Gaeco estourou a banca do jogo do bicho do Nequinho? Quando? Estão funcionando tecnologicamente em toda a Baixada… Enquanto o GAECO corre atrás de peixe miúdo o jogo passou a ser administrado por provedores instalados na Bulgaria com a estrutura da máfia Russa…Que o GAECO ordene a PM prender apontador , pois banqueiro será difícil! 31

Atualizada em 14 de agosto de 2021

Gaeco estoura banca do jogo do bicho e denuncia família inteira e mais quatro pessoas

Por Eduardo Velozo Fuccia / Vade News em 21/07/2021 às 19:01

Foto por: Vade NewsPor Eduardo Velozo Fuccia / Vade News

A Justiça recebeu denúncia do Ministério Público (MP) contra nove pessoas, sendo cinco da mesma família. Elas são acusadas de constituírem organização criminosa armada para explorar a contravenção penal do jogo do bicho na Baixada Santista. Os delitos de lavagem de dinheiro e corrupção passiva e ativa também são atribuídos aos réus.

Com mais duas mil folhas, procedimento de investigação criminal (PIC) do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do MP, serviu de base à denúncia, recebida no dia 15 de junho. O dossiê apurou as atividades da suposta organização criminosa no período compreendido entre março de 2013 e julho de 2017.

Além dos nove réus, outras pessoas não identificadas fariam parte da organização, “estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas”, conforme o Gaeco. O grupo seria liderado pelo empresário Manoel Rodrigues Júnior, o Neco. Ele pagaria propina a policiais civis e militares para o sucesso e a manutenção do esquema ilícito.

No entanto, apenas um agente público de segurança da ativa foi denunciado pelo MP: o cabo Ary Dias. Em abril de 2019, a Polícia Militar o expulsou de seus quadros por “conduta transgressional de natureza grave”, consistente em prestar serviço extra na banca do jogo do bicho de Neco, omitindo-se no dever de agir para cumprir a lei.

Gaeco estoura banca do jogo do bicho e denuncia família inteira e mais quatro pessoas
Construtora de Neco e das irmãs seria usada para branquear capitais e foi sequestrada pela Justiça (Foto: Reprodução / Vade News)

Outros réus da ação penal, que foi distribuída à 1ª Vara Criminal de Santos, são Tatiane Oliveira Gomes da Silva, mulher de Neco, e as três irmãs do empresário: Zilmara de Souza Rodrigues, Zilma de Souza Rodrigues e Zicely de Souza Rodrigues Alves Carneiro. O banqueiro e as irmãs são sócios da Construtora e Incorporadora 3Z.

Com o respaldo de mandado judicial e auxílio de força policial, promotores do Gaeco estiveram na sede da empresa, no bairro Aparecida, e recolheram farta documentação referente à prática e organização do jogo de azar, como documentos de contabilidade e centenas de pules (folhas nas quais são registradas as apostas do jogo do bicho).

O Gaeco apurou que Neco também é sócio da MR Eventos, no Valongo. Coincidência ou não, o capital social de cada empresa é de apenas R$ 10 mil e nelas não foi detectada a movimentação de pessoas em abril de 2016, quando o MP as monitorou. Para os promotores, os indícios são de que elas serviam para lavar o dinheiro do jogo do bicho.

Mandados de busca e apreensão também foram cumpridos em dois endereços vinculados a Neco e em um terceiro ligado a Zicely. Nos primeiros locais havia seis carregadores, munições, pistola, duas granadas e máquina de choque. No apartamento da irmã foram achados revólver, três espingardas, pistola, carregador e 57 munições.

Poder feminino

A central do jogo do bicho funcionava em um imóvel residencial na Rua Joaquim Távora, na Vila Mathias. O lugar passou a ser vigiado, resultando na identificação de veículos e pessoas que para lá se dirigiam. Depois, o quartel-general da jogatina se mudou para a Rua Comendador Martins, no mesmo bairro, e o monitoramento prosseguiu.

Pelo menos oito motocicletas eram utilizadas pelos “apanhas ou “recolhas”, funcionários da banca incumbidos de arrecadar as apostas e os valores pagos aos cambistas nos diversos pontos de jogo espalhados pela região, em especial Santos. Outro imóvel na Vila Mathias era utilizado como base de apoio da central, de acordo com a denúncia.

A acusação formal do MP aponta Tatiane como responsável por parte da contabilidade da organização. As irmãs de Neco, ainda conforme o MP, “não apenas usufruíam do lucro dos negócios ilícitos, mas participavam diretamente dos rumos da organização, chegando a cobrar do irmão Manoel maior poder de gerenciamento”.

Grampo telefônico

Assuntos relacionados à segurança e à organização da banca do jogo do bicho eram tratados por Fábio Carvalho Necchi, homem de confiança de Neco, com Wellington Luiz Gomes e o policial militar reformado Luiz Nogueira Filho. Ligações telefônicas interceptadas pelo Gaeco com autorização judicial revelaram tais diálogos.

A pedido do MP, a Justiça autorizou a quebra do sigilo telefônico de 11 linhas, envolvendo dez pessoas. Também com a devida permissão judicial, dados bancários dos investigados e das empresas de Neco foram devassados e “demonstraram enorme fluxo de dinheiro e ausência de qualquer atividade econômica real”.

Somados às investigações de campo e aos documentos, armas e demais objetos apreendidos nos endereços vistoriados, os dados provenientes das quebras dos sigilos telefônico e bancário possibilitaram aos promotores dividir os réus em três núcleos: gerencial, operacional e de segurança.

Integrado por Neco e sua família, o núcleo gerencial era o responsável pela gestão financeira do grupo e pela lavagem de capitais. O núcleo de segurança contava com a participação de policiais, da ativa ou não, e garantia a “tranquilidade” das atividades da organização. O setor operacional supervisionava o funcionamento da banca.

Os promotores Silvio Loubeh, Henrique Junqueira de Carvalho Neto, Vinicius Rodrigues França e Fabio Perez Fernandez assinaram a denúncia. Eles requereram o sequestro de bens móveis e imóveis, além do bloqueio das contas bancárias dos réus e das empresas até o montante de R$ 7.886.703,07, para fins de ressarcimento ao final da ação.

Este valor refere-se à soma do dinheiro em reais apreendido, bem como às quantias creditadas nas contas dos réus sem comprovação de origem lícita. O pedido de bloqueio foi deferido pelo Judiciário. Conforme a equipe do Gaeco, “a ciranda do lucro fácil e ilícito certamente apenas cessará com a intervenção do Estado-juiz”.

Outro lado

Defensor de Neco, Tatiane, Zilmara, Zicely e Zilma, o advogado Eugênio Malavasi disse os clientes optaram pelo silêncio quando foram intimados a depor no PIC porque não tiveram acesso a todos os dados da investigação do MP. “Eles afirmam que são inocentes, mas só se manifestarão no processo, com a ampla defesa e o contraditório garantidos”.

Advogado de Fábio Necchi e Wellington Gomes, Fábio Menezes Ziliotti justificou que os clientes nada declararam durante a investigação do MP, porque têm o direito de apenas se pronunciar em juízo. Porém, de antemão, ele afirmou que a dupla nega participação no esquema denunciado pelo Gaeco.

Luiz Nogueira Filho e Ary Dias são representados pelos advogados Guilherme Martins e Eduardo Durante, respectivamente. Os defensores já apresentaram no processo resposta à acusação por escrito, na qual pedem a rejeição da denúncia pelo não preenchimento de requisitos legais. No mérito, alegam não haver provas contra os clientes.

O CASO DO BICHEIRO OSTENTADOR CARLINHOS VIRTUOSO E A RIGOROSA CONDENAÇÃO DE CINCO EXCELENTES INVESTIGADORES 8

O CASO DO BICHEIRO OSTENTADOR CARLINHOS VIRTUOSO E A CONDENAÇÃO DE CINCO EXCELENTES INVESTIGADORES

0 juiz titular da 5ª Vara Criminal de Santos, no último dia 26 de julho , fez publicar sua sentença condenatória em desfavor de 5 policiais civis, do gerente da Banca Virtuoso e, também, em desfavor de cerca de 30 ex-funcionários da Banca, entre eles policiais militares ativos e inativos.

O processo foi iniciado em razão de investigação e denúncia do GAECO – Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – que se iniciou em 2013.

As penas infligidas aos policiais civis foram demasiadamente exacerbadas, alcançando 13 anos e 4 meses de reclusão por corrupção passiva, que deverão cumprir em regime fechado.

O gerente do Carlinhos Virtuoso foi condenado a 18 anos e 10 meses em regime fechado.

A caixinha do jogo ajuda na renda de um grande numero de policiais civis…Ajuda no supermercado!

Não é nenhuma vergonha, perto do que gente que se acha acima de suspeitas faz para turbinar seus já vantajosos vencimentos.

Vergonha é tomar R$ 100.000,00 por mês e mandar pagar apenas R$ 100,00 , para o plantonista.

Vergonha é delegado titular receber R$ 20.000,00, mas não deixar o mensageiro nem sequer receber R$ 1.000,00.

Vergonha sofri ao não ser cumprimentado por uma magistrada, negando-me um simples aperto de mão.

Não que me fizesse falta; apenas cumpri o ritual de vinte e poucos anos. Esqueci que era o Réu que supostamentev caluniou o sogro de um desembargador. Sim, ele se arrependeu do crime e desistiu voluntariamente de dar continuidade depois da maracutaia virar noticia Global.

Não sou bandido e não se tratava de uma mulher numa festa. Era uma funcionaria publica em seu gabinete.

Mas a maior vergonha foi, ao final da audiência, ela levantar do seu trono indo abraçar o Dr. Ruy Estanislau Silveira Mello, se desculpando por ele ter vindo de Brasília arrolado como testemunha do ofendido , dando-lhe forte abraço e mandando lembranças para o presidente Michel Temer…Pode? E me condenou sabendo que, pela lei anterior a 2010, poderia ter declarado extinta a punibilidade. Condenou e na própria sentença já assinalou a prescrição e, depois, me negou o direito a apelar sob a alegação de que equivalia a absolvição. Se eu fosse amigo do Temer seria bem diferente.

Mas retomando o assunto, durante meses os Promotores do GAECO, muito bem remunerados pelo Erário – graças a legislação imoral e de duvidosa legalidade que concede privilégios a magistrados, promotores, procuradores do estado e fiscais de renda – sempre contando com o apoio da escumalha da honestíssima PM; que se presta a destruir a vida de policiais, mas quando se trata de bandidos violentos se escondem apavorados (quem ajuda a foder policial sem mostrar a cara não passam de alcaguetes, bajuladores e , também, corruptos, embolsam , a tal verba para operações sigilosas ) realizaram campanas nas cercanias da fortaleza do jogo do bicho.

Além das escutas telefônicas iniciadas ilegalmente pela Corregedoria da PM e depois coonestadas pelo MP e Poder Judiciário

Os cinco policiais civis apenas tiveram má sorte. Não são bandidos; a coletividade perdera bons elementos.

Não estou defendendo a corrupção, fazendo apologia ou o diabo a quatro. Penso que promotores e magistrado , sob o pretexto de cumprimento estrito da lei , agem com extrema crueldade contra policiais subalternos.

Pois é assim que a banda, há mais de 50 anos, toca!

E com o conhecimento de todas as hipócritas – mas muito bem subsidiadas graças a leis imorais – autoridades deste Estado. As quais as elaboram para se locupletar à custa da sociedade, posto serem verdadeiros alvarás para o butim legalizado.

O policial civil não toma dinheiro da coletividade. Não possui privilégios.

Vai buscar de criminosos!

E não é segredo que foi o subscritor, quando ainda era Delegado, que denunciou o 1530 na Baixada Santista, também não é segredo que fez diversas postagens relacionadas ao Sr. Carlinhos ostentador.

Um cara que se fosse cozinheiro, antes de servir o policial, cuspiria na comida.

Pois sempre teve asco pela Polícia. Nunca existiu nenhuma organização criminosa formada por policiais civis e contraventores.

A corrupção foi institucionalizada no tempo do Hely Lopes Meirelles pelos banqueiros e políticos alinhados a ditadura militar! Ora, ninguem vai torturar e matar por um salario de merda! Há sempre alguma vantagem financeira!

O signatário, também, prestou declarações formais ao GAECO, além de representações expressas, as vezes manuscritas, a Corregedoria e ao próprio MP.

Mas anteriormente não queriam pegar peixe miúdo como agora andam fazendo.

Aliás, já que são incapazes de serem rigorosos com os mais fortes deveriam ser benevolentes com os mais fracos.

Chefe de DP não fica rico com dinheiro de contraventores. Pagam escolas e supermercado, mais nada!

Dizem que tudo começou graças a um escrivão que não estava tentando reprimir a corrupção, estava mesmo com a vontade de obter um pedaço dela. Posso ate estar enganado, mas se eu fosse criar caso com apontador de jogo não me sobraria tempo para mais nada!

O valente policial se deparou com um deles dentro de um bar e “cumprindo seu honroso dever ” interveio na popular “fezinha” e apanhou da freguesia e o furdunço acabou sendo mais um elemento de produção de prova sobre o envolvimento policial com o jogo do bicho.

Melhor dizendo: mais um pretexto!

E ainda foi bocudo com policiais civis que mandaram o suposto ‘ingênuo” procurar o que fazer.

Queria, na verdade, por vaidade ferida, a desgraça funcional de colegas, tão subalternos quanto ele próprio.

Como não obteve o atendimento que exigiu de dois investigadores do 7 DP, chamou o GOE e a PM. No distrito o investigador chefe apenas quis evitar um desgaste desnecessário e salvaguardar a instituição e o “escrivão”, pois a retaliação certamente viria de outras bandas.

Pois bem, foi lavrada a ocorrência, mas sem menção a suposta atividade do apontador do jogo.

E com aquela conversa de policial desonesto, repetiu ao MP o velho enredo de PM chifrudo inconformado com decisão de delegado: suposta reunião reservada entre delegado titular, investigador-chefe e um advogado do apontador do jogo. Em palavras mais claras: ACERTAMENTO A PORTAS FECHADAS!

Consta dos autos que os “bagrinhos” recolhiam verdadeira fortuna para o Palácio da Policia Civil.

Uma grande novidade.

Há muitos outros palácios neste estado que recebem a maior parcela da arrecadação do jogo do bicho.

E há aqueles que recebem propina de grandes empresas de informática.

Mas uma coisa é ganhar uma gorda nota de um representante da Microsoft outra é tomar 10% do faturamento de um bicheiro.

O primeiro é barão, o segundo é ladrão!

Mas, verdadeiramente, de uns tempos para cá só tem guloso na São Francisco.

Com a ladainha do venha a nós primeiro, depois a gente vê se sobra para o resto.

E o resto que se lasque!

Diga-se de passagem, foi o subscritor que relatou a triste realidade institucionaliza aqui pela paulistanada ( paulista danado de ladrão ) ; que aportou nas nossas praias em 2015.

E , sem hipocrisia , não fez por amor a moralidade, muito menos para ficar com um pedaço da corrupção.

Fiz mesmo por, sentimento pessoal, ódio de quem me usou para se passar de bom moço, trabalhador e “honestíssimo”.

E de outro que tripudiou da minha “infelicidade”, “recalques” e “frustrações” funcionais. Ambos estão de boa! Aqui é São Paulo, terra de bandeirantes ( bandidos ).

Mas na policia sabe como é: dinheirinho na mão todo mundo quer, mas culhões para meter a cara ou o cano são poucos.

Antes pegava a propininha quem fosse buscar diretamente com o preposto dos bicheiros. Depois monopolizaram, e nem com R$ 50,00 ajudavam o tira do PS. E a minha opinião pessoal, bicheiro e maquineiro que estabelece o acertamento com a cúpula apenas vaib se ferrar. Eles não garantem nada, não podem fazer nada que não seja perseguir policial civil que se atrever a atravessar as atividades.

O resultado: a base boicota a cúpula e alcagueta a atividade todos os dias!

Mas neste caso, na verdade, nem foi por conta da confusão envolvendo o escrivão e os tiras do 7 DP.

Foram, certamente, as alterações nas leis sobre o crime organizado e lavagem de dinheiro, sancionadas pela Dilma em 2012.

Deram maiores instrumentos legais contra os bicheiros.

Antes não se punia lavagem de dinheiro de contravenções.

E, pelo que ouvi dizer, não li a sentença integralmente, o juiz romanceou a sua decisão. Se duvidar todos os dias um apontador entra no Fórum para que os funcionários façam uma fezinha.

Excelência, tenha do, condenar investigador – a penas tão graves – que não passa de um serviçal do titular da Secretaria de Segurança Pública não foi fazer Justiça; está mais para crueldade!

E os promotores querem mais rigor…No MP, nao sei, mas na policia Sanha persecutória é traço muito comum nos grandes corruptos.

Eu fico pensando, com tanto rigor, essa gente deve fazer xixi sentados, para não deixar um respingo macular o chão do banheiro.

O seu auxilio plano de saúde é o dobro do que um Delegado titular periférico pode receber de pau da contravenção.

Mas o pior: serão execrados por muitos dos demais policiais (gente que tem prazer com a desgraça funcional do colega) e demitidos pela hierarquia superior ( por quem recebeu, muitas e muitas vezes, o envelopinho das mãos dos reprochados) .

Dirão: “cada qual que carregue a sua cruz”…Deram azar, fazer o quê?

Finalizo: policial receber propina de contraventor faz parte da elástica moral policial. Deles tripudiar é psicopatia.

Imoral, abjeto , vergonhoso e nefasto: é ver juízes vendendo sentenças Brasil afora!