Em Noite de Gala, Governador Geraldo Alckmin prestigia o aniversário dos 65 anos da ADPESP – Chapa 2 – Nova ADPESP Presidente: Marilda Aparecida Pansonato 14

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Evento, que reuniu mais de mil convidados, apresentou inesquecível show de Guilherme Arantes e sorteio de valiosos prêmios

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, completou em 11 de novembro seus 65 anos de fundação e para celebrar a data, a entidade realizou na sexta-feira (14/11) a Noite de Gala do Jubileu de Platina com show de Guilherme Arantes e sorteio de um carro e quatro motos zero quilômetro.

A festividade, promovida no Clube Atlético Monte Líbano, reuniu mais de mil convidados, entre autoridades, associados, diretores e parceiros da ADPESP. O Governador Geraldo Alckmin juntamente com o Secretário de Segurança Pública, Dr. Fernando Grella, o Secretário de Planejamento, Julio Semeghini  e o Delegado Geral de Polícia, Dr. Luiz Mauricio de Souza Blazeck, prestigiaram a festa que também contou com a presença do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá, o Deputado Estadual Fernando Capez, a Deputada Estadual Maria Lúcia Amary, o Secretário Municipal de Esporte, Lazer e Recreação, Celso Janete, a Subsecretária de Assuntos Parlamentares do governo, Delegada Rose  e o representante TJSP, Dr. Kleber Leyser de Aquino, assessor de Assuntos de Segurança Pública.

A anfitriã do evento, presidente da ADPESP, Dra. Marilda Pansonato Pinheiro, iniciou a solenidade recordando o legado de luta e conquistas da entidade, “nossa entidade de classe deu voz e identidade aos delegados de polícia, articulando de forma objetiva e vitoriosa todos os interesses e pretensões de todos nós…Muito ainda há para se fazer, muito trabalho nos espera. Mas hoje é um dia de festa, de alegria e de emoção, quando todos nós unidos por um lema ‘ação, lealdade e união’, nos irmanamos para desejar a nossa ADPESP os mais sinceros e efusivos parabéns”, concluiu a presidente.


Em seu discurso, o Governador Geraldo Alckmin enfatizou o pioneirismo da ADPESP por eleger a primeira mulher presidente que com seu perfil obstinado e ao mesmo tempo do diálogo e da interação, avançou na luta por grandes conquistas para a classe, “há uma caminhada, ainda, muito longa. Mas há avanços [conquistados], como: a Carreira Jurídica, o Adicional [Adicional por Direção de Polícia Judiciária], a Independência Funcional, o fortalecimento da Polícia Judiciária e Polícia Investigativa”, salientou o Governador do Estado.

Após o pronunciamento do Governador, iniciou-se a festividade social, com o jantar seguido do show do cantor e instrumentista Guilherme Arantes, que animou os convidados com os inesquecíveis clássicos de sua autoria.

Um dos momentos mais aguardados do evento foi o sorteio que premiou 20 associados com um carro e quatro motos zero quilômetro, além de dois televisores de 50 polegadas, 3 televisores de 40 polegadas e 10 tablets. A premiação, que contemplou o associado, Dr. Vicente S. de Almeida com um Fiat Pálio Zero km, contou com a participação dos parceiros patrocinadores: Qualicorp, Zurich Seguros, Odontoprev, Ademar Gomes Associados, Acrimesp, Arseg Corretores de Seguros, RP Med e Petroneti Informática.

 
Em seguida, a Diretoria Executiva se reuniu para o tradicional Parabéns pra Você que brindou o 65 anos da ADPESP. A festa foi encerrada com a apresentação musical do cantor Alexandre Arez, o espetáculo contagiou o público com um repertório que reuniu bolero, rumba, tango e grandes sucessos da música brasileira e estrangeira.

Um Comentário

  1. Comentar o quê … estamos vendo o espetáculo inteiro !

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  2. Não via a foto de nenhum policial operacional das outras 13 carreiras existentes na Polícia Civil de São Paulo será que foram convidados para a festança?

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  3. Caro Wagner,

    So fosse certamente seria colocado para fora como penetra.. Colega, não me canso de falar, a polícia é composta de delegados e o resto. Não importa a carreira. Por essa razão fico perplexo quando vejo colegas aqui no flit discutindo quem tem o bilau maior, quem é mais bonitinho etc. Chega a beirar o infantilismo.Abraço e excelente semana

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  4. Nenhum “tira” N.U. foi convidado ? kkkkkkkkkkkkkkk
    Depois dizem que é N.U. e restopol, mas na verdade somos tudo farinha do mesmo saco.
    Sem representação nenhuma junto ao Governo.

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  5. Começou de novo os “paga pau” dizendo que todo mundo é restopol; isto é conversa de frustrados e incompetentes, os quais, não conseguem passar em um concurso melhor e assim ficam denegrindo suas próprias carreiras.
    Vocês aí; os “paga pau” tomem vergonha na cara e parem de ficar falando asneiras; ao invés de ficar se auto-depreciando estudem; tenho certeza que vocês não são Investigadores e nem Escrivães de policia.
    Vocês estão se “fudendo” na atualidade, justamente por se achar o resto da policia, não se esqueçam, vocês, ainda são nível fundamental; estão abaixo de soldado…
    Procurem se organizar e deixe as outras carreiras seguir seu fluxo normal dos acontecimentos…

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  6. Caro Sensato,

    Frustrados são vocês investigadores NU que embora tenham tido o ão almejado NU, nada mudou em termos salariais e o que pior, nem mesmo o reconhecimento. Foi o maior passa moleque que já vi em meus 20 anos de polícia. Tanto é verdade que seus dirigentes sumiram, talvez envergonhados.Pouco me importa minha carreira sr fundamental. O que importa é que estou cursando minha segunda faculdade e não dependo financeiramente da Polícia Civil. Fui

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  7. Isto é conversa de incompetente e frustrado, se você não esta contente na policia, saia e deixe sua vaga para outro, já que você não depende da policia.
    Estou vendo que a sua magoa é contra Investigadores, não se esqueça que é a classe na policia que tem mais representantes. De repente poderei até ser seu chefe, aí o colocarei em seu devido lugar. A sua conversa não é de policia e sim de e sim de anti-policia…

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  8. Notícias que jamais serão vistas no conglomerado máfio-midiático que desinforma os incautos, vale a pena ler até o final:
    Publicado em 19/11/2014
    O “maior roubo” foi o dos tucanos no Banestado
    Youssef, porém, é seletivo. Só lava de quem prejudique a Dilma … – PHA

    O Conversa Afiada reproduz esclarecedor artigo do deputado Iriny Lopes, da Carta Maior:

    O CASO BANESTADO, A PETROBRAS E O FEITIÇO DO TEMPO

    A Lava Jato tem ligação com o Caso Banestado mais do que se possa imaginar. Caso se tivesse ido até as últimas consequências, a situação poderia ser outra.

    “Foi o maior roubo de dinheiro público que eu já vi”. A declaração do deputado federal oposicionista Fernando Francischini, do PSDB, não é sobre a Petrobras, ou o que a mídia convencionou chamar de Mensalão, mas sobre o Escândalo do Banestado (Banco do Estado do Paraná). O Banestado, por meio de contas CC5, facilitou a evasão de divisas do Brasil para paraísos fiscais, entre 1996 e 2002, na ordem de R$ 150 bilhões. O caso se transformou em na CPMI do Banestado, em 2003, da qual fui integrante em meu primeiro mandato.

    Foi uma longa investigação que resultou no relatório final com pedidos de indiciamento de 91 pessoas pelo envio irregular de dinheiro a paraísos fiscais, dentre eles o ex-presidente do Banco Central do governo FHC, Gustavo Franco, o ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta, Ricardo Sérgio de Oliveira, que foi arrecadador de fundos para campanhas de FHC e José Serra, funcionários do Banestado, doleiros e empresários.

    Na época da CPMI, o presidente da comissão, o então senador tucano Antero Paes de Barros, encerrou os trabalhos da CPMI antes que o relatório fosse apresentado. O motivo principal era poupar seus pares, sobretudo Gustavo Franco e Ricardo Sérgio de Oliveira. A ação do PSDB para soterrar o relatório tinha como objetivo impedir que a sociedade tomasse conhecimento de um amplo esquema de desvios de recursos públicos, sobretudo vindos das privatizações do período FHC, para contas em paraísos fiscais. A história que não saiu na mídia está contada no livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Jr., lançado em 2011.

    O desfecho das investigações levadas adiante pela Polícia Federal e mesmo de parte do Ministério Público Federal morreu na praia. Algumas pessoas, é verdade, foram condenadas, mas só laranjas, gente muito pequena perto do enorme esquema de corrupção.

    O enredo do Banestado parece semelhante ao caso Petrobras, mas tem uma diferença: neste momento há uma determinação da presidenta Dilma em não deixar “pedra sobre pedra” sobre o caso da petrolífera, algo que não aconteceu no governo FHC – o Procurador da República na gestão tucana, Geraldo Brindeiro, mesmo sabendo dos malfeitos desde 1998, só decidiu pela abertura de processo quando estava de saída, no apagar das luzes da gestão tucana e pressionado pela abertura de uma CPMI.

    A importância de o governo federal demonstrar empenho para que tudo fique esclarecido é determinante para se erradicar um mecanismo perverso de desvios de dinheiro público, de relações entre a iniciativa privada e o universo político e que determina, inclusive o perfil dos eleitos, principalmente no Congresso Nacional.

    A Operação Lava Jato tem ligação com o Caso Banestado mais do que se possa imaginar. Se no caso Banestado se tivesse ido até as últimas consequências, provavelmente estaríamos hoje em outro patamar. As condenações necessárias a políticos, grandes empresários e doleiros, teria evitado a dilapidação de recursos públicos em todas as instâncias. A impunidade amplia os limites de corruptos e corruptores. Basta lembrar do esquema de licitação fraudulenta dos metrôs e trens de São Paulo, que atravessou mais de uma década de governos do PSDB, e a ausência de investigação e punição para entender do que estamos falando.

    Os personagens do enredo da Lava Jato remetem, não por acaso, a muitos do Banestado, inclusive Alberto Youssef, que conseguiu não responder pelos crimes de corrupção ativa e de participação em gestão fraudulenta de instituição financeira (Banestado), por acordo, com MPF de delação premiada, em 2004.

    Youssef entregou o que quis e continuou sua vida criminal sem ser incomodado até este ano, quando o juiz federal Sérgio Fernando Moro, responsável pelas prisões da Operação Lava Jato – este também outro personagem coincidente com Banestado, resolveu que o doleiro cumpriria quatro anos e quatro meses de cadeia, por uma sentença transitada em julgado.

    “Após a quebra do acordo de delação premiada, este Juízo decretou, a pedido do MPF, a prisão preventiva de Alberto Youssef em decisão de 23/05/2014 no processo 2009.7000019131-5 (decisão de 23/05/2014 naqueles autos, cópia no evento 1, auto2)”, diz o despacho de Sergio Moro, datado de 17 de setembro deste ano. (ver mais em http://JORNALGGN.COM.BR/SITES/DEFAULT/FILES/DOCUMENTOS/ACAO_PENAL_NO_5035707_SENTENCA_YOUSSEF.PDF).

    Além de Youssef, do juiz Sérgio Moro, as operações de investigação do Banestado e da Lava Jato tem como lugar comum o Paraná. Apesar do Banestado ter sido privatizado, Youssef e outros encontraram caminhos que drenaram recursos públicos para paraísos fiscais a partir de lá.

    Se no caso Banestado foram remetidos R$ 150 bilhões de recursos públicos adquiridos nas privatizações da era FHC para contas fantasmas em paraísos fiscais, na Petrobrás a estimativa da Polícia Federal até o momento é que tenham sido desviados R$ 10 bilhões.

    Importante ressaltar que pouco importa os valores. A verdade é que estamos pagando uma conta do passado, em que parte das instituições fez corpo mole e deixou crimes dessa natureza prescreverem. Essa omissão (deliberada ou não) nos trouxe até aqui. Não por acaso, Alberto Youssef está de novo em cena. Sua punição no caso Banestado foi extinta em 2004 e quando revogada, neste ano, foi apenas para que MPF e Judiciário não passassem recibo de seus erros anteriores. Deram um benefício a alguém que mentiu e continuou sua trajetória criminosa.

    Por isso tudo é admirável a disposição da presidenta Dilma, em encarar um esquema que mistura grandes empresários multinacionais, políticos e criminosos de porte. Afinal, que ninguém se iluda: numa dessas pontas tem o narcotráfico, o tráfico internacional de armas e toda ordem de ilícitos que se alimenta e retroalimenta a lavagem de dinheiro.

    Dito isso, acho importante destacar o que é fundamental ser feito a partir da Operação Lava Jato:

    1- Apoiar todas as ações que visam investigar, julgar e condenar corruptos e corruptores;

    2- Constatar que as investigações comprovam que o financiamento empresarial das campanhas eleitorais, supostamente baseado em doações de empresas privadas, na verdade está apoiada, ao menos parcialmente, em desvio de recursos públicos;

    3- Que portanto, para além de atos criminosos, estamos diante de um mecanismo sistêmico que corrompe cotidianamente as liberdades democráticas, pois no lugar do voto cidadão o financiamento privado reintroduz de fato o voto censitário;

    4- Que este é mais um motivo para apoiarmos a reforma política, especialmente a proibição de todo e qualquer financiamento empresarial;

    5- Por fim, conclamar os funcionários das empresas corruptoras a virem a público contar o que sabem, para que se possa colaborar com a Justiça. E vigiar para que as instituições envolvidas não se deixem manipular, no processo de investigação e julgamento, pelos mesmos interesses políticos e empresariais que se faz necessário punir.

    Todo o Brasil sabe, afinal, que a corrupção institucionalizada esteve presente na história do Brasil, nos períodos democráticos e especialmente nos períodos ditatoriais. O desafio proposto pela presidenta Dilma, de não deixar “pedra sobre pedra” é imenso e depende das instituições cumprirem o seu dever.

    O que Dilma quer, o que eu quero e toda a sociedade brasileira deseja é não ver a repetição dessa história e seus velhos personagens livres para reprisar o mesmo roteiro policial. Concordo com a frase do deputado oposicionista Francischini, que o Banestado foi o maior escândalo de corrupção de que se teve notícia no país.
    Portanto, tenhamos memória e que ela não seja seletiva e nem refém do feitiço do tempo.

    (*) Deputada federal (PT/ES)

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  9. Quem diria, o flit nasceu com o propósito X, mas vejo que esse X já morreu…
    Enquanto isso, a maioria dos Pcs com esse amargo salário…
    E tem pc que votou no AÉCIO e se bobear, até no ALCKIMIM.
    TOLOS, NÃO CONSEGUEM MUDAR NEM O PRÓPRIO SALÁRIO E PREGAM EM MUDAR O PAÍS??!!!
    CHUPEM QUE É DE UVAAAAAAA………

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  10. Este flit está cada vez pior, teramos q. buscar uma alternativa, pois cada vez mais eu vejo o “PUXA Saquismo” deste lixo de partido chamado PSDB…!!!! Só politicagem, maçanetagem, fumaça…..
    ….e direitos a serem discutido e levados a sério, nada…!!!!!!

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  11. O amigo aí acima tem toda razão; ultimamente neste flit só estamos vendo post acusando o PT e falando só em politica. O principal que seria melhorar as condições dos policiais, não se toca no assunto, até parece que estamos ganhando muito bem. O Geraldinho e Cia limitada agradece; parece que os policiais estão preocupados com outras coisas, ao memos os que aqui frequentam…

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