Independência, Abolição, República… Três acontecimentos máximos que humanizaram nossa pátria. Mexer na célula do tempo para espargir sobre todos nós o amor sincero à Liberdade, é refletir Gonçalves Lêdo, Januário da Cunha, Pedro I, Bonifácio, Rio Branco, Caxias, José do Patrocínio, Benjamin, Deodoro, Ruy Barbosa, Hermes da Fonseca, Nilo Peçanha, Washington Luiz…Nomes medidos, testados e aprovados na adversidade.
Diante dos perigos, mantiveram a firmeza de princípios para servir com coragem e inteligência a um propósito maior de vida. Por isso, não passaram. Ficaram para sempre. São nossos heróis que deram um passo e mudaram a história. São nossos Irmãos, perpetuando as tradições da pura Maçonaria. São nossas luzes, nossas virtudes em ação. Vamos cultuá-los, hoje e sempre!
Manter viva essa tradição, através dos tempos, é manter acesa a chama da energia transformadora do mundo. É fazer o pêndulo da justiça se posicionar no lado certo. É essa energia que nos faz mais fortes, mais unidos e mais humanos. É a energia do Moto-Contínuo do Bem!
Maçonaria não é só escola da eterna vigilância! Maçonaria é escola da participação e intervenção. Maçonaria é a 3ª Unidade na conciliação e equilíbrio dos extremos.
Estamos assistindo a um processo constante de desgaste e de esgotamento de modelos de políticas sociais. Os resultados têm sido os mais frustrantes e catastróficos possíveis.
Os tempos exigem mudanças. Renovação das estruturas sociais, resgate dos valores importantes abandonados, acerto das melhores escolhas para o Brasil.
Para tanto, todas as virtudes de nosso arsenal serão exigidas. Além da fé no Grande Arquiteto do Universo. A mentira está à beira do precipício. O novo século é o da Verdade! Os fins não podem mais justificar os meios… se não forem virtuosos.http://www.al.sp.gov.br/StaticFile/integra_sessao/039aSS050822.htm
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Enviado em 01/03/2009 às 3:27
Dr. Guerra, primeiramente parabéns pela sua coragem de apontar quem são os representantes da verdadeira podridão que hoje impera e reina na nossa Polícia Civil.
Mas o assunto que exponha nessas linhas é outro. Com o passar dos anos noto a ingerência que a maçonaria tem sobre nos policiais civis, colocando policiais inúteis, que não tem o mínimo tirocínio, capacidade de investigação ou ao menos alguma experiência policial como chefe de distrito. Os chefes que vemos hoje são policialmente ridículos, garotos que conseguiram conquistar suas cadeirinhas de chefe dentro de lojas maçônicas, ou por intermédio de seus papais também maçônicos. Falo somente sobre investigadores, pois dos nossos delegados maçônicos imagino que o Sr. entenda muito mais que eu. Gostaria eu, que o Sr. comentasse sobre minha explanação, pois, mesmo não o conhecendo pessoalmente, respeito suas avaliações e opiniões.
Obrigado pela atenção
Resposta de
PROFANO ( melhor seria LEIGO )
Se a Maçonaria fosse uma instituição tal qual é descrita nos livros, os requisitos mínimos para o ingresso nessa irmandade seriam: cultura geral acima da média apresentada pelos Delegados e paixão pelo estudo.
Se os membros dessa irmandade estudassem e praticassem na vida pública e privada apenas 10% da ética apregoada em seus manuais, posso afirmar que a Polícia Civil seria a melhor organização para se trabalhar.
Isto em face do elevado número de policiais maçons em cargos de liderança. A experiência, contudo, revela o contrário.
Impera a falta de ética e o desvalor pelo companheiro de trabalho (por vezes também maçom).
Assim, conforme a minha pessoal experiência, Delegados e Investigadores ingressam nalguma Maçonaria especialmente fundada para membros do órgão.
Se não for verdadeira a minha conclusão serei obrigado a especular acerca de duas outras: ou a Maçonaria nunca foi coisa de gente séria – salvo na aparência – ou a Polícia penetrou-lhe e perverteu-lhe.
Com todo o respeito pela Maçonaria; a qual não conheço, salvo superficialmente através da literatura.
Templos, só vi por passar em frente. Conheci e convivi com alguns maçons antes de ingressar na Polícia, há mais de 20 anos.
Pessoas íntegras e, especialmente, éticas em todas as suas ações.
Pelo que jamais poderia generalizar e desqualificar a Maçonaria.
Por fim, não posso me aprofundar no tocante a influência da “Maçonaria” na Polícia, pois não sou maçom, nunca pretendi, nunca fui convidado e, também, por questões personalíssimas, sou impedido. Entretanto me parece que tal influência é restrita a determinada “panelinha” de membros da Polícia que foram se congregando em determinadas Lojas.
Rematando: Delegados(nem todos) de forma ostensiva empregam o símbolo (maçônico) na respectiva assinatura. Como se fosse algo diferenciado que conferisse maior valor. Exibicionismo puro. Desvalor, inclusive. Pois rotineiramente(alguns deles) se colocam a fazer “truques” e cambalearem bêbados por bares de prostíbulos. Em companhias nada recomendáveis.
O vulgo, os subordinados profanos, só poderão comentar: BELO EXEMPLO DE DELEGADO E MAÇOM… DUPLAMENTE VIRA-LATA!
rcguerra
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ADENDO: sei de inúmeros Delegados e Investigadores que, embora maçons dedicados e funcionários dignos, jamais foram indicados para nada: cargos ou promoções.
Um foi plantonista até alcançar, sempre por antiguidade, a 1ª. classe.
ELE NUNCA PEGOU UM “j”.