Presidente psicopata admirado e defendido por outros sociopatas , pelos milicos da boquinha e por policiais corruptos e violentos.
É melhor Jair se preparando pra ser defenestrado pelo eleitorado e depois ir pra cadeia.

Presidente psicopata admirado e defendido por outros sociopatas , pelos milicos da boquinha e por policiais corruptos e violentos.
É melhor Jair se preparando pra ser defenestrado pelo eleitorado e depois ir pra cadeia.

Parece que foi ontem…
Era final de abril de 2012 e, na Corregedoria da Polícia Civil, encontrei o Dr. Hélio Bialski; estava ali para participar de uma audiência na qual eu também participaria como advogado. Perguntei pelo Dr. Daniel Bialski e ele, brincalhão como sempre, respondeu-me que o filho estava viajando e o havia “escalado” para aquela audiência.
Não preciso dizer que, antes depois e até durante a audiência, diversas pessoas que ali o viram (dentre as quais muitos advogados, policiais e estudantes de direito), vieram alegremente cumprimentá-lo.
A audiência caminhou extremamente bem para os réus – que sinceramente nem deveriam ter sido processados -, e o Dr. Hélio, mais uma vez, nos premiou a todos com verdadeira aula de direito processual.
Ao término, descemos conversando até a portaria e, ali, estendemos os assuntos mais um “bocado”. Ele estava muito feliz e irradiava isso. Mais alguns cumprimentos de quem passava e nos despedimos; não sem antes ele me dizer que na próxima audiência daquele caso, se o filho Daniel “deixasse”, ele viria. Infelizmente não veio…
Na madrugada de 30/04/2012 (três ou quatro dias depois daquela “audiência”) seu coração generoso parou de bater. Finalmente ele estava “livre” das “duras escalas” que o filho lhe impunha e que ele tão bem se desincumbia.
Dia 09/11/2020, porém, ele está novamente “escalado”. E desta feita não pelo Dr. Daniel Bialski, nem para defender ninguém; mas para engrandecer a justa homenagem que o filho receberá do povo paulistano, com a outorga da MEDALHA ANCHIETA e a concessão do TÍTULO DE CIDADÃO PAULISTANO.
E todos nós estaremos lá para aplaudir o homenageado e atestar a presença do Dr. Hélio Bialski. Ele não perderia isso jamais!
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Rumo INcerto
O subscritor da carta de apoio, ao longo de décadas, outra coisa não fez, senão se utilizar da entidade de classe para barganhar os melhores cargos no 1º escalão da instituição.
Sua carreira é marcada por um grande divisor de águas, o pós sábado de antes e depois da eleição de 1994.
Alegando perseguição profissional e, aproveitando-se da mesma situação, ora vigente, de completa indiferença governamental com as condições de trabalho, defasagem de pessoal e salarial da instituição, lançou-se na campanha do candidato que acabou se elegendo governador.
A partir daí, só felicidade, terno de grife, carro de representação e trânsito pelas diretorias departamentais, sempre acompanhado do núcleo de poder que criou, com vários policiais com dupla função: subordinados na instituição e empregados em suas atividades de segurança privada, culminando com o golpe de mestre ao ter colocado à disposição seu cago de diretor no Dipol, aproveitando-se da mais emblemática mobilização das carreiras policiais por melhores condições salarial e de trabalho, alçando com seu gesto o cargo de Delegado Geral de Polícia. Matou dois coelhos com uma só cajadada: Se livrou do departamento com inúmeras denúncias de fraudes em procedimentos licitatórios durante sua gestão e alcançou o mais alto cargo da estrutura organizacional da instituição.
Como Delegado Geral de Polícia nada fez para a classe, nem tampouco para as demais carreiras da Polícia Civil.
Com a instituição enfrentando enorme defasagem de pessoal, num aviltante paradoxo, saía para almoçar, a 50 metros do gabinete da Delegacia Geral no prédio da SSP, cercado por uma dúzia de seguranças pessoais, parecia o Presidente dos Estados Unidos na via pública, com falta de policial, em todo tipo de carreira, nos plantões das delegacias periféricas de São Paulo.
Numa atitude inédita e descabida, a atual diretoria da ADPESP, de forma pontual, se insurgiu contra ato administrativo da SSP que o removeu da Diretoria do DHPP, como se o cargo fosse de sua propriedade. A movimentação de delegados de polícia, como de qualquer outro funcionário público, é uma decorrência do exercício do Poder Hierárquico da Administração, não estando de forma alguma, sujeito à manifestação de vontade de quem ocupa o cargo, nem tampouco de entidade de classe do qual faça parte.
Ao assumir a Corregedoria Geral de Polícia, entre suas primeiras providências, transferiu experientes delegados da Divisão de Processos Administrativos, que presidiram ou presidiam os procedimentos que apuravam as inúmeras fraudes nas licitações de compras de equipamentos, programas e sistemas pelo Dipol durante sua gestão. Por que? Algum deles recorreu a ADPESP para que fizesse uma monção de desagravo pelo fato. E o que viraram essas apurações ? Os programas de informatização dos Departamentos da Polícia Civil (Academia, Corregedoria, etc.) foram entregues da forma como foram contratados e pagos? E os contratos com a Ebiz Solution, Black Bee, foram submetidos a uma auditoria? E a prestação de contas com o Tribunal de Contas da União, que nunca fechava quanto a aplicação efetiva das verbas da Senasp em projetos apresentados pela polícia. Será que foi devidamente apurada, com oitivas de todos que figuravam como destinatários finais dos produtos ?
Que classista é esse? Paradigma de que?
Ademais, sua manifestação se revela como fruto de enorme frustração por ter sido derrotado diretamente pela candidata Marilda na disputa pela entidade de classe, assim como seu apadrinhado, que vivia as voltas respondendo processos decorrentes de eventual desvio de conduta.
Autor: Amigo da Consolação
De forma dissimulada a chapa RUMO ( in ) CERTO , obtém da DGP supostas reuniões de trabalho em todas as Seccionais do Estado, nas quais o único trabalho em discussão será a reeleição da atual diretoria.
Será que alguém acredita que uma diretoria submissa ao Delegado Geral tratará , verdadeiramente, dos interesses da classe?
O Governador não acredita , ou melhor: tem certeza que a diretoria apenas finge defender os interesses dos delegados e de toda a Polícia Civil!
RIO DE JANEIRO

Era um tiro de fuzil que estourava o rosto de seu colega, metros atrás. O choque o fez desacreditar da cena. Abortou a missão e chamou o apoio aéreo para conseguir voltar para casa, já que o blindado não conseguiria ultrapassar as barricadas.
Três dias depois, seguindo seu regime de 24 por 72 horas, ele estava de volta ao trabalho nas ruas da mesma comunidade, sem ter falado com qualquer superior ou psicólogo sobre o que havia acontecido. “A cabeça fica como?”
Arthur está entre os muitos policiais que sofrem, matam e morrem em silêncio no violento território fluminense, sem o treinamento, a supervisão, a estrutura e o amparo psicológico adequados.1 11



Essas são algumas das carências dentro da própria Polícia Militar do Rio que ajudam a explicar por que os índices de morte pelo Estado são tão altos, segundo praças, oficiais e pesquisadores ouvidos pela Folha. Juntam-se a elas a cultura da guerra e do improviso, além do consentimento tácito de autoridades e da sociedade.
Esse conjunto de motivos demonstra que a letalidade estatal não é apenas um problema individual de um ou outro agente, mas passa pela estrutura da própria corporação, que se alterada pode reduzir os índices.
É unanimidade que o policial do Rio trabalha em um contexto anormal se comparado a outras regiões brasileiras, com bairros inteiros sob domínio de diferentes grupos criminosos, onde as forças de segurança não entram sem um alto risco de serem atacadas.
Histórias como as do início deste texto são repetidas frequentemente durante a conversa de pouco mais de uma hora com Arthur, que tem 31 anos e trabalha há nove em UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) —seu nome foi trocado, assim como o de todos os outros servidores citados, para resguardar sua segurança.
Em 2015, um questionário respondido por mais de 5.000 PMs no estado mostrou que mais da metade foi alvo de tiros no ano anterior; que um terço já viu um companheiro ser baleado; que um quinto já presenciou a morte de um colega.
Esse mesmo estudo, feito pelos pesquisadores Beatriz Magaloni e Ignacio Cano, concluiu que os mais estressados e expostos à violência quando criança ou adulto dizem usar mais a força. Ter visto um companheiro ser morto em confronto é um dos fatores mais relevantes para tomar a decisão de atirar.
“Olha a aceleração desse cara. Troca tiro, mata três, vem pro quartel, troca de roupa. No outro dia mata mais dois, prende cinco, socorre alguém e vai com a mulher ao shopping. Até o dia em que o reloginho para. Aí vai dar tiro mal dado, acertar criança, ser morto”, enumera o coronel Mauro, comandante de um batalhão da Baixada Fluminense.
Apesar de a Polícia Militar argumentar que implantou um Protocolo de Avaliação Psicológica Pós-Confronto em 2018, que prevê o acompanhamento da saúde mental de todos os agentes envolvidos em ocorrência com morte, a resposta institucional ainda é tímida.
“Não temos nenhum apoio psicológico. Zero. Até para procurar o atendimento é complicado, tudo é longe, a maioria dos batalhões não tem. Amigos que perderam companheiros de farda não tiveram amparo e, no dia seguinte, estavam na rua fazendo a mesma coisa”, conta o soldado Lucas, 30, que atua em Angra dos Reis.
São 92 psicólogos e 17 assistentes sociais disponíveis para 44.484 homens e mulheres ativos, sendo que a grande maioria está concentrada na região metropolitana. Não há concursos para essas especialidades há dez anos.
Acompanhe os cinco capítulos da série sobre o efeito das ações policiais no Rio
“O policial não é só um RG”, lembra a policial Lúcia, uma das poucas assistentes sociais da corporação. “Se ele não é tratado com humanidade, como vai reproduzir essa perspectiva humanizada para fora?”
Mauro, o coronel da Baixada, sente falta de uma “desaceleração” do policial. Para ele, é preciso que os agentes façam o que ele fez em sua primeira ocorrência com óbito. Se olhou no espelho e se perguntou: “Fiz o certo? Fiz”. Neste ano, planejou implementar um projeto que estimulasse uma pausa para reflexão em seu batalhão após casos letais. Sem incentivo, desanimou.
O que ele vê como “desaceleração” a socióloga Paula Poncioni vê como formação continuada. Ela, que é professora de políticas públicas da UFRJ e estuda formação policial há 30 anos, defende que o agente deve voltar periodicamente aos bancos escolares.
“As polícias dizem que têm, sim, educação continuada, que fazem cursos, mas não é disso que estamos falando. Estamos falando de parar, problematizar o cotidiano, analisar dados, discutir o que é estar em uma favela, reatualizar o ensino e o treinamento”
É o que acontece em São Paulo e em outros estados brasileiros. Anualmente, todos os PMs paulistas saem das ruas por uma semana para passar por um Estágio de Atualização Profissional. Se o agente não participar, não consegue concorrer a promoções, programas de hora extra e cursos, por exemplo.
A corporação de SP também tem uma comissão para analisar os casos com mortos e feridos e outra de fiscalização, que resulta numa maior presença de oficiais nas ocorrências. A preocupação cresceu com o aumento da letalidade policial neste ano, e agora a instituição prevê ampliar o uso de armas menos letais e de câmeras nas viaturas e fardas.
No Rio, a PM não respondeu se seus policiais passam por reciclagens regulares. A reportagem também pediu para visitar o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) e para conversar com representantes das áreas de psicologia e vitimização policial, mas não teve resposta.
O curso de formação de soldado tem duração de 12 meses, e o de oficiais leva dois anos. “Não temos apoio de nada. Se forma, toma a pistola, o colete, vai embora. Próximo, forma, vai embora”, reforça o cabo Arthur, que diz ser comum o pelotão fazer vaquinhas para ajudar as famílias de colegas mortos que ficam meses desamparadas até a pensão chegar.
A falta de estrutura na corporação deixou a major da reserva Tânia Pinc, que em 2016 investigou em seu pós-doutorado por que as polícias militares paulista e fluminense matam, desolada.
“No Rio não tem nada. Não é que seja pior. É que praticamente não há treinamento, supervisão nem parâmetros ou protocolos. Isso não quer dizer que São Paulo é ótimo, mas São Paulo tem”, afirma ela, que atuou na PM paulista por 25 anos.
Pinc cita a falta de sargentos capacitados para orientar praças nas ruas. No Rio, diz, esse primeiro nível de supervisão deixou de existir na prática depois que um decreto de 1996 permitiu promoções automáticas por tempo de serviço (soldados viram cabos após seis anos, e cabos viram sargentos após 12 anos).
O que era para ser uma estrutura em pirâmide, com soldados e cabos na base, se tornou uma “mulher cadeiruda”, brinca Pinc, inchada no patamar dos sargentos —que, no dia a dia, também exercem funções de praças.
Depois de entrevistar cerca de 50 policiais e analisar boletins de ocorrência “superficiais”, ela resume suas conclusões na tese assim: “No Rio de Janeiro, o sistema incipiente de parâmetros, o treinamento pouco frequente e a supervisão quase inexistente tendem a isolar o policial no processo de tomada de decisão”.
“Sendo assim, os mecanismos de resposta tendem a se personificar, de forma que o conhecimento informal, construído com a prática cotidiana, se sobreponha ao conhecimento formal, produzido pela organização policial”, escreve.
Muitas vezes eles não veem uma relação do que aprendem na academia com a vida real, e acabam atuando no improviso. “Na favela é correria, é aquele tiro instintivo. Apareceu vagabundo lá dando tiro em você e pá pá pá, vai dando tiro, não dá para olhar o alvo”, reconhece o cabo Arthur.
Outra lacuna apontada pela pesquisadora Paula Poncioni é uma formação voltada exclusivamente para o combate ao crime, deixando de fora noções como gestão de conflitos e atendimentos assistenciais, que também são funções do agente de segurança pública.
É aí que entra a cultura da guerra sob a qual vive todo policial do Rio de Janeiro.
“Herói” e “guerreiro” são palavras frequentes no grande quadro pendurado na parede de um dos 39 batalhões do estado, com frases motivacionais escritas por eles mesmos. Elas também aparecem diariamente em publicações nas redes sociais das equipes.
“Não dá para dizer que eles são formados para matar, mas são preparados para um combate, uma guerra, onde existe o nós e o eles, e acabam tendo que optar pelo nós”, diz Poncioni. Nessa lógica, todos os moradores de favelas são vistos como potenciais criminosos.
Esse mito, diz ela, ainda é traiçoeiro, porque na medida em que o policial é um herói, não se vê nem é tratado como um trabalhador. Pode fazer longas cargas horárias, usar coletes vencidos e subir a favela para trocar tiro com armas ultrapassadas que eventualmente falham.
Guerreiro também não vai ao psicólogo. “Essa cultura machista atrapalha muito”, diz a assistente social Lúcia. “Tem todo um estigma de que é preciso estar sempre pronto, forte. Eles não se percebem como sujeitos de direitos, trabalhadores.”
O resultado de tudo isso —território conflagrado, treinamento e supervisão insuficientes, ausência de apoio emocional e mentalidade de guerra— é a naturalização da morte.
“Dentro da polícia não há nenhum estranhamento [pelo alto número de operações e óbitos]. Quando morre um policial, o que fazemos? Voltamos para o morro. E quando morre um marginal, é como se fosse dever do policial”, diz Júlio, coronel reformado da PM. “Até a Polícia Civil é altamente militarizada no Rio.”
Uma declaração do cabo Arthur espelha esse efeito: “Claro que tem vezes que dá para tu prender, mas tu vai e mata. Não vou ser hipócrita. A gente na UPP conhece cada vagabundo, já cansou de trocar tiro com ele, ele já atentou contra a sua vida. Se você tem uma oportunidade, o que você faria sendo policial?”
Um último mas não menos importante fator nessa equação é a anuência das autoridades e da própria sociedade à letalidade policial. No Brasil, 57% disseram concordar com a frase “bandido bom é bandido morto” em uma pesquisa feita pelo Datafolha em 2016.
Esse discurso se reflete nas urnas. O país teve, em 2018, o maior número de policiais militares candidatos e eleitos das últimas três eleições gerais, impulsionados pela popularidade da posição “linha-dura” do hoje presidente Jair Bolsonaro (sem partido), segundo levantamento do UOL.
E a tendência da farda na política se repete nos pleitos municipais deste ano, com um aumento de 108% dos policiais e militares que concorrem ao cargo de prefeito. Eles saltaram de 178 quatro anos atrás para 371 neste ano, mostram dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)
“O policial é um reflexo da sociedade, que acha que bandido bom é bandido morto. Isso é chancelado pelo governo e pelo sistema de justiça criminal. O ‘atira na cabecinha’ não está no currículo formal da polícia, mas está no currículo oculto”, diz Carlos, coronel da reserva com 33 anos de serviço, se referindo à frase do governador afastado Wilson Witzel (PSC).
Para os pesquisadores, os discursos públicos das autoridades ressoam entre os membros das corporações e podem ser lembrados na hora de decidir pelo uso da força.
Por isso, para haver mudanças, é preciso que esses gestores se posicionem contra as mortes em todos os níveis da organização: nos processos seletivos, na formação e treinamento, na criação de protocolos, nas políticas de premiação, nos mecanismos de controle.
Diante de todos esses fatores, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiu operações durante a pandemia do novo coronavírus é um “Band-Aid num corte cirúrgico”, na visão da major Pinc. “Pode ajudar a parar de sangrar um pouco, mas daqui a pouco ele vai sair e vamos ver que a doença continua ali”, ilustra.
A socióloga Poncioni sublinha: “Você pode botar todo o problema num único e grande saco: a falta de interesse político para formular, implementar, monitorar e avaliar políticas públicas na área da segurança”.
Enquanto o interesse não surge, policiais como Arthur seguem na rotina de tiroteios e baixas. “Você acha que policial gosta de subir morro e ficar trocando tiro? E os moradores? Numa guerra, todos pagam infelizmente.”

Toda a sua demonstração de classismo nunca passou de oportunismo pessoal.
Vossa Excelência ainda se lembra do que disse durante a posse do famigerado André Di Rissio?
Naquela época , 2006 , governista empedernido, além de defender o Geraldo Alckmin e o Secretário de Segurança, disse em alto e bom som que a ADPESP não tinha por finalidade criticar a Administração e o Chefe do Executivo!
Foi desligado do DHPP por quê?
Estava fazendo gestões por Diretoria melhor ou para assumir outra vez a DGP ?
E diga para a classe, qual o motivo de o seu braço direito ter sido demitido a bem do serviço público por fraudes em licitações , ele – André Dahmer – que o acompanhava desde a sua primeira Seccional ?
Aliás, Vossa Excelência apoiou o seu subordinado corrupto para a presidência da ADPESP, né?
Estava lendo as mensagens que o atual presidente da Adpesp (também chamado “reizinho”) escreveu na apresentação de sua chapa e no folder da campanha e vem escrevendo nos grupos de colegas onde classifica antagonistas e concorrentes como “vassalos” dentre outros adjetivos. Falta-lhe capacidade intelectual para argumentar e demonstrar a sua competência.
Fala em subserviência ao governo mas não apresenta nada além de críticas as gestões da Dra. MARILDA – a melhor presidente da ADPESP de todos os tempos – repetindo exaustivamente o caso do maldito Sinfrônio que a justiça já decidiu, com trânsito em julgado, a responsabilização da empresa de contabilidade que fazia todo trabalho do financeiro.
Na apresentação da chapa, quando ainda não sabia que teria concorrência (levaria outra eleição por WO), disse que encontrou ADPESP em situação financeira quase falimentar, porque acreditava que não haveria contraponto, já que a gestão da Dra. Marilda deixou cerca de R$ 1,2 milhão em caixa com todas as despesas pagas e, logo de início, fizeram uma campanha ridícula contra o Alckmin (que era candidato a presidente), gastando pelo menos R$ 100 mil.
Tem cabimento entidade classista fazer campanha contra ex-governador do Estado . Pior: apoiando um militar , inimigo da Polícia Civil, como o Bolsonaro!
Não adianta culpar o Governo do Estado , a previdência dos policiais civis foi decidida pelo Governo Federal que prestigiou apenas a PM.
Sem falar de , abertamente , terem apoiado Márcio França e o estelionato que seria a retirada da Polícia Civil da Segurança Pública para a Secretaria de Justiça.
Estupidez !
Obviamente , fazer campanha contra , foi um dinheiro “jogado fora”, como em tantas outras ocasiões, sendo a mais recente, uma viagem para Brasília para falar com um deputado pouco conhecido sobre reforma administrativa e ao secretário da Presidência do STF, para tratar, sabe-se lá qual assunto, já que ajuizaram ADI para que os vencimentos da classe passem a ser pagos por subsídio.
O governo e João Doria agradeceram muito essa “brilhante” iniciativa.
Diz também que sempre pautaram a conduta pela transparência, mas esqueceu de informar as “festas” regadas a wisky e charutos no barzinho da sede, especialmente para “seus” convidados.
O compromisso com a classe foi tanto que enquanto a situação era cada vez mais crítica, o “boyzinho” passeava de moto pelos EUA; só soubemos por conta do acidente que sofreu por lá (mas o maior acidente foi tê-los deixado sem concorrência para destruir nossa entidade).
No folder da chapa “sem rumo certo”, não há NENHUMA conquista tampouco proposta decente para os Delegados, mesmo porque JAMAIS foram recebidos DE VERDADE pelo Governador João Doria para levar diretamente os pleitos dos delegados e demais policiais civis, mas seguiram o rastro do Olim e o resultado está aí (até cego sabe que se lascou na reforma da previdência).
Encheram linguiça mas não conseguiram apresentar NADA porque NADA fizeram em 3 anos de mandato, a não ser atender seus interesses pessoais.
Afora isso, tiraram 3 anos de férias porque trabalho que é bom….Nihil!
Mais três anos com esses irresponsáveis na entidade e ela acaba junto com a classe.

A possibilidade de legalização dos jogos de azar voltou a ser debatida no Senado, desta vez como uma possível alternativa para bancar o Renda Cidadã, programa que deve substituir o Bolsa Família.
Na Casa, já há um projeto pronto para votação em plenário, de autoria de Ciro Nogueira (PP-PI), que permite a exploração dos chamados jogos de fortuna, on-line ou presenciais. O projeto de Nogueira inclui a legalização de cassinos em complexos integrados de lazer.
Agora, o senador Ângelo Coronel (PSD-BA), que é relator de um outro projeto sobre o tema, de autoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), defende que parte dos impostos arrecadados com o sistema de jogos possa ser usado para custear o novo programa de renda social do governo.
A ideia de Coronel é incluir, entre os jogos que teriam liberação para funcionarem no país, além dos cassinos outros mais imediatos, como bingos, caça niqueis e ainda o jogo do bicho. Segundo o senador, a legalização de jogos que demandam uma estrutura menor para funcionamento poderia gerar, a curto prazo, uma renda ao governo de R$ 50 bilhões ao ano.

A pedido de Rocha, os dois projetos vão tramitar de forma conjunta, em uma tentativa de que a votação da proposta possa ser acelerada. O relatório único caberá a Coronel.
“O dinheiro imediato aos cofres públicos seria por meio bingos, caça níquel, jogo do bicho. Ali podemos ter uma receita mais imediata. Cassino demora mais porque precisa de mais estrutura. Essa seria uma saída para solucionar a falta de recurso a curto e longo prazo”, diz o senador.
Pelos cálculos de Coronel, a legalização dos jogos poderia ainda gerar cerca de 700 mil empregos diretos e outros 600 mil indiretos.
Para bancar o Renda Cidadã, a equipe do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) busca cerca de R$ 20 bilhões extras no orçamento. O governo estima que 8 milhões de pessoas devem ficar sem auxílio no início do ano, caso o programa não seja criado.
Com essa verba, a ideia é ampliar a cobertura das transferências de renda a famílias na linha de pobreza e extrema pobreza, além de aumentar o valor do benefício mensal. É exatamente neste argumento que Coronel espera conseguir o apoio do governo.
O relatório do senador deve ser finalizado no início de novembro, quando ele pretende entregar em mãos a proposta ao ministro da Economia, Paulo Guedes.
Os dois já conversaram informalmente sobre o assunto e, embora o tema seja considerado polêmico, Coronel acredita que possa conseguir apoio do governo para a votação.
“O Paulo Guedes disse que minha ideia era ousada, mas ele foi simpático. A única solução para ter dinheiro para o renda é essa [legalização dos jogos]. Da forma como está não tem a receia. Com os R$ 50 bi poderíamos ter mais pessoas e chegar aos R$ 300 por pessoa, como quer o governo”, diz.









A relatoria da PEC é do senador Márcio Bittar (MDB-AC), que ainda não recebeu a proposta de Coronel.
Para o líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas (DF), a proposta precisa de uma ampla discussão antes de ser colocada em votação. Na análise do tucano, a liberação dos jogos de azar pode criar um custo extra nas áreas de segurança e saúde pública.
“Essa discussão já está no Congresso há uns cinco anos, mas ainda tem muita gente resistindo. Eu ainda não estou convencido de que este seja o caminho. Precisamos saber o impacto disso na saúde e na segurança”, disse.
Na semana passada, o 3º DP (Santa Efigênia) APREENDEU 130 máquinas de vídeo bingo em um grande imóvel destinado à prática de jogo de azar, que no Brasil configura infração penal. Uma pessoa foi presa. Em 2020, a Seccional Centro e suas unidades distritais apreenderam quase 3.000 máquinas deste tipo, em pleno funcionamento. Com o imprescindível apoio da Prefeitura de São Paulo (Sub-Prefeitura da Sé), os imóveis onde acontece reincidência específica estão sendo LACRADOS e EMPAREDADOS. O jogo de azar é um dos braços do crime organizado, especialmente na prática de lavagem de dinheiro. #policiacivil_sp #decap #seccionalcentrosp #combateaojogodeazar

Diretoria Executiva
Presidente: Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro
Vice-Presidente: Saulo de Carvalho Palhares Beira
Secretário-Geral: Adriano Barbosa Ribeiro
Suplente: Nilo José da Cunha Bernardi
Tesoureiro: Roberto Santos da Silva
Suplente: Cléber Pinha Alonso
Diretor Jurídico e de Prerrogativas: Francisco Pereira Lima
Suplente: Tani Bottini
Diretor de Mobilização, Logística e Assuntos Profissionais: Fabrísio Cantos
Suplente: Juvenal Marques Ferreira Filho
Diretor de Relações Institucionais: Andréa Cristiane Fogaça de Souza Nogueira
Suplente: Emerenciano Dini
Diretor De Comunicação Social: Décio Bailão da Silva
Suplente: Edivaldo Ravenna Picazo
Conselho de Ética
Roberto José Daher
Cláudio Eduardo Nogueira Navarro
Vagner Bertoli
Luciana Pinto Neto
Geraldo Franco Pires
Marcelo Quevedo Minari
Alexandre Melfi
Daniel Borgues
Conselho Fiscal:
Alan Bazalha Lopes
Abel Fernandes Paes de Barros Cortez
André Ayruth Balura
Luís Henrique Martin
Antonio Luís Sampaio de Almeida Prado
Celso Marques Caldeira
Stefan Uszkurat
Pulo José Esteia Piçarro
Pois é , inalar a vacina!
Acho que o Bolsonaro tá inalando a farinha da Bolívia; por isso esse comportamento paranoico…Era torto das ideias , agora das ideias e das palavras.
Mas , Chinesa ou Inglesa, a vacina deve ser inoculada obrigatoriamente.
Bolsonaro, vacina se inocula ; a cocaína é o que a milícia Carioca inala, viu!
Toma cuidado , os olhos são o espelho do que entra pelo nariz!
Essa mulher , de uma boçalidade que só não é maior do que a do presidente , quer impedir que o Estado deixe de proteger os seus cidadãos .
Sim, desobrigar a vacinação é colocar em risco a saúde e a vida de milhões de pessoas, especialmente os mais pobres.
O brasileiro médio não tem empatia , quer que o alheio sifu! Não vai tomar e nem vai levar os familiares. Certamente, pelo menos metade deste povo estupido , prefere tomar ampolas de cerveja.
E para essa gentalha bolsonarista é melhor matar o povo do que reconhecer o mérito de adversários políticos…
Sem dizer que são todos lambedores dos bagos do presidente dos EUA!
O Brasil, com esse monte de general da banda , entregou a soberania nacional para o explorador de casinos !
Deputada , vamos acabar com o voto obrigatório!
Quanto a vacina chinesa , eu tomo até na cabeça do meu pênis!
Nem precisa me obrigar!
Que Bolsonaro demonstra traços de psicopatia é mais do que evidente.
Tanto que , sem piedade, sacrifica vidas apenas para satisfazer os seus interesses pessoais.
O seu objetivo maior é tomar o Brasil para si e seus filhos.
E não mede esforços quando se trata de aniquilar qualquer um que possa vir a atrapalhar o seu nefasto plano de destruição da democracia.
Se necessário for sacrificará até a prole, pois ele é do tipo que prefere filho morto a chorar pela pela perda de poder.
Com muito mais facilidade já sacrificou diversos colaboradores , Pazuelo , um mero estafeta do presidente , será o terceiro Ministro da Saúde defenestrado pela rainha louca do Brasil.
O pior: o presidente insinuou corrupção nessa compra das vacinas desenvolvidas pelo Butantã em sociedade com a China !
E não abre mão do seu poder…
Poder de provar que não vale nada e que se cercou de militares tíbios ; que nem sequer demonstram possuir dignidade para mandar esse ser repugnante enfiar a sua autoridade na privada!
Sociopata!
Pazuelo , pede pra sair!
Não fique no governo para provar para a população que oficiais do exército são todos iguais ao Mitômano .