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… HAJAM CAIXAS ELETRÔNICOS! 12
ALCKMIN PARA PRESIDENTE…FERREIRA PINTO VICE!
E FALO BEM SERIO….
Porra, caralho!..Compra o carro , mas não mente! ( está cada vez mais difícil emprestar credibilidade a tudo que se refere ao controvertido Secretário) 12
POLÍCIA SEM CERIMONIAL – by rcguerra
O PCC ESTÁ CADA VEZ MAIS FORTE, AUDACIOSO E VIOLENTO…Brevemente executará os secretários da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, e da Administração Penitenciária, Lourival Gomes “alvo de planos de assassinato feitos pelo Primeiro Comando da Capital” …(afirmo brevemente em razão de a História demonstrar que quando uma organização criminosa de tal porte planeja matar alguém, esse alguém já pode providenciar o caixão )
Ameaçados, secretários têm carros semelhantes
Sábado, 28 de Abril de 2011, 00h00
Fabio Mazzitelli e Marcelo Godoy
Os secretários da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, e da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, são os únicos do primeiro escalão do governo que andam de veículos utilitários esportivos (SUV, na sigla em inglês). Ambos têm SUVs blindados – Ferreira Pinto, um Captiva, e Lourival, um esportivo da Ford. A compra dos dois foi feita com base em parecer que determinava a escolha de um utilitário por razões de segurança.
Ao Estado, Ferreira Pinto confirmou ter o carro. Ele disse ontem que era necessário adquirir um veículo que aguentasse uma blindagem superior e pudesse fazer manobras defensivas, como subir sobre o canteiro de uma avenida em caso de atentado. “Foi feita licitação e o vencedor foi a GM”, afirmou.
Tanto Ferreira Pinto quanto Lourival foram alvo de planos de assassinato feitos pelo Primeiro Comando da Capital (PCC). Em um deles, dois pistoleiros entraram na sede da Secretaria da Administração Penitenciária e só não concretizaram o atentado porque a segurança do lugar havia sido reforçada. ( SEMANA PASSADA )
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Hoje seriam possíveis novos ataques? (HOJE)
Pela forma que temos domínio do sistema penitenciário, não. Pelas informações que nós temos, pelo poderio da facção, que diminuiu sensivelmente, temos total controle da situação e digo com absoluta certeza que não há clima para que 2006 possa repetir-se.
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Porra, caralho! Ou explica direito o controle sobre o PCC ou devolve o carro!
O PCC É COMO A BANDA PODRE DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA: 30 LADRÕES INFLUENTES CHEFIANDO E COMANDANDO 130.000 FRANQUEADOS ( destes a maioria leva fama, mas não pega na grana ) 13
Quinta-feira, 12 de Maio de 2011
‘PCC se resume a 30 presos influentes’
11 de maio de 2011 | 23h45 |Bruno Paes Manso/Jornal da Tarde
LEIA AQUI ENTREVISTA COMPLETA
No dia 1º de junho, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, completa cinco anos no governo do Estado de São Paulo. Ele ingressou como secretário de Administração Penitenciária pouco depois dos ataques da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), iniciados há exatos cinco anos, e desde março de 2009 está à frente da pasta da Segurança Pública. Normalmente refratário ao assunto, falou sobre a facção ao Jornal da Tarde.
Hoje seriam possíveis novos ataques?
Pela forma que temos domínio do sistema penitenciário, não. Pelas informações que nós temos, pelo poderio da facção, que diminuiu sensivelmente, temos total controle da situação e digo com absoluta certeza que não há clima para que 2006 possa repetir-se.
Qual é a força hoje do PCC no Estado?
Na realidade existe um grupo de presos, grande parte no tráfico. Mas o PCC são no máximo 30 presos influentes que exercem algum poder de decisão e estão cumprindo pena em um só presídio, em Presidente Venceslau (região oeste do interior do Estado). Mas aqueles que se notabilizam pelo poder econômico são cinco ou seis. Todos estão voltados a uma principal atividade, que é o tráfico. Na hora que combatemos o tráfico praticado por eles, enfraquecemos a facção, porque eles vão se preocupar em recuperar o numerário perdido, a droga perdida, que apreendemos em larga escala no Estado.
Há informações de que o PCC fornece toda a droga que chega a São Paulo. Está correto?
Não necessariamente. É que o PCC hoje é uma grande franquia. Todo mundo para ter status diz que pertence ao PCC, mas na realidade existem muitos grupos criminosos bem organizados que não têm ligação com a facção.
Hoje se diz que o PCC tem papel disciplinador importante dentro das prisões. É verdade?
Longe disso. Isso é glamourizar a facção. Eles estão voltados ao ganho com tráfico de entorpecentes. Fazem com que o grupo que lideram do lado de fora tenha primazia em determinados setores de distribuição no comércio de cocaína. Mas não há viés disciplinador, nenhum poder paralelo, mesmo porque não damos espaço para isso.
E os julgamentos paralelos nas periferias?
Isso é outra fantasia, uma forma de endeusar um grupo que é muito violento. Mas longe de ter essa organização, como se fosse uma máfia. Eles são audaciosos, cruéis, mas longe de serem disciplinadores.
Facção forte
Agentes penitenciários, integrantes da Pastoral Carcerária, acadêmicos que estudam o PCC, integrantes do Ministério Público Estadual e lideranças comunitárias em São Paulo desmentem a versão oficial. E afirmam que o poder da facção continua forte não só nas prisões do Estado como nas periferias das grandes cidades paulistas.
Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Agentes Penitenciários de São Paulo, Rozalvo José da Silva, a situação não mudou nada nos últimos cinco anos, porque o Estado permanece ausente nas penitenciárias. Segundo Silva, a disciplina interna é mantida pelos detentos e cita dados. As prisões estão superlotadas. Nos últimos cinco anos, o sistema recebeu 25 mil novos presos e chegou a 171 mil – há capacidade para 98.995 vagas. O total de agentes se manteve praticamente estável. “Se você vai a um Centro de Detenção Provisória (CDP), com 2 mil presos e capacidade para 700, há apenas 12 agentes. Os presos acabam exercendo esse papel”, afirma.
Silva diz que outras facções também têm espaço no sistema. Em Presidente Prudente, por exemplo, os Amigos dos Amigos (ADA) e a Seita Satânica se uniram. Por causa disso, segundo ele, não entram ali filiados ao PCC.
A advogada Alessandra Teixeira, coordenadora da Comissão de Prisões do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), faz doutorado em Sociologia na USP. Ouviu detentos, ex-detentos e visitou CDPs para fazer sua tese. Ela aponta a autogestão do sistema pelos detentos como recorrente nas penitenciárias paulistas. Segundo ela, trata-se de opção do Estado, já que a política de encarceramento continua crescente e não há contratação de agentes. “Hoje agentes penitenciários não entram sequer onde estão os presos. Como, apesar da ausência do Estado, rebeliões não acontecem?”, questiona.
Entre 2007 e 2011, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), ocorreram seis rebeliões no Estado. A SAP informa que há 27.544 agentes penitenciários nas prisões paulistas – um agente para cada 6,2 presos. Em 2002, essa proporção era de um para 3.816. Segundo o sindicato, um terço dos agentes está desviado a serviços administrativos.
Em uma favela da zona leste de São Paulo, neste mês, um morador invadiu a casa da ex-namorada, bateu nela, no pai e na mãe da menina. Um familiar dos agredidos estava preso e pertence ao PCC. Ajudou a organizar um “tribunal” da facção e o agressor levou uma surra, que quase o matou. “Muitos moradores pegam ônibus pagos pela facção para visitar parentes em penitenciárias”, conta uma líder comunitária.
Com 21 anos de experiência em Varas de Execuções Criminais do Estado, o promotor Antonio Baldin diz que a facção ficou “mais organizada e inteligente”. “Depois dos ataques, o PCC deixou de se expor com tanta frequência e isso é mais perigoso, porque, quando a gente não vê o inimigo, ele tem mais liberdade de ação”, alerta.
Achaques
Achaques de policiais a criminosos paulistas foram fundamentais para os ataques de maio de 2006, concluiu o relatório “São Paulo sob Achaque: Corrupção, Crime Organizado e Violência Institucional em Maio de 2006”, que o JT adiantou na segunda-feira.
O texto, preparado por 24 pesquisadores da organização não governamental (ONG) Justiça Global e pela Clínica Internacional de Direitos Humanos da Faculdade de Direito de Harvard, com apoio de outras entidades, destaca que em março de 2005, um ano antes da rebelião em 74 presídios e dos ataques, Rodrigo Olivatto de Morais, enteado de Marcos William Camacho, o Marcola, líder do PCC, foi sequestrado por policiais civis de Suzano, e solto depois de Marcola pagar resgate de R$ 300 mil.
Indignado, ele avisou ao policiais em 11 de maio de 2006: “Não vai ficar barato.” No dia seguinte, a onda de violência começou.
Colaborou Chico Siqueira
Em pouco mais de 24 horas, caixas eletrônicos de três agências bancárias foram alvo de explosões no Estado. 5
O PANORAMA DESCONEXO ENLOUQUECEU, OLHA SÓ O QUE ELE ANDA FAZENDO. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!
12/05/2011
Bancos são alvos de 3 explosões em 24 hFolha de S.Paulo
Em pouco mais de 24 horas, caixas eletrônicos de três agências bancárias foram alvo de explosões no Estado.
Por volta das 4h de ontem, criminosos explodiram caixas eletrônicos e danificaram o hall de entrada de uma agência do Banco do Brasil na avenida Francisco Morato, na Vila Sônia (zona oeste).
O barulho da explosão acordou vários moradores da região, que deixaram os apartamentos assustados.
“Fez um barulho ensurdecedor e o prédio tremeu. Eu peguei o cachorro e sai rápido do apartamento com medo de desabar”, disse a decoradora Andrea Ávila, 38 anos.
Também na madrugada de ontem, assaltantes tentaram explodir caixas eletrônicos de uma agência do banco Bradesco na avenida Itavuvu, no Jardim Santa Cecília, em Sorocaba (99 km de São Paulo), por volta das 3h desta quarta.
A explosão danificou a porta giratória, os vidros do banco e a parte externa de um dos seis caixas eletrônicos. Uma testemunha disse aos policiais que viu dois homens fugindo em uma moto. Segundo a polícia, nada foi roubado dos caixas eletrônicos da agência.
Na madrugada de anteontem, caixas eletrônicos em Cajamar (Grande SP) foram atacados da mesma forma.
Após essas explosões em série, a Secretaria de Estado da Segurança Pública anunciou que o Deic (Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado) irá centralizar e monitorar as investigações sobre essas ocorrências.
De acordo com a polícia, neste mês ocorreram 27 casos no Estado entre tentativas, furtos e roubos aos equipamentos, o que representa uma média de dois por dia.
Explosivos
De acordo com o Exército, somente em 2010, mais de 570 quilos de dinamite foram roubados em todo o país.
Entretanto, diz o Comando Militar do Sudeste, quando os roubos ocorrem durante o transporte do artefato, a responsabilidade pela investigação é da Secretaria de Segurança do Estado onde a ocorrência foi registrada.
Somente em São Paulo, existem 150 pedreiras, que são fiscalizadas e controladas pelo Comando Sudoste das forças militares.
A resistência dos caixas eletrônicos ao ataque de maçaricos é apontada como um dos motivos para o recente uso de explosivos.
Policiais Militares suspeitos de ataques a caixas eletrônicos 13
Ãoh, Ãoh, Ãoh, vai cair o batalhãoh! – enviado POR TAMU FU
Até policiais são investigados nos ataques a caixa eletrônico
A polícia não descarta nenhuma hipótese. Donos de lojas estão assustados com explosões e ameaçam devolver os equipamentos
Cristina Christiano e Plinio Delphino
DIÁRIO SP
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A polícia já traçou o perfil de uma quadrilha suspeita de envolvimento em furtos e explosões de caixas eletrônicos e não descarta nem a participação de policiais nesses crimes. Um levantamento indica que todas as vezes que a equipe da Força-Tática da PM se desloca para uma das áreas cobertas pelas companhias do batalhão a que pertence não ocorre ataque.
Recentemente, o comandante-geral da PM, coronel Álvaro Camilo, afirmou não ter dúvida de que os criminosos recebem informações privilegiadas sobre horários de abastecimento e locais de mais dinheiro. O comandante lembrou ainda que, para os ladrões, é mais vantajoso explodir caixa eletrônico do que assaltar banco, porque o risco de confronto é menor. Além disso, em caso de prisão, o bandido vai responder por furto, cuja pena é menor que a de assalto.
DESATIVADOS /Comerciantes paulistas estão assustados com essa onda de crimes que se espalha por São Paulo. Apenas nos 10 primeiros dias deste mês, entre casos concretos e tentativas, houve 25 ocorrências no estado. Na capital, a estimativa é que ocorram em média dois ataques por dia.
“Esses equipamentos estão virando um desserviço à população e os donos de lojas já temem que os clientes deixem de ir ao seu estabelecimento por medo de explosões”, diz o vice-presidente da Associação Comercial, Roberto Mateus Ordini. Segundo ele, se a polícia não der um basta na situação, os comerciantes vão devolver os equipamentos aos bancos.
foto: Mario Angelo / Futura Press
Susto em Cajamar: bandidos explodiram três caixas eletrônicos do Banco do Brasil em Cajamar, na Grande São Paulo, ontem de madrugada. O barulho assustou até os vizinhos
Em nota, a Polícia Militar diz que o trabalho preventivo está sendo feito com foco nas regiões bancárias e locais de caixas eletrônicos, principalmente durante a madrugada. Segundo a PM, todos os recursos materiais e humanos estão distribuídos de forma planejada, com base em parâmetros de inteligência policial e intervenções de acordo com a necessidade. A nota termina dizendo que as polícias Militar e Civil estão integradas nesse trabalho preventivo e nas investigações dos ataques ocorridos.
Equipes do Garra e do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil, também vão intensificar o policiamento preventivo. Para tanto, o Garra vai colocar 80% do seu efetivo nas ruas no horário de expediente bancário e 20% à noite. O GOE fará o inverso. O trabalho contará ainda com apoio do Grupo Especial de Resgate e do Esquadrão de Bombas.
Policiais do Garra também vão atender locais de ocorrência acompanhados de papiloscopistas e fotógrafos. Os bancos vão acionar o Deic na hora.
Criminosos largaram dinamite no mato
A Polícia Militar encontrou 56 bananas de dinamite em Itapevi, Grande São Paulo, sábado. O material estava em um matagal. Ninguém foi preso.
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é a média diária de ataques a caixas
Explosivos roubados em plena rodovia
Foram 2,5 toneladas de explosivos roubadas na Fernão Dias, em outubro de 2010. Polícia recuperou 1,5 toneladas após 10 dias, no Jaçanã, Zona Norte.
AÍH FORÇA TÁCTICA DA ZL, SEGURA QUE O FILHO É TEU!
MAIS UM CASO ISOLADO NA CASA DA SOGRA DE MARIA JOANA 29
vc repórter: policial guarda viatura na casa da sogra em SP
11 de maio de 2011 • 17h47 • atualizado às 17h47

Segundo os moradores a viatura fica estacionada na residência todas as noites e nos finais de semana
O BLOG FLIT PARALISANTE NÃO PEDE E NÃO AUTORIZA PEDIDOS DE “DONATIVOS” …CUIDADO COM O SUPOSTO “PANORAMA DESCONEXO” 4
ADPESP Entrevista TV Prevê 03/05/2011 – segunda e última parte. 4
TV ADPESP: “A Presidência em Foco” 11
Boletim inaugural do quadro “A Presidência em Foco”, produzido pela TV ADPESP. Neste programete quinzenal, a presidente da Associação, Dra Marilda Pansonato, entrará em contato direto com o associado, trazendo informações e esclarecimentos relevantes para a classe em geral
“FALHA NO SISTEMA” 12
A 7ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu trancar uma ação que envolve um rapaz preso, sem julgamento, por quatro anos em Santos.
Segundo a acusação, ele teria roubado 20 vales-alimentação, uma aliança, um anel e um celular. A denúncia foi recebida em setembro de 2004 e, após o réu ter sido citado por edital e declarado revel, foi decretada a prisão preventiva em janeiro de 2006. A ordem foi cumprida em fevereiro, mas não foi comunicada à Justiça.
O paciente ficou preso, em regime prisional fechado – por quatro anos – sem que a ação penal tivesse prosseguimento. A 4ª Vara Criminal de Santos reconheceu a ‘falha do sistema’, já que o cumprimento do mandado de prisão não foi comunicado ao juízo. O réu ficou preso de fevereiro de 2006 a fevereiro de 2010, quando foi expedido o alvará de soltura.
Segundo a decisão do relator, desembargador Cláudio Caldeira, “não há mais, no caso, interesse de agir. Deixar alguém preso, por quatro anos, sem processo, sem condenação, sem nada, é agir sem interesse algum. E se falta interesse de agir, falta justa causa”.
Dessa maneira, o habeas corpus para se reconhecer a falta do interesse de agir e se trancar a ação penal foi concedida por maioria de votos. Do julgamento participaram, também, os desembargadores Fernando Miranda (2º juiz) e Francisco Menin (3º juiz).
Processo: 0425735-24.2010.8.26.0000
SP anuncia reajuste de 42,2% a professores estaduais em 4 anos 64
SP anuncia reajuste de 42,2% a professores estaduais em 4 anos
CAROLINA LEAL
DE SÃO PAULO
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou nesta quarta-feira o aumento de 42,2% no salário base dos professores da rede estadual de São Paulo. O reajuste será fracionado em quatro anos.
A primeira parcela de aumento será concedida no dia 1º de julho e será de 13,8%. Com isso, o salário base de início de carreira de um professor com 40 horas de jornada passará de R$ 1.665 para R$ 1.894.
No anos de 2012, o aumento será de 10,2% sobre o salário acumulado, elevando o piso para R$ 2.088. Nos anos seguintes, o reajuste será de 6% e de 7%, respectivamente, aumento o salário para R$ 2.368 em 2014.
Segundo o governo estadual, o reajuste irá beneficiar 374 mil pessoas, entre professores na ativa e inativos. Os funcionários da rede também terão reajuste, segundo o governo. O valor varia de acordo com o cargo, mas será em média 33% neste ano.
O custo total do reajuste em 2011 para o governo –para professores e funcionários- será de R$ 824 milhões. Nos anos seguintes, o custo do reajuste será de R$ 2,2 bilhões (2012), R$ 2,7 bilhões (2013) e R$ 3,7 bilhões (2014).
Além dos reajustes, foi anunciado hoje também a contratação de 10 mil funcionários para atuar como agentes escolares. A ideai segundo o governo é liberar os diretores das escolas para a questão pedagógica, deixando a tarefa do dia a dia para os agentes
Folha.com: Droga de elite ( de HiJienópolis ) 19
A seguinte notícia da Folha.com (www.folha.com.br) foi enviada para você por
o pescador da ponte pensil….agora no mangue
11/05/2011 – 03h03
Droga de elite
Higienópolis (cidade da higiene) rechaçou a chegada do metrô. Haveria uma estação no local onde hoje funciona um supermercado Pão de Açúcar, na av. Angélica, esquina com a rua Sergipe. Morei anos ali.
Para quem não conhece, é um bairro rico e central de São Paulo.
Esse canto abrigaria a ex-futura estação do coletivo, agora deslocada para o Pacaembu, com bem menos concentração de pessoas.
O lobby dos ricos venceu. O governo tucano tucanou de novo diante da pressão dos moradores.
Empregadas, babás, porteiros, faxineiros, feirantes, garis, funcionários do Pão de Açúcar e milhares de empregados do bairro que servem diariamente os moradores continuarão sem a melhor, mais rápida, pontual, organizada e limpa opção de transporte público.
Temia-se o aparecimento de camelôs nas redondezas. De “uma gente diferenciada”, um morador chegou a dizer.
Reclama-se muito que São Paulo não consegue ser cosmopolita, democrática.
Vamos a Nova York e à Europa e voltamos deslumbrados. Carentes da não dependência do carro e saudosos de “civilização”.
Não conseguimos fazer o mesmo onde vivemos.
Conviver com o próprio povo é um porre.
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“Há um certo momento na trajetória de toda e qualquer nação em que ela se considera escolhida. É nesse momento em que ela dá o melhor e o pior de si.” (Emil Cioran, 1911 – 1995).
Fernando Canzian é repórter especial da Folha. Foi secretário de Redação, editor de Brasil e do Painel e correspondente em Washington e Nova York. Ganhou um Prêmio Esso em 2006 e é autor do livro “Desastre Global – Um ano na pior crise desde 1929”. Escreve às segundas-feiras na Folha.com
Enc: Coxinha em flagrante preparado 125
Assunto: FW: Enc: Coxinha em flagrante preparado
Para: roberto conde guerra
Obrigada desde já pela atenção dispensada. Esperando que o Sr. esteja bem, e tenha fé, que todo mal que lhe esta acontece
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“Mas o que é P2, Zé?” 27
06/03/2001 – 10h06
Artigo: Governador desconhecia “polícia secreta” dentro da PM
RICARDO FELTRIN
Coordenador de Cotidiano Online
Desde o momento em que assumiu o governo estadual, em 1995, Mário Covas enfrentou um “massacre” _dentro e fora do partido_ por sua escolha para o comando da Secretaria da Segurança Pública.
Ao colocar na pasta o advogado José Afonso da Silva, um humanista, Covas enfrentou a ira de políticos de oposição, entidades civis e até mesmo de seus aliados tucanos.
Durante o período em que manteve Afonso da Silva (de janeiro de 95 a janeiro de 99), Covas não passou uma semana sem receber pressão, críticas ou ataques diretos.
A deputada federal Zulaiê Cobra Ribeiro e o então presidente da Cosesp (Companhia de Seguros do Estado de São Paulo), João Leite Neto, eram praticamente “inimigos declarados” da política do secretário.
Em entrevistas (em rádios, principalmente), esses dois aliados do governador se comportavam como a oposição mais radical, quando o assunto era segurança pública.
O espancamento e a morte de civis por PMs em Diadema, exibido pela Rede Globo para todo Brasil em março de 97, foi o aude do “massacre” a Covas e a Afonso da Silva.
De março a dezembro daquele ano, Covas ouvia quase que semanalmente os pedidos de demissão de seu secretário.
Covas não aceitou: não só evitou demitir Afonso da Silva, como trocou toda a cúpula das polícias Civil e Militar só para fortalecê-lo.
Num de seus projetos mais ousados, mandou a Brasília um projeto de lei para a unificação do policiamento no Estado.
Durante a coletiva em que anunciou tal projeto, foi questionado pela reportagem da Folha de S.Paulo sobre a possível repercussão do projeto junto à P2 _como é chamado o Serviço de Inteligência, a parte “secreta” da PM.
Ao ouvir a pergunta, microfone aberto, o ingênuo Covas olhou para Afonso da Silva, atônito:
“Mas o que é P2, Zé?”
Ao ouvir a resposta, apenas murmurou:
“Isso existe?”




