 de agosto, solicitei do Oficial P/1, Tenente Agenor, a devida correção. Este alegou que meu nome deveria constar “em algum lugar”, esclarecendo que ninguém poderia ficar fora do QPO. Alertei-o de que no próximo dia útil eu documentaria tal “equivoco administrativo”, caso persistisse. Certamente ele levou esse alerta àquele Comando, salvo “coincidência”, porque quando eu documentava o prometido, naquele dia 19, o Tenente-coronel Wilson me interrompeu, alegando que eu era o Oficial de Ligação do Policiamento Escolar. O coerente, segundo normas próprias e claramente estabelecidas (I-23-PM – transmissão de funções) é que o antecessor seja concitado pelo respectivo escalão superior a confabular com o seu sucessor acerca da transmissão de qualquer função. Isso não é favor nenhum, pois há protocolo a ser seguido. Tal não poderia ocorrer porque não havia ninguém incumbido dessa função, embora criada desde 1988, decorrente do Decreto nº 53.872/88 (normas do Policiamento Escolar). A “função” anterior, sobre os Procedimentos Técnicos, sequer era prevista no QPO, como a anterior àquela (no CDP), portanto jamais atribuídas a outro Oficial. Vale reiterar o que destaquei no final do Capítulo anterior: a fuga do narcotraficante “Magôo”, salvo extrema “coincidência”, ocorreu no mesmo dia em que foi dispensada minha presença daquele CDP! Outra “coincidência”: fui dispensado da “função” de elaborador dos mencionados Procedimentos, pois me recusei a datá-los retroativamente, cujos frustrados dessa pretensão (Major Rissi e Tenente Vilmar) sabiam que a elaboração dos tais Procedimentos Técnicos, na realidade, era incumbência daquela Seção Operacional (P/3), nada tendo a ver com a SJD, tanto que a avaliação das condutas operacionais não buscava fins punitivos ou disciplinares, isto é, embasavam estudos de casos inseridos no aperfeiçoamento contínuo. Já que não foi designado outro Oficial para aquela “função” (elaboração dos mencionados Procedimentos), devolvi àquele Chefe de SJD, naquele mesmo dia 19, mediante recibo, os materiais que me havia disponibilizado.

     Para “desempenho” da nova função, o Comandante do 10º Batalhão me impôs estranhas, absurdas, abusivas e vingativas condicionantes: não me disponibilizaria sala, viatura, motorista, e, pior, disse-me, taxativamente: “nem é preciso você sair do quartel, fique por aí, ‘se vire’ com o Stalba ‘pra’ que ele te arrume um cantinho, no P/3”. Era chefe daquela Seção Operacional o 1º Tenente Aramis Garcia Stalba, a quem se referira o Comandante. Permaneci na referida Seção, a dividir a cadeira e a mesa, ora com o Soldado Adriana, ora com o Soldado Paula, cada qual, a exemplo de todos os auxiliares daquela Seção, num total de 5 (CINCO), com a respectiva estrutura de trabalho, além do Oficial Adjunto, Tenente Andrade.

      Como o 10º Batalhão era incumbido de continuar quebrando regulamentos e atropelando normas, contanto que me pressionasse, escalou-me como porta-estandarte numa solenidade de Formatura de Soldados Temporários, conforme Ordem de Serviço nº 10BPMM-029/05/02, de 26/08/02. O signatário do tal documento (Major Rissi) sabia que aquela missão, específica, deveria ser cumprida pelo mais moderno Oficial ou Aspirantes-a-Oficial de qualquer Unidade, jamais podendo ser atribuída ao mais antigo dos Tenentes. Pura vingança.

     Naquele dia 28 de agosto, o Comandante mandou que eu substituísse o CFP (Aspirante-a-Oficial Alex Gaia) enquanto este se deslocasse à cidade de São Paulo, a cuidar de manutenção de viatura (apesar da Motomecanização centralizada na sede do CPA/M-6 desde 22/06/99), o que durou aproximadamente três horas, o suficiente para que eu detectasse o faz-de-conta reinante naquela Unidade Operacional, conforme Parte nº 10BPMM-178/CFP/02. A “resposta” ocorreu no dia seguinte, durante reunião de Oficiais: o Comandante, mais uma vez, externou seu ranço autoritário, ordenando-me a medir o nível de óleo das viaturas da Ronda Escolar, o que constou na ata, obviamente que sem moral para nunca mais perguntar sobre o cumprimento de tal ordem, pois sabia destinada aos motoristas, conforme manutenção preventiva de primeiro escalão.

     Enquanto praticava tais improbidades administrativas, sequer a administração pública se ativera à publicidade de minha transferência para aquele Batalhão, alegando “dificuldade” na localização do documento que eu havia elaborado no dia 29 de janeiro daquele ano, pelo menos foi o que pretextou o Oficial P/1 do CPA/M-6, Tenente João Serafim do Couto, durante telefonema, no dia 22 de julho daquele ano, orientando-me ao urgente comparecimento àquele CPA. Quando compareci, ele tentou me induzir à elaboração de outro documento, com data retroativa àquele dia 29 de janeiro, simulando que “estava enrolada a transferência”, cujo documento que a justificaria “ninguém conseguia achar”, por isso me pressionava a fazer outro, “senão o Coronel vai acabar te devolvendo ‘pra’ Mauá”, finalizou. Absurdo: única palavra que dirigi a quem eu conhecia como bom entendedor.  Percebi que alguém o havia recomendado àquela persuasão. Passamos a procurar o tal documento, revirando gavetas, pois eu tinha plena convicção de que era anexo do Ofício nº 30BPMM-148/01/02, por mim entregue àquele CPA, por ocasião de minha transferência para o 10º Batalhão, fruto da capciosa “sugestão” do Subcomandante Interino do 30º Batalhão. Enfim, localizei o tal documento, no fundo de uma gaveta, completamente amarfanhado, com vestígios de que alguém o havia pisado. Somente depois daquela “dificuldade” de localização do tal documento houve o atrasado trâmite, ainda assim, equivocado, a começar pelo Ofício nº CPM-0899/01/02, de 16/08/02, o qual produziu erro no DOE/SP nº 162/2002, de 27/08/02, e, este, por sua vez, no Boletim Geral PM nº 166/2002, de 29/08/02, todos considerando minha transferência, do 30º para o 10º Batalhão, a contar de 15/04/02, crassa contradição, pois o Ofício no qual estava anexada a Parte de “difícil” localização é datado de 04/04/02. Não se pode confundir equívoco com safadeza, motivo pelo qual cito apenas duas comprovações, dentre as tão recorrentes, praticadas no âmbito do CPA/M-6:

     1ª) como o Tenente Couto não me convencera a elaborar “outro documento”, naquele dia 22 de julho, com data retroativa ao dia 29 de janeiro daquele ano, bem como, o Tenente Vilmar, em complô com o Major Rissi, não me engabelaram naquela falcatrua de datas retroativas nos Procedimentos Técnicos Para Avaliação de Conduta Operacional, duas funcionárias da Associação dos Subtenentes e Sargentos “quebraram o galho” deles. Parecendo movidas por estranho “sentimento telepático”, compareceram à presença do Tenente Vilmar, queixando-se de mim, pela maneira deselegante como reagi à provocação, no mínimo, premeditada por elas, enquanto eu me valia da barbearia da identificada associação. Ambas, de forma insistente, fumando, atrás de mim, digo, da cadeira que eu usava, durante corte de cabelo. Pelo tamanho do recinto, um cubículo, e, pela distância, ou seja, estávamos praticamente juntos, agravada pela impossibilidade de eu me afastar, e, pior, como ironia, começaram a comentar sobre os efeitos do cigarro, tendo uma delas dito que não fazia mal algum, ocasião em que enfatizei: acho que só contaram isso ‘pra’ você, e foi justamente aquela minha “deselegância” que a fez replicar: “acho que quem não fuma deveria usar máscaras”, quando trepliquei, aduzindo que quem fuma deveria engolir a fumaça. Fui acusado num Procedimento Disciplinar, apesar das honrosas declarações do próprio barbeiro, e, punido pela instituição militar que proíbe os integrantes do PROERD de serem fumantes! Lamentável contradição. Não foi apenas essa “colaboração” da mencionada Associação, em termos de sem-vergonhice corporativa, por isso menciono esse aparentemente insignificante episódio como precedente para detalhar, na correlata ocasião, como protagonizou deplorável afirmação sobre orçamento doméstico dos Policiais Militares cuja BOA EDUCAÇÃO ESCOLAR dos respectivos filhos comprometeria apenas 3% (TRÊS POR CENTO) do salário, e, mais escandalosamente, como se meteu numa vergonhosa fraude milionária, na cidade de Santo André (12ª Regional), além de que fui obrigado a dizer, recentemente, ao Presidente Estadual, Senhor Ângelo Criscuolo, que o seu Departamento Jurídico (Raul Canal Advogados) teme o TJM/SP. Veremos, oportunamente, se se trata de simples “temor” ou se está envolvida, até o pescoço, nessa PATIFARIA que ganhou explícito aval do TJM/SP;

     2ª) Tamanha a falta de ética do 10º Batalhão que não lhe bastou indiferente ao nascimento do meu filho, sem nenhuma manifestação protocolar quando retornei ao serviço, por ocasião do término da licença-paternidade (12/08/02), pois, é o mínimo que se poderia esperar da instituição que se arvora no “compromisso” de defender a dignidade humana. Mentirosa! Desdenhou-me até para inserção do nome do meu filho, Victor Hugo, no sistema, como dependente, retardando-a propositadamente, fato incontestável, demonstrado em vários documentos, a exemplo da Parte s/nº, sob protocolo nº 10BPMM-7113, de 22/11/02.

       Julguei muito pertinente àquela nova função que me foi designada a edição do Jornal Diário do Grande ABC, de 15/09/02, pela seguinte manchete: METADE DAS ESCOLAS ESTADUAIS DO ABC FICA AO LADO DE BARES. Nos textos de apoio: Bebida Alcoólica e Bares São Vizinhos. Na Hora da Aula, Visitas aos Bares. A reportagem ocupou toda a primeira página do Caderno denominado SETECIDADES. Sugeri ao Comandante do 10º Batalhão que oficiássemos a Associação Comercial de Santo André, a Prefeitura Municipal e o Juizado da Infância e Adolescência sobre aquele descalabro, considerando que o Decreto que estipulara o perímetro escolar de segurança estava flagrantemente afrontado. Mencionei que a imprensa apontava 21 (VINTE E UM) pontos vulneráveis na cidade de Santo André. Tal sugestão pareceu, na verdade, afronta àquele Comandante. Desesperado, começou a gritar, defendendo os comerciantes, chegando ao absurdo de alegar: “as escolas que se mudem, porque muitos desses estabelecimentos comerciais chegaram primeiro”. Quando ponderei que melhor seria levarmos a questão a quem de direito, para garantirmos a preservação do tal perímetro escolar, ele apontou o dedo na minha cara, intimidando-me: “não vai mandar documento ‘pra’ ninguém! Oficial que não for político não serve para continuar no 10º Batalhão”!

      Lamentável, sob todos os aspectos, o perfil ético do tal Batalhão, a se julgar pela evasiva utilizada para omitir cópia de documento, conforme solicitei (Parte s/nº, sob protocolo nº 10BPMM-7241/02, de 23/11/02): “foi verificado em nossos arquivos e ficou constatado que as atas das reuniões de oficiais começaram a serem confeccionadas em julho de 2002”. Que “concordância” verbal desleixada, certamente pra concordar com aquela mentira! Pudera: embora, de direito, fruindo afastamento regulamentar, de fato, o identificado Comandante continuou, durante todo aquele mês de setembro, “assumindo” o Comando, causando transtornos, intrometendo-se nas decisões, avocando a presidência das reuniões, ensejando as mais renhidas contendas com o Coordenador Operacional, Major Antônio Flávio de Faria, apesar de que já eram escandalosamente recorrentes. Difícil aos Oficiais subalternos entenderem a quais dignas de obediência eram as deliberações (se as de direito ou as de fato, estas endossadas pelo temor reverencial do abusivo Comandante). O referido Major chegou a me dizer, por diversas vezes, da inconformidade de servir sob o comando do Tenente-coronel Wilson, alegando que discordava das arbitrariedades que ele me impingia, embora do conhecimento do CPA, cuja Comandante Interina, Tenente-coronel Fátima, era esposa dele (do Major), ou seja, quem primeiramente começou a me perseguir, na condição de Comandante efetiva do 30º Batalhão, por anterior recomendação do Coronel Nogueira, em razão das falcatruas que eu havia formalmente relatado naquele CPA.

     Por efeito de minha promoção ao posto de 1º Tenente, em 15/12/02, a Portaria do Chefe de Estado-maior PM, de 31/12/02, publicou minha classificação no 10º Batalhão, isto é, nele eu continuaria, porém ainda não devidamente corrigida a documentação atinente à transferência anterior, eivada de “equívocos”, por isso formalizei pedido de correção (Parte s/nº, sob protocolo nº 10BPMM-7380, de 06/12/02), já que de nada valeram as solicitações verbais, restando comprovado que o 10º Batalhão fechou aquele ano sob a mesma exaustão do 30º, quero dizer, ambos imbuídos da mesma tacanha missão de me menoscabarem, porém, fiz que se arrependessem, amargamente.

       Como não recebi da Unidade na qual eu servia nenhuma homenagem protocolar ao ato administrativo de minha promoção ao Posto de 1º Tenente, correspondi, com exagerado sentimento de gratidão, mediante a Parte s/nº, sob protocolo nº 10BPMM-1900, de 03/02/03, a que recebi do Comandante do 8º Batalhão.

      O Comandante do 10º Batalhão interpretou como ofensa o meu pedido de providências quanto ao fornecimento de fardamento, chegando ao absurdo de me obrigar a esclarecimentos, conforme Ordem de Serviço nº 10BPMM-003/02/03, de 10/02/03, alegando que eu insinuava falta de planejamento daquela Unidade Operacional, na aquisição do aludido material, na verdade, não se tratava de insinuação, mas de objetiva constatação. Nenhuma providência administrativa adotou, contra mim, depois daquela evidente e injustificada omissão no fornecimento do que solicitei. Àquela altura dos acontecimentos, o 10º Batalhão já se encontrava na mesma situação vexatória do 30º, pelo que já demonstrava dos primeiros sinais de fraqueza naquela injusta perseguição a mim.

       A Parte s/nº, sob protocolo n٥ 10BPMM-264, de 20/02/03, mediante a qual solicitei que a viatura M-10217 tivesse a devida destinação, pois descobri que era desviada da finalidade para fins particulares daquele Comandante, bem como, a Parte s/nº, sob protocolo nº 10BPMM-1363, de 12/03/03, sobre prejuízo causado à Hierarquia e à Disciplina militares – já que os auxiliares do Oficial P/4, 1º Tenente Osmário, tinham como Comandante o 2º Tenente Farias, que Comandava a Companhia de Força Tática – fizeram que o referido Comandante se descabelasse de vez, novamente aos berros, afirmando que iria me jogar na sede da 1ª Companhia (Rua Alemanha nº 12) para “resolver o problema”, o qual, na verdade, persistiu, depois da vingativa transferência que me impingiu, ou seja: nas instituições públicas, não raras vezes, quem comete inconseqüências busca um “culpado”, como “resolução” do problema, o que me faz lembrar o “gravíssimo delito” cometido pelo Dr. Guerra! 

RECEPTADOR BOM É RECEPTADOR MORTO – “Procurada, a Polícia Civil não quis atender a reportagem”…Remorso, vergonha ou medo de ser acusada de coautoria ? 20

01/12/201207h00

Casal morto em SP tinha comprado ‘moto dos sonhos’ há um dia

DE SÃO PAULO DO AGORA

“Sonhar não custa nada. Mas tem sonhos que se realizam.” Foi assim que o borracheiro Rafael Jesus Fulaz, 31, descreveu o que sentiu ao ganhar de presente uma Honda CBR 1000, moto superesportiva de 178 cavalos de potência.

A mensagem foi escrita em sua página do Facebook, onde a foto da moto tem grande destaque, horas antes de ele ser assassinado justamente por causa do presente que ganhou da namorada, Sibele Karla Pedroso Gozzi, 36.

Sibele, que estava na garupa, foi assassinada com ele.

A Honda, estimada em mais de R$ 50 mil, foi comprada na quarta-feira, um dia antes do crime. Era a primeira viagem que eles faziam na moto.

O sonho do casal tornou-se pesadelo em um semáforo da av. dos Bandeirantes, com a rua Ribeiro do Vale, no Brooklin (zona sul). Dois homens chegaram em outra moto. A polícia acredita que Fulaz tentou escapar e foi baleado.

O criminoso que fez os disparos estava na garupa. Ao ser atingido, o borracheiro perdeu o controle da Honda e bateu em um carro.

Testemunhas afirmaram que o bandido se aproximou do casal, já caído ao chão, e atirou ao menos mais três vezes.

Sibele levou três tiros (um no ombro e dois nas costas). Fulaz foi atingido na coxa esquerda e nas costas. Ambos morreram ainda no local.

ASSALTO

A hipótese de assalto ainda será investigada, pois nenhuma testemunha encontrada pela polícia disse ter ouvido os bandidos anunciando o crime. Só viram quando eles passaram a atirar.

Essa é a principal suspeita porque há quadrilhas especializadas em roubos de motos valiosas. Até um delegado, Paulo Pereira de Paula, foi morto em situação similar.

Nem as filhas de Sibele, uma de 19 anos e outra de seis, que vinham num carro logo atrás, viram como a ação ocorreu exatamente. Disseram que só perceberam algo quando o trânsito parou.

A família ia de Mongaguá para Itu, visitar parentes.

Thiago Fulaz, irmão do borracheiro, diz não acreditar que ele tenha reagido à abordagem. “Ele era sossegado. Tentaram roubar a moto dele, foi na maldade mesmo.”

A mãe da Sibele, Maria Manoelina Pedroso, 66, disse que moça era batalhadora e tinha planos de se casar. E não gostava de motos. “Foi uma aventura.”

Procurada, a Polícia Civil não quis atender a reportagem. (ROGÉRIO PAGNAN E ANA FLÁVIA OLIVEIRA)

casalmorto

Valmir Granucci assume a Delegacia Geral de Polícia Adjunta 36

Enviado em 30/11/2012 as 23:03 – O LOCO

Valmir Granucci assume a Delegacia Geral de Polícia Adjunta

O delegado Valmir Eduardo Granucci, antigo diretor do Deinter – 3 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior – Ribeirão Preto), assume o posto de delegado geral adjunto. A nomeação será publicada no Diário Oficial do Estado.

Granucci tem 54 anos de idade e 30 de serviços prestados à Polícia Civil. Nasceu em 19 de junho de 1958, em Itápolis, no interior de São Paulo, é casado e tem uma filha.

Ingressou na Polícia Civil como delegado aos 24 anos. Seu primeiro local de trabalho foi a Delegacia de Boa Esperança do Sul, depois atuou nos municípios de Cananéia e Matão – onde foi plantonista em 1986, titular em 1989 e seccional em 1994.

Em outubro de 1996 tornou-se o titular da Seccional de Araraquara, subordinada ao Deinter – 3, onde ficou até 2009 e coordenou as unidades da Polícia Civil de 18 cidades. Depois, assumiu a direção do Deinter – 3.

Ao longo da carreira, recebeu o diploma de “Policial do Mês”, em 1985, e foi homenageado com o Título de Cidadão Matonense, em 1988. Em 5 de dezembro de 2003 concluiu o Curso Superior de Polícia em 1º lugar, com nota de 93,49.

Granucci recebeu a notícia do novo posto com otimismo e seriedade. “É um desafio e responsabilidade muito grande. Tenho uma carreira toda no interior e agora venho para a Capital. Vou auxiliar o delegado geral (Luiz Maurício Souza Blazeck) e dar atenção também aos anseios dos policiais civis do interior, que representa metade da população do Estado de São Paulo. É um desafio que vou executar com lisura e respeito”, declarou.

Da Assessoria de Imprensa da SSP

MAIS UM IRMÃO ASSASSINADO – Tem que se fritar alguns donos de desmanches de motocicletas…RAÇA MALDITA! 34

30/11/2012 08h12 – Atualizado em 30/11/2012 09h11

PM é morto em assalto na Zona Sul de SP

Crime aconteceu na região do Capão Redondo, na manhã desta sexta.

Ladrões levaram a moto do policial.

Do G1 São Paulo

Um policial militar foi morto em um assalto por volta das 6h desta sexta-feira, na Rua Rosário Escamarte, na região do Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo. De acordo com a PM, ele foi abordado por criminosos quando ia de moto para o trabalho nesta manhã. Os criminosos anunciaram o assalto e policial tentou se defender. Eles fugiram levando a moto. O PM foi levado em estado grave para o Hospital M’Boi Mirim, mas não resistiu aos ferimentos. saiba mais Nove pessoas são mortas na Grande SP na madrugada desta sexta-feira Filhas veem mãe e noivo serem mortos em assalto na Zona Sul de SP Policial é baleado em tentativa de assalto na Zona Leste de SP Madrugada violenta Nove pessoas foram mortas em São Paulo entre a noite desta quinta (29) e a madrugada desta sexta-feira na região metropolitana de São Paulo. Na capital, quatro morreram em um ataque na Zona Norte e um casal foi assassinado em uma tentativa de assalto na Avenida dos Bandeirantes, na Zona Sul.

Na Freguesia do Ó, ao menos seis pessoas foram baleadas em um bar na Estrada do Sabão, no Jardim Maristela, por volta de 0h30 desta sexta. Dois homens chegaram ao bar em uma motocicleta. Um desceu e fez os disparos. Quatro pessoas morreram e duas ficaram feridas em estado grave. Uma costureira de 46 anos que tinha parado no bar para cumprimentar um vizinho está entre os feridos. Nenhum suspeito foi preso.

Na região do Campo Belo, na Zona Sul da capital, um casal foi morto a tiros em uma tentativa de assalto na Avenida dos Bandeirantes, na noite desta quinta-feira. As vítimas estavam em uma motocicleta quando foram abordadas por dois homens em outra moto na altura da Rua Ribeiro do Vale. As filhas do primeiro casamento da mulher viajavam de carro, atrás do casal, e viram o crime.

Na Zona Leste, a polícia registrou uma morte em Cidade Tiradentes. Na Grande São Paulo, uma pessoa foi morta no Jardim Iracema, em Barueri, e uma em Mauá, no ABC. Nesse último ataque, uma outra pessoa ficou ferida e continuava internada na manhã desta sexta-feira.

Já é tarde, agora nem o Itagiba Vieira Franco conserta o DHPP!…OLHA A GRANDE BOSTA QUE FEZ O PINTO ! 67

30/11/2012-06h00

Com 250 casos por delegado, divisão policial de elite passará por mudança em SP

ROGÉRIO PAGNAN DE SÃO PAULO JULIA BOARINI COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A crise na segurança pública de São Paulo sobrecarregou a divisão de homicídios do DHPP, considerada uma “ilha de excelência” da Polícia Civil paulista. Atualmente, são cerca de 3.000 inquéritos aguardando solução.

Esses números, fornecidos por policiais da divisão e confirmados pela associação de delegados, são apontados como um dos maiores “estoques” da história do DHPP.

Só neste ano, segundo policiais, cerca de 4.500 inquéritos foram abertos. Parte foi esclarecida, mas ainda assim a média é de 250 casos para cada um dos 12 delegados.

Ontem, o novo delegado-geral Luiz Maurício Souza Blazeck, confirmou haver problemas e disse que haverá mudanças no DHPP.

“Sem dúvida nenhuma [haverá reestruturação]. Temos que reestabelecer um sistema diferenciado para que nós possamos dar uma resposta mais rápida”, disse.

Entre os motivos, segundo os policiais, estão medidas adotadas pelo governo para estancar crises na segurança.

MORTES EM CONFRONTO

Uma delas foi a transferência para o DHPP, em 2011, das investigações dos casos de “resistência seguida de morte” –quando o policial mata um criminoso em confronto.

A mudança ocorreu após investigação apontar que um suspeito, já rendido, foi morto por policiais que o socorriam. O caso ocorreu em Ferraz de Vasconcelos (Grande SP). Uma testemunha ligou ao 190 e narrou em tempo real o assassinato por dois PMs.

Segundos os policiais do DHPP, o órgão também passou a receber casos de mortes suspeitas e homicídios no começo da investigação (que deveriam ficar nos distritos).

“Entupiram o DHPP de casos. Isso compromete o desempenho da divisão, que era tida como de excelência”, disse a presidente da associação dos delegados, Marilda Pinheiro. “Espero que as mudanças possam recuperá-la.”

A Secretaria da Segurança Pública não comentou o assunto e não colocou ninguém para falar com a Folha. Perguntas enviadas por e-mail não foram respondidas.

A morte por encomenda, Coluna Carlos Brickmann 21

(*) COLUNA EXCLUSIVA PARA A EDIÇÃO DOS JORNAIS DE DOMINGO, 2 DE DEZEMBRO DE 2012

Um grupo de traficantes foi preso em Taubaté, SP. Com eles, num tablet, a informação explosiva: uma lista de mais ou menos 500 pessoas, todas pertencentes a famílias de origem libanesa e chinesa, com endereço e telefone residencial e profissional, celulares, mais informações diversas – por exemplo, “este nome não aparece no Google”. Tudo indica que se tratem de possíveis alvos. Um dos integrantes da lista foi morto a tiros quando viajava a Ribeirão Preto, SP; dois outros, um de origem libanesa, um oriental, foram assaltados em Mogi das Cruzes, SP. O de nome libanês foi torturado de várias maneiras durante o assalto: além de tomar choques, o queimaram com cigarro. A lista abrange famílias do Vale do Paraíba, Litoral Norte, Serra da Mantiqueira, Alto Tietê – e cidades importantes como São José dos Campos, Taubaté, Mogi das Cruzes, Ubatuba, São Sebastião.

As investigações são comandadas pelo delegado Juarez Toti, de Taubaté. O boletim de ocorrência tem o número 631-2012. Os integrantes da lista, ao menos em algumas das cidades, foram avisados pela Polícia. Agora, o detalhe mais curioso: a descoberta da lista ocorreu em 15 de novembro. Duas semanas depois, o comando da máquina de segurança pública ainda não se manifestou.

Os criminosos não pouparam esforços para elaborar sua lista. Concentraram-se em nomes árabes e chineses. Em alguns casos, havia um esclarecimento após o nome árabe: “este é judeu”.

Estará o comando da Secretaria da Segurança paulista amparando a investigação a respeito desse tipo de crime tão organizado?

Coincidência

Aliás, este é um caso que merece atenção não apenas da Secretaria da Segurança, mas principalmente do governador. A lista é um desafio ao poder do Estado. E com uma agravante: Geraldo Alckmin é de Pindamonhangaba, que fica no Vale do Paraíba, área ameaçada pelo crime organizado.

Informação para quê?

O caro leitor há de perguntar por que, um mês após a descoberta da lista, os meios de comunicação nacionais ainda não entraram no caso. Boa pergunta.

Cansei de ver inocente chorando: BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO…A mãe, o pai, a mulher, os filhos… até a 4a. geração… Raça maldita! 59

SP: após comprar moto dos sonhos, casal foi morto na 1ª viagem

30 de novembro de 2012 09h19 atualizado às 10h54

O empresário publicou uma foto da moto que comprou em sua página no Facebook. Foto: ReproduçãoO empresário publicou uma foto da moto que comprou em sua página no Facebook Foto: Reprodução

A motocicleta usada pelo casal que foi morto na noite desta quinta-feira em uma tentativa de assalto na avenida dos Bandeirantes, em São Paulo, foi comprada no dia anterior pelas vítimas, segundo informações da Polícia Civil. O comerciante Rafael Jesus Fulaz, 31 anos, e a mulher dele, Sibele Carla Pedroso, 36 anos, se mostravam apaixonados por velocidade em suas páginas nas redes sociais.

No início do mês, Rafael, que mora em Mongaguá, no litoral paulista, chegou a publicar no Facebook  a foto de uma moto do modelo Honda Fireblade Repsol, recém-adquirida. “Sonhar… não custa nada… Mas tem sonhos que se realizam”, publicou o empresário, que foi morto por criminosos durante a primeira viagem em sua moto nova.

O casal, que saiu do litoral com destino à cidade de Itu, no interior de São Paulo, era acompanhado pelas duas filhas de Sibele, que ocupavam um carro. Quando pararam em um trecho da avenida dos Bandeirantes, na zona sul de São Paulo, os dois foram abordados por dois criminosos em uma moto.

Ao reagirem ao assalto, o casal foi baleado e, durante uma tentativa de fuga, a moto acabou batendo em um veículo. Feridos, Rafael e Sibele não resistiram e morreram no local.  O caso foi registrado no 27º DP, do Campo Belo e será investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Até a manhã desta sexta-feira, nenhum criminoso havia sido preso.

SEJA UM POLICIAL COM MÚLTIPLAS CAPACITAÇÕES – Concurso Agente Policial da Polícia Civil – ensino fundamental : vencimentos a partir de R$ 2.278,05 183

Enviado em 30/11/2012 as 12:26 – ESCRILUDIDA

INSTRUÇÕES ESPECIAIS – AP 1/2012      I – DAS VAGAS      Estas instruções regulam o Concurso Público para o provi- mento, inicialmente, de 391 (trezentos e noventa e um) cargos vagos de Agente Policial, para o Estado de São Paulo, reservan- do-se o percentual de 5% (cinco por cento), ou seja, 20 (vinte) vagas aos candidatos portadores de necessidades especiais, nos termos da Lei Complementar nº. 683/92.      II – DA REMUMERAÇÃO O Agente Policial de 3ª Classe tem o total de vencimentos a partir de R$ 2.278,05 (dois mil, duzentos e setenta e oito reais e cinco centavos), correspondentes à soma dos valores do salário- base, da Gratificação pelo Regime Especial de Trabalho Policial – RETP, e do Adicional de Local de Exercício de Nível I. ……………………………………………………………………………………………….. IV – DAS CONDIÇÕES DE PROVIMENTO     1. São condições para o provimento do cargo:     1.1. ser brasileiro;     1.2. ter no mínimo 18 anos de idade;     1.3. não registrar antecedentes criminais;     1.4. estar no gozo dos direitos políticos;     1.5. estar em dia com o serviço militar;     1.6. ter capacidade física e mental para o exercício do cargo;     1.7. ter conduta irrepreensível na vida pública e privada;     1.8. ser habilitado para a condução de veículos automotores na categoria “D”, no mínimo;     1.9. ter sido aprovado no Concurso, observado o número de vagas colocadas à disposição;     1.10. ser portador de certificado de conclusão de nível fundamental expedido por instituição de ensino, pública ou privada, devidamente reconhecido e registrado; e     1.11. ter conhecimento prático em digitação. ……………………………………………………………………………………………………………………..

Blog do PCC…( Foi mais fácil e rápido – durante a greve de 2008 – tirar o Flit Paralisante – blog de policiais civis – do que esse blog do PCC ) 11

Justiça tira do ar blog usado pelo PCC

No site, pessoas que se identificavam como integrantes da facção criminosa publicavam textos de apoio às ações dos bandidos

Marcelo Godoy, do

Mão no computador

Em uma das seções do blog, havia o estatuto da facção com o conjunto de regras que devem ser cumpridas pelos bandidos batizados

São Paulo – A Polícia Civil conseguiu na Justiça a retirada do ar de um blog do Primeiro Comando da Capital (PCC). A decisão foi tomada pela juíza Flávia Castellar Olivério, do Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo), do Tribunal de Justiça de São Paulo.

A existência do blog primeirocomandodacapital foi detectada pela polícia no começo de novembro. Nele, pessoas que se identificavam como integrantes da facção criminosa (“Representamos a facção PCC”) publicavam textos de apoio às ações dos bandidos (“O crime é o crime. E, se mexe com ‘nóis’, ‘nóis’ corresponde!”).

Em uma das seções do blog, havia o estatuto da facção com o conjunto de regras que devem ser cumpridas pelos bandidos batizados – os que resolvem fazer parte da organização. Um dos documentos faz uma advertência às autoridades: “Conhecemos nossa força e a força de nossos inimigos”. O texto termina com o lema da facção: “Paz, Justiça e Liberdade”.

Detectado pelo Comando da Polícia Militar, o blog foi alvo de uma correspondência entre o ex-comandante-geral Roberval França e o ex-delegado-geral Marcos Carneiro Lima. A PM informou à Polícia Civil sobre o blog. Coube ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) a investigação.

No dia 13, o delegado Hélio Bressan, do Deic, representou à Justiça para que o blog fosse retirado do ar. O delegado também pediu que o conteúdo fosse armazenado pelo provedor e a quebra do sigilo cadastral do autor do blog, “bem como do endereço IP utilizado para a conexão por ocasião da criação do blog”.

Em sua decisão, a juíza diz que o conteúdo do blog demonstra que, “em tese”, ele era usado para “a prática de incitação e apologia ao crime”. Para ela, a quebra do sigilo dos dados cadastrais deve ser feita porque “não se pode admitir tais condutas sob a proteção do anonimato, com a utilização de pseudônimos, razão pela qual também não se justifica a manutenção da página na internet”.

Ex-policiais investigados por mortes de PMs 5

30/11/2012 08:37

Grupo conhecido como Firma pode estar por trás dos assassinatos recentes de policiais Thaís Nunes

A participação de um grupo de matadores de aluguel conhecido como “Firma”, formado por ex-policiais civis e militares, é investigada na série de execuções registrada em São Paulo nos últimos sete meses. Entre as vítimas dos pistoleiros estão policiais militares da ativa.

Em 2009,  o grupo foi descoberto quando Ministério Público e Polícia Civil passaram a investigar o assassinato do investigador José Carlos dos Santos, de 38 anos. O ex-PM Jairo Ramos dos Santos, de 40, assumiu o crime e confessou ter matado mais dois policiais e outras cinco pessoas.

Jairo também revelou detalhes do funcionamento da Firma. O grupo cobrava de R$ 30 mil a R$ 50 mil por execução. Mortes de policiais custam mais. As investigações apontam ligação dos pistoleiros com o tráfico de drogas, exploração do jogo de azar e roubo de armas na região do ABC paulista.

O uso de informações privilegiadas dos bancos de dados da polícia é outra característica do bando, que conta com apoio de policiais da ativa. Apesar dos indícios e da confissão de Jairo, a polícia não conseguiu provas contra nenhum dos  outros quatro ex-PMs identificados.

Na atual onda de violência, o caso em que o envolvimento do grupo está mais claro é a execução do sargento Marcelo Fukuhara, morto em Santos, no litoral, em julho.

A investigação acredita que os pistoleiros tenham conseguido dentro da corporação informações sobre horários da escolta do sargento, que  estava jurado de morte. Assim como os outros PMs assassinados pela Firma, Fukuhara foi fuzilado. O PCC teria pago R$ 500 mil para os executores do sargento, segundo o inquérito policial.

Quanta maldade não se fez – com a mão dos coronéis da PM – contra a população pobre da Capital…( Quantos incêndios criminosos não foram executados pelos interessados nas desocupações ) 45

MP investiga remoção de favelas próximas a empreendimentos em SP

Publicado em 29 de novembro de 2012 às 4:46 pm    ·

Os moradores foram removidos da região da avenida Chucri Zaidan, polo comercial de alto padrão do Campo Belo, onde 14 empreendimentos imobiliários foram ou serão lançados.

As informações são do UOL Cotidiano

A Promotoria de Habitação e Urbanismo de São Paulo investiga a remoção de moradores de favelas localizadas no entorno de 14 empreendimentos imobiliários lançados ou em vias de lançamento na região da avenida Chucri Zaidan, polo comercial de alto padrão do Campo Belo, na zona sul da capital paulista.

A área está dentro do perímetro da operação urbana Água Espraiada, da Prefeitura de São Paulo, que prevê a revitalização da região, próxima à avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, com a implementação de habitações sociais, sistema viário e transporte coletivo.

De acordo com o promotor José Carlos Freitas, o Ministério Público apura se as famílias removidas, supostamente em função de interesse imobiliário, estão sendo levadas para habitações sociais perto de onde moravam, conforme previsto.

Freitas solicitou em setembro à Prefeitura de São Paulo dados sobre a assistência médica, social e habitacional dada aos moradores da região da Água Espraiada, inclusive da favela Sônia Ribeiro, conhecida como Piolho, que foi alvo de um incêndio que deixou mais de mil desabrigados no início daquele mês. A comunidade, que fica no Campo Belo, está próxima do Aeroporto de Congonhas e das obras da linha 17-ouro do Metrô.

A Prefeitura informou que foram arrecadados R$ 3,2 bilhões para a operação urbana, de modo que R$ 2,9 bilhões advêm de leilão de Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção).

Segundo o promotor, cerca de R$ 106 milhões (3,3% do arrecadado) foram gastos em obras de desapropriação e R$ 76 milhões em “taxa de administração” da SP Urbanismo (2,3%), que gerencia a operação, enquanto apenas R$ 73 milhões (2,2%) foram para as Habitações de Interesse Social (HISs). Com isso, sobraram quase R$ 2,5 bilhões –78% do arrecadado– ainda sem uso.

Vista privilegiada

Procurada pela reportagem do UOL, a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou que os R$ 73 milhões destinados às HISs são para obras nos conjuntos Jardim Edite (R$ 31.462.963), Corruíras (R$ 26.452.295) e W. Luiz-Estevão Baião (R$ 15.796.960).

Mais R$ 106 milhões destinados a desapropriações, disse a pasta, serão gastos nos terrenos onde serão construídos os três conjuntos citados “e demais HISs nos setores Jabaquara e Americanópolis”.

Sobram ainda R$ 152 milhões (4% do arrecadado) de recursos vinculados, que estão em caixa e devem ser usados em HISs. A secretaria afirma que, somando os valores, o total destinado às habitações é de cerca de R$ 332 milhões, embora não detalhe como e quando a maior parte do dinheiro será empregada.

“É possível verificar que a parcela destinada a HIS tem superado a casa dos 10%, índice que se tornou, a partir da Lei 15.416/2011, o mínimo a ser aplicado em HIS, voltado ao atendimento das famílias moradoras de favelas atingidas pelas obras do Programa de Intervenções da OUC Água Espraiada”, informou o órgão.

Sobre a taxa de administração, a pasta disse que ela também engloba a SP Obras e “remunera os serviços prestados para gestão, gerenciamento, acompanhamento de todo o processo de emissão, distribuição e vinculação de Cepacs, bem como de obras, projetos, desapropriações e demais despesas no âmbito da OUC Água Espraiada”.

A taxa de administração, segundo a Prefeitura, é de 1,5% sobre o valor arrecadado de Cepacs e de 3% sobre todas as demais despesas mencionadas. Veja a apresentação do projeto da Prefeitura para a Chucri Zaidan:

Livro Investigacao Criminal 28

LIVRO INVESTIGA��O CRIMINAL – DESEMBARGADOR ALBERTO TAVARES.pdf

Assunto: Enviando livroinvestigacaocriminal.pdf

Os Riscos da Investigação pelo Ministério Público.

A Adepol /MA Apoia a PEC da Cidadania e Destaca a Necessidade de Filtro Sucessivos de Controle dos Atos das Autoridades e Instituições, Fruto do Princípio Secular dos Freios e Contrapesos.

26/11/2012 – 20:00

Desembargador Alberto Tavares escreve livro defendendo a exclusividade da presidência do inquérito criminal pela Polícia Judiciária
O desembargador Alberto José Tavares escreveu um livro onde alerta sobre os riscos da usurpação da atividade de investigação criminal pelo Ministério Público (MP). A obra Investigação Criminal: Competência discorre sobre temas como a persecução penal, apuratórios de crimes e a atividade policial, tratada em relação ao Ministério Público e as funções que devem ser exercidas por cada órgão do sistema persecutório.
  Comunicação ADEPOL / MA

Escrivães, Investigadores e Policiais civis iniciam mobilização no dia de hoje 292

Enviado em 28/11/2012 as 13:21 – Thirteen
 SEPESP

Os sindicatos e associações dos escrivães, investigadores e policiais de São Paulo, Sorocaba, Campinas e Jundiaí realizarão na quarta-feira, dia 28, uma mobilização geral em todo o Estado. O movimento conta com o apoio da Associação Internacional de Polícia (IPA). As entidades aprovaram a decisão, em reunião realizada no dia 12, que visa pressionar o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a responder a pauta de reivindicações das categorias. Segundo o presidente do SEPESP/CUT, João Xavier Fernandes, o governo tem tratado com “descaso”  o trabalho dos policiais. “Entregamos a nossa pauta de reivindicações ao governador  em maio desde ano e até agora não tivemos resposta”,conta. O sindicalista explica que as categorias reivindicam condições decentes de trabalho nas delegacias e a equiparação salarial com o cargo de perito, em razão que ambos têm curso superior. Hoje, um Escrivão recebe R$1.782,30 já o perito cerca de R$4.909,30 (ver boxe abaixo). As categorias também pedem o pagamento de adicionais com base no salário, melhores condições de trabalho e uma jornada de trabalho de 40horas/semanais. Atualmente, os escrivães e investigadores trabalham bem acima das 40 horas, chegando até 50 horas nas delegacias de polícia. “A nossa categoria está sendo massacrada e está com os salários defasados há mais de 16 anos”, desabafa João Xavier Fernandes.

Campanha Os sindicatos e associações das categorias lançaram a Campanha “Salário digno e Condições de Trabalho: Reação Já!, que tem o objetivo de demonstrar a indignação e o repúdio em relação às más condições de trabalho e salário nas delegacias no Estado. As entidades pedem aos policiais que usem o adesivo da Campanha nos seus locais de trabalho. Para receber, os policiais podem enviar um e-mail para: sepesp@sepesp.org.br ou buscar o material pessoalmente na sede do Sindicato (Av. Prestes Maia, 241 / Rua Brigadeiro Tobias, 118 – 24º andar – Salas 2408/2412- centro). Os associados ao SEPESP receberão o material pelo correio. O SEPESP/CUT informa que, no dia 4 de dezembro, as entidades se reunirão para avaliar o resultado da Campanha e também definirão novas estratégias de ação.

Delegacias Um levantamento inédito realizado pelo SEPESP/CUT revela que as condições de trabalho dos Escrivães de Polícia nas delegacias da capital e interior de São Paulo são precárias. Segundo o balanço realizado a partir de novembro de 2011, que inclui mais de 40 delegacias, os escrivães sofrem com escalas desumanas, que passam de 24 horas sem descanso, com a falta de espaço para guardar seus materiais de trabalho e com o acúmulo de atribuições que, além das suas próprias tarefas, executam outras que são de exclusividade dos delegados. Ainda há uma determinação da gestão do governo do Estado de São Paulo que obriga os escrivães a realizar o registro de boletins de ocorrência em um tempo limite de até 20 minutos. “Quem teve essa ideia absurda não levou em consideração que cada tipo de fato possui sua complexidade. Enquanto elabora o boletim de ocorrência, o Escrivão realiza atendimento a outras partes que comparecem ao plantão e também atende ao telefone ou colhe assinatura dos registros já feitos. Ele sempre trabalha sozinho! Hoje, os plantões viraram atendimentos “fast-food” de ocorrências diversas e pronto-socorros sociais”, desabafa Heber Sousa, diretor do SEPESP. O sindicalista acrescenta que é vergonhoso os valores de R$ 3, referentes ao vale transporte, e de R$ 20, de ajuda de custa para alimentação, limitados a 12 dias trabalhados, pagos pelo Governo do Estado. “Assim fica latente a desvalorização da carreira do Escrivão de Polícia na gestão tucana”. O SEPESP e o SIPESP representam cerca  de 21 mil escrivães e investigadores da Polícia Civil em todas as delegacias do Estado de São Paulo.

Entidades que assinaram o documento ao governador Alckmin SEPESP/CUT (Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo) SIPESP – (Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo) SINPOL/Sorocaba  (Sindicato dos Policiais Civis) SINPOL/Campinas(Sindicato dos Policiais Civis) SINPOL/Jundiaí – (Sindicato dos Policiais Civis) AEPESP (Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo) IPA (Associação Internacional de Polícia) AFPCESP (Associação dos Funcionários da Polícia Civil do Estado de São Paulo)

Assessoria de Comunicação do SEPESP/CUT

Agência: Mídia Consulte Comunicação Fone(11)3101-1912

Jornalista Responsável: Viviane Barbosa Mtb 28121 E-mail: viviane.assessoria@midiaconsulte.com.br

O procurador de Justiça Antonio Carlos da Ponte ocupará o cargo de secretário-adjunto da Segurança Pública 46

28/11/2012-06h00

Prazo para conter a violência é ‘para ontem’, afirma Alckmin

DO “AGORA”

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse ontem que o prazo para conter a onda de violência na Grande São Paulo é “para ontem”.

“Está todo mundo trabalhando com urgência e empenho nessa questão”, disse.

A declaração foi dada durante a posse dos novos chefes das polícias Civil e Militar, à tarde, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo, no Morumbi (zona oeste).

O coronel Benedito Roberto Meira assumiu o comando-geral da PM e Luiz Maurício Blazeck se tornou o novo delegado-geral. Celso Perioli, superintendente da Polícia Técnico-Científica desde 1998, permanece no cargo.

Alckmin destacou uma das promessas do novo secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira: a de diminuir o tempo de chegada da perícia ao local do crime. “O doutor Grella determinou que a perícia tenha inclusive um prazo para chegar às ocorrências”, disse Alckmin, que não especificou o prazo.

O governador disse ter autorizado a nomeação de 33 legistas e 47 peritos. Para Perioli, com os novos servidores, o tempo médio de atendimento dos peritos, hoje de 57 minutos, “tenderá a cair”.

Também foi anunciado ontem o nome do procurador de Justiça Antonio Carlos da Ponte para o cargo de secretário-adjunto da Segurança Pública. Nenhum dos empossados por Alckmin deu entrevista. (LÉO ARCOVERDE)