É só para isso!
Quem duvidar consulte os editais de suas cidades.
Grandes gestores.
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Revoltado com o plano do governo, um coronel disse que vai “acabar com os caça-níqueis e o jogo de bicho” de sua área.
Insinuando que eles funcionam em razão de conivência de delegados, disse: “Eles vão ganhar de um lado (salário), mas vão perder de outro (propinas)”.
Segundo os coronéis, os delegados receberiam três reajustes de R$ 2,5 mil cada. A secretaria nega.
Coronel foi morto pela própria tropa, mas ainda há – entre eles – quem se julgue no direito de apontar o dedo contra a suposta corrupção dos delegados de polícia.
A PM é brutal e corrupta!
Rouba e mata sem parar.
Quem recebe propina é a esposa desse coronel amigo dos jornalistas do Estadão: MICHÊ!
O plano do secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, de desvincular os salários dos delegados de polícia dos valores pagos aos oficiais da Polícia Militar abriu uma crise entre o governo e a PM. Em reunião no comando-geral, 57 coronéis se disseram contrários à medida. Muitos dos entrevistados pelo Estado ameaçam até fazer uma “greve branca”.

Se voltar atrás em seu plano, o governo pode ter de enfrentar a fúria dos delegados, cuja associação ameaça uma nova greve nos moldes da que levou ao confronto entre as duas polícias na frente do Palácio dos Bandeirantes, em 2008. Em nota, o coronel Salvador Pettinato Neto, presidente da Associação dos Oficiais da PM, afirmou que a isonomia salarial é “uma garantia inegociável”.
Revoltado com o plano do governo, um coronel disse que vai “acabar com os caça-níqueis e o jogo de bicho” de sua área. Insinuando que eles funcionam em razão de conivência de delegados, disse: “Eles vão ganhar de um lado (salário), mas vão perder de outro (propinas)”. Segundo os coronéis, os delegados receberiam três reajustes de R$ 2,5 mil cada. A secretaria nega.
O governo sabe das resistências que enfrentará na PM se quiser levar adiante o plano. “Há 20 anos existe a isonomia entre as carreiras. Concordamos com a pretensão de carreira jurídica dos policiais civis, desde que haja um tratamento isonômico com os PMs”, disse um coronel do alto comando.
No centro da disputa há o desejo dos delegados de serem tratados como carreira jurídica, com vencimentos iguais a promotores, defensores e juízes. Um delegado classe especial (topo da carreira) ganha, segundo a Associação dos Delegados, R$ 11,6 mil. Com as vantagens de quinquênio e sexta parte, o salário pode subir mais R$ 5 mil.
O salário dos coronéis é de R$ 15,7 mil – sem incluir gratificações para quem passa pela Casa Militar ou Assembleia Legislativa. Com o fim da paridade, os delegados ganhariam mais do que os coronéis. A justificativa para isso é que os oficiais têm vantagens que os delegados não têm, como se aposentar com reajuste de até 20%.
Secretários. Há três semanas, os secretários Edson Aparecido (Casa Civil), Julio Semeghini (Planejamento) e Grella se reuniram com os coronéis. “Chegaram com o prato pronto”, contou um coronel. Quatro oficiais tomaram a palavra e bombardearam os secretários com números e dados. “Eles nos ofereceram migalhas”, disse outro coronel presente no encontro.
A greve branca consistiria em “fazer olho de vidro”. Eles não cobrariam dos subordinados a diminuição dos índices de criminalidade e aumentariam o tempo para o atendimento das ocorrências. “Ninguém vai prejudicar a população, mas é isso que ocorre com a tropa desmotivada”, afirmou outro oficial.
O comandante-geral, Roberto Meira, foi chamado mais de uma vez ao Palácio dos Bandeirantes para contornar a crise. A reação da PM deixara a cúpula da Segurança “decepcionada”. Até capitães passaram a considerar Grella persona non grata na PM. OEstado procurou Grela, mas ele não se manifestou.
Diante da reação dos oficiais, o Conselho da Polícia Civil, formado pelos diretores da instituição, divulgou nota. “Nós, policiais civis, primeiros garantidores do estado democrático de direito, não permitiremos sobre qualquer pretexto que forças negativas avancem contra as autoridades constituídas do Estado. Lançaremos mão de todos os meios legais nessa luta.” E receberam o apoio de 700 delegados que fizeram uma passeata no centro de São Paulo.
“Eles (coronéis) vão fechar caça-níqueis? Se sabem e não fazem nada, prevaricam. Eles não fazem falta, pois quem trabalha são os praças”, disse a delegada Marilda Pansonato, presidente da Associação dos Delegados, que se apresenta como mãe, mulher e filha de PM. Ela foi uma das líderes da greve de 2008.
Publicado em 24/09/2013
Na AGE de 24 de setembro de 2013, convocada pelo SINDPESP e realizada no auditório da ADPESP, os Delegados de Polícia foram surpreendidos pela visita do Delegado Geral, Dr. Luiz Mauricio Souza Blazeck, que discorreu em primeira mão sobre novo anúncio do Governador de São Paulo, consolidando o reconhecimento da Carreira Jurídica para a Classe.
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A publicação acima é independente e de absoluta responsabilidade do FLIT PARALISANTE; que não possui quaisquer vínculos com órgãos e autoridades da Administração , tampouco com entidades de classe da Polícia Civil .
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O almejado Projeto de Lei para o efetivo reconhecimento da Carreira Jurídica dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo deverá ser divulgado, nesta quarta-feira (25), pelo governador Geraldo Alckmin. Esta foi a informação anunciada pelo Delegado Geral de Polícia, Dr. Luiz Mauricio Souza Blazeck durante a Assembleia Geral Extraordinária, convocada pelo Sindpesp e realizada na sede da Adpesp na noite de terça-feira (24).
A ocasião memorável foi marcada pela emoção que contagiou os Delegados presentes ao comemorarem mais um avanço rumo à plena valorização da Classe. Em um discurso comovente, Dr. Blazeck descreveu a conquista como o primeiro passo para a concretização da consolidação da Carreira Jurídica dos Delegados de Polícia. “Chegou o nosso dia! O que conquistamos somente foi possível devido a união e a integração de todos em um propósito único”, anunciou o dirigente da Polícia Civil com a voz nitidamente embargada pela emoção.
Senhores Policiais Civis,
Com grata satisfação, anuncio o recebimento de mais uma moção de apoio à carreira jurídica dos Delegados de Polícia. O ex-Presidente da mais alta Corte de Justiça da República, Ministro Antonio Cezar Peluso, diz, explicitamente, do acerto no que tange à justa iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em relação aos Delegados de Polícia, doravante reconhecidos, claramente, como ocupantes de carreira jurídica de Estado. Vê-se, pois, que os operadores de Direito, sem corporativismo, estão, todos, amparando o pleito da nossa Instituição enquanto Polícia Judiciária do Estado. Daí perseguirmos a legalidade em harmonia com as Autoridades e demais Instituições, jamais tangenciando a lei ou o Estado Democrático de Direito. Na ocasião, venho, nova vez, ratificar o compromisso com a Administração Superior, com todas as carreiras policiais civis e, principalmente, com a população de nosso estado.
Luiz Mauricio Souza Blazeck
Delegado Geral de Polícia
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Senhores Policiais Civis,
Tira sem teto disse:
23/09/2013 ÀS 22:01
O comentarista de segurança da rede globo, ex oficial da PM, na edição do SPTV 1º edição, do dia 23/09, espalhou a falsa notícia sobre uma paridade entre a PC e a PM, comentou o que interessava aos oficiais da PM: disse que se houver a valorização que merecemos por causa da exigência do NU para a investidura nos cargos de Escrivão e Investigador, e a carreira jurídica para os Delegados, haverá problemas na Segurança Pública de SP.
Ele espalhou a ameaça de alguns oficiais que estão chantageando o Governador de SP. Quem quiser assistir aí vai o link:
O comentário está quase no fim da reportagem sobre o indivíduo que atropelou várias pessoas em um bar de SP.
Peço aos colegas que liguem para a rede globo para protestar contra este cidadão e contra o jornalista césar tralli pois o mesmo deu visibilidade somente a uma versão, não cumpriu seu papel de jornalista e ouviu as duas partes. Se ficarmos quietos o lobby deles se assemelhará ao que o MP fez com a PEC 37. Vamos ligar e protestar contra esta mentira que foi vinculada.
O telefone da globo para reclamações sobre a programação é: 11-4002.2884
Levará alguns minutos e isso pode fazer uma enorme diferença em nossa luta.
Temos que ir para a greve, sem luta não conseguiremos, já tenho consciência disso.
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Não tive como me conter ao ver ter comentário em outro post e creio, que merece aprovação de TODOS os policiais civis e também tomadas de atitudes em conjunto, visando melhorias para TODOS os policiais civis, por isso, sem pedir licença, tomei a liberdade, pois o tempo é curto, transcrevi o teu comentário neste post.
23/09/2013 16:34
Opinião – PLC 25/13: o projeto da insensatez
“De caráter autoritário, vindo de cima para baixo, o projeto transforma a advocacia pública de Estado em advocacia de governo e concentra todo o poder nas mãos do procurador-geral.”
Carlos Giannazi*
O Projeto de Lei Complementar 25/2013, enviado pelo governador Geraldo Alckmin à Assembleia Legislativa e que reformula a Lei Orgânica da Procuradoria Geral do Estado, tem criado uma grande celeuma e provocado a repulsa da maioria dos procuradores e de diversos parlamentares.
Elaborado pelo gabinete do procurador-geral do Estado, Elival Ramos, o PLC foi redigido sem levar em conta as contribuições do conjunto dos procuradores e os princípios básicos para a manutenção de uma advocacia de Estado voltada a defender e zelar pelo patrimônio e interesses públicos.
De caráter autoritário, vindo de cima para baixo, o projeto transforma a advocacia pública de Estado em advocacia de governo e concentra todo o poder nas mãos do procurador-geral, reduzindo o controle dos procuradores sobre a legalidade de licitações, convênios, contratos e processos administrativos. Na prática essa redução irá favorecer a malversação do dinheiro público, a improbidade administrativa, o pagamento de propinas, a corrupção e tantas outras irregularidades tão presentes no interior do aparelho do Estado. Assim, casos como as denúncias de corrupção na Fundação para o Desenvolvimento da Educação, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, Metrô, Fazenda etc., com certeza, serão cada vez mais constantes caso a proposta do governo seja aprovada.
Não temos dúvida de que o PLC 25/13 se enquadra na mesma toada das “PECs da impunidade”, a estadual nº 1 e a federal nº 37, já derrotadas pelas jornadas populares de junho e praticamente colocadas na lata do lixo da história da legislação brasileira. O mesmo destino daremos ao execrável e autoritário projeto, que recebeu 973 emendas de vários deputados de dez partidos com representatividade na Assembleia. Só o nosso mandato apresentou 87 emendas, formuladas pela Associação dos Procuradores do Estado de São Paulo.
Exigimos, pelo bem público, a imediata retirada do PLC 25/13, para que seja devolvido ao seu idealizador, o procurador-geral do Estado, considerado por muitos procuradores um traidor da própria carreira. Não restando alternativa à manutenção da proposta na Casa, envidaremos todos os esforços para obstruir a votação de tamanha afronta aos mecanismos de fiscalização dos bens dos serviços públicos, da lisura e do controle sobre a legalidade nos serviços estatais.
*Carlos Giannazi é deputado pelo PSOL.
23/09/2013 17:22
Deputado apoia pleito de policiais civis
Da assessoria do deputado Rafael Silva

Célio, Rafael Silva, Eumauri, Ricardo Silva e Julio César
O deputado Rafael Silva (PDT) recebeu em seu escritório político, no dia 20/9, integrantes da diretoria do Sindicato dos Policiais Civis da Região de Ribeirão Preto (Sinpol). No encontro, os representantes da categoria solicitaram o apoio do parlamentar nos projetos de lei que valorizam a remuneração dos investigadores e escrivães de Polícia, principalmente em decorrência da exigência de nível universitário para o ingresso na carreira, e ainda, na valorização dos delegados de polícia, que foram incluídos como carreira jurídica.
“Podem contar com o meu empenho e apoio. Entendo como justas as reivindicações da categoria e estou à disposição para levar ao Palácio dos Bandeirantes as solicitações dos policiais civis do Estado de São Paulo”, afirmou o deputado.
Estiveram reunidos com o parlamentar o presidente Eumauri Lúcio da Mata, o vice-presidente, Célio Antonio Santiago e o diretor financeiro Júlio César Machado. Também participou da reunião o vereador ribeirão-pretano Ricardo Silva (PDT), que aprovou Moção de apoio à Polícia Civil na Câmara Municipal de Ribeirão Preto.
“Acompanho de perto as dificuldades dos policiais paulistas. No caso dos policiais civis, não se trata da busca de um reajuste salarial, mas da justiça que precisa ser feita para essa categoria que tanto orgulha o nosso Estado. Garanto a todos que a polícia paulista é a melhor polícia do Brasil e seus integrantes devem ter um salário digno e justo”, comentou o deputado Rafael Silva.
ESTE ESTA AGINDO CORRETAMENTE ( A POLÍCIA CIVIL PRECISA SER VALORIZADA), CLARO QUE NÃO É APENAS AS 03 CARREIRAS, MAS SIM A POLÍCIA CIVIL POR COMPLETO.