Fica Ferreirinha, meu voto é teu.
Autor: Flit Paralisante
Toque de recolher: Situação na periferia de SP é de calamidade, dizem movimentos sociais 23
Moradores relatam assassinatos, toques de recolher e fim de atividades culturais
Leonardo Guandeline
Tanto moradores da periferia paulistana quanto entidades sociais dizem que o clima de insegurança não parte apenas dos toques de recolher supostamente decretados pelo crime organizado. Falam da ação de grupos de extermínio e milícias comandadas principalmente por policiais militares que estariam disputando pontos do tráfico de drogas com a facção que age dentro e fora dos presídios paulistas.
– Eles (alguns PMs e policiais civis) estão formando e fortalecendo a milícia. Antes agiam, por exemplo, em desmanches, comércios e casas de prostituição nas periferias, além do controle de locais de venda de contrabando, na região central. Agora disputam pontos de tráfico com a facção. Temos as mortes de pelo menos dois integrantes da facção de 2010 para cá e o desaparecimento de droga e uma grande quantia em dinheiro deles. E, depois disso, o início de uma nova onda de violência. O dinheiro subtraído da facção estaria ajudando na formação de milícias – diz um jovem, morador da Zona Norte, que preferiu não ser identificado.
– Quando houve os ataques a restaurantes em bairros nobres da capital, por exemplo, a primeira coisa que policiais fizeram foi oferecer a donos dos estabelecimentos proteção, através de empresas de segurança deles mesmos. Aí acabaram os ataques. E é assim que a milícia age – complementa.
Milícias e grupos de extermínio também estariam por trás de mortes de alguns policiais militares na região metropolitana, segundo relatos de movimentos sociais e moradores da periferia. O motivo seria a disputa de poder. Somente este ano, ao menos 88 PMs foram assassinados no estado.
– Moro no Campo Limpo e lá a coisa anda bem complicada. Recentemente tivemos a morte de um amigo meu e do (Daniel) Gabu, rapper do Rosana Bronks, conjunto formado no Jardim Rosana, na mesma região. Foi num domingo e inventaram uma história de que era acerto de contas com o dono do bar, que não saiu nem ferido. Desde então há um toque de recolher no Campo Limpo, todos os dias. Há um carro, um Santana, circulando na região e matando. Outro dia ouvi um relato de um suposto alvo de que de dentro desse veículo partiu uma conversa do tipo: ‘esse não, tá de mochila’ – diz um rapaz, que também pediu para não ser identificado.
A morte de Daniel Gabu e outras semelhantes na periferia paulistana foram citadas pelo rapper Mano Brown, dos Racionais MC’s, durante um encontro na última semana com o prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), ainda candidato naquela ocasião. “O pano de fundo é a guerra contra o crime organizado, mas eles (o poder público) estão matando por parecer ser”, disse Brown.
– A população e os trabalhadores empobrecidos estão no meio do fogo cruzado. Estudantes perdem o direito de ir e vir. Esses ataques que novamente acontecem são os crimes de maio de 2006 que não foram resolvidos. Você coroa a impunidade e generaliza a violência – diz Débora Maria da Silva, coordenadora do Movimento Mães de Maio e mãe do gari Edson Rogério Silva dos Santos, morto a tiros em 15 de maio daquele ano, em Santos, litoral paulista.
O corpo de Edson, que teria sido morto por policiais, foi exumado em 13 de junho, seis anos após o assassinato. De acordo com o movimento, foi o primeiro corpo de vítimas daquele período submetido a esse procedimento “para melhor investigação”. Desde então, Santos vive uma situação de calamidade, uma onda de violência, segundo Débora.
Entre outras reivindicações, as Mães de Maio e outros coletivos e movimentos sociais defendem a federalização das investigações dos crimes de maio de 2006 e a criação de uma comissão especial nos moldes da Comissão da Verdade para apurar excessos, além do fim de ocorrências registradas nas delegacias como “resistência seguida de morte”, o que, de acordo com o movimento, “dá carta branca para policiais continuarem matando”.
– Diante de casos de crimes de lesa-humanidade, principalmente contra a população pobre, negra e periférica, os governos não podem se omitir, tanto na esfera estadual quanto na federal. Se houvesse sido investigada e levada adiante a questão dos crimes de maio de 2006, desmontadas as estruturas que levaram àquela violência, certamente a gente teria evitado várias mortes nesse período. Os assassinatos seguem de tempos em tempos e agora temos essa situação de calamidade – diz Danilo Dara, integrante do Mães de Maio e da Rede 2 de Outubro – pelo fim dos massacres.
O movimento Mães de Maio, a Rede 2 de Outubro e outras organizações sociais preparam manifestações para este mês de novembro para tentar barrar a escalada da violência no estado de São Paulo. Os atos começarão nesta sexta-feira, Dia de Finados, e devem ser intensificados no dia 20, feriado da Consciência Negra, segundo reunião dos coletivos realizada na noite desta terça-feira na capital.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/situacao-na-periferia-de-sp-de-calamidade-dizem-movimentos-sociais-6601984#ixzz2AvoTlubk
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Até ontem para Ferreira Pinto a Polícia Civil de São Paulo era uma verdadeira orgia: corrupta, cheia de vagabundos, inepta e letárgica 45
O ridículo projeto avalizado e encaminhado pelo Antonio F.P. pedindo recursos para a Polícia Civil: aparelhos de musculação e um ônibus…( É o fim da picada!…É deboche!..É safadeza!…) 35
Engana otário V – Secretário de Segurança confundiu o Ministério da Justiça com a Casa da Moeda ; em vez de ajuda apresentou uma lista de compras de cento e cinquenta milhões de reais….( O Pinto como sempre já foi se escorar na Veja ) 22
MILK NEWS TV – “VIOLÊNCIA:QUEM LUCRA COM ISSO?” 6
Engana otário IV – Encontrou ou plantou para mostrar serviço ? 30
31/10/201215h21
Polícia militar encontra lista de policiais que estariam marcados para morrer
Do UOL, em São Paulo
A Polícia Militar encontrou um caderno com uma relação de nomes, que podem ser de policiais que seriam alvos de criminosos na favela de Paraisópolis, no bairro do Morumbi, zona oeste de São Paulo.
A apreensão foi feita durante ação da Operação Saturação, que também prendeu oito pessoas em outras duas favelas da capital.
O caderno foi encontrado numa casa localizada na avenida Independência, contendo cerca de duas mil folhas preenchidas a mão com nomes, endereços e características físicas de policiais militares e civis marcados para morrer. A lista contém pelo menos 40 nomes, com detalhes como o do percurso feito por policiais entre o local de trabalho e suas casas e locais de lazer.
Na favela São Remo, que faz divisa com a USP (Universidade de São Paulo), na região do Butantã, zona oeste de São Paulo, quatro pessoas foram presas nesta quarta-feira, sendo dois suspeitos de envolvimento em assassinatos de policiais. As outras duas prisões ocorreram por porte ilegal de arma e porte de dois tijolos de maconha.
Também foi encontrado no local um laboratório de fabricação de drogas e , informou a assessoria de imprensa da Polícia Militar. Um total de 90 quilos de drogas foram apreendidos.
Já na favela Funerária, foram presas quatro pessoas. A polícia também apreendeu no local três carros e 726 quilos de maconha.
Segundo nota da Polícia Militar, o objetivo da Operação Saturação é a prisão de traficantes e de suspeitos de matar policiais militares. Ação é feita em conjunto por 50 policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e com dez equipes formadas por 30 policiais civis do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) .
Atentatos contra PMs
De acordo com o governo de São Paulo, atentados recentes contra policiais militares foram ordenados por traficantes de Paraisópolis. Na segunda-feira (29), pela primeira vez, o governo admitiu que foi de bandidos dessa comunidade que partiu a determinação de executar policiais.
“Dali emanaram algumas ordens de atentados contra PMs”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto. O objetivo é asfixiar o tráfico de drogas e causar prejuízos ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
BUNDAMOLISMO JURÍDICO – Delegado prende a vítima para o Juiz soltar…( Quando corre uma nota a lei é aplicada de outra forma ) 24
Morador é preso após matar bandido que pulava o portão
Um homem de 29 anos está preso depois de atirar contra dois bandidos que tentaram invadir sua casa, na madrugada desta terça-feira (30), na Cidade Industrial de Curitiba. Um dos bandidos conseguiu fugir e o outro morreu com um tiro no abdômen. O morador usou uma pistola calibre 380, registrada pela justiça para efetuar os disparos. Ele foi autuado em flagrante por homicídio.
A tentativa de invasão aconteceu às 2h20 quando o morador, que terá seu nome preservado, notou pela janela da residência, que fica na Rua Airton Duma, que dois homens tentavam pular o portão da casa. Então, o homem pegou a arma e disparou um tiro contra os bandidos. Ele teria efetuado os disparos na mesma janela de onde teria visto a dupla tentando invadir a casa. O homem mora com a família, mas não há informações sobre quantos estavam na casa neste momento. Também não se sabe quantos disparos foram feitos em direção da dupla.
Um dos bandidos caiu ao ser ferido por um tiro no abdômen e morreu em poucos minutos. Sem identificação, ele trajava camiseta azul, calça jeans preta e tinha uma tatuagem no antebraço direito “Vida Loka”. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba onde aguarda o reconhecimento da família. O outro comparsa conseguiu fugir.
A Polícia Militar (PM) foi acionada pela família. O morador foi encaminhado ao Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão (Ciac-Sul), no bairro Portão, onde foi preso após ser autuado em flagrante por homicídio.
Walter Maierovitch : “Operações policiais em São Paulo são jogadas de marketing”…”esse Governo acabou com a Polícia Civil” 78
Dr. Guerra ajuda a divulgar esta entrevista de Walter Maierovitch, obrigado.
Comentário: 1 pra Administração, 9 pro bolso ! 10
Ei Dr Guerra, não eh o lugar adequado aqui, mas faça algum comentário sobre o concurso para Investigador que foi divulgado hoje, salário incicial de 2.750,00!
Absurdo
Engana otário III – O esforço da Folha para diluir as atenções que se voltam para São Paulo produz no leitor mais crítico a sensação de que alguém está tentando enganá-lo. 13
PÚBLICA
São Paulo, uma guerra particular
Por Luciano Martins Costa em 31/10/2012 na edição 718
Comentário para o programa radiofônico do OI, 31/10/2012
Agora a informação é oficial: a explosão de violência em São Paulo tem relação com uma guerra entre o crime organizado e a Polícia Militar. Os jornais de quarta-feira (31/10) revelam detalhes que confirmam suspeitas de descontrole das autoridades do estado sobre seus agentes e evidenciam que a causa principal da onda de assassinatos é a própria estratégia de segurança.
O Estado de S.Paulo informa, com reportagem destacada na primeira página, que a polícia encontrou uma “lista da morte” na favela de Paraisópolis, com nomes e descrições físicas de policiais marcados para morrer. A relação teria sido apreendida numa “central de espionagem” do grupo conhecido como Primeiro Comando da Capital, que, segundo a imprensa, controla presídios, domina o tráfico de drogas e mantém sob seu poder muitas comunidades da periferia da cidade.
O Estado de S. Paulo reproduz o que seria um fac-símile da ordem para a execução de policiais militares. Sob o título “Salve geral”, o texto convoca os integrantes do grupo a reagir contra flagrantes forjados pela polícia e contra as execuções de seus parceiros.
Para cada membro do PCC preso sob falsa alegação, a ordem é matar um policial, e para cada integrante do grupo morto em circunstância que eles consideram desigual, sem chance de reação, devem ser mortos dois policiais, sempre da mesma corporação e na mesma região onde ocorrerem os eventos, diz o comando.
Acusações mútuas
A se considerar verdadeiro o material divulgado pelo jornal, não há mais como o governo do estado negar que a explosão de homicídios que assusta os paulistas tem uma relação direta com ações questionáveis da Polícia Militar.
As causas expostas seriam flagrantes forjados de posse de droga e execuções sob a alegação de confronto armado.
O noticiário vinha dando margem a interpretações perigosas como essa, e já alimentava especulações ainda mais perturbadoras, como, por exemplo, por que esse estado de beligerância não afeta também a Polícia Civil. No entanto, entre os documentos apreendidos havia indícios de que a quadrilha pretendia matar pelo menos dois policiais civis do setor de repressão a roubos e assaltos.
A apreensão dos documentos só foi possível porque, desde a madrugada de segunda-feira (29/10), a favela de Paraisópolis foi tomada por 600 policiais militares, que mantém barreiras em todos os acessos da comunidade.
Paralelamente, os jornais relatam desentendimentos entre o secretário da segurança paulista e o ministro da Justiça, envolvendo questões partidárias e acusações mútuas de omissão. O secretário de Segurança afirma que a causa da violência em São Paulo é o descontrole das fronteiras, atribuição federal. O ministro da Justiça diz que ofereceu ao governo paulista apoio nas investigações e vagas em presídios federais para abrigar líderes de organizações criminosas.
Medo na Avenida Paulista
Diferente do Estadão, que usou seus repórteres para esclarecer o estado de guerra que assusta a população paulista, a Folha de S. Paulo procura desviar a pauta para o cenário nacional, com uma manchete na qual afirma que “um policial é morto a cada 32 horas no Brasil”.
O levantamento tem como base relatórios das secretarias estaduais de Segurança Pública e dá a entender que o fenômeno é nacional, mas lá pelo meio da manchete o texto esclarece que quase a metade das ocorrências se concentra em São Paulo, onde 98 policiais foram assassinados neste ano, sendo 88 da Polícia Militar. Só cinco deles morreram em horário de serviço, o que comprova a tese de que os criminosos estão caçando policiais militares em suas casas, executando-os quando estão de folga.
O esforço da Folha para diluir as atenções que se voltam para São Paulo produz no leitor mais crítico a sensação de que alguém está tentando enganá-lo. Os números da violência contra policiais em São Paulo são esclarecedores: no próprio texto em que procura amenizar a situação paulista, o jornal informa que os estados do Pará e da Bahia, que ficam em segundo lugar no total de policiais assassinados, tiveram cada um apenas 16 casos durante o ano.
Especialistas citados pelos dois jornais lembram que, acuados pela ameaça constante, os policiais perdem eficiência e aumentam a agressividade, sem contar que muitos deles saem deliberadamente em missão de vingança, o que explica a espiral de assassinatos.
Segundo o Estadão, a onda de violência tem provocado o fechamento de escolas e casas de comércio em bairros da periferia. “Medo já muda rotina até na [avenida] Paulista”, diz o título de uma reportagem do jornal.
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/sao_paulo_uma_guerra_particular
Brasil tem um policial assassinado a cada 32 horas 6
CLARA ROMAN e VALMAR HUPSEL FILHO / folha.com.br 31/10/2012 07:11
Um policial é assassinado a cada 32 horas no país, revela levantamento feito pela Folha nas secretarias estaduais de Segurança Pública.
De acordo com esses dados oficiais, ao menos 229 policiais civis e militares foram mortos neste ano no Brasil, sendo que a maioria deles, 183 (79%), estava de folga. O número pode ser ainda maior, uma vez que Rio de Janeiro e Distrito Federal não discriminam as causas das mortes de policiais fora do horário de expediente. O Maranhão não enviou dados. São Paulo acumula quase a metade das ocorrências, com 98 policiais mortos, sendo 88 PMs. E só 5 deles estavam trabalhando. O Estado concentra 31% do efetivo de policiais civis e militares do país, mas responde por 43% das mortes desses profissionais em 2012. Pará e Bahia aparecem empatados em segundo, cada um com 16 policiais mortos. Para Camila Dias, do Núcleo de Estudos da Violência da USP, o número é elevado. “Apenas para comparação, no ano de 2010 foram assassinados 56 policiais nos EUA.” Segundo ela, a função desempenhada pelos policiais está relacionada ao alto número de mortes, mas em São Paulo há uma ação orquestrada de grupos criminosos, que leva ao confronto direto com a Polícia Militar. Os PMs foram as principais vítimas, no Brasil e em São Paulo: 201, ante 28 civis. VULNERÁVEL Para a pesquisadora da USP, a maioria dos policiais é morta durante a folga porque está mais vulnerável e a identificação dos atiradores é difícil. Guaracy Mingardi, ex-subsecretário nacional de Segurança Pública, diz que os dados revelam uma “caça” a policiais. Segundo ele, trata-se de um fenômeno recente, concentrado principalmente em São Paulo numa “guerra não declarada” entre PMs e chefes da facção criminosa PCC. Cabe à polícia, diz Mingardi, identificar os mandantes e a motivação dos crimes para evitar uma matança após a morte de um policial. Muitos dos policiais morrem em atividades paralelas à da corporação, no chamado bico. “A minha responsabilidade é com o policial em serviço”, diz o o secretário de Defesa Social (responsável pela segurança pública) de Pernambuco, Wilsom Sales Damásio, onde morreram 14 policiais neste ano. Em vários Estados, os policiais reclamam de falta de assistência. “Já houve o caso de um policial ameaçado que foi viver na própria associação até achar uma nova casa”, afirma Flavio de Oliveira, presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Espírito Santo.
Srs.Policiais, Amanhã- 4a. – 31/10- Lançamento em Sampa, do livro ‘Não Existe Crime Perfeito” – de Marcos Linhares 35
Este livro humaniza o trabalho dos policiais mostrando os bastidores de grandes investigações.

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Chegou a vez de São Paulo receber o lançamento deste livro, depois do sucesso dos lançamentos em junho em Portugal e em Nova Iorque (em inglês com o título “Crime in the heart of Brazil”), na XVI Feira Pan-Amazônica do Livro (26 de setembro), e em Brasília (dia 10 de outubro). Em, novembro, será novamente em Portugal, na famosa livraria Lello (da cidade do Porto, tida como a melhor do mundo pelo site “Trip Advisor”) no dia 16 de novembro.
Segundo o prefaciador da obra, o Vice-presidente da República, Michel Temer, ”o leitor tem nas mãos um relato fascinante, que o captura desde o início. Lidas as primeiras páginas, é difícil interromper a leitura. Existem trechos que insinuam a ficção, mas são reais. é possível vivenciar os bastidores das investigações e deixar-se dominar pela mesma emoção que premiou a equipe de Laerte Bessa, revivida nas páginas desta obra, no instante da elucidação do caso. Como sua crença lidará com a carta psicografada de Leandro para Leonardo, após o acidente? O peso da mão da justiça esmagando malfeitores, mais cedo ou mais tarde (…)”
Na primeira edição, o livro possuía o título Dossiê Bessa, mas com as atualizações e revisões da segunda edição, resolveu-se alterar também o título.
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— Um abraço,
Marcos Linhares Diretor de redação Revista Mais Capital
Engana Otário II – Central de Flagrante é delegacia da Polícia Militar…( Dizem que os delegados estão mais obedientes do que nunca ) 84
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ENGANA OTÁRIO I – A turma do Ferreira Pinto já inventou o bode expiatório: o “Piauí”…( Foi preso em agosto acusado de ordenadar mortes de PMs em junho e julho; providencialmente, para o Secretário, da Penitenciária de Avaré continua como mandante das execuções de setembro e outubro ) 25
Polícia ocupa a maior favela de São Paulo
Operação é justificada pelo governo como necessária para ajudar a deter onda de violência na região metropolitana
Alckmin diz que cidade vive momento de ‘maior estresse’ e que bandidos se aproveitam para fazer acerto de contas
DE SÃO PAULO
DO “AGORA”
Em meio a uma onda de violência, com recordes de assassinatos de civis e de policiais militares, a PM de São Paulo ocupou ontem a maior favela da capital, Paraisópolis, um dos principais redutos da facção criminosa PCC.
Cerca de 600 homens, divididos em turnos de 300, bloquearam todas as saídas do local. A operação inclui grupos especializados como Rota -a tropa de elite da PM-, choque, canil e cavalaria.
É de Paraisópolis alguns dos principais chefes da facção criminosa, como Francisco Antonio Cesário da Silva, 32, o “Piauí”, preso em Santa Catarina em agosto.
O secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, atribuiu a ele a ordem que resultou na morte de seis policiais militares. Neste ano, 88 PMs foram mortos em SP, mas o governo não admite ligação entre esses crimes.
Segundo ele, outras operações serão desencadeadas nos locais “onde há maior incidência de homicídios”.
A ação em Paraisópolis visa basicamente reduzir o poder de ação de criminosos, principalmente os ligados a tráfico de drogas e a roubos.
Para o presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, Gilson Rodrigues, a comunidade fica preocupada em viver em uma situação de guerra, com toque de recolher. “Está todo mundo com medo e sem saber o que está acontecendo.”
ESTRESSE
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) usou a operação como exemplo de ações do governo diante da onda de violência na Grande São Paulo -foram ao menos 54 mortes nos últimos cinco dias.
Para ele, a cidade vive um “momento de maior estresse” e traficantes promovem guerra entre eles com o objetivo de se aproveitar para acertar contas entre eles.
Ferreira Pinto fez avaliação semelhante. “É um momento de dificuldades pelo número de mortes, que impressiona, mas não é crise”, disse.
Diretores da Polícia Civil foram chamados à secretaria para dizerem como está o trabalho de investigação.












