aproveitem a vinda do FLAVIO DURSO, presidente da OAB/SP em HORTOLANDIA, para reclamarem a falta de dignidade para os policial civil em HORTOLANDIA, plantões excessivos, etc…. é a hora.
A PROPÓSITO DA MAÇONARIA E INGERÊNCIAS NA POLÍCIA 178
O SR. WALKER BLAZ – Exmo. Sr. Presidente da Mesa Diretora, irmão Jorge Caruso; sereníssimo Grão Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, irmão Pedro Luiz Ricardo Gagliardi; Eminente Grão Mestre do Grande Oriente de São Paulo, Irmão Cláudio Roque Buono Ferreira; Eminente Grão Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, irmão Antônio Carlos Caruso; irmão Antonio Duarte Nogueira Filho, Secretário de Estado da Agricultura; irmão Baleia Rossi; Deputado Conte Lopes; autoridades maçônicas, irmãos Miguel Bustos Manginelli, assessor do Grão Mestre da Glesp; Erly Idamar Almeida Castro, grande orador da Grande Loja; Mário Palmiero, Delegado da 1ª Região Maçônica; Marco Antônio Peres, Grande Secretário de Relações Públicas do Grande Oriente do Brasil/ São Paulo; Franklin de Souza Meirelles Neto, Grande Secretário de Relações Internas; Fernando Túllio Colacioppo Sobrinho, Coordenador do site do Grande Oriente de São Paulo; Paulo César Neves , Coordenador Estadual Maçônico de Programas a favor da Vida; Paulo Rogério Compri, Grande Secretário de Relações Internas Adjunto; Danilo Brussolo, Grande Secretário de Administração do Gosp; Jorge Bransloi Pessoa Filho, Grande Secretário do Grande Oriente; Pedro Mário Fávero, Grande Secretário da Guarda de Selos do Grande Oriente do Estado de São Paulo; José Calleti Júnior, Grande Secretário Geral da Presidência e Assistência do Grande Oriente do Brasil; Paulo Roberto Couto da Fonseca, Assessor Especial do Grão Mestre; Carlos Frederico Zimermann Neto, Grande Secretário Adjunto da Guarda de Selos; Carlos Roberto de Campos, Grão Mestre Adjunto Honorário; José Rosa de Souza Neto, Deputado Federal pela Loja Jackes de Molay; Mário Sergio Nunes Costa , Secretário de Finanças do Gosp; Waldemar Antonio Grazioso Saroka, Grande Representante do Rio Grande do Sul, da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo; Sergio Almeida Penteado, representante da Loja 9 de Julho; Salomão Gawendo, Deputado Federal da augusta e respeitável Loja Rei Salomão, estimados irmãos, nossa saudação especial ao querido Irmão Aldo Demarchi – Digníssimo Deputado Estadual que, com seu decreto, nos propicia este encontro fraternal há 11 anos. Encontro para perpetuar na memória um pouco de nossa história.
Independência, Abolição, República… Três acontecimentos máximos que humanizaram nossa pátria. Mexer na célula do tempo para espargir sobre todos nós o amor sincero à Liberdade, é refletir Gonçalves Lêdo, Januário da Cunha, Pedro I, Bonifácio, Rio Branco, Caxias, José do Patrocínio, Benjamin, Deodoro, Ruy Barbosa, Hermes da Fonseca, Nilo Peçanha, Washington Luiz…Nomes medidos, testados e aprovados na adversidade.
Diante dos perigos, mantiveram a firmeza de princípios para servir com coragem e inteligência a um propósito maior de vida. Por isso, não passaram. Ficaram para sempre. São nossos heróis que deram um passo e mudaram a história. São nossos Irmãos, perpetuando as tradições da pura Maçonaria. São nossas luzes, nossas virtudes em ação. Vamos cultuá-los, hoje e sempre!
Manter viva essa tradição, através dos tempos, é manter acesa a chama da energia transformadora do mundo. É fazer o pêndulo da justiça se posicionar no lado certo. É essa energia que nos faz mais fortes, mais unidos e mais humanos. É a energia do Moto-Contínuo do Bem!
Maçonaria não é só escola da eterna vigilância! Maçonaria é escola da participação e intervenção. Maçonaria é a 3ª Unidade na conciliação e equilíbrio dos extremos.
Estamos assistindo a um processo constante de desgaste e de esgotamento de modelos de políticas sociais. Os resultados têm sido os mais frustrantes e catastróficos possíveis.
Os tempos exigem mudanças. Renovação das estruturas sociais, resgate dos valores importantes abandonados, acerto das melhores escolhas para o Brasil.
Para tanto, todas as virtudes de nosso arsenal serão exigidas. Além da fé no Grande Arquiteto do Universo. A mentira está à beira do precipício. O novo século é o da Verdade! Os fins não podem mais justificar os meios… se não forem virtuosos.http://www.al.sp.gov.br/StaticFile/integra_sessao/039aSS050822.htm
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Enviado em 01/03/2009 às 3:27
Dr. Guerra, primeiramente parabéns pela sua coragem de apontar quem são os representantes da verdadeira podridão que hoje impera e reina na nossa Polícia Civil.
Mas o assunto que exponha nessas linhas é outro. Com o passar dos anos noto a ingerência que a maçonaria tem sobre nos policiais civis, colocando policiais inúteis, que não tem o mínimo tirocínio, capacidade de investigação ou ao menos alguma experiência policial como chefe de distrito. Os chefes que vemos hoje são policialmente ridículos, garotos que conseguiram conquistar suas cadeirinhas de chefe dentro de lojas maçônicas, ou por intermédio de seus papais também maçônicos. Falo somente sobre investigadores, pois dos nossos delegados maçônicos imagino que o Sr. entenda muito mais que eu. Gostaria eu, que o Sr. comentasse sobre minha explanação, pois, mesmo não o conhecendo pessoalmente, respeito suas avaliações e opiniões.
Obrigado pela atenção
Resposta de
PROFANO ( melhor seria LEIGO )
Se a Maçonaria fosse uma instituição tal qual é descrita nos livros, os requisitos mínimos para o ingresso nessa irmandade seriam: cultura geral acima da média apresentada pelos Delegados e paixão pelo estudo.
Se os membros dessa irmandade estudassem e praticassem na vida pública e privada apenas 10% da ética apregoada em seus manuais, posso afirmar que a Polícia Civil seria a melhor organização para se trabalhar.
Isto em face do elevado número de policiais maçons em cargos de liderança. A experiência, contudo, revela o contrário.
Impera a falta de ética e o desvalor pelo companheiro de trabalho (por vezes também maçom).
Assim, conforme a minha pessoal experiência, Delegados e Investigadores ingressam nalguma Maçonaria especialmente fundada para membros do órgão.
Se não for verdadeira a minha conclusão serei obrigado a especular acerca de duas outras: ou a Maçonaria nunca foi coisa de gente séria – salvo na aparência – ou a Polícia penetrou-lhe e perverteu-lhe.
Com todo o respeito pela Maçonaria; a qual não conheço, salvo superficialmente através da literatura.
Templos, só vi por passar em frente. Conheci e convivi com alguns maçons antes de ingressar na Polícia, há mais de 20 anos.
Pessoas íntegras e, especialmente, éticas em todas as suas ações.
Pelo que jamais poderia generalizar e desqualificar a Maçonaria.
Por fim, não posso me aprofundar no tocante a influência da “Maçonaria” na Polícia, pois não sou maçom, nunca pretendi, nunca fui convidado e, também, por questões personalíssimas, sou impedido. Entretanto me parece que tal influência é restrita a determinada “panelinha” de membros da Polícia que foram se congregando em determinadas Lojas.
Rematando: Delegados(nem todos) de forma ostensiva empregam o símbolo (maçônico) na respectiva assinatura. Como se fosse algo diferenciado que conferisse maior valor. Exibicionismo puro. Desvalor, inclusive. Pois rotineiramente(alguns deles) se colocam a fazer “truques” e cambalearem bêbados por bares de prostíbulos. Em companhias nada recomendáveis.
O vulgo, os subordinados profanos, só poderão comentar: BELO EXEMPLO DE DELEGADO E MAÇOM… DUPLAMENTE VIRA-LATA!
rcguerra
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ADENDO: sei de inúmeros Delegados e Investigadores que, embora maçons dedicados e funcionários dignos, jamais foram indicados para nada: cargos ou promoções.
Um foi plantonista até alcançar, sempre por antiguidade, a 1ª. classe.
ELE NUNCA PEGOU UM “j”.
A 15ª câmara possui grande prestígio na Polícia Civil de Mogi das Cruzes 8
Sessões de julgamento da 15ª Câmara Criminal são transferidas para o Palácio da Justiça
Aconteceu nesta terça-feira (10/2) a transferência das sessões de julgamento da 15ª Câmara Criminal do Fórum João Mendes Jr. para o Palácio da Justiça, em continuidade à política da atual Presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo de reocupação do prédio onde funciona sua sede. A sessão foi presidida pelo desembargador Pedro Luiz Ricardo Gagliardi.
A 15ª e a 16ª Câmaras Criminais compõem o Oitavo Grupo de Câmaras Criminais do TJSP. A partir de agora as sessões da 15ª Câmara passam a ser realizadas no 2º andar do Palácio da Justiça. Antes, os julgamentos aconteciam no 13º andar do Fórum João Mendes.
Integram a 15ª Câmara Criminal os desembargadores Luiz Carlos Ribeiro dos Santos (presidente efetivo), Aloísio de Toledo César, Walter de Almeida Guilherme, Roberto Mário Mortari e Pedro Gagliardi.
Estiveram presentes à sessão as seguintes autoridades: o presidente da Seção Criminal do Tribunal de Justiça, desembargador Eduardo Pereira Santos; o desembargador Marco Antonio Marques da Silva, da 6ª Câmara Criminal do TJSP; o delegado diretor da Inteligência do DEIC, Claudiné Pascoeto; delegado-chefe da Inteligência do DEINTER-1 (Vale do Paraíba), João Barbosa Filho; delegado titular da DIVECAR (DEIC), Marcos Manfri; delegado assistente da DIVECAR (DEIC), João Carlos dos Santos; delegado do GARRA de Mogi das Cruzes, Eduardo Peretti; jornalista Percival de Souza; 2º vice-presidente da Assembleia Legislativa, Luiz Carlos Gondim Teixeira, representando a Assembleia; presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Mário de Oliveira Filho; vereador municipal de Mogi das Cruzes, Benedito Faustino; delegado de Polícia do DENARC, Upslander Ferreira Neto; chefe da Polícia Civil da Secretaria de Segurança Pública, Marco Antônio Ribeiro de Campos; e, representando o Ministério Público, Gabriel César Zaccarias Inellas e Sandra Jardim.
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Faço aqui referências aos Excelentíssimos Desembargadores , conhecedor da ilibada reputação de todos, apenas com a finalidade de chamar atenção para o fato de o investigador da Polícia Civil – Augusto Pena, merecer tratamento digno quer como RÉU, quer como TESTEMUNHA. A mesma dignidade assegurada aos Delegados de Polícia libertos por ordem dessa colenda câmara, uns acusados por tráfico, uns por formação de quadrilha armada para exploração de modalidades diversas de crimes.
A Polícia Civil, através do seu Gorregedor Geral – removendo o policial para outro estabelecimento prisional comum – passou, por conta própria, um ATESTADO DE MÁFIA.
De total incompetência para assegurar a integridade dos seus membros presos dentro do seu Presídio especial. Ora, duvidamos que a maioria daqueles que lá estão considerem Peña um “cagueta” qualquer.
ESTÁ DELATANDO SÓ TUBARÃO GRANDE .
E muitos desses “tubarões grandes” se dizem amigos íntimos deste ou daquele Desembargador.
O magistrado julga a prova dos autos, mas uma coletividade – especialmente como a Polícia Civil – faz julgamento com base na experiência real, com base nos pequenos detalhes, nas palavras soltas e detalhes vários que passariam despercebidos.
O julgamento interior não é Lei, mas é através dele que se valoram homens e instituições.
Não deixem que o policial civil comum seja tomado pela certeza de que o PODER JUDICIÁRIO toma decisões conforme a qualidade da parte.
O que equivale a dizer : poder e riqueza da parte.
Como cidadãos – nós da Polícia Civil – não queremos o Poder Judiciário tal como o nosso órgão.
Não queremos o Poder Judiciário de “j” ( jotinha ), como a Polícia.
Ou seja: “t.” “j.” , de tem acerto.
Respeitosamente
Rcondeguerra
O “t”. “J”. SOLTOU ROBERT CARREL, DEPOIS CAZÉ, MAS NÃO SOLTOU O PEÑA 11
Ex-delegado acusado de falsificar carteira de motorista é solto
O ex-delegado seccional de Mogi das Cruzes (SP) Carlos José Ramos da Silva vai responder o processo em liberdade. A decisão foi tomada por votação unânime da 15ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, que revogou a prisão preventiva e determinou a expedição imediata de alvará de soltura. Silva é acusado de fazer parte de esquema que fraudava emissão de Carteira Nacional de Habilitação.
A turma julgadora entendeu que o decreto de prisão se mostrava excessivo. Para os desembargadores, a segregação cautelar não pode se tornar medida de antecipação de pena.
O delegado estava preso desde julho quando foi deflagrada a chamada Operação Casa Branca II. Na ocasião, diversas pessoas, entre elas policiais, foram detidas por decisão do juiz Rodrigo Aparecido Bueno de Godoy, da 1ª Vara Criminal de Ferraz de Vasconcelos (SP). De acordo com o Ministério Público, o ex-delegado seccional está envolvido no esquema de fraude e corrupção na emissão de carteiras de motoristas.
A defesa de Carlos José Ramos da Silva está a cargo do advogado Daniel Bialski, que fez o pedido de Habeas Corpus do Tribunal de Justiça. “Como toda pessoa tem direito de se ver julgada dentro de um prazo razoável, nos termos da Constituição Federal e dos pactos universal e americano dos Direitos Humanos, o período de custódia de pouco mais de cinco meses era injustificável, ainda mais que no processo não foi realizado nenhuma audiência e somente em data recente foi recebida a denúncia”, afirmou Daniel Bialski.
A 15ª Câmara Criminal aceitou o pedido da defesa por entender que o excesso de prazo justificaria a soltura. A turma julgadora destacou a vida pública do ex-delegado. Na decisão, prevaleceu entre os desembargadores a defesa do princípio da dignidade da pessoa humana. “A presunção da inocência é a regra e prisões desta espécie são temerárias”, destacou o desembargador Roberto Mortari, relator. Na mesma linha de pensamento seguiu o desembargador Pedro Gagliardi.
Carlos José Ramos da Silva — conhecido como Case — ficou mais de 13 anos no comando de dez cidades na região de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, até julho, quando foi acusado de receber propina da máfia das habilitações. Ele ocupava o mais alto posto da Polícia Civil, chamado de classe especial.
Com a autorização da Justiça, a Polícia fez uma escuta telefônica que comprovaria que o delegado recebia o dinheiro da propina das mãos do diretor da Ciretran de Ferraz de Vasconcelos, o delegado Juarez Campos, preso também.
Habeas Corpus 990.08.165608-6
990.08.126218-5 – Habeas Corpus – Suzano – Relator: Des.: Pedro Gagliardi – Impetrante: EDUARDO LATORRE – Paciente:
Augusto Peña – Denegaram a ordem. V. U. SUSTENTOU ORALMENTE O ILMO. DR. MAZART FRANCISCO MARTIN E USOU
DA PALAVRA DA PALAVRA A EXMA. PROCURADORA JUSTIÇA DRA. SANDRA JARDIM. – Advogado: EDUARDO LATORRE
(OAB: 180206/SP) DIÁRIO OFICIAL DE 26/02/2009.
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O PENA DEVERIA TROCAR DE ADVOGADOS…OU SEUS ADVOGADOS DEVERIAM COPIAR AS PETIÇÕES E ARGUMENTAÇÕES DOS BIALSKI.
TÁ FICANDO ESQUISITO …MESMA CÂMARA, CASOS E PARTES SEMELHANTES… DECISÕES COMPLETAMENTE DIVERGENTES.
ESTE É HOMENAGEM AO DESEMBARGARDOR QUE SOLTOU O DELEGADO DA REGIÃO DE MOGI…FOI O FAMIGERADO CAZÉ? 6
Ameaças
O depoimento de Pena começa com a descrição das supostas ameaças que o policial teria recebido. Pena disse que estava no presídio quando foi procurado por um delegado da região de Mogi das Cruzes com quem esteve preso. O delegado teria dito que era melhor o investigador não fazer a delação e teria afirmado que era “uma pessoa muito influente e tinha acesso às entradas e saídas do declarante do presídio”. O delegado ainda perguntou quanto Pena “queria ganhar para não delatar”.
AUGUSTO PENA ASSASSINADO NA CADEIA RESPONSABILIDADE POLÍTICA DO GOVERNADOR JOSÉ SERRA 7
”Bingos pagavam até R$ 200 mil”
O investigador Augusto Pena afirmou ao MPE que ex-secretário adjunto cobrava R$ 100 mil para reintegrar policiais
Bruno Tavares e Marcelo Godoy
Pivô do maior escândalo de corrupção policial da atual gestão da Segurança Pública, Pena fez um acordo de delação premiada. O homem que se diz amigo do ex-secretário adjunto da pasta Lauro Malheiros Neto, a quem ele acusa de montar um esquema de corrupção, afirma que os policiais corruptos continuam recebendo propina mesmo depois de presos. Por causa das acusações, o diretor da Corregedoria da Polícia Civil, Alberto Angerami, pediu a transferência de Pena do presídio da Polícia Civil para o Presídio do Tremembé – o que ocorreu anteontem. Se continuasse entre seus pares, Pena podia ser morto.
AMEAÇAS
O depoimento de Pena começa com a descrição das supostas ameaças que o policial teria recebido. Pena disse que estava no presídio quando foi procurado por um delegado da região de Mogi das Cruzes com quem esteve preso. O delegado teria dito que era melhor o investigador não fazer a delação e teria afirmado que era “uma pessoa muito influente e tinha acesso às entradas e saídas do declarante do presídio”. O delegado ainda perguntou quanto Pena “queria ganhar para não delatar”.
GRAVAÇÃO
Pena ainda acusou o advogado Celso Augusto Hentscholer Valente, amigo e ex-sócio de Malheiros Neto. Valente teria dito a Pena para “tomar cuidado, que o Lauro também era seu amigo e que queriam ajudar o declarante”. Segundo Pena, o advogado conversou com ele sobre a arrecadação de dinheiro dos bingos, “negociação de reintegração de policiais demitidos e colocação mediante pagamento de delegados em posições privilegiadas dentro da estrutura da Polícia Civil”.
“Isso é um disparate. Fui visitar outro cliente e conversei com ele de forma normal. Sou advogado e não bandido. Quem está preso é ele”, rebateu Valente. Pena contou que gravou a conversa. A fita foi entregue aos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
BINGOS
Em seguida, o investigador voltou suas acusações contra Malheiros Neto. O policial confirmou que o então adjunto intercedeu para que ele fosse trabalhar no Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), órgão de elite da polícia. Ali, Pena ficou lotado na 3ª Delegacia de Investigações Gerais, onde, segundo ele, foi montado um gigantesco esquema de arrecadação de propina.
Foi após ser acusado, em maio de 2008, de beneficiar o investigador que Malheiros Neto entregou o cargo ao governador José Serra (PSDB) para se defender das acusações. Sua defesa, feita pelo criminalista Alberto Zacharias Toron, repudia as “acusações mentirosas” de Pena. Diz que se trata de um criminoso que busca se beneficiar com delação sem provas. À época em que foi para o Deic, Pena estava afastado sob a suspeita de achacar Marco Camacho, o Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Malheiros Neto teria nomeado um delegado para “apertar o cerco em cima dos bingos e caça-níqueis para poder arrecadar dinheiro de forma ilícita”. A função de Pena seria ficar de “olho” nos corruptos, “vigiando se o dinheiro não era desviado”. “Além disso, o declarante era responsável por levar dinheiro arrecadado diretamente para as mãos do próprio Lauro, no seu gabinete, ou, em algumas ocasiões, na casa de Celso”.
Segundo Pena, havia 200 inquéritos na delegacia sobre bingos e caça-níqueis. Dependendo do tamanho da casa de jogo, a propina era de R$ 20 mil a R$ 200 mil mensais, sempre em dinheiro. O suposto mensalão da polícia era cobrado para que os inquéritos não fossem adiante. Uma parte ficava com seus chefes. Outra seria levada por Pena a Malheiros Neto. Pelo serviço, Pena recebia R$ 4 mil por mês.
SENTENÇAS
Além do esquema de bingos, Pena afirmou que existia outro na Segurança Pública que envolvia a venda de sentenças nos processos administrativos para anular a demissão de policiais acusados de corrupção. Quem assinava os despachos reintegrando os policiais era Malheiros Neto. Ele o fazia em nome do secretário Ronaldo Marzagão, pois a decisão final de processos contra investigadores é atribuição do titular da pasta.
Pena contou que levou ao adjunto o caso de três investigadores do Deic. Malheiros Neto teria dito que cada um devia pagar R$ 100 mil e mandou Pena procurar Valente. Os policiais demitidos teriam pago R$ 300 mil para que a decisão fosse revertida. “O valor foi levado à residência de Celso (Valente) por causa do volume, que poderia chamar a atenção na secretaria. Isso por orientação do próprio Lauro.”
Os cargos da Polícia Civil também eram arrematados por delegados interessados em ocupar postos importantes. Pena cita três delegados – dois deles de classe especial – que teriam pagado de R$ 110 mil a R$ 250 mil por uma delegacia seccional, uma delegacia do Deic e uma divisão do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
VIATURAS
O investigador revelou que um delegado usava viaturas da polícia para prestar serviço de segurança privada. Disse que havia um esquema de desvio de verba de combustível das viaturas na região de Mogi das Cruzes, onde trabalhou em 2006. O esquema era simples: a polícia recebia verba para comprar gasolina, mas abastecia os carros com dinheiro fornecido pelas prefeituras. Os recursos do Estado “eram desviados”. De vez em quando, diz ele, abasteciam em um posto perto da delegacia para apanhar o cupom fiscal.
DETRAN
Por fim, Pena contou que cinco delegados e cinco investigadores estavam envolvidos na máfia das CNHs que agia na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Ferraz de Vasconcelos. O investigador disse que levou dinheiro de propina para a cúpula do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), até mesmo parte do que havia sido mais tarde arrecadado com o achaque a Marcola.
AS INVESTIGAÇÕES
Corregedoria: A Corregedoria da Polícia Civil abriu três apurações preliminares e quatro inquéritos policiais sobre as denúncias de corrupção envolvendo o investigador Augusto Pena e as pessoas que ele acusa
Guarulhos: A promotoria de Guarulhos denunciou Pena por extorsão mediante sequestro cuja vítima é Rodrigo Olivatto, enteado de Marcola. Também o acusou de achaque a um empresário
acusado de ser doleiro
São Paulo: A 4.ª Promotoria de Justiça da Capital denunciou Pena sob a acusação de ele ter furtado do depósito do Deic uma carga de Playstation apreendida
Gaeco: O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado de São Paulo abriu investigação sobre o suposto esquema de venda de sentenças de processos administrativos para reintegrar à policia acusados de corrupção
DVD: Os Gaecos de São Paulo e Guarulhos receberam um DVD com uma hora de gravação em que um advogado investigado no caso supostamente negocia pagamento de propina
AGRADECEMOS PELAS 68.817 VISITAS EM FEVEREIRO…APROVEITEM ANTES DO SERRAMENTO 13
Mês curto de carnaval, mas com acréscimo superior a 10.000 visitas sobre janeiro(58.552).
ALBERTO ANGERAMI REMOVEU O INVESTIGADOR AUGUSTO PEÑA PARA “PLAGAS MENOS INÓSPITAS” 8
DELTA UNO:
Está tudo indo muitíssimo bem. Enredo e roteiro previsíveis.
O Presídio Especial da Polícia Civil, como cediço, é de responsabilidade da Corregedoria. Certo?!
Com a saída do Peña do PEPC, ocorreu sua saída, também, da esfera da responsabilidade da Polícia Civil.
Interessante, não?!
Em escorço: A partir da transferência dele para um presídio “comum”, sua integridade física passou a ficar sob a responsabilidade da Secretaria de Adminsitração Penitenciária (SAP).
Formalmente, a Secretaria de Segurança e a Polícia Civil não poderão ser questionadas por nenhum arranhão ou surpreendente “indisposição gástrica” que o Peña venha a sofrer.
Como quem solicitou a transferência foi o próprio Diretor da Corregepol, só espero que, agora não mais sob a “guarda” da Casa, o Peña não acabe sendo transferido para “plagas menos inóspitas”…
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Muito bem lembrado DELTA UNO.
Assim, que Peña não sofra violência fatal, para que as mãos sempre limpas do Sr. Corregedor Geral continuem limpas.
HUGO CHÁVEZ MANDA RECADO PARA FRIAS “DITABRANDA” E SERRA 9
Compañeros, como estas sucia la polícia de San Pablo.
Acá en la Venezuela ladrón queda en la carcel y no en la policia.
El gobiernador Serra hace un péssimo gobierno, el pueblo no puede dejar este hombre y su partido llegar en la presidencia del Brasil, un hombre que deja la polícia en esta situacion no puede ser presidente de nada.
Muchas gracias y hasta luego.
O DELEGADO FÁBIO PINHEIRO LOPES PARECE DESMEMORIADO…NÃO PAGA MAS OCUPA VAGA DE COLEGAS DE CLASSE SUPERIOR 14
O delegado Fábio Pinheiro Lopes, atualmente na chefia do 99º DP (Congonhas), afirmou que “Augusto Peña é um bandido e que as acusações de corrupção feitas contra ele são uma vingança porque ambos são inimigos”.
De acordo com Lopes, Peña quer se vingar dele porque quando trabalharam juntos, no Deic, o delegado acusou o então investigador de desviar uma carga de videogames que estava apreendida na delegacia. “Esse rapaz é meu inimigo pessoal. Eu o expulsei do Deic”, disse.
Ainda segundo Lopes, as acusações de que teria pago R$ 110 mil ao ex-secretário-adjunto da Segurança Pública Lauro Malheiros Neto para assumir a 3ª DIG (Delegacia de Investigações Gerais) são infundadas. “Eu nunca fui processado, nunca tive uma sindicância na minha carreira [de 17 anos]“, disse. ( 28.02.2009)
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O secretário da Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que a decisão de algemar ou não o delegado Di Rissio quando ele deixava o hospital a caminho do presídio ficou a critério do delegado Valter Domingos, responsável pela remoção do acusado em um carro descaracterizado da polícia. Os delegados são proibidos de dar declarações sem autorização da secretaria.Sobre a acusação de prevaricação contra o delegado Fábio Pinheiro Lopes, Saulo informou ainda por meio de seus assessores: “Tão logo tomou conhecimento de denúncia do Ministério Público Estadual contra um delegado do Deic, a Corregedoria da Polícia Civil solicitou ao Gaeco cópia da denúncia para abertura de processo administrativo que vai apurar a prática de eventuais crimes funcionais”. (02/11/2006)
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| 567 | Fabio Pinheiro Lopes | 1019 | 6011 | 6011 | 2ª Classe Efetivo |
APADRINHADO GRATUITAMENTE É CLARO.
COM TODO RESPEITO…
A NOSSA CLASSE .
GANHEI A FITA: GERSON DE CARVALHO É “NATU NOBILIS” 5
E tais apurações são da competência dos experimentados; sem a pretensão de ferir suscetibilidades.
P.S.: sou obrigado, depois de mais de 3 horas desta publicação, acrescentar, para que não ocorra falsa interpretação, o seguinte:
“Natu Nobilis” não possui relação com a marca do uísque.
É uma antiga designação para aqueles que ingressavam diretamente na carreira de Delegado de Polícia, ou seja, para todo aquele que não exerceu quaisquer outras carreiras do funcionalismo público.
Nascido nobre, sangue puro, não entendido…
Para alguns, simplesmente, o não confiável, trouxa, papeleiro, caneteiro, etc.
TRÊS VIRA-LATAS , DIGO , DELEGADOS SÃO SUSPEITOS DE PAGAR PELA CADEIRA 13
28/02/2009 – 10h16
Três delegados são suspeitos de compra de cargos de chefia em SP
ROGÉRIO PAGNAN
ANDRÉ CARAMANTE
LUIS KAWAGUTI
da Folha de S.Paulo
Os delegados Fábio Pinheiro Lopes, Emílio Françolin e Luís Carlos do Carmo são investigados pelo Ministério Público Estadual e pela Corregedoria da Polícia Civil pela suspeita de terem comprado cargos de chefia na Polícia Civil de São Paulo. Os policiais negam.
A investigação tem como ponto de partida o depoimento do ex-policial civil Augusto Peña dado à Promotoria neste mês e ao qual a Folha teve acesso. Peña, que não apresentou provas, diz que atuava como intermediário na negociação entre policiais e o então secretário-adjunto da Segurança Lauro Malheiros Neto.
De acordo com ele, Lopes pagou R$ 110 mil a Malheiros Neto para assumir a 3ª Delegacia de Investigações Gerais do Deic (divisão de combate ao crime organizado).
Já Françolin, sempre segundo o ex-policial, pagou R$ 250 mil para assumir a 5ª delegacia seccional da capital. Peña afirma ter sido o responsável pela entrega do dinheiro. A quantia foi entregue ao advogado Celso Valente, que seria outro intermediário de Malheiros na vendas de cargos e outros benefícios dentro da polícia.
Já Luís Carlos do Carmo também pagou, segundo Peña, por uma vaga no Detran. “O declarante não soube informar o valor porque recebeu apenas um pacote fechado”, diz outro trecho do depoimento.
Uma das hipóteses é que os policiais compravam os cargos para lucrar, por exemplo, com extorsões a investigados.
Os delegados Carmo e Lopes deixaram as funções após a saída de Malheiros Neto da secretaria. Carmo foi para uma delegacia do idoso e Lopes, para o 99º DP. Françolin continua na mesma seccional.
Nomeado para o cargo em janeiro de 2007, Malheiros Neto pediu exoneração em maio de 2008, logo após a prisão de Peña –acusado de extorquir dinheiro de integrantes do PCC.
No depoimento de agora, Peña confessou esse e outros crimes na tentativa de obter o benefício da delação premiada.
Esses benefícios, que podem reduzir a condenação do ex-policial, só são concedidos pela Justiça se as informações repassadas pelo acusado forem consideradas consistentes.
Amizade
De acordo com Peña no depoimento, ele e Malheiros Neto eram amigos havia anos. Foi a primeira vez que Peña admitiu manter uma relação próxima com o ex-secretário. A suposta ligação entre os dois foi denunciada ao Ministério Público por Regina Célia Lemes de Carvalho, ex-mulher do ex-policial.
Em janeiro de 2007, quando Malheiros assumiu o cargo de secretário-adjunto da Segurança, o então investigador disse ter sido procurado por ele para ser transferido a 3ª DIG do Deic. Lá, teria duas missões, segundo afirma no depoimento:
1) “Apertar o cerco em cima dos bingos e das máquinas de caça-níqueis, para poder arrecadar dinheiro de forma ilícita. Em outras palavras, cobrança de propina”; 2) “Ficar de olho” no delegado Fábio Pinheiro Lopes, “vigiando se o dinheiro [da propina] não era desviado”. “De acordo com o tamanho da casa de jogo, deveriam pagar de R$ 20 mil a R$ 200 mil mensais, em dinheiro”, disse.
Corregedoria
A investigação na Corregedoria trocou ontem de mãos. O secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, substituiu o delegado Gerson Carvalho por um homem de confiança: Roberto Avino, que trabalhava ultimamente na Secretaria da Segurança.
Outro lado
Dois delegados classificaram as acusações como “infundadas” e “absurdas”. O outro não foi localizado.
O delegado Fábio Pinheiro Lopes, atualmente na chefia do 99º DP (Congonhas), afirmou que “Augusto Peña é um bandido e que as acusações de corrupção feitas contra ele são uma vingança porque ambos são inimigos”.
De acordo com Lopes, Peña quer se vingar dele porque quando trabalharam juntos, no Deic, o delegado acusou o então investigador de desviar uma carga de videogames que estava apreendida na delegacia. “Esse rapaz é meu inimigo pessoal. Eu o expulsei do Deic”, disse.
Ainda segundo Lopes, as acusações de que teria pago R$ 110 mil ao ex-secretário-adjunto da Segurança Pública Lauro Malheiros Neto para assumir a 3ª DIG (Delegacia de Investigações Gerais) são infundadas. “Eu nunca fui processado, nunca tive uma sindicância na minha carreira [de 17 anos]”, disse.
Lopes também disse que, ao contrário do que afirmou Peña, ele nunca cobrou propina para protelar inquéritos policiais contra bingos ou donos de caça-níqueis.
O delegado Emílio Françolin classificou a acusação de ter pago R$ 250 mil a Malheiros Neto para assumir a 5ª Seccional como absurda.
O delegado Luiz Carlos do Carmo foi procurado pela reportagem em seu celular, mas não foi localizado até a conclusão desta edição.
O advogado de Malheiros Neto, Alberto Zacharias Toron, nega as acusações. Ele disse que seu cliente propôs ao Ministério Público ser ouvido, mas não obteve resposta, e ainda não conseguiu ter acesso ao inquérito.
O secretário da Segurança, Ronaldo Marzagão, não quis comentar o teor do depoimento de Peña, segundo sua assessoria. A pasta informou que a mudança de delegados na Corregedoria faz parte de uma série de transferências rotineiras.
O advogado Celso Valente não foi localizado.
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Não se indigneis!
Que outro qualificativo haveria propor a quem paga propina para roubar.
Por outro lado, um é muito conhecido pelas peripécias naquele departamento que faz concorrência aos “yo soi mineiro mariachi Tangita”!
Outro conhecido como suposto instrutor de lutas marciais daquele promotor dono do Vira Lata ou seria Vira-Lata.
Além de outras façanhas tais como se tornar Seccional à velocidade da luz.
De um nunca ouvi falar. Assim, desde já, lhe peço perdão caso se sinta ofendido.
Conquanto, aqui, ofendido sou eu; mais todos aqueles membros da Polícia Civil que suportam tais vexames.
Diga-se, vexames por suas improbidades.
E vexames por levarmos uma vida medíocre, alguns miserável até, financeiramente falando.
Vexames das nossas casas rotas, das nossas contas protestadas, dos nossos filhos carentes de melhor educação.
Dos nossos dentes podres.
Por culpa de quem paga pelo cargo; reprimindo e aniquilando todas as pretensões de quem busca dignidade funcional e salarial.
São vira-latas …
Delegados vira-latas!
VIRA-LATAS FILHOS DA PUTA!
A NOSSA SOLIDARIEDADE AO DOUTOR GERSON DE CARVALHO EM FACE DESSA ROTINEIRA MUDANÇA DE ROTINA 13
(DGP-1624-P)
os efeitos da Portaria DGP-5295, publicada a 25 de setem-
bro de 2008, que designou o Dr. GERSON CARVALHO – RG
2.675.667, Delegado de PolÌcia de Classe Especial, padr„o V,
lotado na Delegacia Geral de PolÌcia, classificado na
Corregedoria, para exercer a funÁ„o de Delegado Division·rio
de PolÌcia da Divis„o de ApuraÁies Preliminares da
Corregedoria, ficando em conseq¸Íncia, cessado o prÛ-labore
correspondente. (DGP-1661-P)
Classificando:
na Corregedoria e nos termos do artigo 6? da Lei
Complementar n? 731, de 26 de outubro de 1993, designa o Dr.
ROBERTO AVINO – RG 10.543.158, Delegado de PolÌcia de Classe
Especial, padr„o V, lotado na Delegacia Geral de PolÌcia, para
exercer a funÁ„o de Delegado Division·rio de PolÌcia da Divis„o
de ApuraÁies Preliminares da Corregedoria, fazendo jus a grati-
| Posição | Nome | RG | Dias Classe | Dias Carreira | Dias Serviço Público | Classe |
| 6 | Gerson Carvalho | 6435 | 14563 | 14563 | Classe especial |
| Posição | Nome | RG | Dias Classe | Dias Carreira | Dias Serviço Público | Classe |
| 110 | Roberto Avino | 168 | 7322 | 9814 | Classe especial |
ROTINEIRA MUDANÇA DE ROTINA: remoção imotivada de Delegado de Polícia como forma de retaliação e tumultuação das apurações.
Pela regra da experiência o substituto é mais afinado com os interesses da administração; conquanto nem sempre os interesses da administração sejam aqueles da Administração Pública.
MUDANÇA DE ROTINA NA SUBSTITUIÇÃO DE GERSON DE CARVALHO POR ROBERTO AVINO…CONVERSA-FIADA! 2
Na semana passada, o delegado Carvalho tomou o depoimento dos policiais acusados por Pena de ameaçá-lo. Fez mais. Foi atrás de cópias dos processos administrativos cujas sentenças supostamente foram negociadas em troca de até R$ 300 mil de propina – Pena afirmou que levava o dinheiro em mãos para Malheiros Neto e para Celso. No mesmo dia, Carvalho enviou as cópias ao Ministério Público Estadual (MPE), conforme lhe havia sido requisitado. Há 40 anos na polícia, o delegado de classe especial foi pego de surpresa ontem. Soube pelo Diário Oficial que havia perdido o cargo de diretor da Divisão de Operações Policiais (DOP), da corregedoria.
Constrangido e magoado, o homem que já chefiou departamentos importantes da polícia e foi o responsável em 1994 pelo inquérito que provou que os donos da Escola de Base haviam sido acusados injustamente, recebeu a solidariedade de amigos. Disse a eles que sempre cumpriu com seu dever.
A Secretaria de Segurança Pública informou que a saída de Carvalho foi uma mudança de rotina. Para seu lugar, foi escolhido Roberto Avino, que trabalhava no Centro Integrado de Inteligência em Segurança Pública (CIISP). Criado por Marzagão, o setor reúne e analisa informações de inteligência das Polícias Civil e Militar e é vinculado ao gabinete do secretário.
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O doutor ROBERTO AVINO – já que trabalhava diretamente vinculado, ou seja, na prática, subordinado ao acusado de vender cargos e indulgências administrativas para corruptos – aceitando o cargo jogará sobre si a mancha da SUSPEITA.
A Secretaria, com tal remoção, aparentemente não quer apuração, quer acomodação.
E a Corregedoria Geral é aquilo que estamos cansados de saber – nos últimos 7 anos, especialmente – órgão de PUNIR POLICIAL POBRE.
Aliás, se o Corregedor Geral for cortar na própria carne, possivelmente, não lhe sobrará do próprio sangue.
AUGUSTO PENA SOFRE TENTATIVA DE HOMICÍDIO E DELEGADO QUE BUSCAVA AS PROVAS DE CORRUPÇÃO NO GABINETE DO SECRETÁRIO É DEFENESTRADO DA CORREGEDORIA GERAL 8
Policial ameaçado é transferido
Pena, que acusa ex-secretário adjunto, foi retirado do presídio da polícia; delegado do caso perde o cargo
Bruno Tavares e Marcelo Godoy
Pena aceitou fazer delação premiada e depôs ao Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Assumiu achaques à cúpula do Primeiro Comando da Capital e entregou esquemas de corrupção para compra de decisões em processo administrativos para absolver policiais corruptos. Assinadas por Malheiros Neto, as decisões eram tomadas em nome do secretário Ronaldo Marzagão.
O pedido para que o policial fosse transferido foi feito pelo diretor da Corregedoria da Polícia Civil, Alberto Angerami. Ele justificou o pedido afirmando que Pena corria risco de morrer se permanecesse no PEPC. Pena depôs na corregedoria e disse que foi ameaçado por dois investigadores e um delegado no presídio. Contou ainda que o sócio e “primo” de Malheiros Neto, Celso Augusto Hentscholer Valente, o teria procurado no PEPC e pressionado para que não fizesse a delação.
Na semana passada, o delegado Carvalho tomou o depoimento dos policiais acusados por Pena de ameaçá-lo. Fez mais. Foi atrás de cópias dos processos administrativos cujas sentenças supostamente foram negociadas em troca de até R$ 300 mil de propina – Pena afirmou que levava o dinheiro em mãos para Malheiros Neto e para Celso. No mesmo dia, Carvalho enviou as cópias ao Ministério Público Estadual (MPE), conforme lhe havia sido requisitado. Há 40 anos na polícia, o delegado de classe especial foi pego de surpresa ontem. Soube pelo Diário Oficial que havia perdido o cargo de diretor da Divisão de Operações Policiais (DOP), da corregedoria.
Constrangido e magoado, o homem que já chefiou departamentos importantes da polícia e foi o responsável em 1994 pelo inquérito que provou que os donos da Escola de Base haviam sido acusados injustamente, recebeu a solidariedade de amigos. Disse a eles que sempre cumpriu com seu dever.
A Secretaria de Segurança Pública informou que a saída de Carvalho foi uma mudança de rotina. Para seu lugar, foi escolhido Roberto Avino, que trabalhava no Centro Integrado de Inteligência em Segurança Pública (CIISP). Criado por Marzagão, o setor reúne e analisa informações de inteligência das Polícias Civil e Militar e é vinculado ao gabinete do secretário.
O Estado procurou o advogado de Malheiros Neto, Alberto Zacharias Toron, mas não conseguiu localizá-lo. Toron sempre repudiou as acusações de Pena. “Ele tem de provar o que diz.”
