1. Mudou o slogan da Caixa: “minha cama, minha vida”. Parece que o presidente da CEF queria mexer literalmente na “poupança” das moças! Pega fogo Cabaré! Governo bozo desabando: CPI de pastor, assédio… Huhu!

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  2. Percebi uma coisa: o novo Delegado Geral só fala em Investigador cujo cargo 30% efetivamente faz investigação.
    Pelo amor DGP a polícia civil é feita por todos, com todo respeito, deveria falar em reestruturação, valorizar seus policiais…
    Agente de Polícia Judiciária (cada um faz o que tiver perfil);
    Delegado de Polícia Judiciária (cada um faz o que tiver perfil);
    Escrevente de Polícia Judiciária (mesmas funções do cartório de notas e do fórum)

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    • Estrutura da Polícia Federal.

      Polícia Judiciária Estadual.
      Polícia Judiciária Federal.
      Ambos com cargos e funções idênticas.

      Estrutura Militar Federal.
      Polícia Militar Estadual.
      Exército Militar Federal.
      Ambos com postos e graduação idênticas.

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    • Esquece amigo DGP só quer fama e cargo político, eles, como os demais delegados, estão cagando e andando para os “restopls’ e a própria PC. E os “puxa sacos’ nunca acaba, morrem a mingua mas não larga o saco kkkkk

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      • O problema de nomenclatura é que até vagabundo vale mais do que trabalhador.
        Mais vale um investigador encostado no plantão do que um agente investigando dando sangue de segunda a segunda pra levar a fama.

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      • Esquece Zé. Isso é síndrome de “vira latas”. Preocupado com nomenclaturaras de carreira. Tem um monte de Delegado q nem sabe quais são todas as carreiras da PC, aliás… Muito operacional q também não sabe. Esse discurso dele é velho. É injusto isso q ele comentou? Sim. Porém sempre a mesma retórica. Tipo a Scriper, Maria, Escriludida e sei lá mais o q. Sempre colando reportagens anti Bozo.

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  3. ‘PEC Compra Votos’ não compra o voto popular

    Fernando Brito 08/07/20
    9:34 pm

    Em outro trecho do programa Bom para Todos, da TVT, procuro reduzir às suas proporções o efeito da “PEC Compra Votos”, vista como a grande esperança de recuperação da candidatura Bolsonaro.

    Em boa parte, isso é produto até de um certo elitismo nosso, ao acreditar que o povo mais pobre é desprovido, além de tudo o que lhe negamos, também de capacidade de discernir.

    Primeiro, este auxílio, eles sabem, dura apenas até a eleição. Segundo, porque receberão não mais (e até menos) que uma cesta básica por mês, e isso pode até dar votos a um vereador, mas não apaga o sentido de uma eleição para presidente. E, ainda, sabe que se há alguém comprometido com transferência de renda não é Bolsonaro, que já a deu, reduziu e a tirou várias vezes. Este significado, há muito anos é de outro: Lula.

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  4. Violência bolsonarista começa sua colheita de mortes

    Fernando Brito 10/07/2022 1:08 pm

    A cena não podia ser mais dantesca: o agente penitenciário Jorge Guaranho invade armado de pistola uma festa de aniversário, cheia de mulheres e crianças para ameaçar o aniversariante petista, grita “Aqui é Bolsonaro”, sai, volta e atira contra o guarda municipal Marcelo Arruda, que depois das ameaças tinha pego sua arma no carro. Marcelo identifica-se como guarda municipal, sua mulher, Pamela, como policial civil, mas Guaranho dispara ainda assim. Marcelo, mesmo mortalmente ferido, dispara e mata seu agressor.

    É disto que se vem falando quando se trata de maneira jocosa e quase divertida a escalada de atos violentos que o bolsonarismo, sob o discurso armamentista de seu chefe.

    E que agora, diante de duas mortes, continua tratando.

    Embora várias testemunhas tenham relatado o episódio em detalhes e tudo o que foi narrado aqui esteja registrado pelos policiais militares que foram chamados, os jornais noticiam “passando pano” para a motivação política da agressão:

    Testemunhas ouvidas pelo G1 e que estavam no local relatam que, por volta das 23h, um homem se aproximou do local de carro, gritando palavras de ordem contrárias à ideologia do aniversariante.

    “Palavras de ordem contrárias à ideologia do aniversariante”, vejam só…

    A Folha também vai por aí escrevendo que “o PT fala que foi crime de ódio”, embora tenta tido acesso a todo o relato ao Boletim de Ocorrência que linkei acima.

    Que vergonha!

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  5. Violência bolsonarista começa sua colheita de mortes

    Fernando Brito 10/07/2022 1:08 pm

    A cena não podia ser mais dantesca: o agente penitenciário Jorge Guaranho invade armado de pistola uma festa de aniversário, cheia de mulheres e crianças para ameaçar o aniversariante petista, grita “Aqui é Bolsonaro”, sai, volta e atira contra o guarda municipal Marcelo Arruda, que depois das ameaças tinha pego sua arma no carro. Marcelo identifica-se como guarda municipal, sua mulher, Pamela, como policial civil, mas Guaranho dispara ainda assim. Marcelo, mesmo mortalmente ferido, dispara e mata seu agressor.

    É disto que se vem falando quando se trata de maneira jocosa e quase divertida a escalada de atos violentos que o bolsonarismo, sob o discurso armamentista de seu chefe.

    E que agora, diante de duas mortes, continua tratando.

    Embora várias testemunhas tenham relatado o episódio em detalhes e tudo o que foi narrado aqui esteja registrado pelos policiais militares que foram chamados, os jornais noticiam “passando pano” para a motivação política da agressão:

    Testemunhas ouvidas pelo G1 e que estavam no local relatam que, por volta das 23h, um homem se aproximou do local de carro, gritando palavras de ordem contrárias à ideologia do aniversariante.

    “Palavras de ordem contrárias à ideologia do aniversariante”, vejam só…

    A Folha também vai por aí escrevendo que “o PT fala que foi crime de ódio”, embora tenta tido acesso a todo o relato ao Boletim de Ocorrência que linkei acima.

    Que vergonha!

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  6. Veja repercussão entre políticos e autoridades do assassinato de tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu

    Marcelo de Arruda morreu após ser baleado na própria festa de aniversário por um policial penal federal. Polícia investiga, mas secretário de Segurança de Foz falou em intolerância política.
    Por g1 — Brasília

    10/07/2022 12h53 Atualizado há 2 horas

    Marcelo de Arruda, guarda municipal há 28 anos e tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu, morto neste domingo (10) — Foto: Arquivo pessoal
    Marcelo de Arruda, guarda municipal há 28 anos e tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu, morto neste domingo (10) — Foto: Arquivo pessoal

    Políticos e autoridades comentaram neste domingo (10) o assassinato do guarda municipal e tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu (PR), Marcelo Aloizio de Arruda, que foi baleado durante a própria festa de aniversário.

    Arruda foi morto pelo policial Penal Federal Jorge da Rocha Guaranho. Já ferido, Arruda reagiu e atirou contra Guaranho. Até a última atualização desta reportagem, não havia uma informação clara sobre o estado de saúde de Guaranho. A Polícia Civil chegou a informar que ele morreu, mas, mais tarde, afirmou que não era possível confirmar a morte. O hospital para o qual Guaranho foi levado diz que “não procede o óbito”.

    Boletim de ocorrência cita que Guaranho chegou na local da festa gritando “Aqui é Bolsonaro!”.

    À RPC, o secretário de Segurança Pública de Foz do Iguaçu, Marcos Antonio Jahnke, afirmou que os indícios são de que o crime foi motivado por intolerância política.

    “Pelo que a gente percebeu, foi uma intolerância política”, disse o secretário.

    Veja o que disseram políticos e autoridades sobre o crime:

    Jair Bolsonaro, presidente e pré-candidato à reeleição pelo PL: “Independente das apurações, republico essa mensagem de 2018: dispensamos qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores. A esse tipo de gente, peço que por coerência mude de lado e apoie a esquerda, que acumula um histórico inegável de episódios violentos. É o lado de lá que dá facada, que cospe, que destrói patrimônio, que solta rojão em cinegrafista, que protege terroristas internacionais, que desumaniza pessoas com rótulos e pede fogo nelas, que invade fazendas e mata animais, que empurra um senhor num caminhão em movimento. Falar que não são esses e muitos outros atos violentos mas frases descontextualizadas que incentivam a violência é atentar contra a inteligência das pessoas. Nem a pior, nem a mais mal utilizada força de expressão, será mais grave do que fatos concretos e recorrentes. Que as autoridades apurem seriamente o ocorrido e tomem todas as providências cabíveis, assim como contra caluniadores que agem como urubus para tentar nos prejudicar 24 hora por dia.”

    Lula, ex-presidente e pré-candidato à Presidência pelo PT: “Nosso companheiro Marcelo Arruda comemorava seu aniversário de 50 anos com sua família e amigos, em paz, em Foz do Iguaçu. Filiado ao Partido dos Trabalhadores, sua festa de aniversário tinha como tema o PT e a esperança no futuro; com a alegria de um pai que acabou de ter mais uma filha. Uma pessoa, por intolerância, ameaçou e depois atirou nele, que se defendeu e evitou uma tragédia ainda maior. Duas famílias perderam seus pais. Filhos ficaram órfãos, inclusive os do agressor. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de Marcelo Arruda. Também peço compreensão e solidariedade com os familiares de José da Rocha Guaranho, que perderam um pai e um marido para um discurso de ódio estimulado por um presidente irresponsável. Pelos relatos que tenho, ele não ouviu os apelos de sua família para que seguisse com a sua vida. Precisamos de democracia, diálogo, tolerância e paz.”

    Ciro Gomes, pré-candidato à Presidência pelo PDT: “É triste, muito triste, a tragédia humana e política que tirou a vida de dois pais de família em Foz do Iguaçu. O ódio político precisa ser contido para evitar que tenhamos uma tragédia de proporções gigantescas. Que Deus, na sua misericórdia, interceda em favor de nós brasileiros, pacificando nossas almas, e traga conforto às duas famílias destruídas nesta guerra absurda, sem sentido e sem propósito.”

    Simone Tebet, pré-candidata à Presidência pelo MDB: “Lamento profundamente as mortes violentas em Foz do Iguaçu. Me solidarizo com as famílias de ambos. Mas o fato é que esse tipo de situação escancara de forma cruel e dramática o quão inaceitável é o acirramento da polarização política que avança sobre o Brasil. Esse tipo de conflito nos ameaça enormemente como sociedade. É contra isso que luto e continuarei lutando. Tenho certeza que nós, brasileiros, temos todas as condições de encontrar um caminho de paz, harmonia, respeito, amor e dignidade humana suficientemente sólido para reconstruir o Brasil. Que o caso de Foz do Iguaçu faça soar o alerta definitivo. Não podemos admitir demonstrações de intolerância, ódio e violência política.”

    Luciano Bivar, pré-candidato à Presidência pelo União Brasil: “Inadmissível onde chegamos. Esta doença ‘política’ contaminou nossa gente, até aqueles que amamos lá na casa da esquina.”

    Luiz Felipe d’Avila, pré-candidato à Presidência pelo Novo: “Estamos caminhando a passos largos para a campanha política mais violenta que já vivemos. O assassinato do tesoureiro do PT, Marcelo de Arruda, em Foz do Iguaçu, era mais uma tragédia evitável. O vergonhoso silêncio de Bolsonaro só piora a situação.”

    André Janones, pré-candidato à Presidência pelo Avante: “O debate ideológico sem qualquer base racional leva a tragédia que vamos lamentar profundamente. Ninguém vai conseguir explicar essa paixão que leva um ser humano odiar o outro por convicções políticas diferentes. Hoje nós vamos lamentar, desejar condolências às famílias. Mas e amanhã? Amanhã nós vamos esquecer como esquecemos o Genivaldo assassinado brutalmente em uma viatura? Aplaudir e agradecer agressores durante discursos em cima de palanques, como feito ontem? Nós vamos no chocar só com o agora? Não vamos mudar essa mentalidade? Nós vamos esperar que a tragédia, a barbárie chegue dentro das nossas casas pra combatê-la? Essa idiotização (que muitos chamam de polarização) não pode prevalecer. O Brasil precisa cuidar dos seus problemas reais, não criar novos.”

    Vera Lúcia, pré-candidata à Presidência pelo PSTU: “É inadmissível o assassinato de Marcelo Arruda, militante do PT, cometido por um bolsonarista por motivações políticas! Contra a violência da ultra direita e as ameaças golpistas de Bolsonaro, é preciso mobilizar e organizar a autodefesa dos trabalhadores! #ForaBolsonaro”

    Léo Péricles, pré-candidato à Presidência pelo Unidade Popular: “Nossa solidariedade à família de Marcelo Arruda, dirigente do PT em Foz do Iguaçu, assassinado ontem por um bolsonarista durante sua festa de aniversário. É urgente impedir o avanço do fascismo! Bolsonaro e sua corja vão pagar pelo que estão fazendo do Brasil. Ocupemos as ruas!”

    Sofia Manzano, pré-candidata à Presidência pelo PCB: “Bolsonarista assassinou Marcelo Arruda, dirigente do PT em Foz do Iguaçu. Episódios como esses podem se tornar frequentes se não houver rápida contenção da violência política incentivada por Bolsonaro e sua quadrilha. Minha solidariedade à família e companheiros.

    Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado: “O assassinato de um cidadão, durante a comemoração de seu aniversário com a temática do candidato Lula, é a materialização da intolerância política que permeia o Brasil atual e nos mostra, da pior forma possível, como é viver na barbárie. Devemos todos, especialmente os líderes políticos, lutar para combater este ódio, que vai contra os princípios básicos da vida em família, em sociedade e em uma democracia. A convivência com o contraditório deve ser mais do que respeitada. Deve ser preservada e estimulada, pois é dessa forma que podemos, por meio de diálogo e busca de consensos, evoluir para um país melhor. Duas vidas perdidas na tragédia. Meus sentimentos sinceros aos familiares.”

    Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal: “A intolerância, a violência e o ódio são inimigos da Democracia e do desenvolvimento do Brasil. O respeito à livre escolha de cada um dos mais de 150 milhões de eleitores é sagrado e deve ser defendido por todas as autoridades no âmbito dos 3 Poderes.”

    Gleisi Hoffmann (PT-PR), deputada e presidente nacional do PT: “Basta de violência! Basta de destruição! É tempo de reconstrução e transformação do Brasil e das relações entre brasileiros e brasileiras! Vamos chorar e enterrar mais um companheiro que tombou vítima da violência política, basta! Cobramos das autoridades de segurança pública medidas efetivas de prevenção e combate à violência política, e alertamos ao Tribunal Superior Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal para que coíbam firmemente toda e qualquer situação que alimente um clima de disputa violenta fora dos marcos da democracia e da civilidade. Iniciativas nesse sentido foram devidamente apontadas pelo PT em várias oportunidades, junto ao Congresso Nacional, o Ministério Público e o Poder Judiciário.”

    Baleia Rossi (MDB-SP), deputado e presidente nacional do MDB: “Inaceitável e triste o que ocorreu em Foz do Iguaçu (PR). Todas lideranças políticas precisam dar exemplo e condenar qualquer tipo de violência. Democracia é também respeito ao adversário.”

    Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB: “A sociedade e as famílias brasileiras não podem aceitar a intolerância política e a radicalização. A violência política afasta o Brasil da civilidade e é injustificável. O momento exige de todos nós o compromisso firme de trabalhar por um país unido e, principalmente, pacificado.”

    Carlos Lupi, presidente nacional do PDT: “Duas mortes trágicas incentivadas por Bolsonaro, aprendiz de ditador. Bolsonarista atirou e matou petista, que reagiu e o matou também. Chega de tanta falta de respeito à vida. Até quando este criminoso, que está na presidência, incentivará agressões e mortes? Não vai acabar bem.”

    Juliano Medeiros, presidente nacional do PSOL: “Infelizmente, aconteceu. O bolsonarismo fez sua primeira vítima na campanha eleitoral deste ano. O guarda municipal Marcelo Arruda foi assassinado essa noite durante sua festa de aniversário após levar três tiros disparados pelo bolsonarista Jorge José da Rocha Guaranho. Esse é o resultado da campanha de ódio disseminada pelo presidente do Brasil. Isso precisa parar! Toda a solidariedade do PSOL à família de Marcelo, seus amigos e companheiros de militância. Exigimos punição exemplar ao assassino. Chega de violência política!

    Rodrigo Garcia (PSDB), governador de São Paulo: “Lamentável o que aconteceu em Foz do Iguaçu. Reforço o que tenho dito: tô aqui pra defender e evitar q essa guerra sem sentidos se instale aqui em SP. Nós só queremos paz pra trabalhar e seguir em frente. Meus sentimentos aos familiares e amigos.”

    Humberto Costa (PT-PE), senador: “É estarrecedor o nível de ódio e violência política que estamos atravessando. O Guarda Municipal e militante do PT, Marcelo Arruda, festejava o seu aniversário, quando teve a sua comemoração invadida por um bolsonarista e acabou morto a tiros. A festa tinha Lula como tema. A tragédia é fruto da intolerâcia proliferada por Bolsonaro e sua turma, que, já em 2018, dizia que iria “fuzilar a petralhada”. Marcelo perdeu a vida enquanto a celebrava. Não é o primeiro episódio de violência, mas precisa ser o último. Não podemos permitir que o ódio vença.”

    Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador: “Repudio o atentado contra a vida do guarda municipal de Foz do Iguaçu. Um ato isolado e irresponsável, que absolutamente nada tem a ver com as pautas que defendemos para o Brasil. Não somos assim, não precisamos de mais ‘Adélios’, não podemos e não vamos nos igualar à esquerda.”

    Randolfe Rodrigues (Rede-AP), senador: “Não existe dois lados quando um deles é a BARBÁRIE! Um bolsonarista assassinou um pai de família, líder do PT, em Foz do Iguaçu durante sua festa de aniversário. Nossa solidariedade aos familiares de Marcelo Arruda. Isso é inconcebível! Intolerável em qualquer sociedade!”

    Sâmia Bomfim (PSOL-SP), deputada: “Um bolsonarista invadiu a festa de aniversário de Marcelo Arruda, militante do PT em Foz do Iguaçu. Atirou e assassinou Marcelo. A violência política incentivada por Bolsonaro deixa um rastro de sangue pelo Brasil. Intolerável! Minha solidariedade à família, amigos e companheiros.”

    Jandira Feghali (PCdoB-RJ), deputada: “O ódio dessa gente, o fascismo, não suporta quem pensa diferente. É preciso arrancar esse pensamento do comando do país. Que horror! É preciso punir este assassino e todos os responsáveis pelos outros atentados. Solidariedade à família do Marcelo.”

    Renan Calheiros (MDB-AL), senador: “O assassinato de um líder sindical e dirigente partidário por um bolsonarista, mais que covardia, é tempestade gerada na usina de ódio e intolerância que Bolsonaro instila todo dia no coração dos brasileiros. Esse facínora precisa ser derrotado no primeiro turno.”

    Sergio Moro (União), ex-ministro da Justiça: “Precisamos repudiar toda e qualquer violência com motivação política ou eleitoral. O Brasil não precisa disso.”

    Alessandro Vieira (PSDB-SE), senador: “A tragédia em Foz do Iguaçu é infelizmente uma consequência previsível do clima de violência política armada que é estimulado diariamente por Bolsonaro e seus parceiros, com a tolerância do Congresso e dos órgãos de controle. Eleição não é guerra, somos todos brasileiros!”

    Alexandre Silveira (PSD-MG), senador: “Alguém por intolerância e violência política tirou a vida de Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, filhos e amigos da vítima. Precisamos de paz, diálogo e respeito. O Brasil não pode permitir que os extremos acabem com a vida de alguém.”

    Direção Nacional do PSB: “A direção nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) manifesta seu profundo pesar pelo assassinato de Marcelo Arruda, guarda municipal e militante do Partido dos Trabalhadores (PT), na noite desde sábado (9), em Foz do Iguaçu (PR). Marcelo comemorava seu aniversário de 50 anos em festa decorada com fotos de Lula e símbolos do partido, quando o agente penitenciário federal Jorge José da Rocha Guaranho invadiu o evento e atirou contra ele. Marcelo Arruda era diretor do Sindicato dos Servidores Municipais de Foz do Iguaçu (Sismufi), tesoureiro do PT municipal e foi candidato a vice-prefeito. Era casado e tinha quatro filhos. Neste momento de dor e tristeza, o PSB expressa condolências aos familiares, colegas e amigos de Marcelo, se solidariza com o PT e seus partidários, e reitera seu compromisso com a defesa da democracia, da construção da paz social, contra toda e qualquer manifestação de ódio e intolerância.”

    Direção Nacional do União Brasil: “O União Brasil repudia o episódio trágico ocorrido em Foz do Iguaçu (PR) na madrugada deste domingo, em que duas pessoas perderam a vida. É inconcebível que um cidadão tenha sua livre manifestação política cerceada. Precisamos dar um basta nesse clima de guerra que instaurou-se na política brasileira. É fundamental nos rebelarmos contra essa ‘doença’ que aflige nossa sociedade e fragmenta as relações até mesmo daqueles que se amam.”

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  7. A nojenta 2a. destruição da família Arruda

    Fernando Brito 13/07/2022 3:47 pm

    Jair Bolsonaro, que diz ser o candidato de defesa da família, mostra ser alguém completamente voltado para destruí-las.

    Servir-se da informação de que dois irmãos de Marcelo Arruda, o petista assassinado em Foz do Iguaçu para fazer demagogia, mandando gravar um vídeo de uma conversa arranjada por eles por um deputado fanático e divulgando nas redes sociais uma conserva sem sentido de chamá-los a uma coletiva em Brasília para reclamar da “exploração política da imprensa esquerdista” é de uma sordidez que até mesmo com ele chega a surpreender.

    Nem sequer fala o nome de Marcelo, a quem se refere como “o cara que morreu”, e muito menos se dirigiu ao núcleo familiar próximo.

    Ao contrário, o filho mais velho de Marcelo, sua mulher e sua irmã mais nova, solenemente ignorados, estranharam e acharam absurdo que o presidente só quisesse se dirigir aos familiares que sequer estavam na festa, embora tivessem uma boa relação.

    É absolutamente cruel espalhar a cizânia entre os parentes de Marcelo, nesta hora de dor para todos.

    A única família que importa a Jair Bolsonaro, infelizmente, é a dele.

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  8. Bolsonaristas regam com mentiras o seu viveiro de loucos

    Fernando Brito

    O assassino de Foz do Iguaçu e o valentão de Minas, preso ontem por ordem de Alexandre de Moraes não são loucos que surgiram por “geração espontânea”, embora sejam, evidentemente, pessoas com distúrbios evidentes.

    E que se tornam perigosos porque foram e estão sendo insuflados ao ódio, de forma deliberada, por Jair Bolsonaro e sua prole de beneficiários.

    Agora, circulam no Zap imagens de um homem negro, sem camisa, agredindo um padre (na verdade, um bispo), em plena missa, e dizendo que aquilo se passa na França “mas, pela postura de militantes de esquerda que trabalham por Lula, pode ser aqui muito em breve…”.

    Quem publica o vídeo? Flávio Bolsonaro.

    Não apenas há mentira, mas desumanidade e intenção de incitar ao atitudes violentas.

    A cena ocorreu na Guiana (e não na França), em 2020 e o homem é um doente mental, um dos muitos que perambulam em Georgetown, capital do país. O bispo, Francis Alleyne, continua tranquilamente a missa e pede aos presentes que “rezem por nosso irmão”, referindo-se ao desequilibrado, que foi detido na porta da igreja.

    As agências de checagem, inclusive a France Press já expuseram a armação, mas a mentira segue rolando solta nas redes, propagadas por obtusos que nem passam perto de querer saber se é verdade ou mentira, já que vem do filho do presidente e senador da República.

    Mesmo diante da evidente tentativa de provocar ódio religioso também entre os católicos, nada se faz e aquilo segue sendo espalhados para incautos. Muitos, aliás, prometem surras ou algo mais “se fizerem isto por aqui”.

    Um senador da República, sem qualquer escrúpulo,

    O bolsonarismo, em desespero, quer transformar uma eleição em um cruzada religiosa hipócrita que tem antes parte com o diabo que com Deus.

    Quando isso virar uma tragédia, não dizer que não tem nada com isso e que não podem controlar seus seguidores.

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  9. RESPONDER AOS ESQUERDOPATAS, É A MESMA COISA QUE BATER PALMAS PRA DOIDO DANÇAR.

    SE QUER ATRASAR SUA VIDA, ARRUME OUTRO JEITO, POIS VOTANDO NO PT VOCÊ ATRASA A MINHA TAMBÉM!!!!!!

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